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	<title>Forever Young &#8211; Forever Young</title>
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	<description>Para se sentir sempre jovem. Viva com mais sentido, 55+ com atitude.</description>
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	<title>Forever Young &#8211; Forever Young</title>
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		<title>3 destinos portugueses para um fim de semana sem stress</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2025 09:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prazeres]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já sabe o que fazer este fim de semana? Aqui ficam três sugestões de locais para onde pode ir hoje mesmo.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Caminha</b></p>
<p>O extremo norte de Portugal pode não ser aquele que nos vem de imediato à cabeça quando pensamos em férias dentro do País, mas Caminha é uma daquelas regiões que só quem ainda não olhou para o mapa com atenção pode deixar de parte na lista de destinos a visitar. A praia de Moledo, no distrito de Viana do Castelo, é conhecida pelas suas águas ricas em iodo, um mineral benéfico para a saúde, principalmente para quem tem problemas de tiróide.</p>
<p>Mas a praia de Moledo não é a única razão para passar uns dias nesta região. O Minho litoral reveste-se de um encanto ímpar, difícil de encontrar noutras zonas do País. É uma região rica em monumentos históricos, praças com esplanadas convidativas, feiras e romarias, sem esquecer a fantástica gastronomia. E a cereja no topo do bolo é a proximidade com Espanha. Numa visita a Caminha, pode sempre aproveitar para dar um salto à Galiza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Porto Covo</b></p>
<p>Não há muitos destinos turísticos a popularizar-se por causa de uma música, mas foi isso que aconteceu a esta localidade da costa alentejana, que desde há muito associamos ao cantor Rui Veloso e à canção <i>Porto Covo</i>, de 1987. Situada no concelho de Sines, esta vila tem como principal atrativo turístico a Ilha do Pessegueiro, onde podemos encontrar o Forte do Pessegueiro uma fortaleza da Dinastia Filipina que fazia parte de um projeto de defesa da Costa Vicentina.</p>
<p>Este é um destino com várias praias, nomeadamente a Praia Grande, que todos os anos atrai muitos turistas devido aos bons acessos, ao vasto areal e ao facto de ser bem abrigada por uma falésia. Mas há também para visitar a Praia Pequena, a Praia do Buizinhos e a Baía de Porto Covo, sendo esta última uma praia de cascalho, desaconselhada a banhistas, situada na foz de um curso de água, onde funciona o porto de pesca da vila.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Ilhas Berlengas</b></p>
<p>É um arquipélago de ilhas graníticas em pleno Oceano Atlântico, situado a 5,7 milhas a oeste do Cabo Carvoeiro. Faz parte da freguesia de São Pedro, em Peniche, e é composto por três pequenas ilhas: Berlenga Grande, Estelas e Farinhões.</p>
<p>As Ilhas Berlengas tornaram-se a primeira área protegida de Portugal quando em 1465 o rei Afonso V proibiu a caça na Berlenga Grande. Hoje, e desde 2011, a Reserva Natural das Berlengas é considerada Reserva Natural Mundial da Biosfera da UNESCO.</p>
<p>Este é um destino com praias e com a particularidade de ser uma reserva natural, pelo que permite a observação de fauna e flora que não existem em mais nenhuma região de Portugal. As Ilhas Berlengas são também um local de eleição para os praticantes de atividades subaquáticas, que ali encontram uma beleza submersa sem igual.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>Vai ao Japão? Não cometa estes 5 erros de etiqueta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 08:36:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prazeres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Japão é conhecido por ter uma cultura singular, baseada no respeito mútuo, mas também por esta ser muito diferente da ocidental.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="dropcap dropcap-simple">A</span> guia de etiqueta Michiko Sato, que trabalha para a Cultivating Tokyo, apontou cinco comportamentos que deve, e não deve, fazer quando visita o país do Sol Nascente.</p>
<p><strong>À mesa:</strong> quando comer com pauzinhos, nunca os coloque verticalmente no prato, especialmente se o prato for à base de arroz. É um costume budista, e estará a oferecer a comida aos mortos.</p>
<p>Não passe a comida directamente para outros pauzinhos, se quiser partilhar. Também tem relações com regimes funerários deste país. Coloque a comida no prato.</p>
<p>Se tocar com o seu conjunto na comida, é esperado que seja sua, não os use para puxar comida, e não use a mesma mão para segurar o talher e pratos que estejam na mesa.</p>
<p><strong>Vénias e cumprimentos: </strong>Os japoneses cumprimentam-se com vénias e é considerado um grande sinal de respeito. E a forma como a faz tem a sua própria linguagem. Uma vénia de 15 graus é a apropriada para um cumprimento casual, 30 graus de apreciação, e 45 graus são para exprimir remorsos, uma desculpa séria, ou gratidão. As vénias de 90 graus são reservadas aos deuses e imperadores.</p>
<p>Não deve tentar olhar a pessoa nos olhos durante a vénia. As mulheres tendem a unir as mãos no colo e os homens mantêm-nas nos lados do corpo.</p>
<p><strong>Receber presentes: </strong>Para os ocidentais, é quase esperado que se abra o presente à frente de quem o deu. No Japão, é o oposto. Não o faça a não ser que quem o presenteia dê a sugestão. O papel de embrulho costuma ser escolhido com cuidado, por isso, é má educação rasgá-lo à pressa.</p>
<p><strong>Cartões de apresentação: </strong>Cartões com o nome ou o negócio da pessoa são uma ferramenta muito valorizada no Japão. E é suposto lê-lo com atenção quando o recebe. Se estiver sentado, não o faça deslizar na mesa, ao dar ou a receber. É considerado muito rude. Mas vão achá-lo muito simpático se usar a informação que está no cartão para continuar uma conversa.</p>
<p><strong>Ao sentar: </strong>Os lugares onde nos sentamos, para esta nacionalidade, custaram a ganhar e são uma mensagem não-verbal de estatuto ou posição na família. O mais honrado é o que está mais longe da porta (de frente) Nos quartos de tatami (tapete usado nas casas tradicionais) a distância da porta é do menos ao mais importante do grupo.</p>
<p><strong>Outras pequenas dicas:</strong> Não fale no metro, pois é, de facto, proibido, e se quiser fumar, só pode fazê-lo dentro de portas, pois a lei japonesa é oposta ao que se vê na Europa.</p>
<p>Se estiver num bairro tradicional e vir uma geisha, as tradicionais entertainers do país, é considerado muito rude simplesmente aproximar-se, andar ao seu lado, e fotografar. Peça autorização, e respeite se ela disser que não.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>É o sonho de todos: ficar velho o mais tarde possível. Mas será que se consegue retardar o envelhecimento?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/5-dicas-essenciais-para-retardar-o-envelhecimento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Nov 2023 17:35:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O segredo está em adotar e manter um estilo de vida saudável.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mas isto já não é segredo para ninguém. Fazer exercício físico de forma regular e manter bons hábitos alimentares estão na base de uma vida saudável e, segundo o Medical Daily, contribui também para um envelhecimento mais tardio. Siga estes cinco conselhos e não tardará a perceber a diferença.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Não se isole</strong><br />
A mente é tão importante como o corpo. Manter relações sociais faz com que não perca o raciocínio lógico e o contacto com o mundo como ele é hoje.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Não guarde sentimentos negativos</strong><br />
