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	<title>Forever Young &#8211; Forever Young</title>
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	<description>Para se sentir sempre jovem. Viva com mais sentido, 55+ com atitude.</description>
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	<title>Forever Young &#8211; Forever Young</title>
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		<title>Jejum intermitente: benefícios reais e o que deve saber antes de começar (com cuidados simples para não errar)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 09:30:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO BEM-ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra o que diz a ciência sobre o jejum intermitente, seus benefícios para a saúde e os cuidados essenciais para uma prática segura e eficaz.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O jejum intermitente tem dominado as conversas sobre saúde e emagrecimento nos últimos anos. Entre promessas de perda rápida de peso e rejuvenescimento celular, não faltam histórias de sucesso. Mas o que a ciência realmente diz sobre esta prática?</p>
<p>Este artigo desmonta alguns mitos e apresenta o que foi apurado por pesquisas confiáveis. Vai encontrar informações sobre os efeitos do jejum na perda de peso, na saúde metabólica e digestiva, os riscos possíveis e como fazê-lo de forma prática e segura.</p>
<h2>O jejum intermitente não é mais eficaz para perder peso do que dietas tradicionais</h2>
<p>Embora seja considerado por muitos uma arma para emagrecer, uma revisão rigorosa de 22 estudos clínicos concluiu que o jejum intermitente não promove uma perda de peso superior a dietas convencionais de restrição calórica. A perda média de peso corporal ficou abaixo dos 5%, limite geralmente considerado clinicamente relevante para melhorias significativas na saúde. Ou seja, apesar da popularidade, a sua eficácia para emagrecer rapidamente não está garantida em relação a outras dietas já conhecidas.</p>
<h2>Benefícios para a saúde metabólica e cardiovascular</h2>
<p>Para além da perda de peso, o jejum intermitente tem um conjunto de efeitos positivos na saúde metabólica. Pode ajudar a regular os níveis de colesterol e triglicerídeos, aumentar a sensibilidade à insulina e contribuir para a prevenção do diabetes tipo 2. Estes benefícios são importantes, pois influenciam diretamente o risco de doenças como a diabetes e problemas cardíacos.</p>
<p>Outra vantagem mencionada é a redução da inflamação corporal e a ativação da autofagia, um processo de reciclagem celular que ajuda a proteger o organismo contra doenças cardiovasculares e neurodegenerativas. Esta função é fundamental para um envelhecimento mais saudável e para manter o corpo funcional por mais tempo.</p>
<h2>O jejum favorece a saúde digestiva e o equilíbrio intestinal</h2>
<p>O sistema digestivo também ganha com períodos regulares de descanso proporcionados pelo jejum. Durante o jejum, as células intestinais têm espaço para regenerar-se, reforçando a integridade do microbioma intestinal e reduzindo a inflamação crónica no intestino. Estes efeitos ajudam a evitar problemas comuns como a fadiga crónica e alergias, fortalecendo o sistema imunitário.</p>
<h2>Cuidados a ter na prática do jejum intermitente</h2>
<p>Apesar dos benefícios, o jejum intermitente deve ser feito com cautela. Efeitos colaterais comuns incluem cansaço, insónia, náusea, dor de cabeça e fraqueza muscular, sobretudo se for praticado sem acompanhamento ou por quem não deve. Não é aconselhado a crianças, grávidas, pessoas a amamentar, idosos ou quem tenha condições médicas graves.</p>
<p>Durante o jejum, apenas a ingestão de água, chás e café sem açúcar ou adoçantes é permitida. O café é um aliado comum, mas pode aumentar a acidez gástrica e causar desconforto em pessoas sensíveis. Portanto, deve ser consumido com moderação e atenção às reações do organismo.</p>
<h2>O papel do hormônio do crescimento e a prevenção da flacidez</h2>
<p>O jejum aumenta os níveis do hormônio do crescimento, conhecido por ajudar na queima de gordura e no aumento da massa muscular. Este processo pode prevenir a flacidez, um problema que muitos enfrentam quando perdem peso ou envelhecem. Este efeito reforça o potencial do jejum não só na saúde metabólica, mas também na manutenção da tonicidade e vitalidade do corpo.</p>
<h2>Conclusão prática: como aproveitar o jejum intermitente com segurança</h2>
<p>Para tirar o máximo partido do jejum intermitente, é importante definir o objetivo claro, seja ele a saúde metabólica, a regeneração celular ou controlar o peso. Deve-se também consultar um profissional de saúde para avaliar se esta prática é adequada, sobretudo em casos de condições médicas ou fragilidades.</p>
<p>Durante a fase de alimentação, prefira refeições equilibradas e naturais, evitando ultraprocessados que anulam benefícios. Use o jejum como uma ferramenta, não como uma solução milagrosa para emagrecer.</p>
<p>Por fim, preste atenção aos sinais do corpo. Se surgirem sintomas negativos, reveja a duração e frequência do jejum ou suspenda-o conforme orientação especializada. Assim, o jejum pode tornar-se um aliado para uma vida mais equilibrada e saudável.</p>
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		<item>
		<title>Truques e dicas para ter sempre aquele bom ar que todos invejam</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/truques-e-dicas-para-ter-sempre-aquele-bom-ar-que-todos-invejam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 10:14:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com alguns truques simples, é possível recuperar a vitalidade do rosto e aliviar o ar de cansaço, recuperando uma pele com aparência mais saudável</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Faça uma massagem facial</strong></p>
<p>Um dos segredos de beleza de quem está sempre com o rosto fresco é recorrer a uma massagem facial.</p>
<p>Com movimentos suaves, aumenta a circulação sanguínea, melhora a oxigenação da pele e estimula os músculos faciais. Aproveite o momento do banho para fazer a massagem.</p>
<p><strong>Consuma alimentos ricos em colágeno</strong></p>
<p>O colágeno é uma substância produzida naturalmente pelo nosso corpo que funciona como uma cola unindo as células e os tecidos. A partir dos 30 anos, a nossa produção de colágeno diminui e começamos a apresentar sinais de flacidez.</p>
<p>Para repor o colágeno, você pode recorrer a produtos cosméticos, mas também é possível reforçar a sua produção através da alimentação.</p>
<p>Invista no consumo de alimentos como ovos, folhas verde-escuras, alho, abacate e frutas ricas em vitamina C e E e antioxidantes.</p>
<p><strong>Mergulhe o rosto em água gelada</strong></p>
<p>Encha uma bacia com água gelada, coloque muitas pedras de gelo e mergulhe o rosto rapidamente. Este truque ajuda a fechar os poros e alivia as olheiras.</p>
<p><strong>Hidrate-se </strong></p>
<p>Uma pele desidratada é uma pele sem vida. Por isso, é essencial manter a hidratação do corpo em dia. Beba um copo de água fresca assim que acordar e procure beber no mínimo 2 litros de água durante o dia.</p>
<p><strong>Compressa de chá de camomila</strong></p>
<p>Faça um chá concentrado usando a planta seca e deixe-o arrefecer no frigorifico. Humedeça um pedaço de algodão e aplique no rosto, principalmente na região das olheiras, durante pelo menos 10 minutos. Se não tiver erva seca, utilize saquinhos de chá.</p>
<p>&nbsp;</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Ciência tem a solução para cozinhar os melhores ovos: o único problema é o tempo, cerca de 32 minutos</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/ciencia-tem-a-solucao-para-cozinhar-os-melhores-ovos-o-unico-problema-e-o-tempo-cerca-de-32-minutos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 16:50:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cientistas italianos desenvolveram um método ideal para cozinhar claras e gemas de ovos perfeitamente - mas esteja preparado para gastar 32 minutos.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para cozinhar os ovos com a máxima perfeição, os cientistas desenvolveram um método que preserva o sabor e as qualidades nutricionais da gema e da clara do ovo: a cozedura em ciclos.</p>
<p>Mas a técnica não é tão simples quanto fazer uma omelete. Como a gema e a clara do ovo não cozinham à mesma velocidade, a primeira começa a solidificar a 65 graus Celsius, enquanto a segunda fica sólida a 85 graus. Para resolver o problema, tivemos que ser criativos, garantem os cientistas.</p>
<p class="asset asset-text">A solução foi publicada <a title="Nova janela" href="https://www.nature.com/articles/s44172-024-00334-w" target="_blank" rel="noopener">na revista <em>Communications Engineering</em></a><em> .</em> Investigadores italianos que estudaram o assunto indicam que, para cozinhar um ovo é preciso escolher uma &#8220;temperatura de compromisso&#8221;. No caso de um ovo cozido durante 12 minutos a 100 graus, todas as partes do produto acabam por ficar com uma temperatura muito mais alta do que o necessário.</p>
