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	<title>Saúde &#8211; Forever Young</title>
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	<description>Para se sentir sempre jovem. Viva com mais sentido, 55+ com atitude.</description>
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	<title>Saúde &#8211; Forever Young</title>
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	<item>
		<title>Barba: o que leva alguns homens a ter pelos no rosto?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 11:31:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há uma frase que diz que "a barba é a maquilhagem do homem".</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No entanto, ostentar uma bela barba já foi considerada um sinal de desleixo. Mas uma nova pesquisa evidenciou que a barba tem, para muitos homens, conotações positivas ligadas ao status social ou ao cuidado com a família.</p>
<p>A barba serve, por exemplo, para apontar a idade de alguém, mas também para determinar o seu espaço num grupo social. Pensando nisso, pesquisadores da Universidade da Silésia, na Polónia, e da Universidade de Pádua, na Itália, investigaram os fatores psicológicos que motivam os homens a deixar a barba crescer e a mantê-la.</p>
<p>Os pelos no rosto são uma característica sexualmente dimórfica. Isso quer dizer que esse é um aspeto mais comum em homens que em mulheres. E, no percurso da história, a barba masculina já teve diversos significados.</p>
<p>Ocorre que a barba tem um &#8220;custo&#8221;, tanto financeiro (nos cuidados precisos para cultivá-la, incluindo possíveis idas ao barbeiro) quanto em termos de tempo e esforço. Por isso, é necessário ter uma boa motivação para manter os pelos em dia.</p>
<p>«Estudos conduzidos até agora mostraram que as pessoas atribuem características diferentes relacionadas a motivos sociais fundamentais a homens com diferentes tipos de pelos faciais. No entanto, pesquisas sobre perceções dos pelos faciais masculinos fornecem resultados mistos e há necessidade de mais pesquisas sobre o tópico para esclarecer essa ambiguidade», relata a equipa no seu estudo.</p>
<p>O que já foi constatado, por exemplo, é que as pessoas tendem a reconhecer os homens barbudos como mais saudáveis e mais propensos a ter melhores resultados numa luta. Também são considerados mais confiáveis e amigáveis. Por outro lado, os homens barbudos podem ser vistos como mais agressivos e dominantes, o que sugere uma ligação com a procura de status social.</p>
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]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Mulheres surpreendam-se: o desejo sexual é maior nestas idades</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/mulheres-surpreendam-se-o-desejo-sexual-e-maior-nestas-idades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 16:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estimava-se que a libido das mulheres atingia o auge por volta dos 30 anos, enquanto que a dos homens na casa dos 20. Novas pesquisas sugerem que essa tendência poderá estar a mudar.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há muito que se pensa que as mulheres atingem o pico da sexualidade um pouco mais tardiamente do que os homens.</p>
<p>Mas, ao que parece as mulheres têm o melhor sexo da sua vida um pouco antes do que o esperado – aliás, as probabilidades são que essa altura da sua vida já tenha passado.</p>
<p>Novos dados sugerem que quase metade da população feminina considera que o seu desejo sexual foi mais intenso entre os 18 e os 24 anos.</p>
<p>E uma em quatro disse que o melhor sexo da sua vida tinha acontecido entre os 18 e os 20 anos.</p>
<p>Porém, os homens não sentem exatamente o mesmo.</p>
<p>Um em três disse que a idade em que mais desejaram sexo foi entre os 18 e os 24 anos, enquanto que apenas 14% disse que a sua libido atingiu o auge entre os 18 e os 20 anos.</p>
<p>Os novos dados questionam os resultados de pesquisas prévias que sugeriam que as mulheres atingem o pico da sexualidade mais tardiamente do que os homens.</p>
<p>Aliás, o apetite sexual das mulheres parece de facto diminuir à medida que envelhecem – apenas 18% afirmou que o seu desejo havia aumentado entre os 24 e os 30 anos, comparativamente a 24% dos homens.</p>
<p>Segundo a nova pesquisa, a libido dos homens parece ser maior na casa dos 30 anos – 25% afirmou que havia aumentado nesta década, relativamente a 17% das mulheres.</p>
<p>Os resultados foram obtidos através de um estudo levado a cabo pela marca de brinquedos sexuais Lovehoney e que incidiu sob uma população de 14 mil indivíduos.</p>
<p>Richard Longhurst, co-fundador da empresa, disse: “Há uma clara tendência que demonstra que o inicio da idade adulta está associado a uma maior libido feminina, enquanto que os homens afinal atingem o pico da sua sexualidade entre os 20 e os 30”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Especialista recomenda estes alimentos para prevenir a calvície: mas muitos ignoram </title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/especialista-recomenda-estes-alimentos-para-prevenir-a-calvicie-mas-muitos-ignoram/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 07:42:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É uma fonte concentrada de vitaminas, minerais e compostos bioativos que podem promover a saúde do cabelo ao nível celular.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Embora a genética seja um fator determinante na calvície, existem outros fatores que interferem e causam uma maior queda de cabelo, como hábitos de vida e alimentação. Segundo os especialistas, a deficiência de nutrientes geralmente está por trás de muitos tipos de alopecia difusa.</p>
<p>Podemos obter facilmente esses nutrientes com uma dieta equilibrada e saudável, e com a inclusão de alimentos como o brócolos . Este vegetal, recomendado pela dermatologista Claudia Bernárdez, «contém sulforafano, um composto bioativo que oferece diversas propriedades benéficas para o crescimento do cabelo».</p>
<p>Os brócolos um vegetal conhecido por seus múltiplos benefícios à saúde, tem-se posicionado como um potencial aliado na prevenção da calvície e queda de cabelo <strong>devido à sua rica composição nutricional.</strong> Este vegetal é uma fonte concentrada de vitaminas, minerais e compostos bioativos que podem promover a saúde do cabelo no nível celular.</p>
<p>O seu teor de vitamina A e vitamina C, essenciais para a produção de sebo no couro cabeludo , ajuda a mantê-lo hidratado e protegido, prevenindo o ressecamento e a fragilidade. Além disso, a vitamina C atua como um poderoso antioxidante que combate o estresse oxidativo nos folículos capilares, uma das principais causas da queda de cabelo.</p>
<p>Um dos componentes mais notáveis ​​do brócolos é o sulforafano , como explica a especialista, um composto bioativo com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. O sulforafano protege as células do folículo capilar dos danos causados ​​pelos radicais livres e melhora a circulação no couro cabeludo . Isso garante que os folículos recebam um suprimento adequado de nutrientes e oxigénio, promovendo o crescimento saudável do cabelo.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Alergias ou intolerâncias alimentares? Saiba como reconhecer e como deve gerir os sintomas</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/alergias-ou-intolerancias-alimentares-saiba-como-reconhecer-e-como-deve-gerir-os-sintomas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 13:10:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, tem-se verificado um aumento significativo de diagnósticos de alergias, intolerâncias e sensibilidades alimentares, uma tendência que tem sido impulsionada pela melhoria dos métodos de diagnóstico e pelo maior acesso a testes médicos.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Estas condições, que afetam milhões de pessoas em todo o mundo, estão agora a ser identificadas e compreendidas com maior rigor.</p>
<p style="font-weight: 400;">Mas antes de mais, é essencial compreender as principais diferenças entre três condições frequentemente confundidas: alergia alimentar, intolerância alimentar e sensibilidade alimentar. A PronoKal explica:</p>
<ul style="font-weight: 400;">
<li><strong>Intolerância alimentar:</strong> Em geral, as intolerâncias alimentares ocorrem quando o nosso organismo não consegue digerir corretamente um determinado alimento ou este alimento causa uma irritação no sistema digestivo. Embora os sintomas possam ser confundidos com os de uma alergia alimentar (inchaço, tonturas, erupções cutâneas), o seu início não é tão imediato quando ocorre o contacto com o alimento na boca, estes sintomas aparecem nas horas seguintes à digestão e caracterizam-se por serem acompanhados de flatulência, azia, cólicas abdominais, etc.</li>
