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	<title>Saúde &amp; Bem-Estar &#8211; Forever Young</title>
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	<description>Para se sentir sempre jovem. Viva com mais sentido, 55+ com atitude.</description>
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	<title>Saúde &amp; Bem-Estar &#8211; Forever Young</title>
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	<item>
		<title>Barba: o que leva alguns homens a ter pelos no rosto?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 11:31:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há uma frase que diz que "a barba é a maquilhagem do homem".</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No entanto, ostentar uma bela barba já foi considerada um sinal de desleixo. Mas uma nova pesquisa evidenciou que a barba tem, para muitos homens, conotações positivas ligadas ao status social ou ao cuidado com a família.</p>
<p>A barba serve, por exemplo, para apontar a idade de alguém, mas também para determinar o seu espaço num grupo social. Pensando nisso, pesquisadores da Universidade da Silésia, na Polónia, e da Universidade de Pádua, na Itália, investigaram os fatores psicológicos que motivam os homens a deixar a barba crescer e a mantê-la.</p>
<p>Os pelos no rosto são uma característica sexualmente dimórfica. Isso quer dizer que esse é um aspeto mais comum em homens que em mulheres. E, no percurso da história, a barba masculina já teve diversos significados.</p>
<p>Ocorre que a barba tem um &#8220;custo&#8221;, tanto financeiro (nos cuidados precisos para cultivá-la, incluindo possíveis idas ao barbeiro) quanto em termos de tempo e esforço. Por isso, é necessário ter uma boa motivação para manter os pelos em dia.</p>
<p>«Estudos conduzidos até agora mostraram que as pessoas atribuem características diferentes relacionadas a motivos sociais fundamentais a homens com diferentes tipos de pelos faciais. No entanto, pesquisas sobre perceções dos pelos faciais masculinos fornecem resultados mistos e há necessidade de mais pesquisas sobre o tópico para esclarecer essa ambiguidade», relata a equipa no seu estudo.</p>
<p>O que já foi constatado, por exemplo, é que as pessoas tendem a reconhecer os homens barbudos como mais saudáveis e mais propensos a ter melhores resultados numa luta. Também são considerados mais confiáveis e amigáveis. Por outro lado, os homens barbudos podem ser vistos como mais agressivos e dominantes, o que sugere uma ligação com a procura de status social.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Mulheres surpreendam-se: o desejo sexual é maior nestas idades</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/mulheres-surpreendam-se-o-desejo-sexual-e-maior-nestas-idades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 16:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estimava-se que a libido das mulheres atingia o auge por volta dos 30 anos, enquanto que a dos homens na casa dos 20. Novas pesquisas sugerem que essa tendência poderá estar a mudar.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há muito que se pensa que as mulheres atingem o pico da sexualidade um pouco mais tardiamente do que os homens.</p>
<p>Mas, ao que parece as mulheres têm o melhor sexo da sua vida um pouco antes do que o esperado – aliás, as probabilidades são que essa altura da sua vida já tenha passado.</p>
<p>Novos dados sugerem que quase metade da população feminina considera que o seu desejo sexual foi mais intenso entre os 18 e os 24 anos.</p>
<p>E uma em quatro disse que o melhor sexo da sua vida tinha acontecido entre os 18 e os 20 anos.</p>
<p>Porém, os homens não sentem exatamente o mesmo.</p>
<p>Um em três disse que a idade em que mais desejaram sexo foi entre os 18 e os 24 anos, enquanto que apenas 14% disse que a sua libido atingiu o auge entre os 18 e os 20 anos.</p>
<p>Os novos dados questionam os resultados de pesquisas prévias que sugeriam que as mulheres atingem o pico da sexualidade mais tardiamente do que os homens.</p>
<p>Aliás, o apetite sexual das mulheres parece de facto diminuir à medida que envelhecem – apenas 18% afirmou que o seu desejo havia aumentado entre os 24 e os 30 anos, comparativamente a 24% dos homens.</p>
<p>Segundo a nova pesquisa, a libido dos homens parece ser maior na casa dos 30 anos – 25% afirmou que havia aumentado nesta década, relativamente a 17% das mulheres.</p>
<p>Os resultados foram obtidos através de um estudo levado a cabo pela marca de brinquedos sexuais Lovehoney e que incidiu sob uma população de 14 mil indivíduos.</p>
<p>Richard Longhurst, co-fundador da empresa, disse: “Há uma clara tendência que demonstra que o inicio da idade adulta está associado a uma maior libido feminina, enquanto que os homens afinal atingem o pico da sua sexualidade entre os 20 e os 30”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<item>
		<title>Lado direito ou do avesso: esta é a maneira correta de colocar as roupas na máquina de lavar</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/lado-direito-ou-do-avesso-esta-e-a-maneira-correta-de-colocar-as-roupas-na-maquina-de-lavar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 08:00:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A maneira como coloca as roupas na máquina de lavar é essencial para preservar a sua durabilidade e melhorar a sua aparência.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por esse motivo, os fabricantes geralmente incluem instruções específicas nas etiquetas que, se seguidas corretamente, podem manter as roupas em boas condições durante mais tempo.</p>
<p>Devido à variedade de tecidos, cores e elementos decorativos que as peças costumam ter, a indústria têxtil recomenda colocar as roupas na máquina de lavar seguindo algumas orientações. Uma das dúvidas mais comuns é se é melhor lavar as roupas do lado direito ou do avesso.</p>
<p>Especialistas recomendam lavar do avesso, pois essa prática protege os tecidos e as cores. O atrito com outras peças de roupa e o movimento da máquina de lavar podem desgastar a superfície visível, resultando em perda de cor e enfraquecimento das fibras.</p>
<p>Além disso, lavar do avesso minimiza a exposição direta dos tecidos à água e ao movimento da máquina de lavar, o que protege as cores r reduz o desgaste em tecidos delicados, prolongando a vida útil das roupas.</p>
<p>Evitar sobrecarregar a máquina de lavar é outro aspecto fundamental. Uma máquina de lavar cheia demais dificulta a lavagem adequada e pode causar vincos permanentes nas roupas. Também é essencial ajustar a temperatura da água de acordo com o tipo de tecido e o nível de sujidade.</p>
<p>Embora possa haver exceções dependendo do material ou condição das peças, em geral, lavar as roupas do avesso é uma técnica simples, mas eficaz para manter a sua qualidade e aparência durante mais tempo.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Especialista recomenda estes alimentos para prevenir a calvície: mas muitos ignoram </title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/especialista-recomenda-estes-alimentos-para-prevenir-a-calvicie-mas-muitos-ignoram/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 07:42:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É uma fonte concentrada de vitaminas, minerais e compostos bioativos que podem promover a saúde do cabelo ao nível celular.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Embora a genética seja um fator determinante na calvície, existem outros fatores que interferem e causam uma maior queda de cabelo, como hábitos de vida e alimentação. Segundo os especialistas, a deficiência de nutrientes geralmente está por trás de muitos tipos de alopecia difusa.</p>
<p>Podemos obter facilmente esses nutrientes com uma dieta equilibrada e saudável, e com a inclusão de alimentos como o brócolos . Este vegetal, recomendado pela dermatologista Claudia Bernárdez, «contém sulforafano, um composto bioativo que oferece diversas propriedades benéficas para o crescimento do cabelo».</p>
<p>Os brócolos um vegetal conhecido por seus múltiplos benefícios à saúde, tem-se posicionado como um potencial aliado na prevenção da calvície e queda de cabelo <strong>devido à sua rica composição nutricional.</strong> Este vegetal é uma fonte concentrada de vitaminas, minerais e compostos bioativos que podem promover a saúde do cabelo no nível celular.</p>
<p>O seu teor de vitamina A e vitamina C, essenciais para a produção de sebo no couro cabeludo , ajuda a mantê-lo hidratado e protegido, prevenindo o ressecamento e a fragilidade. Além disso, a vitamina C atua como um poderoso antioxidante que combate o estresse oxidativo nos folículos capilares, uma das principais causas da queda de cabelo.</p>
<p>Um dos componentes mais notáveis ​​do brócolos é o sulforafano , como explica a especialista, um composto bioativo com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. O sulforafano protege as células do folículo capilar dos danos causados ​​pelos radicais livres e melhora a circulação no couro cabeludo . Isso garante que os folículos recebam um suprimento adequado de nutrientes e oxigénio, promovendo o crescimento saudável do cabelo.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<item>
		<title>Se não pode viajar de férias, deixe que as férias viajem até você: como aproveitar as férias em casa</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/se-nao-pode-viajar-de-ferias-deixe-que-as-ferias-viajem-ate-voce-como-aproveitar-as-ferias-em-casa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 15:10:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Vai ver que vai gostar. </p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="twoColumns twoColumnsLEA twoColumns23 twoColumns-normalGutter twoColumns-foldAtMobile2">
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<div class="twoColumns-column-content">
<div class="paragraph paragraph-normal">
<div>
<p>Se viajar de férias estiver fora de questão neste momento &#8211; por qualquer motivo -, pode organizar algum tipo de “estadia de férias em casa”.</p>
</div>
<div><b>Elementos decorativos que o levam a diferentes lugares<br />
</b></div>
<div>A forma mais fácil de criar uma atmosfera de férias em casa é com elementos que fazem lembrar os seus destinos de férias favoritos. Pense nisso por um momento. Cadeiras de vime ou rattan em volta de uma mesa, por exemplo, remetem à praia, conchas, estrelas do mar&#8230; Ornamentos semelhantes dispostos em um local visível trazem à memória os passeios à beira-mar. Você pode ir além e emoldurar alguns souvenirs de férias, tornando-os uma verdadeira obra de arte, enquanto transforma a casa usando tecidos decorativos em tons de verão.</div>
</div>
</div>
</div>
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<div class="twoColumns-column-content">
<div class="image imageSingle"></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="paragraph paragraph-normal">
<div><b>Cheirinho de férias</b></div>
<div>
<p>Qual é a maneira mais fácil de evocar o clima de férias? Tenha os aromas certos espalhados pela casa, cheiros que lembram lugares destinados ao descanso e relaxamento. Sugerimos que use óleos essenciais que emitam aromas como aqueles capturados pelo olfato durante as férias: natureza, coco, frutas tropicais ou o aroma de pinheiro.</p>
