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	<title>Finanças Pessoais &#8211; Forever Young</title>
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	<description>Para se sentir sempre jovem. Viva com mais sentido, 55+ com atitude.</description>
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	<title>Finanças Pessoais &#8211; Forever Young</title>
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	<item>
		<title>Os 15 municípios onde comprar casa ficou mais barato no último ano</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/os-15-municipios-onde-comprar-casa-ficou-mais-barato-no-ultimo-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2025 11:20:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Preços caíram até 15% em vários concelhos, sobretudo no Centro e no Alentejo</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="457" data-end="818">Os preços da habitação ajustaram-se em várias zonas do país ao longo de 2025, criando <strong data-start="543" data-end="692">novas oportunidades para quem pondera mudar de casa, regressar à terra natal ou procurar uma vida mais tranquila fora dos grandes centros urbanos</strong>. Segundo uma análise do idealista, marketplace imobiliário, houve municípios onde o valor das casas caiu até <strong data-start="802" data-end="817">15% num ano</strong>.</p>
<p data-start="820" data-end="1242">A maior descida registou-se na <strong data-start="851" data-end="861">Golegã</strong>, no distrito de Santarém, onde o preço médio passou para <strong data-start="919" data-end="953">1.083 euros por metro quadrado</strong>, uma quebra de <strong data-start="969" data-end="978">15,3%</strong>. Segue-se <strong data-start="989" data-end="1012">Pampilhosa da Serra</strong>, no distrito de Coimbra, que se destacou como o município mais barato do país, com <strong data-start="1096" data-end="1112">477 euros/m²</strong>, após uma descida de <strong data-start="1134" data-end="1143">12,3%</strong>. Em <strong data-start="1148" data-end="1158">Pombal</strong>, no distrito de Leiria, os preços caíram <strong data-start="1200" data-end="1206">8%</strong>, fixando-se nos <strong data-start="1223" data-end="1241">1.162 euros/m²</strong>.</p>
<p data-start="1244" data-end="1594">Também no sul do país se registaram ajustes relevantes. <strong data-start="1300" data-end="1312">Alcoutim</strong>, no Algarve, apresentou uma descida de <strong data-start="1352" data-end="1360">6,7%</strong>, com preços médios de <strong data-start="1383" data-end="1401">1.081 euros/m²</strong>, enquanto no Alentejo os concelhos de <strong data-start="1440" data-end="1449">Borba</strong> e <strong data-start="1452" data-end="1462">Portel</strong>, ambos no distrito de Évora, viram os valores recuar <strong data-start="1516" data-end="1524">5,3%</strong>, situando-se nos <strong data-start="1542" data-end="1558">875 euros/m²</strong> e <strong data-start="1561" data-end="1577">758 euros/m²</strong>, respetivamente.</p>
<p data-start="1596" data-end="1947">No interior, os preços continuam particularmente acessíveis. <strong data-start="1657" data-end="1668">Gouveia</strong> (Guarda) caiu para <strong data-start="1688" data-end="1704">594 euros/m²</strong>, a <strong data-start="1708" data-end="1720">Chamusca</strong> (Santarém) desceu para <strong data-start="1744" data-end="1760">756 euros/m²</strong>, e <strong data-start="1764" data-end="1772">Avis</strong> (Portalegre) fixou-se nos <strong data-start="1799" data-end="1815">683 euros/m²</strong>. No Centro, <strong data-start="1828" data-end="1840">Penacova</strong> (500 euros/m²) e <strong data-start="1858" data-end="1867">Tábua</strong> (665 euros/m²), ambos em Coimbra, mantêm-se entre os concelhos mais económicos.</p>
<p data-start="1949" data-end="2141">No Norte, <strong data-start="1959" data-end="1970">Melgaço</strong>, em Viana do Castelo, registou um valor médio de <strong data-start="2020" data-end="2036">544 euros/m²</strong>, enquanto <strong data-start="2047" data-end="2060">Vila Real</strong> e <strong data-start="2063" data-end="2073">Vizela</strong> encerram a lista das maiores descidas, com reduções mais moderadas.</p>
<h3 data-start="2143" data-end="2202">Onde é mais barato comprar casa em cada distrito e ilha</h3>
<p data-start="2204" data-end="2414">Além das descidas anuais, a análise identificou também <strong data-start="2259" data-end="2328">o município mais barato para comprar casa em cada distrito e ilha</strong>, um dado relevante para quem procura alternativas ao mercado urbano mais pressionado.</p>
<ul data-start="2416" data-end="2682">
<li data-start="2416" data-end="2521">
<p data-start="2418" data-end="2521"><strong data-start="2418" data-end="2441">Pampilhosa da Serra</strong> (Coimbra) surge como o município mais acessível do país, com <strong data-start="2503" data-end="2519">477 euros/m²</strong></p>
</li>
<li data-start="2522" data-end="2574">
<p data-start="2524" data-end="2574"><strong data-start="2524" data-end="2532">Nisa</strong> (Portalegre) apresenta <strong data-start="2556" data-end="2572">498 euros/m²</strong></p>
</li>
<li data-start="2575" data-end="2628">
<p data-start="2577" data-end="2628"><strong data-start="2577" data-end="2588">Sabugal</strong> (Guarda) fixa-se nos <strong data-start="2610" data-end="2626">505 euros/m²</strong></p>
</li>
<li data-start="2629" data-end="2682">
<p data-start="2631" data-end="2682"><strong data-start="2631" data-end="2644">Penamacor</strong> (Castelo Branco) nos <strong data-start="2666" data-end="2682">510 euros/m²</strong></p>
</li>
</ul>
<p data-start="2684" data-end="2868">Nas regiões autónomas, <strong data-start="2707" data-end="2718">Santana</strong> continua a ser o concelho mais económico da Madeira, com <strong data-start="2776" data-end="2794">1.792 euros/m²</strong>, enquanto nos Açores <strong data-start="2816" data-end="2833">Lajes do Pico</strong> se destaca com <strong data-start="2849" data-end="2867">1.084 euros/m²</strong>.</p>
<p data-start="2870" data-end="3114">Nos distritos mais populosos, os valores continuam mais elevados, mas ainda abaixo das médias nacionais: <strong data-start="2975" data-end="2986">Cadaval</strong> é o concelho mais barato do distrito de Lisboa (<strong data-start="3035" data-end="3053">1.550 euros/m²</strong>) e <strong data-start="3057" data-end="3066">Baião</strong> lidera no distrito do Porto (<strong data-start="3096" data-end="3112">957 euros/m²</strong>).</p>
<p data-start="3116" data-end="3401">Concelhos como <strong data-start="3131" data-end="3140">Sátão</strong> (Viseu), <strong data-start="3150" data-end="3161">Melgaço</strong> (Viana do Castelo) e <strong data-start="3183" data-end="3195">Alcoutim</strong> (Faro) voltam a confirmar uma tendência já conhecida: <strong data-start="3250" data-end="3346">fora dos grandes centros urbanos, continuam a existir mercados habitacionais mais acessíveis</strong>, mesmo num contexto de inflação e pressão imobiliária.</p>
<p data-start="3403" data-end="3647">Para muitos portugueses a partir dos 55 anos, estes territórios representam não apenas preços mais baixos, mas também <strong data-start="3521" data-end="3571">uma oportunidade para ganhar qualidade de vida</strong>, com menos stress, mais proximidade à natureza e comunidades mais próximas.</p>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Distrito</th>
<th>Município</th>
<th>Preço €/m² (nov. 2025)</th>
<th>Variação anual (%)</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Santarém</td>
<td>Golegã</td>
<td>1.083</td>
<td>-15,3</td>
</tr>
<tr>
<td>Coimbra</td>
<td>Pampilhosa da Serra</td>
<td>477</td>
<td>-12,3</td>
</tr>
<tr>
<td>Leiria</td>
<td>Pombal</td>
<td>1.162</td>
<td>-8,0</td>
</tr>
<tr>
<td>Faro</td>
<td>Alcoutim</td>
<td>1.081</td>
<td>-6,7</td>
</tr>
<tr>
<td>Évora</td>
<td>Borba</td>
<td>875</td>
<td>-5,3</td>
</tr>
<tr>
<td>Évora</td>
<td>Portel</td>
<td>758</td>
<td>-5,3</td>
</tr>
<tr>
<td>Guarda</td>
<td>Gouveia</td>
<td>594</td>
<td>-4,7</td>
</tr>
<tr>
<td>Santarém</td>
<td>Chamusca</td>
<td>756</td>
<td>-4,0</td>
</tr>
<tr>
<td>Portalegre</td>
<td>Avis</td>
<td>683</td>
<td>-3,2</td>
</tr>
<tr>
<td>Coimbra</td>
<td>Penacova</td>
<td>500</td>
<td>-3,1</td>
</tr>
<tr>
<td>Coimbra</td>
<td>Tábua</td>
<td>665</td>
<td>-2,1</td>
</tr>
<tr>
<td>Leiria</td>
<td>Figueiró dos Vinhos</td>
<td>715</td>
<td>-2,0</td>
</tr>
<tr>
<td>Viana do Castelo</td>
<td>Melgaço</td>
<td>544</td>
<td>-1,8</td>
</tr>
<tr>
<td>Vila Real</td>
<td>Vila Real</td>
<td>1.343</td>
<td>-1,6</td>
</tr>
<tr>
<td>Braga</td>
<td>Vizela</td>
<td>1.425</td>
<td>-1,4</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Distrito / Ilha</th>
<th>Município</th>
<th>Preço €/m² (nov. 2025)</th>
<th>Variação anual (%)</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Aveiro</td>
<td>Castelo de Paiva</td>
<td>1.097</td>
<td>33,0</td>
</tr>
<tr>
<td>Beja</td>
<td>Moura</td>
<td>770</td>
<td>16,2</td>
</tr>
<tr>
<td>Braga</td>
<td>Cabeceiras de Basto</td>
<td>1.023</td>
<td>5,6</td>
</tr>
<tr>
<td>Bragança</td>
<td>Mogadouro</td>
<td>564</td>
<td>-1,3</td>
</tr>
<tr>
<td>Castelo Branco</td>
<td>Penamacor</td>
<td>510</td>
<td>15,9</td>
</tr>
<tr>
<td>Coimbra</td>
<td>Pampilhosa da Serra</td>
<td>477</td>
<td>-12,3</td>
</tr>
<tr>
<td>Évora</td>
<td>Portel</td>
<td>758</td>
<td>-5,3</td>
</tr>
<tr>
<td>Faial (Ilha)</td>
<td>Horta</td>
<td>1.537</td>
<td>23,3</td>
</tr>
<tr>
<td>Faro</td>
<td>Alcoutim</td>
<td>1.081</td>
<td>-6,7</td>
</tr>
<tr>
<td>Guarda</td>
<td>Sabugal</td>
<td>505</td>
<td>10,8</td>
</tr>
<tr>
<td>Leiria</td>
<td>Castanheira de Pêra</td>
<td>692</td>
<td>12,7</td>
</tr>
<tr>
<td>Lisboa</td>
<td>Cadaval</td>
<td>1.550</td>
<td>21,2</td>
</tr>
<tr>
<td>Madeira (Ilha)</td>
<td>Santana</td>
<td>1.792</td>
<td>21,1</td>
</tr>
<tr>
<td>Pico (Ilha)</td>
<td>Lajes do Pico</td>
<td>1.084</td>
<td>9,5</td>
</tr>
<tr>
<td>Portalegre</td>
<td>Nisa</td>
<td>498</td>
<td>4,5</td>
</tr>
<tr>
<td>Porto</td>
<td>Baião</td>
<td>957</td>
<td>16,6</td>
</tr>
<tr>
<td>Santa Maria (Ilha)</td>
<td>Vila do Porto</td>
<td>1.524</td>
<td>8,3</td>
</tr>
<tr>
<td>Santarém</td>
<td>Chamusca</td>
<td>756</td>
<td>-4,0</td>
</tr>
<tr>
<td>São Miguel (Ilha)</td>
<td>Nordeste</td>
<td>1.542</td>
<td>53,1</td>
</tr>
<tr>
<td>Setúbal</td>
<td>Santiago do Cacém</td>
<td>2.221</td>
<td>22,2</td>
</tr>
<tr>
<td>Terceira (Ilha)</td>
<td>Praia da Vitória</td>
<td>1.454</td>
<td>15,5</td>
</tr>
<tr>
<td>Viana do Castelo</td>
<td>Melgaço</td>
<td>544</td>
<td>-1,8</td>
</tr>
<tr>
<td>Vila Real</td>
<td>Montalegre</td>
<td>753</td>
<td>11,4</td>
</tr>
<tr>
<td>Viseu</td>
<td>Sátão</td>
<td>855</td>
