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	<title>Forever Young com Lusa &#8211; Forever Young</title>
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	<description>Para se sentir sempre jovem. Viva com mais sentido, 55+ com atitude.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 22 Aug 2025 09:26:21 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Forever Young com Lusa &#8211; Forever Young</title>
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	<item>
		<title>Trabalhar mais de 49 horas por semana: Portugal acima da média europeia</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/trabalhar-mais-de-49-horas-por-semana-portugal-acima-da-media-europeia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 09:26:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Portugal foi o quarto país da União Europeia com jornadas de trabalho mais longas em 2024, com 9,2% dos trabalhadores a fazerem 49 horas ou mais por semana, acima da média europeia de 6,6%, segundo o Eurostat.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="text-paragraph">De acordo com dados divulgados pelo Eurostat, 6,6% das pessoas empregadas no bloco comunitário com idades compreendidas entre os 20 e os 64 anos em 2024 tinham longas jornadas de trabalho, definidas como 49 horas ou mais por semana.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo o gabinete de estatísticas europeu, a percentagem de trabalhadores nesta situação tem diminuído ao longo dos anos, &#8220;passando de 9,8% em 2014 e 8,4% em 2019&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">Portugal encontra-se acima da média comunitária, sendo o quarto país da União Europeia (UE) com maior percentagem de horas trabalhadas: 9,2% dos trabalhadores entre os 20 e os 64 anos trabalhavam 49 horas ou mais por semana no ano passado.</p>
<p class="text-paragraph">Entre os restantes Estados-membros, a Grécia é o país com maior percentagem de trabalhadores com longas jornadas de trabalho (12,4%), seguida pelo Chipre e França.</p>
<p class="text-paragraph">No polo oposto, isto é, com a menor taxa, está a Bulgária (0,4%), seguida pela Letónia (1,0%) e pela Lituânia (1,4%).</p>
<p class="text-paragraph">Segundo o Eurostat, a percentagem de trabalhadores independentes que trabalhavam muitas horas (27,5% do total de trabalhadores independentes) era superior à dos trabalhadores por conta de outrem (3,4% do total de trabalhadores por conta de outrem).</p>
<p class="text-paragraph">Entre os vários grupos profissionais, as longas jornadas de trabalho eram mais comuns entre os trabalhadores qualificados da agricultura, silvicultura e pesca (26,2% de todos os trabalhadores desse grupo profissional) e os gestores (21,1%).</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mais de 68 mil recebem subsídio de parentalidade em julho</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/mais-de-68-mil-recebem-subsidio-de-parentalidade-em-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 10:53:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O número de beneficiários de prestações por parentalidade voltou a crescer em julho, atingindo os 68.999 registos — o valor mais alto desde setembro de 2023, segundo dados do Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP) do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="466" data-end="656">Comparando com o mesmo mês do ano passado, verificou-se um aumento de <strong data-start="536" data-end="542">8%</strong> (mais 5.115 beneficiários). Já face a junho, o crescimento foi de <strong data-start="609" data-end="617">3,6%</strong>, o equivalente a mais 2.378 pessoas.</p>
<h3 data-start="658" data-end="713">Maioria das beneficiárias continua a ser mulheres</h3>
<p data-start="714" data-end="888">No caso do <strong data-start="725" data-end="754">subsídio parental inicial</strong>, foram processadas 38.447 prestações, abrangendo maioritariamente mulheres: <strong data-start="831" data-end="854">24.860 mães (64,7%)</strong> contra <strong data-start="862" data-end="885">13.587 pais (35,3%)</strong>.</p>
<h3 data-start="890" data-end="917">Mudanças em discussão</h3>
<p data-start="918" data-end="1063">Este aumento surge numa altura em que o Governo tem em cima da mesa alterações ao <strong data-start="1000" data-end="1029">subsídio de parentalidade</strong>, em sede de Concertação Social.</p>
<p data-start="1065" data-end="1220">Atualmente, o apoio corresponde a <strong data-start="1099" data-end="1159">100% da remuneração de referência nos primeiros 120 dias</strong> de licença. Nas modalidades mais longas, as regras variam:</p>
<ul data-start="1221" data-end="1591">
<li data-start="1221" data-end="1386">
<p data-start="1223" data-end="1386"><strong data-start="1223" data-end="1246">150 dias de licença</strong>: hoje o valor é de 80%, mas sobe para 100% em caso de partilha entre os progenitores. O Governo propõe que este valor baixe para <strong data-start="1376" data-end="1383">90%</strong>.</p>
</li>
<li data-start="1387" data-end="1591">
<p data-start="1389" data-end="1591"><strong data-start="1389" data-end="1412">180 dias de licença</strong>: atualmente pago entre 83% e 90%, passaria a ser pago a <strong data-start="1469" data-end="1477">100%</strong>, desde que o período adicional de 60 dias seja usufruído em regime partilhado, com um mês para cada progenitor.</p>
</li>
</ul>
<h3 data-start="1593" data-end="1625">Valor mais alto desde 2010</h3>
<p data-start="1626" data-end="1874">Segundo a análise da <strong data-start="1647" data-end="1655">Lusa</strong>, os 68.999 beneficiários registados em julho representam o valor mais elevado em quase dois anos. O pico histórico foi em setembro de 2023, quando se atingiram <strong data-start="1816" data-end="1840">71.840 beneficiários</strong>, o número mais alto desde 2010.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Calor extremo mantém aviso laranja até sexta-feira em três distritos</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/calor-extremo-mantem-aviso-laranja-ate-sexta-feira-em-tres-distritos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Aug 2025 09:01:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=429484</guid>

					<description><![CDATA[<p>Castelo Branco, Guarda e Bragança enfrentam temperaturas máximas muito elevadas. Situação de alerta por risco de incêndio prolongada até final da semana.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="367" data-end="632">O <strong data-start="369" data-end="421">Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA)</strong> prolongou até <strong data-start="436" data-end="451">sexta-feira</strong> o <strong data-start="454" data-end="471">aviso laranja</strong> — o segundo mais grave da escala — para os distritos de <strong data-start="528" data-end="565">Castelo Branco, Guarda e Bragança</strong>, devido à persistência de <strong data-start="592" data-end="631">temperaturas máximas muito elevadas</strong>.</p>
<p data-start="634" data-end="708">Outros distritos do país também permanecem sob vigilância meteorológica:</p>
<ul data-start="709" data-end="1147">
<li data-start="709" data-end="834">
<p data-start="711" data-end="834"><strong data-start="711" data-end="739">Évora, Beja e Portalegre</strong> — aviso laranja até às 18h00 de quinta-feira, passando depois a amarelo até ao final do dia.</p>
</li>
<li data-start="835" data-end="952">
<p data-start="837" data-end="952"><strong data-start="837" data-end="858">Vila Real e Viseu</strong> — aviso amarelo até às 06h00 de quinta-feira, passando a laranja até às 18h00 do mesmo dia.</p>
</li>
<li data-start="953" data-end="1069">
<p data-start="955" data-end="1069"><strong data-start="955" data-end="1021">Porto, Faro, Setúbal, Viana do Castelo, Aveiro, Braga e Lisboa</strong> — aviso amarelo até ao final de quinta-feira.</p>
</li>
<li data-start="1070" data-end="1147">
<p data-start="1072" data-end="1147"><strong data-start="1072" data-end="1102">Santarém, Leiria e Coimbra</strong> — aviso amarelo até às 18h00 de sexta-feira.</p>
</li>
</ul>
<h3 data-start="1149" data-end="1186"><strong data-start="1153" data-end="1186">Situação de alerta prolongada</strong></h3>
<p data-start="1187" data-end="1377">O Governo anunciou igualmente o <strong data-start="1219" data-end="1258">prolongamento da situação de alerta</strong> em todo o território continental até ao final do dia de sexta-feira, devido ao <strong data-start="1338" data-end="1374">risco agravado de incêndio rural</strong>.</p>
<p data-start="1379" data-end="1527">A decisão baseia-se na <strong data-start="1402" data-end="1431">previsão de calor intenso</strong> para os próximos dias e na <strong data-start="1459" data-end="1482">redução de ignições</strong> verificada graças às proibições já em vigor.</p>
<h3 data-start="1529" data-end="1556"><strong data-start="1533" data-end="1556">Restrições em vigor</strong></h3>
<p data-start="1557" data-end="1605">Durante a situação de alerta, estão proibidos:</p>
<ul data-start="1606" data-end="1993">
<li data-start="1606" data-end="1752">
<p data-start="1608" data-end="1752">O acesso, circulação e permanência no interior de espaços florestais definidos pelos Planos Municipais de Defesa da Floresta Contra Incêndios.</p>