</div>
<div><b>Transforme sua cama numa cama de hotel</b></div>
<div>
<p>As camas de hotel têm algo de especial. Os lençóis são mais confortáveis e os travesseiros, mais macios. É por isso que é tão bom deitar-se sobre elas e esquecer tudo por alguns momentos. Pode criar exatamente essa atmosfera no seu quarto em casa. Compre lençóis de qualidade e travesseiros macios e extras e faça a cama como um profissional &#8211; com bordas perfeitamente alinhadas.</p>
</div>
<div><b>Transforme a casa de banho num spa</b></div>
<div>
<p>Transforme-a num spa. Comece substituindo o chuveiro por um novo (com mais opções de jato d’água), tome um banho de espuma com aroma de mar. Também pode colocar alguns detalhes que remetem às férias, como tapetes confortáveis e, claro, toalhas macias e velas perfumadas.</p>
</div>
<div><b>Deixe a natureza entrar em casa</b></div>
<div>Observar as plantas crescerem melhora instantaneamente o humor e sensação de bem-estar. Por isso, crie espaço para um pouco de natureza no conforto da sua própria casa. Espalhe plantas e detalhes em madeira pela casa, distribua vasos com flores pelos ambientes e abra as janelas. O ar fresco também faz maravilhas.</div>
</div>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Alergias ou intolerâncias alimentares? Saiba como reconhecer e como deve gerir os sintomas</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/alergias-ou-intolerancias-alimentares-saiba-como-reconhecer-e-como-deve-gerir-os-sintomas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 13:10:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, tem-se verificado um aumento significativo de diagnósticos de alergias, intolerâncias e sensibilidades alimentares, uma tendência que tem sido impulsionada pela melhoria dos métodos de diagnóstico e pelo maior acesso a testes médicos.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Estas condições, que afetam milhões de pessoas em todo o mundo, estão agora a ser identificadas e compreendidas com maior rigor.</p>
<p style="font-weight: 400;">Mas antes de mais, é essencial compreender as principais diferenças entre três condições frequentemente confundidas: alergia alimentar, intolerância alimentar e sensibilidade alimentar. A PronoKal explica:</p>
<ul style="font-weight: 400;">
<li><strong>Intolerância alimentar:</strong> Em geral, as intolerâncias alimentares ocorrem quando o nosso organismo não consegue digerir corretamente um determinado alimento ou este alimento causa uma irritação no sistema digestivo. Embora os sintomas possam ser confundidos com os de uma alergia alimentar (inchaço, tonturas, erupções cutâneas), o seu início não é tão imediato quando ocorre o contacto com o alimento na boca, estes sintomas aparecem nas horas seguintes à digestão e caracterizam-se por serem acompanhados de flatulência, azia, cólicas abdominais, etc.</li>
<li><strong>Alergia alimentar: </strong>No caso das alergias alimentares, há uma resposta exagerada e imediata do sistema imunitário ao contacto com o alergénio (geralmente proteínas ou um químico como o níquel) presente no alimento consumido. Os sintomas são óbvios (urticária, inchaço, vermelhidão, sensação de formigueiro, comichão na língua e na boca, etc.) e ocorrem instantaneamente. Em casos mais graves, as alergias alimentares podem desencadear uma condição muito grave e potencialmente fatal chamada choque anafilático, pelo que é essencial levar consigo a medicação apropriada quando sofre deste tipo de alergia.</li>
<li><strong>Sensibilidade alimentar:</strong> Surgiu recentemente um novo conceito relacionado com as alergias e intolerâncias: a sensibilidade alimentar. Esta tem em comum com a alergia o facto de ser desencadeada por uma reação inadequada do sistema imunitário à ingestão de determinados alimentos. No entanto, ao contrário das alergias, os sintomas podem ser mais subtis e passar despercebidos,  com manifestações clínicas que podem demorar dias ou até semanas a surgir, sendo necessário, em muitos casos, uma análise e diagnóstico completo por um especialista.</li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;">Mas quais são as alergias, intolerâncias ou sensibilidades alimentares mais comuns? Emboraqualquer ingrediente presente na nossa alimentação possa desencadear uma reação adversa, algumas alergias e intolerâncias são mais prevalentes. As mais comuns são:</p>
<ul style="font-weight: 400;">
<li>Intolerância à lactose, glúten, frutose e/ou sacarose.</li>
<li>Alergia aos ovos, peixe, leite, frutos secos, marisco, soja ou certos frutos.</li>
<li>Sensibilidade ao glúten não celíaca</li>
<li>Em geral, as alergias alimentares mais comuns nas crianças são aos ovos e ao leite, e nos adultos à fruta, aos amendoins e aos frutos secos.</li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;">Existem métodos que pretendem diagnosticar uma alergia ou intolerância alimentar que não são aprovados pela comunidade científica, o que pode causar falsos diagnósticos e aumentar a confusão do doente. Por isso, é importante procurar o aconselhamento de um alergologista para um diagnóstico correto.</p>
<p style="font-weight: 400;">Qualquer que seja o diagnóstico ou a origem, nas três situações acima descritas, o tratamento nutricional é o mesmo: a exclusão do alimento ou dos alimentos que contêm o alergénio da dieta habitual.</p>
<p style="font-weight: 400;">Para tal, é de vital importância que, assim que soubermos que temos uma alergia, intolerância ou sensibilidade alimentar, contactemos o mais rapidamente possível um dietista-nutricionista especializado para nos ajudar a estabelecer um plano alimentar personalizado e equilibrado que nos permita assegurar todos os nutrientes de uma forma segura e agradável.</p>
<p style="font-weight: 400;">A informação é uma ferramenta crucial na gestão de alergias e intolerâncias alimentares. Aprender a interpretar corretamente os rótulos dos alimentos é fundamental para fazer escolhas alimentares seguras. Além disso, várias aplicações e menus detalhados em restaurantes ajudam os consumidores a evitar alergénios e a desfrutar de refeições fora de casa com tranquilidade e segurança.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Este sumo muito especial ajuda a rejuvenescer: vamos não só revelar qual é, como desvendar como o fazer</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/este-sumo-muito-especial-ajuda-a-rejuvenescer-vamos-nao-so-revelar-qual-e-como-desvendar-como-o-fazer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 12:20:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não perca já esta dica tão importante. </p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cereja possui muito mais do que um sabor delicioso, sendo uma excelente fonte de nutrientes, como vitamina A, vitamina C, fósforo, ferro e cálcio.</p>
<p>O fruto também é rico em betacaroteno, um antioxidante que ajuda a eliminar toxinas e impurezas do organismo, motivando uma regeneração das células epiteliais, ou seja, deixa a pele mais jovem, bonita e macia.</p>
<p>Os componentes da cereja combatem e inibem o envelhecimento da pele, preservando o colágeno.</p>
<p><strong>Ingredientes</strong><br />
&#8211; duas chávenas de cerejas<br />
&#8211; meia banana ou outra fruta à sua escolha<br />
&#8211; 300 ml de água</p>
<p><strong>Como fazer</strong></p>
<p>Lave bem as cerejas.</p>
<p>Corte-as ao meio e retire os caroços.</p>
<p>Coloque-as no liquidificador juntamente com os outros ingrediente e bata.</p>
<p>Como não tem açúcar, pode ser bebida as vezes que se quiser.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Jejum intermitente: benefícios reais e o que deve saber antes de começar (com cuidados simples para não errar)</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/jejum-intermitente-beneficios-reais-e-o-que-deve-saber-antes-de-comecar-com-cuidados-simples-para-nao-errar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 09:30:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra o que diz a ciência sobre o jejum intermitente, seus benefícios para a saúde e os cuidados essenciais para uma prática segura e eficaz.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O jejum intermitente tem dominado as conversas sobre saúde e emagrecimento nos últimos anos. Entre promessas de perda rápida de peso e rejuvenescimento celular, não faltam histórias de sucesso. Mas o que a ciência realmente diz sobre esta prática?</p>
<p>Este artigo desmonta alguns mitos e apresenta o que foi apurado por pesquisas confiáveis. Vai encontrar informações sobre os efeitos do jejum na perda de peso, na saúde metabólica e digestiva, os riscos possíveis e como fazê-lo de forma prática e segura.</p>
<h2>O jejum intermitente não é mais eficaz para perder peso do que dietas tradicionais</h2>
<p>Embora seja considerado por muitos uma arma para emagrecer, uma revisão rigorosa de 22 estudos clínicos concluiu que o jejum intermitente não promove uma perda de peso superior a dietas convencionais de restrição calórica. A perda média de peso corporal ficou abaixo dos 5%, limite geralmente considerado clinicamente relevante para melhorias significativas na saúde. Ou seja, apesar da popularidade, a sua eficácia para emagrecer rapidamente não está garantida em relação a outras dietas já conhecidas.</p>
<h2>Benefícios para a saúde metabólica e cardiovascular</h2>
<p>Para além da perda de peso, o jejum intermitente tem um conjunto de efeitos positivos na saúde metabólica. Pode ajudar a regular os níveis de colesterol e triglicerídeos, aumentar a sensibilidade à insulina e contribuir para a prevenção do diabetes tipo 2. Estes benefícios são importantes, pois influenciam diretamente o risco de doenças como a diabetes e problemas cardíacos.</p>
<p>Outra vantagem mencionada é a redução da inflamação corporal e a ativação da autofagia, um processo de reciclagem celular que ajuda a proteger o organismo contra doenças cardiovasculares e neurodegenerativas. Esta função é fundamental para um envelhecimento mais saudável e para manter o corpo funcional por mais tempo.</p>
<h2>O jejum favorece a saúde digestiva e o equilíbrio intestinal</h2>
<p>O sistema digestivo também ganha com períodos regulares de descanso proporcionados pelo jejum. Durante o jejum, as células intestinais têm espaço para regenerar-se, reforçando a integridade do microbioma intestinal e reduzindo a inflamação crónica no intestino. Estes efeitos ajudam a evitar problemas comuns como a fadiga crónica e alergias, fortalecendo o sistema imunitário.</p>
<h2>Cuidados a ter na prática do jejum intermitente</h2>
<p>Apesar dos benefícios, o jejum intermitente deve ser feito com cautela. Efeitos colaterais comuns incluem cansaço, insónia, náusea, dor de cabeça e fraqueza muscular, sobretudo se for praticado sem acompanhamento ou por quem não deve. Não é aconselhado a crianças, grávidas, pessoas a amamentar, idosos ou quem tenha condições médicas graves.</p>
<p>Durante o jejum, apenas a ingestão de água, chás e café sem açúcar ou adoçantes é permitida. O café é um aliado comum, mas pode aumentar a acidez gástrica e causar desconforto em pessoas sensíveis. Portanto, deve ser consumido com moderação e atenção às reações do organismo.</p>