Guardar ressentimentos não tem nenhuma utilidade e não resolve problema nenhum. Pelo contrário, pode provocar vários, como stress, ansiedade e dificuldade em dormir e relaxar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Durma bem</strong><br />
Não se deite demasiado tarde e durma as horas que precisar. Oito horas é a referência, mas cada pessoa tem a sua necessidade específica em termos de sono. Crie hábitos de sono: deite-se e acorde sempre à mesma hora. Dormir demasiado tarde pode impulsionar o envelhecimento e causar disfunção metabólica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Coma bem</strong><br />
Parece mais óbvio, mas também costuma ser aquele em que mais falhamos. Evitar açúcares e alimentos processados faz toda a diferença na saúde a curto e longo prazo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Não fume</strong><br />
O tabaco é responsável por inúmeros problemas que passam também pelo envelhecimento da pele.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Conhece a sua massa corporal? Experimente esta balança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2022 16:35:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma balança que lhe permite conhecer 28 parâmetros diferentes do seus corpo e prevenir problemas de saúde.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span data-contrast="auto">A SPC lançou uma nova balança corporal inteligente, a Atenea FIT PRO, destinada não apenas aos entusiastas de fitness, mas também a todos aqueles que gostam de recorrer a gadgets para vigiar o seu estado de saúde. Este novo modelo incorpora oito elétrodos, quatro na base e outros quatro na sua barra de medição retráctil, que permite a medição de braços e adómen.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Esta configuração, em conjunto com a tecnologia de bioimpedância, permite fazer medições de aspectos como a gordura corporal a massa muscular, a densidade óssea e a gordura subcutânea, entre outros parâmetros de avaliação, com a capacidade de diferenciar com precisão os dados recolhidos do tronco, braços e pernas (com discriminação entre membros esquerdos e direitos). Este tipo de medição permite ter acesso a aspectos importantes sobre a saúde, dado que fornecem informação sobre a gosdura visceral (aquela que se acumula em torno dos órgãos) e que é responsável por favorecer o aparecimento de doenças graves como problemas cardíacos, hipertensão ou diabetes tipo 2.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A Atenea FIT PRO liga-se ao smartphone via bluetooth e envia todos os dados de cada pesagem/medição para uma app dedicada onde o utilizador pode ter acesso a todos os valores, acompanhar diariamente a sua evolução, estabelecer comparações entre duas pesagens, conhecer o seu tipo de corpo e a sua idade metabólica. A cada utilização, a balança recolhe um total de 28 parâmetros diferentes, incluindo percentagem e peso da gordura corporal e da massa muscular, cálculo do IMC, nível de água, metabolismo basal, taxa proteica e massa óssea. Com base nestes dados, esta balança inteligente</span> <span data-contrast="auto">é capaz de diferenciar entre nove tipos de corpo</span><span data-contrast="auto"> (muscular, magro, saudável, obeso&#8230;) e sugerir um peso ideal tendo em conta a condição física, o género e outros parâmetros. Além disso, oferece uma pontuação global do estado físico, de 1 a 100, bem como uma estimativa da idade corporal com base nas métricas registadas.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A Atenea FIT PRO está disponível por 99,90 euros. Está também disponível a Atenea FIT, uma versão com quatro elétrodos e 18 parâmetros de medição, por 29,90 euros.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>Chocolate negro é bom para a visão</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/chocolate-negro-e-bom-para-a-visao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Jul 2022 10:30:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo estudo defende que o consumo de chocolate negro pode ter vantagens também em termos de visão.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De todos os tipo de chocolate, o negro é aquele que melhor fama tem no que diz respeito a efeitos na saúde. É o que tem menor quantidade de açúcar e o que está associado a propriedades antioxidantes e à melhoria dos níveis de inflamação, humor e memória.</p>
<p>Mas um <a href="https://jamanetwork.com/journals/jamaophthalmology/article-abstract/2678792?redirect=true" target="_blank" rel="noopener noreferrer">estudo da JAMA Ophthalmology</a> refere benefícios ao nível da visão que até agora não eram conhecidos, nomeadamente no que diz respeito à claridade visual e à sensibilização ao contraste. Estes benefícios foram verificados apenas duas horas após o consumo de chocolate negro, por oposição ao chocolate de leite.</p>
<p>Sendo este sido o primeiro estudo a ser realizado sobre o tema, e porque os efeitos verificados foram de curta duração, os autores da investigação consideram ser necessário fazer novos estudos que analisem a influência no desempenho visual real.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Pela sua saúde, durma mais ao fim de semana</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/durma-mais-ao-fim-de-semana/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jun 2022 12:44:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma nova pesquisa indica que dormir mais algumas horas ao fim de semana pode combater os problemas associados à falta de sono e reduzir o risco de morte prematura.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="dropcap dropcap-simple">O</span> estudo teve uma amostra de 38 mil indivíduos e apurou que a taxa de mortalidade entre adultos de meia idade e jovens é superior para quem dorme menos de cinco horas por noite.</p>
<p>No entanto, os níveis de mortalidade baixam quando se compensa as horas de sono perdidas dormindo mais ao fim de semana.</p>
<p>O estudo teve um grupo de controle de pessoas que dormiam de seis a sete horas diárias. Em comparação, no grupo que dormia menos de cinco horas todos os dias, inclusive ao fim de semana, registou-se uma taxa de mortalidade de 65%. O estudo teve uma duração de 13 anos.</p>
<p>Mesmo assim, Torbjörn Åkerstedt da Universidade de Estocolmo, na Suécia, lembra que esta compensação não contraria todos os efeitos associados à falta de descanso: “O pressuposto é que o sono do fim de semana é um sono de recuperação”.</p>
<p>O ideal é dormir, em média, de sete a nove horas por noite, mantendo essa rotina diariamente.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Por que devemos evitar a solidão?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/por-que-deve-evitar-a-solidao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Aug 2021 10:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saber estar sozinho é bom, mas a solidão também pode ser um problema.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Isolar-se em demasia ou sentir-se sozinho mesmo quando não está são sintomas que podem levar à depressão e, em casos extremos, terminar em suicídio.</p>
<p>Segundo o Science Alert, a solidão pode mesmo causar danos a nível cerebral ou no sistema imunitário, e um estudo realizado nos Estados Unidos revela que este é um problema que mata tanto como o tabagismo e afeta um em cada três adultos. De acordo com o mesmo estudo, 21 a 31% dos adultos inquiridos sente-se sozinho a maior parte do tempo e a tendência parece ser semelhante entre as crianças.</p>
<p>A falta de amigos próximos é o aspeto que mais se pode associar à depressão. E as consequências não são apenas psicológicas. A falta de vontade e estímulos leva o indivíduo a perder a vontade de comer de forma saudável e fazer exercício físico, com consequências a nível físico.</p>
