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	<title>Dinheiro &amp; Negócios &#8211; Forever Young</title>
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	<description>Para se sentir sempre jovem. Viva com mais sentido, 55+ com atitude.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 04 Mar 2026 10:31:10 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Dinheiro &amp; Negócios &#8211; Forever Young</title>
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	<item>
		<title>Idade da reforma: o que diz a ciência sobre trabalhar mais anos?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/idade-da-reforma-o-que-diz-a-ciencia-sobre-trabalhar-mais-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 10:31:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO BEM-ESTAR]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo a organização, aumentar apenas a idade da reforma pode não ser suficiente para garantir a sustentabilidade do sistema e pode até agravar desigualdades sociais e de saúde.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP) lança esta quarta-feira o documento “Contributos da Ciência Psicológica para a reflexão sobre a Longevidade Laboral” e o <em>Policy Brief</em> “Longevidade Laboral e Aumento da idade legal de acesso à Reforma”, documentos que enquadram, à luz da evidência científica mais recente, o debate sobre o adiamento da idade legal de acesso à reforma.</p>
<p>A evidência científica é clara: <strong>o mero aumento da idade legal de acesso à reforma arrisca traduzir-se em maiores desigualdades sociais e de saúde, em vez de maior sustentabilidade.</strong> “As pessoas vivem e trabalham mais anos, mas apenas poderão fazê-lo de forma produtiva e digna se existirem condições estruturais que o permitam – nas organizações, no mercado de trabalho e nas políticas públicas”, explica a OPP.</p>
<p><strong>Em Portugal 73% das organizações não auscultam trabalhadores sobre necessidades e expetativas de longevidade laboral</strong>. No entanto, a evidência científica mostra que “a longevidade laboral tende a ser mais benéfica quando resulta de uma decisão voluntária, associada a um sentido de propósito e a um equilíbrio percebido entre capacidades e exigências laborais”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <strong>longevidade laboral tende a ser maior quando há melhores condições de trabalho</strong>, nomeadamente quando a pessoa sente maior autonomia e controlo sobre as tarefas laborais, o seu contributo é valorizado e justamente recompensado, e quando tem oportunidades de aprendizagem e mentoria. <strong>Tende também a ser maior quando há planeamento da transição para a reforma</strong>, sendo que algumas pessoas beneficiam de transições graduais, da redefinição de funções ou de um “emprego de ponte”. Atualmente, apenas 17% das organizações oferecem apoio à transição para a reforma.</p>
<p><strong><u>Recomendações estratégicas: </u></strong></p>
<p><strong>Investir numa agenda de promoção da Saúde ao longo da vida. </strong>Assegurar<strong> </strong>que as políticas públicas e organizacionais têm como prioridade a promoção da Saúde e do bem-estar, bem como a prevenção da doença ao longo da vida laboral, por exemplo, através de práticas de Saúde Ocupacional (rastreios<strong> </strong>de Saúde; avaliação da capacidade funcional para o trabalho; adaptação ergonómica de tarefas, prevenção dos riscos<strong> </strong>psicossociais).</p>
<p><strong>Incentivar a implementação de medidas de longevidade laboral. </strong>Através de incentivos fiscais e/ou financeiros para as organizações que promovam a empregabilidade de<strong> </strong>trabalhadores mais velhos (ex: redução da TSU para contratos mantidos ou celebrados com trabalhadores<strong> </strong>com 65+ anos), oportunidades de aprendizagem e desenvolvimento pessoal e profissional contínuo, adaptações de<strong> </strong>postos e tarefas de trabalho ao longo da vida laboral e modalidades de transição para a reforma (“emprego de ponte”).</p>
<p><strong>Criar mecanismos de resposta a desigualdades acumuladas. </strong>Através de mecanismos de proteção para pessoas com ocupações física e psicologicamente mais<strong> </strong>exigentes (ex: coeficientes de bonificação do tempo contributivo) ou que tiveram carreiras contributivas descontínuas<strong> </strong>por questões familiares ou problemas de Saúde graves e/ou crónicos.</p>
<p><strong>Desenvolver regimes mais flexíveis de participação laboral tardia. </strong>Através da revisão dos regimes de reforma parcial, de retorno ao trabalho e de acumulação da pensão de velhice com<strong> </strong>rendimentos laborais, permitindo transições graduais e ajustadas às capacidades e preferências individuais. Podem incluir a redução da carga horária, o exercício de funções menos exigentes ou por projeto – promovendo decisões de<strong> </strong>continuidade voluntárias.</p>
<p><strong>Criar a figura de Psicólogo do Trabalho na Lei da Saúde Ocupacional. </strong>Integrar Psicólogos em contextos organizacionais com mais de 250 trabalhadores, criando condições de avaliação e resposta a riscos psicossociais, de planeamento e gestão de carreira ao longo do ciclo de vida de todos os trabalhadores e, especificamente, de apoio à transição para a reforma, bem como de ajustamento entre exigências laborais e recursos ao longo da vida laboral – prevenindo problemas de Saúde e preservando a motivação e a capacidade para o trabalho.</p>
<p>Promover a longevidade laboral significa criar condições para que as pessoas possam (e queiram) continuar a trabalhar após a idade legal de acesso à reforma (66 anos e 9 meses, em 2026), com Saúde, segurança e sentido de propósito – reconhecendo que a decisão de continuar a trabalhar deve ser, na medida do possível, voluntária e sustentada por condições de trabalho dignas.</p>
<p>A OPP lançou ainda um documento especificamente para as organizações sobre como promover a longevidade laboral.</p>
<p><strong>Links para os três documentos</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.ordemdospsicologos.pt/ficheiros/documentos/cc_contributos_longevidade_laboral.pdf" target="_blank" rel="noopener">Contributos da Ciência Psicológica para a reflexão sobre a Longevidade Laboral </a></li>
<li><a href="https://www.ordemdospsicologos.pt/ficheiros/documentos/opp_policybrief_longevidadelaboral.pdf" target="_blank" rel="noopener">Policy Brief “Longevidade Laboral e aumento da idade legal de acesso à reforma” </a></li>
<li><a href="https://www.ordemdospsicologos.pt/ficheiros/documentos/opp_ro_longevidadelaboral.pdf" target="_blank" rel="noopener">“Recomendações para as organizações. Promover a longevidade laboral” </a></li>
</ul>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Saiba quais os três pilares para uma mudança financeira sustentável</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/saiba-quais-os-tres-pilares-para-uma-mudanca-financeira-sustentavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 12:17:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=430592</guid>

					<description><![CDATA[<p>Daniel Rocha explica os três pilares para uma mudança financeira sustentável</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="357" data-end="699">Fevereiro costuma ser o mês em que muitas resoluções financeiras feitas no início do ano começam a perder força. Para <strong data-start="475" data-end="516"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Daniel Rocha</span></span></strong>, especialista em Investimentos, Economia e Geopolítica, isso não acontece por falta de disciplina, mas por um erro mais profundo: tentar mudar resultados sem mudar a forma de pensar.</p>
<p data-start="701" data-end="1024">“As pessoas mudam as metas, mas mantêm o mesmo pensamento. O resultado é previsível, porque nada muda de forma estrutural. Resoluções financeiras são listas. Transformação financeira é direção”, afirma. Para o especialista, não é possível construir liberdade financeira com o mesmo mindset que levou às dificuldades atuais.</p>
<p data-start="1026" data-end="1297">Num contexto marcado por incerteza económica, inflação persistente e perda de poder de compra, Daniel Rocha defende que o início do ano — mesmo já passado o entusiasmo de janeiro — deve ser encarado como um momento de <strong data-start="1244" data-end="1265">auditoria pessoal</strong>, e não de motivação passageira.</p>
<p data-start="1299" data-end="1693">Antes de cortar despesas ou ajustar o orçamento, o investidor sublinha a importância da introspeção: perceber se o comportamento financeiro atual aproxima ou afasta do futuro desejado. “Se a mentalidade que orienta as decisões financeiras permanece a mesma, nenhuma dica de poupança será suficiente. O que limita o investidor português não é a falta de dinheiro, é a falta de direção”, reforça.</p>
<h3 data-start="1700" data-end="1755">Os três pilares de uma mudança financeira duradoura</h3>
<p data-start="1757" data-end="1858">Segundo Daniel Rocha, uma transformação financeira sustentável assenta em três elementos estruturais.</p>
<p data-start="1860" data-end="2285"><strong data-start="1860" data-end="1898">1. Consciência do ponto de partida</strong><br data-start="1898" data-end="1901" />O primeiro passo é saber exatamente onde se está. Muitos querem mudar o destino financeiro sem reconhecer o ponto de partida. Para isso, o especialista sugere uma auditoria simples, que pode ser feita em 30 minutos: analisar os extratos bancários e os movimentos do cartão do último mês e identificar apenas três números — rendimento mensal total, despesas fixas e despesas variáveis.</p>
<p data-start="2287" data-end="2419">Identificar a maior “fuga de dinheiro” é essencial. “Se não sabe para onde vai o dinheiro, não consegue controlar o futuro”, alerta.</p>
<p data-start="2421" data-end="2734"><strong data-start="2421" data-end="2451">2. Clareza sobre o destino</strong><br data-start="2451" data-end="2454" />Metas vagas como “poupar mais” ou “investir” tendem a falhar. Para ganhar consistência, é fundamental definir um objetivo financeiro claro, com valor, prazo e motivo. Quanto mais concreto for o destino, mais fácil se torna dizer não a gastos que não contribuem para esse objetivo.</p>
<p data-start="2736" data-end="2825">“Sem visão de longo prazo, qualquer hábito financeiro é frágil”, sublinha o especialista.</p>
<p data-start="2827" data-end="3134"><strong data-start="2827" data-end="2883">3. Coerência diária entre ponto de partida e destino</strong><br data-start="2883" data-end="2886" />A mudança não acontece em grandes decisões pontuais, mas na consistência do dia a dia. Para isso, Daniel Rocha defende a criação de regras simples e automáticas, como pagar-se primeiro, adiar compras impulsivas ou definir dias sem gastos variáveis.</p>
<p data-start="3136" data-end="3202">“Disciplina não é força de vontade. É desenho do sistema”, resume.</p>
<h3 data-start="3209" data-end="3254">Pensar o futuro com maturidade financeira</h3>
<p data-start="3256" data-end="3554">Para Daniel Rocha, não existe liberdade financeira sem autorresponsabilidade, nem futuro financeiro sem alinhamento entre quem somos hoje e quem queremos ser daqui a 10, 20 ou 30 anos. Esta abordagem, mais estratégica do que técnica, ajuda a quebrar ciclos de consumo impulsivo e decisões reativas.</p>
<p data-start="3556" data-end="3870">Com muitos portugueses a entrarem em 2026 preocupados com salários, habitação, inflação e estabilidade, o especialista acredita que a mudança mais urgente não é operacional, mas mental. Fevereiro pode ser o momento certo para assumir um compromisso diferente: deixar de agir por impulso e começar a agir com visão.</p>
<p data-start="3872" data-end="4088" data-is-last-node="" data-is-only-node="">“A literacia financeira é importante, mas a maturidade financeira é decisiva. O futuro financeiro não muda no dia 1 de janeiro — muda quando deixamos de tomar decisões curtas para vidas longas”, conclui Daniel Rocha.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Os 15 municípios onde comprar casa ficou mais barato no último ano</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/os-15-municipios-onde-comprar-casa-ficou-mais-barato-no-ultimo-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2025 11:20:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Preços caíram até 15% em vários concelhos, sobretudo no Centro e no Alentejo</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="457" data-end="818">Os preços da habitação ajustaram-se em várias zonas do país ao longo de 2025, criando <strong data-start="543" data-end="692">novas oportunidades para quem pondera mudar de casa, regressar à terra natal ou procurar uma vida mais tranquila fora dos grandes centros urbanos</strong>. Segundo uma análise do idealista, marketplace imobiliário, houve municípios onde o valor das casas caiu até <strong data-start="802" data-end="817">15% num ano</strong>.</p>
<p data-start="820" data-end="1242">A maior descida registou-se na <strong data-start="851" data-end="861">Golegã</strong>, no distrito de Santarém, onde o preço médio passou para <strong data-start="919" data-end="953">1.083 euros por metro quadrado</strong>, uma quebra de <strong data-start="969" data-end="978">15,3%</strong>. Segue-se <strong data-start="989" data-end="1012">Pampilhosa da Serra</strong>, no distrito de Coimbra, que se destacou como o município mais barato do país, com <strong data-start="1096" data-end="1112">477 euros/m²</strong>, após uma descida de <strong data-start="1134" data-end="1143">12,3%</strong>. Em <strong data-start="1148" data-end="1158">Pombal</strong>, no distrito de Leiria, os preços caíram <strong data-start="1200" data-end="1206">8%</strong>, fixando-se nos <strong data-start="1223" data-end="1241">1.162 euros/m²</strong>.</p>
<p data-start="1244" data-end="1594">Também no sul do país se registaram ajustes relevantes. <strong data-start="1300" data-end="1312">Alcoutim</strong>, no Algarve, apresentou uma descida de <strong data-start="1352" data-end="1360">6,7%</strong>, com preços médios de <strong data-start="1383" data-end="1401">1.081 euros/m²</strong>, enquanto no Alentejo os concelhos de <strong data-start="1440" data-end="1449">Borba</strong> e <strong data-start="1452" data-end="1462">Portel</strong>, ambos no distrito de Évora, viram os valores recuar <strong data-start="1516" data-end="1524">5,3%</strong>, situando-se nos <strong data-start="1542" data-end="1558">875 euros/m²</strong> e <strong data-start="1561" data-end="1577">758 euros/m²</strong>, respetivamente.</p>