<h2>O papel do hormônio do crescimento e a prevenção da flacidez</h2>
<p>O jejum aumenta os níveis do hormônio do crescimento, conhecido por ajudar na queima de gordura e no aumento da massa muscular. Este processo pode prevenir a flacidez, um problema que muitos enfrentam quando perdem peso ou envelhecem. Este efeito reforça o potencial do jejum não só na saúde metabólica, mas também na manutenção da tonicidade e vitalidade do corpo.</p>
<h2>Conclusão prática: como aproveitar o jejum intermitente com segurança</h2>
<p>Para tirar o máximo partido do jejum intermitente, é importante definir o objetivo claro, seja ele a saúde metabólica, a regeneração celular ou controlar o peso. Deve-se também consultar um profissional de saúde para avaliar se esta prática é adequada, sobretudo em casos de condições médicas ou fragilidades.</p>
<p>Durante a fase de alimentação, prefira refeições equilibradas e naturais, evitando ultraprocessados que anulam benefícios. Use o jejum como uma ferramenta, não como uma solução milagrosa para emagrecer.</p>
<p>Por fim, preste atenção aos sinais do corpo. Se surgirem sintomas negativos, reveja a duração e frequência do jejum ou suspenda-o conforme orientação especializada. Assim, o jejum pode tornar-se um aliado para uma vida mais equilibrada e saudável.</p>
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		<title>Como o minimalismo digital pode transformar o seus dias e recuperar o foco perdido na era da hiperconectividade</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/como-o-minimalismo-digital-pode-transformar-o-seus-dias-e-recuperar-o-foco-perdido-na-era-da-hiperconectividade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 09:01:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO BEM-ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reduza o estresse e ganhe mais foco com o minimalismo digital, adotando práticas simples que melhoram o bem-estar e a produtividade no quotidiano.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na confusão diária entre notificações constantes, e-mails que nunca param de chegar e redes sociais a competirem pela atenção, a sensação de estar sempre disperso é crescente. Aquele momento em que o telemóvel vibra mais que a bateria aguenta tornou-se normal, mas torna o foco profundo num privilégio raro.</p>
<p>É aqui que o minimalismo digital oferece uma solução prática: cortar o ruído digital para ganhar clareza mental e aproveitar melhor o tempo, sem abdicar do essencial da tecnologia no dia a dia.</p>
<h2>O preço inesperado da hiperconectividade no seu dia a dia</h2>
<p>O excesso de notificações visuais e sonoras no telemóvel não são apenas uma perturbação passiva. Eles aumentam níveis de estresse e prejudicam a concentração das tarefas do quotidiano, fazendo com que a produtividade e o bem-estar sejam comprometidos sem que se note imediatamente.</p>
<p>A distração constante fragmenta a atenção, um dos maiores inimigos da capacidade de realizar trabalhos que exigem concentração profunda, conhecida como Deep Work. Considerando que o equilíbrio mental é tão exigente quanto o físico, controlar a relação com o digital torna-se uma prioridade de saúde.</p>
<h2>Minimalismo digital: mais do que uma tendência, uma filosofia de equilíbrio</h2>
<p>Minimalismo digital é a proposta de usar a tecnologia de forma mais intencional, com foco em retomar o controle do tempo e reduzir a dependência dos dispositivos. A ideia é simples: menos, mas melhor. Diminuir o ruído, eliminar o dispensável, reservar espaço para o que verdadeiramente importa.</p>
<p>Quando praticado com consistência, este conceito ajuda a aliviar a ansiedade provocada pela sobrecarga de informação e reduz a sensação de saturação digital. De quebra, ganhos de produtividade florescem à medida que as distrações diminuem, deixando espaço para um foco mais profundo e menos fragmentado.</p>
<h2>Estratégias práticas para implementar o minimalismo digital sem complicações</h2>
<p>Adotar este estilo de vida digital começa por uma análise cuidadosa dos hábitos tecnológicos. Listar quanto tempo é gasto em cada aplicativo revela mais do que o esperado, apontando onde cortar excessos. Desinstalar apps que não acrescentam valor e controlar rigorosamente as notificações são passos decisivos.</p>
<p>Organizar o dispositivo, eliminando arquivos redundantes e desativando alertas desnecessários, traz um alívio imediato à mente, que deixa de lidar com um excesso sensorial praticamente constante. Além disso, estabelecer janelas de uso da tecnologia, como períodos sem telemóvel ou a exclusão do aparelho durante refeições, ajuda a manter o equilíbrio a longo prazo.</p>
<h2>Redescobrir a simplicidade: o retorno de dispositivos focados como forma de detox digital</h2>
<p>Mais do que cortar o digital, uma tendência que ganha espaço é a volta a aparelhos simples, dedicados a funcionalidades únicas. O iPod, desaparecido das prateleiras por algum tempo, tem voltado a conquistar admiradores que procuram escapar às distrações das redes, focando apenas na música ou podcasts.</p>
<p>Este movimento intercala o uso consciente do digital com momentos reais de desconexão, reforçando a proposta do minimalismo: escolher como, quando e para quê usar a tecnologia.</p>
<h2>Além da técnica: recuperar tempo, foco e bem-estar hoje</h2>
<p>Não se trata de rejeitar a tecnologia, mas sim de estabelecer uma relação mais saudável e libertadora com ela. O minimalismo digital traz consigo o potencial de transformar dias caóticos em períodos produtivos e plenos, onde a atenção pode ir até às tarefas, os momentos offline se valorizam e o brilho da presença real permanece intacto.</p>
<p>Este equilíbrio redefine o que significa estar disponível e conectado, permitindo que a vida aconteça com substância, sem mais distrações que um simples toque de silêncio.</p>
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		<item>
		<title>Como cultivar amizades autênticas na era digital e escapar à epidemia da solidão</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/como-cultivar-amizades-autenticas-na-era-digital-e-escapar-a-epidemia-da-solidao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 08:30:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO BEM-ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O termo «epidemia da solidão» tem vindo a ganhar destaque na comunicação social e trouxe para a luz um problema real: a dificuldade crescente em criar novas conexões autênticas, sobretudo num mundo marcado pela tecnologia e pelas rotinas apertadas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É quase inevitável sentir que, apesar das redes sociais e da comunicação permanente, a amizade se tornou algo mais frágil e fugaz do que há algumas décadas. Talvez já tenha experimentado aquela sensação de conversa repetitiva, encontros que se limitam a atualizações rápidas ou o conforto ilusório de amizades virtuais que nunca ganham substância.</p>
<p>O termo «epidemia da solidão» tem vindo a ganhar destaque na comunicação social e trouxe para a luz um problema real: a dificuldade crescente em criar novas conexões autênticas, sobretudo num mundo marcado pela tecnologia e pelas rotinas apertadas. Este fenómeno não escolhe idades, mas ganha contornos específicos na meia-idade, quando os círculos sociais tendem a reduzir-se e a qualidade das relações é ainda mais determinante para o bem-estar.</p>
<h2>A era digital reinventou a forma como nos relacionamos, mas não facilitou as amizades profundas</h2>
<p>O New York Times popularizou a ideia da «epidemia da solidão» como um fenómeno que assola sociedades contemporâneas, atribuindo-lhe causas como a perda do sentido de comunidade e a dificuldade em criar novas amizades, especialmente nas gerações pós pandemia . As redes sociais trouxeram uma revolução na comunicação, tornando possível contactar facilmente com amigos, conhecidos ou até estranhos com interesses comuns.</p>
<p>No entanto, a facilidade de comunicação digital esconde desafios importantes. A comunicação por plataformas digitais é muitas vezes superficial, marcada por medos de julgamento e expectativas elevadas, que acabam por fragilizar as ligações. Além disso, a ausência da presença física limita a comunicação não verbal, fundamental para a compreensão e ligação emocional.</p>
<h2>A pergunta que importa: a qualidade das amizades é o que verdadeiramente conta</h2>
<p>Nem todas as amizades trazem benefícios iguais. A psicologia tem demonstrado que amizades de elevada qualidade reduzem ansiedade e depressão, melhoram a regulação do stress e podem mesmo prolongar a longevidade. Pelo contrário, relações ambivalentes, com misto de sentimentos positivos e negativos, tendem a aumentar o desgaste emocional e o stress.</p>
<p>É aqui que as amizades digitais enfrentam um problema adicional. Muitas vezes, são frágeis e idealizadas, sem a consistência e profundidade das relações presenciais. A hiperconectividade pode resultar numa «cultura do papo em dia», onde os encontros funcionam como meras atualizações rápidas, sem espaço para conversar verdadeiramente, aprofundando a sensação de vazio afetivo.</p>
<h2>Conectar-se na meia-idade: estratégias para relações que fazem sentido</h2>
<p>Cultivar amizades significativas aos 45, 55 ou 65 requer abordagem consciente e prática. Em primeiro lugar, é essencial partir do que está ao alcance: convidar para encontros específicos em locais que favoreçam a partilha, ouvir com atenção genuína e manter um acompanhamento regular. Manter um compromisso com a continuidade é crucial para evitar a superficialidade.</p>
<p>Também a tecnologia pode ser uma aliada, especialmente para manter o contacto e criar grupos temáticos, onde as afinidades reais se manifestem. Importa, porém, levar essas conexões virtuais para a realidade, com encontros presenciais em espaços seguros e acolhedores, promovendo uma interação rica que só o contacto de proximidade oferece.</p>
<h2>Redes sociais e o desafio de aceitar o fim das relações</h2>
<p>Outro ponto delicado está no impacto da presença digital após o término de amizades ou relações. A permanência de ligações emocionais nos perfis digitais pode funcionar como gatilho para o sofrimento, impedindo a aceitação e o avançar na vida. Saber gerir estas fronteiras no mundo virtual é fundamental para preservar o equilíbrio emocional.</p>
<h2>Tecnologia e inclusão digital: um caminho para combater a solidão</h2>
<p>Na terceira idade, a tecnologia traz ferramentas valiosas, como videochamadas e grupos online, que promovem o contacto com amigos e familiares, além de jogos que estimulam a mente e criam oportunidades para novas amizades. Contudo, a inclusão digital ainda é limitada, exigindo esforços para democratizar o acesso e a literacia tecnológica.</p>
<p>Este equilíbrio entre digital e presencial será sempre o segredo para relações autênticas, que sustentam o corpo e mente, abrindo espaço para viver bem e com sentido.</p>
<h2>Refletir sobre o que fica após a superficialidade digital</h2>
<p>A solidão já não é apenas uma consequência da ausência física, mas do vazio criado por relações superficiais, pensamentos dispersos e expectativas inalcançáveis. A verdadeira amizade pode trazer serenidade, confiança e um sentimento real de pertença.</p>
