<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Ataque cardíaco &#8211; Forever Young</title>
	<atom:link href="https://foreveryoung.sapo.pt/tag/ataque-cardiaco/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://foreveryoung.sapo.pt</link>
	<description>Para se sentir sempre jovem. Viva com mais sentido, 55+ com atitude.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 29 Sep 2023 13:15:53 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://foreveryoung.sapo.pt/wp-content/uploads/favicon_114-1.jpg</url>
	<title>Ataque cardíaco &#8211; Forever Young</title>
	<link>https://foreveryoung.sapo.pt</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Como sobreviver a um ataque cardíaco? Conheça as indicações dos especialistas</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/como-sobreviver-a-um-ataque-cardiaco-conheca-as-indicacoes-dos-especialistas/</link>
					<comments>https://foreveryoung.sapo.pt/como-sobreviver-a-um-ataque-cardiaco-conheca-as-indicacoes-dos-especialistas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra M. Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 13:15:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque cardíaco]]></category>
		<category><![CDATA[o que fazer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=35711</guid>

					<description><![CDATA[<p>As mulheres, em particular, parecem estar a ser as principais vítimas deste grave problema, segundo alerta um recente estudo.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os anos, nos EUA, cerca de 435 000 mulheres sofrem um ataque cardíaco. Seis vezes mais mulheres morrem devido a este problema médico do que devido ao cancro da mama. Um <a href="https://www.womensheart.org/content/heartdisease/heart_disease_facts.asp" target="_blank" rel="noopener">estudo</a> parece identificar algumas das principais lacunas que podem estar a justificar esta elevada taxa de mortalidade.</p>
<p>A principal conclusão parece ser que, quando comparado com os homens, as mulheres não estão a receber o mesmo nível de cuidados e tratamentos. Certos medicamentos e betabloqueadores não são prescritos com tanta frequência às mulheres. Da mesma forma certos exames importantes – como as angiografias &#8211; são desproporcionalmente mais feitos por homens do que por mulheres.</p>
<p>Tal como <a href="https://www.considerable.com/health/heart/surviving-heart-attack-woman/" target="_blank" rel="noopener">refere</a> a Dr. Suzanne Steinbaum (cardiologista do reputado Mount Sinai Hospital, em Nova Iorque), esta situação pode ser justificada pelo facto de a doença cardíaca ser habitualmente mais associada aos homens. Esta é, erradamente, considerada um problema masculino. Na verdade, “a doença cardíaca mata mais mulheres do que todos os cancros combinados”, afirma a especialista.</p>
<p>Eis um conjunto de recomendações que todas as mulheres devem seguir, de forma aumentar as probabilidades de receberem o cuidado devido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>Argumente e defenda-se</strong></li>
</ol>
<p>Tal como referido, diversos estudos apontam para o facto de certos especialistas médicos tenderem a não associar certos sintomas – descritos por mulheres – a possíveis ataques cardíacos. Assim é fundamental que procure ser o mais clara possível. Diga “acho que estou a ter um ataque cardíaco”, como formar de garantir que os profissionais de saúde dão a atenção necessária ao seu caso.</p>
<ol start="2">
<li><strong>Mesmo que não tenha a certeza procure ajuda</strong></li>
</ol>
<p><a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s11886-018-1006-7" target="_blank" rel="noopener">Um estudo</a> de 2018, refere que as mulheres tendem as esperar 30% mais tempo do que os homens antes de procurarem apoio médico. O medo de que os seus sintomas sejam desvalorizados faz com que evitem o contacto imediato. Mesmo que não tenha a certeza é importante que procure o apoio médico necessário. Uma rápida resposta pode fazer toda a diferença na eficácia do tratamento, evitando assim mortes desnecessárias.</p>
<ol start="3">
<li><strong>Ligue para os serviços de emergência; não procure respostas online</strong></li>
</ol>
<p>Ao suspeitarem de que podem estar a sofrer um ataque cardíaco as mulheres tendem a tomar uma aspirina e procurar os sintomas online, segundo explica a Dr. Nieca Goldberg (diretora na NYU Lagone Medical Center). Em alternativa, mal se aperceba de um possível sintoma ligue para as urgências e procure apoio especializado.</p>
<ol start="4">
<li><strong>Descreva os sintomas; não os interprete</strong></li>
</ol>
<p>Quando começaram os sintomas? Quanto tempo duraram? Estava a descansar quando isso aconteceu? O que é que sentiu? Estas são apenas algumas das questões que deve estar preparada para responder. Não tente racionalizar o que aconteceu e procurar encontrar explicações. Apresente apenas os factos. Isto irá garantir que lhe será feita uma avaliação mais eficaz e correta.</p>
