4 dicas para deixar de fumar

Há truques para garantir que não volta a ceder a um vício nocivo para a saúde.

1- Evite os seus gatilhos

Cada fumador tem as suas razões que os fazem desejar um cigarro. Seja uma noite com os amigos, um café depois do jantar, nem interessa qual, evite-os e tente criar novas rotinas. Um professor de medicina comportamental, Paul Aveyard, em declarações ao jornal inglês The Guardian, diz que mudar a sua rotina diária para evitar essas tentações pode ser importante nos estágios iniciais de quem quer deixar de fumar.

O mais importante neste processo de reduzir as hipóteses de voltar a pegar num cigarro é «permitir que seu cérebro se recupere» e para isso tem de se «quebrar rotinas antigas e criar novas a que se consiga habituar», explica o professor da Universidade de Oxford.

2- Não tenha medo da nicotina

Uma combinação de terapias de reposição de nicotina – como um adesivo de nicotina e outras formas de ação mais rápida, como uma goma ou spray nasal – pode ser muito mais eficaz do que depender apenas de uma única terapia.

Muitos fumadores «usam pouca nicotina quando tentam parar», pois o normal é ter medo de substituições com nicotina. No entanto, Paul Aveyard acrescenta que «apesar de um adesivo ser uma boa base, também é preciso algo que atue rapidamente quando tiver um desejo».

3- Tente os cigarros eletrónicos

Se os adesivos de nicotina não funcionarem, pode valer a pena tentar os cigarros eletrónicos. Isto porque um estudo recente descobriu que eles têm quase o dobro da eficácia em ajudar a acabar com o vício dos fumadores. O investigador de medicina comportamental da Universidade de Oxford explica que esta alternativa tem uma «componente comportamental, que alguns outros medicamentos para parar de fumar não têm».

Os cigarros eletrónicos dão para as mãos pessoas, além de que ainda pode ajudar com o elemento social. Todavia, o especialista é da opinião de que são necessários «mais dados sobre a segurança dos cigarros eletrónicos, mas temos certeza de que eles são muito menos prejudiciais para a saúde do que fumar».

4- Não deixe para amanhã, o que pode deixar agora

Para Paul Aveyard, «o problema de parar de fumar é ser algo que se pode retomar amanhã», o que reforça a ideia de que «os fumadores que tentam reduzir gradualmente a quantidade que fumam têm uma probabilidade maior de desistir, do que aqueles que fazem isso abruptamente».

Isso deve-se à maneira como o cérebro apreende os padrões de dependência. O professor esclarece que os desejos de fumar também podem desaparecer, «desde que nunca se tenha um cigarro nos momentos de tentação, pois isso só pode prolongar a sua agonia».

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