<p data-start="1596" data-end="1947">No interior, os preços continuam particularmente acessíveis. <strong data-start="1657" data-end="1668">Gouveia</strong> (Guarda) caiu para <strong data-start="1688" data-end="1704">594 euros/m²</strong>, a <strong data-start="1708" data-end="1720">Chamusca</strong> (Santarém) desceu para <strong data-start="1744" data-end="1760">756 euros/m²</strong>, e <strong data-start="1764" data-end="1772">Avis</strong> (Portalegre) fixou-se nos <strong data-start="1799" data-end="1815">683 euros/m²</strong>. No Centro, <strong data-start="1828" data-end="1840">Penacova</strong> (500 euros/m²) e <strong data-start="1858" data-end="1867">Tábua</strong> (665 euros/m²), ambos em Coimbra, mantêm-se entre os concelhos mais económicos.</p>
<p data-start="1949" data-end="2141">No Norte, <strong data-start="1959" data-end="1970">Melgaço</strong>, em Viana do Castelo, registou um valor médio de <strong data-start="2020" data-end="2036">544 euros/m²</strong>, enquanto <strong data-start="2047" data-end="2060">Vila Real</strong> e <strong data-start="2063" data-end="2073">Vizela</strong> encerram a lista das maiores descidas, com reduções mais moderadas.</p>
<h3 data-start="2143" data-end="2202">Onde é mais barato comprar casa em cada distrito e ilha</h3>
<p data-start="2204" data-end="2414">Além das descidas anuais, a análise identificou também <strong data-start="2259" data-end="2328">o município mais barato para comprar casa em cada distrito e ilha</strong>, um dado relevante para quem procura alternativas ao mercado urbano mais pressionado.</p>
<ul data-start="2416" data-end="2682">
<li data-start="2416" data-end="2521">
<p data-start="2418" data-end="2521"><strong data-start="2418" data-end="2441">Pampilhosa da Serra</strong> (Coimbra) surge como o município mais acessível do país, com <strong data-start="2503" data-end="2519">477 euros/m²</strong></p>
</li>
<li data-start="2522" data-end="2574">
<p data-start="2524" data-end="2574"><strong data-start="2524" data-end="2532">Nisa</strong> (Portalegre) apresenta <strong data-start="2556" data-end="2572">498 euros/m²</strong></p>
</li>
<li data-start="2575" data-end="2628">
<p data-start="2577" data-end="2628"><strong data-start="2577" data-end="2588">Sabugal</strong> (Guarda) fixa-se nos <strong data-start="2610" data-end="2626">505 euros/m²</strong></p>
</li>
<li data-start="2629" data-end="2682">
<p data-start="2631" data-end="2682"><strong data-start="2631" data-end="2644">Penamacor</strong> (Castelo Branco) nos <strong data-start="2666" data-end="2682">510 euros/m²</strong></p>
</li>
</ul>
<p data-start="2684" data-end="2868">Nas regiões autónomas, <strong data-start="2707" data-end="2718">Santana</strong> continua a ser o concelho mais económico da Madeira, com <strong data-start="2776" data-end="2794">1.792 euros/m²</strong>, enquanto nos Açores <strong data-start="2816" data-end="2833">Lajes do Pico</strong> se destaca com <strong data-start="2849" data-end="2867">1.084 euros/m²</strong>.</p>
<p data-start="2870" data-end="3114">Nos distritos mais populosos, os valores continuam mais elevados, mas ainda abaixo das médias nacionais: <strong data-start="2975" data-end="2986">Cadaval</strong> é o concelho mais barato do distrito de Lisboa (<strong data-start="3035" data-end="3053">1.550 euros/m²</strong>) e <strong data-start="3057" data-end="3066">Baião</strong> lidera no distrito do Porto (<strong data-start="3096" data-end="3112">957 euros/m²</strong>).</p>
<p data-start="3116" data-end="3401">Concelhos como <strong data-start="3131" data-end="3140">Sátão</strong> (Viseu), <strong data-start="3150" data-end="3161">Melgaço</strong> (Viana do Castelo) e <strong data-start="3183" data-end="3195">Alcoutim</strong> (Faro) voltam a confirmar uma tendência já conhecida: <strong data-start="3250" data-end="3346">fora dos grandes centros urbanos, continuam a existir mercados habitacionais mais acessíveis</strong>, mesmo num contexto de inflação e pressão imobiliária.</p>
<p data-start="3403" data-end="3647">Para muitos portugueses a partir dos 55 anos, estes territórios representam não apenas preços mais baixos, mas também <strong data-start="3521" data-end="3571">uma oportunidade para ganhar qualidade de vida</strong>, com menos stress, mais proximidade à natureza e comunidades mais próximas.</p>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Distrito</th>
<th>Município</th>
<th>Preço €/m² (nov. 2025)</th>
<th>Variação anual (%)</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Santarém</td>
<td>Golegã</td>
<td>1.083</td>
<td>-15,3</td>
</tr>
<tr>
<td>Coimbra</td>
<td>Pampilhosa da Serra</td>
<td>477</td>
<td>-12,3</td>
</tr>
<tr>
<td>Leiria</td>
<td>Pombal</td>
<td>1.162</td>
<td>-8,0</td>
</tr>
<tr>
<td>Faro</td>
<td>Alcoutim</td>
<td>1.081</td>
<td>-6,7</td>
</tr>
<tr>
<td>Évora</td>
<td>Borba</td>
<td>875</td>
<td>-5,3</td>
</tr>
<tr>
<td>Évora</td>
<td>Portel</td>
<td>758</td>
<td>-5,3</td>
</tr>
<tr>
<td>Guarda</td>
<td>Gouveia</td>
<td>594</td>
<td>-4,7</td>
</tr>
<tr>
<td>Santarém</td>
<td>Chamusca</td>
<td>756</td>
<td>-4,0</td>
</tr>
<tr>
<td>Portalegre</td>
<td>Avis</td>
<td>683</td>
<td>-3,2</td>
</tr>
<tr>
<td>Coimbra</td>
<td>Penacova</td>
<td>500</td>
<td>-3,1</td>
</tr>
<tr>
<td>Coimbra</td>
<td>Tábua</td>
<td>665</td>
<td>-2,1</td>
</tr>
<tr>
<td>Leiria</td>
<td>Figueiró dos Vinhos</td>
<td>715</td>
<td>-2,0</td>
</tr>
<tr>
<td>Viana do Castelo</td>
<td>Melgaço</td>
<td>544</td>
<td>-1,8</td>
</tr>
<tr>
<td>Vila Real</td>
<td>Vila Real</td>
<td>1.343</td>
<td>-1,6</td>
</tr>
<tr>
<td>Braga</td>
<td>Vizela</td>
<td>1.425</td>
<td>-1,4</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Distrito / Ilha</th>
<th>Município</th>
<th>Preço €/m² (nov. 2025)</th>
<th>Variação anual (%)</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Aveiro</td>
<td>Castelo de Paiva</td>
<td>1.097</td>
<td>33,0</td>
</tr>
<tr>
<td>Beja</td>
<td>Moura</td>
<td>770</td>
<td>16,2</td>
</tr>
<tr>
<td>Braga</td>
<td>Cabeceiras de Basto</td>
<td>1.023</td>
<td>5,6</td>
</tr>
<tr>
<td>Bragança</td>
<td>Mogadouro</td>
<td>564</td>
<td>-1,3</td>
</tr>
<tr>
<td>Castelo Branco</td>
<td>Penamacor</td>
<td>510</td>
<td>15,9</td>
</tr>
<tr>
<td>Coimbra</td>
<td>Pampilhosa da Serra</td>
<td>477</td>
<td>-12,3</td>
</tr>
<tr>
<td>Évora</td>
<td>Portel</td>
<td>758</td>
<td>-5,3</td>
</tr>
<tr>
<td>Faial (Ilha)</td>
<td>Horta</td>
<td>1.537</td>
<td>23,3</td>
</tr>
<tr>
<td>Faro</td>
<td>Alcoutim</td>
<td>1.081</td>
<td>-6,7</td>
</tr>
<tr>
<td>Guarda</td>
<td>Sabugal</td>
<td>505</td>
<td>10,8</td>
</tr>
<tr>
<td>Leiria</td>
<td>Castanheira de Pêra</td>
<td>692</td>
<td>12,7</td>
</tr>
<tr>
<td>Lisboa</td>
<td>Cadaval</td>
<td>1.550</td>
<td>21,2</td>
</tr>
<tr>
<td>Madeira (Ilha)</td>
<td>Santana</td>
<td>1.792</td>
<td>21,1</td>
</tr>
<tr>
<td>Pico (Ilha)</td>
<td>Lajes do Pico</td>
<td>1.084</td>
<td>9,5</td>
</tr>
<tr>
<td>Portalegre</td>
<td>Nisa</td>
<td>498</td>
<td>4,5</td>
</tr>
<tr>
<td>Porto</td>
<td>Baião</td>
<td>957</td>
<td>16,6</td>
</tr>
<tr>
<td>Santa Maria (Ilha)</td>
<td>Vila do Porto</td>
<td>1.524</td>
<td>8,3</td>
</tr>
<tr>
<td>Santarém</td>
<td>Chamusca</td>
<td>756</td>
<td>-4,0</td>
</tr>
<tr>
<td>São Miguel (Ilha)</td>
<td>Nordeste</td>
<td>1.542</td>
<td>53,1</td>
</tr>
<tr>
<td>Setúbal</td>
<td>Santiago do Cacém</td>
<td>2.221</td>
<td>22,2</td>
</tr>
<tr>
<td>Terceira (Ilha)</td>
<td>Praia da Vitória</td>
<td>1.454</td>
<td>15,5</td>
</tr>
<tr>
<td>Viana do Castelo</td>
<td>Melgaço</td>
<td>544</td>
<td>-1,8</td>
</tr>
<tr>
<td>Vila Real</td>
<td>Montalegre</td>
<td>753</td>
<td>11,4</td>
</tr>
<tr>
<td>Viseu</td>
<td>Sátão</td>
<td>855</td>
<td>15,6</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Posso continuar a trabalhar depois da reforma? O que precisa de saber sobre pensão, descontos e IRS</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/posso-continuar-a-trabalhar-depois-da-reforma-o-que-precisa-de-saber-sobre-pensao-descontos-e-irs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 14:57:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A legislação permite acumular a pensão de velhice com rendimentos de trabalho dependente ou independente. Porém, existem duas exceções importantes.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="296" data-end="648">Muitas pessoas optam por manter alguma atividade profissional mesmo depois de se reformarem, seja em regime pontual, part-time ou até em ocupações independentes. A lei portuguesa prevê essa possibilidade, mas há regras a ter em conta, sobretudo no que diz respeito à acumulação de rendimentos, descontos para a Segurança Social e implicações fiscais.</p>
<h2 data-start="650" data-end="709">Trabalhar e receber a pensão de velhice ao mesmo tempo</h2>
<p data-start="711" data-end="860">A legislação permite acumular a pensão de velhice com rendimentos de trabalho dependente ou independente. Porém, existem duas exceções importantes:</p>
<ul data-start="862" data-end="1174">
<li data-start="862" data-end="1023">
<p data-start="864" data-end="1023">Quando a pensão de velhice resulta da <strong data-start="902" data-end="952">convolação de uma pensão de invalidez absoluta</strong>. Nestes casos, o beneficiário não pode exercer atividade remunerada.</p>
</li>
<li data-start="1024" data-end="1174">
<p data-start="1026" data-end="1174">Quando se trata de uma <strong data-start="1049" data-end="1128">pensão antecipada atribuída no âmbito da flexibilização da idade da reforma</strong>. Aqui, a acumulação também não é permitida.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="1176" data-end="1326">Se estas regras não forem respeitadas, pode perder temporariamente o direito à pensão ou ser obrigado a devolver os valores recebidos indevidamente.</p>
<h2 data-start="1328" data-end="1373">O que significa “convolação de pensões”?</h2>
<p data-start="1375" data-end="1688">De acordo com o Decreto-Lei n.º 187/2007, quando um beneficiário de pensão de invalidez atinge os 65 anos, essa pensão converte-se automaticamente em pensão de velhice. A esta passagem dá-se o nome de <strong data-start="1576" data-end="1590">convolação</strong>. No caso da invalidez absoluta, a lei proíbe qualquer atividade remunerada após esta conversão.</p>
<h2 data-start="1690" data-end="1751">O valor da pensão sofre cortes se continuar a trabalhar?</h2>
<p data-start="1753" data-end="1934">Não. Quem decide trabalhar depois da reforma mantém o valor integral da sua pensão de velhice. O que se recebe mensalmente não é reduzido por acumular com rendimentos de trabalho.</p>
<h2 data-start="1936" data-end="1988">E quanto aos descontos para a Segurança Social?</h2>
<p data-start="1990" data-end="2207">Depois de se reformar, não é obrigatório descontar para a Segurança Social. No entanto, se continuar a trabalhar e optar por manter os descontos (8% sobre as remunerações), terá direito a um <strong data-start="2181" data-end="2204">acréscimo na pensão</strong>.</p>
<p data-start="2209" data-end="2405">Esse acréscimo aplica-se a pensionistas de velhice e de invalidez relativa, mas não a quem teve pensão de invalidez absoluta, uma vez que a lei lhes impede o exercício de atividade profissional.</p>
<h3 data-start="2407" data-end="2438">Como funciona o acréscimo</h3>
<p data-start="2440" data-end="2590">O valor da pensão aumenta em função dos salários registados. A fórmula é simples:<br data-start="2521" data-end="2524" />1/14 de 2% do total das remunerações declaradas no ano anterior.</p>
<p data-start="2592" data-end="2736">Exemplo: Se, durante um ano, registou 1.400 euros em remunerações, o cálculo é o seguinte:<br data-start="2682" data-end="2685" />1/14 × (2% × 1.400 €) = 2 € mensais de acréscimo.</p>
<p data-start="2738" data-end="2911">O pagamento desse valor adicional é automático, não exige pedido à Segurança Social e é processado no ano seguinte, em junho e novembro, com efeitos retroativos a janeiro.</p>
<h2 data-start="2913" data-end="2954">Obrigações fiscais: o impacto no IRS</h2>
<p data-start="2956" data-end="3160">Quem acumula pensão e rendimentos de trabalho deve declarar ambos no IRS. Isto pode ter consequências no valor a pagar, sobretudo se estiver isento de retenção na fonte em ambas as fontes de rendimento.</p>
<p data-start="3162" data-end="3472">Na prática, ao juntar pensão e salário, o total anual pode ultrapassar o chamado <strong data-start="3243" data-end="3267">mínimo de existência</strong>, que é o valor a partir do qual se aplicam as taxas gerais de IRS. Isso significa que, mesmo que mensalmente não haja retenção na fonte, no momento de entrega da declaração pode surgir um valor a pagar.</p>
<h3 data-start="3479" data-end="3494">Em resumo</h3>
<ul data-start="3496" data-end="4029">
<li data-start="3496" data-end="3598">
<p data-start="3498" data-end="3598">É possível continuar a trabalhar depois da reforma e acumular rendimentos com a pensão de velhice.</p>
</li>
<li data-start="3599" data-end="3730">
<p data-start="3601" data-end="3730">Existem exceções: pensões resultantes de invalidez absoluta ou reformas antecipadas com flexibilização não permitem acumulação.</p>
</li>
<li data-start="3731" data-end="3797">
<p data-start="3733" data-end="3797">O valor da pensão não é reduzido por se continuar a trabalhar.</p>
</li>
<li data-start="3798" data-end="3911">
<p data-start="3800" data-end="3911">Quem descontar voluntariamente para a Segurança Social tem direito a um pequeno acréscimo no valor da pensão.</p>
</li>
<li data-start="3912" data-end="4029">
<p data-start="3914" data-end="4029">Todos os rendimentos (pensão + trabalho) devem ser declarados no IRS, o que pode levar a pagar imposto adicional.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="4031" data-end="4195">Trabalhar após a reforma pode ser uma boa forma de manter-se ativo e reforçar o rendimento, mas convém planear com antecedência para evitar surpresas no bolso.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Idade da reforma vai aumentar para 66 anos e 11 meses em 2027</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/idade-da-reforma-vai-aumentar-para-66-anos-e-11-meses-em-2027/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 09:37:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=430530</guid>

					<description><![CDATA[<p>O valor representa um acréscimo de dois meses face à idade que vigorará em 2026.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A idade legal para aceder à pensão de velhice vai voltar a subir em 2027, passando para <strong data-start="332" data-end="354">66 anos e 11 meses</strong>, segundo cálculos feitos com base na nova estimativa provisória da esperança média de vida divulgada esta quinta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).</p>
<p data-start="606" data-end="915">A legislação estabelece que a idade da reforma acompanha a evolução da esperança média de vida aos 65 anos. O INE publicou agora o valor referente ao período 2023-2025, fixado em <strong data-start="785" data-end="799">20,19 anos</strong>, mais <strong data-start="806" data-end="819">0,17 anos</strong> do que no triénio anterior. Este aumento traduz-se diretamente no novo limite etário para 2027.</p>