<td>15,6</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Viver sem trabalhar depois dos 40 anos é possível: se seguir à risca estas dicas</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/viver-sem-trabalhar-depois-dos-40-anos-e-possivel-se-seguir-a-risca-estas-dicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 16:02:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=409685</guid>

					<description><![CDATA[<p>Já pensou em reformar-se aos 40 anos?</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É realmente um sonho de muitas pessoas, mas é muito difícil de se concretizar. Tudo está relacionado com poupança, estratégia e com a forma como quer viver a sua reforma.</p>
<p>De acordo com o ‘El Economista’, o segredo está em trabalhar muito antes desta idade, ter uma poupança muito significativa, ter em consideração a evolução da economia e, o mais importante, investir.</p>
<p>É importante reduzir nas despesas e ter um excelente controlo das contas. Sem este hábito, não será possível fazer frente às dívidas e aos custos que surgirem.</p>
<p>A partir do momento que viver de investimentos (seja na bolsa de valores ou no mercado imobiliário, os dois exemplos mais comuns), o desempenho destes marcará se pode ter um retorno de 1.000, 3.000 ou 5.000 euros por mês. A rentabilidade do mercado tem um impacto direto na independência económica, este é fator impossível de controlar.</p>
<p>O nível de risco no mercado pode ser um fator psicológico bastante desafiante, mas que pode trazer uma rentabilidade de até 7%. No entanto, há que ter em conta as comissões a serem pagas que rondarão os 1,5% a 2,5%, bem como a inflação, que pode rondar os 2%. Os impostos também devem ser considerados e subtraem um valor a rondar os 20% aos lucros.</p>
<p>Desta forma, e segundo o ‘El Economista’, para viver de investimentos e reformar-se aos 40 anos deverá ter uma “almofada” de 200.000 euros, que representarão uma reforma com 1.000 euros por mês, 12.000 ao ano, com uma rentabilidade de 6%.</p>
<p>A mesma fonte revela que isto pode ser alcançado, mas vai depender de tudo o que foi mencionado e da capacidade de cada pessoa resistir nas situações mais extremas”.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Investimentos seguros para proteger a reforma sem abdicar de liberdade</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/investimentos-seguros-para-proteger-a-reforma-sem-abdicar-de-liberdade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2025 15:45:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=429931</guid>

					<description><![CDATA[<p>Chegar à reforma traz novas prioridades: garantir segurança financeira, mas também flexibilidade para aproveitar o tempo livre. Em Portugal, há opções de investimento que equilibram rendimento e tranquilidade.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Chegar à reforma traz novas prioridades: garantir segurança financeira, mas também flexibilidade para aproveitar o tempo livre. Em Portugal, existem opções de investimento que equilibram rendimento e tranquilidade.</p>
<h2>Porque importa investir com cautela</h2>
<p>Segundo dados do <a href="https://www.pordata.pt" target="_blank" rel="noopener">Pordata</a>, a esperança de vida em Portugal já ultrapassa os 80 anos. Isso significa que a reforma pode durar mais de duas décadas, exigindo planeamento financeiro sólido.</p>
<ul>
<li>Baixo risco para proteger o capital.</li>
<li>Liquidez suficiente para aceder ao dinheiro quando precisar.</li>
<li>Diversificação para reduzir perdas em tempos de incerteza.</li>
</ul>
<h2>Opções seguras de investimento</h2>
<h3>Certificados de Aforro e Tesouro</h3>
<p>São produtos do Estado com baixo risco e acessíveis a qualquer aforrador. Oferecem taxas competitivas e proteção garantida.</p>
<h3>Fundos conservadores</h3>
<p>Fundos de investimento com perfil defensivo podem gerar retorno moderado, mantendo maior liquidez que produtos de longo prazo.</p>
<h3>Depósitos a prazo</h3>
<p>Ainda que com taxas modestas, são seguros e permitem gestão simples, ideais para manter parte das poupanças disponíveis.</p>
<h2>Estratégias práticas</h2>
<p>Para além de escolher o produto certo, importa pensar em percentagens. Muitos especialistas recomendam a “regra dos 60/40”: 60% em produtos seguros e 40% em ativos de risco moderado, ajustando consoante a idade.</p>
<h2>O que pode fazer agora</h2>
<ol>
<li>Avaliar o seu perfil de risco e objetivos pessoais.</li>
<li>Consultar simuladores da <a href="https://www.cmvm.pt" target="_blank" rel="noopener">CMVM</a> e instituições financeiras.</li>
<li>Diversificar investimentos para não depender de um único produto.</li>
</ol>
<p>Investir na reforma não tem de ser complicado. Com prudência e equilíbrio, é possível assegurar estabilidade e liberdade para aproveitar cada etapa da vida.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vale a pena pedir fatura com NIF em todas as compras?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/vale-a-pena-pedir-fatura-com-nif-em-todas-as-compras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2025 11:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[IRS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=429757</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pedir fatura com o seu NIF pode trazer benefícios no IRS e ajudá-lo a poupar em certas despesas. Mas será que vale a pena em todas as compras? Saiba como funciona e quando compensa.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todos já ouvimos a pergunta no café, no supermercado ou na farmácia: &#8220;Quer fatura com NIF?&#8221;. Para muitos, a resposta é automática. Mas será que vale a pena pedir sempre? Este artigo explica de forma simples como funciona a dedução no IRS, quando pedir compensa e em que situações pode não fazer diferença.</p>
<h2>O que significa pedir fatura com NIF</h2>
<p>Ao pedir fatura com número de contribuinte, a despesa fica associada ao seu perfil no portal das Finanças. Mais tarde, essa informação é usada para calcular deduções no IRS.</p>
<ul>
<li>As faturas ficam registadas automaticamente no <a href="https://www.portaldasfinancas.gov.pt/pt/home.action" target="_blank" rel="noopener">Portal das Finanças</a>.</li>
<li>Alguns setores dão direito a benefícios fiscais (como saúde, educação, restauração, oficinas, cabeleireiros).</li>
<li>Em compras gerais, pode beneficiar do chamado “e-fatura” — uma pequena percentagem das despesas dedutíveis.</li>
</ul>
<h2>Quando pedir compensa</h2>
<h3>Despesas com benefícios fiscais diretos</h3>
<p>Áreas como saúde, educação, lares, restauração, oficinas de automóveis e cabeleireiros permitem deduzir uma percentagem significativa no IRS. Aqui, pedir fatura com NIF é essencial.</p>
<h3>Combate à economia paralela</h3>
<p>Ao pedir fatura, está também a garantir que a transação é declarada. O Estado incentiva esta prática através de sorteios como a <a href="https://www.portaldasfinancas.gov.pt/at/html/index.html" target="_blank" rel="noopener">Fatura da Sorte</a>.</p>
<h2>Quando pode não fazer diferença</h2>
<p>Nem todas as despesas trazem vantagens fiscais. Por exemplo, compras em vestuário, eletrodomésticos ou tecnologia só contam para a dedução geral de 250€ por agregado, um valor facilmente atingido.</p>
<ul>
<li>Se já atingiu o teto máximo de dedução, pedir mais faturas não aumenta o benefício.</li>
<li>Algumas compras (como combustíveis) têm regras específicas e limites.</li>
</ul>
<h2>O que pode fazer agora</h2>
<ol>
<li>Peça sempre fatura com NIF em setores com benefício fiscal (saúde, educação, oficinas, cabeleireiros, restauração).</li>
<li>Verifique no portal das Finanças se as faturas estão a ser corretamente comunicadas.</li>
<li>Não se preocupe em excesso com compras que não dão benefício adicional, se já atingiu os limites de dedução.</li>
</ol>
<p>Ou seja, pedir fatura com NIF é um hábito que pode ajudá-lo a poupar no IRS, sobretudo em áreas como saúde, educação e restauração. No entanto, nem todas as compras trazem vantagens fiscais significativas. O mais importante é conhecer os limites e verificar as faturas no Portal das Finanças.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como devemos escolher um PPR?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/como-devemos-escolher-um-ppr/</link>
					<comments>https://foreveryoung.sapo.pt/como-devemos-escolher-um-ppr/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com ComparaJá.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 15:10:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[ComparaJa]]></category>
		<category><![CDATA[PPR]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=211851</guid>

					<description><![CDATA[<p>Descubra, neste artigo, em que consistem estas aplicações financeiras, qual a oferta que existe no mercado e como escolher a melhor para si.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nem todas as pessoas conseguem manter o seu nível de vida na reforma. Entre as soluções que permitem juntar dinheiro para esta fase, uma das mais populares são, sem dúvida, os Planos Poupança Reforma (PPR). Descubra, neste artigo, em que consistem estas <a href="https://www.comparaja.pt/blog/infografico-ritmo-dancam-aplicacoes-financeiras" target="_blank" rel="noopener">aplicações financeiras</a>, qual a oferta que existe no mercado e como escolher a melhor para si.</p>
<p>A verdade é que se chegar ao seu banco e perguntar como pode poupar para a reforma, o tipo de aplicação que mais lhe vai ser aconselhado são os PPR. E não é de estranhar, dado ser o produto ideal para um consumidor que não tem disponibilidade para gerir uma carteira de ativos.</p>
<p>Se porventura o que procura são investimentos de curto prazo, compare todos os depósitos a prazo em Portugal através do nosso simulador.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>O que é um PPR?</strong></h2>
<p>Um PPR é uma aplicação financeira de longo prazo que permite juntar dinheiro até à idade da reforma, gerando um retorno adicional consoante a respetiva taxa de juro anual.</p>
<p>Neste tipo de aplicação, o aforrador entrega um dado montante a uma sociedade gestora de fundos de pensões ou a uma companhia de seguros que, por sua vez, irão investir esse dinheiro para que gere retorno.</p>
<p>Os PPR podem assumir duas formas: de fundos ou de seguros (sendo esta última a mais comum).</p>
<p>Desta forma, um PPR permite ir amealhando algumas poupanças progressivamente – e cabe-lhe a si escolher entre fazer apenas uma entrega inicial ou contratar um plano de reforços periódicos e automáticos – até se chegar à idade da reforma, gerando assim um complemento adicional à pensão que é atribuída pelo Estado.</p>