<p class="asset asset-text">Por outro lado, para ter um ovo perfeito, cozido entre 60 e 70 graus durante uma hora, o calor é ótimo para a gema, mas muito baixo para que as proteínas da clara se agreguem. E no ovo cozido (durante seis minutos a 100 graus), é a gema que não é cozida o suficiente, observam os autores.</p>
<p class="asset asset-text">Usando um programa de computador para simular e analisar fluxos de fluidos e as suas interações com superfícies sólidas, os autores conseguiram determinar as etapas para obter clara e gema de ovo perfeitamente cozidas. A solução é usar duas panelas: uma com água fervente a 100 graus e outra com água a 30 graus, e transferir o ovo de uma para a outra a cada dois minutos, durante exatamente 32 minutos.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sabe o que acontece se deixar o carro parado com o ar condicionado ligado durante muito tempo?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/sabe-o-que-acontece-se-deixar-o-carro-parado-com-o-ar-condicionado-ligado-durante-muito-tempo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 10:02:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos dias quentes, é comum procurar conforto dentro do carro, especialmente com o ar-condicionado ligado. </p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Embora os carros novos possam suportar o uso do ar-condicionado parado durante um tempo prolongado, os riscos para a saúde são consideráveis. A intoxicação por monóxido de carbono é uma ameaça real, especialmente em veículos mais antigos ou modificados.</p>
<p>A recomendação é clara: evite permanecer por longos períodos dentro de um carro parado com o ar-condicionado ligado, especialmente se for para dormir. A segurança deve sempre estar em primeiro lugar.</p>
<p>Em termos de danos para o veículo, não há grande preocupação. Os carros modernos são projetados para suportar longos períodos parados com o ar-condicionado ligado.</p>
<p>Se a temperatura exterior estiver alta, o sistema de ventilação do motor é acionado para reduzir o calor, enquanto o próprio sistema do ar-condicionado possui mecanismos para arrefecer os seus componentes.</p>
<p>No entanto, o consumo de combustível pode ser significativo. Carros pequenos podem consumir entre 1 e 2 litros de combustível por hora.</p>
<p>A principal preocupação é com a saúde das pessoas. Carros novos ou seminovos, sem modificações no sistema de escape, geralmente não apresentam grandes riscos.</p>
<p>Contudo, há registos trágicos de pessoas que perderam a vida ao ficarem dentro de carros com o ar-condicionado ligado durante longos períodos.</p>
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]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Intestino permeável: o que a ciência realmente diz sobre a síndrome que tomou conta da Internet</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/intestino-permeavel-o-que-a-ciencia-realmente-diz-sobre-a-sindrome-que-tomou-conta-da-internet/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 14:32:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO BEM-ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A síndrome do intestino permeável é real ou mito? Explicamos o que a ciência diz, o que funciona e o que é apenas tendência viral sem provas.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já ouviu falar em «intestino permeável»? Se passa algum tempo nas redes sociais, é provável que sim. O termo aparece em vídeos virais, posts de influenciadores e até em rótulos de suplementos. Mas será que esta síndrome existe mesmo? E, mais importante, o que pode realmente fazer para cuidar do intestino?</p>
<p>A resposta é menos simples do que parece. E merece atenção, porque entre a ciência séria e as modas digitais há um fosso enorme.</p>
<h2>O que diz a medicina sobre o intestino permeável</h2>
<p>A síndrome do intestino permeável não é, neste momento, um diagnóstico médico reconhecido. Segundo a Cleveland Clinic, trata-se de uma condição hipotética baseada num fenómeno real: a permeabilidade intestinal aumentada. Ou seja, o conceito tem uma base científica, mas a forma como é promovido nas redes vai muito além do que a evidência sustenta.</p>
<p>A permeabilidade intestinal é uma característica documentada em doenças como a doença inflamatória intestinal e a doença celíaca. Contudo, os cientistas consideram-na geralmente um sintoma dessas doenças, e não a causa.</p>
<p>Para que o revestimento intestinal fique de facto comprometido, é necessário um ataque significativo ao organismo. Falamos de doenças crónicas, uso prolongado de certos medicamentos, abuso de álcool ou radioterapia. A teoria de que fatores do dia a dia, como dieta ou stress, possam por si só desgastar a barreira intestinal ainda não foi confirmada pela ciência.</p>
<h2>Então o que afeta a barreira intestinal?</h2>
<p>Embora a síndrome em si não tenha validação clínica, há fatores que influenciam a saúde da barreira intestinal. A investigação aponta para vários mecanismos relevantes.</p>
<p>O butirato, um ácido gordo de cadeia curta produzido pela fermentação de fibras no cólon, é essencial para manter as junções entre as células intestinais intactas. Quando há défice de butirato, essas junções podem enfraquecer, segundo a investigadora Carla Peluso, da SYNLAB.</p>
<p>As dietas ocidentais, ricas em gordura e energia, têm sido associadas ao aumento da permeabilidade intestinal. Este padrão alimentar pode levar à chamada endotoxemia metabólica, provocada pela absorção de componentes bacterianos que normalmente não atravessariam a parede do intestino.</p>
<p>A vitamina D também entra na equação. Estudos em modelos animais sugerem que a sua deficiência pode enfraquecer a mucosa intestinal, tornando-a mais vulnerável a danos.</p>
<h2>O eixo intestino e cérebro: uma ligação que começa cedo</h2>
<p>Um estudo da Universidade de Nova Iorque, publicado na revista <em>Gastroenterology</em> em 2026, trouxe dados surpreendentes. O stress durante a infância pode alterar o desenvolvimento da ligação entre o intestino e o cérebro, causando problemas digestivos que perduram pela vida fora. Na investigação, crianças dinamarquesas cujas mães tinham depressão não tratada apresentaram mais problemas digestivos, incluindo síndrome do intestino irritável.</p>
<p>É um lembrete de que a saúde intestinal não se resume ao que se come. O contexto emocional e psicológico também conta.</p>
<h2>O que funciona, segundo a ciência</h2>
<p>Se a síndrome do intestino permeável permanece no campo das hipóteses, as formas de cuidar do intestino estão bem documentadas.</p>
<p>Os alimentos fermentados, como iogurte, kefir, kombucha e chucrute, podem povoar o intestino com bactérias benéficas. Segundo a nutricionista Dalia Perelman, de Stanford, estes alimentos contêm compostos que reduzem a inflamação e ajudam a manter o revestimento intestinal saudável.</p>
<p>A dieta mediterrânica também mostra resultados promissores. Em dois ensaios clínicos de 2025, participantes com síndrome do intestino irritável que adotaram esta dieta durante quatro a seis semanas viram melhorias na dor abdominal, inchaço, diarreia e obstipação, segundo investigadores do Massachusetts General Hospital.</p>
<p>Há até descobertas curiosas sobre bactérias específicas. A <em>Roseburia inulinivorans</em> foi associada a melhores resultados de força muscular. Idosos com níveis detetáveis desta bactéria apresentaram maior força de preensão manual, e ratinhos suplementados com ela aumentaram a força nas patas em 30%, segundo investigadores das universidades de Almería e Leiden.</p>
<h2>Cuidado com o que lê na internet</h2>
<p>A gastroenterologista Lisa Ganjhu, do NYU Langone Health, alerta: «Não há regulação na internet para informação de saúde. Qualquer pessoa pode dizer qualquer coisa, mas isso não significa que esteja correta.» O número de seguidores não equivale a expertise médica.</p>
<p>Antes de seguir conselhos de saúde intestinal encontrados nas redes, vale a pena verificar se a informação vem de fontes com base científica. Aposte em alimentos ricos em fibra, inclua fermentados na rotina e, se tiver sintomas persistentes, consulte um gastroenterologista. O intestino merece atenção séria, não tendências passageiras.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Respirar pela boca está a envelhecer o corpo e o cérebro mais depressa do que imagina</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/respirar-pela-boca-esta-a-envelhecer-o-corpo-e-o-cerebro-mais-depressa-do-que-imagina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 11:35:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO BEM-ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ciência confirma: respirar pelo nariz atrasa o envelhecimento celular, protege os pulmões e melhora a memória. Descubra porquê e o que pode mudar já hoje.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Respira pelo nariz ou pela boca? A resposta a esta pergunta simples pode estar a determinar a velocidade a que o corpo envelhece. A ciência mostra que o nariz não serve apenas para cheirar. É um filtro biológico que protege os pulmões, melhora a circulação e até atrasa o envelhecimento das células.</p>