<p>Nem sempre a identificação de um problema de solidão é rápida, pelo que deve estar atento a mudanças de comportamento, nomeadamente uma maior agressividade e mais rejeição a convites sociais. A forma de tentar resolver o problema é precisamente contrariar estes comportamentos: saia mais com os outros, mantenha um círculo próximo de amizades e conviva com mais pessoas.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>O papel que o talento experiente pode ter na retoma</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/o-papel-que-o-talento-experiente-pode-ter-na-retoma/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2020 17:47:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A crise que ninguém queria e muitos poucos esperavam está aí e veio para ficar. </p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A rápida disseminação global da pandemia do COVID-19, traduzida na fatalidade dos números da mortalidade, na interrupção da vida de milhares de milhões de pessoas e no impacto económico significativo e abrangente, não afeta 1, 10 ou 100 países – é mundial! É a mais grave crise de saúde pública que o Mundo experienciou em um século. E, cada vez há uma maior perceção de que a crise pode ser especialmente profunda e prolongada, com a recuperação económica limitada pela contínua ansiedade relativamente à questão da saúde.</p>
<p>Não obstante nunca ter sido vivenciada uma crise com esta dimensão, como as estações do ano, uma recessão é um estado natural do ciclo de vida económico – exemplos são a crise de 1929, a crise do petróleo de 1973, a grande recessão de 2008 ou crise da dívida na Europa em 2010, sendo que existem outras de impacto mais reduzido.</p>
<p>Porque devem as empresas (e, porque não também os governos) considerar o talento experiente para a mitigação da crise e ajuda na retoma? Desde já porque estiveram presentes em outras crises anteriores, e apesar de nenhuma ser igual, existem várias experiências e aprendizagens que podem ser aplicadas agora!</p>
<p><strong>Benefícios do talento experiente</strong></p>
<p>Anteriormente à situação atual provocada pela pandemia do COVID-19, sempre existiram inúmeros benefícios para as empresas aproveitarem a oportunidade dos gestores experientes. O talento qualificado, maioritariamente com +40 anos tem batalhado contra preconceitos e perceções erradas sobre a sua experiência e integram uma pool de recursos disponíveis subutilizada e negligenciada.</p>
<ol>
<li>Menor risco</li>
</ol>
<p>Assumir riscos é essencial para o sucesso do negócio. Os profissionais experientes são moderadores quanto às decisões que implicam riscos. Quem está na faixa dos 40, 50 e 60 anos com os seus achievements e currículos mais longos, já viram tudo. Desde a experiência na gestão de equipas, às diferentes culturas de trabalho até à resistência aos picos dos ciclos dinâmicos do negócio e da economia. Em suma, um gestor experiente remove a incerteza diária na gestão das operações corporativas. Dito isto, não se pode pensar que é avesso ao risco, mas devido à experiência fá-lo com conta, peso e medida.</p>
<ol start="2">
<li>Melhor autoconhecimento</li>
</ol>
<p>Os profissionais experientes sabem exatamente quem são: pontos fortes, skills, potencial e áreas de melhoria. A autoconsciência posiciona-os melhor para serem comunicadores fortes, sinceros, mentores e pilares de paciência em tempos de mudança ou disrupção.</p>
<ol start="3">
<li>Multi-skilled e adaptáveis</li>
</ol>
<p>Os recursos ideais tendem a ser os que podem usar muitos chapéus por motivo dos atuais modelos de negócio com operações SMART e LEAN. Os talentos na faixa dos 40 e mais têm um armário repleto de chapéus. Ocuparam diferentes posições, trabalharam várias indústrias, colaboraram em empresas de diferente dimensão, lideraram muitas equipas pelo que adquiriram qualificações valiosas ao longo do caminho.</p>
<p>Estamos numa economia dominada por skills onde todo e qualquer recurso humano deve ser valorizado e o talento experiente não é exceção. É uma certeza!</p>
<p><strong>Recessão – as empresas em diferentes fases</strong></p>
<p>Nas últimas três recessões, uma avaliação de desempenho de 4700 empresas feita pela <em>Harvard Business Review</em> constatou que aquelas que reduziram custos mais rápido e profundamente tiveram maior dificuldade em superar a concorrência após a recuperação da economia. Em tempos de recessão, as empresas estão obrigadas a alcançar o equilíbrio certo entre estratégias de curto e longo prazo, com investimento abrangente no futuro e com uma diminuição seletiva de custos para sobreviver.</p>
<p>As empresas estão em diferentes fases de ação e reação perante a situação económica atual. No entanto, uma empresa estará certamente num dos 3 momentos:</p>
<ol>
<li>Resposta: a organização lida com a situação atual e está numa situação de gestão da continuidade;</li>
<li>Recuperação: a empresa aprende e emerge, potencialmente será mais forte;</li>
<li>Prosperar: a preparar e a moldar o ‘novo normal’ – pois é altamente improvável que o mundo a seguir, se pareça com o de pré-pandemia.</li>
</ol>
<p>Cabe ao C-Level, isto é, à liderança, a responsabilidade de considerar de forma ágil as 3 fases e alocar os recursos e o talento. E os Interim Managers são gestores a considerar e valorizar para qualquer dos momentos.</p>
<p><strong>Porquê os Interim Managers para a retoma?</strong></p>
<p>Em tempos de urgência, os Interim Managers têm disponibilidade imediata para a necessidade específica e pontual da retoma. São experts comprovados em desafios de grandes crises e recessões pois ocuparam-se das crises de 2008 e 2010 que afetaram inúmeras empresas Portuguesas, estando acostumados a situações de grande stress. Os Gestores Interinos ajudam a reduzir e a limitar custos com talento humano pois lidam com uma variedade de tarefas. Possibilitam um impacto percetível desde o início pois são multi-qualificados para os desafios uma vez que possuem expertise funcional, de indústria ou de atividade. Experientes e excecionalmente skilled, sem necessidade de formação, faz com que sejam hands-on desde o dia 1. Sendo inovadores e com um raciocínio out-of-the-box são uma mais-valia porque introduzem novas ideias e fornecem soluções prontas, sendo que numa recessão as regras de negócio alteram e as respostas existentes não funcionam.</p>
<p>Os Interim Managers não assumem uma função puramente consultiva – aconselham, recomendam, implementam e executam. Focalizados na entrega de valor por objetivos, são um talento experiente que pode ajudar as empresas em gestão de crises, inversão de performance de negócio, fecho imediato de atividades não lucrativas, implementação de novos modelos de negócio, programas de recuperação, processos de digitalização e automação,…</p>
<p>Por último, os Interim Managers deixam valor muito para além da permanência e com sucesso!</p>
<p><em>Por Fátima Pina, Business Development </em></p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>Março e agosto são os meses em que há mais divórcios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Mar 2020 15:18:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo pioneiro realizado na Universidade de Washington, nos EUA, concluiu que estes dois meses são aqueles em que ocorre uma grande parte dos divórcios.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Este é o primeiro estudo a demonstrar cientificamente um padrão sazonal no que diz respeito aos divórcios, sugerindo que os comportamentos nas festas de inverno e durante as férias do verão podem ser determinantes para o processo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Brian Serafini, docente, e Julie Brines, professora doutorada de sociologia, conduziram o estudo e detetaram um padrão resultante da análise aos pedidos de divórcio entre 2001 e 2015, no estado de Washington.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Era sempre o mesmo, de ano para ano. Depois de recolhidos os dados, comparámo-los com os de outros estados e de outros países, mantendo-se  as semelhanças”, afirmou Julie Brines em declarações à revista TIME.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os investigadores especulam que esta tendência fica a dever-se ao facto de as pessoas evitarem pedir o divórcio no período do Natal ao Ano Novo e durante as férias escolares de verão. Para a maioria dos casais, pedir o divórcio nestes períodos é socialmente inaceitável, e muitas pessoas acreditam que podem salvar o seu casamento no Natal ou nas férias, como explica Julie Brines: </span><span style="font-weight: 400;">“As pessoas tendem a ter expetativas altas para estas ocasiões de festa. Querem acreditar que estão perante uma nova oportunidade e o que geralmente acontece é uma extrema decepção. São épocas caracterizadas por altos níveis de stress e de ansiedade que acabam por ser a última gota para muitos casais”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os investigadores acreditam também que o pico de separações em março não ocorre logo a seguir ao Natal porque os casais precisam de alguns meses para organizar as suas finanças, contratar advogados e ganhar coragem para pedir o divórcio. O mesmo se passa no verão, em que o pedido de divórcio tende a acontecer um mês ou dois depois do período de férias.</span></p>