</li>
<li data-start="1753" data-end="1833">
<p data-start="1755" data-end="1833">A realização de queimas e queimadas (todas as autorizações ficam suspensas).</p>
</li>
<li data-start="1834" data-end="1905">
<p data-start="1836" data-end="1905">Trabalhos nos espaços florestais e rurais com recurso a maquinaria.</p>
</li>
<li data-start="1906" data-end="1993">
<p data-start="1908" data-end="1993">Uso de fogo de artifício e outros artefactos pirotécnicos (autorizações suspensas).</p>
</li>
</ul>
<p data-start="1995" data-end="2114">As autoridades apelam ao cumprimento das restrições e à adoção de <strong data-start="2061" data-end="2091">comportamentos preventivos</strong> para evitar incêndios.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Salário médio no serviço doméstico é de 358 euros &#8211; menos de metade do salário mínimo</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/salario-medio-no-servico-domestico-e-de-358-euros-menos-de-metade-do-salario-minimo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Aug 2025 08:44:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=429481</guid>

					<description><![CDATA[<p>Apenas 23% dos trabalhadores do setor fazem descontos para a Segurança Social. Trabalho doméstico continua marcado pela informalidade e baixos rendimentos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="370" data-end="752">O salário médio declarado à <strong data-start="398" data-end="418">Segurança Social</strong> pelos trabalhadores do <strong data-start="442" data-end="463">serviço doméstico</strong> em Portugal era, no final de 2024, de <strong data-start="502" data-end="523">358 euros mensais</strong> — valor muito abaixo do <strong data-start="548" data-end="587">salário mínimo nacional (820 euros)</strong>. Os dados, enviados pelo Instituto da Segurança Social (ISS) à agência Lusa, revelam também que <strong data-start="684" data-end="694">só 23%</strong> dos profissionais registados fazem contribuições sociais.</p>
<p data-start="754" data-end="990">Em dezembro de 2024, havia <strong data-start="781" data-end="810">220.360 pessoas inscritas</strong> com qualificação ativa para o serviço doméstico, mas apenas <strong data-start="871" data-end="881">51.504</strong> tinham descontos efetuados, quer pelos próprios, quer pelos empregadores (na maioria, pessoas singulares).</p>
<p data-start="992" data-end="1055">Apesar da baixa remuneração, o valor médio tem vindo a subir:</p>
<ul data-start="1056" data-end="1136">
<li data-start="1056" data-end="1082">
<p data-start="1058" data-end="1082">Dezembro de 2022: 318€</p>
</li>
<li data-start="1083" data-end="1109">
<p data-start="1085" data-end="1109">Dezembro de 2023: 332€</p>
</li>
<li data-start="1110" data-end="1136">
<p data-start="1112" data-end="1136">Dezembro de 2024: 358€</p>
</li>
</ul>
<p data-start="1138" data-end="1237">A subida entre 2023 e 2024 foi de 7,8%, acompanhando a evolução do salário mínimo no mesmo período.</p>
<h3 data-start="1239" data-end="1276"><strong data-start="1243" data-end="1276">Informalidade e incumprimento</strong></h3>
<p data-start="1277" data-end="1697">O setor mantém-se fortemente marcado pela informalidade. Segundo o <strong data-start="1344" data-end="1387">“Livro Branco Trabalho Doméstico Digno”</strong>, editado em 2024 pelo <strong data-start="1410" data-end="1527">Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Atividades Diversas (STAD)</strong>, <strong data-start="1529" data-end="1554">48% das trabalhadoras</strong> — sejam empregadas por uma ou várias famílias — não fazem descontos, sendo muitas vezes os empregadores a assumir (ou recusar) essa obrigação.</p>
<p data-start="1699" data-end="1937">Entre as razões para não estar inscrito na Segurança Social, a mais apontada é <strong data-start="1778" data-end="1830">a recusa do empregador em assegurar os descontos</strong> (indicada por 30,3% das trabalhadoras que servem um agregado e por 60% das que trabalham para mais de um).</p>
<p data-start="1939" data-end="2128">O estudo revela ainda que, entre 1990 e 2022, o número de trabalhadoras domésticas com declarações à Segurança Social <strong data-start="2057" data-end="2069">caiu 69%</strong>, enquanto o número de entidades empregadoras aumentou 42%.</p>
<h3 data-start="2130" data-end="2155"><strong data-start="2134" data-end="2155">Obrigações legais</strong></h3>
<p data-start="2156" data-end="2465">Os empregadores têm de comunicar à Segurança Social a admissão do trabalhador até 15 dias antes do início do contrato (ou até 24 horas após o início da atividade, em casos específicos) e pagar contribuições: <strong data-start="2364" data-end="2405">18,9% a cargo da entidade empregadora</strong> e <strong data-start="2408" data-end="2439">9,4% a cargo do trabalhador</strong>, totalizando <strong data-start="2453" data-end="2462">28,3%</strong>.</p>
<p data-start="2467" data-end="2595">Para trabalhadores pagos à hora, a base declarada é de <strong data-start="2522" data-end="2545">3,01 euros por hora</strong>, com um mínimo obrigatório de 30 horas por mês.</p>
<p data-start="2597" data-end="2730">Fazer descontos garante direitos como subsídio de férias, subsídio de natal, reforma, subsídio de doença, desemprego e parentalidade.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>DGS lança guia com recomendações alimentares específicas para os bombeiros</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/dgs-lanca-guia-com-recomendacoes-alimentares-especificas-para-os-bombeiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 10:42:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Direção-Geral da Saúde (DGS) lançou um guia com recomendações nutricionais específicas para bombeiros, reforçando a importância de uma alimentação adequada face às exigências físicas e mentais, especialmente durante situações de emergência como o combate a incêndios.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Direção-Geral da Saúde (DGS) lançou um guia com recomendações nutricionais específicas para bombeiros, reforçando a importância de uma alimentação adequada face às exigências físicas e mentais, especialmente durante situações de emergência como o combate a incêndios.</p>
<p class="text-paragraph">“Pelas exigências físicas e psicológicas associadas à sua atividade profissional, os bombeiros estão frequentemente expostos a contextos adversos e imprevisíveis”, o que requer “uma preparação física e mental sólida” e uma alimentação adequada, refere a DGS.</p>
<p class="text-paragraph">Publicado pelo Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável (PNPAS) da DGS, o Guia Prático apresenta, de uma forma simples, recomendações alimentares adaptadas aos períodos de maior exigência física, com especial enfoque no combate a incêndios florestais.</p>
<p class="text-paragraph">“Estas recomendações têm como objetivo garantir que os bombeiros apresentam um adequado estado de hidratação, uma ingestão energética adequada por via da ingestão regular de hidratos de carbono de rápida absorção e ao mesmo tempo uma reduzida ingestão de gorduras”, lê-se no guia que pode ser consultado no ‘site’ da DGS.</p>
<p class="text-paragraph">A autoridade de saúde aconselha uma ingestão proteica adequada ao longo do dia, que deve ser reforçada em situações de combate a incêndio prolongadas, e beber água sempre que possível, evitando bebidas que promovem a desidratação.</p>
<p class="text-paragraph">Recomenda também o consumo de “bebidas/géis para desportistas, de modo a assegurar uma adequada hidratação e equilíbrio eletrolítico”.</p>
<p class="text-paragraph">Consumir alimentos ricos em hidratos de carbono (pão, cereais, fruta), de forma a assegurar as necessidades energéticas, também faz parte das recomendações.</p>
<p class="text-paragraph">A DGS sublinha eu que estas recomendações são destinadas especificamente para proporcionar “um adequado desempenho em situações de ‘stress’ físico e psicológico, não sendo por isso recomendações que devam ser seguidas diariamente”.</p>
<p class="text-paragraph">O guia inclui igualmente orientações destinadas às corporações de bombeiros, instituições e estabelecimentos de restauração que fornecem refeições a estes profissionais, de forma a assegurar que a alimentação constitui um apoio efetivo à sua missão.</p>
<p class="text-paragraph">“Uma alimentação ajustada às necessidades específicas destes momentos é essencial para manter a resistência física, a capacidade funcional e para promover uma recuperação eficaz após esforços intensos, contribuindo também para reduzir o risco de fadiga e lesões. Garantir um consumo alimentar adequado, durante e após as ocorrências, é por isso fundamental”, salienta a DGS.</p>
<p class="text-paragraph">Portugal está em situação de alerta devido ao risco de incêndio e nas últimas semanas têm deflagrado vários incêndios no norte e centro do país que consumiram uma área de mais de 45 mil hectares.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Gripe das aves detetada em gaivota na Costa da Caparica</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/gripe-das-aves-detetada-em-gaivota-na-costa-da-caparica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 08:38:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=429396</guid>