<h3 data-start="917" data-end="970"><strong data-start="921" data-end="970">Crescimento contínuo desde 2014, com exceções</strong></h3>
<p data-start="972" data-end="1130">Até 2013, a idade da reforma estava estabilizada nos 65 anos. Em 2014 subiu para 66 anos e, desde então, passou a atualizar-se em função da esperança de vida.</p>
<p data-start="1132" data-end="1179">Esta evolução tem registado momentos distintos:</p>
<ul data-start="1181" data-end="1617">
<li data-start="1181" data-end="1302">
<p data-start="1183" data-end="1302">Entre 2019 e 2020, manteve-se nos <strong data-start="1217" data-end="1238">66 anos e 5 meses</strong>, fruto de um crescimento muito moderado da esperança de vida.</p>
</li>
<li data-start="1303" data-end="1444">
<p data-start="1305" data-end="1444">Em 2023, registou-se uma queda inédita para <strong data-start="1349" data-end="1370">66 anos e 4 meses</strong>, consequência direta do aumento da mortalidade provocada pela Covid-19.</p>
</li>
<li data-start="1445" data-end="1484">
<p data-start="1447" data-end="1484">Em 2024, manteve-se no mesmo valor.</p>
</li>
<li data-start="1485" data-end="1530">
<p data-start="1487" data-end="1530">Em 2025 subiu para <strong data-start="1506" data-end="1527">66 anos e 7 meses</strong>.</p>
</li>
<li data-start="1531" data-end="1617">
<p data-start="1533" data-end="1617">Em 2026 atingirá os <strong data-start="1553" data-end="1574">66 anos e 9 meses</strong>, antes do novo aumento previsto para 2027.</p>
</li>
</ul>
<h3 data-start="1619" data-end="1683"><strong data-start="1623" data-end="1683">Idade pessoal da reforma pode antecipar saída sem cortes</strong></h3>
<p data-start="1685" data-end="1978">Quem tiver mais de 40 anos de descontos pode aceder à chamada <strong data-start="1747" data-end="1775">idade pessoal da reforma</strong>, beneficiando de uma redução de quatro meses por cada ano adicional de contribuições além desse limite. Assim, para carreiras muito longas, é possível reformar-se <strong data-start="1939" data-end="1960">antes dos 65 anos</strong> sem penalizações.</p>
<h3 data-start="1980" data-end="2038"><strong data-start="1984" data-end="2038">Corte por fator de sustentabilidade também aumenta</strong></h3>
<p data-start="2040" data-end="2274">Os novos dados do INE permitem ainda projetar a atualização do fator de sustentabilidade, que se aplica às pensões antecipadas. De acordo com os cálculos, a penalização vai subir de <strong data-start="2222" data-end="2244">16,93% para 17,63%</strong> já em janeiro do próximo ano.</p>
<p data-start="2276" data-end="2424">Esta atualização reflete a evolução demográfica e reforça o impacto financeiro para quem optar por sair do mercado de trabalho antes da idade legal.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reforma mais robusta: trabalhadores vão ter poupança extra assegurada</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/reforma-mais-robusta-trabalhadores-vao-ter-poupanca-extra-assegurada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 12:32:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[pensões]]></category>
		<category><![CDATA[reforma]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=430524</guid>

					<description><![CDATA[<p>A União Europeia prepara uma mudança estrutural no modo como os cidadãos constroem a sua pensão futura.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="295" data-end="709">Num conjunto de recomendações divulgado na passada quinta-feira, a Comissão Europeia propõe três eixos centrais para aumentar a poupança para a reforma: ferramentas de rastreamento de pensões, dashboards consolidados destinados aos governos e a criação de mecanismos de inscrição automática em planos complementares.</p>
<p data-start="711" data-end="1075">As propostas foram desenvolvidas no âmbito da União de Poupança e Investimento (SIU), programa coordenado por Maria Luís Albuquerque, comissária europeia responsável pelos Serviços Financeiros. É este grupo de trabalho que tem inspirado várias medidas destinadas a transformar os hábitos de poupança na Europa, incluindo a criação das contas poupança-investimento.</p>
<h3 data-start="1077" data-end="1135"><strong data-start="1081" data-end="1135">Portal único para ver toda a carreira contributiva</strong></h3>
<p data-start="1137" data-end="1476">A primeira recomendação passa pela criação de um sistema digital que permita a cada cidadão consultar, num único portal e de forma gratuita, todos os direitos de pensão acumulados, incluindo aqueles resultantes de trabalho em diferentes países ou regimes. A Comissão defende que esta visão consolidada facilita planeamento e transparência.</p>
<h3 data-start="1478" data-end="1541"><strong data-start="1482" data-end="1541">Dashboards para avaliar a saúde dos sistemas de pensões</strong></h3>
<p data-start="1543" data-end="1832">Paralelamente, Bruxelas quer disponibilizar aos governos um dashboard que permita monitorizar, de forma contínua, a cobertura, a sustentabilidade e a adequação das pensões. Especialistas têm alertado que esta avaliação tem sido negligenciada durante décadas, impedindo reformas informadas.</p>
<h3 data-start="1834" data-end="1887"><strong data-start="1838" data-end="1887">Inscrição automática em planos complementares</strong></h3>
<p data-start="1889" data-end="2167">A medida mais disruptiva do pacote é a introdução da inscrição automática em esquemas de pensões complementares. Em vez de esperar que os trabalhadores tomem a iniciativa de aderir, a regra passa a ser a inscrição por defeito, com liberdade para sair dentro de prazos definidos.</p>
<p data-start="2169" data-end="2484">A Comissão sublinha que este modelo — já adotado no Reino Unido, Nova Zelândia e, em breve, Irlanda — aumenta significativamente a participação, sobretudo entre quem tende a adiar decisões financeiras. Para minimizar resistências, recomenda que as contribuições comecem em níveis reduzidos, aumentando gradualmente.</p>
<p data-start="2486" data-end="2737">Bruxelas também defende que sejam criados critérios amplos de elegibilidade, permitindo que trabalhadores independentes, pessoas com vínculos atípicos ou contratos não-standard possam integrar estes esquemas, com maior flexibilidade nas contribuições.</p>
<h3 data-start="2739" data-end="2780"><strong data-start="2743" data-end="2780">Menos escolhas, mais simplicidade</strong></h3>
<p data-start="2782" data-end="3107">Outro problema identificado pela Comissão é o excesso de opções de investimento oferecidas pelos planos complementares, o que muitas vezes paralisa quem tem menor literacia financeira. Por isso, recomenda a existência de soluções padrão, com apenas algumas opções adicionais, para reduzir a complexidade no momento da adesão.</p>
<h3 data-start="3109" data-end="3148"><strong data-start="3113" data-end="3148">Incentivos fiscais e mobilidade</strong></h3>
<p data-start="3150" data-end="3407">O pacote prevê igualmente incentivos fiscais para estimular as contribuições, tanto por parte dos trabalhadores como das empresas. Entre as recomendações estão deduções no rendimento coletável até limites específicos, e benefícios fiscais para empregadores.</p>
<p data-start="3409" data-end="3682">A Comissão alerta ainda para a necessidade de garantir que estes incentivos não são perdidos quando um trabalhador muda de emprego ou se desloca para outro país — uma questão especialmente relevante para Portugal, tendo em conta a elevada mobilidade da sua população ativa.</p>
<h3 data-start="3684" data-end="3728"><strong data-start="3688" data-end="3728">Parcerias sociais continuam centrais</strong></h3>
<p data-start="3730" data-end="4058">Bruxelas faz questão de sublinhar que estas recomendações não interferem com o papel dos parceiros sociais. O objetivo não é substituir os acordos que existem em vários países — como os fundos de pensões ocupacionais em Portugal — mas sim complementá-los, assegurando que o novo modelo não põe em causa sistemas já consolidados.</p>
<h3 data-start="4060" data-end="4099"><strong data-start="4064" data-end="4099">Um processo longo, mas decisivo</strong></h3>
<p data-start="4101" data-end="4501">Com estas três ferramentas — rastreamento, dashboards e inscrição automática — a Comissão pretende renovar a forma como a Europa se prepara para o envelhecimento da população. Mas alerta que as recomendações são apenas o início: caberá agora aos Estados-membros negociar e adaptar as propostas, num processo que deverá ser longo e exigente, dadas as diferenças económicas e demográficas entre países.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Aumentos das pensões em 2026: Governo surpreende e sobe valores acima da inflação</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/aumentos-das-pensoes-em-2026-governo-surpreende-e-sobe-valores-acima-da-inflacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 09:50:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[pensões]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=430504</guid>

					<description><![CDATA[<p>Governo admite suplemento extraordinário, mas apenas se houver folga orçamental.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="275" data-end="411"><strong data-start="275" data-end="411">A atualização deverá abranger 90% dos pensionistas.</strong></p>
<p data-start="413" data-end="706">As pensões mais baixas deverão ter um aumento de <strong data-start="462" data-end="479">2,79% em 2026</strong>, um valor que fica <strong data-start="499" data-end="562">0,5 pontos percentuais acima da inflação prevista para 2025</strong>, segundo confirmou a ministra do Trabalho, <strong data-start="606" data-end="623">Palma Ramalho</strong>, durante a audição parlamentar sobre o <strong data-start="663" data-end="705">Orçamento do Estado para 2026 (OE2026)</strong>.</p>
<p data-start="708" data-end="954">A governante reiterou que o executivo está comprometido com a atualização das pensões “<strong data-start="795" data-end="811">à taxa legal</strong>” e que, <strong data-start="820" data-end="853">caso exista margem orçamental</strong>, poderá ser atribuído um <strong data-start="879" data-end="908">suplemento extraordinário</strong> aos pensionistas com rendimentos mais baixos.</p>
<h3 data-start="956" data-end="989">Quais pensões terão aumentos?</h3>
<p data-start="991" data-end="1051">Segundo a ministra, com base nos dados mais recentes do INE:</p>
<ul data-start="1053" data-end="1577">
<li data-start="1053" data-end="1218">
<p data-start="1055" data-end="1218"><strong data-start="1055" data-end="1079">Pensões até dois IAS</strong> (até <strong data-start="1085" data-end="1095">1.045€</strong>):<br data-start="1097" data-end="1100" />➤ <strong data-start="1104" data-end="1124">Aumento de 2,79%</strong><br data-start="1124" data-end="1127" />➤ Ficam <strong data-start="1137" data-end="1169">0,5 pontos acima da inflação</strong><br data-start="1169" data-end="1172" />➤ Abrangem <strong data-start="1185" data-end="1218">cerca de 90% dos pensionistas</strong></p>
</li>
<li data-start="1220" data-end="1381">
<p data-start="1222" data-end="1381"><strong data-start="1222" data-end="1249">Pensões entre 2 e 6 IAS</strong> (entre <strong data-start="1257" data-end="1276">1.045€ e 3.135€</strong>):<br data-start="1278" data-end="1281" />➤ <strong data-start="1285" data-end="1305">Aumento de 2,29%</strong>, igual à inflação<br data-start="1323" data-end="1326" />➤ <strong data-start="1330" data-end="1352">Atualização neutra</strong> em termos de poder de compra</p>
</li>
<li data-start="1383" data-end="1577">
<p data-start="1385" data-end="1577"><strong data-start="1385" data-end="1411">Pensões acima de 6 IAS</strong> (mais de <strong data-start="1421" data-end="1431">3.135€</strong>):<br data-start="1433" data-end="1436" />➤ Aumento <strong data-start="1448" data-end="1476">0,25% abaixo da inflação</strong>, implicando perda de poder de compra<br data-start="1513" data-end="1516" />➤ Representam apenas <strong data-start="1539" data-end="1554">1% do total</strong> de pensões em Portugal</p>
</li>
</ul>
<h3 data-start="1579" data-end="1642">Governo rejeita aumentos permanentes acima da fórmula legal</h3>
<p data-start="1644" data-end="1942">Questionada sobre o parecer do <strong data-start="1675" data-end="1712">Conselho Económico e Social (CES)</strong>, que recomenda um aumento permanente das pensões, Palma Ramalho afirmou que o Governo está “<strong data-start="1805" data-end="1840">em desacordo com esse princípio</strong>”, defendendo a aplicação da fórmula legal para garantir a <strong data-start="1899" data-end="1941">sustentabilidade financeira do sistema</strong>.</p>
<blockquote data-start="1944" data-end="2061">
<p data-start="1946" data-end="2061">“Temos de proteger todas as pensões, presentes e futuras. Isso exige um orçamento cuidadoso”, sublinhou a ministra.</p>
</blockquote>
<h3 data-start="2063" data-end="2119">Impacto orçamental ultrapassa mil milhões de euros</h3>
<p data-start="2121" data-end="2400">A governante detalhou que o <strong data-start="2149" data-end="2192">aumento das pensões da Segurança Social</strong> representa <strong data-start="2204" data-end="2228">640 milhões de euros</strong>, aos quais se somam <strong data-start="2249" data-end="2264">300 milhões</strong> relativos às pensões da <strong data-start="2289" data-end="2326">Caixa Geral de Aposentações (CGA)</strong>.<br data-start="2327" data-end="2330" />No total, os aumentos permanentes ascendem a <strong data-start="2375" data-end="2399">940 milhões de euros</strong>.</p>
<p data-start="2402" data-end="2582">A estes valores juntam-se <strong data-start="2428" data-end="2452">120 milhões de euros</strong> da atualização do <strong data-start="2471" data-end="2508">Complemento Solidário para Idosos</strong>, elevando o impacto global para <strong data-start="2541" data-end="2581">mais de mil milhões de euros em 2026</strong>.</p>
<h3 data-start="2584" data-end="2616">Propostas de outros partidos</h3>
<p data-start="2618" data-end="2706">Vários partidos apresentaram propostas para aumentos permanentes acima da fórmula legal.</p>
<ul data-start="2708" data-end="2927">
<li data-start="2708" data-end="2757">
<p data-start="2710" data-end="2757"><strong data-start="2710" data-end="2719">CHEGA</strong> e <strong data-start="2722" data-end="2729">PCP</strong> defendem subidas maiores;</p>
</li>
<li data-start="2758" data-end="2927">
<p data-start="2760" data-end="2927">O <strong data-start="2762" data-end="2769">PCP</strong> propõe um aumento permanente de <strong data-start="2802" data-end="2808">5%</strong>, que a ministra considera “<strong data-start="2836" data-end="2853">incomportável</strong>”, representando cerca de <strong data-start="2879" data-end="2905">4 mil milhões de euros</strong> de despesa adicional.</p>
</li>
