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	<title>Forever Young com DECO &#8211; Forever Young</title>
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	<description>Para se sentir sempre jovem. Viva com mais sentido, 55+ com atitude.</description>
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	<title>Forever Young com DECO &#8211; Forever Young</title>
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		<title>Trabalhar depois da idade da reforma: Conheça as regras e saiba os seus direitos e deveres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2025 09:05:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todos os anos é alterada a idade legal da reforma, com base na evolução da esperança média de vida</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os anos é alterada a <strong>idade legal da reforma</strong>, com base na evolução da esperança média de vida. Em 2023, a idade legal da reforma foi fixada nos 66 anos e quatro meses e vai manter-se em 2024. Já em 2025, o ponto final na vida ativa pode ser colocado a partir dos 66 anos e sete meses.</p>
<p>A <strong>reforma por velhice</strong> é um direito e nunca um dever. Pode adiá-la por alguns meses, ou até por alguns anos, enquanto amealha mais alguns descontos para a Segurança Social, que vão beneficiar o cálculo da futura <strong>pensão de reforma</strong>.</p>
<p>A DECO/PROTESTE preparou um guia em que explica todas as dúvidas que possam surgir sobre esta temática.</p>
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<h2>É permitido continuar a trabalhar após a idade legal da reforma?</h2>
<p>Sim. Atingida a idade da reforma por velhice, o trabalhador pode optar por continuar a desempenhar a atividade, sem que o empregador se possa opor. Ao manter-se no ativo, o trabalhador continua a usufruir de <a href="https://www.deco.proteste.pt/dinheiro/emprego/dicas/direitos-trabalhadores-ferias-faltas" target="_blank" rel="noopener">todos os benefícios</a> adquiridos por antiguidade, como diuturnidades ou dias adicionais de férias.</p>
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<h2>É obrigatório comunicar à entidade patronal a intenção de continuar a trabalhar após a idade legal da reforma?</h2>
<p>Não é obrigatório, mas é de prever que a questão possa ser abordada pelo empregador. Se assim o entender, o trabalhador pode dar conhecimento de que não pretende reformar-se.</p>
<h2><strong>Continuar a trabalhar após a idade legal da reforma permite ampliar o valor da futura pensão de reforma?</strong></h2>
<p>Sim. Por cada mês de descontos adicionados à carreira contributiva, a futura pensão de reforma é bonificada numa percentagem que varia entre 0,33% e 1%, consoante a antiguidade da carreira contributiva. No entanto, esta bonificação só pode ser aplicada até o trabalhador completar 70 anos.</p>
<h2>Ao completar 70 anos, é possível continuar a trabalhar?</h2>
<p>Sim, se a entidade patronal o permitir, mas a relação contratual sofre alterações. O contrato de trabalho por tempo indeterminado (ou sem termo) caduca forçosamente nos 30 dias que se seguem ao 70.º aniversário do trabalhador e converte-se de forma automática num <a href="https://www.deco.proteste.pt/dinheiro/emprego/dicas/contrato-termo-com-regras" target="_blank" rel="noopener">contrato a termo certo</a> (a prazo), por seis meses. Se o empregador desejar pôr fim ao contrato, tem apenas de avisar o trabalhador com 60 dias de antecedência, não tendo de lhe pagar qualquer compensação ao abrigo deste contrato, além dos proporcionais correspondentes a férias e a subsídios de férias e de Natal.</p>
<h2>Após a reforma, é possível colaborar com a empresa onde trabalhava (como trabalhador independente, por exemplo)?</h2>
<p>Sim, mas apenas nos casos de reforma por velhice. Se o trabalhador tiver saído antecipadamente e estiver em período de pré-reforma, não pode exercer qualquer atividade, remunerada ou não, durante os primeiros três anos dessa pré-reforma, nem para a empresa onde trabalhava, nem para qualquer outra unidade do mesmo universo empresarial. Caso o faça, terá de devolver à Segurança Social as pensões recebidas. Já se a reforma tiver sido pedida por invalidez absoluta, o ex-trabalhador não pode exercer qualquer atividade profissional, nem mesmo após ter chegado à idade legal de reforma.</p>
<h2>Após a reforma por velhice, é permitido trabalhar para outras empresas?</h2>
<p>Sim. Só quem está em período de pré-reforma é que não pode, nos primeiros três anos, trabalhar para nenhuma unidade do mesmo grupo empresarial de onde acabou de sair.</p>
<h2>O valor da pensão de reforma é aumentado quando se continua a trabalhar e a descontar para a segurança social após a reforma por velhice?</h2>
<p>Sim, mas as contribuições já não são de 11%, mas antes de 7,5% do salário bruto, O acréscimo no valor da pensão é automático e pago no ano seguinte, com retroativos calculados a 1 de janeiro.</p>
<h2>Quem está reformado e a trabalhar tem de apresentar declaração de IRS?</h2>
<p>Sim, pode ter de o fazer. Tudo depende do rendimento total obtido em cada ano, somando eventuais pensões de reforma e salários. Está dispensado da declaração de IRS quem obtém rendimentos anuais inferiores a 8500 euros. Mesmo <a href="https://www.deco.proteste.pt/dinheiro/impostos/dicas/irs-como-comprovo-estou-dispensado-entregar-declaracao" target="_blank" rel="noopener">quem esteja isento</a> pode ter vantagens em entregar a declaração de IRS.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Andar em tronco nu ou praticar nudismo: o que pode ou não dar multa em Portugal</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/andar-em-tronco-nu-ou-praticar-nudismo-o-que-pode-ou-nao-dar-multa-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jun 2025 09:25:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Prazeres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de não existir uma proibição generalizada, há regras locais e contextos específicos em que estar em tronco nu ou em traje de banho pode resultar em coimas. Saiba o que diz a lei.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="581" data-end="914">Com a chegada do calor e o aumento de turistas nas zonas costeiras, surgem frequentemente dúvidas sobre o que é permitido — ou não — em espaços públicos quando o vestuário é mais reduzido. Em <strong data-start="773" data-end="785">Portugal</strong>, andar em tronco nu <strong data-start="806" data-end="822">não é ilegal</strong>, mas <strong data-start="828" data-end="862">existem limitações específicas</strong>, especialmente em alguns <strong data-start="888" data-end="913">municípios turísticos, começa por referir a <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/noticias/nudismo-andar-tronco-nu-em-que-situacoes-pode-dar-multa" target="_blank" rel="noopener">DECOProteste</a></strong>.</p>
<h3 data-start="921" data-end="976"><strong data-start="925" data-end="976">Em tronco nu na rua: permitido, mas com limites</strong></h3>
<p data-start="978" data-end="1332">A lei nacional <strong data-start="993" data-end="1007">não proíbe</strong> circular em tronco nu na via pública. No entanto, o comportamento pode ser penalizado se for entendido como <strong data-start="1116" data-end="1152">exibicionismo de carácter sexual</strong>, previsto no <strong data-start="1166" data-end="1182">Código Penal</strong>. A distinção está no contexto: andar em tronco nu, por exemplo, a comer um gelado numa esplanada, é diferente de atos com conotação sexual explícita.</p>
<h3 data-start="1339" data-end="1386"><strong data-start="1343" data-end="1386">Albufeira aplica coimas até 1.800 euros</strong></h3>
<p data-start="1388" data-end="1744">Apesar da permissividade legal, <strong data-start="1420" data-end="1467">alguns municípios adoptaram normas próprias</strong>. Albufeira, um dos destinos de verão mais procurados do país, aprovou recentemente um <strong data-start="1554" data-end="1581">Código de Comportamento</strong> que proíbe circular em <strong data-start="1605" data-end="1632">estado de parcial nudez</strong> (biquínis, calções de banho, etc.) ou <strong data-start="1671" data-end="1693">em estado de nudez</strong> total em locais públicos fora das zonas balneares.</p>
<p data-start="1746" data-end="1801">As coimas aplicadas aos infractores podem variar entre:</p>
<ul data-start="1802" data-end="1879">
<li data-start="1802" data-end="1841">
<p data-start="1804" data-end="1841"><strong data-start="1804" data-end="1821">300€ a 1.500€</strong> para nudez parcial;</p>
</li>
<li data-start="1842" data-end="1879">
<p data-start="1844" data-end="1879"><strong data-start="1844" data-end="1861">500€ a 1.800€</strong> para nudez total.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="1881" data-end="2146">A medida aplica-se também a <strong data-start="1909" data-end="1940">bares, cafés e restaurantes</strong> que permitam este tipo de comportamento, com sanções que podem chegar aos <strong data-start="2015" data-end="2025">4.000€</strong>. As exceções incluem zonas de praia, parques de estacionamento junto à costa ou zonas exteriores de unidades hoteleiras.</p>
<h3 data-start="2153" data-end="2205"><strong data-start="2157" data-end="2205">Topless não é crime — mas pode gerar queixas</strong></h3>
<p data-start="2207" data-end="2639">A prática de <strong data-start="2220" data-end="2231">topless</strong> nas praias portuguesas <strong data-start="2255" data-end="2273">não é proibida</strong> e é amplamente tolerada. No entanto, se houver uma queixa formal junto da <strong data-start="2348" data-end="2368">Polícia Marítima</strong> por alegado comportamento ofensivo ou exibicionismo, as autoridades podem intervir. A interpretação depende da intenção e do contexto — o topless isoladamente <strong data-start="2528" data-end="2551">não configura crime</strong>, mas a exposição com conotação sexual <strong data-start="2590" data-end="2638">poderá ser enquadrada como atentado ao pudor</strong>.</p>
<h3 data-start="2646" data-end="2705"><strong data-start="2650" data-end="2705">Conduzir sem camisa? Legal, desde que com segurança</strong></h3>
<p data-start="2707" data-end="3092">No que toca à condução, o <strong data-start="2733" data-end="2754">Código da Estrada</strong> <strong data-start="2755" data-end="2793">não estipula vestuário obrigatório</strong>. Ou seja, conduzir em tronco nu, de chinelos ou mesmo descalço <strong data-start="2857" data-end="2868">é legal</strong>, desde que não comprometa a segurança. O condutor deve, contudo, garantir que não adota comportamentos que interfiram com a condução — como deixar um animal à solta dentro do carro — sob pena de multa entre <strong data-start="3077" data-end="3091">60€ e 300€</strong>.</p>
<h3 data-start="3099" data-end="3152"><strong data-start="3103" data-end="3152">Nudismo só em espaços devidamente licenciados</strong></h3>
<p data-start="3154" data-end="3346">A prática de <strong data-start="3167" data-end="3187">nudismo integral</strong> está permitida em <strong data-start="3206" data-end="3229">espaços específicos</strong> e devidamente licenciados pelas câmaras municipais ou outras entidades competentes. Entre os locais possíveis estão:</p>
<ul data-start="3347" data-end="3488">
<li data-start="3347" data-end="3382">
<p data-start="3349" data-end="3382">Praias legalizadas para o efeito;</p>
</li>
<li data-start="3383" data-end="3414">
<p data-start="3385" data-end="3414">Piscinas ou spas com licença;</p>
</li>
<li data-start="3415" data-end="3488">
<p data-start="3417" data-end="3488">Estabelecimentos turísticos ou recintos de lazer com sinalização clara.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="3490" data-end="3688">A legislação exige <strong data-start="3509" data-end="3532">sinalização visível</strong>, nomeadamente a <strong data-start="3549" data-end="3563">100 metros</strong> das entradas das praias onde o nudismo é permitido. A prática fora desses espaços pode ser considerada <strong data-start="3667" data-end="3687">contraordenação</strong>.</p>
<h3 data-start="3695" data-end="3749"><strong data-start="3699" data-end="3749">Estabelecimentos comerciais podem impor regras</strong></h3>
<p data-start="3751" data-end="3987">Restaurantes, esplanadas ou estabelecimentos de comércio podem <strong data-start="3814" data-end="3847">proibir o acesso em tronco nu</strong>, desde que essa regra esteja <strong data-start="3877" data-end="3905">afixada de forma visível</strong>. Se assim for, os clientes deverão cumprir essas normas para permanecer no local.</p>
<h3 data-start="3994" data-end="4011"></h3>
<p data-start="4013" data-end="4372">Portugal apresenta, em geral, uma postura <strong data-start="4055" data-end="4068">tolerante</strong>, mas <strong data-start="4074" data-end="4086">regulada</strong>, no que diz respeito à forma como nos vestimos (ou despimos) em público. A liberdade de estar em tronco nu ou de praticar nudismo <strong data-start="4217" data-end="4227">existe</strong>, mas deve respeitar os <strong data-start="4251" data-end="4289">espaços, contextos e regras locais</strong>. Antes de se despir para refrescar, convém verificar se está mesmo no local certo.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Água limpa, paisagem de sonho e silêncio: as 13 melhores praias fluviais para descobrir este verão</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/agua-limpa-paisagem-de-sonho-e-silencio-as-13-melhores-praias-fluviais-para-descobrir-este-verao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jun 2025 09:12:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
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		<category><![CDATA[Viagens&Resorts]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre água limpa, sombra fresca e paisagens inesquecíveis, as praias fluviais são cada vez mais uma aposta inteligente para quem quer verão sem confusão — e sem perder beleza.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="379" data-end="662">Quando o calor aperta e as praias do litoral enchem, muitos portugueses procuram alternativas mais tranquilas e próximas da natureza. As <strong data-start="516" data-end="535">praias fluviais</strong> continuam a afirmar-se como destinos de eleição para quem procura <strong data-start="602" data-end="661">banhos refrescantes, paisagens únicas e menos multidões, refere a <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/noticias/praias-fluviais-13-destinos-imperdiveis-semana-542-euros" target="_blank" rel="noopener">DECOProteste</a></strong>.</p>
<p data-start="664" data-end="872">De norte a sul do país, há mais de 200 praias fluviais — e, este ano, 50 receberam o galardão <strong data-start="758" data-end="775">Bandeira Azul</strong>, o que confirma a qualidade das águas, segurança e compromisso com a sustentabilidade ambiental.</p>
<p data-start="874" data-end="1089">Selecionámos <strong data-start="887" data-end="921">13 praias fluviais em Portugal</strong> que se destacam não só pela beleza natural, mas também pelas condições de acesso e infraestrutura — com estadas semanais a partir de <strong data-start="1055" data-end="1086">542 euros para duas pessoas</strong>.</p>
<h3 data-start="1096" data-end="1163">Norte de Portugal: natureza bruta e recantos bem preservados</h3>
<p data-start="1165" data-end="1371"><strong data-start="1165" data-end="1200">Praia Fluvial de Adaúfe (Braga)</strong><br data-start="1200" data-end="1203" />Nas margens do rio Cávado, a apenas 10 km de Braga. Tem relvado com sombra, zona de piqueniques, atividades aquáticas e um antigo moinho que acrescenta valor histórico.</p>
<p data-start="1373" data-end="1651"><strong data-start="1373" data-end="1434">Fraga da Pegada e Praia da Ribeira (Macedo de Cavaleiros)</strong><br data-start="1434" data-end="1437" />Localizadas na Paisagem Protegida da Albufeira do Azibo, são referências a nível ambiental. A Ribeira foi considerada uma das 7 Maravilhas de Portugal. Ambas têm acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida.</p>
<h3 data-start="1658" data-end="1731">Centro: entre vales glaciares, rios de montanha e aldeias de xisto</h3>
<p data-start="1733" data-end="1920"><strong data-start="1733" data-end="1767">Praia Fluvial de Loriga (Seia)</strong><br data-start="1767" data-end="1770" />Situada num vale glaciário em plena Serra da Estrela, destaca-se pela paisagem única e pela água fria e cristalina. É uma das mais autênticas do país.</p>
<p data-start="1922" data-end="2082"><strong data-start="1922" data-end="1954">Praia do Vimieiro (Penacova)</strong><br data-start="1954" data-end="1957" />À beira do rio Alva, integra um cenário de casas de xisto e engenhos de água, com águas calmas ideais para banhos e descanso.</p>
<p data-start="2084" data-end="2267"><strong data-start="2084" data-end="2119">Praia do Reconquinho (Penacova)</strong><br data-start="2119" data-end="2122" />Com areal extenso e boa infraestrutura, oferece ainda a oportunidade de visitar a Livraria do Mondego, formação rochosa considerada geomonumento.</p>
<p data-start="2269" data-end="2473"><strong data-start="2269" data-end="2314">Fragas de São Simão (Figueiró dos Vinhos)</strong><br data-start="2314" data-end="2317" />Encravada entre duas formações rochosas, é acessível por passadiços e inserida na Serra da Lousã. Perfeita para banhos, caminhadas ou desportos de natureza.</p>
<p data-start="2475" data-end="2627"><strong data-start="2475" data-end="2504">Praia da Bogueira (Lousã)</strong><br data-start="2504" data-end="2507" />Junto ao rio Ceira, oferece zona relvada, esplanada e acesso facilitado às aldeias de xisto como o Talasnal ou o Candal.</p>
<h3 data-start="2634" data-end="2700"> Sul: albufeiras extensas, águas quentes e noites estreladas</h3>
<p data-start="2702" data-end="2896"><strong data-start="2702" data-end="2729">Tapada Grande (Mértola)</strong><br data-start="2729" data-end="2732" />Criada junto à antiga Mina de São Domingos, esta albufeira no Parque Natural do Vale do Guadiana é um destino tranquilo, ideal para caminhadas e observação de aves.</p>
<p data-start="2898" data-end="3081"><strong data-start="2898" data-end="2923">Santa Clara (Odemira)</strong><br data-start="2923" data-end="2926" />Na albufeira da Barragem de Santa Clara, uma das maiores da Europa, há espaço para banhos, pesca e canoagem. Inclui zona com sombra e plataforma flutuante.</p>
<p data-start="3083" data-end="3281"><strong data-start="3083" data-end="3119">Monsaraz (Reguengos de Monsaraz)</strong><br data-start="3119" data-end="3122" />No Alqueva, o maior lago artificial da Europa, oferece piscina flutuante, parque de merendas e acesso à vila medieval. Ideal para conciliar descanso e cultura.</p>
<p data-start="3283" data-end="3429"><strong data-start="3283" data-end="3304">Mourão (Alentejo)</strong><br data-start="3304" data-end="3307" />Com 320 metros de areal e zonas relvadas com chapéus-de-sol, esta praia à beira do Alqueva combina espaço e tranquilidade.</p>
<p data-start="3431" data-end="3654"><strong data-start="3431" data-end="3456">Pego Fundo (Alcoutim)</strong><br data-start="3456" data-end="3459" />Única praia fluvial do Algarve com selo de “praia acessível”. Fica junto à ribeira de Cadavais e ao Guadiana. Nas proximidades, é possível experimentar a única tirolesa transfronteiriça do mundo.</p>
<h3 data-start="3661" data-end="3711">Uma noite sob as estrelas: destino Starlight</h3>