<li><strong>Alergia alimentar: </strong>No caso das alergias alimentares, há uma resposta exagerada e imediata do sistema imunitário ao contacto com o alergénio (geralmente proteínas ou um químico como o níquel) presente no alimento consumido. Os sintomas são óbvios (urticária, inchaço, vermelhidão, sensação de formigueiro, comichão na língua e na boca, etc.) e ocorrem instantaneamente. Em casos mais graves, as alergias alimentares podem desencadear uma condição muito grave e potencialmente fatal chamada choque anafilático, pelo que é essencial levar consigo a medicação apropriada quando sofre deste tipo de alergia.</li>
<li><strong>Sensibilidade alimentar:</strong> Surgiu recentemente um novo conceito relacionado com as alergias e intolerâncias: a sensibilidade alimentar. Esta tem em comum com a alergia o facto de ser desencadeada por uma reação inadequada do sistema imunitário à ingestão de determinados alimentos. No entanto, ao contrário das alergias, os sintomas podem ser mais subtis e passar despercebidos,  com manifestações clínicas que podem demorar dias ou até semanas a surgir, sendo necessário, em muitos casos, uma análise e diagnóstico completo por um especialista.</li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;">Mas quais são as alergias, intolerâncias ou sensibilidades alimentares mais comuns? Emboraqualquer ingrediente presente na nossa alimentação possa desencadear uma reação adversa, algumas alergias e intolerâncias são mais prevalentes. As mais comuns são:</p>
<ul style="font-weight: 400;">
<li>Intolerância à lactose, glúten, frutose e/ou sacarose.</li>
<li>Alergia aos ovos, peixe, leite, frutos secos, marisco, soja ou certos frutos.</li>
<li>Sensibilidade ao glúten não celíaca</li>
<li>Em geral, as alergias alimentares mais comuns nas crianças são aos ovos e ao leite, e nos adultos à fruta, aos amendoins e aos frutos secos.</li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;">Existem métodos que pretendem diagnosticar uma alergia ou intolerância alimentar que não são aprovados pela comunidade científica, o que pode causar falsos diagnósticos e aumentar a confusão do doente. Por isso, é importante procurar o aconselhamento de um alergologista para um diagnóstico correto.</p>
<p style="font-weight: 400;">Qualquer que seja o diagnóstico ou a origem, nas três situações acima descritas, o tratamento nutricional é o mesmo: a exclusão do alimento ou dos alimentos que contêm o alergénio da dieta habitual.</p>
<p style="font-weight: 400;">Para tal, é de vital importância que, assim que soubermos que temos uma alergia, intolerância ou sensibilidade alimentar, contactemos o mais rapidamente possível um dietista-nutricionista especializado para nos ajudar a estabelecer um plano alimentar personalizado e equilibrado que nos permita assegurar todos os nutrientes de uma forma segura e agradável.</p>
<p style="font-weight: 400;">A informação é uma ferramenta crucial na gestão de alergias e intolerâncias alimentares. Aprender a interpretar corretamente os rótulos dos alimentos é fundamental para fazer escolhas alimentares seguras. Além disso, várias aplicações e menus detalhados em restaurantes ajudam os consumidores a evitar alergénios e a desfrutar de refeições fora de casa com tranquilidade e segurança.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Este sumo muito especial ajuda a rejuvenescer: vamos não só revelar qual é, como desvendar como o fazer</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/este-sumo-muito-especial-ajuda-a-rejuvenescer-vamos-nao-so-revelar-qual-e-como-desvendar-como-o-fazer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 12:20:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não perca já esta dica tão importante. </p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cereja possui muito mais do que um sabor delicioso, sendo uma excelente fonte de nutrientes, como vitamina A, vitamina C, fósforo, ferro e cálcio.</p>
<p>O fruto também é rico em betacaroteno, um antioxidante que ajuda a eliminar toxinas e impurezas do organismo, motivando uma regeneração das células epiteliais, ou seja, deixa a pele mais jovem, bonita e macia.</p>
<p>Os componentes da cereja combatem e inibem o envelhecimento da pele, preservando o colágeno.</p>
<p><strong>Ingredientes</strong><br />
&#8211; duas chávenas de cerejas<br />
&#8211; meia banana ou outra fruta à sua escolha<br />
&#8211; 300 ml de água</p>
<p><strong>Como fazer</strong></p>
<p>Lave bem as cerejas.</p>
<p>Corte-as ao meio e retire os caroços.</p>
<p>Coloque-as no liquidificador juntamente com os outros ingrediente e bata.</p>
<p>Como não tem açúcar, pode ser bebida as vezes que se quiser.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Jejum intermitente: benefícios reais e o que deve saber antes de começar (com cuidados simples para não errar)</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/jejum-intermitente-beneficios-reais-e-o-que-deve-saber-antes-de-comecar-com-cuidados-simples-para-nao-errar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 09:30:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO BEM-ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra o que diz a ciência sobre o jejum intermitente, seus benefícios para a saúde e os cuidados essenciais para uma prática segura e eficaz.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O jejum intermitente tem dominado as conversas sobre saúde e emagrecimento nos últimos anos. Entre promessas de perda rápida de peso e rejuvenescimento celular, não faltam histórias de sucesso. Mas o que a ciência realmente diz sobre esta prática?</p>
<p>Este artigo desmonta alguns mitos e apresenta o que foi apurado por pesquisas confiáveis. Vai encontrar informações sobre os efeitos do jejum na perda de peso, na saúde metabólica e digestiva, os riscos possíveis e como fazê-lo de forma prática e segura.</p>
<h2>O jejum intermitente não é mais eficaz para perder peso do que dietas tradicionais</h2>
<p>Embora seja considerado por muitos uma arma para emagrecer, uma revisão rigorosa de 22 estudos clínicos concluiu que o jejum intermitente não promove uma perda de peso superior a dietas convencionais de restrição calórica. A perda média de peso corporal ficou abaixo dos 5%, limite geralmente considerado clinicamente relevante para melhorias significativas na saúde. Ou seja, apesar da popularidade, a sua eficácia para emagrecer rapidamente não está garantida em relação a outras dietas já conhecidas.</p>
<h2>Benefícios para a saúde metabólica e cardiovascular</h2>
<p>Para além da perda de peso, o jejum intermitente tem um conjunto de efeitos positivos na saúde metabólica. Pode ajudar a regular os níveis de colesterol e triglicerídeos, aumentar a sensibilidade à insulina e contribuir para a prevenção do diabetes tipo 2. Estes benefícios são importantes, pois influenciam diretamente o risco de doenças como a diabetes e problemas cardíacos.</p>
<p>Outra vantagem mencionada é a redução da inflamação corporal e a ativação da autofagia, um processo de reciclagem celular que ajuda a proteger o organismo contra doenças cardiovasculares e neurodegenerativas. Esta função é fundamental para um envelhecimento mais saudável e para manter o corpo funcional por mais tempo.</p>
<h2>O jejum favorece a saúde digestiva e o equilíbrio intestinal</h2>
<p>O sistema digestivo também ganha com períodos regulares de descanso proporcionados pelo jejum. Durante o jejum, as células intestinais têm espaço para regenerar-se, reforçando a integridade do microbioma intestinal e reduzindo a inflamação crónica no intestino. Estes efeitos ajudam a evitar problemas comuns como a fadiga crónica e alergias, fortalecendo o sistema imunitário.</p>
<h2>Cuidados a ter na prática do jejum intermitente</h2>
<p>Apesar dos benefícios, o jejum intermitente deve ser feito com cautela. Efeitos colaterais comuns incluem cansaço, insónia, náusea, dor de cabeça e fraqueza muscular, sobretudo se for praticado sem acompanhamento ou por quem não deve. Não é aconselhado a crianças, grávidas, pessoas a amamentar, idosos ou quem tenha condições médicas graves.</p>
<p>Durante o jejum, apenas a ingestão de água, chás e café sem açúcar ou adoçantes é permitida. O café é um aliado comum, mas pode aumentar a acidez gástrica e causar desconforto em pessoas sensíveis. Portanto, deve ser consumido com moderação e atenção às reações do organismo.</p>
<h2>O papel do hormônio do crescimento e a prevenção da flacidez</h2>
