5 rotinas saudáveis que aumentam a esperança média de vida

Estudo norte-americano confirma que com certos hábitos se pode ganhar mais de uma década de vida.

De acordo com o coautor do estudo e professor de epidemiologia e nutrição da Escola de Saúde Pública de Harvard, Meir Stampfer, «certos hábitos têm um impacto enorme na longevidade», assim como outros «podem contribuir para o risco de morte prematura», confessou. Para efeitos da pesquisa, os académicos de Harvard analisaram os dados de 123 mil voluntários, com historiais médicos de 34 anos.

O estudo conseguiu identificar as cinco práticas saudáveis que podem aumentar a nossa esperança média de vida:

 

  1. Não fumar;

 

  1. Consumo moderado de bebidas alcoólicas, não mais que um copo de vinho por dia para mulheres, ou dois para homens;

 

  1. Alimentação equilibrada, com pouca gordura saturada e cuidado nas quantidades de sal e açúcar;

 

  1. Controlar o peso e manter o Índice de Massa Corporal (peso dividido pela altura ao quadrado) entre os valores de 18,5 e 25;

 

  1. Praticar exercício físico, pelo menos 30 minutos todos os dias.

 

Homens e mulheres que tenham uma vida saudável têm 82 por cento menos probabilidades de morrer de doenças cardíacas e são 65 por cento menos propensos a morrer de cancro, em comparação com estilos de vida menos saudáveis, como foi possível observar nos dados examinados.

Os investigadores compararam, também, os anos de esperança de vida dos voluntários com 50 anos de idade. Em média uma mulher de 50 anos que não segue nenhum dos cinco hábitos saudáveis mencionados pode viver quase mais 30 anos. Por outro lado, uma mulher de 50 que não fuma, bebe pouco, tem uma alimentação equilibrada, mantém um peso considerado saudável e faz exercício, diariamente, pode atingir os 93 anos.

Os resultados do estudo têm idêntica projeção para os homens de 50 anos: os que não seguem nenhum dos cinco hábitos mencionados podem viver até aos 76 anos, enquanto os que seguem um estilo de vida saudável podem chegar aos 88 anos.

O professor de epidemiologia e nutrição e coautor do estudo disse ainda que embora a pesquisa esteja limitada aos Estados Unidos, os resultados «se aplicam a grande parte da população ocidental», observou Meir Stampfer.

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