Clara de Sousa: «Sou uma otimista por natureza»

Aos 51 anos, Clara de Sousa dispensa apresentações. Com uma longa carreira em jornalismo de televisão, é a pivot do principal noticiário da SIC e uma figura bem conhecida de todos os portugueses. Foi a primeira cara da informação da TVI e passou pela RTP, mas assume que o seu grande sonho foi sempre a SIC. Longe dos holofotes e das câmaras, é uma apaixonada pela cozinha, gosta de improvisar e não diz que não a um bom desafio.

Quando e como decidiu tornar-se jornalista?

No dia em que a direção da Rádio Marginal me convidou para ser diretora de informação. Estávamos em 1992 e eu fazia de tudo, incluindo noticiários. Cheguei à conclusão de que, tendo de pedir carteira profissional, iria dedicar-me apenas ao jornalismo.

Começou a trabalhar na rádio durante os anos 80, pouco antes do encerramento das rádios piratas. Quais as expetativas que tinha quanto ao jornalismo nessa altura? Foram correspondidas?

Nessa altura não tinha expetativas absolutamente nenhumas. Estava a estudar para ser professora e era o que pensava que seria o meu futuro. Aliás, isso foi reforçado quando as rádios piratas fecharam, antes da legalização. Mas com a reabertura das que receberam autorização para emitir, como foi o caso da Marginal, esse futuro voltou a ser colocado em causa. Nessa fase, a partir de 1989, as coisas ficaram mais sérias. E aqui estou hoje.

Leia a entrevista na íntegra na edição impressa da Forever Young nº 4

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