</ul>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>Fatura da luz: saiba como aprender a ler e a pagar menos</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/fatura-da-luz-saiba-como-aprender-a-ler-e-a-pagar-menos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com ComparaJa.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 16:26:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=416913</guid>

					<description><![CDATA[<p>Compreender a fatura da eletricidade pode ser um desafio, dada a complexidade dos dados apresentados e o uso de termos técnicos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No entanto, interpretar corretamente este documento é fundamental para perceber exatamente o que está a pagar e encontrar formas de reduzir os custos.</p>
<p>A fatura da eletricidade permite acompanhar o consumo de energia e os encargos associados. Embora cada comercializador tenha um modelo específico, há informações comuns a todas as faturas. Neste artigo, explicamos como interpretar cada secção e otimizar o seu consumo para reduzir despesas.</p>
<p><strong>Porque é importante compreender a fatura da eletricidade?</strong><br />
A eletricidade é uma despesa fixa mensal que pode impactar significativamente o orçamento familiar. Ao interpretar corretamente a fatura, pode:<br />
Identificar os custos reais de energia;<br />
Compreender as taxas e impostos aplicados;<br />
Descobrir formas de reduzir o consumo e diminuir a fatura.</p>
<p><strong>Como interpretar a fatura da eletricidade?</strong><br />
Apesar das diferenças entre comercializadores, todas as faturas incluem elementos essenciais. A seguir, apresentamos os aspetos principais a ter em consideração:</p>
<p><strong>1 – Dados do contrato</strong><br />
Normalmente localizada no topo da fatura, esta secção contém:<br />
Nome do titular do contrato;<br />
Morada do local de consumo;<br />
Código de Ponto de Entrega (CPE) para eletricidade;<br />
Código Universal de Instalação (CUI) para gás natural;<br />
Potência contratada, tarifa e ciclo horário.<br />
<strong>2 – Informação do comercializador</strong><br />
Nesta área, encontram-se os contactos do comercializador de energia, incluindo:<br />
Apoio ao cliente;<br />
Assistência técnica para avarias e emergências;<br />
Envio de leituras.<br />
<strong>3 – Pagamentos</strong><br />
Esta secção indica o valor total a pagar, a data limite de pagamento e a discriminação dos montantes por componentes (energia, gás, taxas e impostos).<br />
<strong>4 – Detalhes da fatura</strong><br />
Inclui os elementos detalhados da fatura, como:<br />
Período faturado;<br />
Custos associados à potência contratada;<br />
Custos de energia consumida;<br />
Serviços adicionais e descontos aplicados.<br />
<strong>5 – Área de leituras</strong><br />
Esta secção informa sobre a energia consumida no período e as datas para comunicação de leituras. Caso não sejam enviadas leituras regularmente, a faturação pode basear-se em estimativas, sendo posteriormente ajustada com base em leituras reais.<br />
<strong>6 – Taxas e impostos</strong><br />
A fatura de eletricidade inclui diversas taxas e impostos, tais como:<br />
IVA: A taxa reduzida de 6% aplica-se a potências contratadas até 4,6 kVA. Para potências superiores, aplica-se a taxa normal de 23%, com uma taxa intermédia de 13% para consumos até 150 kWh (ou 200 kWh para famílias numerosas).<br />
Taxa de Exploração das Instalações Elétricas: Valor fixo determinado pela Direção-Geral de Energia e Geologia.<br />
Imposto Especial de Consumo de Eletricidade (IEC): Aplicado às empresas comercializadoras de energia, com um valor fixo de 0,001€/kWh em Portugal Continental.<br />
Contribuição para o Audiovisual (CAV): Financia o serviço público de rádio e televisão, com um valor mensal de 2,85€ + IVA, podendo ser reduzido para 1€ + IVA em determinados casos.<br />
<strong>7 – Condições de preços regulados</strong><br />
Se o seu comercializador disponibilizar ofertas a preços regulados, esta secção indicará os valores de referência. Estas ofertas aplicam-se a potências até 41,4 kVA e têm o mesmo preço praticado pelo Comercializador de Último Recurso (CUR).<br />
<strong>8 – Tarifas de acesso às redes</strong><br />
Aqui pode consultar os custos de acesso às redes elétricas, que variam conforme a zona de qualidade de serviço do contrato.<br />
<strong>9 – Impacto ambiental</strong><br />
Esta secção apresenta informações sobre as emissões de CO2 e as fontes primárias de energia utilizadas na produção de eletricidade.</p>
<p><strong>Como é calculado o valor a pagar?</strong><br />
O valor total da fatura de eletricidade é calculado através da seguinte fórmula:<br />
Valor final a pagar = (energia consumida em kWh × preço por kWh) + custos com potência + taxas e impostos<br />
Para garantir que o montante está correto, deve verificar o consumo registado, o preço unitário, os custos com a potência e os impostos aplicados.<br />
Caso tenha dúvidas sobre se está a pagar o valor adequado, pode recorrer a comparadores online que ajudam a analisar as diferentes opções no mercado e a escolher a melhor tarifa.</p>
<p><strong>Dicas para reduzir a fatura da eletricidade</strong><br />
<strong>1. Ajuste a potência contratada</strong><br />
A potência mais comum em habitações é 3,45 kVA, adequada para um consumo moderado. Avalie as suas necessidades e reduza a potência contratada, se possível.<br />
<strong>2. Envie leituras regularmente</strong><br />
Evite faturas baseadas em estimativas, comunicando as leituras reais dentro dos prazos indicados.<br />
3. Compare tarifas de energia<br />
Utilize comparadores para analisar as ofertas disponíveis e escolher a opção mais vantajosa para o seu perfil de consumo.<br />
<strong>4. Melhore a eficiência energética</strong><br />
Substitua eletrodomésticos antigos por modelos mais eficientes (classe A++ ou superior) e adote hábitos de consumo mais sustentáveis.<br />
Com estas estratégias, poderá gerir melhor os seus consumos e reduzir significativamente os custos com eletricidade.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mais de um terço dos portugueses pondera emigrar em busca de melhores condições profissionais</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/mais-de-um-terco-dos-portugueses-pondera-emigrar-em-busca-de-melhores-condicoes-profissionais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 12:52:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=430485</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estudo da BCG revela que 37% dos inquiridos querem sair do país para procurar melhores perspetivas de carreira. Entre os jovens dos 18 aos 24 anos, o número sobe para 73%.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="472" data-end="783">A vontade de partir continua a crescer entre os portugueses. Segundo o estudo <strong data-start="585" data-end="621">“Consumer Sentiment Survey 2025”</strong>, da <strong data-start="626" data-end="659">Boston Consulting Group (BCG)</strong>, <strong data-start="661" data-end="684">34% dos portugueses</strong> afirmam estar <strong data-start="699" data-end="722">dispostos a emigrar</strong>, uma percentagem ligeiramente superior à de 2024 (+2 pp.).</p>
<p data-start="785" data-end="965">O <strong data-start="787" data-end="807">principal motivo</strong> apontado é a <strong data-start="821" data-end="878">procura de melhores oportunidades profissionais (37%)</strong>, seguido pelo <strong data-start="893" data-end="954">descontentamento com o contexto político, fiscal e social</strong> do país.</p>
<h3 data-start="967" data-end="1022">Jovens e qualificados lideram intenção de emigrar</h3>
<p data-start="1024" data-end="1243">A tendência de emigração é mais acentuada entre <strong data-start="1072" data-end="1104">os jovens dos 18 aos 24 anos</strong>, grupo em que <strong data-start="1119" data-end="1168">73% admitem considerar viver fora de Portugal</strong>, um aumento expressivo de <strong data-start="1195" data-end="1219">9 pontos percentuais</strong> face ao ano anterior.</p>
<p data-start="1245" data-end="1386">A propensão é igualmente maior entre <strong data-start="1282" data-end="1321">pessoas com formação superior (35%)</strong>, comparando com <strong data-start="1338" data-end="1345">29%</strong> entre quem não possui ensino superior.</p>
<p data-start="1245" data-end="1386">“Não estamos a conseguir travar a emigração das gerações mais jovens e qualificadas”, alerta <strong data-start="1483" data-end="1502">Eduardo Bicacro</strong>, <em data-start="1504" data-end="1533">Managing Director &amp; Partner</em> da <strong data-start="1537" data-end="1544">BCG</strong>.</p>
<p data-start="1390" data-end="1797">“A perda de competitividade salarial é uma das principais causas, mas também pesam outros fatores — como a autonomia, o equilíbrio entre vida pessoal e profissional e a flexibilidade — em que Portugal continua atrás de outros mercados europeus.”</p>
<h3 data-start="1799" data-end="1857">Autonomia e equilíbrio são cada vez mais valorizados</h3>
<p data-start="1859" data-end="2065">Para além do salário, os <strong data-start="1884" data-end="1941">portugueses valorizam cada vez mais a autonomia (26%)</strong> e o <strong data-start="1946" data-end="2000">equilíbrio entre vida pessoal e profissional (25%)</strong>, ambos com um crescimento de 2 pontos percentuais face a 2024.</p>
<p data-start="2067" data-end="2100">Outros fatores em destaque são:</p>
<ul data-start="2101" data-end="2250">
<li data-start="2101" data-end="2140">
<p data-start="2103" data-end="2140"><strong data-start="2103" data-end="2137">flexibilidade de horário (23%)</strong>,</p>
</li>
<li data-start="2141" data-end="2200">
<p data-start="2143" data-end="2200"><strong data-start="2143" data-end="2197">ambiente de trabalho saudável e colaborativo (22%)</strong>,</p>
</li>
<li data-start="2201" data-end="2250">
<p data-start="2203" data-end="2250">e <strong data-start="2205" data-end="2247">relações interpessoais positivas (18%)</strong>.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="2252" data-end="2457">Por outro lado, aspetos como <strong data-start="2281" data-end="2314">propósito e significado (13%)</strong>, <strong data-start="2316" data-end="2350">flexibilidade geográfica (10%)</strong> ou <strong data-start="2354" data-end="2384">benefícios adicionais (5%)</strong> — como carro, combustível ou ginásio — surgem como menos prioritários.</p>
<h3 data-start="2459" data-end="2501">Trabalho híbrido mantém-se relevante</h3>
<p data-start="2503" data-end="2797">Apesar da tendência global para modelos híbridos, o <strong data-start="2555" data-end="2583">trabalho 100% presencial</strong> continua a predominar em Portugal (<strong data-start="2619" data-end="2626">72%</strong> dos inquiridos).<br data-start="2643" data-end="2646" />Contudo, <strong data-start="2655" data-end="2688">mais de 60% dos trabalhadores</strong> nesta situação afirmam que <strong data-start="2716" data-end="2753">preferiam ter maior flexibilidade</strong> — seja em regime remoto parcial ou total.</p>
<p data-start="2799" data-end="2982">Atualmente, apenas <strong data-start="2818" data-end="2858">10% trabalham totalmente à distância</strong>, embora <strong data-start="2867" data-end="2900">um em cada quatro portugueses</strong> indique essa preferência, sobretudo entre <strong data-start="2943" data-end="2979">os profissionais até aos 45 anos</strong>.</p>
<h3 data-start="2984" data-end="3033">Diversidade e inclusão continuam essenciais</h3>
<p data-start="3035" data-end="3322">O estudo revela ainda que <strong data-start="3061" data-end="3084">80% dos portugueses</strong> consideram <strong data-start="3096" data-end="3130">importante ou muito importante</strong> trabalhar em ambientes <strong data-start="3154" data-end="3179">diversos e inclusivos</strong>, e <strong data-start="3183" data-end="3190">17%</strong> descrevem esta característica como <strong data-start="3226" data-end="3241">“essencial”</strong>.<br data-start="3242" data-end="3245" />Apenas <strong data-start="3252" data-end="3258">6%</strong> dizem não valorizar a diversidade no contexto organizacional.</p>
<h3 data-start="3324" data-end="3344">Sobre o estudo</h3>
<p data-start="3346" data-end="3642">O <strong data-start="3348" data-end="3384">“Consumer Sentiment Survey 2025”</strong> baseia-se num inquérito realizado pela <strong data-start="3424" data-end="3431">BCG</strong> a <strong data-start="3434" data-end="3455">1.000 portugueses</strong> residentes em Portugal continental, conduzido em <strong data-start="3505" data-end="3523">agosto de 2025</strong>.<br data-start="3524" data-end="3527" />A pesquisa incluiu <strong data-start="3546" data-end="3561">44 questões</strong> sobre hábitos de consumo e perceções sobre o mercado de trabalho e a economia.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Especialista revela os 5 passos essenciais para começar a investir em 2025/2026</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/especialista-revela-os-5-passos-essenciais-para-comecar-a-investir-em-2025-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 09:37:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=430467</guid>

					<description><![CDATA[<p>Num contexto de crescente interesse pelo investimento, o educador financeiro Daniel Rocha destaca um guia simples e prático para quem quer dar os primeiros passos com segurança e clareza.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="534" data-end="863">Investir é cada vez mais uma prioridade para os portugueses, mas muitos ainda não sabem por onde começar.<br data-start="639" data-end="642" />Segundo a <strong data-start="652" data-end="660">OCDE</strong>, Portugal continua entre os países europeus com <strong data-start="709" data-end="739">menor literacia financeira</strong> e <strong data-start="742" data-end="786">menor percentagem de investidores ativos</strong>, apesar do interesse crescente em temas económicos e de finanças pessoais.</p>
<blockquote data-start="865" data-end="1083">
<p data-start="867" data-end="1083">“Investir não é prever o futuro — é preparar-se para ele. E o primeiro investimento deve ser sempre na educação e na estrutura financeira”,<br data-start="1006" data-end="1009" />sublinha <strong data-start="1020" data-end="1036">Daniel Rocha</strong>, analista de mercados e educador financeiro.</p>
</blockquote>
<p data-start="1085" data-end="1256">Com base na sua experiência, Daniel Rocha apresenta um <strong data-start="1140" data-end="1164">guia em cinco passos</strong> para quem quer iniciar uma jornada de investimento <strong data-start="1216" data-end="1253">com segurança, método e propósito</strong>.</p>
<h3 data-start="1263" data-end="1329"><strong data-start="1267" data-end="1327">1️⃣ Organizar as finanças e criar um fundo de emergência</strong></h3>
<blockquote data-start="1331" data-end="1395">
<p data-start="1333" data-end="1395">“Investir sem base é como construir uma casa sem fundações.”</p>