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		<title>Vinyl is back: o rei do analógico musical voltou em força</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2020 11:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Prazeres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, o rei do analógico musical voltou às nossas vidas. Mas por que será que há tanta gente interessada, hoje, no vinil?</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os filhos dos nossos filhos nunca saberão o que é uma cassete. Até o conceito de compact disc (CD) parecer-lhes-á, provavelmente, pré-histórico, numa época dominada pela música digital, em que qualquer dispositivo ligado à internet permite o acesso instantâneo a milhares de músicas de todos os artistas do passado e do presente.</p>
<p>Mas, contrariando todas as expectativas que pudéssemos ter há não muito tempo, os filhos dos nossos filhos poderão vir a saber o que é e como interagir com o vinil, um formato que nos anos 90 já estava obsoleto, mas que, nos últimos anos, renasceu das cinzas e ganha cada vez mais popularidade. O regresso do vinil Nos últimos anos, o rei do analógico musical voltou às nossas vidas. Mas por que será que há tanta gente interessada, hoje, no vinil?</p>
<p>O vinil tornou-se o formato físico standard para a gravação de música no final dos anos 40, quando a Columbia Records lançou o seu primeiro 33 ⅓ RPM (rotações por minuto), fabricado em PVC. Neste formato, o som era gravado nas ranhuras do disco e transferido para a cabeça eletromagnética do gira-discos pela agulha, à medida que o disco rodava no prato.</p>
<p>Apesar deste sistema ter servido para aumentar significativamente o número de pessoas a ouvir música fora das emissões de rádio, com o aumento da mobilidade e o aumento das vendas de automóveis entre a classe média, a indústria percebeu que o vinil não respondia a uma nova necessidade: a portabilidade.</p>
<p>Foi por isso que, em meados dos anos 60, surgiram as cassetes de 8 Track, um formato com fita magnética que se tornou popular devido ao facto de ser uma forma conveniente de ouvir música no carro. No entanto, rapidamente as cassetes compactas, aquelas que todos temos na cabeça quando se fala sobre este formato, tornaram as 8 Track obsoletas nos anos 80, quando entraram em cena no mercado com três argumentos de peso: uma qualidade de som mais límpida do que o vinil, uma portabilidade que nenhum outro formato físico conseguia igualar e a capacidade de gravação. O sucesso das cassetes foi de tal forma abrangente, que rapidamente as grandes marcas de tecnologia inundaram o mercado com gravadores, rádios e aparelhagens com múltiplos decks, dando origem a um ecossistema favorável à disseminação da cassetes – e também da pirataria, dada a facilidade com que se faziam cópias a partir de discos de vinil ou de outras cassetes.</p>
<p>A era dourada das cassetes terminou com a invenção da música digital e com a criação do CD, desenvolvido em conjunto pela Philips e pela Sony. Este formato foi criado para armazenar música digital (CD-DA), mas rapidamente evoluiu para permitir a gravação de dados (CD-ROM). A partir daí, o CD começou a ramificar-se em vários outros tipos, como o CD-R (gravável), o CD-RW (regravável) e o VCD (Video Compact Disc), entre muitos outros. O CD destronou as cassetes e, em finais dos anos 90, parecia mesmo ter “exterminado” por completo o vinil. No entanto, não demorou muito até que a sua própria morte começasse a ser anunciada, logo no início dos anos 2000, quando o MP3 começou a desmaterializar a música e o mercado do vídeo abraçou o DVD, ficando o CD, cada vez mais e até hoje, numa espécie de “terra de ninguém”, visto que já não é necessário, mas também não se encontra extinto.</p>
<p><em><strong>Voltar ao início</strong></em></p>
<p>Numa altura em que a música se encontra cada vez mais desprovida de formato físico, exceção feita ao CD, que ainda serve para quem faz questão de ter fisicamente os álbuns dos seus artistas preferidos, poderá parecer irracional pensar que há tanta gente interessada em fazer fast-rewind à história dos últimos 50 anos e voltar a ouvir música em discos de vinil. À primeira vista, poderíamos até pensar que este regresso está restrito a um nicho de mercado, nomeadamente de colecionadores, mas não é isso que nos dizem os canais oficiais.</p>
<p>De acordo com o relatório Nielsen Music, 7,7 milhões de discos de vinil LP foram vendidos nos Estados Unidos no primeiro semestre de 2019, o que representa um crescimento de 9,6% face ao período homólogo do ano passado. Mais surpreendente ainda é verificar, no mesmo relatório, que as vendas de música em formatos físicos (onde se incluem o CD e o LP) baixaram 15,1% neste período, o que mostra que o vinil está a crescer em contraciclo com o total da categoria em que está inserido. Números à parte, a verdade é que nem precisaríamos deles para perceber que o vinil renasceu.</p>
<p>Se tiver visitado alguma das grandes lojas da especialidade no último ano, já deverá ter verificado que voltou a existir algo que não víamos há muito tempo: expositores de LP. E desengane-se quem pensar que nesses expositores vamos encontrar discos antigos ou usados. Hoje em dia, muitos dos novos álbuns lançados no mercado, inclusive de artistas portugueses, são logo à partida disponibilizados em CD e vinil. E, é claro, também estão atualmente à venda muitos álbuns de música antiga, mas sob a forma de remasterizações, ou seja, discos novos. Significa isto que há muito vinil a ser fabricado e vendido hoje, que nada tem a ver com os discos vendidos em segunda mão nas feiras e em pequenas lojas de compra e venda de artigos. E se assim acontece, é porque há mercado para isso.</p>
<p><em><strong>Roda o disco… </strong></em></p>
<p>Quando se fala sobre o ressurgimento do vinil, uma das questões mais interessantes é perceber o porquê disto acontecer. Passaram-se décadas desde o auge do vinil, pelo menos dois outros formatos lhe sucederam e não será a qualidade do som, certamente, a responsável por esta forma de revivalismo.</p>
<p>É verdade que os serviços de subscrição de música proporcionam acesso, portabilidade e conveniência sem precedentes, mas há uma coisa que, com a desmaterialização da música, se perdeu irremediavelmente: a “posse” dos álbuns. Com toda a música disponível na cloud e acessível através de equipamentos eletrónicos, desapareceu o conceito de ter um álbum, uma edição especial ou mesmo uma discografia completa dos nossos artistas preferidos. Regressar a um formato físico como o vinil é voltar a possuir itens físicos que podemos colecionar, são palpáveis e vendem-se em lojas físicas. De certa forma, é um regresso ao mundo “real”, numa era em que tudo é virtual.</p>
<p>Outra das possíveis razões para este novo olhar sobre o vinil é aquilo a que alguns chamam o fator “cool”. De acordo com a MusicWatch, uma consultora norte- -americana dedicada ao estudo da indústria da música, quase metade dos compradores de discos de vinil nos EUA tem menos de 25 anos. Este dado pode parecer surpreendente, mas nem será assim tanto se pensarmos que, com todas as gerações, vem uma nova forma de olhar para o passado.</p>