<p data-start="3713" data-end="3971">As praias fluviais de <strong data-start="3735" data-end="3747">Monsaraz</strong> e <strong data-start="3750" data-end="3760">Mourão</strong> situam-se na região do Alqueva, certificada como <strong data-start="3810" data-end="3841">destino turístico Starlight</strong>. As condições de visibilidade astronómica são excecionais, tornando a região ideal para quem procura experiências únicas à noite.</p>
<h3 data-start="3978" data-end="4022">Quanto custa uma semana junto ao rio?</h3>
<ul data-start="4024" data-end="4256">
<li data-start="4024" data-end="4124">
<p data-start="4026" data-end="4124"><strong data-start="4026" data-end="4040">Desde 542€</strong>: 7 noites para duas pessoas num hotel 4 estrelas com pequeno-almoço (zona de Seia).</p>
</li>
<li data-start="4125" data-end="4191">
<p data-start="4127" data-end="4191"><strong data-start="4127" data-end="4139">Monsaraz</strong>: mínimo de 918€ em hotel ou 540€ em casa de férias.</p>
</li>
<li data-start="4192" data-end="4256">
<p data-start="4194" data-end="4256"><strong data-start="4194" data-end="4220">A opção mais acessível</strong>: casa de férias em Seia desde 367€.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="4258" data-end="4371">(<em data-start="4259" data-end="4370">Valores recolhidos a 2 de junho para o período de 26 de julho a 1 de agosto, até 15 km da localidade central.</em>)</p>
<h3 data-start="4378" data-end="4416"> Conselhos úteis para visitantes</h3>
<ul data-start="4418" data-end="4937">
<li data-start="4418" data-end="4536">
<p data-start="4420" data-end="4536"><strong data-start="4420" data-end="4433">Quando ir</strong>: julho e agosto são mais concorridos; junho e setembro oferecem temperaturas amenas e menor afluência.</p>
</li>
<li data-start="4537" data-end="4659">
<p data-start="4539" data-end="4659"><strong data-start="4539" data-end="4557">Estacionamento</strong>: nem todas as praias têm parque próprio — algumas exigem curta caminhada. Chegar cedo é recomendável.</p>
</li>
<li data-start="4660" data-end="4790">
<p data-start="4662" data-end="4790"><strong data-start="4662" data-end="4677">O que levar</strong>: fato de banho, protetor solar, água, refeições ligeiras, chapéu, calçado aquático e, se necessário, guarda-sol.</p>
</li>
<li data-start="4791" data-end="4937">
<p data-start="4793" data-end="4937"><strong data-start="4793" data-end="4816">Respeite a natureza</strong>: leve o lixo consigo, evite barulho excessivo e não perturbe a fauna ou flora local. Mantenha-se nos trilhos demarcados.</p>
</li>
</ul>
<blockquote data-start="4944" data-end="5125">
<p data-start="4946" data-end="5125">
</blockquote>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>IRS vai baixar em 2025: saiba quanto pode poupar com a nova proposta do Governo</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/irs-vai-baixar-em-2025-saiba-quanto-pode-poupar-com-a-nova-proposta-do-governo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 16:33:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=427826</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Governo já apresentou ao Parlamento uma proposta de revisão das taxas do IRS que poderá beneficiar milhares de portugueses – incluindo pensionistas – ainda este ano.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="317" data-end="642">A medida prevê uma redução de imposto para rendimentos até ao 8.º escalão, o que pode representar uma poupança significativa no orçamento de muitas famílias, avança a <a href="https://www.deco.proteste.pt/dinheiro/impostos/noticias/descida-irs-2025" target="_blank" rel="noopener">DECOProteste</a>.</p>
<h3 data-start="644" data-end="674">IRS mais leve: o que muda?</h3>
<p data-start="676" data-end="970">A proposta, que ainda aguarda aprovação na Assembleia da República, prevê uma <strong data-start="754" data-end="792">redução das taxas marginais de IRS</strong> até ao 8.º escalão, o que abrange rendimentos até 83.696 euros anuais. Ao todo, estima-se que esta medida represente uma devolução de <strong data-start="927" data-end="951">500 milhões de euros</strong> aos contribuintes.</p>
<p data-start="972" data-end="1011">Eis como ficam as reduções por escalão:</p>
<ul data-start="1012" data-end="1231">
<li data-start="1012" data-end="1066">
<p data-start="1014" data-end="1066"><strong data-start="1014" data-end="1037">1.º ao 3.º escalão:</strong> menos 0,5 pontos percentuais</p>
</li>
<li data-start="1067" data-end="1121">
<p data-start="1069" data-end="1121"><strong data-start="1069" data-end="1092">4.º ao 6.º escalão:</strong> menos 0,6 pontos percentuais</p>
</li>
<li data-start="1122" data-end="1177">
<p data-start="1124" data-end="1177"><strong data-start="1124" data-end="1146">7.º e 8.º escalão:</strong> menos 0,4 pontos percentuais</p>
</li>
<li data-start="1178" data-end="1231">
<p data-start="1180" data-end="1231"><strong data-start="1180" data-end="1216">9.º escalão (acima de 83.696 €):</strong> sem alterações</p>
</li>
</ul>
<h3 data-start="1233" data-end="1266">Novas taxas de IRS (proposta)</h3>
<div class="_tableContainer_16hzy_1">
<div class="_tableWrapper_16hzy_14 group flex w-fit flex-col-reverse" tabindex="-1">
<table class="w-fit min-w-(--thread-content-width)" data-start="1268" data-end="2003">
<thead data-start="1268" data-end="1333">
<tr data-start="1268" data-end="1333">
<th data-start="1268" data-end="1278" data-col-size="sm">Escalão</th>
<th data-start="1278" data-end="1307" data-col-size="sm">Rendimento coletável</th>
<th data-start="1307" data-end="1320" data-col-size="sm">Taxa atual</th>
<th data-start="1320" data-end="1333" data-col-size="sm">Nova taxa</th>
</tr>
</thead>
<tbody data-start="1401" data-end="2003">
<tr data-start="1401" data-end="1467">
<td data-start="1401" data-end="1411" data-col-size="sm">1</td>
<td data-start="1411" data-end="1441" data-col-size="sm">Até 8.059 €</td>
<td data-start="1441" data-end="1454" data-col-size="sm">13%</td>
<td data-start="1454" data-end="1467" data-col-size="sm">12,5%</td>
</tr>
<tr data-start="1468" data-end="1534">
<td data-start="1468" data-end="1478" data-col-size="sm">2</td>
<td data-start="1478" data-end="1508" data-col-size="sm">8.059 € &#8211; 12.160 €</td>
<td data-start="1508" data-end="1521" data-col-size="sm">16,5%</td>
<td data-start="1521" data-end="1534" data-col-size="sm">16%</td>
</tr>
<tr data-start="1535" data-end="1601">
<td data-start="1535" data-end="1545" data-col-size="sm">3</td>
<td data-start="1545" data-end="1575" data-col-size="sm">12.160 € &#8211; 17.233 €</td>
<td data-start="1575" data-end="1588" data-col-size="sm">22%</td>
<td data-start="1588" data-end="1601" data-col-size="sm">21,5%</td>
</tr>
<tr data-start="1602" data-end="1668">
<td data-start="1602" data-end="1612" data-col-size="sm">4</td>
<td data-start="1612" data-end="1642" data-col-size="sm">17.233 € &#8211; 22.306 €</td>
<td data-start="1642" data-end="1655" data-col-size="sm">25%</td>
<td data-start="1655" data-end="1668" data-col-size="sm">24,4%</td>
</tr>
<tr data-start="1669" data-end="1735">
<td data-start="1669" data-end="1679" data-col-size="sm">5</td>
<td data-start="1679" data-end="1709" data-col-size="sm">22.306 € &#8211; 28.400 €</td>
<td data-start="1709" data-end="1722" data-col-size="sm">32%</td>
<td data-start="1722" data-end="1735" data-col-size="sm">31,4%</td>
</tr>
<tr data-start="1736" data-end="1802">
<td data-start="1736" data-end="1746" data-col-size="sm">6</td>
<td data-start="1746" data-end="1776" data-col-size="sm">28.400 € &#8211; 41.629 €</td>
<td data-start="1776" data-end="1789" data-col-size="sm">35,5%</td>
<td data-start="1789" data-end="1802" data-col-size="sm">34,9%</td>
</tr>
<tr data-start="1803" data-end="1869">
<td data-start="1803" data-end="1813" data-col-size="sm">7</td>
<td data-start="1813" data-end="1843" data-col-size="sm">41.629 € &#8211; 44.987 €</td>
<td data-start="1843" data-end="1856" data-col-size="sm">43,5%</td>
<td data-start="1856" data-end="1869" data-col-size="sm">43,1%</td>
</tr>
<tr data-start="1870" data-end="1936">
<td data-start="1870" data-end="1880" data-col-size="sm">8</td>
<td data-start="1880" data-end="1910" data-col-size="sm">44.987 € &#8211; 83.696 €</td>
<td data-start="1910" data-end="1923" data-col-size="sm">45%</td>
<td data-start="1923" data-end="1936" data-col-size="sm">44,6%</td>
</tr>
<tr data-start="1937" data-end="2003">
<td data-start="1937" data-end="1947" data-col-size="sm">9</td>
<td data-col-size="sm" data-start="1947" data-end="1977">Superior a 83.696 €</td>
<td data-col-size="sm" data-start="1977" data-end="1990">48%</td>
<td data-col-size="sm" data-start="1990" data-end="2003">&#8211;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div class="sticky end-(--thread-content-margin) h-0 self-end select-none">
<div class="absolute end-0 flex items-end"></div>
</div>
</div>
</div>
<h3 data-start="2005" data-end="2031">Quando entra em vigor?</h3>
<p data-start="2033" data-end="2368">Se a proposta for aprovada, as novas <strong data-start="2070" data-end="2102">tabelas de retenção na fonte</strong> (com efeito retroativo a janeiro de 2025) deverão começar a ser aplicadas <strong data-start="2177" data-end="2201">a partir de setembro</strong>. A descida será refletida nos salários líquidos e pensões desses meses, com possíveis ajustes adicionais para compensar valores cobrados a mais desde o início do ano.</p>
<p data-start="2370" data-end="2638">Contudo, <strong data-start="2379" data-end="2445">é possível que esse aumento no salário líquido seja temporário</strong>, já que parte dele corresponderá à devolução do imposto a mais que já foi retido. Após essa compensação, os valores mensais voltarão ao normal – com um ligeiro aumento face aos valores atuais.</p>
<h3 data-start="2640" data-end="2679">Pensionistas também vão beneficiar?</h3>
<p data-start="2681" data-end="2877">Sim. A descida aplica-se tanto a trabalhadores por conta de outrem como a pensionistas com retenção na fonte, o que significa que poderá sentir algum alívio no valor de IRS mensalmente descontado.</p>
<h3 data-start="2879" data-end="2904">Quanto poderá poupar?</h3>
<p data-start="2906" data-end="3008">O impacto varia consoante os rendimentos. Eis alguns exemplos divulgados pelo Ministério das Finanças:</p>
<ul data-start="3010" data-end="3407">
<li data-start="3010" data-end="3082">
<p data-start="3012" data-end="3082"><strong data-start="3012" data-end="3057">Trabalhador com 1.000 €/mês (sem filhos):</strong> poupança anual de 34 €</p>
</li>
<li data-start="3083" data-end="3150">
<p data-start="3085" data-end="3150"><strong data-start="3085" data-end="3130">Trabalhador com 3.000 €/mês (sem filhos):</strong> poupança de 207 €</p>
</li>
<li data-start="3151" data-end="3224">
<p data-start="3153" data-end="3224"><strong data-start="3153" data-end="3195">Casal com 2 filhos e 1.500 €/mês cada:</strong> poupança conjunta de 165 €</p>
</li>
<li data-start="3225" data-end="3298">
<p data-start="3227" data-end="3298"><strong data-start="3227" data-end="3269">Casal com 2 filhos e 3.000 €/mês cada:</strong> poupança conjunta de 414 €</p>
</li>
<li data-start="3299" data-end="3352">
<p data-start="3301" data-end="3352"><strong data-start="3301" data-end="3333">Pensionista com 1.000 €/mês:</strong> poupança de 34 €</p>
</li>
<li data-start="3353" data-end="3407">
<p data-start="3355" data-end="3407"><strong data-start="3355" data-end="3387">Pensionista com 3.000 €/mês:</strong> poupança de 208 €</p>
</li>
</ul>
<h3 data-start="3409" data-end="3442">IRS: menos reembolso em 2026?</h3>
<p data-start="3444" data-end="3799">Sim, é provável. Com a nova retenção na fonte, o Estado cobrará menos mensalmente, o que pode significar <strong data-start="3549" data-end="3599">um reembolso mais baixo ou até imposto a pagar</strong> na declaração de IRS em 2026. A DECO PROteste alerta que esta é uma &#8220;redução que fará diferença no orçamento mensal&#8221;, mas recomenda que os contribuintes façam um <strong data-start="3762" data-end="3798">planeamento financeiro cuidadoso</strong>.</p>
<h3 data-start="3801" data-end="3838">E o que é o rendimento coletável?</h3>
<p data-start="3840" data-end="4115">É o rendimento sobre o qual se calcula o IRS a pagar. Corresponde ao rendimento bruto anual, depois de aplicadas deduções específicas (como a dedução de 4.462,15 € em 2025), abatimentos e perdas. No caso de declaração conjunta, aplica-se ainda o chamado <em data-start="4094" data-end="4114">quociente familiar</em>.</p>
<h3 data-start="4117" data-end="4156">Dica útil: simule antes de declarar</h3>
<p data-start="4158" data-end="4453">Se ainda não entregou a sua declaração de IRS de 2024, pode recorrer ao simulador gratuito <strong data-start="4249" data-end="4264">IRS Simples</strong> (<a class="" href="https://www.irssimples.pt" target="_new" rel="noopener" data-start="4266" data-end="4308">irssimples.pt</a>), uma ferramenta útil da DECO PROteste que ajuda a encontrar a melhor forma de preencher a declaração e a otimizar o valor a pagar ou a receber.</p>
<hr data-start="4455" data-end="4458" />
<p data-start="4460" data-end="4752"><strong data-start="4460" data-end="4474">Conclusão:</strong> A proposta do Governo pode traduzir-se num alívio fiscal real já em 2025, com impacto positivo no orçamento de famílias e pensionistas. No entanto, é essencial manter uma gestão equilibrada ao longo do ano, para evitar surpresas na hora de entregar a declaração no próximo ano.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>É obrigatório dar gorjeta em Portugal? Saiba o que diz a lei</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/e-obrigatorio-dar-gorjeta-em-portugal-saiba-o-que-diz-a-lei/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 15:25:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Prazeres]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens&Resorts]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=427565</guid>

					<description><![CDATA[<p>Está a terminar a refeição num restaurante e, no momento de pagar, surge a dúvida: devo dar gorjeta?</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="236" data-end="565">E se me apresentarem <strong data-start="362" data-end="388">duas contas diferentes</strong>, uma com e outra sem gratificação, qual devo escolher? Neste artigo, explicamos o que diz a legislação portuguesa sobre esta prática — que, embora comum, <strong data-start="543" data-end="564">não é obrigatória, avança a <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/dicas/como-funcionam-gorjetas-em-portugal" target="_blank" rel="noopener">DECOProteste</a>.</strong></p>
<h3 data-start="572" data-end="603">A gorjeta é obrigatória?</h3>
<p data-start="605" data-end="865">Não. <strong data-start="610" data-end="655">Dar gorjeta em Portugal não é obrigatório</strong>. A <strong data-start="659" data-end="732">Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP)</strong> vai mais longe e afirma que <strong data-start="761" data-end="794">não é considerada boa prática</strong> os estabelecimentos sugerirem valores de gorjeta no talão ou na conta.</p>
<p data-start="867" data-end="993">A gorjeta deve ser sempre uma <strong data-start="897" data-end="925">escolha livre do cliente</strong>, em resposta à qualidade do serviço prestado — nunca uma imposição.</p>
<h3 data-start="1000" data-end="1036">Gorjeta: uma questão cultural</h3>
<p data-start="1038" data-end="1259">Enquanto em países como os <strong data-start="1065" data-end="1083">Estados Unidos</strong> a gorjeta pode chegar aos <strong data-start="1110" data-end="1117">20%</strong> do valor da refeição, em países como o <strong data-start="1157" data-end="1166">Japão</strong> essa prática é até vista como um insulto. Em Portugal, o costume existe, mas é <strong data-start="1246" data-end="1258">opcional</strong>.</p>
<h3 data-start="1266" data-end="1299">E se pagar com multibanco?</h3>
<p data-start="1301" data-end="1489">Se decidir deixar uma gratificação ao pagar com cartão, <strong data-start="1357" data-end="1389">confirme o valor no terminal</strong> antes de autorizar a operação. Certifique-se de que <strong data-start="1442" data-end="1488">a gorjeta não foi incluída automaticamente</strong>.</p>
<p data-start="1491" data-end="1749">Se sentir pressão para pagar ou se o estabelecimento insistir na cobrança da gratificação, saiba que <strong data-start="1592" data-end="1616">pode e deve reclamar</strong>. O mais eficaz será utilizar o <strong data-start="1648" data-end="1684">Livro de Reclamações Eletrónico</strong>. Em situações mais graves, pode até <strong data-start="1721" data-end="1748">recorrer às autoridades</strong>.</p>
<h3 data-start="1756" data-end="1807">A gorjeta está no preçário? Então muda tudo.</h3>
<p data-start="1809" data-end="2065">Há uma exceção à regra da voluntariedade: se o restaurante indicar <strong data-start="1876" data-end="1914">um valor fixo de serviço (gorjeta)</strong> no preçário — de forma clara e visível —, então <strong data-start="1963" data-end="2001">esse montante torna-se obrigatório</strong>. Nesse caso, está a fazer parte do preço do serviço contratado.</p>
<p data-start="2067" data-end="2170">Se <strong data-start="2070" data-end="2096">não estiver mencionado</strong>, o cliente <strong data-start="2108" data-end="2169">não tem obrigação legal de pagar qualquer valor adicional</strong>.</p>
<h3 data-start="2177" data-end="2217">Deve a gorjeta constar na fatura?</h3>
<p data-start="2219" data-end="2302">Sim, <strong data-start="2224" data-end="2265">a gorjeta deve ser incluída na fatura</strong>, sempre que seja paga. Isto garante:</p>
<ul data-start="2303" data-end="2430">
<li data-start="2303" data-end="2335">
<p data-start="2305" data-end="2335">Maior <strong data-start="2311" data-end="2335">transparência fiscal</strong></p>
</li>
<li data-start="2336" data-end="2385">
<p data-start="2338" data-end="2385">Correta <strong data-start="2346" data-end="2385">distribuição entre os trabalhadores</strong></p>
</li>
<li data-start="2386" data-end="2430">
<p data-start="2388" data-end="2430">Possibilidade de <strong data-start="2405" data-end="2430">controlo e tributação</strong></p>
</li>
</ul>
<p data-start="2432" data-end="2618">Apesar de <strong data-start="2442" data-end="2509">não estar sujeita a IVA nem a descontos para a Segurança Social</strong>, a gorjeta é considerada <strong data-start="2535" data-end="2572">rendimento do trabalho dependente</strong> e deve ser <strong data-start="2584" data-end="2617">declarada para efeitos de IRS</strong>.</p>
<h3 data-start="2625" data-end="2672">Como funciona a tributação das gorjetas?</h3>
<p data-start="2674" data-end="2912">Segundo o Código do IRS, as gratificações recebidas por prestação de trabalho — mesmo que venham de clientes — são consideradas <strong data-start="2802" data-end="2854">rendimentos do trabalho dependente (Categoria A)</strong>. Sobre elas aplica-se uma <strong data-start="2881" data-end="2911">tributação autónoma de 10%</strong>.</p>
<p data-start="2914" data-end="3109">O valor não é alvo de retenção na fonte, a menos que o trabalhador o solicite. Se for declarado corretamente pela entidade patronal, o montante já constará da <strong data-start="3073" data-end="3108">declaração anual de rendimentos</strong>.</p>
<h3 data-start="3116" data-end="3172">O que fazer para declarar corretamente a gorjeta?</h3>
<p data-start="3174" data-end="3237">Se pretende que a gorjeta seja tratada como rendimento oficial:</p>
<ol data-start="3238" data-end="3419">
<li data-start="3238" data-end="3295">
<p data-start="3241" data-end="3295"><strong data-start="3241" data-end="3266">Informe o funcionário</strong> no momento em que a entrega.</p>