					<description><![CDATA[<p>Este foco foi confirmado na terça-feira numa gaivota-de-patas-amarelas, segundo a informação divulgada pela Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV).</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A gripe das aves foi detetada numa ave selvagem na Costa da Caparica, em Almada, no mesmo mês em que foi confirmado um foco numa capoeira doméstica em Setúbal, segundo a DGAV.</p>
<p class="text-paragraph">Este foco foi confirmado na terça-feira numa gaivota-de-patas-amarelas, segundo a informação divulgada pela Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV).</p>
<p class="text-paragraph">Na quarta-feira já tinha sido anunciada a confirmação um foco na união das freguesias de Alcácer do Sal e Santa Susana, no Distrito de Setúbal.</p>
<p class="text-paragraph">O foco foi confirmado numa capoeira doméstica, com galinhas, frangos, patos e perus.</p>
<p class="text-paragraph">Os animais afetados foram abatidos e procedeu-se à limpeza e desinfeção do espaço.</p>
<p class="text-paragraph">As explorações com aves nas zonas de restrição, num raio de até 10 quilómetros em redor deste foco, estão sob vigilância.</p>
<p class="text-paragraph">A DGAV alertou para a “circulação persistente” do vírus da gripe aviária e voltou a pedir que sejam cumpridas as medidas de biossegurança e as boas práticas de produção.</p>
<p class="text-paragraph">Devem assim ser evitados os contactos entre as aves domésticas e selvagens e reforçados os procedimentos de higiene das instalações, equipamentos e materiais.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pensionistas recebem hoje a reforma com as novas tabelas do IRS</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/pensionistas-recebem-hoje-a-reforma-com-as-novas-tabelas-do-irs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 08:23:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=429389</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Segurança Social paga hoje as pensões de agosto por transferência bancária ou por vale de correio já de acordo com as novas taxas de retenção na fonte do IRS.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="text-paragraph">Com o desagravamento fiscal, o montante líquido da pensão será superior ao dos primeiros sete meses do ano.</p>
<p class="text-paragraph">Há um alívio não porque exista um aumento da pensão bruta, mas porque a percentagem de IRS a descontar mensalmente diretamente na pensão bruta será menor.</p>
<p class="text-paragraph">Para refletir a descida das taxas do IRS do 1.º ao 8.º escalão aprovada em julho pelo parlamento, o Governo adaptou as tabelas de retenção na fonte, reduzindo as taxas que incidem mensalmente sobre os rendimentos pagos pela Segurança Social e pela Caixa Geral de Aposentações (CGA), que só entrega as pensões dia 19 de agosto.</p>
<p class="text-paragraph">Ao longo deste ano, há três tabelas mensais distintas: umas para o período de janeiro a julho, outras para os meses de agosto e setembro, outras para os meses de outubro, novembro e dezembro.</p>
<p class="text-paragraph">Em agosto e setembro, as taxas são especialmente mais baixas, para compensar o facto de a cobrança do IRS nos primeiros sete meses do ano ter sido efetuada com base na versão dos escalões do IRS anterior à descida aprovada em julho na Assembleia da República.</p>
<p class="text-paragraph">Nestes dois meses, alguns pensionistas terão uma retenção de 0%. Quem recebe uma pensão bruta até 1.116 euros – um pensionista solteiro ou um pensionista que é casado com alguém que também aufere rendimentos – não irá entregar qualquer quantia de IRS, porque a tabela prevê uma isenção (uma taxa de 0%). Com isso, a pensão a receber na conta bancária será igual ao valor bruto.</p>
<p class="text-paragraph">Só haverá IRS a entregar pelos pensionistas que recebem mais de 1.116 euros brutos e, nos valores imediatamente acima dessa banda de rendimentos, a taxa continua a ser próxima de 0% ou inferior a 1%, como mostram simulações realizadas pela consultora PwC para a Lusa.</p>
<p class="text-paragraph">As pensões entre 1.117 euros e 1.581 euros vão reter menos de 10 euros de IRS em cada um destes dois meses.</p>
<p class="text-paragraph">Em setembro, adicionalmente ao valor da pensão do mês, os pensionistas que recebem até 1.567,5 euros brutos receberão um suplemento extraordinário que varia entre 100 e 200 euros. Embora conte para o cálculo anual do IRS, pois é considerado rendimento categoria H, o suplemento estará isento de retenção na fonte, porque o Governo decidiu consagrar uma isenção expressamente no decreto-lei que criou este pagamento extraordinário.</p>
<p class="text-paragraph">Nos meses de outubro, novembro e dezembro, as taxas de retenção mensais serão mais altas do que as de agosto e setembro, mas mais baixas do que as que se aplicaram de janeiro a julho.</p>
<p class="text-paragraph">À semelhança do que acontece hoje com os reformados da Segurança Social, os pensionistas da CGA também irão receber as pensões de agosto de acordo com as novas tabelas, segundo confirmou à Lusa oficial do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social (MTSS).</p>
<p class="text-paragraph">No ano passado, em que o IRS também baixou a meio do ano, quer a Segurança Social quer a CGA não conseguiram processar imediatamente as pensões com as novas tabelas de retenção e tiveram de fazer o acerto mais tarde. Desta vez, o Governo fez saber que o processamento seguirá já as novas regras.</p>
<p class="text-paragraph">No site da Segurança Social, o instituto publicou uma nota a dar conta disso mesmo, dizendo que “a partir de agosto, as pensões já serão pagas com as novas taxas”.</p>
<p class="text-paragraph">“Em agosto e setembro a retenção na fonte será mais baixa, para corrigir os valores retidos a mais nos primeiros sete meses do ano. A partir de outubro entram em vigor as tabelas normais que permanecerão até ao final do ano”, explica a Segurança Social.</p>
<p class="text-paragraph">O instituto lembra que, a partir de setembro, os pensionistas podem pedir que a Segurança Social aplique uma “taxa de retenção na fonte superior à que corresponde ao seu escalão”.</p>
<p class="text-paragraph">Simulações da PwC mostram que as novas tabelas vão, em regra, reduzir os reembolsos ou aumentar o valor a entregar pelos contribuintes na hora do acerto do imposto em 2026, já considerando as três versões das retenções.</p>
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		<item>
		<title>Prescrição de medicamentos e sensores para diabetes passa a ser exclusiva de quatro especialidades médicas</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/prescricao-de-medicamentos-e-sensores-para-diabetes-passa-a-ser-exclusiva-de-quatro-especialidades-medicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 07:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medida entra em vigor esta sexta-feira. Especialistas aplaudem, mas alertam para falhas no planeamento e riscos de exclusão no acesso aos tratamentos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="422" data-end="766">A partir desta sexta-feira, <strong data-start="450" data-end="596">apenas quatro especialidades médicas estarão autorizadas a prescrever sensores de glicose intersticial e medicamentos injetáveis para diabetes</strong> em Portugal. A decisão, oficializada por despacho do Ministério da Saúde, pretende travar o uso indevido destes recursos e garantir um acesso mais adequado e controlado.</p>
<p data-start="768" data-end="1066">A prescrição destes dispositivos e medicamentos — entre os quais estão <strong data-start="839" data-end="885">os populares agonistas dos recetores GLP-1</strong>, como <strong data-start="892" data-end="954">Ozempic, Semaglutido, Dulaglutido, Liraglutido e Exenatido</strong> — <strong data-start="957" data-end="1066">fica agora restrita a médicos de endocrinologia, medicina interna, pediatria e medicina geral e familiar.</strong></p>
<p data-start="1068" data-end="1462">A medida surge num contexto de crescente procura por estes fármacos, não só no tratamento da diabetes tipo 2, mas também na perda de peso e combate à obesidade — usos nem sempre clinicamente controlados. O Governo justifica a decisão com <strong data-start="1306" data-end="1361">“as dificuldades amplamente reconhecidas no acesso”</strong> e <strong data-start="1364" data-end="1398">o uso indevido de terapêuticas</strong> que deveriam ser reservadas a situações clínicas bem definidas.</p>
<p data-start="1464" data-end="1612">Apesar de considerar a medida necessária, <strong data-start="1506" data-end="1521">João Raposo</strong>, presidente da <strong data-start="1537" data-end="1577">Sociedade Portuguesa de Diabetologia</strong>, critica a falta de planeamento:</p>
<blockquote data-start="1613" data-end="1809">
<p data-start="1615" data-end="1809">“É um remendo. Deveria ter havido uma estratégia antecipada sobre como garantir o acesso às terapêuticas pelas pessoas com diabetes, e sobre o que fazer relativamente à população com obesidade.”</p>
</blockquote>