</blockquote>
<p data-start="1397" data-end="1430">Antes de investir, é fundamental:</p>
<ul data-start="1431" data-end="1629">
<li data-start="1431" data-end="1490">
<p data-start="1433" data-end="1490">ter <strong data-start="1437" data-end="1487">clareza sobre rendimentos, despesas e poupança</strong>;</p>
</li>
<li data-start="1491" data-end="1550">
<p data-start="1493" data-end="1550"><strong data-start="1493" data-end="1514">controlar dívidas</strong> e eliminar gastos desnecessários;</p>
</li>
<li data-start="1551" data-end="1629">
<p data-start="1553" data-end="1629"><strong data-start="1553" data-end="1585">criar um fundo de emergência</strong> que cubra de <strong data-start="1599" data-end="1626">3 a 6 meses de despesas</strong>.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="1631" data-end="1698">Só depois desta base sólida é que faz sentido começar a investir.</p>
<h3 data-start="1705" data-end="1769"><strong data-start="1709" data-end="1767">2️⃣ Definir objetivos e conhecer o seu perfil de risco</strong></h3>
<blockquote data-start="1771" data-end="1853">
<p data-start="1773" data-end="1853">“O investimento começa com clareza: objetivos financeiros e autoconhecimento.”</p>
</blockquote>
<p data-start="1855" data-end="1875">Pergunte a si mesmo:</p>
<ul data-start="1876" data-end="2011">
<li data-start="1876" data-end="1906">
<p data-start="1878" data-end="1906"><strong data-start="1878" data-end="1904">Porque quero investir?</strong></p>
</li>
<li data-start="1907" data-end="1938">
<p data-start="1909" data-end="1938"><strong data-start="1909" data-end="1936">Com que prazo em mente?</strong></p>
</li>
<li data-start="1939" data-end="2011">
<p data-start="1941" data-end="2011"><strong data-start="1941" data-end="2009">Qual o meu perfil de risco — conservador, moderado ou agressivo?</strong></p>
</li>
</ul>
<blockquote data-start="2013" data-end="2142">
<p data-start="2015" data-end="2142">“O perfil de risco define a estratégia. O prazo define as escolhas. A disciplina define os resultados”, reforça Daniel Rocha.</p>
</blockquote>
<h3 data-start="2149" data-end="2209"><strong data-start="2153" data-end="2207">3️⃣ Começar com estratégias simples e consistentes</strong></h3>
<blockquote data-start="2211" data-end="2278">
<p data-start="2213" data-end="2278">“A pressa cria arrependimento; a consistência cria resultados.”</p>
</blockquote>
<p data-start="2280" data-end="2337">Evite procurar “a melhor oportunidade” e concentre-se em:</p>
<ul data-start="2338" data-end="2515">
<li data-start="2338" data-end="2394">
<p data-start="2340" data-end="2394">compreender os <strong data-start="2355" data-end="2391">instrumentos financeiros básicos</strong>;</p>
</li>
<li data-start="2395" data-end="2428">
<p data-start="2397" data-end="2428">começar <strong data-start="2405" data-end="2425">de forma gradual</strong>;</p>
</li>
<li data-start="2429" data-end="2467">
<p data-start="2431" data-end="2467"><strong data-start="2431" data-end="2447">diversificar</strong> os investimentos;</p>
</li>
<li data-start="2468" data-end="2515">
<p data-start="2470" data-end="2515">investir <strong data-start="2479" data-end="2512">regularmente e com disciplina</strong>.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="2517" data-end="2575">Simplicidade é uma vantagem para o investidor iniciante.</p>
<h3 data-start="2582" data-end="2636"><strong data-start="2586" data-end="2634">4️⃣ Automatizar e evitar decisões emocionais</strong></h3>
<blockquote data-start="2638" data-end="2697">
<p data-start="2640" data-end="2697">“Disciplina vence motivação. A emoção destrói riqueza.”</p>
</blockquote>
<p data-start="2699" data-end="2795">A automatização é uma aliada poderosa. Criar <strong data-start="2744" data-end="2794">hábitos automáticos de poupança e investimento</strong>:</p>
<ul data-start="2796" data-end="2957">
<li data-start="2796" data-end="2839">
<p data-start="2798" data-end="2839">reduz o impacto das emoções e impulsos;</p>
</li>
<li data-start="2840" data-end="2902">
<p data-start="2842" data-end="2902">ajuda a <strong data-start="2850" data-end="2899">manter o plano mesmo em momentos de incerteza</strong>;</p>
</li>
<li data-start="2903" data-end="2957">
<p data-start="2905" data-end="2957">promove <strong data-start="2913" data-end="2954">consistência financeira a longo prazo</strong>.</p>
</li>
</ul>
<h3 data-start="2964" data-end="3009"><strong data-start="2968" data-end="3007">5️⃣ Investir também em conhecimento</strong></h3>
<blockquote data-start="3011" data-end="3081">
<p data-start="3013" data-end="3081">“Antes de investir dinheiro, invista na sua literacia financeira.”</p>
</blockquote>
<p data-start="3083" data-end="3130">Aprender os fundamentos do mercado é essencial:</p>
<ul data-start="3131" data-end="3324">
<li data-start="3131" data-end="3190">
<p data-start="3133" data-end="3190">compreender <strong data-start="3145" data-end="3187">como funcionam os mercados financeiros</strong>;</p>
</li>
<li data-start="3191" data-end="3254">
<p data-start="3193" data-end="3254">reconhecer <strong data-start="3204" data-end="3226">padrões emocionais</strong> que influenciam decisões;</p>
</li>
<li data-start="3255" data-end="3324">
<p data-start="3257" data-end="3324">dominar <strong data-start="3265" data-end="3294">noções de gestão de risco</strong> e <strong data-start="3297" data-end="3321">visão de longo prazo</strong>.</p>
</li>
</ul>
<blockquote data-start="3326" data-end="3607">
<p data-start="3328" data-end="3607">“A literacia financeira é a base da liberdade financeira.<br data-start="3385" data-end="3388" />As decisões de investimento devem estar alinhadas com o perfil e os objetivos de cada pessoa.<br data-start="3483" data-end="3486" />O ideal é procurar <strong data-start="3507" data-end="3563">formação, orientação profissional e modelos testados</strong> antes de investir”, conclui Daniel Rocha.</p>
</blockquote>
<p data-start="3614" data-end="3792">Em 2025 e 2026, investir com inteligência significa mais do que procurar retorno — significa <strong data-start="3707" data-end="3775">construir estabilidade, independência e tranquilidade financeira</strong> para o futuro.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Seniores em Portugal: uma “Economia Prateada” que vale milhões, mas se sente invisível</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/seniores-em-portugal-uma-economia-prateada-que-vale-milhoes-mas-se-sente-invisivel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 10:49:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de 4,1 milhões de portugueses com mais de 55 anos representam 38% da população e um poder económico crescente. Ainda assim, 73% sentem-se pouco valorizados pela sociedade.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="531" data-end="1046">A população sénior portuguesa é hoje uma força vital para a economia e para as famílias, mas continua a sentir-se desvalorizada.<br data-start="691" data-end="694" />De acordo com o <strong data-start="710" data-end="759">II Barómetro do Consumidor Sénior em Portugal</strong>, promovido pelo <strong data-start="776" data-end="835">Centro de Investigação Ageingnomics da Fundación MAPFRE</strong>, em colaboração com a Google, <strong data-start="866" data-end="909">73% dos portugueses com mais de 55 anos</strong> afirmam sentir-se pouco ou nada valorizados pela sociedade — uma perceção que contrasta fortemente com o seu impacto económico e social.</p>
<p data-start="531" data-end="1046">“Os dados mostram um claro desfasamento entre a significativa contribuição económica da população sénior e a perceção de valor social. Esta ‘Economia Prateada’ é um motor poderoso para o consumo e o turismo e uma fonte essencial de apoio familiar”, sublinha <strong data-start="1308" data-end="1322">Luís Anula</strong>, CEO da <strong data-start="1331" data-end="1350">MAPFRE Portugal</strong>.</p>
<h3 data-start="1353" data-end="1391">Poupança e estabilidade financeira</h3>
<p data-start="1393" data-end="1906">O estudo revela uma geração financeiramente sólida e responsável.<br data-start="1458" data-end="1461" />Quase <strong data-start="1467" data-end="1483">metade (49%)</strong> consegue poupar todos os meses, <strong data-start="1516" data-end="1523">73%</strong> são proprietários da sua casa e <strong data-start="1556" data-end="1563">57%</strong> já não têm encargos com crédito à habitação.<br data-start="1608" data-end="1611" />Além disso, mais de <strong data-start="1631" data-end="1647">metade (51%)</strong> apoiou financeiramente familiares ou amigos no último ano — um dado que confirma o papel central dos seniores como pilar de estabilidade económica e social.<br data-start="1804" data-end="1807" />As principais despesas continuam a concentrar-se na <strong data-start="1859" data-end="1880">alimentação (87%)</strong> e na <strong data-start="1886" data-end="1905">habitação (82%)</strong>.</p>
<h3 data-start="1908" data-end="1963">Experiência pouco valorizada no mercado de trabalho</h3>
<p data-start="1965" data-end="2385">Apesar da sua importância, os seniores continuam a enfrentar <strong data-start="2026" data-end="2038">idadismo</strong> e exclusão profissional.<br data-start="2063" data-end="2066" />Mais de <strong data-start="2074" data-end="2081">52%</strong> consideram que a sua experiência não é valorizada no mercado de trabalho e <strong data-start="2157" data-end="2164">73%</strong> sentem que a sociedade dá pouco valor à sua geração.<br data-start="2217" data-end="2220" />A incerteza quanto ao futuro é também evidente: <strong data-start="2268" data-end="2275">47%</strong> acreditam que o sistema público de pensões está em risco, mas apenas <strong data-start="2345" data-end="2352">17%</strong> têm um plano de pensões privado.</p>
<h3 data-start="2387" data-end="2431">Ativos, digitais e com vontade de viajar</h3>
<p data-start="2433" data-end="2758">Longe dos estereótipos, os portugueses com mais de 55 anos revelam um estilo de vida ativo, saudável e conectado.<br data-start="2546" data-end="2549" /><strong data-start="2549" data-end="2577">Quase 7 em cada 10 (69%)</strong> planeiam viajar no próximo ano — sobretudo dentro de Portugal (<strong data-start="2641" data-end="2648">58%</strong>) — o que representa um potencial de <strong data-start="2685" data-end="2721">2,3 milhões de turistas seniores</strong> a impulsionar a economia nacional.</p>
<p data-start="2760" data-end="2995">A saúde e o bem-estar são também prioridades: <strong data-start="2806" data-end="2813">73%</strong> cuidam da alimentação e <strong data-start="2838" data-end="2845">75%</strong> realizam exames médicos preventivos.<br data-start="2882" data-end="2885" />A autonomia mantém-se elevada — até aos 70 anos, <strong data-start="2934" data-end="2953">oito em cada 10</strong> conduzem pelo menos uma vez por semana.</p>
<p data-start="2997" data-end="3174">Digitalmente, esta geração está mais conectada do que nunca: <strong data-start="3058" data-end="3073">mais de 70%</strong> usam a internet regularmente, seja para se informarem, usar redes sociais ou gerir as suas finanças.</p>
<h3 data-start="3176" data-end="3215">Uma geração essencial para o futuro</h3>
<p data-start="3217" data-end="3589">Com <strong data-start="3221" data-end="3255">mais de 4,1 milhões de pessoas</strong>, representando <strong data-start="3271" data-end="3300">38% da população nacional</strong>, a chamada <strong data-start="3312" data-end="3335">“Economia Prateada”</strong> é hoje um dos pilares do consumo, do turismo e da coesão familiar em Portugal.<br data-start="3414" data-end="3417" />O barómetro reforça a urgência de <strong data-start="3451" data-end="3503">reconhecer e valorizar o contributo dos seniores</strong>, promovendo políticas e oportunidades que respondam às suas necessidades e potencial.</p>
<p data-start="3591" data-end="3846">O <strong data-start="3593" data-end="3642">II Barómetro do Consumidor Sénior em Portugal</strong> baseia-se num inquérito a <strong data-start="3669" data-end="3705">1123 pessoas com 55 ou mais anos</strong>, realizado em junho de 2025, combinando entrevistas telefónicas e online.<br data-start="3779" data-end="3782" />A margem de erro é de ±2,9%, com um nível de confiança de 95,5%.</p>
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		<title>Quase 40% dos profissionais ponderam mudar de emprego nos próximos seis meses</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/quase-40-dos-profissionais-ponderam-mudar-de-emprego-nos-proximos-seis-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 10:24:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bem-estar e confiança sobem, mas satisfação cai ligeiramente, segundo o Global Talent Barometer 2025, do ManpowerGroup.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="343" data-end="466"><strong data-start="343" data-end="466">Bem-estar e confiança sobem, mas satisfação cai ligeiramente, segundo o Global Talent Barometer 2025, do ManpowerGroup.</strong></p>
<p data-start="468" data-end="793">O mundo do trabalho está em rápida transformação — impulsionado pela digitalização, novas formas de emprego e mudanças nas expectativas dos profissionais. Este contexto tem um impacto direto no bem-estar, satisfação e confiança dos trabalhadores, obrigando as empresas a repensar as suas estratégias de retenção de talento.</p>
<p data-start="795" data-end="1002">De acordo com o <strong data-start="811" data-end="843">Global Talent Barometer 2025</strong>, divulgado pelo <strong data-start="860" data-end="877">ManpowerGroup</strong>, o índice global de bem-estar, satisfação e confiança atinge este ano os <strong data-start="951" data-end="958">68%</strong>, mais um ponto percentual do que em 2024.</p>
<h3 data-start="1004" data-end="1047">Trabalho com propósito, mas mais stress</h3>
<p data-start="1049" data-end="1299">O <strong data-start="1051" data-end="1081">Índice Global de Bem-Estar</strong> subiu para <strong data-start="1093" data-end="1100">67%</strong>, refletindo uma melhoria generalizada. A maioria dos profissionais (<strong data-start="1169" data-end="1176">82%</strong>) considera que o seu trabalho tem significado e propósito, e <strong data-start="1238" data-end="1245">74%</strong> sente alinhamento com a visão e valores da empresa.</p>
<p data-start="1301" data-end="1492">Contudo, quase <strong data-start="1316" data-end="1332">metade (49%)</strong> enfrenta níveis de stress diários moderados a elevados, e apenas <strong data-start="1398" data-end="1405">69%</strong> afirmam sentir apoio da organização no equilíbrio entre vida pessoal e profissional.</p>
<h3 data-start="1494" data-end="1531">Quase 40% pensam mudar de emprego</h3>