<p>Reinventar-se no modo de criar laços, apostando na qualidade das interações e aceitando a tecnologia como aliada, não inimiga, abre caminho a múltiplas possibilidades. O convite está feito: valorizar aquilo que realmente conta nas amizades deve ser um compromisso para viver plenamente cada dia.</p>
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		<item>
		<title>Truques e dicas para ter sempre aquele bom ar que todos invejam</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/truques-e-dicas-para-ter-sempre-aquele-bom-ar-que-todos-invejam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 10:14:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO BEM-ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com alguns truques simples, é possível recuperar a vitalidade do rosto e aliviar o ar de cansaço, recuperando uma pele com aparência mais saudável</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Faça uma massagem facial</strong></p>
<p>Um dos segredos de beleza de quem está sempre com o rosto fresco é recorrer a uma massagem facial.</p>
<p>Com movimentos suaves, aumenta a circulação sanguínea, melhora a oxigenação da pele e estimula os músculos faciais. Aproveite o momento do banho para fazer a massagem.</p>
<p><strong>Consuma alimentos ricos em colágeno</strong></p>
<p>O colágeno é uma substância produzida naturalmente pelo nosso corpo que funciona como uma cola unindo as células e os tecidos. A partir dos 30 anos, a nossa produção de colágeno diminui e começamos a apresentar sinais de flacidez.</p>
<p>Para repor o colágeno, você pode recorrer a produtos cosméticos, mas também é possível reforçar a sua produção através da alimentação.</p>
<p>Invista no consumo de alimentos como ovos, folhas verde-escuras, alho, abacate e frutas ricas em vitamina C e E e antioxidantes.</p>
<p><strong>Mergulhe o rosto em água gelada</strong></p>
<p>Encha uma bacia com água gelada, coloque muitas pedras de gelo e mergulhe o rosto rapidamente. Este truque ajuda a fechar os poros e alivia as olheiras.</p>
<p><strong>Hidrate-se </strong></p>
<p>Uma pele desidratada é uma pele sem vida. Por isso, é essencial manter a hidratação do corpo em dia. Beba um copo de água fresca assim que acordar e procure beber no mínimo 2 litros de água durante o dia.</p>
<p><strong>Compressa de chá de camomila</strong></p>
<p>Faça um chá concentrado usando a planta seca e deixe-o arrefecer no frigorifico. Humedeça um pedaço de algodão e aplique no rosto, principalmente na região das olheiras, durante pelo menos 10 minutos. Se não tiver erva seca, utilize saquinhos de chá.</p>
<p>&nbsp;</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>São mil e uma as maneiras de cozinhar bacalhau e outros tantos os seus benefícios para a nossa saúde</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/sao-mil-e-uma-as-maneiras-de-cozinhar-bacalhau-e-outros-tantos-os-seus-beneficios-para-a-nossa-saude/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 09:43:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Venha descobrir todos e inclua o alimento na sua rotina alimentar para os obter a todos. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-header-inner">
<div class="post-header-title"></div>
</div>
<div class="post-share single-post-share top-share clearfix style-2">
<div class="share-handler-wrap bs-pretty-tabs bs-pretty-tabs-initialized"><span style="text-transform: initial;">O bacalhau é um </span><span style="text-transform: initial;">verdadeiro presente para a saúde, oferecendo uma rica variedade de benefícios que nutrem o corpo e elevam o bem-estar. </span><span style="text-transform: initial;">É uma excelente fonte de proteína magra, essencial para a construção e reparação dos tecidos, músculos e órgãos do corpo. Além disso, é facilmente digerível, tornando-o ideal para pessoas de todas as idades.</span></div>
</div>
<div class="entry-content clearfix single-post-content">
<div class="code-block code-block-6"></div>
<p id="h-gorduras-boas-para-o-coracao" class="wp-block-heading"><strong>Gorduras boas para o coração</strong></p>
<p>O bacalhau contribui para a saúde cardiovascular. É rico em ácidos gordos ómega-3, o que vai ajudar a reduzir o colesterol ruim (LDL) e aumentar o colesterol bom (HDL). Isso diminui o risco de doenças cardíacas, como enfartes e AVCs.</p>
<p id="h-vitamina-d-para-ossos-fortes" class="wp-block-heading"><strong>Vitamina D para ossos fortes</strong></p>
<p>O bacalhau é um dos poucos alimentos que fornece vitamina D naturalmente, essencial para a absorção de cálcio e a saúde dos ossos. A vitamina contribui para o sistema imunológico, protegendo o corpo de infeções.</p>
<p id="h-fonte-de-vitaminas-e-minerais" class="wp-block-heading"><strong>Fonte de vitaminas e minerais</strong></p>
<p>É rico em vitaminas do complexo B, que ajudam o metabolismo energético, sendo excelente para a pele e sistema nervoso. Além disso, contém minerais importantes como fósforo, cálcio e magnésio, essenciais para diversas funções do organismo.</p>
<p id="h-aliado-na-perda-de-peso" class="wp-block-heading"><strong>Aliado na perda de peso</strong></p>
<p>Para quem quer perder peso, o bacalhau é um peixe magro com baixo teor calórico, sendo uma ótima opção para quem quer perder peso ou manter uma alimentação saudável. Promove saciedade e fornece nutrientes importantes para o corpo.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
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]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://foreveryoung.sapo.pt/sao-mil-e-uma-as-maneiras-de-cozinhar-bacalhau-e-outros-tantos-os-seus-beneficios-para-a-nossa-saude/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Nada as deita abaixo: de acordo com a astrologia as pessoas destes signos são verdadeiramente invencíveis</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/nada-as-deita-abaixo-de-acordo-com-a-astrologia-as-pessoas-destes-signos-sao-verdadeiramente-invenciveis/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Sandra M. Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 09:24:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Astrologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Prazeres]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO SIGNOS]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Força e resiliência são as suas principais características. São elas que fazem destas pessoas muros de força. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Capricórnio</strong><br />
São muito conhecidos por serem extremamente fortes e duros na queda. Desistir não é uma palavra que existe no vocabulário deles.</p>
<p>São regidos por Saturno conhecido como o senhor das estruturas. Podem cair, no entanto, no mesmo momento levantam-se e continuam firmes na procura dos seus objetivos.</p>
<p><strong>Touro</strong><br />
São muito difíceis de derrubar. Aconteça o que for, eles farão de tudo para ficar de pé.</p>
<p>Em alguns momentos, podem cair em armadinhas, pois possuem um espírito de ingenuidade. Com o tempo e a experiência, essas quedas diminuem e ficam mais fortes e estáveis.</p>
<p><strong>Carneiro</strong><br />
Pertencem ao signo de fogo pelo que são pessoas extremamente guerreiras e cheias de raça.</p>
<p>Adoram uma briga e lutam pelos seus direitos até o fim. São pessoas que impõem limites aos demais e quando caem são muito humildes para se levantar e seguir adiante.</p>
<p><strong>Leão</strong><br />
São caracterizados por serem difíceis de derrubar.</p>
<p>São indivíduos claros nos seus objetivos e sabem exatamente o que desejam em todas as áreas da vida. Preferem o controle da situação e gerir pessoas, não sendo propensos a ingenuidade.</p>
<p><strong>Escorpião</strong><br />
São pessoas espertas e atentas às intenções alheias. Estão sempre prontos para golpes alheios. Dificilmente confiam nos demais.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ciência tem a solução para cozinhar os melhores ovos: o único problema é o tempo, cerca de 32 minutos</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/ciencia-tem-a-solucao-para-cozinhar-os-melhores-ovos-o-unico-problema-e-o-tempo-cerca-de-32-minutos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 16:50:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO BEM-ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cientistas italianos desenvolveram um método ideal para cozinhar claras e gemas de ovos perfeitamente - mas esteja preparado para gastar 32 minutos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para cozinhar os ovos com a máxima perfeição, os cientistas desenvolveram um método que preserva o sabor e as qualidades nutricionais da gema e da clara do ovo: a cozedura em ciclos.</p>
<p>Mas a técnica não é tão simples quanto fazer uma omelete. Como a gema e a clara do ovo não cozinham à mesma velocidade, a primeira começa a solidificar a 65 graus Celsius, enquanto a segunda fica sólida a 85 graus. Para resolver o problema, tivemos que ser criativos, garantem os cientistas.</p>
<p class="asset asset-text">A solução foi publicada <a title="Nova janela" href="https://www.nature.com/articles/s44172-024-00334-w" target="_blank" rel="noopener">na revista <em>Communications Engineering</em></a><em> .</em> Investigadores italianos que estudaram o assunto indicam que, para cozinhar um ovo é preciso escolher uma &#8220;temperatura de compromisso&#8221;. No caso de um ovo cozido durante 12 minutos a 100 graus, todas as partes do produto acabam por ficar com uma temperatura muito mais alta do que o necessário.</p>
<p class="asset asset-text">Por outro lado, para ter um ovo perfeito, cozido entre 60 e 70 graus durante uma hora, o calor é ótimo para a gema, mas muito baixo para que as proteínas da clara se agreguem. E no ovo cozido (durante seis minutos a 100 graus), é a gema que não é cozida o suficiente, observam os autores.</p>
<p class="asset asset-text">Usando um programa de computador para simular e analisar fluxos de fluidos e as suas interações com superfícies sólidas, os autores conseguiram determinar as etapas para obter clara e gema de ovo perfeitamente cozidas. A solução é usar duas panelas: uma com água fervente a 100 graus e outra com água a 30 graus, e transferir o ovo de uma para a outra a cada dois minutos, durante exatamente 32 minutos.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sabe o que acontece se deixar o carro parado com o ar condicionado ligado durante muito tempo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 10:02:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO BEM-ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos dias quentes, é comum procurar conforto dentro do carro, especialmente com o ar-condicionado ligado. </p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Embora os carros novos possam suportar o uso do ar-condicionado parado durante um tempo prolongado, os riscos para a saúde são consideráveis. A intoxicação por monóxido de carbono é uma ameaça real, especialmente em veículos mais antigos ou modificados.</p>
<p>A recomendação é clara: evite permanecer por longos períodos dentro de um carro parado com o ar-condicionado ligado, especialmente se for para dormir. A segurança deve sempre estar em primeiro lugar.</p>