<p data-start="1811" data-end="1884">O especialista manifesta dúvidas sobre a eficácia prática da restrição:</p>
<blockquote data-start="1885" data-end="2031">
<p data-start="1887" data-end="2031">“Não sei se vai resolver os problemas de acesso. O número de prescrições fora destas especialidades pode não ser tão relevante quanto se pensa.”</p>
</blockquote>
<p data-start="2033" data-end="2272">Raposo alerta ainda para os doentes atualmente seguidos por outras especialidades, que <strong data-start="2120" data-end="2161">poderão ver o seu acesso interrompido</strong> ou adiado, e defende que deve haver mecanismos rápidos para garantir a transição sem prejuízo para os utentes.</p>
<p data-start="2274" data-end="2509">Para além disso, o endocrinologista chama a atenção para a necessidade urgente de o <strong data-start="2358" data-end="2407">Estado regulamentar o tratamento da obesidade</strong>, reconhecida como doença desde 2004, mas ainda sem resposta estruturada no Serviço Nacional de Saúde.</p>
<blockquote data-start="2511" data-end="2739">
<p data-start="2513" data-end="2739">“A ausência de regulação abriu espaço ao mercado e à prescrição anómala. Muitas pessoas com obesidade iniciam a terapêutica por iniciativa própria, param ao fim de um ou dois meses, e isso <strong data-start="2702" data-end="2737">não é clinicamente aconselhável</strong>.”</p>
</blockquote>
<p data-start="2741" data-end="3002">João Raposo defende que a saúde pública não pode ser deixada à mercê das dinâmicas comerciais, e que é preciso <strong data-start="2852" data-end="2903">reconhecer a obesidade como prioridade nacional</strong>, criando acesso universal a consultas específicas e <strong data-start="2956" data-end="3002">tratamentos sustentados e supervisionados.</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Estado vai comparticipar tratamentos termais até 110 euros anuais por utente</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/estado-vai-comparticipar-tratamentos-termais-ate-110-euros-anuais-por-utente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2025 14:48:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=429383</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Estado vai comparticipar em 35% o conjunto de tratamentos termais prescritos no SNS, com o limite de 110 euros anuais por utente, mais 15 euros, segundo uma portaria hoje publicada, que entra em vigor a 01 de outubro.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="text-paragraph">A portaria fixa em dois milhões de euros o valor anual máximo de comparticipação do Estado em tratamentos termais.</p>
<p class="text-paragraph">Cada tratamento termal deve ter uma duração mínima de 12 dias e máxima de 21 dias e depende da prescrição do médico de medicina geral e familiar do utente no Serviço Nacional de Saúde (SNS), que tem a validade de um ano.</p>
<p class="text-paragraph">A comparticipação abrange o conjunto de atos e técnicas que compõem cada tratamento termal, nos termos do plano de tratamentos definido pelo médico hidrologista em estabelecimento termal, na sequência da prescrição do médico de família.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo a portaria, assinada pelos ministros das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, e da Saúde, Ana Paula Martins, as comparticipações abrangem várias doenças, entre as quais artrite reumatoide, rinite, asma, urticárias, psoríase, diabetes, obesidade, insuficiência venosa, anemia e doenças neurológicas e psiquiátricas.</p>
<p class="text-paragraph">Além de consulta e acompanhamento médico, o diploma define os atos e técnicas termais: Hidropinia, técnicas de imersão, técnicas de duche, técnicas de vapor, técnicas especiais (aparelho respiratório, outras técnicas) e técnicas complementares.</p>
<p class="text-paragraph">Compete aos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) assegurarem, no prazo máximo de 180 dias, após a entrada em vigor da portaria, a adaptação dos sistemas de prescrição eletrónica e das plataformas de acesso utilizadas pelos estabelecimentos termais.</p>
<p class="text-paragraph">Durante o período de 180 dias, as entidades prestadoras de tratamentos termais devem proceder também à adaptação dos respetivos sistemas de informação, ao nível da conformidade técnica e referente à faturação dos tratamentos termais comparticipados, de acordo com as normas e especificações técnicas definidas pelos SPMS,</p>
<p class="text-paragraph">“A entidade prestadora deve disponibilizar ao utente e aos profissionais de saúde do SNS o relatório referente aos resultados dos cuidados termais realizados, através dos meios digitais disponibilizados” pelos SPMS, refere o diploma.</p>
<p class="text-paragraph">Cabe à Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) acompanhar a implementação do regime estabelecido na portaria, assegurando a monitorização do número de utentes, tipologia de atos e técnicas termais e despesa faturada global e por unidade local de saúde prescritora.</p>
<p class="text-paragraph">O Governo salienta que “a relevância do termalismo no contexto do SNS tem vindo a ser reiteradamente reconhecida, designadamente pela sua contribuição para a prevenção e controlo de patologias crónicas, melhoria da qualidade de vida dos utentes, potencial redução da despesa associada à prescrição de meios complementares de diagnóstico e terapêutica e ao consumo de medicamentos, bem como pela diminuição do absentismo laboral”.</p>
<p class="text-paragraph">O modelo de comparticipação pública dos tratamentos termais prescritos nos cuidados de saúde primários foi implementado em regime de projeto-piloto em 2018, através de uma portaria que definiu um limite máximo de comparticipação de 95 euros por utente, valor que ainda se mantém em vigor.</p>
<p class="text-paragraph">Na portaria de hoje, o Governo afirma que a monitorização e avaliação do modelo permitiram identificar aspetos a melhorar, nomeadamente no que respeita à validade das prescrições para tratamentos termais efetuadas nos cuidados de saúde primários do SNS.</p>
<p class="text-paragraph">“Constatou-se que o prazo de um mês de validade se revela insuficiente para muitos utentes, tendo em conta a natureza específica destes tratamentos. De igual modo, foi reconhecida a necessidade de atualizar o valor da comparticipação, tendo em consideração a inflação, uma vez que se mantinha inalterado desde 2018”, salienta.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Estudo: pandemia com impacto severo e prolongado na saúde mental dos médicos</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/estudo-pandemia-com-impacto-severo-e-prolongado-na-saude-mental-dos-medicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2025 17:17:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=429350</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um em cada três médicos que participaram num estudo sobre o impacto da pandemia na saúde mental destes profissionais apresentam trauma psicológico intenso, 10% admite ideação suicida e quase metade tem elevados níveis de ansiedade.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="text-paragraph">O estudo, desenvolvido pela Federação Nacional dos Médicos (FNAM), em colaboração com a Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, mostra um “impacto severo e prolongado” da pandemia de covid-19 na saúde mental dos médicos em Portugal.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo os dados recolhidos dos 130 profissionais que participaram nesta análise, 28% apresenta ‘burnout’ elevado, 39% depressão elevada e 34% apresenta trauma psicológico intenso.</p>
<p class="text-paragraph">O estudo mostra ainda um sofrimento psicológico persistente, com queixas contínuas de exaustão emocional acumulada desde a pandemia.</p>
<p class="text-paragraph">Apesar de reconhecer limitações no estudo elaborado, tendo em conta o reduzido número de profissionais que participaram e a sua distribuição geográfica, a FNAM considera, em comunicado, que o trabalho “é um alerta incontornável”.</p>
<p class="text-paragraph">“Os médicos sofrem com o desgaste físico, emocional e mental da sua profissão”, refere a FNAM, alertando que “é urgente cuidar de quem salva vidas”.</p>
<p class="text-paragraph">O objetivo principal foi avaliar os níveis de ‘burnout’, stress pós-traumático, ansiedade, depressão e ideação suicida nesta classe profissional, altamente exposta ao desgaste extremo durante a crise pandémica.</p>
<p class="text-paragraph">Os dados mostram que 44% dos médicos avaliam atualmente a sua saúde psicológica como má e 45% relatam um agravamento face ao período mais intenso da pandemia.</p>
<p class="text-paragraph">O trabalho de investigação demonstra que ansiedade e depressão “são fortes preditores de ‘burnout’”, enquanto o stress pós-traumático e a ideação suicida se influenciam mutuamente.</p>
<p class="text-paragraph">Não se encontraram diferenças significativas associadas ao contacto com doentes com covid-19, mas observam-se valores mais elevados de sofrimento em médicas, profissionais com jornadas prolongadas e que já pediram ajuda, refere a nota divulgada pela FNAM.</p>