</li>
<li data-start="3296" data-end="3362">
<p data-start="3299" data-end="3362">Peça que a gorjeta <strong data-start="3318" data-end="3338">conste na fatura</strong>, identificada como tal.</p>
</li>
<li data-start="3363" data-end="3419">
<p data-start="3366" data-end="3419">Junte o valor da gorjeta ao pagamento total da conta.</p>
</li>
</ol>
<p data-start="3421" data-end="3504">Desta forma, garante-se a legalidade e a justa distribuição entre os trabalhadores.</p>
<h3 data-start="3511" data-end="3527">Em resumo:</h3>
<ul data-start="3529" data-end="3842">
<li data-start="3529" data-end="3576">
<p data-start="3531" data-end="3576"><strong data-start="3531" data-end="3549">Não é obrigado</strong> a dar gorjeta em Portugal.</p>
</li>
<li data-start="3577" data-end="3650">
<p data-start="3579" data-end="3650">Só se torna obrigatória se estiver <strong data-start="3614" data-end="3649">claramente indicada no preçário</strong>.</p>
</li>
<li data-start="3651" data-end="3722">
<p data-start="3653" data-end="3722">Pode pagar em <strong data-start="3667" data-end="3690">numerário ou cartão</strong>, mas deve confirmar os valores.</p>
</li>
<li data-start="3723" data-end="3762">
<p data-start="3725" data-end="3762">Pode <strong data-start="3730" data-end="3742">reclamar</strong> se for pressionado.</p>
</li>
<li data-start="3763" data-end="3842">
<p data-start="3765" data-end="3842">Se pagar, deve <strong data-start="3780" data-end="3820">pedir que a gorjeta conste na fatura</strong> para efeitos fiscais.</p>
</li>
</ul>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Andar em tronco nu na rua é proibido? Saiba o que diz a lei em Portugal</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/andar-em-tronco-nu-na-rua-e-proibido-saiba-o-que-diz-a-lei-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 15:03:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Viagens&Resorts]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Portugal não há proibição geral, mas há exceções — e em alguns municípios, como Albufeira, há regras e coimas para quem quebrar o código de vestuário.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="381" data-end="725">Com o calor a apertar, é comum ver pessoas a circular em tronco nu ou em roupa de banho nas ruas, sobretudo em zonas turísticas. Mas afinal, é legal andar assim na via pública? A resposta é: <strong data-start="572" data-end="592">sim, com limites</strong>. Em Portugal, não existe uma proibição genérica, mas há regras a cumprir — e alguns municípios já adotaram medidas mais restritivas, avança a <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/noticias/nudismo-andar-tronco-nu-em-que-situacoes-pode-dar-multa" target="_blank" rel="noopener">DECOProteste</a>.</p>
<p data-start="750" data-end="1068">De forma geral, andar em tronco nu na via pública <strong data-start="800" data-end="816">não é ilegal</strong>, desde que não envolva <strong data-start="840" data-end="886">comportamentos considerados exibicionistas</strong>. O mesmo se aplica ao <strong data-start="909" data-end="920">topless</strong>, que é permitido nas praias portuguesas, embora a Polícia Marítima possa intervir em caso de queixa por conduta imprópria ou sexualmente sugestiva.</p>
<p data-start="1070" data-end="1326">Até mesmo ao volante, <strong data-start="1092" data-end="1147">conduzir em tronco nu ou de chinelos não é proibido</strong>, desde que o condutor mantenha a segurança. O Código da Estrada exige que quem conduz evite ações que prejudiquem a condução, mas não especifica vestuário ou calçado obrigatório.</p>
<p data-start="1360" data-end="1772">Apesar da permissividade geral, o município de <strong data-start="1407" data-end="1420">Albufeira</strong> introduziu recentemente um <strong data-start="1448" data-end="1476">Código de Comportamentos</strong> com regras mais rígidas. Está agora proibido circular em <strong data-start="1534" data-end="1561">estado de parcial nudez</strong> (como andar de biquíni, fato de banho ou calções) fora das zonas balneares e suas imediações. A <strong data-start="1658" data-end="1684">nudez total ou parcial</strong> pode ser sancionada com coimas entre os <strong data-start="1725" data-end="1748">300 e os 1800 euros</strong>, consoante a gravidade.</p>
<p data-start="1774" data-end="1911">Estas regras não se aplicam nas praias, nas zonas de acesso a estas (como parques de estacionamento) ou nos espaços exteriores de hotéis.</p>
<p data-start="1913" data-end="2190">Estabelecimentos comerciais (bares, restaurantes, etc.) que permitirem estas práticas também podem ser multados com valores que podem chegar aos <strong data-start="2058" data-end="2072">4 mil euros</strong>, e sujeitos a sanções adicionais. A fiscalização cabe à <strong data-start="2129" data-end="2163">Polícia Municipal de Albufeira</strong>, entre outras autoridades.</p>
<p data-start="2246" data-end="2542">Mesmo fora de Albufeira, cafés, restaurantes e esplanadas têm o direito de <strong data-start="2321" data-end="2354">recusar clientes em tronco nu</strong>, desde que o façam de forma clara. Se o espaço tiver afixado à entrada uma indicação de que esse comportamento não é permitido, o cliente terá de respeitar para poder permanecer no local.</p>
<p data-start="2562" data-end="2924">O <strong data-start="2564" data-end="2575">nudismo</strong>, por sua vez, é legal em Portugal, mas <strong data-start="2615" data-end="2656">só em espaços devidamente autorizados</strong> — como praias, piscinas, ginásios, spas ou resorts que tenham licença da câmara municipal ou outra entidade competente. Nestes locais, deve existir <strong data-start="2805" data-end="2826">sinalização clara</strong>, especialmente em praias, onde a indicação deve estar visível a pelo menos 100 metros da entrada.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cuida dos seus pais idosos em casa? Estes são os apoios e benefícios que talvez esteja a perder</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/cuida-dos-seus-pais-idosos-em-casa-estes-sao-os-apoios-e-beneficios-que-talvez-esteja-a-perder/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 16:34:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Benefícios]]></category>
		<category><![CDATA[casa]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cada vez mais portugueses assumem o cuidado dos pais idosos em casa — uma tarefa que, além de emocionalmente exigente, levanta várias dúvidas práticas. Que apoios existem? É possível deduzir despesas no IRS? Como funciona o acesso à Segurança Social e aos serviços de saúde? Neste artigo, explicamos tudo o que precisa de saber e como tratar das principais formalidades.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="253" data-end="645">Portugal é o terceiro país mais envelhecido da União Europeia, mas as respostas sociais para cuidadores familiares são ainda escassas. Os preços elevados das residências particulares tornam-nas inacessíveis para muitos, enquanto as listas de espera nos equipamentos públicos são longas. Uma solução eficaz pode passar por reforçar os apoios às famílias que preferem cuidar dos idosos em casa.</p>
<p data-start="647" data-end="844">A DECO PROteste recepciona frequentemente dúvidas relacionadas com fiscalidade, direitos laborais e apoios sociais. Neste artigo, esclarecemos os principais pontos e formalidades que deve conhecer.</p>
<h3 data-start="851" data-end="885">Atualizar a morada do idoso</h3>
<ul data-start="887" data-end="1429">
<li data-start="887" data-end="1126">
<p data-start="889" data-end="1126"><strong data-start="889" data-end="910">Cartão de Cidadão</strong>: quem tem o cartão pode alterar a morada no portal ePortugal, com Chave Móvel Digital; o processo é gratuito e actualiza automaticamente Finanças, Segurança Social, SNS, recenseamento eleitoral ou carta de condução.</p>
</li>
<li data-start="1127" data-end="1265">
<p data-start="1129" data-end="1265"><strong data-start="1129" data-end="1154">Bilhete de Identidade</strong>: ainda presente em alguns documentos, exige deslocação a balcão do IRN/Loja do Cidadão e custo de cerca de €3.</p>
</li>
<li data-start="1266" data-end="1429">
<p data-start="1268" data-end="1429"><strong data-start="1268" data-end="1291">Comprovativo fiscal</strong>: no Portal das Finanças, poderá obter e imprimir ou guardar comprovativo de domicílio fiscal para apresentar no banco ou outros serviços.</p>
</li>
</ul>
<h3 data-start="1436" data-end="1477">Documentação e serviços associados</h3>
<ul data-start="1479" data-end="2184">
<li data-start="1479" data-end="1566">
<p data-start="1481" data-end="1566"><strong data-start="1481" data-end="1502">Carta de condução</strong>: a morada altera-se automaticamente com a do Cartão de Cidadão.</p>
</li>
<li data-start="1567" data-end="1724">
<p data-start="1569" data-end="1724"><strong data-start="1569" data-end="1598">Documento Único Automóvel</strong>: obrigatório alterar em até 60 dias após mudança, via IMT ou presencialmente nos registos; não esquecer de informar o seguro.</p>
</li>
<li data-start="1725" data-end="1866">
<p data-start="1727" data-end="1866"><strong data-start="1727" data-end="1754">Recenseamento eleitoral</strong>: atualizado com a morada; se a mudança ocorrer até 60 dias antes de eleições, o idoso vota na antiga freguesia.</p>
</li>
<li data-start="1867" data-end="2024">
<p data-start="1869" data-end="2024"><strong data-start="1869" data-end="1904">Serviço de despachos de correio</strong>: pode-se pedir aos CTT reexpedição de correspondência (cerca de €30/mês), ou contar com ajuda de familiares confiáveis.</p>
</li>
<li data-start="2025" data-end="2184">
<p data-start="2027" data-end="2184"><strong data-start="2027" data-end="2056">Dístico de estacionamento</strong>: gratuito com atestado multiusos, solicitável via IMT presencialmente ou online; a câmara pode também atribuir lugar reservado.</p>
</li>
</ul>
<h3 data-start="2191" data-end="2235">Habitação e contratos de arrendamento</h3>
<ul data-start="2237" data-end="2470">
<li data-start="2237" data-end="2365">
<p data-start="2239" data-end="2365">O arrendatário é livre de não usar o imóvel por mais de um ano se estiver doente ou reside num familiar (caso de força maior).</p>
</li>
<li data-start="2366" data-end="2470">
<p data-start="2368" data-end="2470">Contudo, tribunais já aceitaram rescisões contratuais se a doença impedir o regresso à casa arrendada.</p>
</li>
</ul>
<h3 data-start="2477" data-end="2519">Serviços de saúde e centro de saúde</h3>
<ul data-start="2521" data-end="2924">
<li data-start="2521" data-end="2655">
<p data-start="2523" data-end="2655">A permanência ou mudança de centro de saúde é opcional: basta dirigirem-se ao novo centro com documentação e comprovativo de morada.</p>
</li>
<li data-start="2656" data-end="2796">
<p data-start="2658" data-end="2796">Caso o idoso esteja a receber tratamento hospitalar, pode continuar na mesma unidade ou solicitar transferência para outra mais acessível.</p>
</li>
<li data-start="2797" data-end="2924">
<p data-start="2799" data-end="2924">Apresentar atestado multiusos ajuda a beneficiar de isenção de taxas moderadoras ou comparticipação especial de medicamentos.</p>
</li>
</ul>
<h3 data-start="2931" data-end="2971">Seguros e prevenção de acidentes</h3>
<ul data-start="2973" data-end="3294">
<li data-start="2973" data-end="3059">
<p data-start="2975" data-end="3059">Quedas em pessoas com mais de 65 anos são a principal causa de acidentes domésticos.</p>
</li>
<li data-start="3060" data-end="3188">
<p data-start="3062" data-end="3188">Seguro de acidentes pessoais pode cobrir despesas hospitalares, fraturas ou internamento. Há planos específicos para seniores.</p>
</li>
<li data-start="3189" data-end="3294">
<p data-start="3191" data-end="3294">Entretanto, a melhor defesa continua a ser a <strong data-start="3236" data-end="3249">prevenção</strong>, com melhorias no lar e vigilância de risco.</p>
</li>
</ul>
<h3 data-start="3301" data-end="3347"> Complemento Solidário para Idosos (CSI)</h3>
<ul data-start="3349" data-end="3658">
<li data-start="3349" data-end="3463">
<p data-start="3351" data-end="3463">Dirigido a reformados com 66 anos ou mais e rendimentos até 7 568€/ano: apoio mensal fixo (630,67€/mês em 2025).</p>
</li>
<li data-start="3464" data-end="3574">
<p data-start="3466" data-end="3574">Inclui medicamentos gratuitos, comparticipação de 75% em óculos e próteses, e consultas dentárias gratuitas.</p>
</li>
<li data-start="3575" data-end="3658">
<p data-start="3577" data-end="3658">Desde maio de 2025, não depende dos rendimentos dos filhos — apenas dos do idoso.</p>
</li>
</ul>
<h3 data-start="3665" data-end="3694">IRS e deduções fiscais</h3>
<ul data-start="3696" data-end="4252">
<li data-start="3696" data-end="3823">
<p data-start="3698" data-end="3823"><strong data-start="3698" data-end="3741">Despesas com lares e apoio domiciliário</strong> podem ser deduzidas até 25%, com limite de 403,75€ por ano (Anexo H, Código 657).</p>
</li>
<li data-start="3824" data-end="3894">
<p data-start="3826" data-end="3894">As faturas devem conter o NIF de quem paga, para efeitos de dedução.</p>
</li>
<li data-start="3895" data-end="4025">
<p data-start="3897" data-end="4025">Filhos podem incluir ascendente no agregado se partilhar residência e se o ascendente tiver rendimentos abaixo da pensão mínima.</p>
</li>
<li data-start="4026" data-end="4126">
<p data-start="4028" data-end="4126">Ascendentes não são automaticamente incluídos no IRS do filho, mas podem optar por IRS automático.</p>
</li>
<li data-start="4127" data-end="4252">
<p data-start="4129" data-end="4252">Atentar nas isenções de IMI por baixo rendimento — úteis quando o idoso reside no imóvel, mesmo se não constar no agregado.</p>
</li>
</ul>
<h3 data-start="4259" data-end="4305">Direitos laborais para cuidadores</h3>
<ul data-start="4307" data-end="4683">
<li data-start="4307" data-end="4442">
<p data-start="4309" data-end="4442">O trabalhador pode faltar ao trabalho até <strong data-start="4351" data-end="4366">15 dias/ano</strong> para acompanhar ascendentes doentes; se há doença crónica, até <strong data-start="4430" data-end="4441">30 dias</strong>.</p>
</li>
<li data-start="4443" data-end="4584">
<p data-start="4445" data-end="4584">Faltas justificadas com declaração médica ou do estabelecimento de saúde, embora possam não ser remuneradas, salvo acordo com o empregador.</p>
</li>
<li data-start="4585" data-end="4683">
<p data-start="4587" data-end="4683">O Estatuto do Cuidador Informal tem regras e apoios específicos: consultar legislações recentes.</p>
</li>
</ul>
<h3 data-start="4690" data-end="4735">Apoios domiciliários e serviços de dia</h3>
<ul data-start="4737" data-end="5140">
<li data-start="4737" data-end="4903">
<p data-start="4739" data-end="4903">A Segurança Social presta apoio domiciliário a idosos dependentes: higiene, alimentação, limpeza, entre outros — serviços solicitáveis nas juntas ou balcões locais.</p>
</li>
<li data-start="4904" data-end="5023">
<p data-start="4906" data-end="5023">A <strong data-start="4908" data-end="4938">Santa Casa da Misericórdia</strong> e centros de dia oferecem modalidades semelhantes por preços ajustados a rendimento.</p>
</li>
<li data-start="5024" data-end="5140">
<p data-start="5026" data-end="5140">Os serviços podem ser temporários (após cirurgia, por exemplo) ou permanentes — basta marcação e avaliação prévia.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="5147" data-end="5369">Cuidar de pais idosos em casa exige organização, conhecimento dos apoios e cumprir formalidades. Mas com a informação certa, é possível garantir qualidade de vida, apoio financeiro e segurança jurídica para si e para eles.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Parece mentira mas é verdade: com 50 euros os portuguesas compram pouco mais de 3 quilos de bacalhau</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/parece-mentira-mas-e-verdade-com-50-euros-os-portuguesas-compram-pouco-mais-de-3-quilos-de-bacalhau/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 18:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=426545</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nos últimos três anos, o preço do peixe aumentou quase 30%, e um cabaz com apenas um quilo de bacalhau graúdo, dourada, salmão, pescada fresca, carapau, peixe-espada-preto, robalo e perca custa já quase 85 euros.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>preço do peixe aumentou 26,41%</strong> nos últimos três anos. As contas são da <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/supermercado/noticias/preco-peixe-50-euros-ja-so-chegam-comprar-3-quilos-bacalhau" target="_blank" rel="noopener">DECO PROteste</a>, que revela que um pequeno cabaz com <strong>um quilo de oito diferentes variedades de peixe</strong> — bacalhau graúdo, dourada, salmão, pescada fresca, carapau, peixe-espada-preto, robalo e perca — já <strong>custa, em média, 84,35 euros</strong>. Este valor representa um<strong> aumento de 17,62 euros</strong> face ao preço de há três anos, a 5 de janeiro de 2022. Há cerca de um ano, a 3 de abril de 2024, quando a <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/supermercado/noticias/preco-peixe-50-euros-ja-so-chegam-comprar-3-quilos-bacalhau" target="_blank" rel="noopener">DECO PROteste</a> fez esta análise, o <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/supermercado/noticias/50-euros-ja-nao-chegam-comprar-5-quilos-peixe" target="_blank" rel="noopener">mesmo cabaz de oito quilos de peixe</a> custava <strong>79,22 euros</strong>, menos 5,13 euros (menos 6,48 por cento).</p>
<p>Já se na primeira semana de 2022 o consumidor tivesse apenas 50 euros para gastar e quisesse comprar as oito variedades de peixe do cabaz da DECO PROteste, comprando igual quantidade de todas, levava para casa <strong>5,6 quilos</strong> de peixe. A 28 de maio deste ano, pelo mesmo valor, já só era possível comprar <strong>4,4 quilos de peixe</strong>, menos ainda do que os <strong>4,8 quilos</strong> que se compravam há um ano, a 3 de abril de 2024.</p>
<h2>Quantos quilos de peixe compra com 50 euros?</h2>
<p>Mas, afinal, quantos quilos de cada variedade de peixe é atualmente possível comprar com apenas 50 euros? Foi o que quis saber a DECO PROteste. Para isso, usou os preços que recolhe todas as quartas-feiras desde janeiro de 2022 para a monitorização do seu <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/supermercado/noticias/precos-estao-aumentar-alimentos" target="_blank" rel="noopener">cabaz alimentar</a>. Depois, com base no preço por quilo de cada variedade de peixe, calculou que quantidade rende este modesto orçamento. O <strong>preço do carapau é atualmente o mais baixo</strong> e, por isso, aquele que permite comprar maior quantidade de peixe com apenas 50 euros: <strong>9,7 quilos</strong>. No extremo oposto está o <strong>preço do bacalhau</strong>, que permite comprar apenas <strong>3,2 quilos </strong>com 50 euros.</p>
<h3>Bacalhau: 3,2 quilos</h3>
<p>Nos últimos três anos, o preço do <strong>bacalhau </strong>aumentou 5,01 euros por quilo (mais 47%), de 10,60 euros por quilo, a 5 de janeiro de 2022, para <strong>15,61 euros por quilo</strong>, a 28 de maio de 2025. Com um orçamento de apenas 50 euros, já só é possível comprar <strong>3,2 quilos</strong> desta variedade de peixe. Há três anos seria possível comprar 4,7 quilos.</p>