<p>Para decidir que valor investir todos os meses num PPR, basta contabilizar o montante de que não precisa no imediato. Por exemplo, se depois de pagar todas as despesas fixas do mês (casa, carro, <a href="https://www.comparaja.pt/energia/eletricidade" target="_blank" rel="noopener noreferrer">eletricidade</a>, <a href="https://www.comparaja.pt/tv-net-voz" target="_blank" rel="noopener">pacote de telecomunicações</a>, etc.) ainda considera que pode pôr algum dinheiro de parte, deve canalizá-lo para o PPR que escolher.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Qual a diferença entre fundos PPR e seguros PPR?</strong></h2>
<p>Enquanto que os fundos PPR são semelhantes aos fundos de investimento mobiliário, baseando-se em unidades de participação que possuem determinado valor (divulgado diariamente na CMVM) que vai oscilando consoante o mercado, os seguros PRR são seguros de capitalização através dos quais a seguradora aplica o montante que o aforrador investiu num fundo autónomo, possuindo capital garantido e rendimento mínimo.</p>
<p>Portanto, pode dizer-se que a grande diferença entre estas duas opções reside essencialmente no nível de risco associado ao capital e ao rendimento: no caso dos fundos, pode acontecer que o aforrador até perca parte do dinheiro que investiu, mas pode, por outro lado, vir a auferir um rendimento muito superior ao que teria com seguros de capitalização.</p>
<p>O nível de risco é, portanto, o grande fator distintivo. Maior risco normalmente garante um rendimento mais elevado e vice-versa. Para as pessoas mais avessas ao risco, os melhores PPR são os de seguros.</p>
<p>Mas como saber se deve ou não correr riscos neste sentido? A resposta depende crucialmente da sua idade e do quão próximo se encontra da reforma.</p>
<p>Quanto mais jovem se é, mais fácil é correr riscos, porque se dispõe de mais espaço temporal para se poder gerir uma aplicação mais complexa como um PPR sob a forma de fundo (especialmente se parte deste investimento for em ações).</p>
<p>Para quem tem uma idade mais perto da reforma, pode não valer a pena estar a correr riscos de perder as poupanças acumuladas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Resgate PPR: em que situações se pode fazer sem penalização?</strong></h2>
<p>Uma das grandes características que define estes produtos financeiros assenta no facto de só poderem ser resgatados (ou seja, só pode levantar o dinheiro acumulado) sem sofrer penalizações nas seguintes situações:</p>
<ul>
<li>Reforma por velhice;</li>
<li>A partir dos 60 anos de idade (mas desde que o PPR tenha sido subscrito há mais de cinco anos);</li>
<li>Desemprego de longa duração;</li>
<li>Verificação de incapacidade permanente para o trabalho;</li>
<li>Doença grave de algum membro do agregado familiar;</li>
<li>Em caso de morte do titular do PPR (situação na qual o montante acumulado é entregue aos herdeiros ou a um beneficiário designado ainda em vida);</li>
<li>Para pagar a prestação do crédito habitação.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://foreveryoung.sapo.pt/como-devemos-escolher-um-ppr/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Salário mínimo em 2025: as novas regras que podem impactar o seu bolso</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/salario-minimo-em-2025-as-novas-regras-que-podem-impactar-o-seu-bolso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 09:24:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[_modelo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2025, o salário mínimo voltou a subir. Saiba o que determina a subida e quais as implicações para todos os trabalhadores portugueses.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir do primeiro dia de 2025, o salário mínimo passou a valer 870 euros brutos em Portugal continental. Um aumento de 6,1% relativamente ao ano anterior e 14% comparando com o ano de 2023. Mas que implicações é que esta subida tem na vida dos portugueses? A CGD dá resposta</p>
<p>Confira como é decidida a <strong>subida do salário mínimo</strong>, para que casos este valor serve de referência e quais as perspetivas de subida para os próximos três anos.</p>
<h3>O que é o salário mínimo?</h3>
<p>A Remuneração Mínima Mensal Garantida (RMMG), mais conhecida por salário mínimo, é o valor mínimo de ordenado mensal bruto a pagar aos trabalhadores por conta de outrem pelo seu trabalho. É pago 14 vezes por ano.</p>
<p>Esta remuneração-base não inclui o <strong>subsídio de alimentação</strong> e de deslocação;  a isenção de horário; as diuturnidades; as ajudas de custo e outros componentes do salário que devem ser pagos à parte. Os subsídios de férias e de Natal, mesmo quando pagos em duodécimos, também não estão incluídos nesse valor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Como se decide a subida do salário mínimo?</h3>
<p>A atualização é feita anualmente pelo Governo, depois de ouvir os parceiros sociais, confederações patronais e sindicatos.</p>
<p>Não existe uma fórmula para calcular o seu aumento. No entanto, e de acordo com o artigo 273.º do <a title="Código do Trabalho" href="https://diariodarepublica.pt/dr/legislacao-consolidada/lei/2009-34546475-46751275" target="_blank" rel="noopener">Código do Trabalho</a>, as atualizações devem ser adequadas à política de rendimentos e de preços. Entre outros fatores, devem considerar as necessidades dos trabalhadores, o aumento de custo de vida e a evolução da produtividade.</p>
<p>Este ano de 2025, se no continente o salário mínimo mensal subiu para 870€ brutos pagos 14 vezes ao ano (12 180€ anuais), no caso dos Açores aumentou para os 913,50€ e na Madeira atingiu os 915€. O objetivo é manter um aumento de 50 euros por ano até chegar aos 1 020€ em 2028.</p>
<p>Na tabela da Direção Geral da Administração e do Emprego Público, pode acompanhar a trajetória ascendente do salário mínimo nacional na última década.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table border="1" width="602" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top"><strong>Ano</strong></td>
<td valign="top"><strong>Salário Mínimo</strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">2016</td>
<td valign="top">530€</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">2017</td>
<td valign="top">557€</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">2018</td>
<td valign="top">580€</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">2019</td>
<td valign="top">600€</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">2020</td>
<td valign="top">635€</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">2021</td>
<td valign="top">665€</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">2022</td>
<td valign="top">705€</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">2023</td>
<td valign="top">760€</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">2024</td>
<td valign="top">820€</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">2025</td>
<td valign="top">870€</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<div class="destaque-artigo"></div>
<h3>Quanto desconta quem recebe o salário mínimo?</h3>
<p>Ao valor bruto de um salário há que descontar a contribuição para a Segurança Social e a retenção na fonte para se chegar ao salário líquido ou seja, aquilo que efetivamente o trabalhador leva para casa.</p>
<p>No caso do salário mínimo, em 2025 um trabalhador tem de fazer os seguintes descontos:</p>
<ul>
<li><strong>Retenção na fonte</strong><strong>: estando isento de </strong><strong>pagar IRS, </strong>não tem de apresentar a declaração anual. Mas há exceções. No caso de o valor do subsídio de alimentação ultrapassar os 6 euros por dia ou os 10,20€ (se pago em vale ou cartão refeição), o excedente desses valores de referência entra para o cálculo do rendimento tributável. Também estão isentas de IRS, até ao limite de 6% da retribuição base anual do trabalhador, os valores pagos como prémios de produtividade e as participações nos lucros, desde que não sejam regulares;</li>
<li><strong>Segurança Social (SS):</strong> está sujeito à <strong>contribuição obrigatória de 11%</strong>.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Isto significa, por exemplo, que um solteiro e sem descendentes a receber o salário mínimo em 2025 descontará 95,70€ para a SS o que faz com que leve para casa 774,30€ líquidos por mês.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="caixa-destaque">
<p><strong>Salário mínimo e mínimo de existência: qual a diferença?</strong><br />
Salário mínimo e o valor do mínimo de existência são conceitos diferentes. Se o salário mínimo visa o valor mínimo de retribuição mensal, o mínimo de existência determina o valor limite de rendimento sem tributação em sede de IRS. Os valores têm vindo, contudo a coincidir.<br />
Segundo o artigo 70.º do Código do IRS, considera-se o valor de referência para o mínimo de existência 1,5 x 14 x Indexante de Apoios Sociais (IAS), de 522,50€ em   2025.  A Lei determina também que desta fórmula não pode resultar um valor inferior ao valor anual do salário mínimo nacional, que em 2025 é 12 180 euros. O que quer dizer que até esse montante (12 180 euros) os rendimentos ficam isentos de IRS. Esta regra atinge pensionistas, trabalhadores por conta de outrem e independentes, abrangidos pela tabela do artigo 151.º do <a title="CIRS" href="https://diariodarepublica.pt/dr/legislacao-consolidada/portaria/2001-177307831" target="_blank" rel="noopener">CIRS</a> (com a exceção do código 15).</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div class="destaque-artigo">
<p><strong>Tome Nota:</strong><br />
O IAS, ou Indexante dos Apoios Sociais, é um indicador atualizado anualmente e que serve como referência para o cálculo das prestações sociais. Em 2023, tinha um valor de 478,70€, subindo em 2024 para 509,26€ e em 2025 para 522,50€.</p>
</div>
<h3>Quais os efeitos da subida do salário mínimo?</h3>
<p>A subida desta remuneração base tem impacte não só para quem a recebe. Serve de referência para outras remunerações. Eis alguns exemplos:</p>
<ul>
<li>O cálculo das <strong>compensações por despedimento coletivo</strong> não pode ultrapassar 20 salários mínimos. A compensação global não pode ser superior a 240 salários mínimos;</li>
<li>A compensação máxima a pagar pelo <strong>Fundo de Garantia Salarial</strong> equivale mensalmente a três salários mínimos nacionais;</li>
<li>Os valores relacionados com a <strong>penhora de salário</strong> também sofrem alterações sempre que sobe o salário mínimo. O valor correspondente ao salário mínimo é considerado impenhorável, exceto se se tratar de uma pensão de alimentos;</li>