<p>O problema é que cerca de 50% das crianças e uma fatia significativa de adultos respiram habitualmente pela boca, muitas vezes sem saber. A rinite alérgica, que afeta cerca de 40% da população, é uma das principais culpadas, segundo o Portal Otorrino.</p>
<h2>O que acontece quando se respira pelo nariz</h2>
<p>Cada pessoa respira aproximadamente 23 000 vezes por dia, inalando entre 12 000 e 17 000 litros de ar. Quando essa respiração passa pelo nariz, o ar é aquecido, humidificado e filtrado antes de chegar aos pulmões. Sem estas funções, aumentam as infeções pulmonares, as alergias respiratórias e os episódios de faringite crónica, segundo a Pedralbes Clinic.</p>
<p>Mas há um benefício menos conhecido. A cavidade nasal produz óxido nítrico (NO), um vasodilatador natural que melhora a circulação sanguínea, fortalece o sistema imunitário e atrasa o envelhecimento celular. Ou seja, cada inspiração pelo nariz é uma pequena dose de proteção.</p>
<h2>Os pulmões têm prazo de validade</h2>
<p>Segundo um estudo internacional liderado pela Prof. Judith García-Aymerich, do Instituto de Saúde Global de Barcelona, e publicado pela BBC, o pico da função pulmonar ocorre entre os 20 e os 25 anos. A partir daí, começa um declínio natural.</p>
<p>A Associação Pulmonar Americana indica que a capacidade vital forçada (CVF) pode diminuir cerca de 0,2 litros por década, mesmo em pessoas saudáveis que nunca fumaram. A CVF saudável situa-se entre 3 e 5 litros. Respirar pela boca de forma crónica acelera esse declínio, porque os pulmões recebem ar sem filtrar, sem aquecer e sem humidificar.</p>
<h2>O cérebro também sofre</h2>
<p>A respiração nasal rítmica e profunda está associada à sincronização de ondas cerebrais no córtex, fundamentais para a aprendizagem e a consolidação da memória, segundo estudos referenciados por universidades como Stanford e USP.</p>
<p>Pelo contrário, a apneia do sono, frequentemente consequência da respiração bucal, é um fator de risco significativo para o declínio cognitivo. A privação intermitente de oxigénio durante a noite afeta a arquitetura do sono e prejudica a formação e recuperação de memórias, segundo a Clínica OtoOne.</p>
<h2>Nas crianças, os danos podem ser permanentes</h2>
<p>Em idade de crescimento, respirar pela boca pode provocar deformidades faciais potencialmente irreversíveis: face afilada, lábio superior curto, má oclusão dentária e palato alto que reduz o tamanho da própria cavidade nasal, segundo o Dr. Luciano Moreira, do Portal Otorrino.</p>
<p>Uma criança que não respira bem à noite tem má oxigenação e sono fragmentado. Isso interfere na memória, no humor e na capacidade de aprendizagem, alerta o Dr. Elierson Rocha, da Afya São Lucas.</p>
<h2>Até no desporto faz diferença</h2>
<p>Segundo estudos da Universidade do Colorado, citados pela Pedralbes Clinic, corredores que respiram pelo nariz alcançam maior velocidade e resistência em comparação com os que respiram pela boca. A respiração nasal melhora a oxigenação, reduz a sensação de fadiga e otimiza a recuperação após o esforço.</p>
<h2>O que pode fazer já hoje</h2>
<p>Preste atenção à forma como respira durante o dia. Se dá por si com a boca aberta enquanto trabalha ao computador ou vê televisão, é provável que o faça também durante a noite. Se tem congestão nasal frequente, consulte um otorrinolaringologista para descartar rinite alérgica ou desvio de septo, que afeta cerca de 20% da população.</p>
<p>Respirar pelo nariz é gratuito, natural e, segundo a ciência, uma das formas mais simples de proteger os pulmões, o cérebro e a juventude do corpo. Comece por fechar a boca. O nariz sabe o que fazer.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Luz azul e envelhecimento da pele: Mito, problema real ou marketing?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/luz-azul-e-envelhecimento-da-pele-mito-problema-real-ou-marketing/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 09:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO BEM-ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A luz azul dos ecrãs envelhece mesmo a pele? Uma dermatologista e vários estudos respondem,  e a resposta é mais matizada do que o que lhe tentam vender.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há uma pergunta que circula cada vez mais nas conversas sobre skincare: será que os ecrãs, nomeadamente  o telemóvel, o computador ou o tablet estão a envelhecer a pele? A indústria cosmética respondeu com uma vaga de protetores solares com &#8216;filtro de luz azul&#8217;. A ciência tem uma resposta diferente, mais honesta e mais útil.</p>
<h2>O que diz a dermatologia</h2>
<p>A dermatologista Iolanda Pereira foi directa à revista Máxima em julho de 2025: <em>&#8220;A luz azul dos telemóveis não envelhece da mesma forma que a exposição solar.&#8221;</em> Esta afirmação resume o estado actual do conhecimento médico sobre o tema: o efeito existe, mas a comparação com o sol não tem proporcionalidade.</p>
<p>A exposição solar — raios UVA e UVB — continua a ser responsável por até 80% dos sinais visíveis de envelhecimento cutâneo. É o principal factor de foto-envelhecimento extrínseco. A luz azul dos ecrãs fica muito aquém desta escala.</p>
<h2>O que é o &#8216;fotoenvelhecimento digital&#8217; e o que não é</h2>
<p>O conceito de fotoenvelhecimento digital tem base científica. A luz azul pertence ao espectro visível de alta energia (HEV) e pode penetrar mais fundo na pele do que a luz UV. Pode causar stress oxidativo nas células da pele, o que contribui para a degradação de colagénio e elastina — responsáveis pela firmeza e elasticidade. E perturba o ritmo circadiano e a produção de melatonina, o que afecta o sono e, indirectamente, a regeneração cutânea nocturna.</p>
<p>O problema não é que estes efeitos sejam inventados. É que a intensidade da luz de um ecrã é incomparavelmente inferior à intensidade da luz solar. A distância a que se usa o telemóvel e o número de horas de exposição não se traduz num risco de envelhecimento comparável ao de uma manhã na praia sem protecção.</p>
<h2>O que a evidência diz sobre os protetores com filtro de luz azul</h2>
<p>A Veja Saúde analisou em dezembro de 2025 os dilemas do protetor solar, incluindo as alegações de produtos com filtro de luz azul. A conclusão foi que a evidência para dano cutâneo significativo por luz azul de ecrãs ainda é limitada — e que o protetor solar convencional continua a ser a prioridade para qualquer pessoa preocupada com o envelhecimento da pele.</p>
<p>A MAGG publicou em agosto de 2025 uma entrevista com uma especialista sobre fotoproteção em que a questão dos protetores com filtro de luz azul foi abordada: alguns dermatologistas consideram-nos desnecessários para a maioria das pessoas com uso normal de ecrãs.</p>
<p>Em conclusão, a luz azul dos ecrãs é um problema real, mas pequeno. Muito menor do que o sol, muito menor do que o tabaco, muito menor do que dormir mal de forma crónica. O marketing cosmético transformou uma preocupação científica legítima mas menor numa categoria de produto que não é necessária para a maioria das pessoas.</p>
<p>Se quer proteger a pele do envelhecimento: use protetor solar todos os dias, durma bem, não fume, mantenha-se hidratado. A luz azul do telemóvel é o último dos seus problemas dermatológicos.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>O olho que treme sozinho: o que o corpo está a tentar dizer (e quando deve mesmo preocupar-se)</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/o-olho-que-treme-sozinho-o-que-o-corpo-esta-a-tentar-dizer-e-quando-deve-mesmo-preocupar-se/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 08:10:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO BEM-ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=430794</guid>

					<description><![CDATA[<p>O tremor na pálpebra é comum e quase sempre inofensivo. Descubra as causas, os sinais de alerta e o que fazer para parar o incómodo rapidamente.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Está a trabalhar, a ler ou simplesmente a olhar para o telemóvel quando, de repente, a pálpebra começa a tremer. Não dói, não altera a visão, mas é irritante. E a primeira pergunta surge de imediato: será que isto é grave?</p>
<p>A boa notícia é que, na esmagadora maioria dos casos, não é. Chama-se mioquimia palpebral e é uma contração involuntária do músculo orbicular (o músculo que rodeia o olho). Afeta geralmente apenas uma pálpebra de cada vez, quase sempre a inferior, e tende a desaparecer sozinha em dias ou poucas semanas, segundo o oftalmologista Dr. Mateus Martins Cortez Vilar, médico especialista na área.</p>
<h2>Porque é que a pálpebra treme?</h2>
<p>As causas mais comuns são bem conhecidas: stress, privação de sono, consumo excessivo de cafeína, olho seco e uso prolongado de ecrãs. Na maioria dos casos, bastam ajustes simples no dia a dia para resolver o problema.</p>
<p>O stress, por exemplo, liberta cortisol e adrenalina, substâncias que colocam os músculos em estado de hiperestimulação. Os músculos pequenos, como os das pálpebras, são particularmente sensíveis a estas hormonas. Resultado: movem-se sozinhos, sem aviso.</p>