<p><iframe title="Bacalhau graúdo" src="https://e.infogram.com/0d6bc6e3-14af-4b32-863b-2d985e3fe5ab?parent_url=https%3A%2F%2Fwww.deco.proteste.pt%2Ffamilia-consumo%2Fsupermercado%2Fnoticias%2Fpreco-peixe-50-euros-ja-so-chegam-comprar-3-quilos-bacalhau&amp;src=embed#async_embed" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h3>Salmão: 3,4 quilos</h3>
<p>O <strong>salmão</strong> é, atualmente, a segunda variedade de peixe mais cara do cabaz alimentar. A <strong>14,63 euros por quilo</strong>, com 50 euros só é possível comprar <strong>3,4 quilos</strong> de salmão. Há três anos, com o preço por quilo a 10,88 euros, o consumidor comprava 4,6 quilos desta variedade de peixe. O aumento foi de 3,75 euros (mais 34,5%) em três anos.</p>
<p><iframe title="Salmão" src="https://e.infogram.com/1416d553-1657-4d7a-82d0-c16716ac6f08?parent_url=https%3A%2F%2Fwww.deco.proteste.pt%2Ffamilia-consumo%2Fsupermercado%2Fnoticias%2Fpreco-peixe-50-euros-ja-so-chegam-comprar-3-quilos-bacalhau&amp;src=embed#async_embed" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h3>Pescada fresca: 4,5 quilos</h3>
<p>A <strong>pescada fresca</strong> viu o seu preço aumentar 91 cêntimos por quilo (mais 9%) desde janeiro de 2022 e custa agora <strong>11,12 euros por quilo</strong>, o que permite levar para casa apenas <strong>4,5 quilos </strong>de peixe com um orçamento de 50 euros. Há três anos, por 50 euros, o consumidor comprava <strong>4,9 quilos </strong>de pescada.</p>
<p><iframe title="Pescada fresca" src="https://e.infogram.com/98c2f0af-8a98-468a-ae40-66a42fc1853e?parent_url=https%3A%2F%2Fwww.deco.proteste.pt%2Ffamilia-consumo%2Fsupermercado%2Fnoticias%2Fpreco-peixe-50-euros-ja-so-chegam-comprar-3-quilos-bacalhau&amp;src=embed#async_embed" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h3>Perca: 4,5 quilos</h3>
<p>A <strong>perca</strong> é a variedade de peixe do cabaz alimentar da DECO PROteste cujo preço menos aumentou desde janeiro de 2022: apenas oito cêntimos (mais 0,7 por cento). Na última semana de maio deste ano, com um preço de <strong>11,02 euros por quilo</strong>, o consumidor comprava <strong>4,5 quilos </strong>de perca por 50 euros. Há três anos comprava apenas mais 32 gramas deste peixe.</p>
<p><iframe title="Perca" src="https://e.infogram.com/27d55e07-2956-4839-a4ce-072b0cf0a9b2?parent_url=https%3A%2F%2Fwww.deco.proteste.pt%2Ffamilia-consumo%2Fsupermercado%2Fnoticias%2Fpreco-peixe-50-euros-ja-so-chegam-comprar-3-quilos-bacalhau&amp;src=embed#async_embed" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h3>Peixe-espada-preto: 5 quilos</h3>
<p>O<strong> peixe-espada-preto</strong> aumentou 3,22 euros por quilo (mais 47%) nos últimos três anos, para <strong>10,03 euros por quilo</strong>. Por isso, se há três anos, a 6,82 euros por quilo, era possível comprar 7,3 quilos desta variedade de peixe com 50 euros, agora, a cesta de compras leva apenas cerca de <strong>5 quilos </strong>de peixe-espada-preto.</p>
<p><iframe title="Peixe-espada-preto" src="https://e.infogram.com/cb78eca8-7b16-48f7-88aa-6ee5c8b7d1b3?parent_url=https%3A%2F%2Fwww.deco.proteste.pt%2Ffamilia-consumo%2Fsupermercado%2Fnoticias%2Fpreco-peixe-50-euros-ja-so-chegam-comprar-3-quilos-bacalhau&amp;src=embed#async_embed" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h3>Dourada: 5,5 quilos</h3>
<h2></h2>
<p>Com um preço de <strong>9,07 euros por quilo</strong> a 28 de maio deste ano, a dourada aumentou 2,82 euros (mais 45%) face à primeira semana de 2022, altura em que custava 6,25 euros por quilo. Agora, com 50 euros, o consumidor só consegue comprar <strong>5,5 quilos </strong>de dourada. Há três anos, trazia para casa 8 quilos<strong> </strong>desta variedade de peixe.</p>
<p><iframe title="Dourada" src="https://e.infogram.com/78e28229-8bb3-4737-9664-eaea9cae5550?parent_url=https%3A%2F%2Fwww.deco.proteste.pt%2Ffamilia-consumo%2Fsupermercado%2Fnoticias%2Fpreco-peixe-50-euros-ja-so-chegam-comprar-3-quilos-bacalhau&amp;src=embed#async_embed" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h3>Robalo: 6,5 quilos</h3>
<p>O <strong>robalo</strong> continua a ser das variedades de peixe mais económicas do cabaz alimentar, apesar de nos últimos três anos ter visto o seu preço subir 1,13 euros por quilo (mais 17%), para <strong>7,72 euros por quilo</strong>. A 28 de maio deste ano, com 50 euros, era possível comprar <strong>6,5 quilos </strong>de robalo. Em janeiro de 2022, pelo mesmo valor, o consumidor comprava 7,6 quilos deste peixe.</p>
<p><iframe title="Robalo" src="https://e.infogram.com/b6fd6c16-f9b2-4d98-be97-7c692d8844dc?parent_url=https%3A%2F%2Fwww.deco.proteste.pt%2Ffamilia-consumo%2Fsupermercado%2Fnoticias%2Fpreco-peixe-50-euros-ja-so-chegam-comprar-3-quilos-bacalhau&amp;src=embed#async_embed" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h3>Carapau: 9,7 quilos</h3>
<p>Apesar dos aumentos, o <strong>carapau</strong> continua a ser a variedade de peixe mais barata do cabaz alimentar da DECO PROteste. Em três anos, o preço subiu 72 cêntimos (mais 16%), para <strong>5,15 euros por quilo</strong>. A este preço, 50 euros permitem comprar <strong>9,7 quilos</strong> de carapau. Há três anos, com o mesmo dinheiro, o consumidor comprava 11,3 quilos.</p>
<p><iframe title="Carapau" src="https://e.infogram.com/2b9f87aa-93a0-42b7-baee-afe5d0101056?parent_url=https%3A%2F%2Fwww.deco.proteste.pt%2Ffamilia-consumo%2Fsupermercado%2Fnoticias%2Fpreco-peixe-50-euros-ja-so-chegam-comprar-3-quilos-bacalhau&amp;src=embed#async_embed" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p>Para poupar nas compras semanais, pesquise os supermercados mais baratos e compare o índice diário das várias cadeias de distribuição para o mesmo cabaz de produtos, no simulador da DECO PROteste, disponível na plataforma Saber Poupar, em <a href="https://www.deco.proteste.pt/campanhas/saber-poupar" target="_blank" rel="noopener">www.saberpoupar.pt</a>. Pode pesquisar por distrito ou concelho e até selecionar o tipo de alimentos que costuma comprar.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Conheça os 10 sinais de alerta para identificar falsas ofertas de emprego</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/conheca-os-10-sinais-de-alerta-para-identificar-falsas-ofertas-de-emprego/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 17:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por chamada telefónica, SMS ou WhatsApp, as burlas com supostas propostas de trabalho têm feito muitas vítimas em Portugal. </p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos meses, os <strong>telefonemas ou mensagens com propostas de trabalho falsas</strong> têm-se multiplicado em Portugal e feito vítimas entre pessoas de todas as idades e níveis de formação, incluindo jovens em início de carreira e desempregados, começa por referir a <a href="https://www.deco.proteste.pt/dinheiro/emprego/noticias/ofertas-emprego-falsas-10-sinais-alerta" target="_blank" rel="noopener">DecoProteste</a>.</p>
<p>Face à frequência e ao volume de queixas, no início de junho, a Procuradoria-Geral da República emitiu um alerta em que explica as <strong>novas metodologias adotadas pelos criminosos</strong>, que tentam atrair as vítimas com <strong>&#8220;promessas de pagamentos elevados em curto espaço de tempo&#8221;</strong>.</p>
<p>Ao contrário do que sucedia até há pouco tempo, em que as ofertas fraudulentas surgiam sobretudo nas redes sociais, atualmente os esquemas envolvem o contacto direto com as vítimas, através de telefonemas, SMS ou mensagens via WhatsApp ou Telegram, refere a <a href="https://www.deco.proteste.pt/dinheiro/emprego/noticias/ofertas-emprego-falsas-10-sinais-alerta" target="_blank" rel="noopener">DecoProteste</a>.</p>
<p>Saiba como identificar os <strong>sinais deste tipo de esquema</strong> e os <strong>cuidados</strong> <strong>a ter na busca de emprego</strong>.</p>
<h2>Como funcionam os esquemas fraudulentos por chamada telefónica ou mensagem?</h2>
<h3>Contacto direto</h3>
<p>Em muitos casos, os <strong>criminosos telefonam diretamente para as potenciais vítimas</strong>, informando que pertencem ao Departamento de Recursos Humanos de uma determinada empresa (por vezes, bastante conhecida, para o contacto ser mais credível). Os contactos que se seguem são, regra geral, por via de <strong>mensagens escritas</strong>. Noutros casos, tentam atrair as potenciais vítimas para canais do <strong>WhatsApp ou do Telegram</strong>, com recurso a chamadas diretas em que a mensagem áudio está previamente gravada.</p>
<h3>Promessas de flexibilidade e remuneração atrativa</h3>
<p>Seguidamente, é feita uma <strong>descrição vaga da função</strong>, sem a indicação de um local de trabalho concreto. É habitual invocarem a suposta <strong>flexibilidade da função</strong>, a <strong>elevada remuneração</strong>, bem como a possibilidade de acumular estas funções com uma atividade principal. Tudo para fazer crer que aquela é uma oportunidade a não perder.</p>
<h3>Atribuição de tarefas</h3>
<p>Segue-se a atribuição de pequenas tarefas, que podem passar por <strong>fazer avaliações sobre estabelecimentos hoteleiros</strong>, promoções de hotéis em plataformas como a Booking.com, <strong>&#8220;pôr likes”</strong> em determinadas páginas, <strong>fazer “follow</strong>” noutras, etc. <strong>Algumas até podem ser remuneradas</strong>, se for enviado o printscreen que prove a sua concretização. A remuneração é normalmente transferida através de plataformas como o MB Way, sendo que não costuma exceder os 10 euros. Na prática, esse primeiro pagamento funciona como um isco. Sem saber, a vítima acaba por ficar enredada num esquema de <strong>branqueamento de capitais</strong> e ainda pode perder bastante dinheiro.</p>
<h3>Adiantamento de dinheiro</h3>
<p>Depois do cumprimento das primeiras tarefas pagas, a <strong>vítima recebe instruções para passar para um nível superio</strong>r e, em teoria, mais lucrativo. Como já recebeu os primeiros pagamentos, confia. No entanto, para a realização dessas tarefas <strong>é a própria vítima que terá de adiantar dinheiro</strong>, com a promessa de que será devolvido e compensado por uma <strong>avultada comissão</strong>. No início, a devolução ocorre, de facto, mas não pela mesma via dos pequenos pagamentos iniciais. Os seguintes entram numa espécie de conta-corrente. À medida que o tempo vai passando, os adiantamentos exigidos são cada vez maiores (podendo atingir os milhares de euros), assim como as prometidas comissões.</p>
<h3>Falta de pagamento e perda de contacto com o &#8220;empregador&#8221;</h3>
<p>Quando a <strong>vítima exige a transferência daquilo que está na conta-corrente</strong> ou manifesta desconfiança, é confrontada com argumentos, como a ocorrência de erros técnicos ou a necessidade de pagamento de taxas, para impedir o pagamento. No final, <strong>nunca chega a receber qualquer quantia</strong> e perde o contacto com os supostos empregadores.</p>
<h2>10 sinais que ajudam a identificar ofertas de emprego falsas</h2>
<p>Embora este tipo de esquemas sejam os mais comuns nos dias que correm, é importante <strong>manter-se alerta face a quaisquer ofertas de emprego duvidosas</strong> que encontre nas redes sociais, em jornais e até em sites de procura de emprego, aparentemente fidedignos ou que receba através de e-mails de remetentes desconhecidos. Condições demasiado boas para serem verdade, promessas de contratação garantida e textos redigidos num português incorreto são alguns dos sinais que devem fazer soar os alarmes de quem está à procura de trabalho.</p>
<ol>
<li><strong>Urgência.</strong> &#8220;Temos poucas vagas. Candidate-se já!&#8221; ou &#8220;Não perca esta oportunidade!&#8221;. Reptos como estes servem para levar as vítimas a responderem ao anúncio rapidamente, sem se questionarem sobre a veracidade da oferta. Numa situação normal, as empresas dão um tempo razoável para a apresentação de candidaturas.</li>
<li><strong>Benefícios demasiado atrativos.</strong> “Oferecemos-lhe um part-time promovendo os nossos hotéis parceiros através do Booking por entre 80 e 300 euros por dia.” Este é um dos exemplos de mensagens divulgados pela Procuradoria-Geral da República que têm chegado aos telemóveis de muitos consumidores portugueses. Quando as condições oferecidas parecem demasiado boas para a função e os requisitos em causa, desconfie.</li>
<li><strong>&#8220;Trabalhe a partir de casa.&#8221;</strong> Embora o teletrabalho seja hoje a realidade de muitos empregos, há muito que o “trabalho a partir de casa” é usado como isco em anúncios falsos.</li>
<li><strong>Promessa de contratação garantida.</strong> Que empresa contrataria alguém sem procurar saber um pouco mais sobre essa pessoa? Não acredite neste tipo de promessas.</li>
<li><strong>Exigência de pagamento. </strong>Processos de recrutamento ou funções que exijam pagamentos devem ser ignorados. Veja um exemplo: “Escolha: pagar 10 euros adiantados e receber 13 euros de volta, pagar 30 euros adiantados e receber 39 euros de volta, pagar 80 euros adiantados e receber 104 euros de volta e tornar-se funcionário pleno.”</li>
<li><strong>Omissão de informações. </strong>No mínimo, o anúncio tem de incluir a descrição do cargo, as funções a desempenhar, os requisitos solicitados, a área geográfica do posto de trabalho e os contactos para envio de candidaturas. Se estas informações não estiverem descritas no anúncio, é preferível não responder.</li>
<li><strong>Requisitos demasiado abrangentes. </strong>&#8220;Não precisa de ter experiência prévia ou qualquer formação específica.&#8221; Ofertas de emprego deste género, cujos requisitos podem ser preenchidos por qualquer pessoa, devem ser motivo de alerta.</li>
<li><strong>Erros ortográficos, redação incorreta ou mensagens de áudio pré-gravadas. </strong>De um modo geral, quem pretende recrutar colaboradores preocupa-se com o rigor da escrita; por isso, tenha atenção a anúncios mal redigidos e que apresentem erros ortográficos. Além disso, chamadas automatizadas, com mensagens de áudio pré-gravadas são um forte sinal de que se trata de um contacto fraudulento.</li>
<li><strong>Exigência de informações confidenciais.</strong> Independentemente da etapa do processo de recrutamento, não é aceitável que informações confidenciais, como o número da conta bancária, sejam solicitadas.</li>
<li><strong>Registo através de links. </strong>Não clique em links de e-mails ou SMS – incluindo os que indicam, por exemplo, <strong>&#8220;Mais detalhes aqui&#8221;</strong> – a menos que conheça a origem, pois é provável que se trate de um <a href="https://www.deco.proteste.pt/dinheiro/contas-ordem/dicas/phishing-que-e-como-se-deve-proteger" target="_blank" rel="noopener">esquema de phishing</a>.</li>
</ol>
<h2>Cuidados a ter na procura de emprego</h2>
<ul>
<li>Na internet, <strong>evite procurar emprego nas redes sociais</strong>, limitando a busca a sites reconhecidos ou às próprias entidades empregadoras.</li>
<li>Nunca clique em links de anúncios enviados por e-mail ou SMS.</li>
<li>O site da entidade em causa (seja uma empresa de recrutamento ou o próprio empregador) deve começar por https://, o que indica que se trata de uma <strong>página web segura</strong>.</li>
<li>Tenha <strong>cuidado com os apartados e com empresas sobre as quais não existe informação disponível</strong>, como, por exemplo, a morada ou o contacto telefónico.</li>
<li>Caso seja convocado para uma entrevista, <strong>visite a página web da empresa</strong> (mesmo que se trate de uma empresa de recrutamento), para se inteirar do seu historial e verificar se a morada corresponde à localização que lhe indicaram.</li>
<li><strong>Tente obter opiniões</strong> junto de algum colaborador da empresa ou de alguém que possa dar mais informações sobre a organização.</li>
<li>Durante todo o processo de recrutamento, não se acanhe: <strong>faça todas as perguntas que considere necessárias –</strong> sobre a função, a empresa, as condições oferecidas, etc.</li>
<li>Não assine qualquer documento antes de uma leitura atenta, que esclareça todas as cláusulas. Se tiver dúvidas, pergunte.</li>
</ul>
<h2>O que fazer se for vítima de uma oferta de emprego falsa?</h2>
<p>Se for vítima de uma oferta de emprego fraudulenta deve apresentar queixa às autoridades. Pode fazê-lo através do <a href="https://queixaselectronicas.mai.gov.pt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Sistema de Queixa Eletrónica</a>, que facilita a apresentação de queixas e denúncias às autoridades, ou contactar diretamente a GNR, a PSP, Polícia Judiciária ou o Ministério Público.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Medicamentos autorizados para a perda de peso: quem os pode usar?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/medicamentos-autorizados-para-a-perda-de-peso-quem-os-pode-usar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 09:50:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=426437</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os medicamentos em injeções ou comprimidos para ajudar a perder peso são cada vez mais procurados. Alguns são indicados apenas no tratamento da diabetes tipo 2 e não devem ser usados para emagrecer. Descubra quais os medicamentos autorizados para este fim, como atuam e quais as suas limitações.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph" data-type="ALineParagraphController" data-rendering="Paragraph" data-datasource="{9AFD0049-4349-45D3-9558-828728C31AEA}">
<div class="wysiwyg" data-selector="paragraph-content search-content-scraper">
<p>Apesar de em Portugal existirem vários <strong>medicamentos autorizados para a perda de peso</strong>, muitas pessoas procuram soluções como o <a class="wysiwyg" href="https://www.deco.proteste.pt/saude/medicamentos/noticias/ozempic-para-serve-quem-destina" target="_blank" rel="noopener">Ozempic</a> para emagrecer, começa por referir a <a href="https://www.deco.proteste.pt/saude/medicamentos/dicas/injecoes-comprimidos-emagrecer-quem-pode-usar-estes-medicamentos?tglyr_source=clxk4z1b400000iv58x5qfcik&amp;tglyr_algorithm=visitor_item&amp;tglyr_collection=5c63de4a6c53d244f11a5c1a&amp;tglyr_rank=1&amp;int_source=aline&amp;int_medium=nba_banner&amp;int_campaign=editorialcontentrecom&amp;int_term=contentpage-recom" target="_blank" rel="noopener">DecoProteste</a>. Estes <strong>medicamentos sujeitos a receita médica e injetáveis</strong>, aprovados para tratar pessoas com <strong>diabetes tipo 2</strong> e popularizados por celebridades, também têm efeito na <strong>redução do apetite</strong> e, consequentemente, podem diminuir o peso corporal, refere a <a href="https://www.deco.proteste.pt/saude/medicamentos/dicas/injecoes-comprimidos-emagrecer-quem-pode-usar-estes-medicamentos?tglyr_source=clxk4z1b400000iv58x5qfcik&amp;tglyr_algorithm=visitor_item&amp;tglyr_collection=5c63de4a6c53d244f11a5c1a&amp;tglyr_rank=1&amp;int_source=aline&amp;int_medium=nba_banner&amp;int_campaign=editorialcontentrecom&amp;int_term=contentpage-recom" target="_blank" rel="noopener">mesma fonte.</a></p>
<p>No entanto, estão indicados exclusivamente para o tratamento da diabetes tipo 2 e não devem ser prescritos para o emagrecimento. A procura excessiva tem contribuído para a escassez destes medicamentos, casos de falsificação e dificuldades no acesso por parte dos doentes com diabetes. O Infarmed tem emitido várias recomendações, como a de prescrição exclusiva para pessoas com diabetes tipo 2 insuficientemente controlada e obesidade.</p>