<p data-start="1533" data-end="1824">A <strong data-start="1535" data-end="1561">satisfação no trabalho</strong> registou uma ligeira quebra, descendo para <strong data-start="1605" data-end="1612">62%</strong>.<br data-start="1613" data-end="1616" />Cerca de <strong data-start="1625" data-end="1650">39% dos profissionais</strong> admitem estar a considerar mudar de emprego nos próximos seis meses, e <strong data-start="1722" data-end="1729">61%</strong> acreditam ter capacidade para o fazer — mais dois pontos percentuais do que no ano anterior.</p>
<p data-start="1826" data-end="2055">Apenas <strong data-start="1833" data-end="1840">65%</strong> sentem segurança no emprego atual, uma queda significativa face aos <strong data-start="1909" data-end="1916">71%</strong> registados em 2024. Já a satisfação pura — trabalhadores que afirmam estar bem onde estão e sem intenção de mudar — desceu para <strong data-start="2045" data-end="2052">55%</strong>.</p>
<h3 data-start="2057" data-end="2121">Confiança em alta, com mais oportunidades de desenvolvimento</h3>
<p data-start="2123" data-end="2421">O <strong data-start="2125" data-end="2148">Índice de Confiança</strong> subiu para <strong data-start="2160" data-end="2167">76%</strong>, sustentado por melhores perceções sobre oportunidades de <strong data-start="2226" data-end="2244">carreira (62%)</strong> e <strong data-start="2247" data-end="2272">desenvolvimento (77%)</strong>.<br data-start="2273" data-end="2276" />O indicador mais elevado é o da <strong data-start="2308" data-end="2353">confiança nas próprias competências (89%)</strong>, seguido pela <strong data-start="2368" data-end="2418">capacidade de usar tecnologia atualizada (78%)</strong>.</p>
<p data-start="2423" data-end="2544">Ainda assim, quase <strong data-start="2442" data-end="2449">30%</strong> dos profissionais consideram insuficientes as oportunidades de progressão dentro da empresa.</p>
<h3 data-start="2546" data-end="2619">Tecnologias de Informação e Finanças lideram; Consumo em dificuldades</h3>
<p data-start="2621" data-end="2907">Entre os setores analisados, destacam-se <strong data-start="2662" data-end="2697">Tecnologias de Informação (72%)</strong> e <strong data-start="2700" data-end="2732">Finanças e Imobiliário (71%)</strong>, com os melhores resultados globais.<br data-start="2769" data-end="2772" />Já o setor de <strong data-start="2786" data-end="2816">Bens e Serviços de Consumo</strong> regista os índices mais baixos (65%), sobretudo em bem-estar e equilíbrio vida-trabalho.</p>
<p data-start="2909" data-end="3106">O setor de <strong data-start="2920" data-end="2948">Saúde e Ciências da Vida</strong> apresenta os profissionais mais fidelizados — <strong data-start="2995" data-end="3002">57%</strong> não tencionam mudar de emprego nos próximos seis meses — e o maior sentimento de segurança (<strong data-start="3095" data-end="3102">70%</strong>).</p>
<h3 data-start="3108" data-end="3159">Lideranças mais confiantes, mas com mais stress</h3>
<p data-start="3161" data-end="3440">O estudo mostra diferenças marcadas entre funções. <strong data-start="3212" data-end="3261">Trabalhadores de Primeira Linha e Blue-Collar</strong> apresentam os níveis mais baixos de bem-estar e confiança, enquanto as <strong data-start="3333" data-end="3356">lideranças seniores</strong> são as mais otimistas — embora também as mais sujeitas a stress diário (<strong data-start="3429" data-end="3436">54%</strong>).</p>
<p data-start="3442" data-end="3625">As funções de gestão e liderança mantêm níveis elevados de satisfação e confiança, com destaque para as <strong data-start="3546" data-end="3588">oportunidades de desenvolvimento (83%)</strong> e o <strong data-start="3593" data-end="3622">acesso a tecnologia (89%)</strong>.</p>
<h3 data-start="3627" data-end="3659">Um retrato global em mudança</h3>
<p data-start="3661" data-end="3875">No total, o <strong data-start="3673" data-end="3705">Global Talent Barometer 2025</strong> avaliou <strong data-start="3714" data-end="3738">13.771 profissionais</strong> em <strong data-start="3742" data-end="3755">19 países</strong>, medindo 12 indicadores agrupados em três grandes índices: <strong data-start="3815" data-end="3828">Bem-Estar</strong>, <strong data-start="3830" data-end="3856">Satisfação no Trabalho</strong> e <strong data-start="3859" data-end="3872">Confiança</strong>.</p>
<p data-start="3877" data-end="4109">O relatório conclui que, num mercado cada vez mais dinâmico e exigente, as empresas precisam de <strong data-start="3973" data-end="4038">estratégias adaptadas às necessidades reais dos trabalhadores</strong>, para garantir equipas mais satisfeitas, confiantes e comprometidas.</p>
<p data-start="4111" data-end="4155"><a class="decorated-link" href="#" rel="noopener" data-start="4114" data-end="4155">Consultar o relatório completo aqui.</a></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Acredita que está apenas sob pressão… ou pode ser mobbing?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/acredita-que-esta-apenas-sob-pressao-ou-pode-ser-mobbing/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 11:14:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=430428</guid>

					<description><![CDATA[<p>A advogada Mafalda Coimbra explica como identificar e agir perante situações de violência psicológica no local de trabalho.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="492" data-end="848">Sabe o que é o <em data-start="507" data-end="516">mobbing</em>? O termo pode parecer distante, mas descreve uma realidade infelizmente comum em muitos ambientes profissionais.<br data-start="629" data-end="632" />Há quem lhe chame “pressão” ou “exigência”, mas existe uma <strong data-start="691" data-end="762">linha ténue e devastadora entre a gestão rigorosa e o assédio moral</strong>. E, quando essa linha é ultrapassada, deixa de ser liderança — passa a ser <em data-start="838" data-end="847">mobbing</em>.</p>
<p data-start="850" data-end="1009">De acordo com a <strong data-start="866" data-end="894">advogada Mafalda Coimbra</strong>, o <em data-start="898" data-end="907">mobbing</em> é uma forma de <strong data-start="923" data-end="960">violência psicológica no trabalho</strong>, exercida <strong data-start="971" data-end="1006">de forma contínua e intencional</strong>.</p>
<p data-start="850" data-end="1009">“Pode vir de um superior hierárquico, de colegas, ou até de subordinados, e manifesta-se em comportamentos repetidos que humilham, isolam ou desvalorizam a vítima. Não é um episódio pontual, nem uma crítica isolada, mas um padrão de conduta que mina a dignidade de quem trabalha”, explica a jurista.</p>
<h4 data-start="1318" data-end="1355"><strong data-start="1323" data-end="1355">Como se manifesta o mobbing?</strong></h4>
<p data-start="1356" data-end="1522">O assédio moral pode assumir várias formas, muitas vezes subtis no início, mas sempre com efeitos profundos. Segundo Mafalda Coimbra, alguns sinais de alerta incluem:</p>
<ul data-start="1524" data-end="1870">
<li data-start="1524" data-end="1604">
<p data-start="1526" data-end="1604">Atribuição sistemática de <strong data-start="1552" data-end="1601">tarefas humilhantes ou impossíveis de cumprir</strong>;</p>
</li>
<li data-start="1605" data-end="1671">
<p data-start="1607" data-end="1671"><strong data-start="1607" data-end="1619">Exclusão</strong> de reuniões, comunicações ou decisões relevantes;</p>
</li>
<li data-start="1672" data-end="1730">
<p data-start="1674" data-end="1730"><strong data-start="1674" data-end="1727">Críticas constantes, públicas e desproporcionadas</strong>;</p>
</li>
<li data-start="1731" data-end="1784">
<p data-start="1733" data-end="1784"><strong data-start="1733" data-end="1781">Boatos, ridicularização ou isolamento social</strong>;</p>
</li>
<li data-start="1785" data-end="1870">
<p data-start="1787" data-end="1870"><strong data-start="1787" data-end="1820">Retirada de meios de trabalho</strong> ou ignorar deliberadamente contributos da vítima.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="1872" data-end="2113">Estes comportamentos, quando persistentes, criam um verdadeiro <strong data-start="1935" data-end="1969">ambiente de terror psicológico</strong>. O <em data-start="1973" data-end="1982">mobbing</em> está reconhecido no <strong data-start="2003" data-end="2040">artigo 29.º do Código do Trabalho</strong>, que prevê <strong data-start="2052" data-end="2092">responsabilidade disciplinar e civil</strong> para quem o pratica.</p>
<h4 data-start="2120" data-end="2178"><strong data-start="2125" data-end="2178">O que deve fazer se estiver a ser alvo de assédio</strong></h4>
<p data-start="2179" data-end="2227">A advogada recomenda três passos fundamentais:</p>
<p data-start="2229" data-end="2434">1️⃣ <strong data-start="2233" data-end="2252">Documentar tudo</strong> – registe datas, e-mails, mensagens e testemunhos;<br data-start="2303" data-end="2306" />2️⃣ <strong data-start="2310" data-end="2335">Reportar internamente</strong>, se existir um canal de denúncia;<br data-start="2369" data-end="2372" />3️⃣ <strong data-start="2376" data-end="2417">Procurar apoio jurídico e psicológico</strong> especializado.</p>
<p data-start="2441" data-end="2566">O <em data-start="2443" data-end="2452">mobbing</em> <strong data-start="2453" data-end="2491">destrói carreiras e a saúde mental</strong> de quem o sofre, mas também prejudica empresas, equipas e produtividade. “Um ambiente de trabalho saudável não é um luxo, é uma obrigação legal e humana”, sublinha Mafalda Coimbra.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pensões e apoios da Segurança Social: veja quando vai receber em outubro</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/pensoes-e-apoios-da-seguranca-social-veja-quando-vai-receber-em-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 11:10:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=430399</guid>

					<description><![CDATA[<p>As pensões da Segurança Social começam a ser pagas amanhã, tanto por transferência bancária como por vale de correio.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="359" data-end="532">Se recebe pensão, subsídio ou outro apoio social, conheça o <strong data-start="419" data-end="456">calendário completo de pagamentos</strong> para o mês de <strong data-start="471" data-end="482">outubro</strong> e saiba <strong data-start="491" data-end="529">em que dia o dinheiro cai na conta</strong>.</p>
<h4 data-start="534" data-end="600">🗓️ Datas dos pagamentos da Segurança Social — Outubro 2025</h4>
<ul data-start="602" data-end="1355">
<li data-start="602" data-end="841">
<p data-start="604" data-end="841"><strong data-start="604" data-end="620">8 de outubro</strong><br data-start="620" data-end="623" />• Complemento Solidário para Idosos (transferência bancária; vale de correio)<br data-start="702" data-end="705" />• Pensões (transferência bancária; vale de correio)<br data-start="758" data-end="761" />• Prestação Social para a Inclusão (transferência bancária; vale de correio)</p>
</li>
<li data-start="843" data-end="1039">
<p data-start="845" data-end="1039"><strong data-start="845" data-end="862">16 de outubro</strong><br data-start="862" data-end="865" />• 1.º pagamento de Desemprego / Doença / Ação Social / SVI (transferência bancária; vale de correio)<br data-start="967" data-end="970" />• Prestações Familiares (transferência bancária; vale de correio)</p>
</li>
<li data-start="1041" data-end="1140">
<p data-start="1043" data-end="1140"><strong data-start="1043" data-end="1060">23 de outubro</strong><br data-start="1060" data-end="1063" />• Rendimento Social de Inserção (transferência bancária; vale de correio)</p>
</li>
<li data-start="1142" data-end="1355">
<p data-start="1144" data-end="1355"><strong data-start="1144" data-end="1161">28 de outubro</strong><br data-start="1161" data-end="1164" />• 2.º pagamento de Desemprego / Doença / Ação Social / SVI (transferência bancária; vale de correio)<br data-start="1266" data-end="1269" />• Subsídio de Apoio ao Cuidador Informal (transferência bancária; vale de correio)</p>
</li>
</ul>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Viver sem trabalhar depois dos 40 anos é possível: se seguir à risca estas dicas</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/viver-sem-trabalhar-depois-dos-40-anos-e-possivel-se-seguir-a-risca-estas-dicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 16:02:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=409685</guid>

					<description><![CDATA[<p>Já pensou em reformar-se aos 40 anos?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É realmente um sonho de muitas pessoas, mas é muito difícil de se concretizar. Tudo está relacionado com poupança, estratégia e com a forma como quer viver a sua reforma.</p>
<p>De acordo com o ‘El Economista’, o segredo está em trabalhar muito antes desta idade, ter uma poupança muito significativa, ter em consideração a evolução da economia e, o mais importante, investir.</p>
<p>É importante reduzir nas despesas e ter um excelente controlo das contas. Sem este hábito, não será possível fazer frente às dívidas e aos custos que surgirem.</p>
<p>A partir do momento que viver de investimentos (seja na bolsa de valores ou no mercado imobiliário, os dois exemplos mais comuns), o desempenho destes marcará se pode ter um retorno de 1.000, 3.000 ou 5.000 euros por mês. A rentabilidade do mercado tem um impacto direto na independência económica, este é fator impossível de controlar.</p>
<p>O nível de risco no mercado pode ser um fator psicológico bastante desafiante, mas que pode trazer uma rentabilidade de até 7%. No entanto, há que ter em conta as comissões a serem pagas que rondarão os 1,5% a 2,5%, bem como a inflação, que pode rondar os 2%. Os impostos também devem ser considerados e subtraem um valor a rondar os 20% aos lucros.</p>
<p>Desta forma, e segundo o ‘El Economista’, para viver de investimentos e reformar-se aos 40 anos deverá ter uma “almofada” de 200.000 euros, que representarão uma reforma com 1.000 euros por mês, 12.000 ao ano, com uma rentabilidade de 6%.</p>
<p>A mesma fonte revela que isto pode ser alcançado, mas vai depender de tudo o que foi mencionado e da capacidade de cada pessoa resistir nas situações mais extremas”.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reforma por trabalho no estrangeiro: como pedir e o que precisa de saber</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/reforma-por-trabalho-no-estrangeiro-como-pedir-e-o-que-precisa-de-saber/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2025 07:40:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=430355</guid>

					<description><![CDATA[<p>Muitos portugueses passaram parte da sua vida profissional fora do país. Mesmo que já tenham regressado a Portugal, esses anos de trabalho no estrangeiro podem contar para a pensão de velhice.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="283" data-end="724">O pedido pode ser feito junto da Segurança Social portuguesa, que encaminha o processo para as entidades competentes de cada país, ou diretamente na instituição de Segurança Social do país onde se vive atualmente, caso exista acordo com Portugal.</p>