<p>O jejum aumenta os níveis do hormônio do crescimento, conhecido por ajudar na queima de gordura e no aumento da massa muscular. Este processo pode prevenir a flacidez, um problema que muitos enfrentam quando perdem peso ou envelhecem. Este efeito reforça o potencial do jejum não só na saúde metabólica, mas também na manutenção da tonicidade e vitalidade do corpo.</p>
<h2>Conclusão prática: como aproveitar o jejum intermitente com segurança</h2>
<p>Para tirar o máximo partido do jejum intermitente, é importante definir o objetivo claro, seja ele a saúde metabólica, a regeneração celular ou controlar o peso. Deve-se também consultar um profissional de saúde para avaliar se esta prática é adequada, sobretudo em casos de condições médicas ou fragilidades.</p>
<p>Durante a fase de alimentação, prefira refeições equilibradas e naturais, evitando ultraprocessados que anulam benefícios. Use o jejum como uma ferramenta, não como uma solução milagrosa para emagrecer.</p>
<p>Por fim, preste atenção aos sinais do corpo. Se surgirem sintomas negativos, reveja a duração e frequência do jejum ou suspenda-o conforme orientação especializada. Assim, o jejum pode tornar-se um aliado para uma vida mais equilibrada e saudável.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como cultivar amizades autênticas na era digital e escapar à epidemia da solidão</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/como-cultivar-amizades-autenticas-na-era-digital-e-escapar-a-epidemia-da-solidao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 08:30:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO BEM-ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O termo «epidemia da solidão» tem vindo a ganhar destaque na comunicação social e trouxe para a luz um problema real: a dificuldade crescente em criar novas conexões autênticas, sobretudo num mundo marcado pela tecnologia e pelas rotinas apertadas.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É quase inevitável sentir que, apesar das redes sociais e da comunicação permanente, a amizade se tornou algo mais frágil e fugaz do que há algumas décadas. Talvez já tenha experimentado aquela sensação de conversa repetitiva, encontros que se limitam a atualizações rápidas ou o conforto ilusório de amizades virtuais que nunca ganham substância.</p>
<p>O termo «epidemia da solidão» tem vindo a ganhar destaque na comunicação social e trouxe para a luz um problema real: a dificuldade crescente em criar novas conexões autênticas, sobretudo num mundo marcado pela tecnologia e pelas rotinas apertadas. Este fenómeno não escolhe idades, mas ganha contornos específicos na meia-idade, quando os círculos sociais tendem a reduzir-se e a qualidade das relações é ainda mais determinante para o bem-estar.</p>
<h2>A era digital reinventou a forma como nos relacionamos, mas não facilitou as amizades profundas</h2>
<p>O New York Times popularizou a ideia da «epidemia da solidão» como um fenómeno que assola sociedades contemporâneas, atribuindo-lhe causas como a perda do sentido de comunidade e a dificuldade em criar novas amizades, especialmente nas gerações pós pandemia . As redes sociais trouxeram uma revolução na comunicação, tornando possível contactar facilmente com amigos, conhecidos ou até estranhos com interesses comuns.</p>
<p>No entanto, a facilidade de comunicação digital esconde desafios importantes. A comunicação por plataformas digitais é muitas vezes superficial, marcada por medos de julgamento e expectativas elevadas, que acabam por fragilizar as ligações. Além disso, a ausência da presença física limita a comunicação não verbal, fundamental para a compreensão e ligação emocional.</p>
<h2>A pergunta que importa: a qualidade das amizades é o que verdadeiramente conta</h2>
<p>Nem todas as amizades trazem benefícios iguais. A psicologia tem demonstrado que amizades de elevada qualidade reduzem ansiedade e depressão, melhoram a regulação do stress e podem mesmo prolongar a longevidade. Pelo contrário, relações ambivalentes, com misto de sentimentos positivos e negativos, tendem a aumentar o desgaste emocional e o stress.</p>
<p>É aqui que as amizades digitais enfrentam um problema adicional. Muitas vezes, são frágeis e idealizadas, sem a consistência e profundidade das relações presenciais. A hiperconectividade pode resultar numa «cultura do papo em dia», onde os encontros funcionam como meras atualizações rápidas, sem espaço para conversar verdadeiramente, aprofundando a sensação de vazio afetivo.</p>
<h2>Conectar-se na meia-idade: estratégias para relações que fazem sentido</h2>
<p>Cultivar amizades significativas aos 45, 55 ou 65 requer abordagem consciente e prática. Em primeiro lugar, é essencial partir do que está ao alcance: convidar para encontros específicos em locais que favoreçam a partilha, ouvir com atenção genuína e manter um acompanhamento regular. Manter um compromisso com a continuidade é crucial para evitar a superficialidade.</p>
<p>Também a tecnologia pode ser uma aliada, especialmente para manter o contacto e criar grupos temáticos, onde as afinidades reais se manifestem. Importa, porém, levar essas conexões virtuais para a realidade, com encontros presenciais em espaços seguros e acolhedores, promovendo uma interação rica que só o contacto de proximidade oferece.</p>
<h2>Redes sociais e o desafio de aceitar o fim das relações</h2>
<p>Outro ponto delicado está no impacto da presença digital após o término de amizades ou relações. A permanência de ligações emocionais nos perfis digitais pode funcionar como gatilho para o sofrimento, impedindo a aceitação e o avançar na vida. Saber gerir estas fronteiras no mundo virtual é fundamental para preservar o equilíbrio emocional.</p>
<h2>Tecnologia e inclusão digital: um caminho para combater a solidão</h2>
<p>Na terceira idade, a tecnologia traz ferramentas valiosas, como videochamadas e grupos online, que promovem o contacto com amigos e familiares, além de jogos que estimulam a mente e criam oportunidades para novas amizades. Contudo, a inclusão digital ainda é limitada, exigindo esforços para democratizar o acesso e a literacia tecnológica.</p>
<p>Este equilíbrio entre digital e presencial será sempre o segredo para relações autênticas, que sustentam o corpo e mente, abrindo espaço para viver bem e com sentido.</p>
<h2>Refletir sobre o que fica após a superficialidade digital</h2>
<p>A solidão já não é apenas uma consequência da ausência física, mas do vazio criado por relações superficiais, pensamentos dispersos e expectativas inalcançáveis. A verdadeira amizade pode trazer serenidade, confiança e um sentimento real de pertença.</p>
<p>Reinventar-se no modo de criar laços, apostando na qualidade das interações e aceitando a tecnologia como aliada, não inimiga, abre caminho a múltiplas possibilidades. O convite está feito: valorizar aquilo que realmente conta nas amizades deve ser um compromisso para viver plenamente cada dia.</p>
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		<title>Truques e dicas para ter sempre aquele bom ar que todos invejam</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/truques-e-dicas-para-ter-sempre-aquele-bom-ar-que-todos-invejam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 10:14:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO BEM-ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com alguns truques simples, é possível recuperar a vitalidade do rosto e aliviar o ar de cansaço, recuperando uma pele com aparência mais saudável</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Faça uma massagem facial</strong></p>
<p>Um dos segredos de beleza de quem está sempre com o rosto fresco é recorrer a uma massagem facial.</p>
<p>Com movimentos suaves, aumenta a circulação sanguínea, melhora a oxigenação da pele e estimula os músculos faciais. Aproveite o momento do banho para fazer a massagem.</p>
<p><strong>Consuma alimentos ricos em colágeno</strong></p>
<p>O colágeno é uma substância produzida naturalmente pelo nosso corpo que funciona como uma cola unindo as células e os tecidos. A partir dos 30 anos, a nossa produção de colágeno diminui e começamos a apresentar sinais de flacidez.</p>
<p>Para repor o colágeno, você pode recorrer a produtos cosméticos, mas também é possível reforçar a sua produção através da alimentação.</p>
<p>Invista no consumo de alimentos como ovos, folhas verde-escuras, alho, abacate e frutas ricas em vitamina C e E e antioxidantes.</p>
<p><strong>Mergulhe o rosto em água gelada</strong></p>
<p>Encha uma bacia com água gelada, coloque muitas pedras de gelo e mergulhe o rosto rapidamente. Este truque ajuda a fechar os poros e alivia as olheiras.</p>
<p><strong>Hidrate-se </strong></p>
