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AVC silencioso: médicos alertam para sinais quase invisíveis que exigem atenção imediata

AVC silencioso: médicos alertam para sinais quase invisíveis que exigem atenção imediata
Forever Young

O AVC silencioso pode passar despercebido, mas deixa sequelas graves e aumenta o risco de um episódio futuro. Conheça os sinais quase invisíveis e saiba quando procurar ajuda médica urgente.

O acidente vascular cerebral (AVC) é uma das principais causas de morte e incapacidade em Portugal e no mundo. Muitas vezes, os sinais são claros e permitem uma resposta rápida. Mas existe também o chamado AVC silencioso, que pode passar despercebido e deixar sequelas graves. Reconhecer os sinais quase invisíveis é essencial para salvar vidas.

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De acordo com a Direção-Geral da Saúde (DGS), todos os anos milhares de portugueses sofrem um AVC. A maioria associa-se a fatores de risco como hipertensão, colesterol elevado, diabetes e tabagismo. O AVC silencioso, contudo, pode acontecer sem sintomas evidentes, tornando-se ainda mais perigoso.

O que é um AVC silencioso

Trata-se de um episódio em que ocorre uma pequena interrupção do fluxo sanguíneo no cérebro, mas sem sinais evidentes como paralisia ou dificuldade na fala. Muitas vezes, só é detetado em exames de imagem realizados por outras razões. Apesar de parecer inofensivo, aumenta significativamente o risco de um AVC maior no futuro.

Sinais discretos a que deve estar atento

  • Perda de memória súbita ou dificuldade em concentrar-se;
  • Pequenas alterações na visão;
  • Desequilíbrio ou tonturas inexplicáveis;
  • Formigueiro passageiro em mãos ou rosto;
  • Cansaço extremo sem causa aparente.

Estes sintomas podem ser confundidos com sinais de envelhecimento natural, mas quando ocorrem de forma súbita devem motivar uma avaliação médica.

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Fatores de risco

Os mesmos fatores de risco de um AVC comum estão presentes no AVC silencioso: pressão arterial elevada, colesterol alto, diabetes, tabaco e sedentarismo. Segundo a Organização Mundial da Saúde, controlar estes fatores reduz drasticamente a probabilidade de sofrer um episódio.

Prevenção e diagnóstico

Exames de rotina são fundamentais para detetar problemas antes de se tornarem graves. A ressonância magnética é um dos métodos mais eficazes para identificar lesões silenciosas no cérebro. Consultar regularmente o médico de família e fazer rastreios cardiovasculares é uma medida essencial de prevenção.

O que fazer em caso de suspeita

Se notar sintomas súbitos, mesmo que discretos, deve procurar imediatamente ajuda médica. Quanto mais cedo o AVC é diagnosticado, maior a probabilidade de evitar sequelas graves. O SNS 24 aconselha a ligar de imediato para o 112 em caso de suspeita.

Um alerta que pode salvar vidas

O AVC silencioso lembra-nos que nem sempre os problemas de saúde são visíveis. Estar atento aos sinais quase imperceptíveis, fazer exames regulares e controlar os fatores de risco são passos decisivos para proteger o cérebro e o coração. A informação e a prevenção continuam a ser as melhores armas contra este inimigo silencioso.

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