<li>As contas do <strong>Rendimento Anual Bruto Corrigido (RABC)</strong>, usadas para calcular benefícios sociais, como prestações de Segurança Social, subsídios e deduções fiscais, mudam conforme o salário mínimo. O RABC também é usado para contestar a atualização de rendas em contratos celebrados antes da entrada em vigor do Regime do Arrendamento Urbano (RAU);</li>
<li>Um dos requisitos para ter acesso ao <strong>Porta 65</strong>, programa de apoio ao arrendamento jovem, é o limite do rendimento mensal corrigido que não pode exceder 4 vezes o salário mínimo nacional;</li>
<li>Para um dependente poder entregar o IRS com os pais, mesmo que já trabalhe, não pode ter mais de 25 anos nem receber mais do que o salário mínimo;</li>
<li>Os cálculos do subsídio de desemprego incluem este indicador, em particular no valor mínimo a receber de apoio nos casos em que se recebia pelo menos o salário mínimo.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="caixa-destaque">
<p><strong>Em que situações é permitido pagar menos do que o salário mínimo?</strong><br />
De acordo com o artigo 275.º do <a title="Código do Trabalho " href="https://diariodarepublica.pt/dr/legislacao-consolidada/lei/2009-34546475-46751475" target="_blank" rel="noopener">Código do Trabalho</a> é permitido pagar menos do que o salário mínimo a trabalhadores em situações específicas:</p>
<ul>
<li>Trabalhadores sem horário de trabalho completo (por exemplo, um trabalhador em <em>part-time</em>);</li>
<li>Estagiários, praticantes, aprendizes ou formandos em situação de formação certificada, podem ver o seu salário mínimo reduzido em menos 20% durante, no máximo, um ano. Se tiver um curso técnico-profissional ou um curso do sistema de formação profissional qualificante para a respetiva profissão, o prazo máximo é de seis meses;</li>
<li>Trabalhadores com capacidade reduzida ou deficiência. A redução do salário mínimo corresponde à diferença entre a capacidade plena para o trabalho e o coeficiente de capacidade efetiva para a atividade contratada. Aplica-se se a diferença for superior a 10%, ainda que com o limite de 50%. A certificação do coeficiente de capacidade efetiva é feita, a pedido do trabalhador, pelo serviço público de emprego ou pelos serviços de saúde.</li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Qual é o salário mínimo noutros países europeus?</h3>
<p>Os salários mínimos nos Estados Membros variam muito entre si. O mais baixo é praticado na Bulgária (447€) e o mais alto no Luxemburgo (2 571€). Portugal aparece na categoria inferior a 1 000€ por mês.</p>
<p>Áustria, Dinamarca, Finlândia, Itália, Islândia, Noruega, Suécia e Suíça não instituíram o salário mínimo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table border="1" width="660" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top"><strong>Valor em euros</strong></td>
<td valign="top"><strong>Países</strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><strong>Superior a 1 500€/mês</strong></td>
<td valign="top">Luxemburgo, Irlanda, Países Baixos, Bélgica, Alemanha e França</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><strong>Entre 1000 e 1 500€/mês</strong></td>
<td valign="top">Espanha e Eslovénia</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><strong>Igual ou inferior a 1 000€/mês</strong></td>
<td valign="top">Chipre, Polónia, Grécia, Portugal, Malta, Lituânia, Croácia, Estónia, República Checa, Eslováquia, Roménia, Letónia, Hungria e Bulgária</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>Benefícios para quem tem baixos rendimentos</h3>
<p>Por terem baixos rendimentos, ou nem sequer os auferir, os contribuintes em Portugal têm direito a alguns apoios sociais e isenções, como no caso do IRS. Fique a conhecer alguns:</p>
<ul>
<li><strong>Abono de família</strong>:<strong> </strong>famílias cujos rendimentos correspondam a um limite de 240 vezes o valor do Indexante dos Apoios Sociais (IAS), ou seja 125 400 euros em 2025 (240 x 522,50 euros), podem receber abono de família. O requerimento é feito na Segurança Social;</li>
<li><strong>Abono de família pré-natal: </strong>prestação atribuída pela Segurança Social à mulher grávida a partir da 13ª semana de gestação, com o objetivo de compensar os encargos acrescidos do período de gravidez. Para isso, o agregado familiar deve ter um património mobiliário (contas no banco, ações ; entre outros) abaixo de 122 222,40€ (o que corresponde a 240 vezes o IAS em 2025;</li>
<li><strong>Ação Social Escolar (ASE)</strong>:<strong> </strong>refeições escolares e auxílios económicos para ajudar nas despesas de material escolar. Inscrição nas câmaras municipais e no agrupamento escolar;</li>
<li><strong>IMI: </strong>a atribuição da isenção de IMI às famílias com baixos rendimentos é feita de forma automática por parte da Autoridade Tributária com base na declaração anual de IRS;</li>
<li><strong>Tarifa Social de Eletricidade</strong><strong>: </strong>consumidores com baixos rendimentos têm direito a um desconto de 33,8% sobre o preço das tarifas sem taxas nem impostos, quer no mercado regulado, quer no mercado liberalizado. A atribuição é automática.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Parece mentira mas é verdade: com 50 euros os portuguesas compram pouco mais de 3 quilos de bacalhau</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/parece-mentira-mas-e-verdade-com-50-euros-os-portuguesas-compram-pouco-mais-de-3-quilos-de-bacalhau/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 18:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=426545</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nos últimos três anos, o preço do peixe aumentou quase 30%, e um cabaz com apenas um quilo de bacalhau graúdo, dourada, salmão, pescada fresca, carapau, peixe-espada-preto, robalo e perca custa já quase 85 euros.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>preço do peixe aumentou 26,41%</strong> nos últimos três anos. As contas são da <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/supermercado/noticias/preco-peixe-50-euros-ja-so-chegam-comprar-3-quilos-bacalhau" target="_blank" rel="noopener">DECO PROteste</a>, que revela que um pequeno cabaz com <strong>um quilo de oito diferentes variedades de peixe</strong> — bacalhau graúdo, dourada, salmão, pescada fresca, carapau, peixe-espada-preto, robalo e perca — já <strong>custa, em média, 84,35 euros</strong>. Este valor representa um<strong> aumento de 17,62 euros</strong> face ao preço de há três anos, a 5 de janeiro de 2022. Há cerca de um ano, a 3 de abril de 2024, quando a <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/supermercado/noticias/preco-peixe-50-euros-ja-so-chegam-comprar-3-quilos-bacalhau" target="_blank" rel="noopener">DECO PROteste</a> fez esta análise, o <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/supermercado/noticias/50-euros-ja-nao-chegam-comprar-5-quilos-peixe" target="_blank" rel="noopener">mesmo cabaz de oito quilos de peixe</a> custava <strong>79,22 euros</strong>, menos 5,13 euros (menos 6,48 por cento).</p>
<p>Já se na primeira semana de 2022 o consumidor tivesse apenas 50 euros para gastar e quisesse comprar as oito variedades de peixe do cabaz da DECO PROteste, comprando igual quantidade de todas, levava para casa <strong>5,6 quilos</strong> de peixe. A 28 de maio deste ano, pelo mesmo valor, já só era possível comprar <strong>4,4 quilos de peixe</strong>, menos ainda do que os <strong>4,8 quilos</strong> que se compravam há um ano, a 3 de abril de 2024.</p>
<h2>Quantos quilos de peixe compra com 50 euros?</h2>
<p>Mas, afinal, quantos quilos de cada variedade de peixe é atualmente possível comprar com apenas 50 euros? Foi o que quis saber a DECO PROteste. Para isso, usou os preços que recolhe todas as quartas-feiras desde janeiro de 2022 para a monitorização do seu <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/supermercado/noticias/precos-estao-aumentar-alimentos" target="_blank" rel="noopener">cabaz alimentar</a>. Depois, com base no preço por quilo de cada variedade de peixe, calculou que quantidade rende este modesto orçamento. O <strong>preço do carapau é atualmente o mais baixo</strong> e, por isso, aquele que permite comprar maior quantidade de peixe com apenas 50 euros: <strong>9,7 quilos</strong>. No extremo oposto está o <strong>preço do bacalhau</strong>, que permite comprar apenas <strong>3,2 quilos </strong>com 50 euros.</p>
<h3>Bacalhau: 3,2 quilos</h3>
<p>Nos últimos três anos, o preço do <strong>bacalhau </strong>aumentou 5,01 euros por quilo (mais 47%), de 10,60 euros por quilo, a 5 de janeiro de 2022, para <strong>15,61 euros por quilo</strong>, a 28 de maio de 2025. Com um orçamento de apenas 50 euros, já só é possível comprar <strong>3,2 quilos</strong> desta variedade de peixe. Há três anos seria possível comprar 4,7 quilos.</p>
<p><iframe title="Bacalhau graúdo" src="https://e.infogram.com/0d6bc6e3-14af-4b32-863b-2d985e3fe5ab?parent_url=https%3A%2F%2Fwww.deco.proteste.pt%2Ffamilia-consumo%2Fsupermercado%2Fnoticias%2Fpreco-peixe-50-euros-ja-so-chegam-comprar-3-quilos-bacalhau&amp;src=embed#async_embed" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h3>Salmão: 3,4 quilos</h3>
<p>O <strong>salmão</strong> é, atualmente, a segunda variedade de peixe mais cara do cabaz alimentar. A <strong>14,63 euros por quilo</strong>, com 50 euros só é possível comprar <strong>3,4 quilos</strong> de salmão. Há três anos, com o preço por quilo a 10,88 euros, o consumidor comprava 4,6 quilos desta variedade de peixe. O aumento foi de 3,75 euros (mais 34,5%) em três anos.</p>
<p><iframe title="Salmão" src="https://e.infogram.com/1416d553-1657-4d7a-82d0-c16716ac6f08?parent_url=https%3A%2F%2Fwww.deco.proteste.pt%2Ffamilia-consumo%2Fsupermercado%2Fnoticias%2Fpreco-peixe-50-euros-ja-so-chegam-comprar-3-quilos-bacalhau&amp;src=embed#async_embed" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h3>Pescada fresca: 4,5 quilos</h3>
<p>A <strong>pescada fresca</strong> viu o seu preço aumentar 91 cêntimos por quilo (mais 9%) desde janeiro de 2022 e custa agora <strong>11,12 euros por quilo</strong>, o que permite levar para casa apenas <strong>4,5 quilos </strong>de peixe com um orçamento de 50 euros. Há três anos, por 50 euros, o consumidor comprava <strong>4,9 quilos </strong>de pescada.</p>
<p><iframe title="Pescada fresca" src="https://e.infogram.com/98c2f0af-8a98-468a-ae40-66a42fc1853e?parent_url=https%3A%2F%2Fwww.deco.proteste.pt%2Ffamilia-consumo%2Fsupermercado%2Fnoticias%2Fpreco-peixe-50-euros-ja-so-chegam-comprar-3-quilos-bacalhau&amp;src=embed#async_embed" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h3>Perca: 4,5 quilos</h3>