<p>Uma pele desidratada é uma pele sem vida. Por isso, é essencial manter a hidratação do corpo em dia. Beba um copo de água fresca assim que acordar e procure beber no mínimo 2 litros de água durante o dia.</p>
<p><strong>Compressa de chá de camomila</strong></p>
<p>Faça um chá concentrado usando a planta seca e deixe-o arrefecer no frigorifico. Humedeça um pedaço de algodão e aplique no rosto, principalmente na região das olheiras, durante pelo menos 10 minutos. Se não tiver erva seca, utilize saquinhos de chá.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mais de um milhão de portugueses tem problemas na tiroide e a maioria não sabe</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/mais-de-um-milhao-de-portugueses-tem-problemas-na-tiroide-e-a-maioria-nao-sabe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[claudio.campos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 15:51:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO BEM-ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cansaço, queda de cabelo e frio constante podem ser sinais de um problema na tiroide. Em Portugal, mais de metade dos casos continua sem diagnóstico.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Acorda cansada todos os dias, perde cabelo sem razão aparente e sente frio mesmo quando ninguém à volta se queixa. Antes de culpar o stress ou a idade, há uma hipótese que merece atenção: a tiroide. Essa pequena glândula em forma de borboleta, alojada no pescoço, controla o metabolismo, o humor e a energia. E quando falha, os sintomas são tão comuns que passam facilmente despercebidos.</p>
<p>Em Portugal, mais de um milhão de pessoas é afetado por patologias da tiroide. O mais preocupante: mais de metade continua sem diagnóstico, segundo dados da SPEDM e do Grupo de Estudos da Tiroide.</p>
<h2>Um problema maior do que parece</h2>
<p>Os números não deixam margem para dúvidas. Cerca de 7,4% da população portuguesa tem um distúrbio da tiroide. Mais de 5% vive com sintomas sem sequer saber a origem. A nível mundial, a American Thyroid Association aponta que 60% dos casos permanecem por diagnosticar.</p>
<p>E há um padrão claro: as mulheres são entre 5 a 8 vezes mais afetadas do que os homens. Estima-se que aos 60 anos, 17% das mulheres apresentem hipotiroidismo.</p>
<h2>Sintomas que parecem «normais» (mas não são)</h2>
<p>A lista de sinais é longa e traiçoeira. Segundo a endocrinologista Paula Freitas, presidente da SPEDM, os sintomas incluem cansaço, sudorese, intolerância ao frio, sonolência, dores musculares e articulares, humor depressivo, alterações de memória, obstipação, irregularidades menstruais e queda de cabelo.</p>
<p>O problema é que qualquer um destes sintomas pode ser facilmente atribuído ao stress, à falta de sono ou ao envelhecimento. É precisamente por isso que tantas pessoas convivem com o problema durante anos sem procurar respostas.</p>
<p>Há ainda uma ligação bidirecional entre stress e tiroide que vale a pena conhecer. Segundo o endocrinologista João Jacobo de Castro, níveis elevados de stress podem contribuir para o aparecimento de doença tiroideia autoimune. E as alterações da tiroide, por sua vez, podem agravar a ansiedade. Um ciclo que se alimenta a si próprio.</p>
<h2>Hashimoto: a causa que poucos conhecem pelo nome</h2>
<p>O hipotiroidismo primário é o distúrbio mais prevalente da tiroide. E a causa mais frequente tem nome: tiroidite de Hashimoto. Trata-se de uma doença autoimune que representa cerca de 70% dos casos de hipotiroidismo. O sistema imunitário produz autoanticorpos que destroem progressivamente a glândula, reduzindo a produção hormonal.</p>
<p>Do lado oposto está o hipertiroidismo, cuja causa mais comum é a doença de Graves, também de origem autoimune. O hipotiroidismo é, no entanto, cerca de 10 vezes mais frequente.</p>
<p>Entre os fatores de risco identificados pela DGS estão os antecedentes pessoais de disfunção prévia, bócio, cirurgia ou radioterapia da cabeça e pescoço, doença autoimune, história familiar, síndrome de Down e Turner, idade superior a 60 anos e pós-parto.</p>
<h2>Duas análises ao sangue. É só isso.</h2>
<p>Se há algo que os especialistas repetem é o seguinte: o diagnóstico é simples. Bastam duas análises ao sangue, a TSH e a T4 livre, para identificar uma disfunção da tiroide. É rápido, acessível e disponível em qualquer laboratório.</p>
<p>A DGS recomenda ainda suplementação de iodo, sob orientação médica, para grávidas e mulheres que amamentam. A carência de iodo durante a gestação pode originar malformações no feto e atraso no desenvolvimento mental.</p>
<p>E quando surgem nódulos? Menos de 5% dos nódulos tireoidianos são malignos. A esmagadora maioria, 95%, é benigna. O cancro da tiroide é o quarto tumor mais frequente nas mulheres e ocorre sobretudo entre os 30 e os 60 anos, mas a taxa de sobrevivência é elevada quando detetado a tempo.</p>
<h2>O que fazer a partir de agora</h2>
<p>Se sente cansaço persistente, frio sem explicação, alterações de humor ou queda de cabelo, peça ao médico de família que inclua a TSH nas próximas análises. É um exame simples que pode mudar a forma como se sente todos os dias. Partilhe esta informação com quem precisa de a ouvir.</p>
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		<title>Luz azul e envelhecimento da pele: Mito, problema real ou marketing?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/luz-azul-e-envelhecimento-da-pele-mito-problema-real-ou-marketing/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 09:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO BEM-ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A luz azul dos ecrãs envelhece mesmo a pele? Uma dermatologista e vários estudos respondem,  e a resposta é mais matizada do que o que lhe tentam vender.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há uma pergunta que circula cada vez mais nas conversas sobre skincare: será que os ecrãs, nomeadamente  o telemóvel, o computador ou o tablet estão a envelhecer a pele? A indústria cosmética respondeu com uma vaga de protetores solares com &#8216;filtro de luz azul&#8217;. A ciência tem uma resposta diferente, mais honesta e mais útil.</p>
<h2>O que diz a dermatologia</h2>
<p>A dermatologista Iolanda Pereira foi directa à revista Máxima em julho de 2025: <em>&#8220;A luz azul dos telemóveis não envelhece da mesma forma que a exposição solar.&#8221;</em> Esta afirmação resume o estado actual do conhecimento médico sobre o tema: o efeito existe, mas a comparação com o sol não tem proporcionalidade.</p>
<p>A exposição solar — raios UVA e UVB — continua a ser responsável por até 80% dos sinais visíveis de envelhecimento cutâneo. É o principal factor de foto-envelhecimento extrínseco. A luz azul dos ecrãs fica muito aquém desta escala.</p>
<h2>O que é o &#8216;fotoenvelhecimento digital&#8217; e o que não é</h2>
<p>O conceito de fotoenvelhecimento digital tem base científica. A luz azul pertence ao espectro visível de alta energia (HEV) e pode penetrar mais fundo na pele do que a luz UV. Pode causar stress oxidativo nas células da pele, o que contribui para a degradação de colagénio e elastina — responsáveis pela firmeza e elasticidade. E perturba o ritmo circadiano e a produção de melatonina, o que afecta o sono e, indirectamente, a regeneração cutânea nocturna.</p>
<p>O problema não é que estes efeitos sejam inventados. É que a intensidade da luz de um ecrã é incomparavelmente inferior à intensidade da luz solar. A distância a que se usa o telemóvel e o número de horas de exposição não se traduz num risco de envelhecimento comparável ao de uma manhã na praia sem protecção.</p>
<h2>O que a evidência diz sobre os protetores com filtro de luz azul</h2>
<p>A Veja Saúde analisou em dezembro de 2025 os dilemas do protetor solar, incluindo as alegações de produtos com filtro de luz azul. A conclusão foi que a evidência para dano cutâneo significativo por luz azul de ecrãs ainda é limitada — e que o protetor solar convencional continua a ser a prioridade para qualquer pessoa preocupada com o envelhecimento da pele.</p>
<p>A MAGG publicou em agosto de 2025 uma entrevista com uma especialista sobre fotoproteção em que a questão dos protetores com filtro de luz azul foi abordada: alguns dermatologistas consideram-nos desnecessários para a maioria das pessoas com uso normal de ecrãs.</p>
<p>Em conclusão, a luz azul dos ecrãs é um problema real, mas pequeno. Muito menor do que o sol, muito menor do que o tabaco, muito menor do que dormir mal de forma crónica. O marketing cosmético transformou uma preocupação científica legítima mas menor numa categoria de produto que não é necessária para a maioria das pessoas.</p>