<p>Os millennials em primeiro lugar e, já depois deles, os centennials, demonstram interesse na música que os pais ouvem e na comparação da tecnologia que conhecem com aquela que a precedeu. Além disso, várias subculturas pop que ditam comportamentos, maneiras de vestir e formas de estar na vida hoje reportam a inúmeras referências do passado, o que faz com que basicamente tudo o que é “retro” seja também “trend”. Essa é mais uma das razões apontadas por muitos para um maior interesse, fora de tempo, no vinil.</p>
<p>Obviamente que o elemento de colecionismo não é nada alheio a este regresso ao vinil. Este é um formato altamente colecionável e desde os seus tempos áureos existem pessoas empenhadas em obter determinados discos que hoje são raros e muito valiosos. Normalmente, os colecionadores têm pouco interesse no vinil produzido hoje em dia. Procuram discos específicos – e o vinil sempre foi um formato especialista em criar coisas altamente específicas, como discos numerados em que o menor número corresponde à maior raridade, por exemplo. É claro que, para obter estes discos, os colecionadores têm de procurá- -los não nas grandes superfícies, mas em plataformas online, como o eBay e em pequenas lojas de compra e venda de artigos usados.</p>
<p>Segundo o relatório da MusicWatch, 27% dos compradores de vinil têm 36 anos ou mais, o que não é surpreendente, visto tratar-se de uma geração em que o colecionismo estava na moda e o vinil acaba por ser uma forma de reconexão à sua juventude.</p>
<p>Mais uma das razões possíveis para este regresso do vinil é a qualidade do som e, neste aspeto, as opiniões divergem. Apesar dos avanços do digital, os especialistas afirmam que a qualidade de som do vinil é superior à do digital, porque não está sujeita a compressão. No entanto, todos temos o ouvido de tal forma treinado para a música digital, que não notamos a perda de qualidade. Por outro lado, a qualidade de som depende não só do formato do áudio mas também dos equipamentos utilizados para ouvir música, o uso ou não de headphones, a potência das colunas e uma série de outros fatores que acabam por alterar a experiência de forma significativa, mesmo que comparando entre exemplares do mesmo formato.</p>
<p><em><strong>Uma experiência única </strong></em></p>
<p>No que diz respeito à qualidade do som, os apreciadores defendem que o vinil é mais rico em detalhes, o que conduz a uma sensação de som mais realista. Isto pode ser explicado pelo facto dos discos de vinil serem analógicos, o que permite a gravação de uma gama de frequências muito superior à captada pelo digital. Para perceber a diferença, é necessário, antes de mais, um excelente reprodutor de vinil, dado que ele influencia grandemente a qualidade do som que irá sair das colunas. Alguns equipamentos de baixa ou média gama disponíveis no mercado hoje em dia não possuem as regulagens necessárias para extrair o melhor do som analógico, nem reproduzem uma grande gama de frequências, chegando mesmo a comprometer o resultado final ao reproduzir um som de qualidade muito inferior à possível. É o mesmo que ligar um leitor de Blu-Ray a uma televisão antiga: embora o formato de media seja o melhor possível, o output não tem a capacidade de reproduzir toda a sua qualidade.</p>
<p>Significa isto que dizer que o som do vinil é melhor do que o digital não é verdadeiro. O som é diferente, é certo, mas tudo vai depender do equipamento utilizado para o ouvir. Extrair de um vinil todo o seu potencial é um desafio reservado aos entusiastas que investem em sistemas de som sofisticados e cuidam deles como se fossem uma equipa de futebol, onde cada elemento tem de ser aprimorado para que o conjunto tenha um desempenho excelente. É esta complexidade que torna viciante o colecionismo e o culto do vinil.</p>
<p>Além do som, propriamente dito, o vinil proporciona uma experiència visual, tátil e intelectual mais rica do que os media digitais, porque remete a um tempo em que existia o ritual de apreciar a capa – algumas, com um grande valor artístico –, retirar o disco, colocá-lo no prato, posicionar cirurgicamente a agulha na ranhura do vinil e sentar-se a ouvir. O vinil celebra uma época em que as pessoas se sentavam no sofá para ouvir um disco e apenas para isso, num tempo em que havia mais tempo e a música era apreciada, em vez de servir de banda sonora para trabalhar, para conduzir, para correr no ginásio ou para quaisquer outras atividades. Toda esta experiência, dizem os entendidos, perdeu-se com o digital, que terá tornado o ato de ouvir música mais instantâneo e mais “fácil”.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>Alimentos com soja: sim ou não?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Feb 2020 10:45:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Rhiannon Lambert, nutricionista do hospital londrino Harley Street Clinic, esclareceu ao The Independent alguns dos mitos relacionados com o consumo de soja.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As opiniões dividem-se no que diz respeito ao alimentos com soja. Enquanto algumas pessoas enaltecem o potencial proteico deste vegetal como alternativa à carne e ao peixe, outras acreditam que a soja faz mal e até que pode ser tóxica.</p>
<p>A nutricionista Rhiannon Lambert defende que, ao contrário da maioria das proteínas vegetais, &#8220;as sementes de soja são uma fonte proteica completa, com todos os aminoácidos essencias que só podemos obter da alimentação, já que o corpo humano não os produz&#8221;.</p>
<p>Por outro lado, contraria a crença de que a soja diminuiu a testosterona nos homens: &#8220;existem zero provas de que o consumo de soja altere o desenvolvimento sexual ou reduza os níveis de testosterona&#8221;.</p>
<p>Relativamente à corrente de opiniões que defende que a soja potencia o surgimento de cancro, a nutricionista lembra que na Ásia Central, a região com mais consumo de soja em todo o mundo, &#8220;são diagnosticados menos casos de cancro da mama e da próstata, e as pessoas têm menos doenças cardíacas e osteoporose quando comparado com outros países&#8221;.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<item>
		<title>Investigadores indicam tempo de exercício físico necessário para &#8220;rejuvenescer&#8221; o coração</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/investigadores-indicam-tempo-de-exercicio-fisico-necessario-para-rejuvenescer-o-coracao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Feb 2020 16:20:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exercício Físico]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa publicada no Journal of Physiology especifica o número de dias por semana que se deve treinar.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="dropcap dropcap-simple">N</span>ão é novidade para ninguém que a prática de uma atividade física é condição essencial para manter a saúde cardiovascular, diminuindo assim o risco de AVC ou ataque cardíaco. Mas por vezes surgem dúvidas quanto à frequência e à duração que cada sessão de exercício deve ter.</p>
<p>Segundo um estudo agora publicado no <a href="https://physoc.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1113/JP275301" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Journal of Physiology</a>, o corpo humano tem artérias de diferentes tamanhos e, para as mais pequenas, uma frequência de exercício físico de duas ou três vezes por semana, durante 30 minutos, é o suficiente; no entanto, o ideal é exercitar-se quatro a cinco vezes por semana, visto que as artérias de maiores dimensões precisam de uma frequência maior de atividade física para evitarem lesões.</p>