<p>A carência de vitamina B12, magnésio e potássio também pode provocar espasmos involuntários, dado o papel destes nutrientes no funcionamento adequado da musculatura. E há um dado que merece atenção: um estudo publicado na revista especializada Cureus, com 206 participantes, encontrou uma correlação significativa entre o tempo diário de exposição a ecrãs digitais e a duração dos episódios de tremor.</p>
<p><strong>Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/inteligencia-artificial-na-terapia-os-chatbots-que-ja-fazem-sessoes-de-psicologia-e-movimentam-mais-de-mil-milhoes-de-euros-por-ano/">Inteligência artificial na terapia: os chatbots que já fazem sessões de psicologia (e movimentam mais de mil milhões de euros por ano) </a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Depois dos 50 anos, o olho seco torna-se mais frequente e pode ser um gatilho adicional. A irritação gerada pelo ressecamento leva o cérebro a tentar corrigir o problema através de movimentos musculares involuntários. O uso de lentes de contacto e anti-histamínicos agrava a situação.</p>
<h2>Quando é que não é «só stress»</h2>
<p>Existem condições mais sérias que convém distinguir. O blefaroespasmo é uma distonia diferente: provoca contrações intensas e bilaterais, podendo gerar uma espécie de «cegueira funcional», ou seja, a incapacidade de manter os olhos abertos. Surge geralmente após os 30 anos, é duas vezes mais comum em mulheres e o tratamento passa por injeções locais de toxina botulínica.</p>
<p>Já o espasmo hemifacial é ainda mais raro. Começa ao redor dos olhos e estende-se a metade do rosto, podendo persistir durante o sono. É geralmente causado por um vaso sanguíneo que pressiona um nervo facial.</p>
<p>Há ainda o nistagmo, um distúrbio que envolve movimentos rítmicos e involuntários do próprio globo ocular (e não da pálpebra). É visível para outras pessoas e pode estar associado a doenças neurológicas ou lesões cerebrais, conforme explica a otoneurologista Dra. Nathália Prudencio.</p>
<h2>Os sinais de alerta a não ignorar</h2>
<p>Segundo o Dr. Pedro Pinheiro, do MD.Saúde, há sinais que justificam uma consulta médica sem demora:</p>
<ul>
<li>Tremor que dura mais de uma semana</li>
<li>Pálpebra que fecha completamente durante os espasmos</li>
<li>Espasmos que se espalham para outras partes do rosto</li>
<li>Vermelhidão, inchaço ou secreção</li>
<li>Pálpebra caída</li>
<li>Visão dupla, tontura ou fraqueza muscular</li>
</ul>
<p>Doenças neurológicas como Parkinson, esclerose múltipla ou AVC podem, raramente, manifestar-se com espasmos palpebrais. Mas nestes casos, o tremor é quase sempre acompanhado por outros sinais neurológicos evidentes.</p>
<h2>O que fazer para parar o tremor</h2>
<p>Na maioria das situações, medidas práticas e simples são suficientes. A Medicare Portugal recomenda aplicar compressas mornas sobre o olho durante cinco minutos, fazer pausas visuais a cada 20 a 30 minutos de ecrã e dormir pelo menos sete horas por noite.</p>
<p>Reduzir o consumo de café, usar colírios lubrificantes e fazer uma massagem suave na região da pálpebra também ajuda. São gestos simples que, na maior parte dos casos, resolvem o incómodo em poucos dias.</p>
<p>Da próxima vez que a pálpebra começar a tremer, respire fundo. Provavelmente, o corpo está apenas a pedir uma pausa. Dê-lha.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>Inteligência artificial na terapia: os chatbots que já fazem sessões de psicologia (e movimentam mais de mil milhões de euros por ano)</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/inteligencia-artificial-na-terapia-os-chatbots-que-ja-fazem-sessoes-de-psicologia-e-movimentam-mais-de-mil-milhoes-de-euros-por-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 11:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO NACIONAL]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=430792</guid>

					<description><![CDATA[<p>Aplicações como Wysa e Youper estabelecem vínculos terapêuticos em apenas cinco dias. Conheça os benefícios e riscos desta revolução na saúde mental.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Imagine marcar uma consulta de psicologia e, em vez de falar com um profissional, conversar com um chatbot. Pode soar estranho, mas esta realidade já chegou aos consultórios — e está a crescer rapidamente. O mercado global de inteligência artificial voltada à saúde mental movimentou mais de mil milhões de euros em 2023 e deve crescer cerca de 24% ao ano até 2030.</p>
<p>O Conselho Federal de Psicologia reconheceu em julho que o uso de IA já vem sendo incorporado ao quotidiano dos psicólogos em múltiplos contextos de atuação. Mas até que ponto estes assistentes digitais podem substituir — ou complementar — a terapia tradicional?</p>
<h2>Como funciona a terapia por IA na prática</h2>
<p>Uma pesquisa da BBC News Brasil com 50 psicólogos revelou que 10 deles confirmaram usar IA para tarefas como transcrições de sessões de terapia e resumos. Mas as aplicações vão muito além do apoio administrativo.</p>
<p>No sistema público de saúde da Inglaterra, o chatbot Limbic Access é utilizado para triagem de pacientes e encaminhamento ao programa NHS Talking Therapies. A ferramenta faz uma avaliação inicial, identifica sintomas e direciona as pessoas para o tipo de apoio mais adequado — tudo antes de chegarem ao consultório de um profissional.</p>
<p>Aplicações como o Wysa, presente em mais de 90 países e com o selo de «Dispositivo Inovador da FDA» (agência reguladora dos Estados Unidos), oferecem conversas terapêuticas 24 horas por dia. Os utilizadores podem falar sobre ansiedade, depressão ou stress a qualquer momento, sem marcações ou listas de espera.</p>
<h2>Os resultados surpreendentes da terapia digital</h2>
<p>Em pesquisa com 1.200 utilizadores do chatbot Wysa, psicólogos da Universidade de Stony Brook constataram que em apenas cinco dias havia sido estabelecida uma «conexão terapêutica» entre bot e paciente. Um resultado que, tradicionalmente, pode demorar semanas a desenvolver-se numa terapia presencial.</p>
<p>O aplicativo Youper apresenta números ainda mais impressionantes: cerca de 80% dos utilizadores relataram melhora no bem-estar emocional após uso frequente, segundo dados dos desenvolvedores. A aplicação combina técnicas de terapia cognitivo-comportamental com inteligência artificial para ajudar as pessoas a identificar padrões de pensamento e emoções.</p>
<p>Estes resultados chegam numa altura crucial. Países em desenvolvimento apresentam uma lacuna de tratamento de 76% a 85% nos transtornos mentais, segundo a OMS, devido à escassez de profissionais. A IA surge como uma possível solução para democratizar o acesso aos cuidados psicológicos.</p>
<h2>Os avisos dos especialistas portugueses</h2>
<p>Miguel Ricou, presidente do Conselho de Especialidade de Psicologia Clínica da Ordem dos Psicólogos, alerta que o uso de IA pode fomentar padronização dos comportamentos em vez de aceitar que as pessoas são diferentes. O risco é tratar todos os utilizadores da mesma forma, ignorando a complexidade individual de cada caso.</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde lançou em 2021 o guia «Ethics and Governance of Artificial Intelligence for Health», recomendando inclusão e equidade nos atendimentos. O documento sublinha a importância de manter o elemento humano no centro dos cuidados de saúde, mesmo quando se usa tecnologia avançada.</p>
<p>Há também preocupações sobre privacidade e segurança dos dados. As conversas com chatbots terapêuticos contêm informações extremamente sensíveis — desde traumas pessoais a pensamentos suicidas — que precisam de proteção rigorosa.</p>
<h2>O futuro da psicologia com IA</h2>
<p>A inteligência artificial na saúde mental não pretende substituir completamente os psicólogos, mas complementar o trabalho. Pode servir como primeira linha de apoio, triagem inicial ou suporte entre sessões presenciais.</p>
<p>Para quem procura ajuda psicológica mas enfrenta barreiras como custos elevados, falta de disponibilidade ou estigma social, estes chatbots representam uma porta de entrada importante. Oferecem apoio imediato e confidencial, disponível a qualquer hora.</p>
<p>No entanto, casos complexos — como transtornos graves, situações de risco ou traumas profundos — continuam a exigir intervenção humana especializada. A IA funciona melhor como ferramenta de apoio, não como substituto.</p>
<h2>O que pode fazer com esta informação</h2>
<p>Se está a considerar apoio psicológico mas hesita em procurar ajuda presencial, as aplicações de IA podem ser um primeiro passo útil. Permitem explorar os seus pensamentos e emoções num ambiente sem julgamentos, ajudando a clarificar se precisa de apoio profissional.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre esta área em rápida evolução — a inteligência artificial na saúde mental está apenas no início, e as próximas inovações podem transformar ainda mais a forma como cuidamos do bem-estar psicológico.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<item>
		<title>Existem pelo menos 7 tipos de magnésio e a maioria das pessoas toma o errado</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/existem-pelo-menos-7-tipos-de-magnesio-e-a-maioria-das-pessoas-toma-o-errado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 10:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO BEM-ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=430801</guid>