<p>O <strong>excesso de peso</strong> e a <strong>obesidade </strong>são definidos com base no <a class="wysiwyg" href="https://www.deco.proteste.pt/alimentacao/dietas-emagrecimento/calcular-imc" target="_blank" rel="noopener">IMC (índice de massa corporal)</a>, uma fórmula que relaciona o peso com a altura. O excesso de peso corresponde a um IMC igual ou superior a 25 e inferior a 30, e é uma condição que aumenta o risco de problemas de saúde. A obesidade corresponde a um IMC igual ou superior a 30.</p>
<p>Saiba que medicamentos estão ou não autorizados em Portugal para perder peso e conheça a sua eficácia.</p>
<h2>Quem tem indicação para utilizar medicamentos para perda de peso?</h2>
<p>Tratar o excesso de peso através de medicamentos deve ser uma decisão analisada caso a caso e deve ser considerada apenas quando <strong>não se consegue a perda de peso desejável com mudanças no estilo de vida</strong>. Deve ser feita uma avaliação cuidadosa dos potenciais benefícios e riscos das várias opções de tratamento (como alterações no estilo de vida, medicamentos ou cirurgia). É imprescindível que os medicamentos sejam utilizados em conjunto com uma dieta saudável e de restrição calórica, aumento da atividade física e modificação comportamental. A medicação, sem estas mudanças, é normalmente ineficaz.</p>
<h3>Obesidade, excesso de peso e doenças associadas</h3>
<p>Os medicamentos para perda de peso estão indicados apenas para pessoas que têm <strong>obesidade </strong>(índice de massa corporal igual ou superior a 30) ou <strong>excesso de peso</strong> (índice de massa corporal igual ou superior a 27) <strong>associado a doenças </strong>como <strong>hipertensão</strong>, <strong>dislipidemia</strong>,<strong> doença cardiovascular</strong>, <strong>apneia </strong>obstrutiva do sono, <strong>pré-diabetes </strong>ou<strong> diabetes tipo 2</strong>.</p>
<p>Tanto nos casos de obesidade, como nos de excesso de peso, estes medicamentos só devem ser considerados para quem já tentou alterar o seu estilo de vida de uma forma abrangente durante três a seis meses sem conseguir uma perda de peso significativa (pelo menos 5% do peso inicial).</p>
<h3>Medicamentos para a diabetes, com efeitos na perda de peso</h3>
<p>Existem medicamentos injetáveis e em compridos desenvolvidos para o tratamento da diabetes tipo 2 que também têm efeito na perda de peso. Embora sejam indicados apenas para doentes com diabetes, a sua associação ao emagrecimento tem gerado um enorme interesse. É o caso do Ozempic, solução injetável disponível numa caneta pré-cheia, e do Rybelsus (disponível em comprimidos).</p>
<p>O Ozempic e o Rybelsus contêm semaglutido, uma substância que imita o GLP-1, uma hormona natural do corpo que regula e controla o apetite e a glicose no sangue. O <strong>semaglutido reduz a glicemia</strong>. O modo como o faz provoca um ligeiro atraso no esvaziamento gástrico e aumenta a saciedade. O semaglutido funciona de forma semelhante ao liraglutido, a substância ativa do Saxenda (um medicamento autorizado em Portugal especificamente para o emagrecimento) e à tirzepatida, substância ativa do Mounjaro (aprovado no tratamento da diabetes tipo 2 e para a perda de peso).</p>
<p>Tanto o Ozempic como o Rybelsus apenas estão indicados no tratamento de adultos com diabetes tipo 2 insuficientemente controlada. Nestes casos, o medicamento é comparticipado pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS) para o tratamento de adultos com diabetes mellitus tipo 2 insuficientemente controlada, com IMC igual ou superior a 35, como complemento à dieta e ao exercício. O <strong>Ozempic</strong>, bem como o <strong>Rybelsus</strong>, o <strong>Trulicity </strong>e o <strong>Victoza, não podem ser vendidos sem receita médica </strong>e não devem ser prescritos nem utilizados para o controlo do peso em doentes sem diabetes.</p>
<h2>Que medicamentos para perder peso são comercializados em Portugal?</h2>
<p>Em Portugal, estão autorizadas e comercializadas cinco substâncias ativas com indicação para a perda de peso em pessoas com excesso de peso ou obesidade. Cada uma atua de forma diferente no corpo:</p>
<ul>
<li><strong>orlistato </strong>– reduz a absorção de gordura no intestino;</li>
<li><strong>bupropiom </strong>com <strong>naltrexona </strong>– atuam no cérebro para reduzir a fome;</li>
<li><strong>liraglutido </strong>– imita a hormona GLP-1, que regula o apetite e os níveis de glicose no sangue;</li>
<li><strong>tirzepatida </strong>– imita o efeito do GLP-1, que aumenta a secreção de insulina e retarda o esvaziamento gástrico, o que, por sua vez, gera sensação de saciedade. Além disso, imita também o funcionamento da hormona GIP, que também estimula a produção de insulina;</li>
<li><strong>semaglutido</strong> – é idêntico ao GLP-1, que é um regulador fisiológico do apetite e da ingestão de calorias.</li>
</ul>
<p>Clique abaixo para descobrir as características, as indicações e as precauções de cada medicamento.</p>
</div>
</div>
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<div class="js-collapsible-item " data-active=""> <a id="collapsibleTrigger-8728" class="js-collapsible-head" role="button" aria-expanded="false" aria-controls="collapsibleContent-6388"></a>Orlistato (Beacita; Orlistato Ratiopharm; Orlistato Zentiva; Xenical; Orlistato Beacita; Sthen)</div>
</div>
</div>
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<div class="js-collapsible-item " data-active=""> <a id="collapsibleTrigger-10500" class="js-collapsible-head" role="button" aria-expanded="false" aria-controls="collapsibleContent-10239"></a>Bupropiom + Naltrexona (Mysimba)</div>
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<div class="js-collapsible-item " data-active=""> <a id="collapsibleTrigger-10942" class="js-collapsible-head" role="button" aria-expanded="false" aria-controls="collapsibleContent-10308"></a>Liraglutido (Saxenda)</div>
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<div class="js-collapsible-item " data-active=""> <a id="collapsibleTrigger-3538" class="js-collapsible-head" role="button" aria-expanded="false" aria-controls="collapsibleContent-7846"></a>Tirzepatida (Mounjaro)</div>
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<div class="js-collapsible-item " data-active=""> <a id="collapsibleTrigger-2719" class="js-collapsible-head" role="button" aria-expanded="false" aria-controls="collapsibleContent-3276"></a>Semaglutido (Wegovy)</div>
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<h2>Qual o custo destes medicamentos?</h2>
<p>Nenhum dos medicamentos para perda de peso disponíveis em Portugal é comparticipado pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS). Os preços variam bastante conforme o medicamento. Para os medicamentos sujeitos a receita médica, os custos oscilam entre 58 e 245 euros por mês de tratamento.</p>
<h2>As injeções e os comprimidos para emagrecer são eficazes?</h2>
<p>Embora as injeções e os comprimidos para emagrecer possam ser úteis, é fundamental lembrar que:</p>
<ul>
<li>estes medicamentos só funcionam quando combinados com mudanças no estilo de vida, nomeadamente a adoção de uma dieta saudável e de restrição calórica, e o aumento de atividade física. Sem estas mudanças comportamentais, a medicação é geralmente ineficaz;</li>
<li>a resposta de cada um ao tratamento pode variar muito. Nem todos os medicamentos funcionam em todas as pessoas;</li>
<li>as metas de redução de peso devem ser realistas. Uma perda de 5% a 10% do peso inicial é considerada uma resposta muito boa, e perdas superiores a 10% são consideradas excelentes;</li>
<li>a perda de peso atinge uma estabilização após o efeito terapêutico máximo, o que pode exigir estratégias adicionais para continuar a redução de peso;</li>
<li>quando o tratamento farmacológico é interrompido, é expetável haver recuperação do peso perdido.</li>
</ul>
<h2>Medicamentos ajudam, mas mudanças no estilo de vida são essenciais</h2>
<p>A obesidade é uma doença crónica que precisa de uma abordagem multidisciplinar, requer um tratamento de longo prazo e estratégias eficazes para a manutenção do peso. Para perder peso, o primeiro passo é adotar um estilo de vida saudável: <a href="https://www.deco.proteste.pt/alimentacao/dietas-emagrecimento/dicas/roda-alimentos-porcoes-diarias-combinacoes" target="_blank" rel="noopener">alimentação equilibrada</a>, menos calorias e <a href="https://www.deco.proteste.pt/saude/exercicio-fisico/dicas/tem-diabetes-pode-deve-praticar-exercicio-fisico" target="_blank" rel="noopener">atividade física</a> regular.</p>
<p>Em caso de obesidade, perder apenas 5% do peso já traz grandes benefícios, como reduzir a pressão arterial, controlar a diabetes e aliviar dores nas articulações.</p>
<p>Quando estas mudanças não são suficientes, os medicamentos podem ser uma ajuda útil, sobretudo para quem tem outras condições de saúde que dificultam o emagrecimento. Contudo, para o sucesso do tratamento, é essencial ter acompanhamento médico e manter um estilo de vida saudável.</p>
</div>
</div>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Eutanásia: o que diz a lei portuguesa e como é o procedimento</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/eutanasia-o-que-diz-a-lei-portuguesa-e-como-e-o-procedimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2025 13:20:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Sapo Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lei da eutanásia foi aprovada em maio de 2023, mas ainda se aguarda a publicação da regulamentação em Diário da República. Três das normas da versão mais recente da lei voltaram a ser declaradas inconstitucionais. Conheça em que casos a morte medicamente assistida não é punível.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Assembleia da República confirmou, a 12 de maio de 2023, a nova versão do diploma sobre a morte medicamente assistida, mas ainda se aguarda a regulamentação da lei, refere a <a href="https://www.deco.proteste.pt/saude/hospitais-servicos/noticias/eutanasia-preve-lei-portugal-como-procedimento" target="_blank" rel="noopener">Decoproteste</a>. A lei da eutanásia só irá entrar em vigor 30 dias depois da publicação da regulamentação. Após o <strong>Tribunal Constitucional ter declarado inconstitucionais três normas da versão mais recente da lei</strong>, esta deverá voltar a votação na Assembleia da República, assim que entre novamente em funções, após o último ato eleitoral, continua a <a href="https://www.deco.proteste.pt/saude/hospitais-servicos/noticias/eutanasia-preve-lei-portugal-como-procedimento" target="_blank" rel="noopener">Decoproteste</a>.</p>
<p>O Tribunal Constitucional declarou a inconstitucionalidade da lei na parte relativa ao modo de intervenção do médico especialista na patologia que afeta o doente – ao não exigir que este seja examinado. Além disso, não vê a necessidade de justificar a objeção de consciência, caso um médico se recuse a realizar o procedimento da morte medicamente assistida. O terceiro ponto de discórdia diz respeito ao método utilizado: segundo o Tribunal Constitucional, não se pode deixar ao doente a decisão de a sua morte ser por suicídio ou eutanásia.</p>
<p>Na Europa, Bélgica, Holanda, Luxemburgo e Suíça também já permitiam a prática de eutanásia. Assim como os estados de Oregon, Vermont, Califórnia e Washington, nos Estados Unidos, o Canadá, o Uruguai e a Colômbia.</p>
<p>Em qualquer um dos países onde a eutanásia já é praticada, o <strong>processo de autorização é complexo</strong> e implica um longo caminho burocrático. Nele, são analisados várias vezes os exames médicos, e o caso clínico é devidamente tratado por uma <strong>comissão</strong>, não apenas por um médico.</p>
<h2>O que prevê a lei em Portugal?</h2>
<p>A <strong>morte medicamente assistida</strong> (não punível) ocorre por decisão da própria pessoa, maior de idade, de nacionalidade portuguesa ou a residir legalmente em território nacional. Essa pessoa deve estar em situação do sofrimento de grande intensidade, com lesão definitiva de gravidade extrema ou doença grave e incurável. E pode praticá-la ou ser ajudada por profissionais de saúde.</p>
<h2>Lei da eutanásia esclarece e clarifica conceitos</h2>
<p>A lei esclarece estes conceitos:</p>
<ul class="bullet-list">
<li><strong>sofrimento de grande intensidade</strong> – aquele que decorre de doença grave e incurável ou de lesão definitiva de gravidade extrema (com grande intensidade, persistente, continuado ou permanente e considerado intolerável pela própria pessoa);</li>
<li><strong>lesão definitiva de gravidade extrema</strong> – trata-se de uma lesão grave, definitiva e amplamente incapacitante que coloca a pessoa em situação de dependência de terceiro ou de apoio tecnológico para a realização das atividades elementares da vida diária, existindo certeza (ou elevada probabilidade) de que essas limitações venham a persistir no tempo sem possibilidade de cura ou de uma melhoria significativa;</li>
<li><strong>doença grave e incurável </strong>– doença que ameaça a vida, em fase avançada e progressiva, incurável e irreversível, que provoca sofrimento de grande intensidade.</li>
</ul>
<p>A morte medicamente assistida só pode ocorrer por umas das seguintes formas:</p>
<ul class="bullet-list">
<li><strong>suicídio medicamente assistido </strong>– quando o doente autoadministra fármacos letais, embora sob supervisão médica;</li>
<li><strong>eutanásia</strong> – quando os fármacos letais são administrados pelo médico ou profissional de saúde habilitado para esse efeito.</li>
</ul>
<p>Contudo, importa referir que a morte medicamente assistida só pode ocorrer através da eutanásia desde que o suicídio medicamente assistido não seja possível de realizar devido a incapacidade física do doente. Este não tem o direito de escolha entre o suicídio medicamente assistido ou a eutanásia, ao contrário do que resultava de uma proposta anterior, que, por via da interpretação, podia permitir essa possibilidade.</p>
<h2>Procedimento</h2>
<p>O <strong>pedido é feito por escrito pelo doente</strong> e dirigido a um médico orientador escolhido pelo requerente. Esse médico tem a seu cargo coordenar toda a informação e assistência ao doente, ou seja, é o interlocutor principal. E emite, no prazo de 20 dias úteis, um parecer fundamentado relativo aos respetivos requisitos. O médico orientador presta também informação e esclarecimento sobre a situação clínica do doente, os tratamentos aplicáveis ao seu caso, nomeadamente na área dos <a href="https://www.deco.proteste.pt/saude/hospitais-servicos/noticias/como-procurar-cuidados-paliativos-continuados-integrados" target="_blank" rel="noopener">cuidados paliativos</a> e respetivo prognóstico. Se a decisão do doente se mantiver, deve ser registada por escrito.</p>
<p>Se o parecer do médico orientador não for favorável à morte medicamente assistida, o procedimento é cancelado e dado por encerrado. Mas poderá ser reiniciado mediante novo pedido de abertura. Por outro lado, se o parecer do médico orientador for favorável, este procede à consulta de outro médico (especialista na doença), que confirma (ou não), entre outras situações previstas na lei, o diagnóstico da situação clínica ou a natureza grave e incurável da doença. Refira-se que o parecer do médico especialista deve ser realizado no prazo de 15 dias úteis.</p>
<p>Se o parecer do médico especialista for favorável, o doente é informado de tal facto pelo médico orientador, que confirma novamente se a vontade do doente se mantém.</p>
<p>Durante o processo, é obrigatório o parecer de um médico especialista em psiquiatria nas seguintes situações:</p>
<ul>
<li>caso subsistam dúvidas sobre a capacidade do doente para solicitar a morte medicamente assistida;</li>
<li>face à possibilidade de perturbação psíquica ou condição médica que afete a sua tomada de decisões.</li>
</ul>
<p>Se o médico especialista em psiquiatria confirmar algumas destas situações, o procedimento é cancelado.</p>
<p>Ainda assim, se os pareceres forem favoráveis, o médico orientador remete cópia do <strong>registo clínico especial</strong> para a Comissão de Verificação e Avaliação dos Procedimentos Clínicos de Morte Medicamente Assistida, solicitando parecer sobre cumprimento do procedimento. Se for favorável, o médico orientador informa o doente, confirmando uma vez mais se é essa a sua vontade.</p>
<h2>Revogação do pedido de eutanásia</h2>
<p>O pedido pode ser revogado a qualquer momento, o que implica o cancelamento do procedimento clínico.</p>
<h2>Concretização do procedimento</h2>
<p>O médico orientador combina <strong>o</strong> <strong>dia, a hora, o local</strong> (escolhido pelo doente; pode ser nos estabelecimentos do Serviço Nacional de Saúde ou no setor privado devidamente licenciado) e o método a utilizar. Deve ainda informar e esclarecer o doente sobre os métodos disponíveis para realizar a morte medicamente assistida. Por exemplo, a autoadministração de fármacos letais pelo doente ou a administração pelo médico (ou profissional de saúde habilitado para o efeito, embora sob supervisão médica) quando o doente esteja impossibilitado de o fazer por a incapacidade física. Nesta matéria, a lei não esclarece a quem compete atestar a incapacidade física do doente ou quem assegura a supervisão médica durante o ato. Aguarda-se a regulamentação da lei para confirmar se estas questões são abrangidas.</p>
<p>Se o <strong>doente ficar inconsciente</strong> antes da data marcada para a realização do procedimento, este é interrompido e não se realiza, exceto se recuperar a consciência e mantiver a decisão.</p>
<h2>Seguro de vida</h2>
<p>A morte medicamente assistida não é fator de exclusão no âmbito de um contrato de seguro. Contudo, depois de iniciado o procedimento clínico, não é possível proceder à alteração das cláusulas de designação dos beneficiários.</p>
<h2>Informação na internet</h2>
<p>A Direção-Geral da Saúde vai disponibilizar na internet uma área com informação sobre a morte medicamente assistida relativa à informação sobre procedimentos clínicos, formulários e documentos, e legislação aplicável.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Prolongue a vida da bateria do seu telemóvel e reduza o consumo: basta seguir estas dicas</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/prolongue-a-vida-da-bateria-do-seu-telemovel-e-reduza-o-consumo-basta-seguir-estas-dicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 14:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Sapo Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao contrário do que possa pensar, não tem de esgotar a bateria para voltar a carregá-la.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esqueça este e outros mitos e leia as dicas para prolongar a vida da bateria do seu telemóvel e, ainda, alguns truques para reduzir o consumo de bateria.</p>
<p><strong>1. Não sujeite o telemóvel a temperaturas elevadas</strong></p>
<p>Se quer que a bateria do seu telemóvel se mantenha em boas condições durante muito tempo, evite sujeitá-la a temperaturas elevadas. Não deixe o dispositivo dentro do carro num dia quente e, durante a condução, evite colocá-lo no tabliê. Uma utilização intensiva do telemóvel num ambiente com elevada temperatura também não é boa ideia (por exemplo, usar os dispositivos na praia durante várias horas seguidas). Alguns jogos que requerem muito poder de processamento também podem causar sobreaquecimento.</p>
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<div id="google_ads_iframe_/125049332/MP_Executive_Digest/ARTICLE_ROS/InContent_0__container__">Se notar que os seus dispositivos móveis atingem uma temperatura elevada, suspenda a sua utilização. Temperaturas de cerca de 40ºC podem afetar tanto o desempenho como a durabilidade das baterias.</div>