<p>Um dos investigadores envolvidos neste estudo afirma, em comunicado, que &#8220;esta pesquisa permite-nos desenvolver programas de exercício para manter o coração jovem e até para voltar atrás no tempo em casos de envelhecimento do coração e dos vasos sanguíneos&#8221;.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Café. O segredo para uma vida longa?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/quem-bebe-cafe-vive-mais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jan 2020 13:59:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São boas notícias para quem gosta de café.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="dropcap dropcap-simple">U</span>m novo estudo associa o consumo de café a um menor risco de morte prematura. E parece não importar a quantidade de café que se bebe ou se se prefere a versão normal ou descafeinada.</p>
<p>As conclusões foram apresentadas ontem no jornal científico JAMA Internal Medicine e partilhadas pela revista TIME. “Observámos uma associação inversa entre beber café e a incidência da mortalidade, incluindo nos participantes que reportaram ingerir apenas uma chávena por dia, e até oito ou mais diariamente, ou que optam pelas versões expresso, instantâneo ou descafeinado”, disse a autora do estudo, a investigadora Erikka Loftfield do National Cancer Institute, nos Estados Unidos.</p>
<p>Para este estudo, os investigadores utilizaram dados coletados pelo Biobanco britânico, resultado de questionários a milhares de voluntários sobre o seu estado de saúde, exames físicos e amostras biológica.</p>
<p>Os investigadores detetaram benefícios em quase todos os níveis e tipos de consumo de café. Em média, quem bebe um café por dia apresenta uma risco 8% menor de morte prematuta, comparativamente a quem não consome esta bebida. Surpreendentemente, esta taxa aumenta à medida que aumenta também o consumo de café, chegando aos 16% entre os indivíduos que bebem de seis a sete chávenas de café por dia.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>Quanto tempo de vida pode ter o Ser Humano?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/qual-o-limite-de-longevidade-do-ser-humano/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Dec 2019 16:10:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Será que existe um limite para o tempo possível de vida?</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A esperança média de vida tem vindo a aumentar nas últimas décadas, mas qual o limite máximo de idade até onde um ser humano pode sobreviver?</p>
<p>Em 1997, Jeanne Louise Calment tornou-se oficialmente a pessoa a atingir a maior longevidade de sempre, tendo vivido até aos 122 anos e 164 dias de idade. De acordo com os registos mais recentes, mais ninguém terá ido além dos 120 anos.</p>
<p>Segundo a lei de Gompertz, revelada em 1825, a probabilidade de morrer duplica a cada oito anos, e parece ser isso o que de facto acontece entre os 30 e os 80 anos. Mas um novo estudo publicado no jornal Science vem dizer que com o avançar da idade, a probabilidade de morte diminiu.</p>
<p>De acordo com este estudo, a incidência de morte acelera até aos 80 anos de idade e, a partir daí, reduz o ritmo, registando-se uma estagnação entre os 105 e os 110 anos, o que contraria a lei de Gompertz.</p>
<p>Um novo estudo demonstra ainda que as possibilidades de sobreviver à passagem dos 105 para os seguintes, e até aos 110, é de 50%.</p>
<p>Holger Rootzen, docente na Universidade de Tecnologia Chalmers, na Suécia, confirma que há uma estagnação da mortalidade entre os 105 e os 110 anos de vida. E rejeita a ideia de que exista um limite concreto para a duração da vida humana, no seu artigo &#8220;<a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s10687-017-0305-5" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Human life is unlimited &#8211; but short</a>&#8220;, publicado no jornal Extremes, em dezembro. No mesmo artigo o docente considera que no próximo quarto de século já será possível alguém chegar aos 128 anos.</p>
<p>Rootzen lança também um alerta curioso: “As recomendações relacionadas com o estilo de vida – prática de exercício físico e ingestão de uma dieta saudável – são bastante eficazes nas idades mais jovens, mas não parecem ter um grande impacto nos indivíduos mais velhos”.</p>
<p>De facto, Calment viveu até aos 122 anos a fumar dois cigarros por dia até aos 119, e dizia que só tinha deixado de fumar porque já não via suficientemente bem para acender os cigarros.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<item>
		<title>Apresentado o guião de boas práticas para as empresas contra a violência doméstica e de género</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Nov 2019 17:17:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi apresentado na sede da Vodafone Portugal, em Lisboa, um guião de boas práticas para combater a violência doméstica e de género, destinado a empresas e entidades empregadoras. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ideia é dotar os patrões de ferramentas para lidar com situações de violência no trabalho ou em casa, prestando o apoio necessário à vítima no seu ambiente laboral.</p>
<p>O documento, “Prevenção e Combate à Violência Contra as Mulheres e à Violência Doméstica nas Entidades Empregadoras: Guião de Boas Práticas” foi produzido por uma equipa do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, com a coordenação de Madalena Duarte, e resulta de uma iniciativa conjunta da Secretaria de Estado para a Cidadania e Igualdade, a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG), o Portugal Mais Igual e o Conselho Económico e Social (CES).</p>
<p>Este guião tem como objetivo «promover mais conhecimento sobre a necessidade de envolvimento e o modo como a violência doméstica e a esfera laboral estão conectadas e fornecer um guião que seja um instrumento de trabalho com linhas orientadoras, com medidas e ações específicas que as empresas e organizações possam recorrer», disse Madalena Duarte durante a apresentação do documento.</p>
<p>Rosa Monteiro, secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade considerou «fundamental» o lançamento do guião de boas práticas para as entidades empregadoras, pois passam a reconhecer-se «os impactos internos da violência que não acontecem só na esfera doméstica».</p>
<p>«Este é um guia muito importante porque é uma ferramenta concreta para que as empresas possam atuar. E este é um caminho que se tem de fazer. Tem de se trabalhar em todos os âmbitos e este universo do mercado de trabalho é fundamental», acrescentou a secretária de Estado.</p>
<p>O guia foi apresentado na Vodafone por se tratar, pode ler-se em comunicado do Governo, de uma empresa «pioneira, em Portugal, na implementação de um programa interno de Prevenção e Combate à Vítimas de Violência, em parceria com a Associação Portuguesa para o Planeamento da Família». Mário Vaz, CEO da Vodafone, afirmou que a empresa, «a nível global e local, assume as suas responsabilidades perante a sociedade e tem como propósito o claim “we connect for a better future”. A temática da violência evolui muito nos últimos anos, mas se olharmos para as estatísticas, ainda estamos muito atrasados. A questão da violência está muito ligada à da igualdade de género e na Vodafone temos diversos programas e iniciativas com o objetivo de proteger as vítimas».</p>
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		<title>Estudar não é só para os novos. Universidades seniores estão em crescimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Oct 2019 08:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As universidades seniores têm vindo a ganhar terreno em Portugal na última década e a formação que proporcionam é apenas uma das vantagens de voltar a estudar na Terceira Idade.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="dropcap dropcap-simple">A</span> decisão de voltar a estudar pode ser tomada em qualquer altura da vida, mas é talvez depois dos 50 anos que existe maior disponibilidade para considerar seriamente o regresso às salas de aula. Na última década as universidades séniores ganharam grande expressão em Portugal, depois de um longo caminho trilhado desde a criação da primeira instituição deste tipo, em Lisboa, nos anos 70.</p>