<p>Em termos de danos para o veículo, não há grande preocupação. Os carros modernos são projetados para suportar longos períodos parados com o ar-condicionado ligado.</p>
<p>Se a temperatura exterior estiver alta, o sistema de ventilação do motor é acionado para reduzir o calor, enquanto o próprio sistema do ar-condicionado possui mecanismos para arrefecer os seus componentes.</p>
<p>No entanto, o consumo de combustível pode ser significativo. Carros pequenos podem consumir entre 1 e 2 litros de combustível por hora.</p>
<p>A principal preocupação é com a saúde das pessoas. Carros novos ou seminovos, sem modificações no sistema de escape, geralmente não apresentam grandes riscos.</p>
<p>Contudo, há registos trágicos de pessoas que perderam a vida ao ficarem dentro de carros com o ar-condicionado ligado durante longos períodos.</p>
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]]></content:encoded>
					
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		<title>Mais de um milhão de portugueses tem problemas na tiroide e a maioria não sabe</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/mais-de-um-milhao-de-portugueses-tem-problemas-na-tiroide-e-a-maioria-nao-sabe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[claudio.campos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 15:51:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO BEM-ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cansaço, queda de cabelo e frio constante podem ser sinais de um problema na tiroide. Em Portugal, mais de metade dos casos continua sem diagnóstico.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Acorda cansada todos os dias, perde cabelo sem razão aparente e sente frio mesmo quando ninguém à volta se queixa. Antes de culpar o stress ou a idade, há uma hipótese que merece atenção: a tiroide. Essa pequena glândula em forma de borboleta, alojada no pescoço, controla o metabolismo, o humor e a energia. E quando falha, os sintomas são tão comuns que passam facilmente despercebidos.</p>
<p>Em Portugal, mais de um milhão de pessoas é afetado por patologias da tiroide. O mais preocupante: mais de metade continua sem diagnóstico, segundo dados da SPEDM e do Grupo de Estudos da Tiroide.</p>
<h2>Um problema maior do que parece</h2>
<p>Os números não deixam margem para dúvidas. Cerca de 7,4% da população portuguesa tem um distúrbio da tiroide. Mais de 5% vive com sintomas sem sequer saber a origem. A nível mundial, a American Thyroid Association aponta que 60% dos casos permanecem por diagnosticar.</p>
<p>E há um padrão claro: as mulheres são entre 5 a 8 vezes mais afetadas do que os homens. Estima-se que aos 60 anos, 17% das mulheres apresentem hipotiroidismo.</p>
<h2>Sintomas que parecem «normais» (mas não são)</h2>
<p>A lista de sinais é longa e traiçoeira. Segundo a endocrinologista Paula Freitas, presidente da SPEDM, os sintomas incluem cansaço, sudorese, intolerância ao frio, sonolência, dores musculares e articulares, humor depressivo, alterações de memória, obstipação, irregularidades menstruais e queda de cabelo.</p>
<p>O problema é que qualquer um destes sintomas pode ser facilmente atribuído ao stress, à falta de sono ou ao envelhecimento. É precisamente por isso que tantas pessoas convivem com o problema durante anos sem procurar respostas.</p>
<p>Há ainda uma ligação bidirecional entre stress e tiroide que vale a pena conhecer. Segundo o endocrinologista João Jacobo de Castro, níveis elevados de stress podem contribuir para o aparecimento de doença tiroideia autoimune. E as alterações da tiroide, por sua vez, podem agravar a ansiedade. Um ciclo que se alimenta a si próprio.</p>
<h2>Hashimoto: a causa que poucos conhecem pelo nome</h2>
<p>O hipotiroidismo primário é o distúrbio mais prevalente da tiroide. E a causa mais frequente tem nome: tiroidite de Hashimoto. Trata-se de uma doença autoimune que representa cerca de 70% dos casos de hipotiroidismo. O sistema imunitário produz autoanticorpos que destroem progressivamente a glândula, reduzindo a produção hormonal.</p>
<p>Do lado oposto está o hipertiroidismo, cuja causa mais comum é a doença de Graves, também de origem autoimune. O hipotiroidismo é, no entanto, cerca de 10 vezes mais frequente.</p>
<p>Entre os fatores de risco identificados pela DGS estão os antecedentes pessoais de disfunção prévia, bócio, cirurgia ou radioterapia da cabeça e pescoço, doença autoimune, história familiar, síndrome de Down e Turner, idade superior a 60 anos e pós-parto.</p>
<h2>Duas análises ao sangue. É só isso.</h2>
<p>Se há algo que os especialistas repetem é o seguinte: o diagnóstico é simples. Bastam duas análises ao sangue, a TSH e a T4 livre, para identificar uma disfunção da tiroide. É rápido, acessível e disponível em qualquer laboratório.</p>
<p>A DGS recomenda ainda suplementação de iodo, sob orientação médica, para grávidas e mulheres que amamentam. A carência de iodo durante a gestação pode originar malformações no feto e atraso no desenvolvimento mental.</p>
<p>E quando surgem nódulos? Menos de 5% dos nódulos tireoidianos são malignos. A esmagadora maioria, 95%, é benigna. O cancro da tiroide é o quarto tumor mais frequente nas mulheres e ocorre sobretudo entre os 30 e os 60 anos, mas a taxa de sobrevivência é elevada quando detetado a tempo.</p>
<h2>O que fazer a partir de agora</h2>
<p>Se sente cansaço persistente, frio sem explicação, alterações de humor ou queda de cabelo, peça ao médico de família que inclua a TSH nas próximas análises. É um exame simples que pode mudar a forma como se sente todos os dias. Partilhe esta informação com quem precisa de a ouvir.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Entrevista: “A violência no namoro continua a ser subestimada entre os jovens”, Maria Oliveira, APAV</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/entrevista-a-violencia-no-namoro-continua-a-ser-subestimada-entre-os-jovens-maria-oliveira-apav/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rogério Junior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 11:44:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO BEM-ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO NACIONAL]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No âmbito do Dia Mundial da Saúde, a Forever Young falou com Maria Oliveira, assessora técnica da Direção da APAV, sobre o programa “Abuso Não é Amor”, desenvolvido em parceria com a YSL Beauty. </p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em Portugal, a iniciativa já promoveu 108 sessões em escolas em 2025 e impactou 3.247 jovens só no primeiro semestre, com o objetivo de ajudar a reconhecer sinais de abuso e prevenir relações violentas. A violência nas relações entre jovens continua a assumir formas subtis, muitas vezes normalizadas e difíceis de identificar. Controlo, manipulação, ciúmes excessivos ou invasão de privacidade ainda são frequentemente confundidos com cuidado ou afeto, o que torna a prevenção e a educação para relações saudáveis essenciais desde cedo.</p>
<p>A APAV e a YSL Beauty juntaram-se no programa “Abuso Não é Amor” para atuar precisamente nesse terreno: informar, sensibilizar e capacitar os mais novos para reconhecerem sinais de abuso e construírem relações baseadas no respeito, na igualdade e na segurança.</p>
<p data-start="1522" data-end="1603"><strong data-start="1522" data-end="1603">A violência nas relações entre jovens continua a ser subestimada em Portugal?</strong></p>
<p data-start="1605" data-end="2112">A violência nas relações entre jovens continua, em grande medida, a ser subestimada em Portugal, sobretudo porque assume formas muitas vezes subtis, difíceis de reconhecer e amplamente normalizadas. Ao contrário de outras formas de violência mais visíveis, a violência no namoro manifesta-se frequentemente através de comportamentos psicológicos e emocionais, como o controlo, a manipulação, os ciúmes excessivos ou a invasão de privacidade, que ainda são interpretados como sinais de envolvimento ou afeto.</p>
<p data-start="2114" data-end="2507">Esta desvalorização está profundamente ligada a fatores culturais e sociais. Persistem crenças que romantizam o ciúme e o controlo, associando-os a provas de amor, o que contribui para que muitos jovens não identifiquem estes comportamentos como abusivos. Além disso, a falta de literacia emocional e relacional faz com que seja difícil distinguir entre dinâmicas saudáveis e padrões de abuso.</p>
<p data-start="2509" data-end="2864">Outro fator relevante é a invisibilidade estatística e social deste fenómeno. Muitos casos não são denunciados, quer por medo, vergonha ou desconhecimento dos mecanismos de apoio, quer porque os próprios jovens não reconhecem que estão numa relação abusiva. Isto contribui para a ideia errada de que a violência no namoro é menos frequente ou menos grave.</p>
<p data-start="2866" data-end="3187">O contexto digital veio também agravar esta subestimação. Formas de abuso através das redes sociais e do telemóvel, como a monitorização constante, a exigência de respostas imediatas ou o acesso a contas pessoais, são frequentemente banalizadas, apesar de constituírem formas claras de controlo e violação de privacidade.</p>
<p data-start="3189" data-end="3465">Importa ainda sublinhar que, embora exista hoje maior acesso à informação e mais campanhas de sensibilização, isso nem sempre se traduz numa mudança efetiva de atitudes. Muitos jovens conhecem os conceitos, mas continuam a normalizar comportamentos de risco no seu quotidiano.</p>
<p data-start="3467" data-end="3802">Neste sentido, reconhecer que a violência no namoro continua subestimada é um passo essencial para reforçar a prevenção. Investir em educação desde cedo, promover relações baseadas no respeito e na igualdade, e dar visibilidade aos sinais de alerta são medidas fundamentais para contrariar esta realidade e quebrar ciclos de violência.</p>
<p data-start="3804" data-end="3923"><strong data-start="3804" data-end="3923">Porque é que faz sentido enquadrar este tema também como uma questão de saúde, no contexto do Dia Mundial da Saúde?</strong></p>
<p data-start="3925" data-end="4162">Faz sentido enquadrar a violência nas relações como uma questão de saúde porque os seus impactos vão muito além da dimensão social ou relacional: tratam-se de consequências diretas no bem-estar físico, psicológico e emocional dos jovens.</p>
<p data-start="4164" data-end="4520">Do ponto de vista da saúde mental, a exposição a comportamentos abusivos pode gerar ansiedade, depressão, sentimentos de culpa, medo constante e perda de autoestima. Estes efeitos tendem a agravar-se quando o abuso é prolongado ou não identificado, podendo comprometer o desenvolvimento emocional e a capacidade de estabelecer relações saudáveis no futuro.</p>
<p data-start="4522" data-end="4803">Ao nível da saúde física, embora nem sempre visível nas fases iniciais, a violência pode evoluir para agressões físicas ou manifestar-se através de sintomas como perturbações do sono, alterações alimentares, fadiga ou somatizações, quando o corpo expressa o sofrimento psicológico.</p>