					<description><![CDATA[<p>Glicinato, treonato, dimalato, citrato: cada tipo de magnésio tem uma função diferente. Saiba qual escolher conforme o objetivo e o que diz a ciência.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O magnésio é provavelmente o mineral mais popular das farmácias portuguesas. Mas quando chega a hora de escolher, a confusão instala-se. Glicinato, treonato, dimalato, citrato, óxido. São nomes que parecem saídos de um laboratório e que dizem pouco a quem só quer dormir melhor ou ter mais energia.</p>
<p>A verdade é que nem todos os magnésios são iguais. E tomar o tipo errado pode significar gastar dinheiro num suplemento que o corpo mal absorve.</p>
<h2>Mais de 300 funções no corpo (e só 1% está no sangue)</h2>
<p>O magnésio participa em mais de 300 reações bioquímicas no organismo, incluindo a produção de energia, a síntese de proteínas, a regulação da pressão arterial e o controlo da glicose, segundo a nutricionista Virginia Sgorlon, em declarações ao G1. Não é um mineral qualquer.</p>
<p>Há um dado que surpreende: cerca de 60% do magnésio do corpo está nos ossos, 30 a 35% nos músculos e apenas 1% no sangue. Isto significa que as análises laboratoriais podem não refletir uma deficiência real. É possível ter valores «normais» no sangue e, ainda assim, ter falta deste mineral nos tecidos.</p>
<h2>Os 7 tipos que precisa de conhecer</h2>
<p>Cada forma de magnésio tem uma composição química diferente, o que influencia a forma como o corpo a absorve e onde atua. Aqui fica o essencial.</p>
<ul>
<li><strong>Bisglicinato (glicinato)</strong>: ligado ao aminoácido glicina, é o mais estudado para o sono e a ansiedade. Um ensaio clínico de 2025, publicado na revista Nature and Science of Sleep, com 155 participantes em formato duplo-cego, mostrou que esta forma reduziu de forma significativa os sintomas de insónia. A maior parte da melhoria ocorreu nos primeiros 14 dias. Além disso, é absorvido por transportadores de aminoácidos no intestino, o que reduz o efeito laxativo comum a outras formas, segundo o Tua Saúde.</li>
<li><strong>Treonato</strong>: é o único capaz de atravessar a barreira hematoencefálica, aumentando os níveis de magnésio diretamente no cérebro, conforme a Veja Saúde. Está a ser estudado para casos de declínio cognitivo e demência.</li>
<li><strong>Dimalato (malato)</strong>: combina magnésio com ácido málico, que participa no ciclo de Krebs, o processo celular de produção de energia. É especialmente indicado para fadiga crónica e fibromialgia, segundo a HSN Store Portugal.</li>
<li><strong>Taurato</strong>: contém taurina e é associado a benefícios cardiovasculares, incluindo suporte ao ritmo cardíaco e regulação da pressão arterial, de acordo com a Veja Saúde.</li>
<li><strong>Citrato</strong>: uma das formas mais populares e com boa biodisponibilidade. Atrai água para os intestinos, funcionando como laxante natural suave. É a opção preferida para quem sofre de obstipação.</li>
<li><strong>Cloreto</strong>: indicado para suplementação geral e para apoiar a motilidade intestinal.</li>
<li><strong>Óxido</strong>: apesar de ser o mais barato e comum, o corpo absorve apenas entre 4% a 10% do magnésio que contém, segundo a HSN Store Portugal. É, de longe, a forma menos eficaz.</li>
</ul>
<p>Um estudo publicado na revista Biological Trace Element Research confirmou que as formas orgânicas de magnésio, como o glicinato e o malato, apresentam melhor transição para os tecidos do que as formas inorgânicas como o óxido.</p>
<h2>A partir dos 40, a absorção diminui</h2>
<p>A suplementação de magnésio torna-se particularmente relevante a partir dos 40 anos. É nesta fase que a absorção de minerais pelo organismo começa a diminuir naturalmente, segundo Virginia Sgorlon. Um estudo com 4.039 adultos norte-americanos acima dos 45 anos associou o aumento da ingestão de magnésio a uma maior expectativa de vida.</p>
<p>Para quem pratica exercício físico, nutricionistas recomendam a combinação de dimalato, treonato e glicina na mesma cápsula. Esta combinação ajuda na recuperação muscular, na contração e na prevenção de cãibras.</p>
<h2>Cuidado com o excesso</h2>
<p>Mais não é melhor. A dose recomendada situa-se entre 200 e 300 mg para a maioria dos tipos. O excesso de magnésio pode causar queda da pressão arterial, diarreia, alterações no ritmo cardíaco, dificuldade respiratória e até toxicidade renal. Pessoas com insuficiência renal devem ter cuidado redobrado.</p>
<h2>Qual escolher, afinal?</h2>
<p>A resposta depende do objetivo. Dorme mal? Glicinato. Precisa de energia? Dimalato. Quer apoiar a memória? Treonato. Tem obstipação? Citrato. E se encontrar apenas óxido de magnésio na prateleira da farmácia, pense duas vezes: o corpo vai absorver menos de 10% do conteúdo.</p>
<p>O mais importante é consultar um profissional de saúde antes de iniciar qualquer suplementação. E, na próxima ida à farmácia, virar a embalagem e ler qual é, de facto, o tipo de magnésio lá dentro.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A solidão é tão perigosa como fumar 15 cigarros por dia (e em Portugal afeta 1 em cada 10 pessoas)</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/a-solidao-e-tao-perigosa-como-fumar-15-cigarros-por-dia-e-em-portugal-afeta-1-em-cada-10-pessoas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 09:30:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO BEM-ESTAR]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=430793</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em Portugal, 1 em cada 10 pessoas sente-se sozinha a maior parte do tempo. Os dados da OMS mostram que a solidão é tão perigosa como o tabaco — e afeta mais gerações do que se pensa.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sentir-se sozinho pode matar. Não é retórica — é o que dizem os dados mais recentes da Organização Mundial da Saúde. A solidão tem o mesmo impacto no organismo que fumar 15 cigarros por dia, aumenta em 14% o risco de mortalidade por todas as causas e eleva em 31% a probabilidade de desenvolver demência. Em Portugal, afeta 1 em cada 10 pessoas.</p>
<p>Em 2023, a OMS declarou formalmente a solidão «uma ameaça global à saúde». A Comissão sobre Conexão Social estimou que o isolamento foi responsável por cerca de 871 mil mortes anuais entre 2014 e 2019 — o equivalente a 100 pessoas por hora em todo o mundo. São números que deixam pouco espaço para indiferença.</p>
<h2>O que a solidão faz ao corpo</h2>
<p>Os efeitos físicos do isolamento prolongado vão muito além do mal-estar emocional. Segundo a Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP), a solidão está associada a um risco acrescido de doença cardiovascular e diabetes tipo 2. No plano da saúde mental, o espectro é ainda mais vasto: depressão, ansiedade, perturbação bipolar, psicose, perturbação de stresse pós-traumático, perturbações da alimentação, ideação suicida e comportamentos autolesivos.</p>
<p>O dado mais citado — e corroborado por múltiplas fontes — é a comparação com o tabagismo. O cirurgião-geral dos EUA, Vivek Murthy, classificou o fenómeno como uma «epidemia» num relatório de 2023 onde a descreveu como «tão prejudicial para a saúde como fumar uma dúzia de cigarros por dia». A OMS estima que, entre 2014 e 2019, cerca de 871 mil mortes anuais em todo o mundo estavam associadas ao isolamento social.</p>
<h2>Em Portugal, o problema já chegou à agenda de saúde pública</h2>
<p>Em dezembro de 2025, a Ordem dos Psicólogos Portugueses apelou ao Governo para que o combate à solidão fosse declarado uma prioridade de saúde pública. O motivo é concreto: 1 em cada 10 portugueses admite sentir-se sozinho a maior parte do tempo.</p>
<p>A OPP sublinha que as intervenções para combater o isolamento são custo-eficazes: o retorno pode ir de 2 a 14 euros por cada euro investido. Apesar disso, Portugal não figura entre os apenas 8 países que adotaram políticas públicas específicas — um grupo que inclui o Japão, o Reino Unido, a Dinamarca e a Alemanha.</p>
<h2>Não é só um problema dos mais velhos</h2>
<p>A imagem do idoso isolado domina o imaginário coletivo sobre a solidão — mas os dados contrariam esta ideia. À escala global, são os adolescentes entre 13 e 17 anos que apresentam as taxas mais elevadas de solidão (20,9%), seguidos pelos jovens adultos entre 18 e 29 anos (17,4%), segundo o relatório da Comissão da OMS sobre Conexão Social.</p>
<p>Um estudo publicado na revista <em>Aging &amp; Mental Health</em>, com dados de 64.324 pessoas entre os 50 e os 90 anos em 29 países, concluiu que a solidão não é uma consequência inevitável do envelhecimento — é fortemente determinada pelo ambiente e pela coesão social. Os investigadores identificaram os adultos de meia-idade como uma população crítica e negligenciada pelas políticas públicas, que se têm focado quase exclusivamente nos idosos.</p>
<h2>O discurso mediático pode agravar o problema</h2>
<p>Há um paradoxo que merece atenção. Uma pesquisa da Universidade de Michigan, publicada em fevereiro de 2025 na revista <em>Nature Communications</em>, demonstrou que pessoas com uma visão negativa sobre o estar sozinhas se sentem significativamente mais solitárias após períodos de isolamento. Os títulos mediáticos têm 10 vezes mais probabilidade de descrever o estar sozinho de forma negativa do que positiva — o que pode agravar o próprio problema que procura retratar.</p>