<p>Apesar de várias movimentações em torno da ideia de fazer crescer o conceito de universidade sénior a nível nacional, foi preciso chegarmos a 2005 para ser criada a Rede de Universidades da Terceira Idade (RUTIS), uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) que conta atualmente com mais de 300 universidades seniores com 45 mil alunos e cinco mil professores sob a sua tutela. Embora muito diversificadas, estas universidades estão cada vez mais próximas umas das outras, tendo em comum a promoção de um envelhecimento ativo num ambiente dinâmico e estimulante.</p>
<p><b>O que são e a quem se destinam?</b></p>
<p>As universidades seniores são instituições sem fins lucrativos que têm por objetivo proporcionar aos mais velhos uma aprendizagem em ambiente informal, combatendo o isolamento e a exclusão social. Estas universidades promovem também a intergeracionalidade, através de um conjunto de iniciativas diversas que juntam pessoas de diferentes faixas etárias.</p>
<p>Para ingressar numa universidade sénior, o aluno deve ter, preferencialmente, mais de 50 anos. Por ser possível uma grande variedade de partilha de conhecimentos, existem casos de alunos que são simultaneamente professores na universidade onde estão inscritos ou noutra.</p>
<p>Os professores das universidades seniores são, na sua generalidade, voluntários e não têm limitações em termos de idade, bastando apenas que tenham mais de 18 anos. Do mesmo modo, os professores voluntários não têm obrigatoriamente de ter um grau académico relacionado com a disciplina que lecionam, embora seja isso o que acontece em grande parte dos casos.</p>
<p>No que diz respeito a horários, as universidades seniores funcionam durante o dia, embora haja algumas com aulas e atividades em horário pós-laboral. Seguem o calendário escolar vigente em Portugal, com início em setembro ou outubro e encerramento em junho ou julho; estão previstas as pausas de Natal, Carnaval e Páscoa.</p>
<p>São autónomas na fixação de valores de mensalidade ou propina com um valor médio de 12 euros, segundo a RUTIS, na contratação de seguros para professores e alunos e na emissão de cartões de identificação &#8211; que proporcionam descontos e outras vantagens aos seus portadores.</p>
<p>As disciplinas e conteúdos programáticos variam também de instituição para instituição. O mesmo se aplica às atividades propostas, pelo que os alunos deverão consultar e, se possível, comparar diversas opções na sua área de residência.</p>
<p><b>Áreas temáticas e atividades</b></p>
<p>As universidades seniores da RUTIS devem incidir sobre pelo menos três das seguintes áreas: Ciências Sociais e Humanas, Informática, Artes, Mobilidade e Desporto. A oferta de disciplinas é, por isso, muito ampla e pode incluir línguas estrangeiras, literatura, filosofia, psicologia, teatro, música, pintura, cerâmica, artes decorativas, ginástica, dança ou natação, entre outras.</p>
<p>Entre as diferentes universidades há variações no que diz respeito aos conteúdos programáticos de cada disciplina, mas o objetivo é privilegiar o património cultural português, a mobilidade, o bem-estar dos alunos e o intercâmbio de ideias. A utilização das novas tecnologias é outra base dos conteúdos programáticos das universidades seniores, de forma a contribuir para a inclusão social. Um ponto importante a reter sobre as universidades seniores é o facto de funcionarem num regime não formal, sem fins de certificação académica.</p>
<p>As mais-valias são claras: além do combate ao isolamento e exclusão social, estas universidades têm a componente educativa, permitindo aos seniores a aquisição de conhecimentos e, mais importante do que isso, a manutenção de atividades de índole intelectual e, claro, social.</p>
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		<item>
		<title>Anda à procura de emprego? Esta plataforma recruta profissionais com mais de 50 anos</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/esta-plataforma-recruta-profissionais-com-mais-de-50-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jul 2019 07:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Chama-se Experience Management e consiste numa plataforma digital quei faz corresponder às necessidades das empresas perfis que foram previamente analisados e qualificados.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi criada por um conjunto de personalidades da vida económica portuguesa, com o objectivo de responder às exigências e desafios das novas relações laborais. Por um lado, permite às empresas  encontrar recursos que permitam fazer face a necessidades específicas e delimitadas no tempo na área da gestão. Para os gestores, permite colocarem os seus conhecimentos e recursos ao serviço de projectos desafiantes.</p>
<p>Segundo Manuel Lopes da Costa, um dos accionistas desta plataforma, «é um projecto que  visa dar trabalho  – e não emprego – a pessoas com experiência e conhecimento que poderá ser valioso para o crescimento de um negócio».</p>
<p>O projeto do empresário Manuel Lopes da Costa dirige-se em específico a um público com mais de 50 anos. «Infelizmente, para muitas empresas, os “jovens” como nós, com mais de 50 anos, são dispensáveis, e muitas vezes dispensados. A nosso ver, nada de mais errado. Estes profissionais têm a competência, a maturidade, o bom senso e a competência que só a experiência dá».</p>
<p>Na prática, as empresas poderão aceder a um conjunto de currículos potencialmente úteis para responder a determinado desafio temporário. «A competência adequada unicamente pelo tempo necessário. Esse é o nosso compromisso», indica o gestor.</p>
<div>
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<p>Os candidatos que preencham o perfil devem registar-se no <a href="https://experiencedmanagement.pt/sobre.html#missao" target="_blank" rel="noopener noreferrer">site</a> da empresa, que após análise são encaminhados para uma entrevista. As empresas podem depois escolher os profissionais disponíveis, seja para o lançamento de novos projetos, uma restruturação de departamento, o apoio na sucessão de gestão ou substituição temporária de um trabalhador.</p>
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		<item>
		<title>Trabalhadores mais velhos sentem menos stress</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 May 2019 10:05:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fundação para a Saúde Mental Britânica realizou um inquérito a 4.500 pessoas sobre os níveis de ansiedade no trabalho.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="dropcap dropcap-simple">O</span> estudo concluiu que apenas 12% dos trabalhadores na faixa etária dos 53 aos 71 anos considera &#8220;expectável trabalhar sob enorme stress e pressão&#8221;. Comparativamente, os millennials revelaram-se a geração mais stressada no trabalho, com 28% dos inquiridos a responder afirmativamente a esta questão.</p>
<p>Do mesmo modo, <span class="news_bold">cerca de um terço dos mais jovens (34%) disse acreditar que menos stress teria efeitos de perda de produtividade</span>, comparativamente a cerca de um quinto (19%) dos colegas mais velhos.</p>
<p>No universo total dos inquiridos <span class="news_bold">apenas 14% dos indivíduos afirmaram-se confortáveis a falar sobre os níveis elevados de stress vividos devido aos seus superiores.</span></p>
<p>“O impacto mental do trabalho pode seguir-nos até às nossas casas&#8221;, afirma Richard Grange, porta-voz da Fundação para a Saúde Mental Britânica, em declarações ao jornal The Times. &#8220;Um trabalho ‘bom’ é aquele onde nos sentimos seguros e apoiados e que nos faz sentir bem, melhorando assim a nossa saúde mental. A atual precariedade , quase generalizada, prejudica o bem estar físico e mental”.</p>
<p>“Muitos millennials têm contratos precários, quando os têm&#8221;, continua. &#8220;Ganham pouco e trabalham até à exaustão. <span class="news_bold">A pressão laboral hoje é muito diferente da que os seus pais ou avós sentiram há décadas”</span>.</p>