<p data-start="4805" data-end="5024">Importa também considerar o impacto na saúde social: o isolamento progressivo, muitas vezes imposto pelo agressor, afasta os jovens das suas redes de apoio, aumentando a vulnerabilidade e dificultando o pedido de ajuda.</p>
<p data-start="5026" data-end="5391">Neste sentido, abordar a violência no namoro no contexto do Dia Mundial da Saúde permite reforçar uma ideia central: relações saudáveis são um determinante essencial da saúde. Tal como promovemos hábitos alimentares equilibrados ou atividade física, é igualmente fundamental promover competências emocionais, respeito, igualdade e comunicação saudável nas relações.</p>
<p data-start="5393" data-end="5711">A prevenção precoce, através da educação e da sensibilização, assume aqui um papel decisivo. Ao ajudar os jovens a reconhecer sinais de abuso e a desenvolver relações baseadas no respeito mútuo, estamos a investir diretamente na sua saúde presente e futura, contribuindo para uma sociedade mais saudável e equilibrada.</p>
<p data-start="5713" data-end="5794"><strong data-start="5713" data-end="5794">O que levou a APAV a associar-se à YSL Beauty no programa “Abuso Não é Amor”?</strong></p>
<p data-start="5796" data-end="6046">A associação da APAV à YSL Beauty no programa “Abuso Não é Amor” resulta de uma convergência clara de objetivos: prevenir a violência nas relações desde as fases mais precoces e promover uma mudança cultural sustentada junto das gerações mais jovens.</p>
<p data-start="6048" data-end="6434">Com mais de 35 anos de experiência no apoio a vítimas, a APAV reconhece que a intervenção precoce é determinante para quebrar ciclos de violência. Muitos dos casos acompanhados têm origem em padrões que começam a desenvolver-se ainda na adolescência, frequentemente sem serem identificados como problemáticos. Neste contexto, a educação surge como uma ferramenta essencial de prevenção.</p>
<p data-start="6436" data-end="6892">A parceria com a YSL Beauty, integrada numa iniciativa global com forte investimento e alcance internacional, permite à APAV ampliar significativamente a sua capacidade de intervenção. Ao levar o programa para escolas, universidades e comunidades, torna-se possível chegar diretamente aos jovens em momentos-chave da construção das suas primeiras relações, oferecendo-lhes ferramentas práticas para reconhecer sinais de abuso e promover relações saudáveis.</p>
<p data-start="6894" data-end="7212">Por outro lado, esta colaboração combina o conhecimento técnico e a experiência da APAV com a capacidade de mobilização e visibilidade de uma marca global. Isso traduz-se numa abordagem mais abrangente e consistente, que reforça a eficácia das ações de sensibilização e contribui para colocar o tema no espaço público.</p>
<p data-start="7214" data-end="7584">Acima de tudo, esta parceria reflete uma estratégia clara: atuar antes da violência acontecer, capacitando os jovens com informação, pensamento crítico e competências emocionais. Ao fazê-lo, não só se protege potenciais vítimas, como se promove uma transformação mais profunda nas atitudes e comportamentos, essencial para reduzir a violência nas relações a longo prazo.</p>
<p data-start="7586" data-end="7737"><strong data-start="7586" data-end="7737">Em Portugal, o programa já promoveu 108 sessões em escolas em 2025 e impactou 3.247 jovens só no primeiro semestre. Que leitura faz destes números?</strong></p>
<p data-start="7739" data-end="8111">Estes números revelam, desde logo, um alcance significativo e consistente, demonstrando a capacidade de chegar a um número elevado de jovens num curto espaço de tempo e em diferentes regiões do país. A realização de 108 sessões em apenas seis meses evidencia um trabalho estruturado, contínuo e próximo das comunidades educativas, que são um espaço-chave para a prevenção.</p>
<p data-start="8113" data-end="8463">O facto de 3.247 jovens terem participado nestas ações mostra também que existe recetividade e interesse por parte dos alunos e das escolas, o que é um sinal positivo. Cada sessão representa uma oportunidade concreta de informar, esclarecer dúvidas e, sobretudo, ajudar a reconhecer sinais de abuso que muitas vezes passam despercebidos no dia a dia.</p>
<p data-start="8465" data-end="8815">Ao mesmo tempo, estes números devem ser lidos como um indicador da necessidade de continuidade. A adesão e o impacto demonstram que este é um tema presente na vida dos jovens e que exige uma intervenção regular e alargada. Quanto mais cedo e mais vezes estas mensagens forem trabalhadas, maior será a probabilidade de prevenir situações de violência.</p>
<p data-start="8817" data-end="9171">Importa ainda sublinhar que o impacto destas ações não se esgota nos participantes diretos. Muitos jovens levam esta informação para os seus pares, amigos e familiares, multiplicando o efeito das sessões. Em alguns casos, estas iniciativas funcionam como um ponto de viragem, incentivando a reflexão, a mudança de comportamentos e até a procura de apoio.</p>
<p data-start="9173" data-end="9473">Em suma, os números confirmam que o investimento na prevenção precoce está a produzir resultados concretos, mas também reforçam a importância de continuar a expandir este tipo de iniciativas, garantindo que cada vez mais jovens têm acesso a informação e ferramentas para construir relações saudáveis.</p>
<p data-start="9475" data-end="9553"><strong data-start="9475" data-end="9553">Que sinais de abuso continuam a passar mais despercebidos entre os jovens?</strong></p>
<p data-start="9555" data-end="9859">Os sinais de abuso que mais passam despercebidos entre os jovens são, sobretudo, aqueles que não deixam marcas físicas e que são frequentemente confundidos com comportamentos “normais” numa relação. São sinais subtis, progressivos e muitas vezes romantizados, o que dificulta a sua identificação precoce.</p>
<p data-start="9861" data-end="10096">A campanha “Abuso Não é Amor” identifica nove sinais de alerta fundamentais, que ajudam a reconhecer estas dinâmicas: ignorar, chantagear, humilhar, manipular, ter ciúmes excessivos, controlar, violar a privacidade, isolar e intimidar.</p>
<p data-start="10098" data-end="10351">Estes comportamentos têm em comum o facto de surgirem muitas vezes de forma gradual, o que leva à sua normalização. Um comportamento isolado pode ser desvalorizado, mas a repetição e combinação destes sinais cria uma dinâmica de controlo e desigualdade.</p>
<p data-start="10353" data-end="10611">Além disso, no contexto atual, muitos destes sinais manifestam-se no digital, como a exigência de respostas imediatas, o controlo das interações nas redes sociais ou a pressão para partilhar conteúdos pessoais, tornando ainda mais difícil reconhecer o abuso.</p>
<p data-start="10613" data-end="10950">A principal dificuldade está precisamente aqui: não parecer abuso à primeira vista. Por isso, a sensibilização é essencial, ajudando os jovens a compreender que uma relação saudável se baseia em respeito, confiança, liberdade e igualdade e que qualquer comportamento que limite estes princípios deve ser encarado como um sinal de alerta.</p>
<p data-start="10952" data-end="11090"><strong data-start="10952" data-end="11090">Porque é que comportamentos como o controlo, o ciúme excessivo ou a vigilância ainda são tantas vezes confundidos com cuidado ou amor?</strong></p>
<p data-start="11092" data-end="11363">Porque persistem crenças culturais que associam o ciúme à prova de amor e o controlo ao cuidado. A ausência de educação para relações saudáveis e de literacia emocional faz com que muitos jovens interpretem comportamentos abusivos como sinais de proximidade ou interesse.</p>
<p data-start="11365" data-end="11476"><strong data-start="11365" data-end="11476">Nas sessões feitas em escolas, que dúvidas ou preocupações surgem com mais frequência por parte dos alunos?</strong></p>
<p data-start="11478" data-end="11779">Os jovens demonstram frequentemente dúvidas sobre como distinguir comportamentos normais de abusivos, como reagir perante situações de controlo ou pressão e como ajudar amigos que possam estar em relações abusivas. Surgem também preocupações sobre a forma segura de terminar uma relação e pedir ajuda.</p>
<p data-start="11781" data-end="11892"><strong data-start="11781" data-end="11892">As redes sociais e o telemóvel vieram tornar mais difícil identificar comportamentos abusivos nas relações?</strong></p>
<p data-start="11894" data-end="12198">O contexto digital trouxe novas formas de abuso, como a monitorização constante, a exigência de acesso a contas pessoais, o controlo das interações online e a pressão para respostas imediatas. Estas práticas são muitas vezes normalizadas, o que dificulta a sua identificação como comportamentos abusivos.</p>
<p data-start="12200" data-end="12324"><strong data-start="12200" data-end="12324">Os jovens de hoje estão mais informados sobre violência no namoro ou continuam a normalizar demasiados sinais de alerta?</strong></p>
<p data-start="12326" data-end="12729">Os jovens de hoje estão, de forma geral, mais informados sobre o tema da violência no namoro. Existe maior exposição a campanhas de sensibilização, mais conteúdos disponíveis online e uma presença crescente deste tema nas escolas e nos meios de comunicação. Conceitos como “relação tóxica”, “red flags” ou “controlo” fazem já parte do vocabulário de muitos jovens, o que representa um avanço importante.</p>
<p data-start="12731" data-end="13035">No entanto, esse aumento de informação nem sempre se traduz numa plena capacidade de reconhecer o abuso na prática. Muitos jovens conseguem identificar situações extremas de violência, mas continuam a normalizar sinais mais subtis, sobretudo quando estes surgem no contexto de relações afetivas próximas.</p>
<p data-start="13037" data-end="13408">Esta aparente contradição explica-se por vários fatores. Por um lado, persistem crenças culturais que romantizam comportamentos como o ciúme, o controlo ou a exclusividade, associando-os a provas de amor. Por outro, a experiência emocional intensa típica da adolescência pode dificultar uma leitura crítica da relação, levando à desvalorização de comportamentos abusivos.</p>
<p data-start="13410" data-end="13698">O contexto digital reforça esta complexidade. Práticas como pedir acesso a passwords, exigir respostas imediatas ou controlar interações nas redes sociais são frequentemente vistas como normais ou até esperadas, quando na realidade configuram formas de controlo e violação de privacidade.</p>
<p data-start="13700" data-end="14017">Além disso, existe muitas vezes uma distância entre o conhecimento teórico e a vivência pessoal. Um jovem pode reconhecer, em abstrato, os sinais de abuso, mas ter dificuldade em aplicá-los à sua própria relação ou à de amigos, sobretudo quando estão envolvidos sentimentos, dependência emocional ou pressão do grupo.</p>
<p data-start="14019" data-end="14366">Por isso, mais do que informar, é fundamental capacitar. Programas como o “Abuso Não é Amor” têm precisamente esse objetivo: transformar informação em compreensão prática, ajudando os jovens a identificar sinais de alerta no seu dia a dia, a questionar padrões normalizados e a construir relações baseadas no respeito, na igualdade e na autonomia.</p>