<p>A <strong>perca</strong> é a variedade de peixe do cabaz alimentar da DECO PROteste cujo preço menos aumentou desde janeiro de 2022: apenas oito cêntimos (mais 0,7 por cento). Na última semana de maio deste ano, com um preço de <strong>11,02 euros por quilo</strong>, o consumidor comprava <strong>4,5 quilos </strong>de perca por 50 euros. Há três anos comprava apenas mais 32 gramas deste peixe.</p>
<p><iframe title="Perca" src="https://e.infogram.com/27d55e07-2956-4839-a4ce-072b0cf0a9b2?parent_url=https%3A%2F%2Fwww.deco.proteste.pt%2Ffamilia-consumo%2Fsupermercado%2Fnoticias%2Fpreco-peixe-50-euros-ja-so-chegam-comprar-3-quilos-bacalhau&amp;src=embed#async_embed" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h3>Peixe-espada-preto: 5 quilos</h3>
<p>O<strong> peixe-espada-preto</strong> aumentou 3,22 euros por quilo (mais 47%) nos últimos três anos, para <strong>10,03 euros por quilo</strong>. Por isso, se há três anos, a 6,82 euros por quilo, era possível comprar 7,3 quilos desta variedade de peixe com 50 euros, agora, a cesta de compras leva apenas cerca de <strong>5 quilos </strong>de peixe-espada-preto.</p>
<p><iframe title="Peixe-espada-preto" src="https://e.infogram.com/cb78eca8-7b16-48f7-88aa-6ee5c8b7d1b3?parent_url=https%3A%2F%2Fwww.deco.proteste.pt%2Ffamilia-consumo%2Fsupermercado%2Fnoticias%2Fpreco-peixe-50-euros-ja-so-chegam-comprar-3-quilos-bacalhau&amp;src=embed#async_embed" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h3>Dourada: 5,5 quilos</h3>
<h2></h2>
<p>Com um preço de <strong>9,07 euros por quilo</strong> a 28 de maio deste ano, a dourada aumentou 2,82 euros (mais 45%) face à primeira semana de 2022, altura em que custava 6,25 euros por quilo. Agora, com 50 euros, o consumidor só consegue comprar <strong>5,5 quilos </strong>de dourada. Há três anos, trazia para casa 8 quilos<strong> </strong>desta variedade de peixe.</p>
<p><iframe title="Dourada" src="https://e.infogram.com/78e28229-8bb3-4737-9664-eaea9cae5550?parent_url=https%3A%2F%2Fwww.deco.proteste.pt%2Ffamilia-consumo%2Fsupermercado%2Fnoticias%2Fpreco-peixe-50-euros-ja-so-chegam-comprar-3-quilos-bacalhau&amp;src=embed#async_embed" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h3>Robalo: 6,5 quilos</h3>
<p>O <strong>robalo</strong> continua a ser das variedades de peixe mais económicas do cabaz alimentar, apesar de nos últimos três anos ter visto o seu preço subir 1,13 euros por quilo (mais 17%), para <strong>7,72 euros por quilo</strong>. A 28 de maio deste ano, com 50 euros, era possível comprar <strong>6,5 quilos </strong>de robalo. Em janeiro de 2022, pelo mesmo valor, o consumidor comprava 7,6 quilos deste peixe.</p>
<p><iframe title="Robalo" src="https://e.infogram.com/b6fd6c16-f9b2-4d98-be97-7c692d8844dc?parent_url=https%3A%2F%2Fwww.deco.proteste.pt%2Ffamilia-consumo%2Fsupermercado%2Fnoticias%2Fpreco-peixe-50-euros-ja-so-chegam-comprar-3-quilos-bacalhau&amp;src=embed#async_embed" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h3>Carapau: 9,7 quilos</h3>
<p>Apesar dos aumentos, o <strong>carapau</strong> continua a ser a variedade de peixe mais barata do cabaz alimentar da DECO PROteste. Em três anos, o preço subiu 72 cêntimos (mais 16%), para <strong>5,15 euros por quilo</strong>. A este preço, 50 euros permitem comprar <strong>9,7 quilos</strong> de carapau. Há três anos, com o mesmo dinheiro, o consumidor comprava 11,3 quilos.</p>
<p><iframe title="Carapau" src="https://e.infogram.com/2b9f87aa-93a0-42b7-baee-afe5d0101056?parent_url=https%3A%2F%2Fwww.deco.proteste.pt%2Ffamilia-consumo%2Fsupermercado%2Fnoticias%2Fpreco-peixe-50-euros-ja-so-chegam-comprar-3-quilos-bacalhau&amp;src=embed#async_embed" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p>Para poupar nas compras semanais, pesquise os supermercados mais baratos e compare o índice diário das várias cadeias de distribuição para o mesmo cabaz de produtos, no simulador da DECO PROteste, disponível na plataforma Saber Poupar, em <a href="https://www.deco.proteste.pt/campanhas/saber-poupar" target="_blank" rel="noopener">www.saberpoupar.pt</a>. Pode pesquisar por distrito ou concelho e até selecionar o tipo de alimentos que costuma comprar.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Costuma usar o alta voz ou fazer videochamadas em público? Cuidado com as multas (podem chegar aos 250 euros)</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/costuma-usar-o-alta-voz-ou-fazer-videochamadas-em-publico-cuidado-com-as-multas-podem-chegar-aos-250-euros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jun 2025 17:20:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ouvir chamadas em alta-voz, assistir a vídeos ou até participar em videochamadas sem auscultadores tornou-se uma prática comum. Numa situação em particular, tem originado muitas reclamações. E a AMT já aplicou coimas. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-header-inner">
<div class="post-header-title">
<div class="post-meta single-post-meta">Segundo dados da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT), fornecidos ao Público, entre as quase 29 mil reclamações recebidas em 2024, apenas 121 foram relacionadas com comportamentos ruidosos ou pouco urbanos por parte dos passageiros. Ainda assim, estas situações podem originar multas entre 50 e 250 euros.</div>
</div>
</div>
<div class="entry-content clearfix single-post-content">
<div class="">
<p>A Comboios de Portugal (CP) reconhece o problema e está a avaliar a criação de carruagens dedicadas ao silêncio, sobretudo nos serviços de longo curso, como o Alfa Pendular, tal como já acontece em países como França, Alemanha ou Itália. A empresa já emite avisos nos comboios para incentivar o uso responsável do som e admite estar a reavaliar a sua posição.</p>
<p>No transporte rodoviário, a Rede Expressos e a Flixbus admitem que o ruído pode ser uma fonte de desconforto, mas indicam que as reclamações continuam pontuais. A Rede Expressos já inclui vídeos a bordo com sugestões de boa conduta, incluindo avisos sobre o volume do telemóvel.</p>
<p>Já a Flixbus recolhe sugestões dos passageiros através de um inquérito de satisfação após cada viagem. E algumas dessas propostas envolvem precisamente a recomendação explícita do uso de auriculares. A transportadora está a considerar incluir esse lembrete nos avisos de início de viagem, se a situação se tornar mais frequente.</p>
</div>
</div>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Prepare-se: daqui a 6 meses a idade da reforma e os cortes nas pensões antecipadas vão subir</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/prepare-se-daqui-a-6-meses-a-idade-da-reforma-e-os-cortes-nas-pensoes-antecipadas-vao-subir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 13:45:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esperança média de vida da população aumentou para 20,02 anos, o que colocará a idade legal da reforma em 66 anos e nove meses em 2026. Consequentemente, corte nas pensões antecipadas também sobe para quase 17%.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="item-1 item-1-6 item-odd item-first first CT-html">
<p>A idade da reforma vai aumentar para 66 anos e nove meses no próximo ano, o valor mais elevado de sempre. Por consequência, também o corte nas pensões antecipadas vai subir e deverá situar-se em 16,9%, refere o Contas Pupança.</p>
</div>
<div class="item-2 item-2-6 item-even CT-html">
<p>O Instituto Nacional de Estatística (INE), <a href="https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&amp;xpgid=ine_destaques&amp;DESTAQUESdest_boui=706999624&amp;DESTAQUESmodo=2" target="_blank" rel="noopener noreferrer">divulgou </a>na passada sexta-feira um boletim que confirma o aumento da esperança média de vida que, aos 65 anos e no período entre 2022 e 2024, foi estimada em 20,02 anos para o total da população.</p>
<p>“A esperança de vida aos 65 anos, no período 2022-2024, foi estimada em 20,02 anos para o total da população. Aos 65 anos, os homens podiam esperar viver 18,30 anos e as mulheres 21,35 anos, o que corresponde a um aumento de 0,30 anos para os homens e de 0,24 anos para as mulheres relativamente a 2021-2023”, lê-se no documento divulgado pelo INE.</p>
</div>
<div class="item-4 item-4-6 item-even CT-html">
<p>Com a esperança média de vida a aumentar, por consequência, sobe também a idade legal da reforma, o que significa que o corte nas pensões antecipadas também passa a ser mais elevado, refere o Contas Pupança.</p>
</div>
<div class="item-5 item-5-6 item-odd CT-html">
<p>Assim sendo, como antevê o <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/economia/seguranca-social/detalhe/ine-confirma-corte-de-quase-17-nas-pensoes-antecipadas" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Jornal de Negócios</a>, o corte do fator de sustentabilidade &#8211; mecanismo utilizado para o cálculo das reformas -, para as pensões atribuídas este ano é de 16,9%, não incluindo outras penalizações.</p>
</div>
<div class="item-6 item-6-6 item-even item-last CT-html">
<p>De referir, no entanto, que aos pensionistas com mais de 40 anos de descontos se aplica a &#8220;idade pessoal da reforma&#8221;, um desconto de quatro meses em relação à idade de acesso à pensão por cada ano de contribuições que o trabalhador tiver acima dos 40 anos.</p>
