<br><br><div align="center"><!-- Revive Adserver Asynchronous JS Tag - Generated with Revive Adserver v5.5.0 -->
<ins data-revive-zoneid="25" data-revive-id="6815d0835407c893664ca86cfa7b90d8"></ins>
<script async src="//com.multipublicacoes.pt/ads/www/delivery/asyncjs.php"></script></div>
Partilhar

Pensões: «Não vai ser feita qualquer alteração estratégica no sistema nesta legislatura», assegura governante

Pensões: «Não vai ser feita qualquer alteração estratégica no sistema nesta legislatura», assegura governante
Forever Young com Lusa

A ministra do Trabalho afirmou hoje que nesta legislatura não será feita qualquer alteração estratégica no sistema de pensões, justificando a criação de um grupo de trabalho para estudar a sustentabilidade porque não faz nada sem estudar primeiro.

“Eu não faço nada sem estudar. Este ministério não faz nada sem estudar os assuntos e entendemos que era melhor criar um novo grupo de trabalho que dá continuidade ao trabalho anterior, a par de outros contributos que foram surgindo”, referiu Maria do Rosário Palma Ramalho.

Escolha a Forever Young como fonte preferida no Google Escolher ›

A ministra esteve hoje a ser ouvida na Comissão de Trabalho, Segurança Social e Inclusão, na sequência de um requerimento do Chega sobre as saídas e entradas em cargos diretivos de organismos tutelados pelo Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

Respondendo a uma questão da deputada Isabel Pires, do Bloco de Esquerda, que confrontou a ministra com a nomeação de Jorge Bravo para coordenar o grupo de trabalho encarregado de estudar medidas para a sustentabilidade da Segurança Social, referindo que este tem ligações a fundos de pensões, a ministra sublinhou que a escolha da pessoa compete ao Governo.

“Compete ao Governo escolher as pessoas que entende”, disse, sublinhando que o trabalho deste grupo não se trata de mais do que estudar porque a decisão final, política, será tomada pelo executivo.

Continue a ler após a publicidade
Continue a ler após a publicidade

Neste contexto, afirmou que “não vai ser feita nenhuma alteração estratégica dos sistema de pensões porque isso não está no programa do Governo”, lembrando, contudo, que estudar o problema está no programa do executivo.

A ministra do Trabalho justificou ainda a necessidade de fazer novos estudos, por existirem “pareceres e relatórios conflituantes entre si sobre a situação”, numa alusão ao Livre Verde sobre a Sustentabilidade da Segurança Social, o estudo que acompanha o relatório do Orçamento do Estado e uma recente auditoria do Tribunal de Contas sobre a sustentabilidade da Segurança Social.

De referir que os deputados aprovaram já audições requeridas pelo PCP, IL e BE a Maria do Rosário Palma Ramalho sobre a criação deste grupo de trabalho e o relatório do Tribunal de Contas.

LT // CSJ

Continue a ler após a publicidade

Lusa/Fim