<p data-start="14368" data-end="14593">Em suma, os jovens estão mais informados, mas a normalização de muitos comportamentos abusivos ainda é uma realidade, o que torna essencial continuar a investir numa educação contínua, próxima e adaptada às suas experiências.</p>
<p data-start="14595" data-end="14675"><strong data-start="14595" data-end="14675">Que papel podem escolas e famílias ter na prevenção deste tipo de violência?</strong></p>
<p data-start="14677" data-end="14886">As escolas e as famílias desempenham um papel fundamental na prevenção da violência nas relações entre jovens, sendo os principais contextos onde se constroem valores, comportamentos e competências emocionais.</p>
<p data-start="14888" data-end="15343">No contexto escolar, a prevenção deve ser contínua e integrada no processo educativo. As escolas têm um papel essencial na promoção de relações saudáveis, abordando temas como o respeito, a igualdade, a comunicação e a gestão de conflitos. De acordo com a abordagem da APAV na área da prevenção, é importante que estas intervenções sejam práticas e participativas, permitindo aos jovens identificar sinais de abuso e refletir sobre situações do dia a dia.</p>
<p data-start="15345" data-end="15680">As escolas devem também garantir ambientes seguros e de confiança, onde os jovens se sintam à vontade para falar e pedir ajuda. A formação de professores e técnicos é igualmente importante, para que consigam reconhecer sinais de alerta, como mudanças de comportamento, isolamento ou ansiedade, e encaminhar situações de forma adequada.</p>
<p data-start="15682" data-end="15961">No contexto familiar, o papel passa pela proximidade e comunicação aberta. As famílias são determinantes na construção dos primeiros modelos de relação. Um ambiente onde exista escuta ativa, sem julgamento, facilita a partilha de preocupações e experiências por parte dos jovens.</p>
<p data-start="15963" data-end="16255">É igualmente importante promover educação emocional em casa, ajudando os jovens a reconhecer emoções, a estabelecer limites e a compreender o que caracteriza uma relação saudável. As famílias devem reforçar que o respeito, a confiança e a liberdade são pilares essenciais de qualquer relação.</p>
<p data-start="16257" data-end="16476">Outro aspeto central é a desconstrução de mitos, como a ideia de que o ciúme é prova de amor ou que o controlo demonstra cuidado. Combater estas crenças é essencial para evitar a normalização de comportamentos abusivos.</p>
<p data-start="16478" data-end="16848">A prevenção torna-se mais eficaz quando existe articulação entre escolas, famílias e entidades especializadas. Sempre que necessário, é importante recorrer a apoio. A APAV disponibiliza apoio gratuito e confidencial através da Linha de Apoio à Vítima 116 006, disponível todos os dias úteis entre as 08h e as 23h, bem como acompanhamento psicológico, social e jurídico.</p>
<p data-start="16850" data-end="17061">Em suma, prevenir a violência no namoro implica educar, comunicar e agir de forma conjunta, criando contextos seguros onde os jovens possam desenvolver relações baseadas no respeito, na igualdade e na segurança.</p>
<p data-start="17063" data-end="17172"><strong data-start="17063" data-end="17172">Quando um jovem percebe que está numa relação abusiva, ou identifica isso num amigo, que passos deve dar?</strong></p>
<p data-start="17174" data-end="17478">Quando um jovem reconhece uma situação de abuso, em si próprio ou num amigo, é fundamental agir de forma informada, segura e sem julgamento. O primeiro passo é reconhecer que aqueles comportamentos não são normais nem aceitáveis, e que a responsabilidade é sempre de quem exerce o abuso, nunca da vítima.</p>
<p data-start="17480" data-end="17723">De acordo com a abordagem da APAV, é essencial começar por quebrar o silêncio. Falar com alguém de confiança, como um familiar, amigo, professor ou outro adulto de referência, pode ser determinante para sair da situação e reduzir o isolamento.</p>
<p data-start="17725" data-end="18025">No caso de um jovem que identifica sinais num amigo, o papel deve ser de apoio e escuta, evitando julgamentos ou pressões. É importante mostrar preocupação genuína com a sua segurança, ouvir e acreditar no que a pessoa partilha, reforçar que não tem culpa e incentivar a procurar ajuda especializada.</p>
<p data-start="18027" data-end="18308">Outro passo essencial é procurar apoio especializado. A APAV disponibiliza apoio gratuito, confidencial e qualificado, psicológico, jurídico e social, através da Linha de Apoio à Vítima 116 006, disponível nos dias úteis entre as 08h e as 23h.</p>
<p data-start="18310" data-end="18423"><strong data-start="18310" data-end="18423">O que é que ainda falta fazer em Portugal para prevenir melhor a violência nas relações desde a adolescência?</strong></p>
<p data-start="18425" data-end="18611">Apesar dos avanços na sensibilização, continua a ser necessário reforçar uma abordagem mais estruturada, contínua e integrada na prevenção da violência nas relações desde a adolescência.</p>
<p data-start="18613" data-end="19023">Em primeiro lugar, é fundamental apostar mais na educação precoce e consistente. A prevenção não deve surgir apenas através de campanhas pontuais, mas sim fazer parte do percurso educativo desde cedo, com conteúdos adaptados às diferentes idades. Promover competências como a empatia, a comunicação, a gestão de conflitos e o respeito pelos limites do outro é essencial para a construção de relações saudáveis.</p>
<p data-start="19025" data-end="19522">Em segundo lugar, importa reforçar a literacia emocional e relacional. Muitos jovens continuam a ter dificuldade em identificar comportamentos abusivos, sobretudo os mais subtis. Como se observa também nos dados apresentados em contexto formativo, uma percentagem significativa de jovens ainda não reconhece comportamentos como o controlo ou a perseguição como formas de violência. Isto demonstra a necessidade de trabalhar não só o conhecimento, mas também a capacidade de o aplicar no dia a dia.</p>
<p data-start="19524" data-end="19826">Outro aspeto central passa por combater a normalização cultural da violência. Persistem mitos, como a ideia de que o ciúme é prova de amor, que continuam a legitimar comportamentos abusivos. Desconstruir estas crenças, tanto entre jovens como na sociedade em geral, é um passo essencial para a mudança.</p>
<p data-start="19828" data-end="20062">É igualmente importante reforçar a formação de profissionais que trabalham com jovens, professores, assistentes operacionais, psicólogos e outros, para que consigam identificar sinais de alerta e intervir de forma adequada e atempada.</p>
<p data-start="20064" data-end="20360">Paralelamente, deve haver um investimento contínuo na adaptação ao contexto digital. As relações dos jovens decorrem hoje também no espaço online, onde surgem novas formas de controlo e abuso. A prevenção tem de acompanhar esta realidade, integrando a dimensão digital nas estratégias educativas.</p>
<p data-start="20362" data-end="20708">Outro ponto-chave é garantir maior acessibilidade e visibilidade dos serviços de apoio. Muitos jovens ainda desconhecem onde e como pedir ajuda. Reforçar a divulgação de recursos, como a Linha de Apoio à Vítima 116 006, disponível nos dias úteis, das 08h às 23h, é essencial para facilitar o acesso ao apoio.</p>
<p data-start="20710" data-end="20923">Por fim, é fundamental promover uma resposta articulada entre escolas, famílias, comunidades e entidades especializadas, como a APAV. A prevenção só será eficaz se for contínua, colaborativa e centrada nos jovens.</p>
<p data-start="20925" data-end="21138">O caminho passa por ir além da sensibilização: educar, capacitar e transformar atitudes, garantindo que cada jovem tem ferramentas para reconhecer, rejeitar e agir perante qualquer forma de violência nas relações.</p>
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		<title>O que o intestino tem a ver com a pele? A ligação surpreendente que a ciência está a desvendar</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/o-que-o-intestino-tem-a-ver-com-a-pele-a-ligacao-surpreendente-que-a-ciencia-esta-a-desvendar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 09:58:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO BEM-ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A saúde da pele começa no intestino. Descubra o que é o eixo intestino-pele, como a disbiose agrava acne e dermatite, e a descoberta portuguesa publicada na Nature Communications.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se já tentou de tudo para melhorar a pele e nada parece resultar, talvez a resposta esteja num sítio inesperado: o intestino. A ciência tem vindo a confirmar que existe uma ligação direta entre o que acontece no sistema digestivo e o estado da pele. Chama-se eixo intestino-pele e pode explicar problemas que nenhum creme consegue resolver.</p>
<h2>O que é o eixo intestino-pele</h2>
<p>O eixo intestino-pele, ou <em>gut-skin axis</em>, é uma interação bidirecional entre o sistema gastrointestinal e a pele. Segundo uma revisão científica publicada no PubMed em setembro de 2025, esta comunicação é mediada pelo sistema imunitário, pela inflamação sistémica e pela microbiota intestinal.</p>
<p>Na prática, quando o equilíbrio das bactérias no intestino se altera, a chamada disbiose, o corpo entra num estado de inflamação que se reflete na pele. A disbiose intestinal e o aumento da permeabilidade intestinal são hoje reconhecidos como fatores que contribuem para condições como acne, psoríase e dermatite atópica.</p>
<h2>Acne, psoríase, dermatite: o intestino como ponto de partida</h2>
<p>No caso da acne, a disbiose pode agravar a inflamação cutânea através da libertação de mediadores inflamatórios como IL-6 e TNF-α. São substâncias que o corpo produz quando o intestino está mais permeável do que deveria.</p>
<p>A dermatite atópica é outro exemplo claro. Afeta entre 15% e 30% das crianças a nível global e cerca de 10% dos adultos. Fatores genéticos, como mutações no gene da filagrina, tornam a barreira cutânea mais vulnerável. Mas fatores ambientais, como a baixa humidade ou a radiação ultravioleta, também podem comprometer essa barreira.</p>
<p>A produção reduzida de ácidos gordos de cadeia curta em pessoas com disbiose intestinal aumenta a permeabilidade do intestino. Isso desencadeia respostas inflamatórias que chegam à pele e agravam a dermatite atópica.</p>
<h2>Uma descoberta portuguesa publicada na Nature Communications</h2>
<p>Uma equipa do Instituto Gulbenkian de Medicina Molecular identificou uma bactéria com propriedades notáveis. A Klebsiella sp. ARO112 reduz a inflamação intestinal, bloqueia agentes patogénicos como a Salmonella e estirpes perigosas de E. coli, e ajuda a recuperar a microbiota após tratamento com antibióticos. Os resultados foram publicados na Nature Communications.</p>
<p>O mais interessante é o comportamento desta bactéria. A ARO112 só coloniza o intestino em níveis elevados quando a microbiota está desequilibrada, por exemplo depois de uma toma de antibióticos. Assim que o equilíbrio é restaurado, desaparece naturalmente. Funciona como um probiótico temporário e autolimitado.</p>