<h2>O que fazer com esta informação</h2>
<p>A solidão não tem uma solução simples. Mas reconhecê-la como um problema de saúde — e não como uma falha pessoal — é o primeiro passo. Iniciativas comunitárias, redes de apoio local e políticas públicas direcionadas têm demonstrado resultados. A investigação mostra que pequenas intervenções podem ter retornos consideráveis, tanto na saúde das pessoas como na economia dos países.</p>
<p>Se se reconhece nestes dados — ou pensa em alguém que reconhece — partilhe este artigo. Por vezes, a conversa que falta é precisamente esta.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A perda de músculo começa aos 30 e quase ninguém dá por isso: o que a ciência diz sobre sarcopenia antes dos 50</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/a-perda-de-musculo-comeca-aos-30-e-quase-ninguem-da-por-isso-o-que-a-ciencia-diz-sobre-sarcopenia-antes-dos-50/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 09:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO BEM-ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=430802</guid>

					<description><![CDATA[<p>A sarcopenia não é só um problema da terceira idade. A ciência mostra que a perda muscular começa décadas antes e pode ser travada com hábitos simples.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O corpo começa a perder músculo muito antes do que se imagina. Não é preciso chegar aos 70 para sentir os efeitos. E o mais preocupante: na maioria dos casos, a balança não denuncia nada.</p>
<p>Chama-se sarcopenia e é a perda progressiva de massa, força e função muscular. A ciência tem acumulado evidência de que este processo silencioso arranca entre os 30 e os 40 anos, a um ritmo de 3% a 5% por década, acelerando de forma significativa a partir dos 60. Mesmo pessoas fisicamente ativas podem ser afetadas.</p>
<h2>Um problema maior do que parece</h2>
<p>Antes de pensar que isto só diz respeito a quem não pratica exercício, convém olhar para os números. Segundo a CUF, a sarcopenia atinge entre 5% e 13% da população acima dos 60 anos, subindo para 11% a 50% a partir dos 85 anos. Numa meta-análise publicada pela British Geriatrics Society, que reuniu 67 estudos com mais de 23 mil participantes, a prevalência combinada em adultos com comprometimento cognitivo chega aos 30,1%.</p>
<p>Em contextos institucionais, como lares e hospitais, o cenário piora: 41,5% e 35,5%, respetivamente. Na comunidade, a prevalência ronda os 25,3%.</p>
<p>O músculo não é apenas o que permite carregar sacos de compras ou subir escadas. Funciona como um verdadeiro órgão endócrino. Durante a contração, liberta miocinas que regulam a sensibilidade à insulina, a inflamação sistémica, o metabolismo energético e até a plasticidade cerebral. Perder músculo é perder toda esta atividade reguladora.</p>
<h2>Começa cedo, especialmente nas mulheres</h2>
<p>Para as mulheres, o alerta é ainda mais urgente. As oscilações nos níveis de estradiol, progesterona e testosterona que surgem na peri-menopausa podem antecipar a sarcopenia para a quarta década de vida. Estas alterações hormonais afetam diretamente a síntese proteica muscular e a capacidade de recuperação.</p>
<p>E há um detalhe traiçoeiro: a perda pode acontecer sem qualquer alteração no peso. A massa magra diminui enquanto a gordura visceral aumenta. É a chamada «obesidade sarcopénica», que piora o perfil metabólico e inflamatório sem que a balança reflita a mudança.</p>
<h2>Fatores que aceleram a perda</h2>
<p>O sedentarismo e a alimentação pobre em proteína estão no topo da lista. Mas não são os únicos. Doenças crónicas, inflamação prolongada, alterações hormonais e obesidade contribuem para o avanço do problema.</p>
<p>Um dado que surpreende: o tabagismo aumenta o risco de sarcopenia de forma causal. Segundo uma análise de randomização mendeliana com dados do UK Biobank, publicada no British Journal of Sports Medicine, fumar está associado a um risco 2,51 vezes superior de desenvolver sarcopenia, além de menor força de preensão e menor massa magra.</p>
<p>Até fármacos populares podem ter impacto. Um estudo recente com 432 participantes mostrou que o uso de semaglutida está associado a perda de massa muscular e declínio funcional em adultos idosos com diabetes tipo 2, com uma prevalência de sarcopenia de 27,7% entre os pacientes tratados.</p>
<h2>O que pode fazer a partir de hoje</h2>
<p>A boa notícia é que a intervenção mais eficaz não exige receita médica. O treino de força, com 2 a 3 sessões semanais e progressão de carga, é o método mais eficaz contra a sarcopenia. Não basta caminhar ou fazer cardio. É preciso levantar peso, criar resistência, exigir do músculo.</p>
<p>A alimentação tem um papel central. A recomendação é ingerir entre 1,0 e 1,2 gramas de proteína por quilo de peso corporal por dia, distribuídas ao longo das refeições. Vitamina D e sono adequado completam a equação.</p>
<p>Não é preciso esperar por sintomas. Questionários simples como o SARC-F, testes de força de preensão e medição da velocidade de marcha permitem detetar o problema numa fase em que ainda é reversível. Fale com o médico de família na próxima consulta. O músculo que preservar hoje é a autonomia de amanhã.</p>
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		<title>Portugal é o país mais sedentário da Europa e o trabalho híbrido pode estar a piorar tudo (mesmo com mais políticas do que nunca)</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/portugal-e-o-pais-mais-sedentario-da-europa-e-o-trabalho-hibrido-pode-estar-a-piorar-tudo-mesmo-com-mais-politicas-do-que-nunca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 08:30:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO NACIONAL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>56% dos adultos portugueses não fazem exercício suficiente. Com 1,1 milhão em teletrabalho e 76% com sinais de burnout, o sedentarismo tornou-se uma crise silenciosa.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de metade dos adultos portugueses não se mexe o suficiente. Num país onde o sol convida a sair de casa e o mar está sempre perto, 56% da população não pratica atividade física suficiente. É quase o dobro da média da OCDE, que se fica pelos 30%. Os números são do relatório «Panorama da Saúde 2025» e colocam Portugal num lugar pouco invejável: o país mais sedentário da União Europeia.</p>
<p>O problema não é novo, mas está a agravar-se. E há um paradoxo difícil de explicar.</p>
<h2>Mais investimento, menos movimento</h2>
<p>Segundo um estudo do ISPUP publicado em revista científica, Portugal foi o país da UE que mais aumentou as políticas de promoção da atividade física na última década. O aumento foi superior a 50%. Campanhas, programas municipais, incentivos. Tudo isto cresceu.</p>
<p>Mas a população tornou-se mais inativa. Os dados do Eurobarómetro, citados pelo Público, mostram que 73% dos portugueses afirmam nunca fazer exercício ou praticar desporto. A meta da OMS de reduzir a inatividade em 10% até 2025 ficou por cumprir.</p>
<p>O investigador Romeu Mendes, do ISPUP, disse à Renascença que os portugueses se adaptam «com facilidade ao conforto da tecnologia e do entretenimento em torno do ecrã e da posição sentado». É um padrão cultural dos países mediterrânicos que resiste a qualquer campanha.</p>
<h2>O sofá do escritório em casa</h2>
<p>Cerca de 1,1 milhão de portugueses trabalha parcial ou totalmente a partir de casa, segundo dados do INE. São 22% dos 5,3 milhões de empregados no país. E 85% dos empregadores planeiam manter o modelo híbrido em 2025, de acordo com a consultora Hays.</p>
<p>Trabalhar em casa tem vantagens reais. O estudo LABPATS, com mais de 4.300 participantes, concluiu que os profissionais em regime remoto ou híbrido apresentam melhores indicadores de desempenho e bem-estar do que os presenciais.</p>
<p>Mas há um reverso. O mesmo estudo revela que 46% dos trabalhadores portugueses não praticam exercício físico e 35% têm maus hábitos de sono. E 76% manifestam pelo menos um sintoma de burnout: exaustão, irritabilidade ou tristeza.</p>
<p>A principal razão para não fazer exercício? Falta de tempo, dizem 44% dos europeus. Logo a seguir, falta de motivação, com 29%. O Eurobarómetro confirma o que muitos já sabem por experiência própria.</p>
<h2>Nem um diagnóstico muda o hábito</h2>
<p>Um estudo da GfK Metris para a Fundação Portuguesa de Cardiologia, feito em abril de 2025 com 800 participantes, trouxe um dado preocupante. Entre os portugueses com colesterol elevado, 47% não alteraram a rotina de exercício após o diagnóstico. Entre os hipertensos, apenas 53% mudaram os hábitos.</p>
<p>Ou seja: mesmo quando o corpo dá sinais claros, quase metade das pessoas continua sentada.</p>
<h2>E o calor vai piorar as coisas</h2>
<p>Um estudo publicado na The Lancet Global Health, que analisou dados de 156 países entre 2000 e 2022, associou cada mês adicional com temperatura média acima de 27,8 °C a um aumento de 1,5 pontos percentuais no sedentarismo. A projeção é alarmante: até 2050, o calor poderá contribuir para 500.000 mortes prematuras adicionais por ano, em todo o mundo.</p>