</div>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Portugueses voltam a cortar no orçamento este ano: mais de 50% gostaria de pagar em prestações sem juros</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/portugueses-voltam-a-cortar-no-orcamento-este-ano-mais-de-50-gostaria-de-pagar-em-prestacoes-sem-juros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 09:42:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inquérito Klarna revela descida no valor médio previsto para viagens em 2025 e maior interesse em soluções de pagamento flexíveis.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o aumento do custo das viagens e o crescente foco na gestão financeira, os consumidores portugueses estão a tornar-se mais estratégicos nas suas decisões de gastos – incluindo quando se trata das férias de verão. De acordo com um novo inquérito realizado pela Klarna, rede global de pagamentos e comércio capacitada por IA, quase metade dos inquiridos portugueses (46%) planeiam gastar até 600 euros por pessoa em viagens em 2025. Em contrapartida, no ano anterior, 48% afirmaram que pretendiam gastar entre 600 e 900 euros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esta queda no orçamento médio de férias não significa que as pessoas estão a desistir de viajar – reflete uma mudança de mentalidade: mais planeamento, mais controlo e uma preferência crescente por alternativas que permitam aos consumidores desfrutar de experiências de qualidade sem comprometerem a sua estabilidade financeira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O estudo mostra também que 52% dos portugueses começa a organizar as férias entre 3 a 6 meses antes, com destaque para os mais jovens (até 34 anos), entre os quais 30% planeia as suas férias de verão com mais de seis meses de antecedência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No que toca às estratégias para maximizar o orçamento, 63% prefere recorrer a descontos ou reembolsos, mas cresce o interesse por soluções flexíveis: 59% gostaria de poder pagar despesas como alojamento e transporte em prestações iguais e sem juros. A modalidade “compre agora, pague depois” já é utilizada por 17% dos inquiridos, e o valor sobe para 19% na faixa etária dos 25 aos 34 anos – um sinal claro de mudança nos hábitos de consumo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A poupança continua a ser o método mais utilizado para pagar as férias (87%), mas ainda há quem recorra ao crédito tradicional: 14% dos Baby Boomers (55-65 anos) opta por colocar as despesas no cartão de crédito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Estes resultados mostram que os consumidores portugueses estão a gerir as suas finanças de forma mais estratégica, procurando alternativas que lhes permitam manter a qualidade das suas experiências, sem sacrificar a estabilidade financeira. A Klarna oferece exatamente isso: soluções de pagamento flexíveis, transparentes e sem juros, que ajudam os consumidores a aproveitarem melhor o seu dinheiro, sobretudo em momentos importantes, como as férias de verão”, afirma Alexandre Fernandes, Country Manager da Klarna em Portugal e Espanha.</p>
<p>&nbsp;</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>7 em cada 10 lares deixam este aparelho em standby a noite toda e gastam 180 euros sem se aperceberem </title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/7-em-cada-10-lares-deixam-este-aparelho-em-standby-a-noite-toda-e-gastam-180-euros-sem-se-aperceberem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 14:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Astrologia]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=425949</guid>

					<description><![CDATA[<p>"Não pensei que isso teria tanto impacto na minha conta."</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É um gesto comum: controle remoto da TV carregar no botão para desligar e ir para a cama. Outra coisa semelhante a fechar o computador de mesa e levantar da cadeira. Ambas representam um aumento na conta de luz, é o que afirma o portal francês Farmitoo , que inclui cálculos da empresa Enedis.</p>
<p>Sete em cada 10 lares franceses perdem dinheiro ao manter um hábito generalizado. Cerca de 180 euros por mês que vão diretamente para o aumento da conta de luz.</p>
<p>Esses hábitos têm a ver com a série de aparelhos que a cada noite permanecem em modo standby. Embora pareça que eles não estão a consumir energia, a realidade é que estão mesmo. Isso acontece com computadores, televisores , mas também com carregadores conectados.</p>
<p>Às vezes, essa despesa &#8220;oculta&#8221; ou em segundo plano pode chegar a 10% do consumo total de eletricidade de uma casa média.</p>
<p>Mas a solução é muito simples e não exige um grande investimento.</p>
<p>Pode optar por colocar uma tomada em todos esses tipos de dispositivos. Dessa forma, só precisa de desligar o aparelho e depois desconectar o filtro de linha ou o adaptador. Passa de apertar um botão para apertar alguns, um incómodo que vale a pena em termos de economia de energia.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Número de multimilionários cresceu em todas as regiões do mundo, mas há uma que se destaca (não é essa que está a pensar)</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/numero-de-multimilionarios-cresceu-em-todas-as-regioes-do-mundo-mas-ha-uma-que-se-destaca-nao-e-essa-que-esta-a-pensar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 10:45:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O número de multimilionários (HNWIs – indivíduos com mais de 10 milhões de dólares em activos) a nível mundial aumentou 4,4% em 2024. De acordo com o The Wealth Report, o relatório anual da Knight Frank, parceira em Portugal da Quintela e Penalva desde 2021) o número de indivíduos com património elevado aumentou mais de 4 % em 2024, passando de 2.243.300 para 2.341.378 indivíduos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p class="x_MsoNormal">Todas as regiões do globo registaram um aumento, mas foi a América do Norte que liderou este crescimento, com mais de 5,2% de multimilionários. A Ásia registou o segundo maior aumento, com 5%, seguida de África, com 4,7%. A Australásia (3,9%), o Médio Oriente (2,7%), a América Latina (1,5%) e a Europa ficou em quinto lugar com mais 1,4% multimilionários no ano transato.</p>
<p class="x_MsoNormal">Assim, pela primeira vez, a população de indivíduos com um património de pelo menos 100 milhões de dólares ultrapassou, pela primeira vez, a marca dos 100 mil indivíduos.</p>
<p class="x_MsoNormal">Quase 40% da população mundial de indivíduos muito ricos vivem nos Estados Unidos, em comparação com os 20% do seu rival mais próximo, a China. O Japão é a única outra nação a ostentar uma percentagem de indivíduos ricos superior a 5%.</p>
<p class="x_MsoNormal">Por conseguinte, talvez não seja surpreendente que os Estados Unidos tenham liderado a criação de riqueza a nível mundial em 2024 com uma expansão de 5,2% na sua população de HNWIs. A Ásia ficou logo atrás, com um crescimento de 5%, seguida de África, que registou um aumento de 4,7%, embora a partir de uma base muito mais baixa.</p>
<p class="x_MsoNormal">A população de HNWIs da Australásia aumentou 3,9%, ajudada pelo seu acesso aos mercados asiático e norte-americano. A população de indivíduos com um valor mínimo de 10 milhões de dólares no Médio Oriente aumentou 2,7% no ano passado, colocando a região em quinto lugar.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Gostava (finalmente) de deixar de usar dinheiro? Pode estar para breve, de forma mais fácil e segura</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/gostava-finalmente-de-deixar-de-usar-dinheiro-pode-estar-para-breve-de-forma-mais-facil-e-segura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Jun 2025 16:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os pagamentos digitais estão em franca expansão a nível mundial, com uma crescente adopção de diversas formas de pagamento digital, seja através de sites, aplicações ou outras plataformas.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Olhando para 2025, o futuro dos pagamentos apresenta-se cada vez mais digital, flexível e orientado para as escolhas dos consumidores. A pensar nisto, a Visa em Portugal apresentou as principais tendências que vão definir os pagamentos este ano.</strong></p>
<p>Identificou seis:</p>
<p><b>1. Inteligência Artificial na prevenção de fraude</b><br />
A Inteligência Artificial (IA) vai ter um papel fundamental na personalização das experiências de pagamento e na detecção de fraudes. A analise de padrões de transações em tempo real e a identificação de riscos antes que se tornem problemas vai ser uma realidade, apoiada por algoritmos de deep learning cada vez mais sofisticados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>2. Identidade digital para uma maior (segurança) simplificação da autenticação</b><br />
Os tradicionais métodos de autenticação, como passwords e PIN, estão a dar lugar a soluções mais seguras e convenientes, como a biometria. A autenticação através de impressões digitais, reconhecimento facial e outras características biométricas promovem maior eficiência e protecção nos pagamentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>3. Pagamentos em tempo real continuam o seu desenvolvimento</b><br />
Em 2025, a dinâmica dos pagamentos em tempo real (RTP) vai ser influenciada pelo desenvolvimento das maiores economias mundiais. Na Europa, o Sistema de Transferências Instantâneas SEPA (Área Única de Pagamentos em Euros) deverá assistir a uma tendência de maior adopção. Nos EUA, a Reserva Federal vai migrar para o ISO 20022, uma norma internacional aceite pela indústria para a troca de informação financeira, em Março de 2025.</p>
<p>Com estes avanços podem surgir alguns desafios. Governos que operam redes RTP de maneira independente podem enfrentar questões relacionadas a segurança, disponibilidade e falta de capacidades cambiais. A colaboração entre as diferentes partes, poderá ser chave na partilha de conhecimento e recursos para aumentar a segurança, a interoperabilidade e a funcionalidade transfronteiriça. A tarefa fundamental do ecossistema de pagamentos é equilibrar a inovação com as salvaguardas necessárias, protegendo contra os riscos associados à natureza instantânea e irreversível dos pagamentos RTP.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>4. Pagamentos entre contas (A2A) serão mais simples</b><br />
Os pagamentos com cartão oferecem uma experiência já madura, com segurança e protecções que estes novos métodos ainda se encontra embrionária. Pagamentos electrónicos, como as transferências ACH – de uma conta para outra – têm sido em grande parte excluídos da revolução digital. No entanto, produtos como ‘pay by bank’ – método de pagamento online que transfere fundos directamente da conta bancária do cliente para a do comerciante, sem usar cartões – estão a digitalizar e a simplificar os pagamentos A2A, oferecendo aos consumidores mais formas de pagar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>5. Finanças integradas em plataformas digitais</b><br />
As finanças integradas (embedded finance) consistem na inclusão de serviços e produtos financeiros dentro de plataformas digitais que, tradicionalmente, não são financeiras. Esta tendência tem vindo a crescer, especialmente no sector do comércio, o que facilita o acesso dos consumidores a soluções financeiras de forma mais simples e conveniente. Integrar serviços de pagamento directamente nas plataformas traz uma experiência mais fluida, personalizada e eficiente, o que beneficia consumidores e empresas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>6. Pagamentos internacionais mais rápidos</b><br />
O aumento do comércio global criou a necessidade de transações internacionais rápidas e de baixo custo. No entanto, para que os pagamentos transfronteiriços sejam mais eficazes, é necessário que as redes de pagamentos em tempo real (RTP) sejam interoperáveis. Soluções como o Visa Direct já permitem este tipo de transações, mais rápidas e acessíveis, e que simplificam tanto a conversão de moeda como o cumprimento da legislação e regulamentação locais.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quer pedir pré-reforma em 2025? Veja aqui se tem direito, como fazê-lo e quanto vai receber</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/quer-pedir-pre-reforma-em-2025-veja-aqui-se-tem-direito-como-faze-lo-e-quanto-vai-receber/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2025 10:45:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=425722</guid>