<p class="text-paragraph">Mais de três em cada quatro relataram que sua a jornada semanal excedia o tempo previsto de trabalho, principalmente devido a “burocracias, elevada carga assistencial e falta de médicos”.</p>
<p class="text-paragraph">A FNAM refere que os relatos recolhidos “reforçam o impacto de momentos traumáticos vividos durante os primeiros meses da pandemia” e evidenciam “um sofrimento psicológico persistente” dos médicos, com queixas contínuas de exaustão emocional acumulada.</p>
<p class="text-paragraph">Face a estes resultados, a FNAM sublinha que o Serviço Nacional de Saúde “deve proteger devidamente quem esteve, e continua a estar, na linha da frente”.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Famílias podem candidatar-se a apoio para substituir fogões e esquentadores a gás</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/familias-podem-candidatar-se-a-apoio-para-substituir-fogoes-e-esquentadores-a-gas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2025 17:15:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=429347</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quem queira beneficiar de apoio para trocar fogões, fornos e esquentadores a gás por equipamentos elétricos com eficiência energética A vai poder candidatar-se a partir de 30 de setembro, anunciou hoje a ministra do Ambiente e da Energia.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="text-paragraph">Segundo Maria da Graça Carvalho, o valor máximo do apoio não poderá ultrapassar os 1.680 euros no caso de pessoas e famílias que tenham direito à tarifa social de energia e os 1.100 no caso de quem tenha um contrato de fornecimento de eletricidade sem restrições.</p>
<p class="text-paragraph">Os pagamentos no âmbito do programa E-LAR serão feitos diretamente pela Agência para o Clima aos fornecedores, que terão de garantir que os eletrodomésticos substituídos são entregues para reciclagem.</p>
<p class="text-paragraph">As candidaturas para os fornecedores vão abrir até 18 de agosto, precisou, em conferência de imprensa, em Lisboa, a ministra.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TAC a estátua de Nossa Senhora de Fátima revela cápsula misteriosa no interior</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/tac-a-estatua-de-nossa-senhora-de-fatima-revela-capsula-misteriosa-no-interior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 09:03:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência & Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Entretenimento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=429176</guid>

					<description><![CDATA[<p>A estátua de madeira foi esculpida na década de 1940 pelo escultor português José Ferreira Thedim, que também criou a imagem original venerada no Santuário de Fátima, em Portugal, em 1920.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma TAC realizada em Málaga a uma estátua de Nossa Senhora de Fátima, antes de ser restaurada, detetou uma pequena cápsula que pode conter uma mensagem ou documento relacionado com o seu criador, o escultor português José Ferreira Thedim.</p>
<p class="text-paragraph">A estátua de madeira foi esculpida na década de 1940 pelo escultor português José Ferreira Thedim, que também criou a imagem original venerada no Santuário de Fátima, em Portugal, em 1920.</p>
<p class="text-paragraph">Esta réplica de Málaga, considerada de grande valor patrimonial e artístico, para além de espiritual, possui um selo oficial de autenticidade que atesta a sua proveniência e relevância, noticiou na quarta-feira a agência Efe.</p>
<p class="text-paragraph">Na década de 1940, foram produzidas apenas doze réplicas oficiais desta imagem da Virgem, destinadas a viajar pelo mundo em missão evangelizadora.</p>
<p class="text-paragraph">Após o cumprimento da missão, todos regressaram ao santuário de Fátima, exceto a imagem que chegou a Málaga.</p>
<p class="text-paragraph">Por desejo expresso do então bispo, Ángel Herrera Oria, permaneceu na cidade do sul de Espanha e, desde então, é popularmente conhecida como &#8220;La Peregrina&#8221; (“A Peregrina”, em português).</p>
<p class="text-paragraph">A tomografia computorizada (TAC), segundo a agência EFE, foi realizada como etapa preliminar do processo de restauro, para determinar o seu estado de conservação e garantir uma intervenção respeitosa na estrutura original.</p>
<p class="text-paragraph">Este trabalho está a ser realizado para assinalar o 75.º aniversário da chegada da imagem a Málaga.</p>
<p class="text-paragraph">Durante o exame, os especialistas detetaram uma pequena cápsula dentro da estátua, que pode conter uma mensagem ou documento relacionado com a sua autoria.</p>
<p class="text-paragraph">O objetivo do exame passa por detetar deterioração, doenças materiais e possíveis ataques de insetos e parasitas.</p>
<p class="text-paragraph">O exame foi realizado por profissionais da Unidade de Diagnóstico por Imagem do Hospital HM Málaga, que utilizaram a tecnologia de alta resolução que permite o estudo da estrutura interna sem necessidade de intervenção física.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Parentalidade em pausa: jovens pedem liberdade para escolher quando (e se) ter filhos</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/parentalidade-em-pausa-jovens-pedem-liberdade-para-escolher-quando-e-se-ter-filhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 09:01:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=429164</guid>

					<description><![CDATA[<p>Segundo um inquérito que envolveu mais de 30.000 jovens em 12 países europeus, o desejo da parentalidade permanece vivo na juventude europeia, mas já não é unânime.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de um terço dos jovens europeus não querem ter filhos, apontando a insegurança económica e as prioridades pessoais como causas, e 70% defendem que o acesso à preservação da fertilidade daria maior liberdade de escolha.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo um inquérito que envolveu mais de 30.000 jovens em 12 países europeus, o desejo da parentalidade permanece vivo na juventude europeia, mas já não é unânime.</p>
<p class="text-paragraph">Mais de dois em cada três (67%) consideram-se bem informados sobre fertilidade, um valor inferior face ao nível de literacia que dizem ter sobre métodos contracetivos (80%), uma diferença que espelha uma lacuna na educação reprodutiva, especialmente quando menos de metade (49%) disse ter discutido estes temas com um profissional de saúde.</p>
<p class="text-paragraph">Os dados recolhidos indicam que 33% afirmam ter pouca ou nenhuma informação sobre os fatores que influenciam a capacidade de engravidar.</p>
<p class="text-paragraph">Sete em cada dez consideram que o acesso a técnicas de preservação da fertilidade — como a criopreservação de óvulos ou espermatozoides — numa idade mais jovem lhes permitiria decidir com mais autonomia se e quando querem ter filhos e 77% defendem que estas opções devem ser mais debatidas publicamente, para combater o estigma.</p>
<p class="text-paragraph">Ao longo dos últimos quatro anos, o Barómetro Future, elaborado pela Merck, procurou compreender as expectativas e preocupações das novas gerações sobre o futuro da Europa, incluindo temas como saúde, inovação, sustentabilidade e parentalidade.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cancro colorretal: Biópsia líquida mostra resultados promissores</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/cancro-colorretal-biopsia-liquida-mostra-resultados-promissores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jul 2025 13:30:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Cancro Colorretal]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=428763</guid>

					<description><![CDATA[<p>Investigadores desenvolveram nos Estados Unidos um novo teste de biópsia líquida capaz de detetar o cancro colorretal numa fase inicial com 95% de precisão. "Uma melhoria considerável em relação aos métodos atualmente disponíveis", revelam.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="news_capital_letter">O </span>trabalho da equipa de cientistas da Universidade de Chicago foi publicado hoje na revista científica <em>Nature Biotechnology</em>, segundo a agência noticiosa espanhola EFE.</p>
<p>As biópsias líquidas já permitem detetar sinais de cancro através de uma análise ao sangue, mas ainda não são tão sensíveis ou precisas nas fases iniciais da doença como as biópsias tradicionais, que exigem uma amostra de tecido.</p>
<p>Enquanto estas procuram mutações ou alterações em fragmentos de ADN (ácido desoxirribonucleico) de células cancerígenas, o novo teste recorre a modificações de RNA (ácido ribonucleico) para detetar o cancro colorretal nas suas fases iniciais.</p>
<p>Quando as células tumorais morrem libertam partículas de material genético para a corrente sanguínea e &#8220;as biópsias líquidas padrão dependem deste (&#8230;) ADN circulante livre de células (cfDNA), para detetar o cancro&#8221;.</p>
<p>Mas nas fases iniciais da doença, quando as células tumorais ainda estão a crescer e a proliferar, não há muito cfDNA no sangue, o que &#8220;representa um grande desafio para o diagnóstico precoce&#8221;, explica Chuan He, autor sénior do estudo e professor de Bioquímica e Biologia Molecular na Universidade de Chicago, citado pela EFE.</p>