</div>
</div>
</div>
<p><strong>2. Não desligue o telemóvel durante o carregamento</strong></p>
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<div id="google_ads_iframe_/125049332/MP_Executive_Digest/ARTICLE_ROS/MPU_1__container__">Não há um benefício específico por desligar o telemóvel durante o carregamento: apenas carrega mais rápido, por não estar a gastar energia.</div>
</div>
</div>
</div>
<p><strong>3. Evite a descarga completa</strong></p>
<p>Carregamentos parciais (por exemplo, entre 20% e 80%) são preferíveis aos completos (de 0% a 100%), para preservar a vida útil da bateria. Ao contrário das baterias de níquel, as de lítio não sofrem do efeito de memória, pelo que é preferível iniciar a carga quando atingir 20% ou 15% de capacidade. Também não tem de realizar a carga até ao fim. Basta que a bateria atinja um nível de carga elevado.</p>
<p><strong>4. Carregue durante a noite</strong></p>
<p>Se deixa o telemóvel ou tablet a carregar durante a noite, saiba que quase todos os dispositivos móveis recentes são suficientemente inteligentes para parar de carregar, o que evita problemas de sobrecarga e sobreaquecimento. O circuito desliga-se assim que a carga máxima é alcançada, embora o carregador mantenha um ligeiro consumo mesmo em standby.</p>
<p><strong>5. Prefira os carregamentos “lentos”</strong></p>
<p>Sempre que possível, recorra a carregadores lentos, com potência até 5 W. Estes contribuem para prolongar a vida da bateria. Os carregamentos rápidos (a 20 W ou mais), por outro lado, poupam tempo, mas podem levar a uma diminuição da capacidade da bateria se forem feitos com muita frequência.</p>
<p><strong>6. Guarde o telemóvel num local fresco</strong></p>
<p>Se o equipamento vai estar parado durante algum tempo, escolha um lugar fresco e seco para o arrumar e deixe a bateria do aparelho com cerca de metade da carga.</p>
<p><strong>7. Não gaste dinheiro em carregadores da marca do telemóvel</strong></p>
<p>Não precisa de comprar um carregador da marca do telemóvel ou que seja muito caro para “poupar” a bateria do telemóvel. Os testes da DECO PROteste a carregadores USB-C revelam que, ao contrário do que se possa pensar, as marcas de carregadores e acessórios para telemóvel disponibilizam aparelhos mais baratos, mas que também são eficientes e seguros. Por isso, não há razão objetiva, além das preferências das marcas, que justifique comprar um carregador mais caro.</p>
<p><strong>Truques para gastar menos bateria</strong></p>
<p>Ative o brilho automático ou adaptativo do ecrã do telemóvel. Nos dispositivos Android, essa opção está em Definições &gt; Visor e luz. Em iOS tem de entrar em Definições &gt; Ecrã e Brilho.</p>
<p>Desative o Bluetooth. Nos dispositivos Android, encontre essa opção em Definições &gt; Redes sem fios. Nos dispositivos iOS entre em Definições &gt; Bluetooth.</p>
<p>Desative a geolocalização ou os serviços de localização. Em Android, entre em Definições &gt; Localização. Nos dispositivos iOS, entre em Definições &gt; Privacidade e segurança &gt; Serviços de localização.</p>
<p>Ative a Economia de energia dos dispositivos Android em Definições &gt; Bateria &gt; Economia de energia. Nos telemóveis com sistema operativo iOS, vá a Definições &gt; Bateria &gt; Modo de baixo consumo.</p>
<p>Tenha em conta que existem vários modos de economia de bateria, dependendo do dispositivo que usa e da versão do sistema operativo que tem instalada. Ao ativar a Economia de energia, irá limitar a sincronização de aplicações, a verificação da localização e a utilização das redes e dos dados móveis em segundo plano. É, ainda, possível reduzir o brilho do ecrã, limitar a velocidade do processador ou desligar o 5G.</p>
<p>Algumas apps consomem muita bateria, mesmo que não as esteja a utilizar. Se não precisar de as utilizar, feche-as. Nos telemóveis Android, para verificar que aplicações consomem mais bateria, aceda a Definições &gt; Manutenção do dispositivo &gt; Bateria &gt; Utilização da bateria. Já nos smartphones com sistema operativo iOS, essa verificação faz-se em Definições &gt; Bateria.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>‘Vishing’: saiba como se proteger das burlas das chamadas internacionais</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/vishing-saiba-como-se-proteger-das-burlas-das-chamadas-internacionais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 13:30:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se o telefone tocar e for um número internacional desconhecido, não atenda nem devolva a chamada.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se receber uma mensagem de proveniência estranha, não responda também. Para identificar estes números, verifique se começam por “00”, por “+” e se têm o indicativo do país. Pode tratar-se de vishing.</p>
<p><strong>Como funciona o vishing?</strong></p>
<p>O vishing é um tipo de esquema criminoso que visa extorquir dados pessoais ou burlar quem recebe as chamadas telefónicas. Do outro lado da linha aparenta estar uma pessoa ou instituição idónea, que o convida a ligar para determinado número ou fornecer determinadas informações. Caso aceda ao pedido e ligue, o consumidor é normalmente confrontado com um atendedor automático, que solicita dados pessoais para suposta “verificação de segurança”. Não só paga pela chamada, cujo custo é propositadamente elevado, como também pode cair na armadilha de conceder dados pessoais.</p>
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<div id="InContentPos1" data-pub-siteid="MP_Executive_Digest" data-pub-pageid="ARTICLE_ROS" data-pub-formatid="InContent" data-pub="appNexus" data-pub-target="economia" data-pub-counted="yes" data-pub-processed="yes" data-observer="true" data-google-query-id="CNq6z5uU1Y0DFQBFHQkdMCw5Rg" data-pub-rendered="yes">
<div id="google_ads_iframe_/125049332/MP_Executive_Digest/ARTICLE_ROS/InContent_0__container__"><strong>O que fazer?</strong></div>
</div>
</div>
</div>
<p>Os países de onde provêm essas chamadas variam, assim como os próprios números. Numa situação como esta, bloqueie imediatamente o contacto indesejado, ainda que tal não impeça que seja novamente contactado de outro número.</p>
<div class="ohrpgifwsq ohrpgifwsq-clearfix ohrpgifwsq-post-inline ohrpgifwsq-float-center ohrpgifwsq-align-center ohrpgifwsq-column-1">
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<div id="MPUPos2" data-pub-siteid="MP_Executive_Digest" data-pub-pageid="ARTICLE_ROS" data-pub-formatid="MPU" data-pub="appNexus" data-pub-target="economia" data-pub-counted="yes" data-pub-processed="yes" data-observer="true" data-pub-rendered="yes" data-google-query-id="CJf8squU1Y0DFZFGHQkdGzwFeQ">
<div id="google_ads_iframe_/125049332/MP_Executive_Digest/ARTICLE_ROS/MPU_1__container__">Pode contactar o seu operador de telecomunicações para pedir informações adicionais. Contudo, como estes números mudam com frequência, provavelmente pouco se poderá fazer. Ainda assim, se inadvertidamente devolver a chamada, relate o ocorrido ao operador, para se salvaguardar caso seja confrontado com faturas astronómicas.</div>
</div>
</div>
</div>
<p>Se atender a chamada e perceber que não conhece quem está no outro lado, desligue-a tão rapidamente quanto possível, sem interagir com o interlocutor. Nunca forneça dados pessoais, nem passwords.</p>
<p>Se, na sequência da chamada telefónica de um número suspeito, lhe for enviada alguma mensagem de SMS ou de e-mail com links, apague-a imediatamente sem clicar. Caso contrário, pode estar a instalar malware no seu telemóvel.</p>
<p>Pode pedir ao seu operador que o impeça de receber chamadas internacionais, mas esteja ciente de que, ao fazê-lo, poderá estar a bloquear chamadas que quer ou precisa de receber, como de familiares que vivem no estrangeiro, por exemplo.</p>
<p><strong>E-mail e apps de mensagens são alternativas</strong></p>
<p>Muitos consumidores têm contactos fora do país, pelo que não estranham se receberem chamadas de um indicativo estrangeiro. Para confirmar se os seus amigos e familiares fora do País fizeram algum contacto, questione-os a esse propósito diretamente.</p>
<p>No caso de os contactos se destinarem a tratar de negócios ou trabalho, canalize-os para outros canais, como o e-mail ou aplicações de mensagens, tais como o WhatsApp e o Messenger, entre outras.</p>
<p>Ainda assim, o e-mail e as apps de mensagens não estão isentos de riscos: também pode ser alvo de burla por estas vias, pelo que deve estar atento. Se receber mensagens de números que desconhece, por exemplo, no WhatsApp, bloqueie sem responder. Se o adicionarem a grupos desconhecidos, rejeite as mensagens e bloqueie, pois essa é uma das vias habituais para a partilha de links maliciosos.</p>
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<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>Mito ou realidade: beber água às refeições engorda? E beber água em jejum ajuda a emagrecer?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/mito-ou-realidade-beber-agua-as-refeicoes-engorda-e-beber-agua-em-jejum-ajuda-a-emagrecer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 15:45:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> Veja as respostas.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A água não fornece calorias, pelo que pode ser ingerida durante as refeições. O mesmo não é verdade para outras bebidas. E beber água em jejum, será que ajuda a emagrecer? Veja a resposta.</p>
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<p>Da rede pública ou engarrafada, a águanão é uma fonte de calorias. Por isso, não engorda.</p>
<p>Já outros líquidos com alguma percentagem de água, como <a href="https://www.deco.proteste.pt/alimentacao/produtos-alimentares/dicas/sumo-de-frutos-ou-nectar-qual-o-mais-sumarento1" target="_blank" rel="noopener">s</a><a href="https://www.deco.proteste.pt/alimentacao/produtos-alimentares/dicas/sumo-de-frutos-ou-nectar-qual-o-mais-sumarento1" target="_blank" rel="noopener noreferrer">umos, refrigerantes ou outras bebidas açucaradas</a>, pode fazer aumentar o peso. Estas bebidas não são aconselhadas no dia a dia porque representam um acréscimo de açúcares simples, que podem contribuir para o excesso de peso, cáries dentárias, etc. Ainda assim, se gosta de beber sumosao almoço ou ao jantar, opte pelos naturais: contêm apenas o açúcar da fruta, logo, são mais saudáveis. Além disso, <a href="https://www.deco.proteste.pt/eletrodomesticos/equipamentos-cozinha/dicas/liquidificadores-e-centrifugadoras-faca-sumos-criativos-100-naturais" target="_blank" rel="noopener noreferrer">podem ser feitos em casa facilmente</a>.</p>
<p>O ideal é beber água sempre. A água desempenha um papel muito importante na alimentação de qualquer pessoa, independentemente de estar a fazer dieta. Trata-se de uma substância fundamental para o funcionamento do organismo, pois participa na regulação térmica, na elaboração das secreções digestivas, na reparação e na construção dos tecidos, na transferência dos nutrientes e na eliminação de impurezas. Como uma parte se perde naturalmente, por exemplo, através da urina ou da transpiração, tem de haver reposição de líquidos, mesmo que não haja sensação de sede.</p>
<p>Numa pessoa saudável, a necessidade de água varia com a quantidade perdida, o regime alimentar, o estado de saúde, o esforço físico e as condições atmosféricas. Em média, as necessidades de água podem variar entre 1,5 e 3 litros por dia.</p>
<p>Outro mito sobre beber água é que ajuda a emagrecer se ingerir em jejum. Um grande copo de água bebido de manhã, ao acordar, ajuda a evitar a prisão de ventre e os cálculos renais. Mas daí a se assumir que contribui para emagrecer vai um longo caminho. Para que haja <a href="https://www.deco.proteste.pt/alimentacao/dietas-emagrecimento/dicas/ementas-para-perder-peso" target="_blank" rel="noopener noreferrer">perda de peso</a>, é fundamental modificar maus hábitos alimentares e ter o balanço energético negativo, ou seja, gastar mais calorias do que as que ingere  e comer a cada 3 horas, por exemplo.</p>
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<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>Como evitar burlas com chamadas internacionais de números desconhecidos</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/como-evitar-burlas-com-chamadas-internacionais-de-numeros-desconhecidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2025 10:50:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já lhe aconteceu o telefone tocar e tratar-se de um número internacional desconhecido? Não atenda nem devolva estas chamadas para não ser alvo de burla.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se o telefone tocar e for um número internacional desconhecido, não atenda nem devolva a chamada, refere a <a href="https://www.deco.proteste.pt/casa-energia/tarifarios-tv-net-telefone/dicas/como-evitar-burlas-chamadas-internacionais-numeros-desconhecidos" target="_blank" rel="noopener">DecoProteste</a>. Se receber uma mensagem de proveniência estranha, não responda também. Para identificar estes números, verifique se começam por “00”, por “+” e se têm o indicativo do país. Pode tratar-se de vishing, alerta a <a href="https://www.deco.proteste.pt/casa-energia/tarifarios-tv-net-telefone/dicas/como-evitar-burlas-chamadas-internacionais-numeros-desconhecidos" target="_blank" rel="noopener">DecoProteste</a>.</p>
<p>Como funciona o vishing?<br />
O vishing é um tipo de esquema criminoso que visa extorquir dados pessoais ou burlar quem recebe as chamadas telefónicas. Do outro lado da linha aparenta estar uma pessoa ou instituição idónea, que o convida a ligar para determinado número ou fornecer determinadas informações. Caso aceda ao pedido e ligue, o consumidor é normalmente confrontado com um atendedor automático, que solicita dados pessoais para suposta &#8220;verificação de segurança&#8221;. Não só paga pela chamada, cujo custo é propositadamente elevado, como também pode cair na armadilha de conceder dados pessoais.</p>
<p>O que fazer?<br />
Os países de onde provêm essas chamadas variam, assim como os próprios números. Numa situação como esta, bloqueie imediatamente o contacto indesejado, ainda que tal não impeça que seja novamente contactado de outro número.</p>
<p>Pode contactar o seu operador de telecomunicações para pedir informações adicionais. Contudo, como estes números mudam com frequência, provavelmente pouco se poderá fazer. Ainda assim, se inadvertidamente devolver a chamada, relate o ocorrido ao operador, para se salvaguardar caso seja confrontado com faturas astronómicas.</p>
<p>Se atender a chamada e perceber que não conhece quem está no outro lado, desligue-a tão rapidamente quanto possível, sem interagir com o interlocutor. Nunca forneça dados pessoais, nem passwords.</p>
<p>Se, na sequência da chamada telefónica de um número suspeito, lhe for enviada alguma mensagem de SMS ou de e-mail com links, apague-a imediatamente sem clicar. Caso contrário, pode estar a instalar malware no seu telemóvel.</p>
<p>Pode pedir ao seu operador que o impeça de receber chamadas internacionais, mas esteja ciente de que, ao fazê-lo, poderá estar a bloquear chamadas que quer ou precisa de receber, como de familiares que vivem no estrangeiro, por exemplo.</p>
<p>E-mail e apps de mensagens são alternativas<br />
Muitos consumidores têm contactos fora do País, pelo que não estranham se receberem chamadas de um indicativo estrangeiro. Para confirmar se os seus amigos e familiares fora do País fizeram algum contacto, questione-os a esse propósito diretamente.</p>
<p>No caso de os contactos se destinarem a tratar de negócios ou trabalho, canalize-os para outros canais, como o e-mail ou aplicações de mensagens, tais como o WhatsApp e o Messenger, entre outras.</p>
<p>Ainda assim, o e-mail e as apps de mensagens não estão isentos de riscos: também pode ser alvo de burla por estas vias, pelo que deve estar atento. Se receber mensagens de números que desconhece, por exemplo, no WhatsApp, bloqueie sem responder. Se o adicionarem a grupos desconhecidos, rejeite as mensagens e bloqueie, pois essa é uma das vias habituais para a partilha de links maliciosos.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>Com as férias &#8220;ao virar da esquina&#8221; saiba como evitar burlas quando reserva casa</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/com-as-ferias-ao-virar-da-esquina-saiba-como-evitar-burlas-quando-reserva-casa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 May 2025 13:10:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<category><![CDATA[Viagens&Resorts]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ir para uma casa que já conhece ou recorrer aos contactos de amigos podem ser formas de evitar burlas. Saiba os cuidados a ter quando procura casa para férias.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para evitar dissabores, há alguns cuidados a ter sempre que procura uma casa para férias. O fator <strong style="font-weight: 600 !important;">confiança</strong> é fundamental neste tipo de negócio. É aconselhável recorrer a um imóvel no qual já tenha passado férias. Os contactos de uma pessoa amiga ou de um conhecido também podem ser úteis. Assim saberá que a casa existe e que se encontra no local indicado, refere a <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/dicas/como-evitar-burlas-casas-ferias" target="_blank" rel="noopener">DecoProteste</a>.</p>
<p>Há vários <strong style="font-weight: 600 !important;">anúncios na internet</strong> ou nos jornais cujos imóveis não pertencem a quem, supostamente, os disponibiliza. Os falsos anúncios podem, ainda, ser publicados nas secções de anúncios de redes sociais. Por vezes, nem sequer se localizam no sítio indicado porque as imagens são editadas. Por estas razões, deve procurar casa para férias em plataformas ou jornais fiáveis, avança a <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/dicas/como-evitar-burlas-casas-ferias" target="_blank" rel="noopener">DecoProteste</a>.</p>
<p>Comece por confirmar no anúncio o <strong style="font-weight: 600 !important;">número de registo </strong>do estabelecimento de alojamento local (AL) e, de seguida, confirme-o no <a style="font-weight: 800;" href="https://registos.turismodeportugal.pt/" target="_blank" rel="noopener">site do Turismo de Portugal</a>. Assim, ficará a saber a localização da casa, quem é o seu titular e os respetivos elementos de identificação (contribuinte, telefone e e-mail).</p>
<p><strong style="font-weight: 600 !important;">Evite precipitações</strong>, sobretudo na altura de pagar e quando a reserva for feita através da internet. Tenha em atenção alguns cuidados específicos para o caso de recorrer a plataformas como o Airbnb.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="font-weight: 800;">1. Desconfie se for barato</h2>
<p>Desconfie sempre de <strong style="font-weight: 600 !important;">ofertas demasiado boas</strong>, como casas com preços muito baixos, que se encontrem, por exemplo, muito bem decoradas ou equipadas e com vista privilegiada para o mar.</p>
<p>Se a oferta for, realmente, apetecível, deve <strong style="font-weight: 600 !important;">comparar ofertas idênticas</strong> no mesmo local e, se for o caso, <strong style="font-weight: 600 !important;">pedir para visitar a casa</strong>. Pense duas vezes se notar alguma resistência por parte do proprietário em fazê-lo. Desculpas como residir no estrangeiro são habituais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="font-weight: 800;">2. Pesquise em várias plataformas</h2>