<h2 data-start="726" data-end="747">Quem tem direito</h2>
<p data-start="749" data-end="1245">O direito à reforma por trabalho no estrangeiro aplica-se a cidadãos que tenham cumprido integralmente a legislação do país onde trabalharam, bem como aos seus familiares ou sobreviventes. Abrange também quem reside legalmente num Estado-membro da União Europeia, mesmo que não tenha nacionalidade de um país da UE (com exceção da Dinamarca, Suíça e de alguns países do Espaço Económico Europeu). Os apátridas e refugiados também podem requerer a pensão, desde que vivam num país que o permita.</p>
<h2 data-start="1247" data-end="1276">Onde apresentar o pedido</h2>
<p data-start="1278" data-end="1603">Se regressou a Portugal, pode pedir a pensão diretamente à Segurança Social, que se encarregará de contactar as instituições estrangeiras. Se reside fora do país, deve apresentar o pedido à instituição do país onde vive ou do último país onde trabalhou, indicando sempre todos os locais onde exerceu atividade profissional.</p>
<p data-start="1605" data-end="2147">Portugal tem acordos internacionais de Segurança Social com vários países. Além dos 27 Estados-membros da UE, fazem parte desta lista a Islândia, Liechtenstein, Noruega, Suíça, Turquia, Reino Unido, Andorra e ainda países como Argentina, Brasil, Canadá, EUA, Venezuela, Cabo Verde, Moçambique, Marrocos, Índia, Austrália, entre outros. Se trabalhou num país sem acordo com Portugal, continua a poder apresentar o pedido através da <strong data-start="2036" data-end="2063">Segurança Social Direta</strong>, mas terá também de o fazer junto da instituição local responsável pelas pensões.</p>
<h2 data-start="2149" data-end="2178">Como preparar o processo</h2>
<p data-start="2180" data-end="2465">O cálculo da reforma envolvendo períodos de trabalho em diferentes países exige tempo e documentação. A Segurança Social portuguesa demora em média 120 dias a enviar o processo para o estrangeiro, pelo que é recomendável apresentar o pedido com pelo menos três meses de antecedência.</p>
<p data-start="2467" data-end="2790">Cada país pode exigir documentação diferente. Regra geral, deverá reunir: documento de identificação, cartão da Segurança Social do país estrangeiro, certificados de trabalho com indicação da duração, além dos formulários RP 5068 (Requerimento de Pensão de Velhice) e RP 5071 (Pedido de pensão à instituição estrangeira).</p>
<p data-start="2792" data-end="3128">Outro aspeto essencial é confirmar se há formulários enviados automaticamente ao trabalhador na proximidade da idade da reforma ou se é necessário pedi-los diretamente. Além disso, deve ter em atenção que os prazos mínimos de contribuições variam: em Portugal exigem-se 15 anos, mas noutros países este número pode ser maior ou menor.</p>
<h2 data-start="3130" data-end="3169">Como se contam os anos de trabalho</h2>
<p data-start="3171" data-end="3567">Um dos pontos mais importantes é que os períodos de atividade podem ser somados. Imagine que trabalhou dez anos em França e oito em Espanha. Separadamente, nenhum destes países garante pensão (porque exigem 15 anos mínimos), mas em conjunto o tempo já conta para o direito à reforma. Essa totalização é válida para todos os países da União Europeia e também para os que têm acordo com Portugal.</p>
<h2 data-start="3569" data-end="3606">Idades de reforma noutros países</h2>
<p data-start="3608" data-end="3931">A idade legal varia, ainda que exista alguma convergência entre países europeus. Em 2025, a Alemanha fixa a idade nos 66 anos, a Bélgica e Espanha nos 65, a França nos 64 e a Itália nos 62. Esta informação deve ser confirmada junto de cada Estado, já que as regras mudam e podem incluir regimes especiais ou penalizações.</p>
<h2 data-start="3933" data-end="3953">Valor da pensão</h2>
<p data-start="3955" data-end="4309">O montante depende sempre da legislação de cada país. Quando há acordo com Portugal, a pensão é calculada considerando o total de anos de descontos em todos os países envolvidos, aplicando uma fórmula que relaciona o salário médio e a duração da carreira contributiva. Assim, cada país paga a parte proporcional ao tempo de serviço que lá foi cumprido.</p>
<h2 data-start="4311" data-end="4348">O que pode acumular com a pensão</h2>
<p data-start="4350" data-end="4742">As pensões de invalidez, velhice e sobrevivência podem acumular-se entre si e com rendimentos de trabalho. Também é possível receber complementos como o Complemento Solidário para Idosos, o Complemento por Dependência ou o Complemento de Pensão por Cônjuge a Cargo (em casos anteriores a 1994). Já o subsídio de doença e o subsídio de desemprego não são acumuláveis com a pensão de velhice.</p>
<h2 data-start="4744" data-end="4771">Deveres do pensionista</h2>
<p data-start="4773" data-end="5003">Quem recebe pensão tem de manter a morada atualizada e comunicar qualquer alteração relevante, como a atribuição de uma nova pensão estrangeira. Essa comunicação é essencial para garantir o pagamento correto e evitar suspensões.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reforma em Portugal: tudo o que precisa de saber antes de pedir a pensão de velhice</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/reforma-em-portugal-tudo-o-que-precisa-de-saber-antes-de-pedir-a-pensao-de-velhice/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Sep 2025 15:10:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Pensão]]></category>
		<category><![CDATA[reforma]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=430348</guid>

					<description><![CDATA[<p>Se está a aproximar-se da idade da reforma, convém planear com antecedência. Pedir a pensão de velhice implica conhecer os requisitos, os prazos e as regras de cálculo do valor a receber.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="433" data-end="868">A <strong data-start="435" data-end="456">pensão de velhice</strong> é paga mensalmente pela Segurança Social e tem como objetivo substituir o rendimento do trabalho. No entanto, corresponde apenas a uma <strong data-start="592" data-end="638">percentagem do salário médio de referência</strong>, o que significa uma redução no nível de rendimentos após a vida ativa. Por isso, muitos especialistas aconselham a preparar <strong data-start="764" data-end="791">complementos de reforma</strong> desde cedo – o ideal é começar logo após a entrada no mercado de trabalho.</p>
<h2 data-start="875" data-end="917">Quem tem direito à pensão de velhice?</h2>
<p data-start="919" data-end="1050">Podem aceder à pensão todos os trabalhadores que cumpram o <strong data-start="978" data-end="999">prazo de garantia</strong> (período mínimo de descontos). Estão abrangidos:</p>
<ul data-start="1052" data-end="1305">
<li data-start="1052" data-end="1103">
<p data-start="1054" data-end="1103">Trabalhadores dependentes (por conta de outrem)</p>
</li>
<li data-start="1104" data-end="1152">
<p data-start="1106" data-end="1152">Trabalhadores independentes (recibos verdes)</p>
</li>
<li data-start="1153" data-end="1220">
<p data-start="1155" data-end="1220">Membros de órgãos estatutários (ex.: gerentes, administradores)</p>
</li>
<li data-start="1221" data-end="1259">
<p data-start="1223" data-end="1259">Trabalhadores do serviço doméstico</p>
</li>
<li data-start="1260" data-end="1305">
<p data-start="1262" data-end="1305">Beneficiários do Seguro Social Voluntário</p>
</li>
</ul>
<h2 data-start="1312" data-end="1346">Quais as condições de acesso?</h2>
<p data-start="1348" data-end="1380">Existem dois fatores centrais:</p>
<ol data-start="1382" data-end="1669">
<li data-start="1382" data-end="1492">
<p data-start="1385" data-end="1413"><strong data-start="1385" data-end="1411">Idade normal de acesso</strong></p>
<ul data-start="1417" data-end="1492">
<li data-start="1417" data-end="1492">
<p data-start="1419" data-end="1492">Em 2025, a idade legal da reforma está fixada em <strong data-start="1468" data-end="1489">66 anos e 7 meses</strong>.</p>
</li>
</ul>
</li>
<li data-start="1494" data-end="1669">
<p data-start="1497" data-end="1540"><strong data-start="1497" data-end="1538">Prazo de garantia (anos de descontos)</strong></p>
<ul data-start="1544" data-end="1669">
<li data-start="1544" data-end="1600">
<p data-start="1546" data-end="1600"><strong data-start="1546" data-end="1557">15 anos</strong> (180 meses) de contribuições, no mínimo.</p>
</li>
<li data-start="1604" data-end="1669">
<p data-start="1606" data-end="1669"><strong data-start="1606" data-end="1619">144 meses</strong> para beneficiários do Seguro Social Voluntário.</p>
</li>
</ul>
</li>
</ol>
<p data-start="1671" data-end="1925">📌 <strong data-start="1674" data-end="1723">E se não tiver anos suficientes de descontos?</strong><br data-start="1723" data-end="1726" />Pode, em alternativa, ter acesso à <strong data-start="1761" data-end="1789">pensão social de velhice</strong>, destinada a quem não reúne condições para a pensão contributiva. Neste caso, deve confirmar os requisitos junto da Segurança Social.</p>
<h2 data-start="1932" data-end="1954">Quanto se recebe?</h2>
<p data-start="1956" data-end="2105">O valor exato só é definido no momento do pedido, mas pode obter uma <strong data-start="2025" data-end="2071">estimativa através do simulador de pensões</strong> da <strong data-start="2075" data-end="2102">Segurança Social Direta</strong>.</p>
<ul data-start="2107" data-end="2301">
<li data-start="2107" data-end="2193">
<p data-start="2109" data-end="2193">Quanto mais próximo estiver da idade legal da reforma, mais fiável será o cálculo.</p>
</li>
<li data-start="2194" data-end="2301">
<p data-start="2196" data-end="2301">O montante depende de fatores como a carreira contributiva, os salários registados e a idade de acesso.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="2303" data-end="2472">⚖️ Tenha presente que, na maioria dos casos, a pensão corresponde a <strong data-start="2371" data-end="2414">menos rendimento do que o salário ativo</strong>, daí a importância de planear poupanças complementares.</p>
<h2 data-start="2479" data-end="2513">Quando e como pedir a pensão?</h2>
<ul data-start="2515" data-end="2708">
<li data-start="2515" data-end="2629">
<p data-start="2517" data-end="2629">O pedido pode ser feito com até <strong data-start="2549" data-end="2576">3 meses de antecedência</strong> em relação à data em que deseja começar a receber.</p>
</li>
<li data-start="2630" data-end="2708">
<p data-start="2632" data-end="2708">Deve preencher um <strong data-start="2650" data-end="2672">formulário próprio</strong> e anexar os documentos indicados.</p>
</li>
</ul>
<h3 data-start="2710" data-end="2727">Onde pedir:</h3>
<ul data-start="2728" data-end="2955">
<li data-start="2728" data-end="2818">
<p data-start="2730" data-end="2818"><strong data-start="2730" data-end="2749">Presencialmente</strong> nos serviços da Segurança Social ou no Centro Nacional de Pensões.</p>
</li>
<li data-start="2819" data-end="2955">
<p data-start="2821" data-end="2955"><strong data-start="2821" data-end="2831">Online</strong> na <strong data-start="2835" data-end="2862">Segurança Social Direta</strong>, onde o processo é mais rápido – em alguns casos, a atribuição é feita em apenas 24 horas.</p>
</li>
</ul>
<h3 data-start="2957" data-end="2987">Se viver no estrangeiro:</h3>
<ul data-start="2988" data-end="3183">
<li data-start="2988" data-end="3074">
<p data-start="2990" data-end="3074">Deve apresentar o pedido na instituição de Segurança Social do país de residência.</p>
</li>
<li data-start="3075" data-end="3183">
<p data-start="3077" data-end="3183">Se o país não tiver acordo com Portugal, terá de contactar diretamente o <strong data-start="3150" data-end="3180">Centro Nacional de Pensões</strong>.</p>
</li>
</ul>
<h2 data-start="3190" data-end="3261">Incompatibilidades: quando não pode acumular com outras prestações</h2>
<p data-start="3263" data-end="3316">A pensão de velhice <strong data-start="3283" data-end="3309">não pode ser acumulada</strong> com:</p>
<ul data-start="3318" data-end="3505">
<li data-start="3318" data-end="3340">
<p data-start="3320" data-end="3340">Subsídio de doença</p>
</li>
<li data-start="3341" data-end="3367">
<p data-start="3343" data-end="3367">Subsídio de desemprego</p>
</li>
<li data-start="3368" data-end="3505">
<p data-start="3370" data-end="3505">Pensão do Seguro Social Voluntário (se descontar para os dois regimes, recebe apenas uma pensão, calculada com o total dos descontos)</p>
</li>
</ul>
<p data-start="3507" data-end="3649">📌 Nota: Se a pensão resultar da conversão de uma <strong data-start="3557" data-end="3589">pensão de invalidez absoluta</strong>, não é permitido exercer qualquer atividade profissional.</p>
<p data-start="3651" data-end="3835">Nos casos de <strong data-start="3664" data-end="3686">reforma antecipada</strong>, os trabalhadores por conta de outrem não podem trabalhar, durante os três anos seguintes, para a mesma empresa (mesmo que seja a recibos verdes).</p>
<h2 data-start="3842" data-end="3891">É possível reformar-se antes da idade legal?</h2>
<p data-start="3893" data-end="4047">Sim. Existem regimes especiais que permitem <strong data-start="3937" data-end="3969">antecipar a idade de reforma</strong>, geralmente associados a carreiras longas ou profissões de desgaste rápido.</p>
<ul data-start="4049" data-end="4336">
<li data-start="4049" data-end="4188">
<p data-start="4051" data-end="4188">Em regra, a antecipação implica <strong data-start="4083" data-end="4118">penalizações no valor da pensão</strong> (fatores de sustentabilidade e cortes por cada mês de antecipação).</p>
</li>
<li data-start="4189" data-end="4336">
<p data-start="4191" data-end="4336">Em alguns casos específicos (ex.: trabalhadores com 46 anos de descontos ou carreiras muito longas), é possível reduzir ou evitar penalizações.</p>
</li>
</ul>
<h2 data-start="4343" data-end="4357">Em resumo</h2>
<ul data-start="4359" data-end="4716">
<li data-start="4359" data-end="4429">
<p data-start="4361" data-end="4429">A idade legal de acesso à reforma em 2025 é <strong data-start="4405" data-end="4426">66 anos e 7 meses</strong>.</p>
</li>
<li data-start="4430" data-end="4486">
<p data-start="4432" data-end="4486">São necessários <strong data-start="4448" data-end="4472">15 anos de descontos</strong>, no mínimo.</p>
</li>
<li data-start="4487" data-end="4557">
<p data-start="4489" data-end="4557">A pensão pode ser pedida até <strong data-start="4518" data-end="4535">3 meses antes</strong> da data pretendida.</p>
</li>
<li data-start="4558" data-end="4630">
<p data-start="4560" data-end="4630">O valor depende da carreira contributiva e pode ser simulado online.</p>
</li>