					<description><![CDATA[<p>A transição para a reforma pode ser um momento de maior equilíbrio e flexibilidade com a pré-reforma. Este regime oferece aos trabalhadores a possibilidade de reduzir o horário de trabalho ou até suspender totalmente a actividade profissional, sem perder o direito ao salário mensal. O Ekonomista explica quem tem direito à pré-reforma em 2025. Descubra como reduzir o horário de trabalho ou cessar actividade mantendo o salário e os requisitos necessários.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pré-reforma é um regime acordado entre o trabalhador e o empregador que facilita uma transição gradual para a reforma. Destinada a trabalhadores com 55 anos ou mais, esta medida oferece duas modalidades:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Redução do horário de trabalho</strong>: o trabalhador mantém todos os direitos associados à Segurança Social.</li>
<li><strong>Suspensão total da actividade</strong>: o trabalhador deixa de ter acesso a subsídios de doença, desemprego e parentalidade, mas continua a receber o salário mensal acordado.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para garantir a validade e transparência, o acordo de pré-reforma deve ser formalizado por escrito e incluir os seguintes elementos:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Identificação e moradas das partes, com as respectivas assinaturas;</li>
<li>Data de início do regime de pré-reforma;</li>
<li>Valor mensal a receber pelo trabalhador;</li>
<li>Novo horário de trabalho, caso opte pela redução da carga horária.</li>
</ul>
<p>Este regime oferece flexibilidade, mantendo a segurança financeira durante a reta final da vida activa.</p>
<h3></h3>
<p class="wp-block-heading"><strong>Quais os requisitos para aderir?</strong><br />
A pré-reforma destina-se a trabalhadores com 55 anos ou mais, sendo essencial a existência de um acordo formal com o empregador. No entanto, ficam excluídos deste regime os trabalhadores que não estejam abrangidos por proteção social nas eventualidades de velhice, invalidez ou morte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como funciona o processo?</strong><br />
O pedido de pré-reforma deve ser formalizado pelo empregador junto da Segurança Social. Para tal, é necessário submeter o acordo devidamente assinado por ambas as partes, acompanhado da declaração de remunerações relativa ao mês em que o regime terá início. Se todos os requisitos forem cumpridos, a Segurança Social aprovará o pedido no prazo de 30 dias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quanto se recebe?</strong><br />
O valor da prestação de pré-reforma é determinado com base no último salário do trabalhador. De acordo com a legislação, este valor não pode ser inferior a 25% da última remuneração, sendo o limite máximo equivalente ao último vencimento auferido. Caso o trabalhador tenha direito a aumentos salariais durante o período da pré-reforma, a prestação será ajustada proporcionalmente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Contribuições para a Segurança Social</strong><br />
Tanto o trabalhador como a entidade empregadora podem usufruir de uma redução nas contribuições para a Segurança Social durante o período de pré-reforma. No entanto, é importante destacar que as taxas contributivas incidem sobre o valor do último salário recebido antes da entrada no regime, e não sobre o montante da prestação mensal acordada.</p>
<p>Este modelo garante uma transição financeira mais equilibrada para a reforma, permitindo reduzir encargos sem comprometer a sustentabilidade contributiva e o cumprimento das obrigações legais.</p>
<h4></h4>
<h4 class="wp-block-heading">Taxas contributivas da pré-reforma</h4>
<figure class="wp-block-table">
<table class="has-fixed-layout">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Situação de pré-reforma</strong></td>
<td><strong>Entidade empregadora</strong></td>
<td><strong>Trabalhador</strong></td>
<td><strong>Total</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Suspensão do trabalho</td>
<td>18,3%</td>
<td>8,6%</td>
<td>26,9%</td>
</tr>
<tr>
<td>Redução do horário (ou casos gerais)</td>
<td>Mantém-se a taxa anterior</td>
<td>Mantém-se a taxa anterior</td>
<td>–</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</figure>
<p>As contribuições devem ser pagas de dia 10 a 20 do mês seguinte. Em caso de atraso, aplicam-se juros sobre o valor devido.</p>
<h2></h2>
<p class="wp-block-heading"><strong>Quando termina a pré-reforma?</strong><br />
O regime de pré-reforma cessa nas seguintes circunstâncias:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Retorno ao trabalho a tempo inteiro;</li>
<li>Cessação do contrato de trabalho;</li>
<li>Transição para a condição de pensionista, seja por reforma por velhice ou invalidez.</li>
</ul>
<p>No caso de o contrato de trabalho terminar e incluir uma cláusula de indemnização, o trabalhador mantém o direito a receber as prestações de pré-reforma até alcançar a idade legal da reforma. Este mecanismo assegura a continuidade dos rendimentos, mesmo após o término da relação laboral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Vantagens da pré-reforma</strong><br />
Este regime oferece aos trabalhadores a oportunidade de ajustar o ritmo de trabalho na reta final da vida activa, garantindo estabilidade financeira e preservando a ligação ao mercado laboral. Com uma abordagem prática e flexível, a pré-reforma apresenta vantagens tanto para os trabalhadores como para as entidades empregadoras. Está a aproximar-se dos 55 anos? Consulte o seu empregador e explore se a pré-reforma é a escolha certa para planear esta nova etapa da sua vida.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reforma: Sabe quanto receberam metade dos pensionistas no final do ano passado? Veja se acertou</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/reforma-sabe-quanto-receberam-metade-dos-pensionistas-no-final-do-ano-passado-veja-se-acertou/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2025 10:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quase um milhão dos reformados da Segurança Social recebiam no final de 2024 uma pensão de velhice de até 500 euros, o equivalente a 51% do total, e abaixo do limiar de pobreza fixado para aquele ano.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com base nos dados do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social (MTSSS), uma análise da CGTP assinala que «perto de um milhão de pensionistas de velhice da segurança social (986,2 mil) recebiam menos de 500 euros de pensão por mês», o equivalente a 51,2% do total.</p>
<p>Este valor situa-se abaixo do limiar de pobreza fixado para aquele ano, que era de 542 euros, assumindo o rendimento anual dividido por 14.</p>
<p>Do total de quase um milhão de pessoas que recebiam até 500 euros, quase sete em cada dez (703,5 mil, o equivalente a 68,2%) eram mulheres e 31,7% (282,7 mil) eram homens.</p>
<p>Já «outros 25,8% recebiam entre 500 e 750 euros, correspondendo a perto de 497 mil pensionistas de velhice de ambos os sexos», nota a central sindical.</p>
<p>Assim, no total, quase 1,5 milhões de reformados recebiam até 750 euros, isto é, 77% do total de pensionistas da Segurança Social (1,92 milhões).</p>
<p>Segundo o documento, há ainda 102.789 que ganhavam entre 1200 euros e 2.000 euros, 26.907 que recebiam entre 2000 e 2500 euros, 14.872 que auferiam entre 2500 e 3000 euros, enquanto 26.880 recebiam 3000 euros ou mais.</p>
<p>Ou seja, cerca de 2% (41.752 mil) recebiam uma pensão de velhice igual ou superior a 2.500 euros, segundo os cálculos da Lusa, com base na análise da CGTP.</p>
<p>«Na Segurança Social, que abrange a maioria dos reformados e pensionistas do país, os valores médios das pensões são muito baixos, principalmente no caso das mulheres», alerta a CGTP.</p>
<p>Em Dezembro do ano passado, «o valor médio das pensões de velhice era de cerca de 666 euros mensais no conjunto de todos os regimes, situando-se pouco acima do limiar de pobreza», nota.</p>
<p>«As pensões do regime geral são pouco mais elevadas (516 euros na média do conjunto dos regimes e 524 euros no regime geral), mas em qualquer dos casos são sempre mais baixas entre as mulheres (rondam os 62% do valor recebido pelos homens), devido aos seus salários serem também, em média, mais baixos e as carreiras contributivas mais curtas», conclui a CGTP.</p>
<p>Esta análise insere-se num conjunto de dados que a CGTP tem vindo a realizar no âmbito da conferência nacional que a Comissão para a Igualdade entre Mulheres e Homens – CIMH/CGTP-IN vai realizar em 5 de Junho, tendo em vista debater a situação das mulheres no mundo do trabalho.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Gostava de trabalhar na Mercadona? Esta pode ser a sua oportunidade (e o salário pode chegar aos 4900 euros/ mês)</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/gostava-de-trabalhar-na-mercadona-esta-pode-ser-a-sua-oportunidade-e-o-salario-pode-chegar-aos-4900-euros-mes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2025 09:30:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A retalhista Mercadona está à procura de médicos para Setúbal, Lisboa, Santarém e Leiria, no âmbito da estratégia de saúde e bem-estar dos seus colaboradores. </p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A posição é full-time, com contrato de trabalho sem termo, e um salário anual bruto de 45.637,13€ com progressão a 69.280,37€, com subsídios de férias e Natal, incluídos. Acresce subsídio de alimentação diário e prémio anual mediante objectivos.</p>
<p>Além da valorização de conhecimentos de Espanhol, entre os requisitos estão:</p>
<p>Mestrado Integrado em Medicina (imprescindível);<br />
Regime de exclusividade (imprescindível);<br />
Carta de condução.</p>
<p>As funções do candidato seleccionado para as cidades de Setúbal, Lisboa, Santarém e Leiria serão:</p>
<p>&#8211; Consultas e receitas médicas;<br />
&#8211; Deslocações entre unidades da empresa (remuneradas);<br />
&#8211; Apoio telefónico à Linha de Saúde Mercadona (Linha de apoio à saúde do colaborador, com triagem e gestão realizada por uma equipa de enfermeiros).</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Todo o cuidado é pouco: clonagem de cartões bancários na mira da Policia Judiciária</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/todo-o-cuidado-e-pouco-clonagem-de-cartoes-bancarios-na-mira-da-policia-judiciaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2025 10:35:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