<p>As <strong style="font-weight: 600 !important;">comissões </strong>cobradas aos proprietários variam consoante a plataforma, e o mesmo apartamento pode estar anunciado em vários sítios com preços diferentes. Procure a melhor oferta. Lembre-se de verificar se os sites são seguros antes de avançar.</p>
<h2 style="font-weight: 800;">3. Visite o imóvel</h2>
<p>Quer tome conhecimento do imóvel através de anúncio de jornal, plataforma na internet ou rede social ou contacto direto, se possível, <strong style="font-weight: 600 !important;">é</strong> <strong style="font-weight: 600 !important;">aconselhável que o visite primeiro</strong>. Por vezes, as fotografias criam uma imagem diferente da que vai encontrar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="font-weight: 800;">4. Não ceda a pressões</h2>
<p>Um sinal de que pode estar a ser alvo de burla é se o pressionarem a tomar uma decisão rápida, por exemplo, com o argumento de que têm outras pessoas interessadas e que deve fazer o pagamento do sinal para garantir a reserva. <strong style="font-weight: 600 !important;">Demore o tempo que precisar </strong>até se sentir confiante com o negócio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="font-weight: 800;">5. Confirme antes de pagar</h2>
<p>Antes de entregar um sinal para reservar a casa para férias através da internet, confirme:</p>
<ul>
<li>numa pesquisa na internet, se há <strong style="font-weight: 600 !important;">anúncios semelhantes, com as mesmas fotos</strong>, ou se há <strong style="font-weight: 600 !important;">denúncias de burlas</strong> sobre aquele anúncio;</li>
<li>a veracidade do anunciado, <strong style="font-weight: 600 !important;">pedindo outras fotos</strong> do interior da habitação, além das anunciadas, e perguntando sobre os equipamentos ou serviços associados;</li>
<li>a <strong style="font-weight: 600 !important;">identidade do anunciante </strong>ou da pessoa com quem tem contactado por e-mail ou telefone (por exemplo, perfis de anúncios em redes sociais com registos muito recentes na plataforma, e com poucos &#8220;amigos&#8221;, são um sinal de alerta);</li>
<li>se a identidade do <strong style="font-weight: 600 !important;">titular da conta bancária </strong>a depositar coincide com a do anunciante. Ao fazer transferência confirme previamente o nome do titular da conta;</li>
<li>se o anunciante tem uma <strong style="font-weight: 600 !important;">conta bancária estrangeira</strong>;</li>
<li>se o <strong style="font-weight: 600 !important;">contacto de telemóvel </strong>que lhe foi dado se mantém ativo desde o primeiro contacto (pode simular uma nova chamada a reservar o imóvel para o mesmo período e confirmar se continua disponível);</li>
<li>caso faça um pagamento e receba um e-mail ou uma mensagem indicando que houve um problema e o dinheiro não chegou ao destino,<strong style="font-weight: 600 !important;"> confirme a situação junto do banco antes de fazer um novo pagamento</strong>. Pode ser um esquema para tentar que pague o valor uma segunda vez. Se desconfiar de burla, cancele imediatamente a ordem de pagamento. Com sorte, pode ser que o burlão não chegue a receber;</li>
<li>se não obtiver validação do perfil de utilizador durante o processo de registo na plataforma online, <strong style="font-weight: 600 !important;">não avance para o pagamento de qualquer reserva de casa</strong>, nem dê autorizações para pagamentos através do cartão de crédito.</li>
</ul>
<p><strong style="font-weight: 600 !important;">Desconfie </strong>sempre que lhe solicitarem algum pagamento através de cheque, dinheiro ou recurso a serviços de transferência em dinheiro. Em algumas situações, as vítimas podem ser confrontadas a pagar, no primeiro contacto, metade do valor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="font-weight: 800;">6. Reclame se correr mal</h2>
<p>Quando a casa não corresponde ao anunciado (pelas fotos ou condições de alojamento, por exemplo) deve pedir o <a style="font-weight: 800;" href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/orcamento-familiar/dicas/livro-reclamacoes-preencher-seguir-queixa/como-reclamar-preencher" target="_blank" rel="noopener">livro de reclamações</a> em formato físico, que os estabelecimentos de alojamento local são obrigados a ter.</p>
<p>Em caso de reclamação, o original da folha é enviado para a <strong style="font-weight: 600 !important;">Autoridade de Segurança Alimentar e Económica</strong> (ASAE), a entidade responsável pelo cumprimento da lei. O titular da exploração do alojamento local está, ainda, obrigado a ter no seu site da internet (caso o tenha), em local visível e de forma destacada, o acesso à plataforma digital que disponibiliza formato eletrónico do livro de reclamações. A principal vantagem deste meio para reclamar é facilitar a apresentação de reclamação em qualquer lugar e momento, mesmo que já tenha abandonado o local onde ocorreram os factos que deram origem à reclamação. Além disso, a resposta é mais rápida, uma vez que tem de ser emitida no prazo de 15 dias</p>
<p>Da parte dos turistas há a obrigatoriedade de <strong style="font-weight: 600 !important;">não danificar o imóvel e os equipamentos</strong> e de entregar o imóvel como encontrado.</p>
<p>Em caso de conflito, apresente queixa na <strong style="font-weight: 600 !important;">plataforma Reclamar</strong>, da DECO PROteste.</p>
<h2 style="font-weight: 800;">7. Denuncie as burlas</h2>
<p>Se perceber que foi burlado, <a style="font-weight: 800;" href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/orcamento-familiar/noticias/denuncia-crimes-online-sem-ter-ir-esquadra" target="_blank" rel="noopener">participe imediatamente o caso</a> às autoridades policiais, munido de toda a documentação que tiver reunido: anúncio, e-mails, fotografias e comprovativos de pagamento.</p>
<ul>
<li>Deverá fazer a denúncia na <strong style="font-weight: 600 !important;">Polícia de Segurança Pública </strong>(PSP) ou na Guarda Nacional Republicana (GNR).</li>
<li>Caso a burla seja online, pode igualmente fazer a participação através do e-mail do <strong style="font-weight: 600 !important;">Gabinete de Cibercrime da Procuradoria‑Geral da República</strong> (<a style="font-weight: 800;" href="mailto:cibercrime@pgr.pt">cibercrime@pgr.pt</a>).</li>
<li>Também pode dar conhecimento de burlas online ao <strong style="font-weight: 600 !important;">Centro Nacional de Cibersegurança </strong>(<a style="font-weight: 800;" href="mailto:cert@cert.pt">cert@cert.pt</a>), embora esta comunicação não tenha valor de denúncia.</li>
<li>Se tiver chegado a fazer um pagamento, comunique a burla ao seu <strong style="font-weight: 600 !important;">banco</strong>.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="font-weight: 800;">Alojamento local: como divulgar</h2>
<p>Antes de prestar <a style="font-weight: 800;" href="https://www.deco.proteste.pt/dinheiro/impostos/noticias/alojamento-local-manual-instrucoes" target="_blank" rel="noopener">serviços de alojamento local</a>, confirme se existem limites para obter a <strong style="font-weight: 600 !important;">licença</strong>. Há várias formas de divulgar o imóvel, mas algumas implicam comissões a sítios de internet.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="font-weight: 800;">Como evitar burlas no Airbnb</h2>
<p>Embora os casos de burla possam ocorrer em qualquer plataforma de reservas de alojamento, a visibilidade do <strong style="font-weight: 600 !important;">Airbnb</strong> torna-o num alvo preferencial. Por isso, ao fazer uma reserva neste site, deve tomar algumas precauções.</p>
<p>O Airbnb aconselha os utilizadores a fazerem <strong style="font-weight: 600 !important;">todos os contactos com os proprietários</strong> – desde a reserva ao pagamento – <strong style="font-weight: 600 !important;">na própria plataforma</strong>. Isto porque, nalguns tipos de burla, é fundamental que o utilizador abandone a plataforma para que o esquema seja bem-sucedido.</p>
<p>Alegando que a aplicação do Airbnb não funciona bem no seu computador, por exemplo, o proprietário convence o utilizador a manter contacto através de e-mail ou WhatsApp, mostrando-se, habitualmente, disponível para prestar todo o tipo de esclarecimentos, embora não aceite ser contactado diretamente através de chamada de voz. Está criado o engodo. A determinada altura, o proprietário envia os dados bancários ao hóspede, que acabará por pagar pela reserva de uma casa que não existe.</p>
<p><strong style="font-weight: 600 !important;">Desconfie</strong>, por isso, se um proprietário lhe enviar um NIB para que faça uma <strong style="font-weight: 600 !important;">transferência bancária</strong>. Os pagamentos das reservas no <strong style="font-weight: 600 !important;">Airbnb</strong> devem ser sempre feitos na plataforma, que tem um <strong style="font-weight: 600 !important;">sistema próprio de pagamentos</strong>. Na maioria dos casos, as contas indicadas correspondem a bancos estrangeiros, o que pode dificultar a identificação dos autores do crime de burla.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="font-weight: 800;">Cuidado com os sites que imitam o Airbnb</h2>
<p style="font-weight: 400;">Há esquemas que também envolvem o Airbnb, mas que têm origem noutros sites. A partir desses anúncios, os utilizadores são levados a clicar em links, acreditando que estão a ser reencaminhados para a página do Airbnb. Na verdade, estão a aceder a <strong style="font-weight: 600 !important;"><a style="font-weight: 800;" href="https://www.deco.proteste.pt/tecnologia/telemoveis/dicas/spoofing-mensagens-falsas-usurpam-identidade-levam-burlas" target="_blank" rel="noopener">páginas fraudulentas que imitam quase na perfeição a primeira</a></strong>.</p>
<p style="font-weight: 400;">Por este motivo, não abra links que supostamente o reencaminham para o Airbnb, seja através de um anúncio externo à plataforma ou no seguimento de um contacto mantido com um falso proprietário.</p>
<p style="font-weight: 400;">Não envie também informação sensível para <strong style="font-weight: 600 !important;">endereços de e-mail suspeitos</strong> (como &#8220;apoio@airbnb-lease.ltd&#8221;, por exemplo).</p>
<p style="font-weight: 400;">Pesquisar pela casa de férias diretamente na plataforma e não em motores de busca ajuda a evitar este tipo de problema. Para maior segurança, digite manualmente o endereço do Airbnb – www.airbnb.com ou www.airbnb.pt – na barra de pesquisa do seu browser.</p>
<p style="font-weight: 400;">A plataforma do <a style="font-weight: 800;" href="https://www.airbnb.com/report-phishing" target="_blank" rel="noopener">Airbnb faculta uma página online para denunciar o URL</a> de sites falsos. Esta página destina-se apenas a denunciar sites suspeitos.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Com as férias no horizonte, o que fazer quando há problemas com a reserva do hotel?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/com-as-ferias-no-horizonte-o-que-fazer-quando-ha-problemas-com-a-reserva-do-hotel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 May 2025 08:30:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Prazeres]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens&Resorts]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=424493</guid>

					<description><![CDATA[<p>O hotel onde gostaria de passar férias não aceita crianças. Legal ou ilegal? Saiba como resolver os problemas mais frequentes ao fazer uma reserva.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph" data-type="ALineParagraphController" data-rendering="Paragraph" data-datasource="f1104d4d-19ac-4e28-926d-e1da8cd9824e">
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<p>Hotéis que não aceitam crianças, cobrança indevida por cancelamento de reservas, quartos muito diferentes dos que viu nas brochuras ou na Net, problemas nas instalações, preços cobrados excessivos&#8230; É extenso o rol de situações desagradáveis que podem ocorrer num momento em que se quer sopas e descanso. Saiba o que fazer para evitar contratempos nas férias, refere a <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/dossies/hoteis-fazer-ha-problemas" target="_blank" rel="noopener">DecoProteste</a>.</p>
<h2>Crianças não permitidas, sim ou não?</h2>
<p>A <strong>lei dos empreendimentos turísticos</strong> refere que a acesso aos hotéis é livre, mas pode ser recusado a quem perturbe o seu “funcionamento normal”. Os estabelecimentos podem invocar a idade, como critério genérico, para limitar as reservas apenas a adultos? No entender do Turismo de Portugal, as únicas limitações admissíveis ao princípio do livre acesso aos empreendimentos turísticos constam do regime jurídico, onde não se enquadra a recusa de acesso a crianças ou menores. Ainda assim, defende que &#8220;nada impede que um empreendimento turístico esteja vocacionado para determinado segmento do mercado e como tal publicite a sua oferta&#8221;. Contudo, a DECO PROteste defende que tal apenas é possível desde que não se afete a liberdade de escolha dos pais.</p>
<p>A <strong>recusa do acesso</strong> só pode fundamentar-se &#8220;em causas objetivas&#8221;, já que o acesso aos hotéis é livre. Concretizando: &#8220;Pessoas que perturbem, ou sejam suscetíveis [&#8230;] de perturbar, o normal funcionamento do estabelecimento, designadamente em situações de embriaguez, prática de desacatos ou similares.&#8221; Se lhe foi vedada a entrada com crianças num hotel, sem uma justificação que considere válida, peça o livro de reclamações ou pondere o recurso ao <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/cidadania/dicas/livro-reclamacoes-preencher-seguir-queixa" target="_blank" rel="noopener">livro de reclamações</a> eletrónico.</p>
</div>
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<h2><strong>Problemas com reservas</strong></h2>
<ul>
<li><strong>Fez a sua reserva por telefone, e-mail ou plataforma online, mas ao chegar ao hotel não existe essa indicação. </strong>Qualquer que seja a forma como efetuou a reserva, leve sempre consigo um documento com a confirmação, em papel ou formato digital, com as características principais da reserva.</li>
<li><strong>O cliente faz uma reserva e desiste da mesma, mas o hotel cobra-lhe o preço de uma noite.</strong> Quando o prazo para anular a reserva não é respeitado (por exemplo, o cliente cancela com dez horas de antecedência), o estabelecimento costuma cobrar o valor de uma dormida. Esta prática é frequente, mas só é possível desde que o cliente tenha dado o seu acordo (com a confirmação de compra ou pagamento de sinal, por exemplo).</li>
<li><strong>O cliente reserva um quarto com determinadas características (por exemplo, quarto triplo com banho) e é-lhe atribuído um quarto diferente (por exemplo, um quarto duplo com duche). </strong>Estes problemas podem ser evitados se, ao efetuar a reserva, pedir o respetivo comprovativo e exigir que o mesmo confirme os pormenores essenciais para si. Caso não obtenha o quarto que reservou, tente resolver a questão com o responsável do hotel. Se a substituição não for possível, exija uma compensação: redução do preço ou outros serviços, por exemplo.</li>
</ul>
<h2><strong>Lotação completa</strong></h2>
<p><strong>Chega ao hotel e é informado de que a lotação está completa. </strong>Tem o direito de pedir ao hotel que o ajude a encontrar alojamento semelhante ao contratado. O hotel, onde fez a reserva, suportará as despesas decorrentes dessa mudança. Se o hotel se recusar a fazê-lo, poderá apresentar reclamação recorrendo à <a href="https://www.deco.proteste.pt/reclamar?int_source=decoproteste&amp;int_medium=newsarticle&amp;int_term=&amp;int_content=&amp;int_campaign=reclamar2025" target="_blank" rel="noopener noreferrer">plataforma Reclamar</a> da DECO PROteste, ao Turismo de Portugal, à ASAE ou ao livro de reclamações físico ou eletrónico. Numa segunda fase, pode, ainda, recorrer às entidades alternativas de resolução de litígios de consumo. Tem o direito de exigir uma indemnização pelos danos sofridos, caso o hotel se recuse a indemnizar de forma “amigável”.</p>
<h2>Problemas no quarto</h2>
<ul class="bullet-list">
<li><strong>Os bens do consumidor são furtados dentro do quarto de hotel. </strong>Ao contrário do que muitas vezes consta nos avisos, os hotéis são responsáveis pelos furtos ocorridos dentro dos quartos.</li>
<li><strong>Um dos equipamentos do seu quarto está avariado (por exemplo, o ar condicionado) e não é possível mudar de quarto.</strong> Se os equipamentos existentes no quarto apresentarem defeitos, deverá deslocar-se à receção e exigir a mudança de quarto ou a reparação da avaria. Se a solução não for satisfatória, tente negociar a redução do preço ou uma compensação, como, por exemplo, meia pensão sem suplemento.</li>
</ul>
<h2>Cobrado preço excessivo</h2>
<p>Normalmente, os hotéis cobram valores muito elevados por serviços como consumo de bebidas do minibar ou lavandaria. Porém, os preços têm de estar afixados em local visível em cada quarto e no balcão da receção. O aconselhável é consultar o preçário antes de solicitar qualquer serviço extra. Caso o hotel tente cobrar um valor mais alto do que o afixado, poderá tratar-se de um crime de especulação. Neste caso, o cliente deverá apresentar queixa à ASAE, no livro de reclamações físico ou eletrónico. Também poderá apresentar a sua queixa na <a href="https://www.deco.proteste.pt/reclamar?int_source=decoproteste&amp;int_medium=newsarticle&amp;int_term=&amp;int_content=&amp;int_campaign=reclamar2025" target="_blank" rel="noopener noreferrer">plataforma Reclamar</a>. Tal não inviabiliza que apresente <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/dicas/como-apresentar-queixa-policia-7-passos" target="_blank" rel="noopener">queixa junto das autoridades</a>, dado que a especulação está tipificada como crime.</p>
<h2>Situações de greve</h2>
<p>Em caso de greve, existe o direito de reclamação, mas é sempre necessário ter em conta a situação concreta, pois trata-se de um motivo de força maior. Existem diversos fatores em causa, como a taxa de ocupação e os efeitos colaterais que a greve possa ter (os hotéis também dependem dos seus fornecedores).</p>
<h2>Onde reclamar</h2>
<p>Pode fazer uma queixa na <strong>plataforma Reclamar</strong>. A DECO PROteste junta o seu nome à reclamação, para dar mais peso à mensagem. Se quiser, deixe o caso visível na lista de reclamações públicas, para aumentar a pressão sobre o hotel.</p>
<p>Além disso, existem entidades próprias para fazer as suas denúncias em caso de problemas.</p>
<ul>
<li><a href="http://www.turismodeportugal.pt/pt/Paginas/homepage.aspx" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Turismo de Portugal</strong></a>: de acordo com o regime atualmente em vigor, todos os lesados, pelo incumprimento ou cumprimento defeituoso dos contratos celebrados com as agências de viagens e turismo, beneficiam de uma proteção especial. Pode, desde logo, apresentar queixa no livro de reclamações tradicional ou eletrónico da agência de viagens, que deverá enviar o original da folha de reclamação para o Turismo de Portugal. As agências de viagens são convidadas a pronunciar-se sobre as mesmas e incentiva-se a resolução amigável do conflito. Quando este objetivo não é alcançado e em causa está um pedido de reembolso cuja apreciação compete à Comissão Arbitral, o processo a que a reclamação deu origem é instruído e submetido a esta entidade para apreciação.</li>
