A 15.ª edição realiza-se nos fins de semana de 23 e 24 de maio e 30 e 31 de maio, com entrada gratuita, e promete abrir ao público vários jardins, hortas comunitárias e espaços normalmente menos acessíveis.
Um convite para sair de casa e abrandar
Mais do que um simples festival, o Jardins Abertos propõe uma pausa no ritmo acelerado do dia a dia. A ideia é simples: dar, receber, colaborar e aproveitar o tempo ao ar livre, numa ligação mais próxima com a natureza e com os outros.
Ao longo dos dois fins de semana, os visitantes podem explorar diferentes zonas da cidade, desde palácios a florestas urbanas, passando por projetos de bairro e hortas comunitárias.
Atividades para todas as idades
A programação aposta numa forte componente participativa. Há atividades de jardinagem, oficinas práticas e momentos de partilha que convidam a pôr as mãos na terra e a aprender em conjunto.
Também não faltam almoços comunitários, pensados para prolongar os encontros e reforçar o convívio, num ambiente descontraído e inclusivo.
Novos espaços e mais envolvimento local
Este ano, o festival integra novos locais que reforçam a ligação à comunidade, como projetos de vizinhança e jardins criados por moradores. São exemplos de como a cidade pode crescer de forma mais sustentável e colaborativa.
O evento termina com uma celebração no Parque Botânico do Monteiro-Mor, com uma refeição coletiva que junta participantes à volta da mesa, num momento de partilha e convívio.
Um programa gratuito e aberto a todos
O Jardins Abertos é um evento gratuito e pensado para todas as idades, ideal para quem procura programas diferentes em família, a dois ou até sozinho.
A programação completa pode ser consultada online, permitindo escolher os percursos e atividades que melhor se adaptam a cada visitante.