<p>No trabalho, os cientistas analisaram a possibilidade de utilizar RNA circulante livre (cfRNA) para detetar o cancro e, utilizando amostras de doentes com cancro colorretal, não só conseguiram medir alterações neste, como encontrar RNA de microrganismos intestinais, que alteram a sua atividade em caso de tumor.</p>
<blockquote><p>&#8220;Verificámos que o RNA libertado pelos micróbios apresenta diferenças substanciais entre doentes oncológicos e pessoas saudáveis&#8221;, diz o investigador.</p></blockquote>
<p>O facto de a população da microbiota se renovar muito mais rapidamente do que as células humanas, com mais células a morrer com maior frequência e a libertar fragmentos de ARN para a corrente sanguínea, significa que um teste que mede as modificações no ARN microbiano pode detetar uma potencial atividade cancerígena muito mais cedo do que os testes que se baseiam no ADN libertado pelas células tumorais humanas.</p>
<p><span class="news_bold">O novo teste baseado na modificação de RNA teve uma precisão geral de quase 95% e também foi preciso nas fases iniciais do cancro.</span></p>
<blockquote><p>&#8220;Esta é a primeira vez que as modificações de RNA foram utilizadas como potencial biomarcador de cancro&#8221;, indicou He, assinalando que &#8220;ser capaz de detetar o cancro em fases tão precoces é algo sem precedentes&#8221;.</p></blockquote>
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		<title>Combater a desinformação em saúde? Investigadora propõe estratégia que “engana” o cérebro</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/combater-a-desinformacao-em-saude-investigadora-propoe-estrategia-que-engana-o-cerebro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 14:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Desinformação]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Catarina Santos, do ISCTE, estuda formas eficazes de corrigir crenças falsas em temas como vacinas, gravidez ou estética.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="430" data-end="792">A desinformação na área da saúde continua a ser um desafio difícil de contrariar, mesmo quando a verdade é apresentada, nem sempre é suficiente para apagar uma ideia errada. Catarina Santos, investigadora do ISCTE, defende que o segredo pode estar na forma como se comunica a correção: através de frases muito semelhantes às falsas, mas com conteúdo verdadeiro.</p>
<p data-start="794" data-end="1149">“É muito difícil corrigir a desinformação. Uma vez que a informação incorreta é assimilada, tende a ser integrada na memória e encarada como verdadeira”, afirmou Catarina Santos em entrevista à agência Lusa. “A partir desse momento, qualquer tentativa de correção encontra uma barreira, o que reduz significativamente a eficácia das mensagens corretivas.”</p>
<p data-start="1151" data-end="1584">A estratégia que a investigadora propõe baseia-se num modelo de semelhança de conteúdo. Um exemplo? Para contrariar a ideia falsa de que “pintar o cabelo durante a gravidez faz mal ao bebé”, a frase correta seria “pintar o cabelo durante a gravidez <strong data-start="1400" data-end="1407">não</strong> faz mal ao bebé”. “São frases muito semelhantes que podem levar o sujeito a pensar que está a reforçar o conhecimento que já tem, quando na verdade está a corrigi-lo”, explica.</p>
<p data-start="1586" data-end="1637"><strong data-start="1586" data-end="1637">As redes sociais como megafone de desinformação</strong></p>
<p data-start="1639" data-end="1974">Segundo Catarina Santos, o problema agravou-se com as redes sociais. “Antes, quando alguém dizia na televisão que as vacinas não tinham importância, tratava-se de uma intervenção pontual, com alcance e duração relativamente controlados. Agora basta ter uma conta nas redes sociais para amplificar tudo para um universo quase infinito.”</p>
<p data-start="1976" data-end="2233">Embora reconheça o esforço de entidades como a DGS ou a ACSS, a investigadora alerta que “os algoritmos são um problema” e que um dos objetivos da desinformação em saúde é “descredibilizar as instituições, a democracia e a influência ao nível da cidadania”.</p>
<p data-start="2291" data-end="2502">Outro tema abordado por Catarina Santos é o da desinformação na estética e no emagrecimento, áreas que considera “altamente lucrativas e particularmente vulneráveis à proliferação de práticas pseudocientíficas”.</p>
<p data-start="2504" data-end="2787">A investigadora critica ainda a emissão de cédulas profissionais para terapias complementares sem base científica. “O facto de as pessoas terem uma cédula profissional para trabalhar legitima o trabalho que fazem, mesmo quando esse trabalho não é baseado em conhecimento científico.”</p>
<p data-start="2789" data-end="2995">Catarina Santos alerta para a necessidade de maior regulação e de um combate mais eficaz à desinformação em saúde, assente em evidência científica, comunicação inteligente e políticas públicas consistentes.</p>
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		<title>Vai ser possível prever o risco de mortalidade em doentes com AVC</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/vai-ser-possivel-prever-o-risco-de-mortalidade-em-doentes-com-avc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 11:12:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[mortalidade]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Investigadores desenvolveram em Portugal um modelo de aprendizagem automática que, apesar das suas limitações, conseguiu prever com uma precisão de 98,5% o risco de mortalidade para doentes que sofreram um Acidente Vascular Cerebral (AVC).</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="news_capital_letter">O </span>trabalho, publicado em março na revista científica <em>Neuroscience Informatics,</em> mas só agora divulgado à imprensa, foi realizado por uma equipa de investigadores da Universidade Nova de Lisboa (UNL) e da Universidade do Algarve (UAlg).</p>
<p>O modelo de aprendizagem automática (uma das aplicações da inteligência artificial) foi desenvolvido com dados clínicos de 332 doentes com AVC internados no Hospital de Faro entre 2016 e 2018, tendo identificado 24 fatores de risco para a mortalidade pós-AVC.</p>
<p>Dos 332 doentes incluídos na análise, 58 morreram poucos dias após o AVC, enquanto os restantes tiveram alta hospitalar ou foram transferidos para outras unidades.</p>
<p>Um dos autores do trabalho, Nuno António, docente e investigador da Nova IMS, escola de gestão de informação e de ciência de dados da UNL, defendeu, em declarações à Lusa, que o modelo criado é robusto, uma vez que &#8220;conseguiu prever corretamente o desfecho de morte em 98,5% dos casos&#8221; a partir de 80 variáveis clínicas, laboratoriais e sociodemográficas.</p>
<p>&#8220;Os restantes 1,5% que não conseguiu podem dever-se a situações de variabilidade biológica imprevisível, informação apenas disponível em variáveis que não estão incluídas no modelo ou mesmo por limitações deste tipo de modelos&#8221;, afirmou Nuno António, reconhecendo que, apesar de corresponder à totalidade de casos de AVC admitidos no Hospital de Faro no período em análise, a amostra tem uma &#8220;dimensão limitada&#8221; e é de uma &#8220;única região&#8221;.</p>
<p>&#8220;Mais casos podem ser úteis para validar os resultados&#8221;, disse o investigador, assinalando que &#8220;futuros estudos multirregionais e com dados mais recentes são necessários para reforçar a generalização dos resultados&#8221;.</p>
<p>Nuno António assumiu que &#8220;é possível que existam diferenças regionais, por exemplo no perfil de comorbilidades, hábitos de vida ou acesso a cuidados de saúde&#8221;, pelo que &#8220;a extensão a outras regiões ou ao país inteiro exigirá validação externa e adaptação do modelo a novos dados&#8221;.</p>
<p>Ainda assim, ressalvou que os principais fatores de risco de mortalidade pós-AVC identificados pelo modelo de inteligência artificial, como a gravidade do AVC na admissão hospitalar, nível de glicemia, idade, estado de consciência, hemoglobina e frequência respiratória, &#8220;são reconhecidos na literatura como fatores clássicos e intemporais&#8221;.</p>
<p>Apesar de o modelo ter limitações, conseguiu, segundo Nuno António, &#8220;identificar precocemente os doentes com maior risco de morte, orientando a prioridade na triagem e alocação de recursos&#8221; e sugerindo &#8220;quais os parâmetros clínicos que merecem maior atenção&#8221;.</p>
<p>&#8220;Por exemplo, um doente com AVC grave e glicemia muito elevada poderá ser monitorizado de forma mais intensiva&#8221;, ilustrou, reforçando que o modelo de aprendizagem automática criado &#8220;só por si não evita as mortes&#8221;, mas &#8220;permite identificar com maior rapidez e precisão os doentes em risco&#8221;, possibilitando &#8220;intervenções mais rápidas, melhor direcionamento dos cuidados e monitorização intensiva precoce&#8221;.</p>