<p>Esta descoberta ganha relevância quando se compara com soluções existentes. O probiótico comercial E. coli Nissle 1917, já usado na Europa, não mostrou efeito protetor nos ratinhos estudados pela mesma equipa. Isto reforça uma ideia importante: nem todos os probióticos servem para todas as situações.</p>
<h2>O que pode fazer pela ligação intestino-pele</h2>
<p>A boa notícia é que terapias direcionadas ao microbioma, como probióticos, prebióticos e modificações na alimentação, demonstram eficácia no tratamento simultâneo de perturbações gastrointestinais e dermatológicas. Não se trata de substituir o dermatologista, mas de complementar o tratamento com atenção ao que acontece dentro do corpo.</p>
<p>Se lida com problemas de pele persistentes, vale a pena prestar atenção ao intestino. Incluir alimentos fermentados, fibras e uma alimentação variada é um bom ponto de partida. E se toma antibióticos com frequência, converse com o médico sobre formas de proteger a microbiota durante e após o tratamento. A pele, muitas vezes, é apenas o mensageiro do que se passa por dentro.</p>
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		<title>Intestino permeável: o que a ciência realmente diz sobre a síndrome que tomou conta da Internet</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/intestino-permeavel-o-que-a-ciencia-realmente-diz-sobre-a-sindrome-que-tomou-conta-da-internet/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 14:32:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO BEM-ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A síndrome do intestino permeável é real ou mito? Explicamos o que a ciência diz, o que funciona e o que é apenas tendência viral sem provas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já ouviu falar em «intestino permeável»? Se passa algum tempo nas redes sociais, é provável que sim. O termo aparece em vídeos virais, posts de influenciadores e até em rótulos de suplementos. Mas será que esta síndrome existe mesmo? E, mais importante, o que pode realmente fazer para cuidar do intestino?</p>
<p>A resposta é menos simples do que parece. E merece atenção, porque entre a ciência séria e as modas digitais há um fosso enorme.</p>
<h2>O que diz a medicina sobre o intestino permeável</h2>
<p>A síndrome do intestino permeável não é, neste momento, um diagnóstico médico reconhecido. Segundo a Cleveland Clinic, trata-se de uma condição hipotética baseada num fenómeno real: a permeabilidade intestinal aumentada. Ou seja, o conceito tem uma base científica, mas a forma como é promovido nas redes vai muito além do que a evidência sustenta.</p>
<p>A permeabilidade intestinal é uma característica documentada em doenças como a doença inflamatória intestinal e a doença celíaca. Contudo, os cientistas consideram-na geralmente um sintoma dessas doenças, e não a causa.</p>
<p>Para que o revestimento intestinal fique de facto comprometido, é necessário um ataque significativo ao organismo. Falamos de doenças crónicas, uso prolongado de certos medicamentos, abuso de álcool ou radioterapia. A teoria de que fatores do dia a dia, como dieta ou stress, possam por si só desgastar a barreira intestinal ainda não foi confirmada pela ciência.</p>
<h2>Então o que afeta a barreira intestinal?</h2>
<p>Embora a síndrome em si não tenha validação clínica, há fatores que influenciam a saúde da barreira intestinal. A investigação aponta para vários mecanismos relevantes.</p>
<p>O butirato, um ácido gordo de cadeia curta produzido pela fermentação de fibras no cólon, é essencial para manter as junções entre as células intestinais intactas. Quando há défice de butirato, essas junções podem enfraquecer, segundo a investigadora Carla Peluso, da SYNLAB.</p>
<p>As dietas ocidentais, ricas em gordura e energia, têm sido associadas ao aumento da permeabilidade intestinal. Este padrão alimentar pode levar à chamada endotoxemia metabólica, provocada pela absorção de componentes bacterianos que normalmente não atravessariam a parede do intestino.</p>
<p>A vitamina D também entra na equação. Estudos em modelos animais sugerem que a sua deficiência pode enfraquecer a mucosa intestinal, tornando-a mais vulnerável a danos.</p>
<h2>O eixo intestino e cérebro: uma ligação que começa cedo</h2>
<p>Um estudo da Universidade de Nova Iorque, publicado na revista <em>Gastroenterology</em> em 2026, trouxe dados surpreendentes. O stress durante a infância pode alterar o desenvolvimento da ligação entre o intestino e o cérebro, causando problemas digestivos que perduram pela vida fora. Na investigação, crianças dinamarquesas cujas mães tinham depressão não tratada apresentaram mais problemas digestivos, incluindo síndrome do intestino irritável.</p>
<p>É um lembrete de que a saúde intestinal não se resume ao que se come. O contexto emocional e psicológico também conta.</p>
<h2>O que funciona, segundo a ciência</h2>
<p>Se a síndrome do intestino permeável permanece no campo das hipóteses, as formas de cuidar do intestino estão bem documentadas.</p>
<p>Os alimentos fermentados, como iogurte, kefir, kombucha e chucrute, podem povoar o intestino com bactérias benéficas. Segundo a nutricionista Dalia Perelman, de Stanford, estes alimentos contêm compostos que reduzem a inflamação e ajudam a manter o revestimento intestinal saudável.</p>
<p>A dieta mediterrânica também mostra resultados promissores. Em dois ensaios clínicos de 2025, participantes com síndrome do intestino irritável que adotaram esta dieta durante quatro a seis semanas viram melhorias na dor abdominal, inchaço, diarreia e obstipação, segundo investigadores do Massachusetts General Hospital.</p>
<p>Há até descobertas curiosas sobre bactérias específicas. A <em>Roseburia inulinivorans</em> foi associada a melhores resultados de força muscular. Idosos com níveis detetáveis desta bactéria apresentaram maior força de preensão manual, e ratinhos suplementados com ela aumentaram a força nas patas em 30%, segundo investigadores das universidades de Almería e Leiden.</p>
<h2>Cuidado com o que lê na internet</h2>
<p>A gastroenterologista Lisa Ganjhu, do NYU Langone Health, alerta: «Não há regulação na internet para informação de saúde. Qualquer pessoa pode dizer qualquer coisa, mas isso não significa que esteja correta.» O número de seguidores não equivale a expertise médica.</p>
<p>Antes de seguir conselhos de saúde intestinal encontrados nas redes, vale a pena verificar se a informação vem de fontes com base científica. Aposte em alimentos ricos em fibra, inclua fermentados na rotina e, se tiver sintomas persistentes, consulte um gastroenterologista. O intestino merece atenção séria, não tendências passageiras.</p>
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		<title>Respirar pela boca está a envelhecer o corpo e o cérebro mais depressa do que imagina</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/respirar-pela-boca-esta-a-envelhecer-o-corpo-e-o-cerebro-mais-depressa-do-que-imagina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 11:35:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO BEM-ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ciência confirma: respirar pelo nariz atrasa o envelhecimento celular, protege os pulmões e melhora a memória. Descubra porquê e o que pode mudar já hoje.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Respira pelo nariz ou pela boca? A resposta a esta pergunta simples pode estar a determinar a velocidade a que o corpo envelhece. A ciência mostra que o nariz não serve apenas para cheirar. É um filtro biológico que protege os pulmões, melhora a circulação e até atrasa o envelhecimento das células.</p>
<p>O problema é que cerca de 50% das crianças e uma fatia significativa de adultos respiram habitualmente pela boca, muitas vezes sem saber. A rinite alérgica, que afeta cerca de 40% da população, é uma das principais culpadas, segundo o Portal Otorrino.</p>
<h2>O que acontece quando se respira pelo nariz</h2>
<p>Cada pessoa respira aproximadamente 23 000 vezes por dia, inalando entre 12 000 e 17 000 litros de ar. Quando essa respiração passa pelo nariz, o ar é aquecido, humidificado e filtrado antes de chegar aos pulmões. Sem estas funções, aumentam as infeções pulmonares, as alergias respiratórias e os episódios de faringite crónica, segundo a Pedralbes Clinic.</p>
<p>Mas há um benefício menos conhecido. A cavidade nasal produz óxido nítrico (NO), um vasodilatador natural que melhora a circulação sanguínea, fortalece o sistema imunitário e atrasa o envelhecimento celular. Ou seja, cada inspiração pelo nariz é uma pequena dose de proteção.</p>
<h2>Os pulmões têm prazo de validade</h2>
<p>Segundo um estudo internacional liderado pela Prof. Judith García-Aymerich, do Instituto de Saúde Global de Barcelona, e publicado pela BBC, o pico da função pulmonar ocorre entre os 20 e os 25 anos. A partir daí, começa um declínio natural.</p>
<p>A Associação Pulmonar Americana indica que a capacidade vital forçada (CVF) pode diminuir cerca de 0,2 litros por década, mesmo em pessoas saudáveis que nunca fumaram. A CVF saudável situa-se entre 3 e 5 litros. Respirar pela boca de forma crónica acelera esse declínio, porque os pulmões recebem ar sem filtrar, sem aquecer e sem humidificar.</p>
<h2>O cérebro também sofre</h2>
<p>A respiração nasal rítmica e profunda está associada à sincronização de ondas cerebrais no córtex, fundamentais para a aprendizagem e a consolidação da memória, segundo estudos referenciados por universidades como Stanford e USP.</p>
<p>Pelo contrário, a apneia do sono, frequentemente consequência da respiração bucal, é um fator de risco significativo para o declínio cognitivo. A privação intermitente de oxigénio durante a noite afeta a arquitetura do sono e prejudica a formação e recuperação de memórias, segundo a Clínica OtoOne.</p>
<h2>Nas crianças, os danos podem ser permanentes</h2>
<p>Em idade de crescimento, respirar pela boca pode provocar deformidades faciais potencialmente irreversíveis: face afilada, lábio superior curto, má oclusão dentária e palato alto que reduz o tamanho da própria cavidade nasal, segundo o Dr. Luciano Moreira, do Portal Otorrino.</p>
<p>Uma criança que não respira bem à noite tem má oxigenação e sono fragmentado. Isso interfere na memória, no humor e na capacidade de aprendizagem, alerta o Dr. Elierson Rocha, da Afya São Lucas.</p>
<h2>Até no desporto faz diferença</h2>
<p>Segundo estudos da Universidade do Colorado, citados pela Pedralbes Clinic, corredores que respiram pelo nariz alcançam maior velocidade e resistência em comparação com os que respiram pela boca. A respiração nasal melhora a oxigenação, reduz a sensação de fadiga e otimiza a recuperação após o esforço.</p>
<h2>O que pode fazer já hoje</h2>
<p>Preste atenção à forma como respira durante o dia. Se dá por si com a boca aberta enquanto trabalha ao computador ou vê televisão, é provável que o faça também durante a noite. Se tem congestão nasal frequente, consulte um otorrinolaringologista para descartar rinite alérgica ou desvio de septo, que afeta cerca de 20% da população.</p>
<p>Respirar pelo nariz é gratuito, natural e, segundo a ciência, uma das formas mais simples de proteger os pulmões, o cérebro e a juventude do corpo. Comece por fechar a boca. O nariz sabe o que fazer.</p>
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