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		<category><![CDATA[Sapo Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Judiciária (PJ) deteve 10 pessoas numa operação na Grande Lisboa, Grande Porto, Minho e Algarve que envolve a contrafação de cartões e outros dispositivos de pagamento, resultando num prejuízo patrimonial de 450 mil euros.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo a PJ, as 10 pessoas foram detidas por fortes indícios da autoria dos crimes de associação criminosa, envolvendo a contrafação e uso de cartões ou outros dispositivos de pagamento, e branqueamento de capitais.</p>
<p>A investigação, iniciada em fevereiro de 2024, teve origem numa comunicação da Sociedade Interbancária de Serviços (SIBS), que detetou comportamentos anómalos na rede multibanco.</p>
<p>Na nota hoje divulgada, a PJ explica que entre dezembro de 2023 e janeiro de 2024, vários cartões bancários emitidos por instituições bancárias nacionais foram comprometidos em Caixas Automáticas (ATM/Multibanco) em diversos pontos do país.</p>
<p>Sobretudo na região da Grande Lisboa, as autoridades detetaram registos de movimentos a débito não autorizados nas contas bancárias dos titulares dos cartões clonados, de que resultaram prejuízos patrimoniais de 450 mil euros e ainda a tentativa de outros movimentos na ordem dos 900 mil euros.</p>
<p>Segundo a PJ, as pessoas envolvidas no esquema de clonagem de cartões conseguiam depois, “através de uma rede organizada e estruturada para o efeito”, escoar os fundos obtidos ilicitamente através do sistema bancário internacional.</p>
<p>Acrescenta que os investigadores conseguiram isolar uma situação de branqueamento, gerada por burlas informáticas em contexto internacional, que foi tratada em processo autónomo.</p>
<p>Os detidos, com idades entre os 21 e os 54 anos, serão presentes a primeiro interrogatório judicial no Tribunal Central de Instrução Criminal de Lisboa para aplicação das medidas de coação.</p>
<p>A PJ explica que os dados dos cartões podem ser comprometidos com recurso a dispositivos (&#8216;skimmers&#8217;) que permitem a leitura da banda magnética e a microcâmaras que captam o PIN, instalados de forma dissimulada em terminais ATM.</p>
<p>Avisa ainda que o &#8216;skimming&#8217; pode ocorrer em estabelecimentos comerciais, nomeadamente em bares, restaurantes e postos de combustível, pelo que as pessoas nunca devem perder o cartão de vista.</p>
<p>Para evitar ser-se vítima deste tipo de crimes, a PJ recomenda que se examine o terminal de pagamento antes de o utilizar e, caso detete peças soltas (teclado, ecrã ou ranhura de entrada do cartão) , o melhor será não usar o equipamento, informando o banco ou a polícia.</p>
<p>Quando se usa o multibanco, a PJ recomenda a que se tape sempre o teclado quando digitar o PIN e, em caso de “falha na operação ou comportamento suspeitos”, seja cancelada a transação, reportando ao banco.</p>
<p>SO // FPA</p>
<p>Lusa/fim</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Atenção: IUC vai deixar de ser pago no mês da matrícula. Conheça os prazos</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/atencao-iuc-vai-deixar-de-ser-pago-no-mes-da-matricula-conheca-os-prazos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2025 09:30:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[_modelo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O pagamento do Imposto Único de Circulação (IUC) - o antigo selo do carro - até 100 euros passará a ser feito até ao final de Fevereiro, a partir de 2026, sendo desdobrado em duas prestações, pagas em Fevereiro e Outubro, quando supera os 100 euros.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Esta medida faz parte do pacote de simplificação fiscal apresentado pelo Governo, numa conferência de imprensa conjunta dos ministros das Finanças e da Economia, após o Conselho de Ministros.</p>
<p>Atualmente, o IUC é pago no mês da matrícula, mas «muitas pessoas esquecem-se qual é o mês em que compraram carro, ou foi comprado em segunda mão» e isso gera atrasos no pagamento e coimas no IUC, apontou o ministro das Finanças, Miranda Sarmento.</p>
<p>O Governo decidiu por isso estabelecer um mês para o pagamento do IUC, caso seja até 100 euros, que será Fevereiro.</p>
<p>Já se for superior a 100 euros será feito em duas prestações, de igual montante, pagas em Fevereiro e Outubro, adiantou Joaquim Miranda Sarmento.</p>
<p>O governante salientou ainda que «esta é uma medida que só vai entrar em vigor em 2026» e que o IUC será devido pelo proprietário do carro no final do ano anterior ao do imposto devido.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Com o fim do mês a chegar é altura de fazer contas: atenção ao gás, pois os preços vão continuar a subir</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/com-o-fim-do-mes-a-chegar-e-altura-de-fazer-contas-atencao-ao-gas-pois-os-precos-vao-continuar-a-subir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra M. Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 10:09:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com o último relatório da Crédito y Caución, apesar do ligeiro equilíbrio de 2024, a volatilidade do mercado de gás continua elevada.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Três anos após a invasão da Ucrânia pela Rússia, os mercados mundiais de gás recuperaram um equilíbrio frágil. Os preços na Europa atingiram níveis record em 2022 como resultado da redução drástica da oferta russa. Em 2023 e 2024, os mercados estabilizaram gradualmente graças a medidas políticas para enfrentar a crise energética global, aumento das exportações globais de gás natural liquefeito e condições meteorológicas favoráveis. Contudo, os preços ainda estão bem acima das suas médias históricas, tanto na Ásia quanto na Europa, de acordo com o último relatório divulgado pela Crédito y Caución sobre o setor.</p>
<p>Há grande volatilidade na evolução dos preços do gás devido ao aumento da oferta de gás natural liquefeito e às tensões geopolíticas. O preço do gás começou em níveis muito baixos em 2024 e quase duplicou no primeiro trimestre de 2025. A previsão é que continue a aumentar até ao final de 2030 e depois comece gradualmente a diminuir.</p>
<p>Quanto à quota de gás, diminuirá à medida que as energias renováveis ganhem uma maior presença no mercado. A previsão é que continue a aumentar até 2030 para manter um equilíbrio estável entre a oferta interna, a procura e as exportações. Ao mesmo tempo, o comércio mundial de gás está cada vez mais inclinado para o gás natural liquefeito, o que terá impacto nos preços do gás à medida que a procura diminua e haja uma moderação nos preços.</p>
<p>Nesse sentido, a seguradora prevê que a procura global de energia abrande para 0,5% ao ano, atingindo o seu pico em 2030, principalmente devido aos mercados emergentes e economias em desenvolvimento. Especificamente, a Ásia, com enfoque na China e na Índia, e o Médio Oriente, continuarão a ser as principais fontes de crescimento da procura, enquanto na Europa, Japão e Estados Unidos esta ir-se-á reduzindo devido a um maior consumo de energias renováveis.</p>
<p>Estima-se, assim, um aumento anual de 0,4% na produção de gás até 2035, sendo especialmente elevado em 2030. Os Estados Unidos irão manter a sua posição de maior produtor mundial de gás natural até 2050. A produção de gás russo em 2035 deverá ficar abaixo dos níveis pré-invasão da Ucrânia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>5 dicas essenciais para vender os seus produtos em segunda mão</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/5-dicas-essenciais-para-vender-os-seus-produtos-em-segunda-mao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2025 16:30:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
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		<category><![CDATA[venda]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=424956</guid>

					<description><![CDATA[<p>Num estudo da Wallapop, 83% dos portugueses admite já ter comprado ou vendido produtos em segunda mão</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-olk-copy-source="MessageBody">O crescimento contínuo do consumo consciente e da economia circular é evidente, com 83% dos portugueses a admitir já ter comprado ou vendido produtos em segunda mão, segundo um estudo da Wallapop. Conheça 5 dicas práticas para vender com mais rapidez, segurança e eficiência.</div>
<div aria-hidden="true"></div>
<div><b>1. Capriche nas fotografias: </b>Garanta que as fotografias do anúncio são nítidas, com boa iluminação e tiradas de vários ângulos. Devem ser evitados anúncios onde o produto não é demonstrado no seu estado real ou onde são utilizadas apenas imagens de catálogo a exemplificar o modelo do artigo.</div>
<div><b> </b></div>
<div><b>2. Escreva descrições completas e honestas: </b>Procure fornecer descrições detalhadas dos produtos, incluindo informações como marca, estado de conservação, medidas, ano de compra e motivo da venda. Quanto mais clara e honesta for a descrição, maior a confiança do comprador.</div>
<div><b> </b></div>
<div><b>3. Defina um preço justo: </b>Pesquise os preços que estão a ser praticados face a outros produtos semelhantes e ajuste o valor de forma competitiva. Se quiser vender mais rápido, considere oferecer um pequeno desconto, mas tenha atenção a preços excessivamente baixos que podem ser considerados sinais de fraude.</div>
<div aria-hidden="true"></div>
<div><b>4. Mantenha o seu perfil atualizado: </b>Um perfil com fotografia, com as informações básicas – como nome e localização geral – e avaliações positivas inspira mais confiança aos compradores.</div>
<div aria-hidden="true"></div>
<div><b>5. Mantenha uma comunicação transparente: </b>Responder rapidamente às questões de um comprador pode aumentar as hipóteses de fechar um negócio, pelo que é importante utilizar o chat da aplicação para manter uma comunicação centralizada e constante.</div>
<div aria-hidden="true"></div>
<div>Vender artigos usados não só é uma forma inteligente de ganhar dinheiro extra, como também contribui para um estilo de vida mais sustentável. No mesmo estudo da Wallapop, 90% dos portugueses mencionou rever pelo menos uma vez por ano os produtos que tem em casa com o objetivo de desimpedir o espaço e vender o que já não usa.</div>
<div aria-hidden="true"></div>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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