<p>Questionado sobre o risco de as decisões dos médicos se basearem ou ficarem demasiado dependentes de previsões feitas por uma máquina, Nuno António clarificou que &#8220;o objetivo do modelo não é substituir a decisão médica, mas suportar o processo clínico, disponibilizando informações adicionais para triagem e planeamento terapêutico&#8221;.</p>
<p>&#8220;O modelo consegue analisar em segundos dezenas de variáveis e identificar padrões complexos que podem não ser óbvios à análise humana, gera previsões consistentes e quantitativas, reduzindo o risco de erro por fadiga ou subjetividade&#8221;, elencou, destacando, ainda, o facto de o modelo de aprendizagem automática desenvolvido &#8220;permitir a interpretação dos resultados da previsão&#8221;.</p>
<p>&#8220;Isto significa que o médico pode compreender a razão subjacente a cada previsão do modelo, evitando dependência cega do modelo&#8221;, reforçou o docente, exemplificando que o modelo criado apresenta, para cada doente, &#8220;quais as variáveis que mais pesaram no resultado&#8221;, como a gravidade do AVC e o nível de glicemia, gráficos que &#8220;mostram o impacto de cada variável na previsão final&#8221; e regras que indicam &#8220;combinações de condições que levaram ao desfecho previsto&#8221;.</p>
<p>Para desenvolver este modelo de aprendizagem automática, a equipa da UNL e da UAlg teve em conta variáveis clínicas como a gravidade do AVC à entrada na unidade hospitalar, o tipo de AVC, a existência de infeções respiratórias ou urinárias durante a hospitalização e a necessidade de trombólise (tratamento para dissolver coágulos sanguíneos) ou trombectomia (remoção de coágulos sanguíneos).</p>
<p>Nas variáveis laboratoriais foram incluídos, nomeadamente, os níveis de hemoglobina, glicemia, sódio, potássio, troponina I (proteína do músculo cardíaco) e alanina transaminase (enzima do fígado), enquanto as variáveis sociodemográficas englobaram itens como idade, sexo e apoios sociais como rendimento social de inserção.</p>
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		<item>
		<title>Portugueses aguentam até 2,5 segundos de silêncio em conversas, revela estudo</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/portugueses-aguentam-ate-25-segundos-de-silencio-em-conversas-revela-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 11:25:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A académica Erin Meyer revelou os dados de uma recente investigação que concluiu que na China as pessoas "podem ir a oito ou até 10 segundos [de silêncio em conversas] sem pressentir que está a ocorrer algo de anormal".</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="news_capital_letter">A </span>académica Erin Meyer, autora do livro &#8216;The Culture Map&#8217; (O Mapa Cultural), disse hoje que, em média, os portugueses aguentam 2,5 segundos de silêncio até ficarem desconfortáveis, ao passo que outras culturas podem chegar aos 10.</p>
<p>&#8220;Se compararmos Portugal com a China, em Portugal podemos aguentar ficar confortáveis com os silêncios até dois segundos e meio num diálogo, e a mesma investigação mostrou que na China as pessoas podem ir a oito ou até 10 segundos sem pressentir que está a ocorrer algo de anormal&#8221;, disse hoje Erin Meyer na QSP Summit, na Exponor, em Matosinhos (distrito do Porto).</p>
<p>Falando na sessão de abertura do evento na Exponor, a autora de &#8216;The Culture Map: Breaking Through the Invisible Boundaries of Global Business&#8217;, de 2014, (O Mapa Cultural: Rompendo as Barreiras Invisíveis dos Negócios Mundiais, numa tradução livre) apresentou vários exemplos de como as diferenças culturais podem afetar as relações no mundo empresarial.</p>
<p>A professora na INSEAD em Paris ilustrou que nalgumas culturas, se &#8220;permanecer calada durante alguns segundos, é provável que interprete esse silêncio como algo negativo, indicando zanga ou aborrecimento&#8221;, mas noutras &#8220;esse mesmo silêncio pode ser interpretado como algo bastante positivo&#8221;, em que alguém pode ser &#8220;bom ouvinte&#8221; ou estar &#8220;a pensar com cuidado&#8221;.</p>
<p>De acordo com um gráfico mostrado fruto de uma sua investigação recente, o Japão, Tailândia, Coreia do Sul, China, Finlândia ou Indonésia estão na ponta das culturas mais confortáveis com o silêncio e, na ponta oposta, estão países como Itália, Estados Unidos, França, Espanha, Reino Unido, México, Portugal e Brasil.</p>
<p>Na sua apresentação de hoje, Erin Meyer abordou ainda temas distintos da cultura empresarial em vários países, focando-se sobretudo em como esta varia em assuntos como dar ou receber &#8216;feedback&#8217; negativo ou na forma como são vividas as reuniões de trabalho e interpretadas as suas conclusões.</p>
<p>Segundo dados apresentados pela autora, os países com uma cultura empresarial que tende a dar &#8216;feedback&#8217; negativo de forma mais direta são os Países Baixos, a Rússia, a Alemanha, a Dinamarca, a Polónia ou França.</p>
<p>Já na ponta oposta, em que o &#8216;feedback&#8217; negativo é dado de forma mais indireta, estão países como o Japão, Tailândia, Coreia do Sul, Colômbia, México ou Arábia Saudita.</p>
<p>Quanto às reuniões de trabalho, é necessário dar mais contexto sobre as conclusões e operacionalização de tarefas em países como a China, Japão, Coreia do Sul, Tailândia ou Etiópia, e menos contexto em culturas como a dos Estados Unidos, Austrália, Países Baixos, Alemanha, Canadá ou Nova Zelândia.</p>
<p>&#8220;Numa cultura de menos contexto, enquanto estamos a comunicar, assumimos que temos um nível reduzido de pontos de referência, de conhecimentos e informação&#8221;, o que priviligia a comunicação &#8220;explícita, simples e clara&#8221;.</p>
<p>Pelo contrário, numa cultura de elevado contexto, &#8220;assumimos que temos um conjunto alargado de referências partilhadas&#8221;, em que a boa comunicação é entendida como sendo baseada em &#8220;nuances ou sendo implícita&#8221;, realizando-se também através de camadas de entendimento.</p>
<p>De acordo com a autora, quando as diferentes culturas se encontram, há diferentes perceções sobre o que é interpretado e esperado das reuniões, sendo assumido automaticamente por uns de acordo com o decorrer dos acontecimentos e de se &#8216;ler a sala&#8217;, mas tal não acontecendo noutras culturas, em que por vezes é necessário escrever as conclusões por escrito.</p>
<p>A QSP Summit arrancou oficialmente na terça-feira no Porto e prossegue até quinta-feira na Exponor, em Matosinhos, tendo este ano como lema &#8216;The New Strategic Drivers&#8217; (Os Novos Motores Estratégicos), propondo &#8220;reflexão sobre os motores estratégicos que estão a transformar as organizações &#8211; da cultura à tecnologia, passando pela estratégia, pessoas, comunicação, educação, performance e até ética&#8221;.</p>
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		<item>
		<title>Há 100 milhões de anos, era este o animal que dominava os oceanos em todo o mundo</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/ha-100-milhoes-de-anos-era-este-o-animal-que-dominava-os-oceanos-em-todo-o-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2025 10:02:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência & Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Planeta]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=428346</guid>

					<description><![CDATA[<p>As lulas constituem o grupo de cefalópodes marinhos mais diversificado e globalmente distribuído nos oceanos modernos, onde desempenham um papel vital nos ecossistemas oceânicos, tanto como predadores como presas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cientistas descobriram mil bicos fossilizados de cefalópodes escondidos em rochas do Cretácico Superior, descoberta que demonstra que, há 100 milhões de anos, as lulas dominavam os oceanos antigos e eram muito mais numerosas e diversificadas do que as amonites.</p>
<p>A descoberta, que muda completamente a visão dos ecossistemas marinhos antigos, foi possível graças a uma nova técnica desenvolvida por investigadores da <a href="http://www.global.hokudai.ac.jp/news/22419" target="_blank" rel="noopener">Universidade de Hokkaido</a> (Japão), chamada &#8220;mineração digital de fósseis&#8221;.</p>
<p>Quando aplicada a rochas, permite que os fósseis incrustados sejam vistos em três dimensões, noticiou na quinta-feira a agência Efe.</p>
<p>A técnica permitiu-lhes identificar 1.000 bicos fossilizados de cefalópodes escondidos em rochas do Cretácico Superior.</p>
<p>Entre eles, encontraram 263 exemplares de lula de cerca de 40 espécies diferentes nunca antes vistas e os detalhes do estudo foram publicados na Science.</p>
<p>As lulas constituem o grupo de cefalópodes marinhos mais diversificado e globalmente distribuído nos oceanos modernos, onde desempenham um papel vital nos ecossistemas oceânicos, tanto como predadores como presas.</p>
<p>Acredita-se que o seu sucesso evolutivo esteja relacionado com a perda de uma concha externa rígida, característica fundamental dos seus antepassados cefalópodes.</p>
<p>No entanto, a ausência de conchas rígidas complicou o estudo da sua origem e evolução iniciais.</p>
<p>Os seus bicos, peças bucais rígidas com elevado potencial de fossilização, são os únicos elementos que nos permitem estudar os cefalópodes, que são animais modelo para o estudo da evolução a longo prazo.</p>
