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Provámos os novos croissants de pistácio do Aldi (e custam 99 cêntimos)

Provámos os novos croissants de pistácio do Aldi (e custam 99 cêntimos)
Fernanda M. Reis

A febre do pistácio chegou às padarias dos supermercados. O novo croissant do Aldi custa menos de um euro e esteve à prova na redacção da Forever Young. Eis o veredicto.

Há uns anos era o chocolate, depois vieram o caramelo salgado e a bolacha caramelizada. Em 2026, não há volta a dar: o rei das guloseimas chama-se pistácio. Do famoso chocolate do Dubai aos gelados e cremes de barrar, o fruto seco verde tomou conta das montras. O Aldi acaba de juntar-se à festa com um croissant de pistácio na sua secção de padaria, e a caixa que chegou à redacção da Forever Young não durou muito tempo fechada.

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A pergunta que trouxemos para esta prova é a mesma que qualquer leitor faria no supermercado: por 99 cêntimos, pode um croissant de pistácio estar à altura da fama que o rodeia? Fomos ver, com olhos, guardanapo e pouca paciência para esperar.

Primeiro, o aspecto

À vista, o croissant cumpre tudo o que a moda exige: envolto em leves camadas de massa folhada, dourado e brilhante, traz um recheio generoso de creme de pistácio, naquele tom verde que virou fenómeno nas redes sociais, e apontamentos de chocolate branco no topo a rematar o conjunto. Ao lado de croissants de pistácio bem mais caros que por aí se vendem, não faz má figura nenhuma, bem pelo contrário.

E o sabor?

É aqui que costumam cair os produtos que se limitam a seguir a moda, e é aqui que este croissant surpreende. As camadas finas do folhado desfazem-se estaladiças por fora e mantêm-se macias por dentro, e o creme do recheio sabe realmente a pistácio, doce sem ser enjoativo, sem aquele travo artificial que estraga tantas imitações. O chocolate branco do topo acrescenta um toque extra de doçura que casa bem com o fruto seco, sem lhe roubar o protagonismo. Na redacção, a estratégia que reuniu mais consenso foi a mais simples: meio minuto no forno ou na fritadeira de ar para amornar, um café ao lado, e a tarde fica ganha. Entre os provadores, houve quem voltasse para repetir (mas já não havia), o que, em matéria de croissants, é o único teste que verdadeiramente conta.

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Quanto custa e onde encontrar

O melhor argumento fica para o fim: custa 0,99 euros. Menos de um euro por uma guloseima que, na maioria dos sítios onde a moda chegou, custa habitualmente várias vezes mais. Encontra-se na secção de padaria das lojas Aldi, junto aos restantes croissants, napolitanas e berlinas da casa, e a experiência diz-nos que convém não ir demasiado tarde: as novidades destas secções têm o hábito de desaparecer do tabuleiro ainda a manhã vai a meio.

O veredicto da redação

Não sendo um doce para todos os dias, que o folhado e o creme não enganam ninguém nas contas das calorias, é um pequeno luxo acessível, perfeito para o lanche de domingo com os netos ou para acompanhar o café da meia-tarde sem pesar na carteira. Para quem tem curiosidade em perceber a febre do pistácio mas torce o nariz aos preços que a moda impôs, este croissant é a porta de entrada mais democrática que conhecemos. Ao primeiro euro, fica a dúvida; à primeira dentada, fica a vontade de voltar ao Aldi. Vale a pena? Sim, sem cerimónias.