<ol start="5">
<li><strong>Fale sobre os seus fatores de risco</strong></li>
</ol>
<p>Não assuma que os médicos vão estar sempre cientes da sua ficha médica. Reforce sempre que necessário algumas das suas condições pré-existentes ou os fatores de risco. Hipertensão, níveis altos de colesterol, diabetes, historial familiar, etc. Caso não tenha tido exames e consultas recentes, explique que podem existir fatores ou problemas desconhecidos, ainda por diagnosticar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://foreveryoung.sapo.pt/como-sobreviver-a-um-ataque-cardiaco-conheca-as-indicacoes-dos-especialistas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ataque cardíaco: Alexa da Amazon pode ser importante na prevenção</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/ataque-cardiaco-alexa-da-amazon-pode-ser-importante-na-prevencao/</link>
					<comments>https://foreveryoung.sapo.pt/ataque-cardiaco-alexa-da-amazon-pode-ser-importante-na-prevencao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Oct 2019 09:33:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Alexa]]></category>
		<category><![CDATA[Amazon]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque cardíaco]]></category>
		<category><![CDATA[estudo internacional]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Washington]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=30005</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estudo norte-americano ensinou dispositivos a conseguirem detetar paragens cardíacas. Esta pode ser uma mudança na forma como os consumidores obtêm informações sobre a saúde: na prevenção de doenças e até no seu tratamento.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma equipa de investigação da Universidade de Washington publicou recentemente um <a href="https://www.nature.com/articles/s41746-019-0128-7" target="_blank" rel="noopener noreferrer">estudo</a> em que ensinou a Alexa, &#8211; além de um iPhone 5s e um Samsung Galaxy S4 -, a ouvir a nossa respiração e detetar um ataque cardíaco. Estes dispositivos foram capazes de ouvir certos sons que são um sinal de alerta importante: com 97% de identificações corretas e raros falsos positivos (0,2%).</p>
<p>A Amazon, que se recusou a comentar este artigo, detém uma patente sobre uma tecnologia acústica que reconhece e pode agir em interrupções significativas de áudio. Além de outras sobre a monitorização do fluxo sanguíneo e da frequência cardíaca através de uma webcam, com a qual pode enviar os sinais vitais para um consultório médico, antes de ir à consulta, e continuar a controlar a sua condição, depois de chegar a casa.</p>
<p><strong>Evolução da Alexa</strong></p>
<p>Até aqui, a assistente virtual inteligente da Amazon, a Alexa, tinha a capacidade de interagir por voz, tocar músicas, fazer listas de tarefas, configurar alarmes, prover informações sobre tráfego, temperatura, entre outras informações, além de controlar sistemas e aparelhos inteligentes e conectados. No futuro, a empresa de Jeff Bezos aspira que o seu dispositivo possa entrar no campo da saúde.</p>
<p>Com efeito, a Amazon espera que a Alexa ajude os médicos a diagnosticar doenças mentais, autismo, concussões e a doença de Parkinson. A empresa norte-americana até ambiciona que ela possa detetar a ocorrência de um ataque cardíaco.</p>
<p>Atualmente, a Alexa já pode realizar um punhado de tarefas relacionadas à assistência médica, nomeadamente, rastrear os níveis de glicose no sangue, descrever sintomas, dar instruções de cuidados pós-cirúrgicos, monitorizar entregas domiciliares e consultas no centro de atendimento de urgência mais próximo. Isso deveu-se à realização de inúmeras parcerias com empresas da saúde, para permitir que consumidores e funcionários usem esse dispositivo para fins de assistência médica.</p>
<p>Desde que a Amazon obteve permissão para usar registos de saúde de pacientes protegidos sob a lei de privacidade norte-americana, o número de possíveis funções da Alexa aumentou. Em breve, este assistente virtual pode mudar a forma como os consumidores (não apenas os interessados em tecnologia) obtêm informações de saúde, ao permitir que as empresas de assistência à saúde criem serviços para os consumidores usarem em casa.</p>
<p>Numa entrevista de 2018, o vice-presidente da Amazon e um dos criadores da Alexa, Rohit Prasad, descreveu que a evolução de Alexa, utilizando as informações agora recebidas, pode «permitir que os algoritmos se tornem mais inteligentes incorporando informações de uma ampla variedade de fontes». Num futuro próximo, Prasad acrescentou que a Alexa vai aumentar a sua consciência, sendo capaz «de reconhecer, compreender e responder às solicitações dos utilizadores».</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://foreveryoung.sapo.pt/ataque-cardiaco-alexa-da-amazon-pode-ser-importante-na-prevencao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