<p>O registo fóssil da lula começa há apenas cerca de 45 milhões de anos, e a maioria dos espécimes consiste apenas em estatólitos fossilizados, pequenas estruturas de carbonato de cálcio.</p>
<p>A descoberta dos bicos revelou que as lulas surgiram há 100 milhões de anos e rapidamente se tornaram os predadores dominantes.</p>
<p>Uma das descobertas mais surpreendentes do estudo foi a abundância de lulas nos oceanos antigos.</p>
<p>A equipa descobriu que os fósseis de lula superavam em número os peixes e as amonites, parentes extintos das lulas com concha e considerados os nadadores mais bem-sucedidos da Era Mesozóica.</p>
<p>&#8220;Tanto em número como em tamanho, estas lulas antigas dominavam claramente os mares&#8221;, frisou Shin Ikegami, do Departamento de Ciências da Terra e Planetárias da Universidade de Hokkaido, o primeiro autor do estudo.</p>
<p>&#8220;O seu tamanho corporal era tão grande como o dos peixes e até maior do que o das amonites que encontrámos junto a elas, mostrando que as lulas prosperaram como os nadadores mais abundantes no oceano antigo&#8221;, observou o cientista japonês.</p>
<p>A investigação revelou ainda que os dois principais grupos de lulas modernas, os Myopsida, que vivem perto da costa, e os Oegopsida, que vivem em mar aberto, já existiam há cerca de 100 milhões de anos.</p>
<p>Até agora, os cientistas acreditavam que a lula surgiu após a extinção em massa que pôs fim à era dos dinossauros, há cerca de 65 milhões de anos, mas o novo estudo mostra que a lula teve origem e diversificou-se muito antes disso.</p>
<p>&#8220;Estas descobertas mudam tudo o que pensávamos saber sobre os ecossistemas marinhos do passado&#8221;, destacou Yasuhiro Iba, do Departamento de Ciências da Terra e Planetárias da <a href="https://www.global.hokudai.ac.jp/news/22419" target="_blank" rel="noopener">Universidade de Hokkaido</a>, que liderou o estudo.</p>
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		<title>Fungo da &#8220;maldição de Tutankhamon&#8221;, afinal, pode vir a ser um promissor medicamento anticancerígeno</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/fungo-da-maldicao-de-tutankhamon-afinal-pode-vir-a-ser-um-promissor-medicamento-anticancerigeno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2025 08:47:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência & Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>"Os fungos deram-nos a penicilina" e aparentemente podem dar-nos muito mais, lembram os responsáveis.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma equipa de investigadores converteu moléculas do fungo tóxico &#8216;Aspergillus Flavus&#8217;, que infeta grãos como o milho e a soja e tem sido associado a mortes em escavações de túmulos antigos, num promissor composto anticancerígeno.</p>
<p>Liderada por cientistas da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, a equipa modificou algumas das moléculas do fungo e testou-as com células leucémicas.</p>
<p>O resultado, divulgado esta segunda-feira na revista científica Nature Chemical Biology, foi um composto contra o cancro que abre caminho à descoberta de mais medicamentos com origem em fungos.</p>
<p>&#8220;Os fungos deram-nos a penicilina. Agora, estes novos resultados mostram-nos que muitos outros medicamentos derivados de produtos naturais ainda estão por descobrir&#8221;, sublinha Sherry Gao, professora de bioengenharia na Universidade da Pensilvânia e autora sénior do estudo, citada pela agência noticiosa espanhola EFE.</p>
<p>O &#8216;Aspergillus flavus&#8217; é há muito conhecido como microrganismo patogénico, sendo associado à designada &#8220;maldição de Tutankhamon&#8221;, o faraó cujo túmulo foi aberto na década de 1920 por uma equipa de arqueólogos, tendo vários dos que participaram na escavação tido mortes prematuras.</p>
<p>Décadas mais tarde, os médicos teorizaram que os esporos de fungos, adormecidos durante milénios, podem ter desempenhado um papel nas mortes, que voltaram a acontecer, na década de 1970, depois de uma dúzia de cientistas ter entrado no túmulo de Casimiro IV da Polónia.</p>
<p>Em poucas semanas 10 deles morreram e investigações posteriores revelaram que o túmulo continha &#8216;A. flavus&#8217;, cujas toxinas podem causar infeções pulmonares.</p>
<p>A terapia em causa utiliza RiPPs &#8211; ribosomally synthesized and post-translationally modified peptides (peptídeos sintetizados por ribossomas e modificados pós-translação). O composto é produzido pelo ribossoma, uma pequena estrutura celular que produz proteínas, e é posteriormente modificado, neste caso, para melhorar as suas propriedades anticancerígenas.</p>
<p>&#8220;Purificar estas substâncias químicas é difícil&#8221;, explica Qiuyue Nie, investigadora de pós-doutoramento na Universidade Estadual da Pensilvânia e primeira autora do artigo, segundo a EFE.</p>
<p>Para encontrar RiPPs fúngicas (apenas algumas foram encontradas até agora), os investigadores analisaram primeiro uma dúzia de estirpes de &#8216;Aspergillus&#8217;, que pesquisas anteriores sugeriam poder conter mais destas substâncias químicas, tendo identificaram o &#8216;A. flavus&#8217; como um candidato promissor para estudos mais aprofundados.</p>
<p>A nova abordagem utilizada, combinando informação metabólica e genética, não só identificou a fonte das RiPPs fúngicas no &#8216;A. flavus&#8217;, como também pode ser utilizada para encontrar mais RiPPs fúngicas no futuro.</p>
<p>Após purificarem quatro RiPPs diferentes, os investigadores descobriram que as moléculas partilhavam uma estrutura única de anéis interligados, a que chamaram &#8220;asperigimicinas&#8221;, tendo duas das quatro variantes demonstrado potencial medicinal quando misturadas com células leucémicas.</p>
<p>Através de experiências adicionais, os investigadores descobriram que as &#8220;asperigimicinas&#8221; provavelmente interrompem o processo de divisão celular.</p>
<p>&#8220;As células cancerígenas dividem-se de forma descontrolada. Estes compostos bloqueiam a formação de microtúbulos, essenciais para a divisão celular&#8221;, explica Gao.</p>
<p>Os compostos tiveram pouco ou nenhum efeito em células de cancro da mama, fígado ou pulmão, sugerindo que os efeitos disruptivos das &#8220;asperigimicinas&#8221; são específicos para certos tipos de células.</p>
<p>O passo seguinte é testar as &#8220;asperigimicinas&#8221; em modelos animais, esperando que um dia se possam realizar testes clínicos em humanos.</p>
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			</item>
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		<title>Se chamar um UBER e ele demorar (ou não aceitar o pedido) isso chama-se paralisação (não é greve, mas quase)</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/se-chamar-um-uber-e-ele-demorar-ou-nao-aceitar-o-pedido-isso-chama-se-paralisacao-nao-e-greve-mas-quase/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2025 09:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os motoristas de transportes em veículos descaracterizados (TVDE) de norte a sul do país, estão a ser mobilizados para uma paralisação nacional contra a tarifa imposta pela Uber.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="text-paragraph">Durante dois períodos do dia, entre as 07:00 e as 10:00 e entre as 17:00 e as 20:00, os motoristas ameacem “desligar a aplicação da Uber e permanecer apenas a operar na Bolt, em protesto contra as práticas abusivas da plataforma, que está a cobrar comissões acima do permitido pela Lei n.º 45/2018, sufocando financeiramente milhares de motoristas em Portugal”.</p>
<p class="text-paragraph">“Esta paralisação é para que se faça cumprir a lei em Portugal. Neste momento estamos a trabalhar com tarifas muito baixas em que a Uber fica com mais de metade do valor do nosso trabalho”, afirma, Tiago Sousa, líder do movimento que promove a paralisação.</p>
<p class="text-paragraph">A Associação Portuguesa de Transportadores em Automóveis Descaracterizados (APTAD) considerou já que “esta paralisação surge como forma de protesto pelos rendimentos extremamente baixos que a plataforma Uber continua a impor aos motoristas”.</p>
<p class="text-paragraph">“No início de 2025, a APTAD enviou às plataformas eletrónicas e à Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) os valores de custo real por quilómetro e por minuto dos operadores TVDE, defendendo que fossem implementados como referência mínima de sustentabilidade. As plataformas ignoraram por completo estes valores, continuando a operar com preços muito abaixo dos custos reais de operação”, acrescentou a APTAD em comunicado.</p>
<p class="text-paragraph">A associação acrescenta ainda que “apoia e sempre apoiará todas as iniciativas que tragam visibilidade e pressão pública para o verdadeiro problema estrutural do setor: as tarifas miseráveis praticadas pelas plataformas TVDE, que esvaziam qualquer perspetiva de rentabilidade justa para motoristas e empresas operadoras”.</p>
<p class="text-paragraph">JLG // ZO</p>
<p class="text-paragraph">Lusa/Fim</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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