<p>Um estudo realizado no ano passado nos países da União Europeia revelou que cerca de <span class="news_bold">um terço da população já teve tendências suicidas devido a sentimentos exacerbados de stress.</span> As mulheres e os jovens adultos são os mais afetados.</p>
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		<title>A pensar nas próximas férias? Dê um salto a Macau</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/ja-a-pensar-nas-proximas-ferias-de-um-salto-a-macau/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2019 10:48:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prazeres]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar da distância geográfica e da cultura marcadamente oriental, Macau é uma das regiões do Mundo com maior proximidade a Portugal. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Macau é uma das regiões administrativas especiais da República Popular da China (a outra é Hong-Kong) desde 20 de dezembro de 1999, dia em que terminou a administração portuguesa daquela região. Para trás ficaram mais de 400 anos de história partilhada entre Portugal e Macau, bem como um legado histórico de abertura ao Mundo e a diferentes culturas, o que motiva a atração e o interesse dos portugueses.</p>
<p>Macau é um daqueles destinos turísticos a que se vai uma vez, frequentemente numa fase mais avançada da vida, porque é suficientemente distante para justificar uma estadia de uma semana ou mais, e também porque se trata de uma viagem dispendiosa. Mas é, de facto, um destino de sonho para muitos. Em 2016, a região recebeu perto de 31 milhões de visitantes, 15.624 oriundos de Portugal, segundo dados da Turismo de Macau.</p>
<p>Duas das razões que suscitam este interesse é a proximidade linguística e a herança cultural da administração portuguesa. Macau tem duas línguas oficiais &#8211; o chinês (mandarim e cantonês) e o português -, o que faz com que existam muitos letreiros, indicações e até jornais e revistas bilingues. É fácil para um português fazer-se entender, principalmente entre as faixas etárias mais velhas, que falam fluentemente português.</p>
<p><b>Estatuto especial</b></p>
<p>O território de Macau foi colonizado pelos navegadores portugueses em meados do século XVI. Além de levar prosperidade àquela região, os portugueses transformaram Macau um importante entreposto comercial entre a China, a Europa e o Japão. No final do século XVI e princípio do século XVII, Macau atingiu o auge da prosperidade, mas foi preciso esperar até 1887 para a China reconhecer oficialmente a soberania e a ocupação portuguesa, através do Tratado de Amizade e Comércio Sino-Português. Mesmo assim, o documento teve sempre duas interpretações: para os portugueses, a soberania sobre Macau era reconhecida no tratado; no entanto, para os chineses, só os direitos administrativos eram transferidos.</p>
<p>Um século depois, em 1987, Portugal e Macau retomaram a mesa das conversações para agendar o regresso da região à administração chinesa. A data de transferência de soberania ficou agendada na Declaração Sino-Portuguesa Sobre a Questão de Macau para 20 de dezembro de 1999. Desde então Macau tornou-se uma região administrativa especial chinesa, sob o princípio “um país, dois sistemas”, segundo o qual, após a reunificação da China continental, Hong Kong e Macau podem praticar o capitalismo com um elevado grau de autonomia por um período de 50 anos, ou seja, até 2049. Este estatuto de autonomia exclui, no entanto, questões relativas às relações exteriores e à defesa do território.</p>
<p><b>Religião</b></p>
<p>Por ser um ponto de intercâmbio cultural entre o Ocidente e o Oriente, Macau caracteriza-se por uma grande diversidade de religiões como o Budismo, o Confucionismo, o Taboísmo, o Protestantismo e o Cristianismo, que coexistem de forma pacífica. A esmagadora maioria da população é budista, embora a religião seja olhada de uma forma muito conceptual, o que faz com que sejam incorporados no budismo elementos de outras crenças, da mitologia chinesa e de práticas tradicionais. Este conjunto heterogéneo é vulgarmente chamado de religiões populares chinesas.</p>
<p>Um dos pontos de contacto de Macau com o Ocidente é precisamente a religião. Existe uma comunidade bastante alargada de cristãos na região, sendo a maioria católica. Existe inclusivamente uma Diocese de Macau, que define a estrutura e a hierarquia dos membros do clero, sendo diretamente dependente da Santa Sé.</p>
<p><b>Segurança</b></p>
<p>Se vai de férias para Macau, pode estar relativamente descansado quanto à sua segurança. Durante várias décadas, a criminalidade violenta representou uma séria ameaça ao turismo porque a cidade não tinha capacidade para lidar com os grupos de crime organizado, designados localmente como Tríades. Estes grupos são evoluções de organizações político-revolucionárias existentes desde a Dinastia Qing (1644-1912), mas têm vindo a perder a sua identidade. Dedicam-se essencialmente a esquemas de extorsão, como comissões para não prejudicarem a atividade dos casinos, empréstimos a viciados em jogo, proteção forçada a comerciantes, tráfico de droga e lavagem de dinheiro.</p>
<p>Nos anos 90 registaram-se vários assassinatos resultantes de ajustes de contas entre tríades, mas após a transferência da soberania para a China, o novo Governo da Região Administrativa Especial de Macau tem vindo a combater com êxito o crime organizado. Não será alheia a isso a presença no território de uma guarnição do Exército de Libertação Popular, que permitiu baixar a criminalidade violenta em 70% de 1999 para 2000, e em 45% na transição para 2001.</p>
<p>Apesar de continuarem em atividade muitas tríades, e de ser inegável a sua influência na sociedade, Macau é hoje muito mais seguro e os turistas podem movimentar-se em relativa segurança.</p>
<p><b>Turismo</b></p>
<p>Macau tem uma economia fortemente dependente do setor terciário, nomeadamente do turismo e dos jogos de sorte e azar. Os dois estão interligados, e a esmagadora maioria dos hotéis tem casinos onde são movimentados muitos milhares de euros, todos os dias. O setor dos jogos de sorte e azar é tão importante que a Universidade de Macau tem uma grande oferta de cursos superiores dedicados especificamente a este mercado, que emprega milhares de pessoas.</p>
<p>Para que se tenha uma ideia da importância deste setor, as previsões para 2018 apontam para 24,4 mil milhões de euros, o que representaria um aumento de 15% face ao ano passado. Tendo em conta que o imposto direto sobre as receitas de jogo é de 35%, o Governo de Macau conta arrecadar 8,5 mil milhões de euros este ano, só neste setor, que não inclui todas as outras infraestruturas turísticas não relacionadas com jogo.</p>
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		<item>
		<title>Tequila pode ser benéfica para a saúde</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/tequila-pode-ser-benefica-para-a-saude/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 May 2019 15:34:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bebidas]]></category>
		<category><![CDATA[Prazeres]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os mexicanos quiseram saber se o consumo de tequila traz benefícios para a saúde e, para isso, realizaram um estudo com resultados surpreendentes.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com este estudo, a planta a partir da qual a tequila é feita, o agave, contém substâncias que potenciam a absorção de cálcio e magnésio pelo organismo, o que significa uma melhor saúde dos ossos.</p>
<p>Além disso, cada shot de tequila tem apenas 60 calorias, o que é muito pouco se compararmos com as 160 de um copo de vinho branco.</p>
<p>Outra vantagem é o facto da planta do agave conter elevados níveis de insulina, promovendo, assim, a produção das bactérias da flora intestinal que facilitam a digestão.</p>
<p>A tequila pode ainda contribuir para a redução dos índices de açúcar no sangue e promove o relaxamento, ajudando a dormir.</p>
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