<p>O sedentarismo é já responsável por cerca de 5% de todas as mortes de adultos a nível global. Cerca de um terço da população mundial não cumpre os 150 minutos semanais de atividade moderada recomendados pela OMS.</p>
<h2>O que pode mudar</h2>
<p>Não é preciso correr maratonas. 150 minutos por semana equivalem a pouco mais de 20 minutos por dia. Uma caminhada ao almoço, subir escadas em vez de usar o elevador, ou simplesmente levantar-se da secretária a cada hora.</p>
<p>Se trabalha a partir de casa, a responsabilidade é ainda maior. Sem o trajeto para o escritório, sem as escadas do metro, sem o caminho a pé até ao restaurante, o corpo fica parado durante horas seguidas. Criar pequenas rotinas de movimento ao longo do dia pode ser o primeiro passo para contrariar uma tendência que, pelos números, já se tornou uma crise de saúde pública em Portugal.</p>
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		<title>Banhos frios todos os dias? A ciência explica o que realmente acontece ao corpo (e o que é mito)</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/banhos-frios-todos-os-dias-a-ciencia-explica-o-que-realmente-acontece-ao-corpo-e-o-que-e-mito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 07:53:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO BEM-ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Menos stress, mais energia e 29% menos faltas ao trabalho. Os estudos mostram benefícios reais dos banhos frios, mas também limites que convém conhecer.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Trinta segundos de água gelada no final do duche. É tudo o que precisa para sentir o coração a acelerar, a respiração a cortar e uma descarga de energia que nenhum café replica. A moda dos banhos frios já não é apenas coisa de atletas ou influenciadores. A ciência tem investigado a sério o que o frio faz ao corpo. E as conclusões são mais interessantes do que parecem.</p>
<h2>O que acontece quando o corpo entra em contacto com água fria</h2>
<p>A reação é imediata. A água fria provoca vasoconstrição periférica, ou seja, os vasos sanguíneos contraem, reduzindo inflamações e dores musculares. Ao sair, acontece o oposto: os vasos dilatam, estimulando a circulação e a oxigenação dos tecidos.</p>
<p>Este mecanismo chama-se hormese. É um stress breve e controlado que obriga o organismo a adaptar-se. O frio deliberado funciona como treino de autocontrolo: ao resistir ao impulso de sair da água, o cérebro pratica comando sobre a reação automática de fuga.</p>
<p>Um estudo publicado no European Journal of Applied Physiology (Tipton et al.) demonstrou que a imersão em água a 14 °C aumenta a atividade do sistema nervoso simpático, altera a frequência cardíaca e eleva o consumo de oxigénio. É o corpo a ativar mecanismos de termogénese para gerar calor sem tremores.</p>
<h2>Menos stress, mais energia: o que dizem os grandes estudos</h2>
<p>Uma revisão sistemática com meta-análise publicada na PLOS ONE, que analisou 11 estudos com mais de 3.100 participantes, identificou efeitos positivos da imersão em água fria sobre os níveis de stress, a qualidade do sono e a perceção de qualidade de vida. A redução do stress foi mais expressiva cerca de 12 horas após a exposição.</p>
<p>Outro dado relevante vem de um estudo holandês, também publicado na PLOS ONE, com mais de 3.000 participantes. Quem tomava banho frio regularmente faltou 29% menos ao trabalho por doença. Atenção: o número de dias doentes reportados foi semelhante. O frio não preveniu doenças, mas melhorou a capacidade de continuar ativo durante esses períodos.</p>
<p>A exposição ao frio ativa o sistema nervoso simpático e aumenta a libertação de noradrenalina, dopamina e endorfinas. A noradrenalina melhora o estado de alerta. A dopamina está ligada à motivação e ao foco. E, ao contrário do pico rápido da cafeína, a elevação de dopamina provocada pelo frio é prolongada.</p>
<h2>O que a ciência ainda não confirma</h2>
<p>Nem tudo o que se diz sobre banhos frios tem suporte sólido. A ativação do tecido adiposo castanho, por exemplo, acontece em condições laboratoriais com temperaturas muito baixas. O duche frio do dia a dia dificilmente reproduz esse efeito a ponto de gerar perda de peso relevante.</p>
<p>Não há comprovação suficiente de que o banho frio, isoladamente, aumente a testosterona de forma significativa ou previna doenças crónicas, segundo o portal Saúde Acessível. São hipóteses em investigação, não conclusões. A própria meta-análise da PLOS ONE ressalva que a maioria dos estudos envolveu apenas homens e que os efeitos a longo prazo ainda precisam de ser melhor investigados.</p>
<h2>Como começar (e quem deve ter cuidado)</h2>
<p>O protocolo mais referido sugere 11 minutos de exposição ao frio por semana, divididos em 2 a 4 sessões de 1 a 5 minutos cada, com água entre 10 °C e 15 °C. Para quem nunca experimentou, basta começar com 30 segundos de água fria no final do duche e aumentar progressivamente.</p>
<p>Mas há contraindicações sérias. Pessoas com problemas cardíacos, hipertensão não controlada, arritmias, doenças vasculares, doenças respiratórias crónicas como asma, Fenómeno de Raynaud, hipotiroidismo descompensado e gestantes devem consultar um médico antes de adotar a prática. O choque térmico pode provocar aumento súbito da pressão arterial e da frequência cardíaca.</p>
<p>Investigadores da Universidade Virginia Commonwealth sugeriram ainda que a exposição controlada ao frio pode contribuir para a redução de sintomas depressivos leves, embora não substitua tratamento médico.</p>
<h2>Vale a pena experimentar?</h2>
<p>A ciência aponta benefícios reais: menos stress, mais energia, melhor recuperação muscular e uma sensação de bem-estar difícil de ignorar. Mas não é uma solução mágica. O banho frio é um complemento, não um substituto de hábitos de saúde sólidos. Comece devagar, respeite os limites do corpo e, se tiver alguma condição de saúde, fale primeiro com o médico. Os 30 segundos mais desconfortáveis do dia podem ser, afinal, os mais produtivos.</p>
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		<item>
		<title>Nem vinagre nem branqueador: esta é a mistura eficaz para limpar a air fryer e deixá-la impecável</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/nem-vinagre-nem-branqueador-esta-e-a-mistura-eficaz-para-limpar-a-air-fryer-e-deixa-la-impecavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 13:40:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um truque caseiro com água e bicarbonato de sódio promete limpar a air fryer, removendo toda a gordura acumulada e restos de comida.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Limpar este aparelho pode ser um pouco complicado, principalmente quando há resíduos de alimentos e gordura agarrados ao revestimento antiaderente. Existe um truque simples e eficaz para limpar a air fyer que usa apenas dois ingredientes de cozinha: água e bicarbonato de sódio.</p>
<p>Este método caseiro é muito eficaz para remover manchas e outros resíduos do eletrodoméstico, além de ser muito seguro devido ao seu material antiaderente. O bicarbonato de sódio atua como um poderoso desengordurante natural graças às suas propriedades desodorizantes e abrasivas, facilitando a limpeza sem causar danos à air fryer.</p>
<p>Para limpar a air fryer com este truque deve primeiro preparar a mistura, usando uma colher de sopa de bicarbonato de sódio num recipiente, e depois adicionar água aos poucos até formar uma pasta grossa.</p>
<p>De seguida, aplique a pasta na sujidade, prestando atenção especial às áreas mais sujas da air fryer. Após a aplicação, deixe atuar durante 10 a 15 minutos, tempo durante o qual o bicarbonato penetrará na gordura acumulada e amolecerá os resíduos.</p>
<p>Depois utiliza um pano macio ou uma esponja para esfregar a superfície e limpar qualquer resíduo presente dentro da air fryer, que agora sairá com muita facilidade e sem danificar. Por fim, basta remover os restos de bicarbonato de sódio com um pano húmido, certificando-se de secar bem a parte interna para evitar o acumular de humidade.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Síndrome do intestino irritável: fique atento se tem dor de barriga (e gases)</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/sindrome-do-intestino-irritavel-fique-atento-se-tem-dor-de-barriga-e-gases/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 14:21:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO BEM-ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma mudança no  estilo de vida ajuda a evitar os sintomas</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se sente dores de barriga ou dificuldade em ir à casa de banho, pode estar a sofrer da síndrome do intestino irritável, um  distúrbio do trato digestivo que provoca dor abdominal e obstipação intestinal e/ou diarreia.</p>
<p>Esta patologia é mais comum em mulheres e pode agravar-se devido a momentos de stress ou pela ingestão de certos alimentos. Tudo porque algumas opções alimentares podem provocar determinados sintomas e queda na qualidade de vida, como o leite e derivados, além de gorduras, por exemplo.</p>