<p>Se quer proteger a pele do envelhecimento: use protetor solar todos os dias, durma bem, não fume, mantenha-se hidratado. A luz azul do telemóvel é o último dos seus problemas dermatológicos.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>O olho que treme sozinho: o que o corpo está a tentar dizer (e quando deve mesmo preocupar-se)</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/o-olho-que-treme-sozinho-o-que-o-corpo-esta-a-tentar-dizer-e-quando-deve-mesmo-preocupar-se/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 08:10:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO BEM-ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tremor na pálpebra é comum e quase sempre inofensivo. Descubra as causas, os sinais de alerta e o que fazer para parar o incómodo rapidamente.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Está a trabalhar, a ler ou simplesmente a olhar para o telemóvel quando, de repente, a pálpebra começa a tremer. Não dói, não altera a visão, mas é irritante. E a primeira pergunta surge de imediato: será que isto é grave?</p>
<p>A boa notícia é que, na esmagadora maioria dos casos, não é. Chama-se mioquimia palpebral e é uma contração involuntária do músculo orbicular (o músculo que rodeia o olho). Afeta geralmente apenas uma pálpebra de cada vez, quase sempre a inferior, e tende a desaparecer sozinha em dias ou poucas semanas, segundo o oftalmologista Dr. Mateus Martins Cortez Vilar, médico especialista na área.</p>
<h2>Porque é que a pálpebra treme?</h2>
<p>As causas mais comuns são bem conhecidas: stress, privação de sono, consumo excessivo de cafeína, olho seco e uso prolongado de ecrãs. Na maioria dos casos, bastam ajustes simples no dia a dia para resolver o problema.</p>
<p>O stress, por exemplo, liberta cortisol e adrenalina, substâncias que colocam os músculos em estado de hiperestimulação. Os músculos pequenos, como os das pálpebras, são particularmente sensíveis a estas hormonas. Resultado: movem-se sozinhos, sem aviso.</p>
<p>A carência de vitamina B12, magnésio e potássio também pode provocar espasmos involuntários, dado o papel destes nutrientes no funcionamento adequado da musculatura. E há um dado que merece atenção: um estudo publicado na revista especializada Cureus, com 206 participantes, encontrou uma correlação significativa entre o tempo diário de exposição a ecrãs digitais e a duração dos episódios de tremor.</p>
<p><strong>Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/inteligencia-artificial-na-terapia-os-chatbots-que-ja-fazem-sessoes-de-psicologia-e-movimentam-mais-de-mil-milhoes-de-euros-por-ano/">Inteligência artificial na terapia: os chatbots que já fazem sessões de psicologia (e movimentam mais de mil milhões de euros por ano) </a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Depois dos 50 anos, o olho seco torna-se mais frequente e pode ser um gatilho adicional. A irritação gerada pelo ressecamento leva o cérebro a tentar corrigir o problema através de movimentos musculares involuntários. O uso de lentes de contacto e anti-histamínicos agrava a situação.</p>
<h2>Quando é que não é «só stress»</h2>
<p>Existem condições mais sérias que convém distinguir. O blefaroespasmo é uma distonia diferente: provoca contrações intensas e bilaterais, podendo gerar uma espécie de «cegueira funcional», ou seja, a incapacidade de manter os olhos abertos. Surge geralmente após os 30 anos, é duas vezes mais comum em mulheres e o tratamento passa por injeções locais de toxina botulínica.</p>
<p>Já o espasmo hemifacial é ainda mais raro. Começa ao redor dos olhos e estende-se a metade do rosto, podendo persistir durante o sono. É geralmente causado por um vaso sanguíneo que pressiona um nervo facial.</p>
<p>Há ainda o nistagmo, um distúrbio que envolve movimentos rítmicos e involuntários do próprio globo ocular (e não da pálpebra). É visível para outras pessoas e pode estar associado a doenças neurológicas ou lesões cerebrais, conforme explica a otoneurologista Dra. Nathália Prudencio.</p>
<h2>Os sinais de alerta a não ignorar</h2>
<p>Segundo o Dr. Pedro Pinheiro, do MD.Saúde, há sinais que justificam uma consulta médica sem demora:</p>
<ul>
<li>Tremor que dura mais de uma semana</li>
<li>Pálpebra que fecha completamente durante os espasmos</li>
<li>Espasmos que se espalham para outras partes do rosto</li>
<li>Vermelhidão, inchaço ou secreção</li>
<li>Pálpebra caída</li>
<li>Visão dupla, tontura ou fraqueza muscular</li>
</ul>
<p>Doenças neurológicas como Parkinson, esclerose múltipla ou AVC podem, raramente, manifestar-se com espasmos palpebrais. Mas nestes casos, o tremor é quase sempre acompanhado por outros sinais neurológicos evidentes.</p>
<h2>O que fazer para parar o tremor</h2>
<p>Na maioria das situações, medidas práticas e simples são suficientes. A Medicare Portugal recomenda aplicar compressas mornas sobre o olho durante cinco minutos, fazer pausas visuais a cada 20 a 30 minutos de ecrã e dormir pelo menos sete horas por noite.</p>
<p>Reduzir o consumo de café, usar colírios lubrificantes e fazer uma massagem suave na região da pálpebra também ajuda. São gestos simples que, na maior parte dos casos, resolvem o incómodo em poucos dias.</p>
<p>Da próxima vez que a pálpebra começar a tremer, respire fundo. Provavelmente, o corpo está apenas a pedir uma pausa. Dê-lha.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A perda de músculo começa aos 30 e quase ninguém dá por isso: o que a ciência diz sobre sarcopenia antes dos 50</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/a-perda-de-musculo-comeca-aos-30-e-quase-ninguem-da-por-isso-o-que-a-ciencia-diz-sobre-sarcopenia-antes-dos-50/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 09:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO BEM-ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=430802</guid>

					<description><![CDATA[<p>A sarcopenia não é só um problema da terceira idade. A ciência mostra que a perda muscular começa décadas antes e pode ser travada com hábitos simples.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O corpo começa a perder músculo muito antes do que se imagina. Não é preciso chegar aos 70 para sentir os efeitos. E o mais preocupante: na maioria dos casos, a balança não denuncia nada.</p>
<p>Chama-se sarcopenia e é a perda progressiva de massa, força e função muscular. A ciência tem acumulado evidência de que este processo silencioso arranca entre os 30 e os 40 anos, a um ritmo de 3% a 5% por década, acelerando de forma significativa a partir dos 60. Mesmo pessoas fisicamente ativas podem ser afetadas.</p>
<h2>Um problema maior do que parece</h2>
<p>Antes de pensar que isto só diz respeito a quem não pratica exercício, convém olhar para os números. Segundo a CUF, a sarcopenia atinge entre 5% e 13% da população acima dos 60 anos, subindo para 11% a 50% a partir dos 85 anos. Numa meta-análise publicada pela British Geriatrics Society, que reuniu 67 estudos com mais de 23 mil participantes, a prevalência combinada em adultos com comprometimento cognitivo chega aos 30,1%.</p>
<p>Em contextos institucionais, como lares e hospitais, o cenário piora: 41,5% e 35,5%, respetivamente. Na comunidade, a prevalência ronda os 25,3%.</p>
<p>O músculo não é apenas o que permite carregar sacos de compras ou subir escadas. Funciona como um verdadeiro órgão endócrino. Durante a contração, liberta miocinas que regulam a sensibilidade à insulina, a inflamação sistémica, o metabolismo energético e até a plasticidade cerebral. Perder músculo é perder toda esta atividade reguladora.</p>
<h2>Começa cedo, especialmente nas mulheres</h2>
<p>Para as mulheres, o alerta é ainda mais urgente. As oscilações nos níveis de estradiol, progesterona e testosterona que surgem na peri-menopausa podem antecipar a sarcopenia para a quarta década de vida. Estas alterações hormonais afetam diretamente a síntese proteica muscular e a capacidade de recuperação.</p>
<p>E há um detalhe traiçoeiro: a perda pode acontecer sem qualquer alteração no peso. A massa magra diminui enquanto a gordura visceral aumenta. É a chamada «obesidade sarcopénica», que piora o perfil metabólico e inflamatório sem que a balança reflita a mudança.</p>
<h2>Fatores que aceleram a perda</h2>
<p>O sedentarismo e a alimentação pobre em proteína estão no topo da lista. Mas não são os únicos. Doenças crónicas, inflamação prolongada, alterações hormonais e obesidade contribuem para o avanço do problema.</p>
<p>Um dado que surpreende: o tabagismo aumenta o risco de sarcopenia de forma causal. Segundo uma análise de randomização mendeliana com dados do UK Biobank, publicada no British Journal of Sports Medicine, fumar está associado a um risco 2,51 vezes superior de desenvolver sarcopenia, além de menor força de preensão e menor massa magra.</p>