<li data-start="4631" data-end="4716">
<p data-start="4633" data-end="4716">A reforma antecipada é possível, mas com penalizações, exceto em casos especiais.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="4723" data-end="4953">👉 Pedir a reforma não é apenas um ato administrativo: é uma decisão com impacto duradouro no rendimento e no estilo de vida. Preparar-se com antecedência é o melhor caminho para garantir tranquilidade financeira na aposentação.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Do pão ao café e à gasolina: quem se lembra do preço das coisas em 1985?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/do-pao-ao-cafe-e-a-gasolina-quem-se-lembra-do-preco-das-coisas-em-1985/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Sep 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=429945</guid>

					<description><![CDATA[<p>Recordar quanto custavam as coisas em 1985 é viajar no tempo e perceber como Portugal mudou nas últimas décadas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Olhar para os preços de 1985 é como abrir uma janela para um Portugal que já parece distante. Do pão à gasolina, do cinema ao café, cada valor revela não apenas o custo de vida da época, mas também como o país se transformou nas últimas décadas.</p>
<h3 data-start="510" data-end="539">O custo de vida em 1985</h3>
<p data-start="541" data-end="847">De acordo com dados do INE, o salário médio mensal rondava os <strong data-start="603" data-end="621">35 mil escudos</strong> (cerca de <strong data-start="632" data-end="645">175 euros</strong>). À primeira vista, os preços parecem incrivelmente baixos, mas é importante lembrar que também os salários eram bastante mais reduzidos e a inflação dos anos 80 pesava sobre as famílias portuguesas.</p>
<p data-start="849" data-end="871">Eis alguns exemplos:</p>
<ul data-start="873" data-end="1394">
<li data-start="873" data-end="905">
<p data-start="875" data-end="905"><strong data-start="875" data-end="882">Pão</strong>: 14 escudos (0,07 €)</p>
</li>
<li data-start="906" data-end="953">
<p data-start="908" data-end="953"><strong data-start="908" data-end="920">Gasolina</strong>: 65 escudos por litro (0,32 €)</p>
</li>
<li data-start="954" data-end="1001">
<p data-start="956" data-end="1001"><strong data-start="956" data-end="977">Bilhete de cinema</strong>: 120 escudos (0,60 €)</p>
</li>
<li data-start="1002" data-end="1035">
<p data-start="1004" data-end="1035"><strong data-start="1004" data-end="1012">Café</strong>: 20 escudos (0,10 €)</p>
</li>
<li data-start="1036" data-end="1078">
<p data-start="1038" data-end="1078"><strong data-start="1038" data-end="1055">Jornal diário</strong>: 25 escudos (0,12 €)</p>
</li>
<li data-start="1079" data-end="1132">
<p data-start="1081" data-end="1132"><strong data-start="1081" data-end="1090">Leite</strong> (1 litro): cerca de 50 escudos (0,25 €)</p>
</li>
<li data-start="1133" data-end="1169">
<p data-start="1135" data-end="1169"><strong data-start="1135" data-end="1146">Cerveja</strong>: 90 escudos (0,45 €)</p>
</li>
<li data-start="1170" data-end="1243">
<p data-start="1172" data-end="1243"><strong data-start="1172" data-end="1211">Passe mensal de autocarro em Lisboa</strong>: cerca de 1.000 escudos (5 €)</p>
</li>
<li data-start="1244" data-end="1323">
<p data-start="1246" data-end="1323"><strong data-start="1246" data-end="1267">Casa T2 em Lisboa</strong> (arrendamento): 10 a 12 mil escudos (50-60 €) por mês</p>
</li>
<li data-start="1324" data-end="1394">
<p data-start="1326" data-end="1394"><strong data-start="1326" data-end="1340">Carro novo</strong> (ex: Renault 5): cerca de 800 mil escudos (4.000 €)</p>
</li>
</ul>
<h3 data-start="1396" data-end="1431">A vida quotidiana nos anos 80</h3>
<p data-start="1433" data-end="1662">Em 1985, ir ao cinema era um programa acessível e muito popular, sobretudo em centros urbanos. Já o automóvel continuava a ser um símbolo de estatuto — não estava ao alcance de todas as famílias, mas começava a democratizar-se.</p>
<p data-start="1664" data-end="1847">O café era uma verdadeira instituição social: por 20 escudos, as pessoas encontravam-se nas pastelarias e cafés, espaços que eram quase uma extensão da vida familiar e profissional.</p>
<p data-start="1849" data-end="2111">As compras eram feitas, em grande parte, em mercearias de bairro, ainda longe dos hipermercados que só se afirmariam mais tarde. As notas e moedas em escudos eram parte da rotina, e muitos portugueses ainda hoje fazem comparações mentais entre escudos e euros.</p>
<h3 data-start="2113" data-end="2140">A economia em mudança</h3>
<p data-start="2142" data-end="2567">Apesar de 1985 transmitir uma ideia de simplicidade, a realidade económica era marcada por grandes desafios. A inflação rondava os dois dígitos, corroendo o poder de compra. Foi também neste contexto que Portugal se preparava para aderir à <strong data-start="2382" data-end="2421">Comunidade Económica Europeia (CEE)</strong>, em 1986, um passo que alteraria profundamente o rumo económico do país, desde os investimentos em infraestruturas até à abertura dos mercados.</p>
<p data-start="3022" data-end="3221">Recordar os preços de 1985 não é apenas um exercício nostálgico. É compreender a história recente do país, a evolução do poder de compra e as transformações sociais que moldaram o Portugal de hoje.</p>
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		<title>Portugal é eleito o melhor país do mundo para a reforma em 2025</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/portugal-e-eleito-o-melhor-pais-do-mundo-para-a-reforma-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 08:49:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[reforma]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=430317</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Relatório Global de Reforma 2025, publicado pela Global Citizen Solutions, colocou Portugal no topo da lista dos destinos mais atrativos para viver a reforma. O país alcançou uma pontuação de 92,61 em 100, destacando-se pela qualidade de vida, segurança e acessibilidade do visto D7.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="64" data-end="371">Cada vez mais pessoas escolhem a reforma além-fronteiras, em busca de um estilo de vida mais acessível e equilibrado. Foi nesse contexto que a <em data-start="207" data-end="233">Global Citizen Solutions</em> divulgou esta terça-feira o seu <strong data-start="266" data-end="302">Relatório Global de Reforma 2025</strong>, avaliando 44 programas de rendimento passivo e vistos de reforma.</p>
<p data-start="373" data-end="593">O estudo analisou <strong data-start="391" data-end="409">20 indicadores</strong> organizados em seis áreas: procedimentos, cidadania e mobilidade, economia, otimização fiscal, qualidade de vida, segurança e integração. Cada país recebeu uma pontuação de 0 a 100.</p>
<p data-start="595" data-end="1048">Embora os Estados Unidos não figurem na lista, o relatório mostra que muitos dos países no top 10 se encontram nas Américas e na Europa. <em data-start="732" data-end="921">“As Américas lideram em disponibilidade de vistos de reforma para nómadas digitais, seguidas pela Europa. Estes destinos destacam-se pela elevada qualidade de vida, acima da média global”</em>, explicou Laura Madrid Sartoretto, responsável pela Unidade de Inteligência Global da GCS, em declarações ao <em data-start="1031" data-end="1045">CNBC Make It</em>.</p>
<p data-start="1050" data-end="1301">Segundo Sartoretto, fatores como <strong data-start="1083" data-end="1148">estabilidade política, segurança e acesso a cuidados de saúde</strong> pesam muito na decisão de onde se reformar. Na Europa, destacou ainda a robustez dos sistemas públicos de saúde, aliados a opções privadas acessíveis.</p>
<h3 data-start="1303" data-end="1367">Portugal lidera como melhor destino para a reforma em 2025</h3>
<p data-start="1368" data-end="1396"><strong data-start="1368" data-end="1394">Pontuação geral: 92,61</strong></p>
<p data-start="1398" data-end="1738">Portugal foi eleito o país número 1 para se reformar no estrangeiro. O destaque vai para o <strong data-start="1489" data-end="1501">visto D7</strong>, que permite a cidadãos de fora da União Europeia com rendimentos passivos estáveis — como pensões ou rendas — fixarem-se no país. Este programa tem vindo a atrair investidores, reformados e nómadas digitais ao longo da última década.</p>
<p data-start="1740" data-end="1968"><em data-start="1740" data-end="1943">“Portugal tem hoje uma classificação excelente em qualidade de vida. É considerado o país mais seguro da Europa, de acordo com o Índice Mundial da Paz, e um dos destinos mais procurados para a reforma”</em>, sublinhou Sartoretto.</p>
<p data-start="1970" data-end="2177">Para solicitar o visto, é necessário comprovar <strong data-start="2017" data-end="2054">um rendimento mínimo de 870 euros</strong>. Após cinco anos de residência legal, o requerente pode candidatar-se à residência permanente ou à cidadania portuguesa.</p>
<p data-start="2179" data-end="2398">No plano fiscal, Portugal aplica um sistema de tributação mundial, mas não cobra imposto sobre património nem sobre heranças entre familiares diretos. Existe apenas um <strong data-start="2347" data-end="2373">Imposto de Selo de 10%</strong> para outros herdeiros.</p>
<h3 data-start="2400" data-end="2459">Top 10 países para se reformar no estrangeiro em 2025</h3>
<ol data-start="2460" data-end="2596">
<li data-start="2460" data-end="2473">
<p data-start="2463" data-end="2473">Portugal</p>
</li>
<li data-start="2474" data-end="2494">
<p data-start="2477" data-end="2494">Ilhas Maurícias</p>
</li>
<li data-start="2495" data-end="2507">
<p data-start="2498" data-end="2507">Espanha</p>
</li>
<li data-start="2508" data-end="2520">
<p data-start="2511" data-end="2520">Uruguai</p>
</li>
<li data-start="2521" data-end="2533">
<p data-start="2524" data-end="2533">Áustria</p>
</li>
<li data-start="2534" data-end="2545">
<p data-start="2537" data-end="2545">Itália</p>
</li>
<li data-start="2546" data-end="2560">
<p data-start="2549" data-end="2560">Eslovénia</p>
</li>
<li data-start="2561" data-end="2571">
<p data-start="2564" data-end="2571">Malta</p>
</li>
<li data-start="2572" data-end="2584">
<p data-start="2575" data-end="2584">Letónia</p>
</li>
<li data-start="2585" data-end="2596">
<p data-start="2589" data-end="2596">Chile</p>
</li>
</ol>
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		<title>Estes são os direitos dos pais quando trabalham por conta própria</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/estes-sao-os-direitos-dos-pais-quando-trabalham-por-conta-propria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 15:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitas vezes acredita-se que quem trabalha por conta própria não tem direito a qualquer proteção em matéria de parentalidade.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="198" data-end="456">No entanto, segundo Marta Esteves, Advogada e Consultora de Direitos Parentais, essa ideia não corresponde totalmente à realidade.</p>
<p data-start="458" data-end="798">“É importante distinguir duas áreas legais: por um lado, o Código do Trabalho, que regula licenças, faltas e dispensas para trabalhadores por conta de outrem; e, por outro, a legislação da Segurança Social, que define os subsídios existentes, os valores a receber, os critérios de acesso e os respetivos cálculos”, explica a especialista.</p>
<h2 data-start="800" data-end="853">O que se aplica aos trabalhadores independentes?</h2>
<p data-start="855" data-end="1121">Como não têm vínculo laboral com entidade empregadora, os trabalhadores independentes não estão abrangidos pelo Código do Trabalho. Ainda assim, beneficiam da legislação da Segurança Social e, por isso, podem aceder à maioria dos subsídios previstos, nomeadamente:</p>
<ul data-start="1123" data-end="1622">
<li data-start="1123" data-end="1287">
<p data-start="1125" data-end="1287"><strong data-start="1125" data-end="1167">Subsídio por risco clínico na gravidez</strong> – atribuído quando a grávida fica impossibilitada de trabalhar devido a complicações ou riscos associados à gravidez;</p>
</li>
<li data-start="1288" data-end="1372">
<p data-start="1290" data-end="1372"><strong data-start="1290" data-end="1319">Subsídio parental inicial</strong> – valor pago durante o período de licença inicial;</p>
</li>
<li data-start="1373" data-end="1474">
<p data-start="1375" data-end="1474"><strong data-start="1375" data-end="1405">Subsídio parental alargado</strong> – disponível apenas na modalidade de 3 meses, pago a 30% (ou 40%);</p>
</li>
<li data-start="1475" data-end="1622">
<p data-start="1477" data-end="1622"><strong data-start="1477" data-end="1515">Subsídio para assistência a filhos</strong> – concedido quando é necessário prestar cuidados em caso de doença, acidente ou internamento da criança.</p>
</li>
</ul>
<h2 data-start="1624" data-end="1661">O que é importante ter em conta?</h2>
<p data-start="1663" data-end="1776">Apesar de terem acesso a estes apoios, existem limitações que os trabalhadores independentes não devem ignorar:</p>
<ul data-start="1778" data-end="2145">
<li data-start="1778" data-end="1862">
<p data-start="1780" data-end="1862">Não podem usufruir de modalidades de licença que impliquem trabalho a part-time;</p>
</li>
<li data-start="1863" data-end="1986">
<p data-start="1865" data-end="1986">Se estiverem em período de isenção de contribuições, não têm direito aos subsídios, por falta de carreira contributiva;</p>
</li>
<li data-start="1987" data-end="2145">
<p data-start="1989" data-end="2145">Um trabalhador independente economicamente dependente pode, em situações de parentalidade, assegurar temporariamente a sua atividade através de terceiros.</p>
</li>
</ul>
<h2 data-start="2147" data-end="2194">A grande diferença: o regresso ao trabalho</h2>
<p data-start="2196" data-end="2336">É sobretudo no retorno à atividade que se nota a maior desigualdade entre trabalhadores independentes e trabalhadores por conta de outrem.</p>
<p data-start="2338" data-end="2526">Enquanto as mães contratadas têm direito a horários de amamentação pagos pela entidade empregadora, as independentes podem organizar o seu próprio horário – mas sem qualquer compensação.</p>
<h2 data-start="2528" data-end="2557">Caminho para a igualdade</h2>
<p data-start="2559" data-end="2943">Para Marta Esteves, faria sentido que a legislação criasse um regime único, que garantisse os mesmos direitos a todos, independentemente do tipo de vínculo laboral. Uma dispensa de amamentação ou aleitamento paga pela Segurança Social não só promoveria a igualdade entre trabalhadores, como também evitaria conflitos laborais. No final, quem sairia mais beneficiado seriam os bebés.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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