<p>Os sintomas mais comuns costumam ser:</p>
<ul>
<li>Dor e alteração dos hábitos intestinais (diarreia e/ou prisão de ventre);</li>
<li>Distensão abdominal;</li>
<li>Gases em excesso;</li>
<li>Sensação de que o esvaziamento do intestino ocorre de maneira incompleta.</li>
</ul>
<p>Um dos exames mais comuns para se descobrir a doença é a colonoscopia, procedimento no qual o médico analisa o intestino grosso do paciente através do colonoscópio, que possui uma microcâmera para capturar imagens e caso necessário realizar biópsias.</p>
<p>Esse exame é importante e indolor e consegue identificar outras doenças, como cancro de cólon, anemia, tuberculose intestinal, Doença de Crohn, diverticulose, entre outras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Slugging: conheça o truque coreano para conseguir uma pele de porcelana</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/slugging-conheca-o-truque-coreano-para-conseguir-uma-pele-de-porcelana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 12:34:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Moda & Beleza]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A técnica ganhou popularidade pela capacidade de devolver a hidratação ao rosto e devolver seu aspeto radiante.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No inverno a pele precisa de cuidados especiais . Baixas temperaturas, vento frio e ambientes secos devido ao aquecimento costumam causar ressecamento que atinge principalmente áreas visíveis como rosto e mãos. Como resultado, sofremos uma sensação de aperto, textura áspera, comichão, descamação e, em casos extremos, fissuras.</p>
<p>Esse mesmo ressecamento, quando ocorre de forma crónica, é o responsável pelo aparecimento das temidas rugas. Devido à falta de sebo e à diminuição do colágeno e da elastina ao longo dos anos, acelera-se o aparecimento de dobras no rosto, que, apesar de não serem motivo de preocupação médica, são a principal preocupação estética nas mulheres.</p>
<p>As mulheres n Coreia sabem da importância desse ressecamento na aparência e, por isso, recorrem a técnicas como a aplicação de vaselina . Conhecido principalmente por sua capacidade de hidratar os lábios, esse produto é capaz de devolver a hidratação às áreas afetadas, promovendo uma aparência mais saudável e radiante.</p>
<p>Conhecida como slugging, é uma técnica que consiste em selar a pele com um produto oclusivo como a vaselina após a rotina noturna de higiene facial. Desta forma, conseguimos preservar a hidratação, beneficiar as zonas secas afetadas pelo frio e promover a regeneração da pele.</p>
<p>Uma das razões pelas quais o slugging funciona é porque atua enquanto dormimos e aproveita esse período para se integrar à pele. Estes são os passos que devemos seguir para adicioná-lo à nossa rotina:</p>
<p>Limpeza : Devemos seguir a mesma rotina de limpeza e esfoliação, certificando-nos de que não restam gorduras ou resíduos.</p>
<p>Hidratação : Para que a vaselina seja melhor absorvida pela pele, vamos adicionar primeiro o nosso hidratante preferido.</p>
<p>Slugging : Depois que a pele estiver limpa e hidratada, é altira de aplicar o produto oclusivo ou vaselina. Opte por uma camada fina para criar a barra protetora.</p>
<p>&nbsp;</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Colocar os cabides ao contrário no armário: conheça o truque simples que lhe vai facilitar a vida</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/colocar-os-cabides-ao-contrario-no-armario-conheca-o-truque-simples-que-lhe-vai-facilitar-a-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 11:43:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO MODA E BELEZA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este método simples ajuda a identificar qua roupa realmente usa e a libertar espaço no armário.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se tem dúvidas sobre o uso que tem dado às suas roupas, pode recorrer a uma solução útil que cada vez mais pessoas estão a copiar e que consiste em colocar os cabides ao contrário no armário. Para fazer isso, basta virar os cabides de cada peça de roupa que vestir.</p>
<p>Comece por colocar todos os cabides voltados para o mesmo lado antes de colocar qualquer coisa e, à medida que for usá-los, eles ficarão voltados para a direção oposta.</p>
<p>Assim, quando terminar a temporada você poderá saber quais roupas usou e quais não usou, o que lhe tornará muito mais fácil identificá-las e  livrar-se delas. É um truque simples que pode aplicar para saber de quais roupas se pode se desfazer sem problemas.</p>
<p>É recomendável tirar todas as roupas do armário e olhar cada peça de roupa individualmente, tarefa que pode levar várias horas, mas que pode  ajudar a tomar boas decisões. Depois de retirar todas as roupas do armário e gavetas, coloque-as na cama ou no chão e divida-as em três pilhas de roupas: uma delas com as roupas que você tem 100% de certeza que deseja guardar, uma segunda empilhe as roupas das quais você certamente deseja desfazer-se e um terceiro com aquelas roupas das quais tem dúvidas.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cientistas revelam que hormona do amor ajudar a curar o coração que sofreu um enfarte</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/cientistas-revelam-que-hormona-do-amor-ajudar-a-curar-o-coracao-que-sofreu-um-enfarte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 11:35:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É caso para dizer: o amor cura tudo! </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ocitocina, conhecida como a hormona do amor, aumenta a sensação de bem-estar e pode curar doenças do coração.</p>
<p>Cientistas da Michigan State University, nos Estados Unidos descobriram numa investigação que esse neurotransmissor pode ser a chave para ajudar no restabelecimento do coração após um ataque cardíaco.</p>
<p>«A hormona do amor “viaja” diretamente para os músculos cardíacos e induz o desenvolvimento de células importantes para a regeneração do coração, criando até vasos sanguíneos», referem os cientistas.</p>
<p>Os primeiros testes foram realizados em peixes-zebra e culturas de células humanas, sendo que o peixe foi escolhido por ter uma capacidade alta de regeneração de órgãos e tecidos, incluindo o cérebro, coração, ossos e pele.</p>
<p>Os corações dos animais sofreram lesões por congelamento durante três dias, e os cientistas observaram que a ocitocina fez aumentar a expressão do RNA mensageiro até 20 vezes.</p>
<p>«Mostramos que a ocitocina é capaz de ativar mecanismos de reparação cardíaca em corações feridos em peixes-zebra e culturas de células humanas, abrindo as portas para novas terapias potenciais para a regeneração de corações humanos», afirma o principal autor do estudo, Aitor Aguirre, acrescentando que «geralmente, as células do coração morrem em grande número após um ataque cardíaco. Por serem altamente especializadas, não podem ser substituídas rapidamente — por isso, são necessárias células-tronco para regenerar o órgão».</p>
<p>Os cientistas observaram um efeito semelhante no tecido humano in vitro, «a ocitocina estimulou a produção de células progenitoras derivadas do epicárdio, a camada de tecido conjuntivo que recobre as superfícies externas do coração».</p>
<p>&nbsp;</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sabe a banana, melão e mamão: fonte inesgotável de nutrientes conheça a fruta da maior árvore do mundo</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/sabe-a-banana-melao-e-mamao-fonte-inesgotavel-de-nutrientes-conheca-a-fruta-da-maior-arvore-do-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 10:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO BEM-ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É nativa do sul da Índia.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta é a Jaca , uma fruta nativa do Sul da Índia, que foi colhida de forma independente. Começou a aparecer em Guam por colonos filipinos quando faziam parte do império espanhol.</p>
<p>A fruta aparece em regiões tropicais do mundo. Entre eles, Índia, Bangladesh, Sri Lanka, Filipinas, Indonésia, Malásia e Austrália .</p>
<p>Segundo o Governo do México, a Jaca ou jaca , como é chamada, é “altamente nutritiva” e chegou à América no século XVIII, “vindo da ilha polinésia do Taiti, encontrada em quase toda a região costeira do estado .&#8221;</p>
<p>“A fruta única tem diâmetro entre 25 e 60 centímetros e pode pesar até 20 quilos. Pode ser consumida verde ou madura, seja frita como a banana ou cozida como a batata doce. e mamão &#8220;, explicam.</p>
<p>A parte mais positiva é que traz inúmeros benefícios à saúde. “Destacam-se as suas propriedades antiasmáticas e antidiarreicas. Além disso, é conhecido por ser um dos maiores afrodisíacos naturais ”, afirmam.</p>
<p>Seus frutos vêm do que é conhecida como a árvore do pão. Conhecida por ter sido utilizada na indústria, “graças ao facto da sua casca ser uma fibra muito adequada para a produção de papel e o seu tronco ser utilizado para a produção de madeira”. É uma das maiores árvores do mundo .</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