<p>Até fármacos populares podem ter impacto. Um estudo recente com 432 participantes mostrou que o uso de semaglutida está associado a perda de massa muscular e declínio funcional em adultos idosos com diabetes tipo 2, com uma prevalência de sarcopenia de 27,7% entre os pacientes tratados.</p>
<h2>O que pode fazer a partir de hoje</h2>
<p>A boa notícia é que a intervenção mais eficaz não exige receita médica. O treino de força, com 2 a 3 sessões semanais e progressão de carga, é o método mais eficaz contra a sarcopenia. Não basta caminhar ou fazer cardio. É preciso levantar peso, criar resistência, exigir do músculo.</p>
<p>A alimentação tem um papel central. A recomendação é ingerir entre 1,0 e 1,2 gramas de proteína por quilo de peso corporal por dia, distribuídas ao longo das refeições. Vitamina D e sono adequado completam a equação.</p>
<p>Não é preciso esperar por sintomas. Questionários simples como o SARC-F, testes de força de preensão e medição da velocidade de marcha permitem detetar o problema numa fase em que ainda é reversível. Fale com o médico de família na próxima consulta. O músculo que preservar hoje é a autonomia de amanhã.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Banhos frios todos os dias? A ciência explica o que realmente acontece ao corpo (e o que é mito)</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/banhos-frios-todos-os-dias-a-ciencia-explica-o-que-realmente-acontece-ao-corpo-e-o-que-e-mito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 07:53:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO BEM-ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=430809</guid>

					<description><![CDATA[<p>Menos stress, mais energia e 29% menos faltas ao trabalho. Os estudos mostram benefícios reais dos banhos frios, mas também limites que convém conhecer.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Trinta segundos de água gelada no final do duche. É tudo o que precisa para sentir o coração a acelerar, a respiração a cortar e uma descarga de energia que nenhum café replica. A moda dos banhos frios já não é apenas coisa de atletas ou influenciadores. A ciência tem investigado a sério o que o frio faz ao corpo. E as conclusões são mais interessantes do que parecem.</p>
<h2>O que acontece quando o corpo entra em contacto com água fria</h2>
<p>A reação é imediata. A água fria provoca vasoconstrição periférica, ou seja, os vasos sanguíneos contraem, reduzindo inflamações e dores musculares. Ao sair, acontece o oposto: os vasos dilatam, estimulando a circulação e a oxigenação dos tecidos.</p>
<p>Este mecanismo chama-se hormese. É um stress breve e controlado que obriga o organismo a adaptar-se. O frio deliberado funciona como treino de autocontrolo: ao resistir ao impulso de sair da água, o cérebro pratica comando sobre a reação automática de fuga.</p>
<p>Um estudo publicado no European Journal of Applied Physiology (Tipton et al.) demonstrou que a imersão em água a 14 °C aumenta a atividade do sistema nervoso simpático, altera a frequência cardíaca e eleva o consumo de oxigénio. É o corpo a ativar mecanismos de termogénese para gerar calor sem tremores.</p>
<h2>Menos stress, mais energia: o que dizem os grandes estudos</h2>
<p>Uma revisão sistemática com meta-análise publicada na PLOS ONE, que analisou 11 estudos com mais de 3.100 participantes, identificou efeitos positivos da imersão em água fria sobre os níveis de stress, a qualidade do sono e a perceção de qualidade de vida. A redução do stress foi mais expressiva cerca de 12 horas após a exposição.</p>
<p>Outro dado relevante vem de um estudo holandês, também publicado na PLOS ONE, com mais de 3.000 participantes. Quem tomava banho frio regularmente faltou 29% menos ao trabalho por doença. Atenção: o número de dias doentes reportados foi semelhante. O frio não preveniu doenças, mas melhorou a capacidade de continuar ativo durante esses períodos.</p>
<p>A exposição ao frio ativa o sistema nervoso simpático e aumenta a libertação de noradrenalina, dopamina e endorfinas. A noradrenalina melhora o estado de alerta. A dopamina está ligada à motivação e ao foco. E, ao contrário do pico rápido da cafeína, a elevação de dopamina provocada pelo frio é prolongada.</p>
<h2>O que a ciência ainda não confirma</h2>
<p>Nem tudo o que se diz sobre banhos frios tem suporte sólido. A ativação do tecido adiposo castanho, por exemplo, acontece em condições laboratoriais com temperaturas muito baixas. O duche frio do dia a dia dificilmente reproduz esse efeito a ponto de gerar perda de peso relevante.</p>
<p>Não há comprovação suficiente de que o banho frio, isoladamente, aumente a testosterona de forma significativa ou previna doenças crónicas, segundo o portal Saúde Acessível. São hipóteses em investigação, não conclusões. A própria meta-análise da PLOS ONE ressalva que a maioria dos estudos envolveu apenas homens e que os efeitos a longo prazo ainda precisam de ser melhor investigados.</p>
<h2>Como começar (e quem deve ter cuidado)</h2>
<p>O protocolo mais referido sugere 11 minutos de exposição ao frio por semana, divididos em 2 a 4 sessões de 1 a 5 minutos cada, com água entre 10 °C e 15 °C. Para quem nunca experimentou, basta começar com 30 segundos de água fria no final do duche e aumentar progressivamente.</p>
<p>Mas há contraindicações sérias. Pessoas com problemas cardíacos, hipertensão não controlada, arritmias, doenças vasculares, doenças respiratórias crónicas como asma, Fenómeno de Raynaud, hipotiroidismo descompensado e gestantes devem consultar um médico antes de adotar a prática. O choque térmico pode provocar aumento súbito da pressão arterial e da frequência cardíaca.</p>
<p>Investigadores da Universidade Virginia Commonwealth sugeriram ainda que a exposição controlada ao frio pode contribuir para a redução de sintomas depressivos leves, embora não substitua tratamento médico.</p>
<h2>Vale a pena experimentar?</h2>
<p>A ciência aponta benefícios reais: menos stress, mais energia, melhor recuperação muscular e uma sensação de bem-estar difícil de ignorar. Mas não é uma solução mágica. O banho frio é um complemento, não um substituto de hábitos de saúde sólidos. Comece devagar, respeite os limites do corpo e, se tiver alguma condição de saúde, fale primeiro com o médico. Os 30 segundos mais desconfortáveis do dia podem ser, afinal, os mais produtivos.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quase metade dos cigarros eletrónicos vendidos na Europa vem do mercado irregular, revela estudo</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/quase-metade-dos-cigarros-eletronicos-vendidos-na-europa-vem-do-mercado-irregular-revela-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 14:23:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sapo Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO BEM-ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo Uwe Veres-Homm, responsável pela área de análise de risco e localização no instituto alemão, cerca de 90% dos cigarros eletrónicos que chegam à Europa são produzidos na China.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="102" data-end="452">Um novo estudo do <strong data-start="120" data-end="161"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Fraunhofer Institute for Integrated Circuits IIS</span></span></strong> conclui que cerca de <strong data-start="183" data-end="275">48% dos cigarros eletrónicos vendidos na União Europeia têm origem em fontes irregulares</strong>, como o mercado ilegal ou importações não autorizadas. O valor deste mercado paralelo é estimado em <strong data-start="376" data-end="404">6,6 mil milhões de euros</strong>, podendo atingir <strong data-start="422" data-end="451">10,8 mil milhões até 2030</strong>.</p>
<p data-start="454" data-end="622">A investigação analisou pela primeira vez de forma sistemática as cadeias de abastecimento, os fluxos comerciais e a origem destes produtos no mercado europeu de vapes.</p>
<p data-start="624" data-end="838">Segundo <strong data-start="632" data-end="673"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Uwe Veres-Homm</span></span></strong>, responsável pela área de análise de risco e localização no instituto alemão, cerca de <strong data-start="761" data-end="837">90% dos cigarros eletrónicos que chegam à Europa são produzidos na China</strong>.</p>
<h2 data-section-id="1m39zh5" data-start="840" data-end="881">China domina produção mundial de vapes</h2>