<li><a href="https://www.asae.gov.pt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE)</strong></a>: autoridade administrativa nacional especializada no âmbito da segurança alimentar e da fiscalização económica. O site disponibiliza<strong> </strong>formulários específicos para apresentar queixas e denúncias, bem como ajuda no preenchimento correto do livro de reclamações.</li>
<li>Entidades alternativas de litígios de consumo.</li>
</ul>
</div>
</div>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cartão social eletrónico: saiba como pode beneficiar</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/cartao-social-eletronico-saiba-como-pode-beneficiar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2025 08:50:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Criado a pensar nas famílias carenciadas, o cartão social eletrónico tem como objetivo ajudar na compra de bens alimentares. Mas há exclusões na lista, como álcool e refrigerantes. Saiba quais os montantes e quem pode aceder a este apoio.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoas em situação de carência económica e risco de exclusão social, em Portugal Continental, estão na linha da frente para receberem o<strong> cartão eletrónico social, refere a <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/cidadania/noticias/cartao-social-eletronico-como-funciona-apoio-compra-alimentos" target="_blank" rel="noopener">DecoProteste </a></strong>Este apoio foi criado para ajudar na compra de <strong>géneros alimentícios e de bens de primeira necessidade</strong> e tem duração prevista até janeiro de 2027. De momento, são já cerca de 39 mil os consumidores a beneficiarem deste auxílio, o que corresponde a 13 960 cartões entregues a responsáveis pelo agregado familiar, e que podem contar com uma rede de 865 estabelecimentos comerciais aderentes, avança a <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/cidadania/noticias/cartao-social-eletronico-como-funciona-apoio-compra-alimentos" target="_blank" rel="noopener">DecoProteste</a>.</p>
<p>O cartão social eletrónico vem substituir de forma gradual o <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/supermercado/noticias/precos-estao-aumentar-alimentos" target="_blank" rel="noopener">cabaz alimentar</a>, igualmente distribuído por <strong>famílias carenciadas</strong>. Estimado para abranger 120 mil pessoas, ainda não cumpriu esse objetivo. Quem não recebeu ainda o cartão, continua a beneficiar do cabaz alimentar. Os primeiros cartões foram distribuídos em fevereiro de 2025. Setúbal, Alcácer do Sal, Grândola, Sines e Santiago do Cacém inauguraram a iniciativa, que, entretanto, já foi alargada a todo o território continental.</p>
<h2>Posso beneficiar do cartão social eletrónico?</h2>
<p>São as entidades coordenadoras e distribuidoras, parceiras do programa, e que prestam auxílio aos mais carenciados, que decidem quais são as famílias que passam a receber o cartão eletrónico social e quais as que se mantêm com o cabaz alimentar. Esta avaliação é realizada em função do perfil dos agregados. O objetivo é que o cartão social eletrónico atinja entre 45 e 55 mil destinatários que beneficiem de ajuda alimentar no âmbito do Programa Pessoas 2030, financiado pelo Fundo Social Europeu Mais (FSE+). Atualmente, abrange cerca de 39 mil consumidores.</p>
<h2>Qual o valor do cartão?</h2>
<p>O cartão social eletrónico é carregado mensalmente. O valor de base é de 50,95 euros, a atribuir ao responsável pelo agregado familiar. Os restantes membros da família, maiores ou menores de idade, recebem 35,67 euros, ou seja, 70% dos 50,95 euros.</p>
<h2>Que alimentos podem ser comprados?</h2>
<p>O princípio orientador é o da alimentação nutricionalmente adequada, o que inclui laticínios, massas, arroz, leguminosas, pescado, carne, azeite e hortícolas. Saiba a lista completa:</p>
<ul>
<li>bebidas de soja;</li>
<li>gorduras alimentares;</li>
<li>iogurtes;</li>
<li>leite;</li>
<li>natas;</li>
<li>ovos;</li>
<li>queijo;</li>
<li>alimentação infantil;</li>
<li>bebidas quentes;</li>
<li>cereais de pequeno-almoço;</li>
<li>especiarias e condimentos;</li>
<li>gorduras líquidas;</li>
<li>produtos básicos;</li>
<li>produtos de padaria;</li>
<li>refeições;</li>
<li>bacalhau e pescado congelado a granel;</li>
<li>charcutaria e queijaria;</li>
<li>frutas e legumes;</li>
<li>padaria e pastelaria;</li>
<li>peixaria;</li>
<li>refeições refrigeradas;</li>
<li>talho.</li>
</ul>
<h2>Que alimentos não estão incluídos?</h2>
<p>Na ótica de uma dieta e de um estilo de vida saudável, o álcool e os refrigerantes estão interditos.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Foi multado? Calma: saiba como reclamar de uma multa de trânsito</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/foi-multado-calma-saiba-como-reclamar-de-uma-multa-de-transito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2025 11:50:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Carros]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se cometer uma contraordenação de trânsito, perde pontos, paga pela infração e arrisca-se a ficar sem carta. Mas, caso não concorde, pode contestar.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph" data-type="ALineParagraphController" data-rendering="Paragraph" data-datasource="9c3b8c55-ac48-485b-97cf-45dff330cf1a">
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<p class="Default">«Em regra, tem <strong>15 dias úteis</strong>, após a notificação, para o fazer, sem ter de pagar custas. Tem também 15 dias para apresentar defesa, caso não concorde com o motivo. Para o efeito, deve usar o <a href="http://www.ansr.pt/Contraordenacoes/Formularios/Pages/default.aspx" target="_blank" rel="noopener">formulário respetivo</a>, disponível na página da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), e não tem de constituir advogado, embora esse apoio possa ser útil», refere a DecoProteste.</p>
<p class="Default">«Em alternativa, pode fazer um <strong>depósito no prazo de 48 horas</strong>, num valor igual ao da coima. Esse prazo conta-se a partir do ato de fiscalização ou da notificação por via postal, consoante os casos. Isso permite-lhe apresentar a sua defesa, e, se lhe derem razão, o montante que depositou é-lhe devolvido. Se não apresentar defesa dentro do prazo e tiver feito o depósito, este converte-se automaticamente em pagamento definitivo. Já apresentar defesa sem efetuar o depósito pode resultar num aumento do valor da coima, se vier a ser condenado. <strong>Pagar a coima de imediato</strong> significa que reconhece ter praticado a contraordenação e, por isso, perde a oportunidade de reaver o dinheiro», acrescenta a DecoProteste.</p>
<h2 class="Default">Fazer o depósito ou pagar a coima</h2>
<p class="Default">Se for <strong>notificado presencialmente</strong> e decidir fazer o depósito, o agente emite o respetivo título, dando-lhe indicações sobre o procedimento a seguir. O pagamento pode ser feito em qualquer estação dos <strong>CTT </strong>ou em postos da rede <strong>Payshop</strong>. Também pode pagar por <strong>multibanco </strong>ou <strong>homebanking</strong>, através da opção <strong>“Pagamento de Serviços”</strong>. Depois de efetuada a operação, guarde prova do pagamento (por exemplo, o talão do multibanco ou o ficheiro comprovativo de transferência online).</p>
<p class="Default">Recebendo a <strong>notificação por correio</strong>, o prazo de 48 horas para fazer o depósito (ou o de 15 dias úteis para pagar a coima ou apresentar defesa) começa a contar no dia em que assina o aviso de carta registada, ou três dias depois, no caso de ter sido assinada por outra pessoa. Se a notificação for recebida por carta simples, o que acontecerá se, num momento anterior, a carta registada for devolvida, considera-se que foi notificado cinco dias depois da data de envio indicada no envelope da carta. Ao sexto dia, começa a contar o prazo.</p>
<h2 class="Default">Pode apresentar defesa em 15 dias</h2>
<p class="Default">Pode fazer o depósito, cujo montante corresponde ao valor mínimo da coima, antes de <strong>apresentar defesa</strong>. Tem <strong>15 dias úteis</strong> para enviar a sua defesa, através de <strong>carta registada com aviso de receção</strong>, para a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) – Parque de Ciências e Tecnologia de Oeiras, Avenida de Casal de Cabanas, Urbanização de Cabanas Golf, n.º 1, Tagus Park, 2734-507 Barcarena –, ou, se for outra, para a entidade indicada no auto. Também pode <a href="http://www.ansr.pt/Pages/EntidadesAtendimentoPresencial.aspx" target="_blank" rel="noopener noreferrer">entregá-la em mão</a> na Secção de Contraordenações do Comando Distrital da PSP ou no Gabinete de Atendimento ao Cidadão do Comando Distrital ou no destacamento de trânsito da sua área de residência. Pode, ainda, optar pelo e-mail, desde que a defesa seja <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/cidadania/dicas/como-pedir-chave-movel-digital-assinar-distancia" target="_blank" rel="noopener">assinada digitalmente</a>, para <a href="mailto:mail@ansr.pt">mail@ansr.pt</a>.</p>
<p class="Default">A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) disponibiliza um <a href="http://www.ansr.pt/Contraordenacoes/Formularios/Documents/F305%20-%20Apresenta%C3%A7%C3%A3o%20de%20Defesa.1.pdf" target="_blank" rel="noopener">formulário para o efeito</a>. Faça uma descrição da sua versão dos acontecimentos e, dependendo do caso, reúna testemunhas (no máximo três) que tenham presenciado a ocorrência ou solicite uma cópia do registo fotográfico do radar, por exemplo. Deve, ainda, indicar o número do auto (canto superior direito da notificação) e a sua identificação e, no final, não se esqueça de assinar (se não for representado por outra pessoa).</p>
<p class="Default">Não há prazo definido para que a sua defesa receba resposta, mas esta constará da decisão administrativa que for proferida.</p>
<p class="Default">Caso a ANSR lhe dê razão, tendo feito o depósito vai <strong>reaver o valor</strong> que entregou. O mesmo acontece se a coima prescrever. Assim, se não tiver resposta <strong>até dois anos depois</strong> de ter cometido a infração, peça informações sobre o processo. Se estiver prescrito sem ter havido condenação definitiva, peça o reembolso do montante que entregou como depósito.</p>
</div>
</div>
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<p>Em caso de dúvidas sobre os seus direitos, contacte o <a href="https://www.deco.proteste.pt/info/os-nossos-servicos/contactos" target="_blank" rel="noopener">serviço de informação</a> da DECO PROteste.</p>
<h2></h2>
</div>
</div>
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<p>Se ainda não é subscritor, descubra esta e outras vantagens.</p>
<p><a class="btn btn--primary btn--large" role="button" href="https://descobrir.deco.proteste.pt/?prm_id_c=PTARCTA&amp;cop_id_c=Conver_CTA&amp;par_id_c=Article_Conversion_CTA&amp;bContext=eyJ3ZWJzaXRlVHlwZSI6ImNvbnN1bWVycy1jb250ZW50IiwidXNlclN0YXR1cyI6IkFub255bW91cyIsImlzTG9naW4iOiJmYWxzZSIsImNvbW1lcmNpYWxTdGF0dXMiOiJQcm9zcGVjdCIsImNvbW1lcmNpYWxJZGVudGl0eSI6IkFub255bW91cyBVc2VyIiwicGFnZVR5cGUiOiJ0aXAtam91cm5hbGlzdGljIiwiY29udGVudFR5cGUiOiJlZGl0b3JpYWwgY29udGVudCIsImN1bHR1cmUiOiJwdC1QVCIsImlzRmFrZSI6ImZhbHNlIiwiaXNUZWNobmljYWwiOiJmYWxzZSIsImlzSW50ZXJuYWxIdW1hbiI6ImZhbHNlIiwidGVjaG5pY2FsUmVzcG9uc2libGVOYW1lIjoiTWFnZGEgQ2FuYXMiLCJhdXRob3JOYW1lIjoiUGF1bGEgU29maWEgU2lsdmEgZSBBbGRhIE1vdGEiLCJkYXRlUHVibGlzaGVkIjoiMjAyNS0wNS0wNiIsInBhZ2VBY2Nlc3NNb2RlIjoib3BlbiIsInRoZW1lIjoiQXV0byIsInN1YlRoZW1lIjoiY2Fycm9zLWVsZXRyaWNvcyIsInVzZXJfc3RhdHVzIjoibm90X2Nvbm5lY3RlZCIsIlVSTFBhZ2UiOiJodHRwczovL3d3dy5kZWNvLnByb3Rlc3RlLnB0L2F1dG8vY2Fycm9zLWVsZXRyaWNvcy9kaWNhcy9mb2ktbXVsdGFkby1zYWliYS1jb21vLXJlY2xhbWFyIiwiSXRlbUlEIjoiZTFhN2IzN2ItN2Q2NC00NTk5LWIzY2EtNTEwOGVmODA5YTZhIiwicGFnZUxhbmd1YWdlIjoicHQifQ%3D%3D" target="_blank" rel="noopener">Subscrever</a></p>
</div>
</div>
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<h2>Como consultar o processo?</h2>
<p>Para a apresentação de defesa pode ser útil consultar o processo. Enquanto durar o pedido de consulta de processo, é suspenso o prazo para apresentação da defesa. O mesmo não acontece se tiver apresentado recurso.</p>
<p>Pode pedir para consultar o processo recorrendo ao <a href="http://www.ansr.pt/Contraordenacoes/Formularios/Pages/default.aspx" target="_blank" rel="noopener">formulário adequado</a> disponível no portal da ANSR. Pode também fazer o pedido de consulta através de <a href="mailto:mail@ansr.pt" target="_blank" rel="noopener">e-mail</a>, desde que faça a assinatura digital, pessoalmente ou por correio registado, recorrendo aos contactos indicados acima.</p>
<p>O pedido de consulta no âmbito de um processo relativo a infração leve de estacionamento proibido, abusivo ou indevido deve ser apresentado perante as entidades indicadas na notificação.</p>
<h2>Não fui eu, o que devo fazer?</h2>
<p>Para identificar o condutor responsável por uma infração, caso não tenha sido o proprietário, use o <a href="http://www.ansr.pt/Contraordenacoes/Formularios/Pages/default.aspx" target="_blank" rel="noopener">formulário respetivo</a>. A identificação deve ser comunicada nos 15 dias úteis após a notificação.</p>
<h2>Atrasei-me. Posso pagar fora do prazo?</h2>
<p>O pagamento fora do prazo implica a liquidação de custas. Podem acrescer outros montantes previstos na lei, cuja responsabilidade seja do arguido.</p>
<p>A lei não prevê que se possa solicitar o alargamento do prazo de pagamento.</p>
<h2>Posso pagar uma coima em prestações?</h2>
<p>É possível solicitar o pagamento da coima em prestações em qualquer fase, até o processo seguir para a fase de execução. Para solicitar o faseamento, deve preencher o <a href="http://www.ansr.pt/Contraordenacoes/Formularios/Pages/default.aspx" target="_blank" rel="noopener">formulário adequado</a>. O pedido pode ser enviado ou apresentado por um dos meios já indicados.</p>
<p>Para fazer o pagamento da coima em prestações, é preciso que estejam reunidos os seguintes pressupostos:</p>
<ul>
<li>a coima inicial prevista para a contraordenação deve ser igual ou superior a 204 euros;</li>
<li>o valor de cada prestação tem de ser, no mínimo, de 50 euros;</li>
<li>o prazo de pagamento não pode ser superior a 12 meses.</li>
</ul>
<p>A falha no pagamento de uma das prestações conduz ao cancelamento do plano prestacional, sendo exigido o pagamento integral do valor em dívida.</p>
<h2>Como saber se há coimas a pagamento?</h2>
<p>Consegue saber se há coimas por pagar no <a href="https://portalcontraordenacoes.ansr.pt/_layouts/pages/login.aspx?ReturnUrl=/_layouts/Authenticate.aspx?Source%3d%252F%255Flayouts%252Fpages%252Fdefault%252Easpx&amp;Source=/_layouts/pages/default.aspx" target="_blank" rel="noopener">portal das Contraordenações Rodoviárias</a>. Entre com as credenciais de acesso ao portal das Finanças e verifique a sua situação.</p>
<h2>Multa ou coima?</h2>
<p>Embora as duas designações sejam, normalmente, usadas de forma indistinta, há diferenças entre as coimas e as multas.</p>
<p>A <strong>multa é mais grave</strong>, por ter <strong>natureza criminal</strong>, enquanto a <strong>coima </strong>decorre de uma <strong>contraordenação</strong>. As entidades que as aplicam também não são as mesmas. Apesar de, em ambos os casos, a ação de fiscalização ser levada a cabo por autoridades como a PSP, no caso da multa, a decisão sobre a pena a aplicar cabe ao tribunal. Já a coima pode ser aplicada por uma entidade administrativa, como a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária ou a Autoridade Tributária.</p>
<p>Em comum têm apenas o facto de serem sanções pecuniárias e, portanto, implicarem o pagamento de uma quantia em dinheiro.</p>
<p>Além das penas pecuniárias e de eventuais sanções acessórias, as contraordenações de trânsito têm <strong>repercussões na carta de condução dos infratores</strong>, através de um <a href="https://www.deco.proteste.pt/auto/carros-eletricos/noticias/carta-conducao-pontos-conheca-regras" target="_blank" rel="noopener">sistema de pontos</a> que, no pior dos cenários, pode mesmo resultar na cassação da carta.</p>
</div>
</div>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Saiba que cuidados deve ter quando levantar dinheiro</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/saiba-que-cuidados-deve-ter-quando-levantar-dinheiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 May 2025 16:30:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tem um cartão de débito, de crédito ou com as duas funções? Para as ATM Euronet esse pormenor faz diferença. Explicamos o que pode ser cobrado nestas caixas automáticas, de acordo com o seu tipo de cartão.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns consumidores levantam dinheiro nas ATM da rede Euronet e, mais tarde, percebem que pagaram comissões pela operação. Sim, isto é possível, mas tudo depende do cartão que está a usar. Saiba que cuidados deve ter, alerta a DecoProteste</p>
<p>Alguns consumidores levantaram dinheiro nas ATM da rede Euronet e, mais tarde, perceberam que pagaram comissões pela operação. Sim, isto é possível, mas tudo depende do cartão que está a usar.</p>
<p>Ao utilizar um cartão dual (crédito e débito) numa caixa Euronet é a função de crédito que é assumida por defeito, ao contrário do que acontece num Multibanco, que assume a de débito. Isto acontece porque a Euronet não tem ligação à rede nacional gerida pela SIBS. É como se utilizasse o cartão fora do País. Logo, um levantamento é assumido como adiantamento de dinheiro (cash-advance) e está sujeito a uma comissão cobrada pela entidade emissora do cartão e prevista no preçário. O valor ronda os € 4, acrescidos de uma percentagem de cerca de 4% do montante levantado, sujeitos a imposto de selo.</p>
<p>As caixas automáticas Euronet mostram um aviso no ecrã sobre a possibilidade de os bancos cobrarem comissões pelo levantamento de dinheiro, mas a mensagem não é esclarecedora.</p>
<p>A utilização de um cartão de débito nestas caixas não está sujeita à cobrança de comissões, pois a lei proíbe-o. Pode fazer pagamentos, levantamentos ou transferências interbancárias sem custos.</p>
<p>Utilizar um cartão de crédito, e dependendo das operações, pode estar sujeito a comissões quer na rede Multibanco quer na rede Euronet.</p>
<p><strong>Débito, crédito ou ambos: o que os distingue</strong><br />
Os cartões de débito permitem efetuar movimentações diretamente na conta bancária que lhe está associada. Quando fazemos um pagamento num estabelecimento comercial ou levantamos dinheiro numa caixa automática, o valor é automaticamente descontado no saldo da conta à ordem.</p>
<p>Os cartões de crédito, por sua vez, têm um montante de crédito associado que é onde, geralmente, são efetuados os movimentos bancários quando o cartão é utilizado. A conta bancária que lhe está associada só é movimentada quando paga o extrato mensal da conta-cartão.</p>
<p>Há ainda cartões duais. Isto significa que o cartão pode operar na rede que lhe está associada (Visa, Mastercard ou American Express) e na rede Multibanco. Com o mesmo cartão consegue movimentar diretamente a conta à ordem e recorrer à conta-cartão associada.</p>
<p>Para saber se o seu cartão é dual, confirme junto do seu banco.</p>
<ul>
<li>Para mais informações consulte este <strong><a href="https://www.deco.proteste.pt/dinheiro/contas-ordem/noticias/cobranca-de-comissoes-nas-atm-euronet-depende-do-cartao-utilizado" target="_blank" rel="noopener">link</a></strong></li>
</ul>
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