10 factos fascinantes sobre os seus olhos e capacidade de visão

Existem diversas curiosidades que vale mesmo a pena conhecer

É certamente difícil perceber exatamente o quão incrível são os nossos olhos. Este é um órgão essencial no nosso quotidiano que nos oferece a capacidade de visualizarmos o mundo e as pessoas em nosso redor. A luz que detetam constantemente é “trabalhada” em milissegundos e transformada em impulsos elétricos que moldam a nossa perceção. É um processo fascinante.

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Eis 10 exemplos que demonstram como a nossa capacidade visual é um dos aspetos mais curiosos do ser humano.

 

  1. A maior parte das pessoas consegue ver 1 milhão de cores

Os cientistas estimam que, em média, as pessoas sejam capazes de visualizar pelo menos um milhão de cores diferentes. Isto acontece porque as incríveis células fotossensíveis são capazes de enviar milhares de sinais diferentes ao nosso cérebro, permitindo-nos desta forma compreender diversas tonalidades distintas.

 

  1. 10% do tempo que passamos acordados é dedicado ao piscar de olhos

Esta ação mantem os nossos olhos lubrificados e protege-os de sujidades. Não é assim de estranhar que o organismo procure frequentemente esta resposta. Em média uma pessoa pisca os olhos 15 a 20 vezes por minuto, o equivalente a 14,400 – 19,200 vezes por dia.

 

  1. A córnea não possui vasos sanguíneos

Esta é parte transparente que cobre a frente dos nossos olhos. Ao contrário de outras partes do nosso corpo esta não necessita de receber sangue, dado que obtém oxigénio diretamente do ar. No entanto existem ligações nervosas na córnea, o que ajuda a explicar porque sentimos dor ao coçar os olhos.

 

  1. As pessoas com olhos azuis partilham um antepassado

Se tem olhos azuis então parabéns pois pertence a um grupo restrito composto por cerca de 8-10% de toda a população mundial. Esta cor mais clara é o resultado de uma mutação genética que determina níveis inferiores de pigmentos na íris. Os investigadores acreditam que esta mutação tenha ocorrido pela primeira vez no continente europeu há mais de 6 000 – 10 000 anos.

 

  1. A forma como se sente afeta a forma como vê

As pessoas que sofrem de depressão tendem a referir que o mundo lhes parece algo aborrecido, pouco estimulante, monótono, cinzento. Ora isto pode ser mais do que uma metáfora. A investigação científica tem comprovado que este tipo de indivíduos apresentam de facto uma diferença na forma como os seus olhos percecionam o contraste das imagens, validando assim a ideia de que a saúde mental interfere com a visão.

 

  1. A visão noturna ocorre muito lentamente

Já alguma vez teve a sensação de que os seus olhos demoram tempo a ajustar-se a um quarto mais escuro? Isso é de facto verdade. A capacidade de ver melhor quando está escuro demora cerca de 20 a 30 minutos a “ativar-se”. Este processo tem o nome de adaptação escura.

 

  1. Já se sentiu “enganado” pelos seus olhos? Culpe o cérebro

No que diz respeito à capacidade visual, os olhos são apenas um dos elementos. Sendo certo que são estes os órgãos responsáveis pela captação da informação visual, a verdade é que o cérebro que processa todos esses dados. Mais de 30 áreas do nosso cérebro podem estar envolvidas nesse processo. As ilusões de ótica, por exemplo, são um exemplo de uma interpretação incorreta da informação enviada pelos olhos.

 

  1. A cor dos seus olhos é única

Tal como a impressão digital dos nossos dedos, também as cores e os padrões que compõe a parte colorida dos nossos olhos são únicos. Até irmãos gémeos que partilhem ADN não vão ter dois olhos iguais!

 

  1. A visão “20/20” não é perfeita

Tendemos a acreditar que acertar todas as questões que envolvem um exame oftalmológico é significado de que vemos perfeitamente. No entanto este exame apenas nos comprova que conseguimos ver todas as letras a uma determinada distância. O nosso olho é capaz de ver até bem mais longe, mas essa distância raramente é medida.

 

  1. O daltonismo afeta muito mais os homens do que as mulheres

Um em cada dez homens sofre com algum tipo de daltonismo ou deficiência na diferenciação de cores. A forma mais comum deste problema é a incapacidade de distinguir entre tons vermelhos e verdes. Já a confusão entre os azuis e os amarelos tende a ser mais rara.

 

 

[Leia também: Desconforto nos olhos? Estes são os 5 sintomas que não deve ignorar]

 

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