<p data-start="883" data-end="1195">A cidade chinesa de <strong data-start="903" data-end="944"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Shenzhen</span></span></strong> é apontada como o principal centro mundial de produção. De acordo com o estudo, cerca de <strong data-start="1034" data-end="1107">72% da produção chinesa de cigarros eletrónicos acontece nesta região</strong> e aproximadamente <strong data-start="1126" data-end="1194">70% dos fabricantes de dispositivos de vaping estão ali sediados</strong>.</p>
<p data-start="1197" data-end="1450">Na Europa, <strong data-start="1208" data-end="1245">Alemanha, Países Baixos e Bélgica</strong> funcionam como principais centros logísticos de distribuição. A partir destes países, os produtos são frequentemente transportados por camião para outros mercados europeus, onde o controlo é mais difícil.</p>
<h2 data-section-id="7yzwnz" data-start="1452" data-end="1492">Mercado ilegal provoca perdas fiscais</h2>
<p data-start="1494" data-end="1711">O estudo identifica dois tipos principais de comércio irregular. Cerca de <strong data-start="1568" data-end="1612">35% corresponde a comércio ilegal direto</strong>, enquanto <strong data-start="1623" data-end="1710">13% resulta de importações privadas de produtos não aprovados ou sem impostos pagos</strong>.</p>
<p data-start="1713" data-end="1888">Esta realidade tem impacto direto nas receitas públicas. Só na Alemanha, as perdas fiscais associadas ao mercado irregular foram estimadas em <strong data-start="1855" data-end="1887">119 milhões de euros em 2024</strong>.</p>
<p data-start="1890" data-end="2061">Os investigadores estimam ainda que este mercado esteja a crescer cerca de <strong data-start="1965" data-end="1980">8,6% ao ano</strong>, impulsionado por diferenças de impostos e regulamentação entre países europeus.</p>
<h2 data-section-id="s573hk" data-start="2063" data-end="2115">Milhões de encomendas chegam diariamente à Europa</h2>
<p data-start="2117" data-end="2375">O aumento das compras online também está a facilitar a entrada de produtos irregulares no mercado europeu. De acordo com dados da Comissão Europeia, <strong data-start="2266" data-end="2339">cerca de 12 milhões de encomendas chegam diariamente à União Europeia</strong>, muitas delas provenientes da Ásia.</p>
<p data-start="2377" data-end="2570">Segundo <strong data-start="2385" data-end="2426"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Horst Manner-Romberg</span></span></strong>, da MRU Beratungs- und Verlagsgesellschaft, que colaborou no estudo, esta situação cria riscos tanto para a economia como para os consumidores.</p>
<p data-start="2572" data-end="2687">Produtos provenientes de fontes irregulares podem contornar regras de segurança, controlo de qualidade e rotulagem.</p>
<h2 data-section-id="trvoi3" data-start="2689" data-end="2727">Falta de regras uniformes na Europa</h2>
<p data-start="2729" data-end="2862">Os autores do estudo defendem que a ausência de regulamentação uniforme na União Europeia facilita a expansão deste mercado paralelo.</p>
<p data-start="2864" data-end="3109">Entre as soluções propostas estão a criação de <strong data-start="2911" data-end="2973">definições e classificações comuns para produtos de vaping</strong>, sistemas digitais de rastreabilidade nas cadeias de abastecimento e <strong data-start="3043" data-end="3108">maior cooperação com países produtores, especialmente a China</strong>.</p>
<p data-start="3111" data-end="3267">Tecnologias como blockchain ou sistemas de análise de risco com inteligência artificial poderiam ajudar a distinguir produtos legais de importações ilegais.</p>
<h2 data-section-id="kv92d3" data-start="3269" data-end="3299">Riscos para a saúde pública</h2>
<p data-start="3301" data-end="3457">Para além das implicações económicas, os investigadores alertam também para os riscos de saúde pública associados ao consumo de produtos não regulamentados.</p>
<p data-start="3459" data-end="3672">Segundo a <strong data-start="3469" data-end="3510"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">World Health Organization</span></span></strong>, cerca de <strong data-start="3521" data-end="3592">15% dos utilizadores de cigarros eletrónicos têm entre 13 e 15 anos</strong>, fazendo da Europa a região com maior prevalência de vaping entre adolescentes.</p>
<p data-start="3674" data-end="3859" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A falta de controlo sobre a qualidade dos líquidos e dispositivos pode aumentar os riscos para os consumidores, especialmente quando os produtos são adquiridos fora dos canais oficiais.</p>
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		<item>
		<title>Síndrome do intestino irritável: fique atento se tem dor de barriga (e gases)</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/sindrome-do-intestino-irritavel-fique-atento-se-tem-dor-de-barriga-e-gases/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 14:21:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO BEM-ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma mudança no  estilo de vida ajuda a evitar os sintomas</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se sente dores de barriga ou dificuldade em ir à casa de banho, pode estar a sofrer da síndrome do intestino irritável, um  distúrbio do trato digestivo que provoca dor abdominal e obstipação intestinal e/ou diarreia.</p>
<p>Esta patologia é mais comum em mulheres e pode agravar-se devido a momentos de stress ou pela ingestão de certos alimentos. Tudo porque algumas opções alimentares podem provocar determinados sintomas e queda na qualidade de vida, como o leite e derivados, além de gorduras, por exemplo.</p>
<p>Os sintomas mais comuns costumam ser:</p>
<ul>
<li>Dor e alteração dos hábitos intestinais (diarreia e/ou prisão de ventre);</li>
<li>Distensão abdominal;</li>
<li>Gases em excesso;</li>
<li>Sensação de que o esvaziamento do intestino ocorre de maneira incompleta.</li>
</ul>
<p>Um dos exames mais comuns para se descobrir a doença é a colonoscopia, procedimento no qual o médico analisa o intestino grosso do paciente através do colonoscópio, que possui uma microcâmera para capturar imagens e caso necessário realizar biópsias.</p>
<p>Esse exame é importante e indolor e consegue identificar outras doenças, como cancro de cólon, anemia, tuberculose intestinal, Doença de Crohn, diverticulose, entre outras.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cientistas revelam que hormona do amor ajudar a curar o coração que sofreu um enfarte</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/cientistas-revelam-que-hormona-do-amor-ajudar-a-curar-o-coracao-que-sofreu-um-enfarte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 11:35:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É caso para dizer: o amor cura tudo! </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ocitocina, conhecida como a hormona do amor, aumenta a sensação de bem-estar e pode curar doenças do coração.</p>
<p>Cientistas da Michigan State University, nos Estados Unidos descobriram numa investigação que esse neurotransmissor pode ser a chave para ajudar no restabelecimento do coração após um ataque cardíaco.</p>
<p>«A hormona do amor “viaja” diretamente para os músculos cardíacos e induz o desenvolvimento de células importantes para a regeneração do coração, criando até vasos sanguíneos», referem os cientistas.</p>
<p>Os primeiros testes foram realizados em peixes-zebra e culturas de células humanas, sendo que o peixe foi escolhido por ter uma capacidade alta de regeneração de órgãos e tecidos, incluindo o cérebro, coração, ossos e pele.</p>
<p>Os corações dos animais sofreram lesões por congelamento durante três dias, e os cientistas observaram que a ocitocina fez aumentar a expressão do RNA mensageiro até 20 vezes.</p>
<p>«Mostramos que a ocitocina é capaz de ativar mecanismos de reparação cardíaca em corações feridos em peixes-zebra e culturas de células humanas, abrindo as portas para novas terapias potenciais para a regeneração de corações humanos», afirma o principal autor do estudo, Aitor Aguirre, acrescentando que «geralmente, as células do coração morrem em grande número após um ataque cardíaco. Por serem altamente especializadas, não podem ser substituídas rapidamente — por isso, são necessárias células-tronco para regenerar o órgão».</p>
<p>Os cientistas observaram um efeito semelhante no tecido humano in vitro, «a ocitocina estimulou a produção de células progenitoras derivadas do epicárdio, a camada de tecido conjuntivo que recobre as superfícies externas do coração».</p>
<p>&nbsp;</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sabe a banana, melão e mamão: fonte inesgotável de nutrientes conheça a fruta da maior árvore do mundo</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/sabe-a-banana-melao-e-mamao-fonte-inesgotavel-de-nutrientes-conheca-a-fruta-da-maior-arvore-do-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 10:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO BEM-ESTAR]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É nativa do sul da Índia.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta é a Jaca , uma fruta nativa do Sul da Índia, que foi colhida de forma independente. Começou a aparecer em Guam por colonos filipinos quando faziam parte do império espanhol.</p>
<p>A fruta aparece em regiões tropicais do mundo. Entre eles, Índia, Bangladesh, Sri Lanka, Filipinas, Indonésia, Malásia e Austrália .</p>
<p>Segundo o Governo do México, a Jaca ou jaca , como é chamada, é “altamente nutritiva” e chegou à América no século XVIII, “vindo da ilha polinésia do Taiti, encontrada em quase toda a região costeira do estado .&#8221;</p>
<p>“A fruta única tem diâmetro entre 25 e 60 centímetros e pode pesar até 20 quilos. Pode ser consumida verde ou madura, seja frita como a banana ou cozida como a batata doce. e mamão &#8220;, explicam.</p>
<p>A parte mais positiva é que traz inúmeros benefícios à saúde. “Destacam-se as suas propriedades antiasmáticas e antidiarreicas. Além disso, é conhecido por ser um dos maiores afrodisíacos naturais ”, afirmam.</p>
<p>Seus frutos vêm do que é conhecida como a árvore do pão. Conhecida por ter sido utilizada na indústria, “graças ao facto da sua casca ser uma fibra muito adequada para a produção de papel e o seu tronco ser utilizado para a produção de madeira”. É uma das maiores árvores do mundo .</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Saiba mais sobre o chá preto e os seus (muitos) benefícios</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/saiba-mais-sobre-o-cha-preto-e-os-seus-muitos-beneficios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 14:53:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Bebidas]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Listamos aqui quais são. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Protege o coração</strong></p>
<p>Tem uma elevada quantidade de flavonóides, antioxidantes super potentes, que combatem os radicais livres, que determinam o envelhecimento celular. O benefício é maior para o coração, pois as substâncias do chá preto são capazes de reduzir as possibilidades de doenças cardíacas.</p>
<p><strong>Regula os níveis de colesterol</strong></p>
<p>Os flavonóides que existem no chá preto têm a capacidade de baixar os níveis do “mau colesterol”.</p>
<p><strong>Reforça as defesas imunológicas</strong></p>
<p>Tem teobromina, bronco dilatadora com efeitos positivos relativamente a doenças respiratórias.</p>
<p><strong>Dá brilho aos cabelos</strong></p>
<p>Antes de lavar os cabelos, prepare 1 litro de chá preto. Coloque numa garrafa e deixe arrefeceria. Depois que lavar o cabelo passe com o chá preto para cabelos mais sedosos e brilhantes.</p>
<p><strong>Para cabelos escuros</strong></p>
<p>Para acentuar os reflexos dos cabelos castanhos, faça um creme com mel, azeite e um pouco de chá preto. Aplique e deixe ficar durante uma hora.</p>
<p><strong>Olheiras</strong></p>
<p>Mergulhe dois discos de algodão no chá preto morno, coloque por debaixo dos olhos durante 10 minutos.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>«Antes de almoçar beba esta bebida e viva mais anos», aconselha especialista</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/antes-de-almocar-tome-beba-esta-bebida-e-viva-mais-anos-aconselha-especialista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 10:15:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo os especialistas, consumir uma bebida antes do meio-dia melhora a sua saúde.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um especialista em longevidade revelou que um simples hábito matinal pode ter um impacto profundo na expectativa de vida: beber café antes do meio-dia.</p>
<p>Dan Buettner, um investigador conhecido pelos seus estudos sobre as &#8221; Zonas Azuis &#8221; do mundo , regiões onde as pessoas frequentemente vivem mais de 100 anos, afirma que o consumo correto de café pode reduzir significativamente o risco de doenças cardiovasculares e melhorar a saúde geral.</p>
<p data-mce-linkchecker-status="valid">Buettner, que dedicou anos a estudar comunidades com expectativa de vida excecionalmente longa, partilhou os seus insights nas redes sociais, enfatizando os benefícios de consumir café de manhã em vez de mais tarde.</p>
<p>«Acho que uma das bebidas que mais aumentam a longevidade é o café», explicou num vídeo do TikTok .</p>
<p>«Um dos segredos mais importantes para viver mais é beber antes do meio-dia. Se beber uma ou duas chávenas de café antes do meio-dia, isso diminui a possibilidade de doença cardiovascular».</p>
<p>«Se beber o seu café à tarde ou à noite, isso não parece acontecer».</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Gastrenterologistas reforçam importância do rastreio do cancro colorretal a partir dos 45 anos</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/gastrenterologistas-reforcam-importancia-do-rastreio-do-cancro-colorretal-a-partir-dos-45-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 11:48:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sapo Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO BEM-ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diagnóstico precoce pode garantir taxa de sobrevivência de cerca de 90%</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="316" data-end="604">O cancro colorretal é atualmente o terceiro cancro mais frequente e o segundo mais letal em Portugal, segundo dados do Global Cancer Observatory (2022). Ainda assim, a maioria dos casos continua a ser diagnosticada apenas após o aparecimento de sintomas.</p>
<p data-start="606" data-end="849">Perante este cenário, a <strong data-start="630" data-end="671"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia</span></span></strong> (SPG) vai promover, durante o mês de março, uma campanha nacional de sensibilização sob o mote: <em data-start="768" data-end="848">“Há atrasos que custam a ultrapassar, outros não dão uma segunda oportunidade”</em>.</p>
<p data-start="851" data-end="952">O objetivo é claro: alertar para a importância do rastreio do cancro colorretal a partir dos 45 anos.</p>
<h3 data-start="959" data-end="1010">Sintomas surgem muitas vezes em fases avançadas</h3>
<p data-start="1012" data-end="1127">Também conhecido como cancro do intestino, o cancro colorretal caracteriza-se por elevada incidência e mortalidade.</p>
<p data-start="1129" data-end="1288">Segundo <strong data-start="1137" data-end="1178"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Marília Cravo</span></span></strong>, gastrenterologista e presidente da SPG, entre 70% e 90% dos casos são diagnosticados já em fase sintomática.</p>
<p data-start="1290" data-end="1463">“Quando surgem sintomas como dor abdominal, sangue nas fezes, alteração do trânsito intestinal, perda de peso ou anemia, a doença pode já estar numa fase avançada”, explica.</p>
<p data-start="1465" data-end="1532">É precisamente por isso que os especialistas insistem na prevenção.</p>
<h3 data-start="1539" data-end="1578">Colonoscopia pode prevenir o cancro</h3>
<p data-start="1580" data-end="1738">A colonoscopia é o principal exame de rastreio, permitindo detetar e remover pólipos intestinais (lesões que podem evoluir para cancro se não forem tratadas).</p>
<p data-start="1740" data-end="1859">Quando o cancro colorretal é identificado numa fase inicial, a taxa de sobrevivência aos cinco anos pode rondar os 90%.</p>
<p data-start="1861" data-end="2105">A SPG reforça que, além do rastreio regular a partir dos 45 anos, a adoção de um estilo de vida saudável — com alimentação equilibrada, prática de exercício físico e redução do consumo de álcool e tabaco — também contribui para reduzir o risco.</p>
<h3 data-start="2112" data-end="2141">Mês da Prevenção em março</h3>
<p data-start="2143" data-end="2324">A campanha decorrerá ao longo do mês de março, com presença nas redes sociais e nos meios de comunicação social. A informação estará igualmente disponível no portal <a href="http://www.saudedigestiva.pt/" target="_blank" rel="noopener">Saúde Digestiva</a>.</p>
<p data-start="2326" data-end="2471" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A mensagem dos especialistas é simples: <strong data-start="2366" data-end="2395">não espere pelos sintomas</strong>. No caso do cancro colorretal, antecipar pode mesmo fazer toda a diferença.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
