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	<title>Demência &#8211; Forever Young</title>
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	<description>Para se sentir sempre jovem. Viva com mais sentido, 55+ com atitude.</description>
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	<title>Demência &#8211; Forever Young</title>
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		<title>Medicamento comum pode aumentar o risco de demência, avisam médicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 16:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o envelhecimento da população, a doença de Alzheimer e outras formas de demência tornam-se cada vez mais comuns. Atualmente, estima-se que 6,9 milhões de idosos nos EUA vivam com demência, número que poderá duplicar até 2050. Além dos fatores genéticos, idade e estilo de vida, os estudos recentes sugerem que certos medicamentos podem influenciar o risco de desenvolvimento da doença.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="742" data-end="1023">Alguns investigadores têm alertado para o uso prolongado dos inibidores da bomba de protões (IBPs), fármacos populares para o tratamento de azia, refluxo gastroesofágico e úlceras estomacais. Entre os medicamentos mais comuns deste grupo estão o omeprazol, esomeprazol e lansoprazol.</p>
<p data-start="1025" data-end="1547">Um estudo dinamarquês publicado na revista <em data-start="1068" data-end="1092">Alzheimer’s &amp; Dementia</em> analisou dados de quase dois milhões de pessoas entre 60 e 75 anos, acompanhadas durante uma média de 10 anos. Os resultados mostraram que, entre os pacientes diagnosticados com demência entre os 60 e os 69 anos, aqueles que usaram IBPs tinham um risco 36% superior de desenvolver demência em comparação com os que não os utilizaram. Este risco foi menor em idades mais avançadas e não se verificou aumento significativo em pacientes com mais de 90 anos.</p>
<p data-start="1549" data-end="2031">Os investigadores sublinham que este aumento do risco ocorreu independentemente do tempo entre o início do tratamento com IBPs e o diagnóstico de demência — mesmo tratamentos iniciados 15 anos antes do diagnóstico apresentaram associação com maior risco. Estes resultados sugerem que o uso prolongado destes medicamentos pode afetar a saúde cerebral a longo prazo, possivelmente por influência na função cerebral e no acúmulo da proteína beta-amiloide, ligada à doença de Alzheimer.</p>
<p data-start="2033" data-end="2221">Outro estudo recente, publicado em 2023 na revista <em data-start="2084" data-end="2095">Neurology</em>, corrobora estes dados, apontando que o uso acumulado de IBPs por mais de 4,4 anos eleva o risco de demência em cerca de 33%.</p>
<p data-start="2223" data-end="2510">Para além da associação com demência, um estudo de 2019 publicado em <em data-start="2292" data-end="2312">Scientific Reports</em> indica que os IBPs podem atravessar a barreira hematoencefálica, estando ligados a sintomas neurológicos como perda de memória, enxaquecas, neuropatias periféricas e alterações visuais e auditivas.</p>
<p data-start="2512" data-end="2722">Especialistas da Yale Medicine alertam ainda para outros efeitos adversos do uso prolongado de IBPs, incluindo doenças cardiovasculares, insuficiência renal crónica, fraturas ósseas e deficiências nutricionais.</p>
<p data-start="2724" data-end="2941">Apesar de serem considerados seguros e eficazes, o uso excessivo e prolongado de IBPs é motivo de preocupação entre os especialistas, que pedem cautela e reavaliação médica regular para evitar prescrições inadequadas.</p>
<p data-start="2943" data-end="3053">Se estiver a tomar IBPs, consulte o seu médico para discutir os potenciais riscos e alternativas terapêuticas.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Já bebeu café hoje? Conheça o poder da casca do grão de café</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sandra M. Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jun 2023 08:20:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo norte-americano analisou ação da cafeína e propõe benefício para a saúde mental.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os investigadores da Universidade de Rutgers, nos Estados Unidos, a propósito de um <a href="https://www.pnas.org/content/115/51/E12053" target="_blank" rel="noopener noreferrer">novo estudo</a>, sugerem que o consumo de café pode estar associado à redução do risco de doença de Parkinson e demência. Acredita-se que a cafeína seja o agente protetor e as novas evidências deste estudo acerca das propriedades da casca do grão de café revelam que esta também pode desempenhar um papel protetor.</p>
<p>Além de dar um estímulo extra, o café, quando ingerido em quantidade moderada, é conhecido por os estudos científicos associarem esta bebida quente ao bem-estar e ao bom funcionamento do organismo. Nomeadamente, na proteção contra doenças cardiovasculares, na melhoria do humor, da concentração e até no aumento da longevidade.</p>
<p>Agora este novo estudo concluiu que até as substâncias presentes no grão do café podem desempenhar um papel relevante na proteção ou até no retardar dos danos cerebrais causados por doenças como Parkinson e demência. A investigação analisou a ação da cafeína e de um composto derivado da serotonina (neurotransmissor), encontrado na casca do grão de café, no cérebro de ratos.</p>
<p>Quando associados, a cafeína e esse composto &#8211; o eicosanoil-5-hidroxitriptamida (EHT) &#8211; aumentam a atividade de um estímulo que previne a acumulação de proteínas prejudiciais, normalmente associadas a doenças degenerativas, como a demência ou o Parkinson.</p>
<p>Nesta pesquisa, apenas os roedores foram alvo dos testes científicos e concluiu-se que os que receberam as duas substâncias combinadas tiveram bons resultados. No entanto, se o sucesso destas observações se verificarem quando aplicadas aos seres humanos, então pode existir a probabilidade de serem formulados novos medicamentos que evitem o progresso das condições degenerativas no cérebro.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Podem estes hábitos ser capazes de fortalecer a sua mente?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/podem-estes-habitos-ser-capazes-de-fortalecer-a-sua-mente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2021 13:13:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lifestyle & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Demência]]></category>
		<category><![CDATA[Forever Young]]></category>
		<category><![CDATA[mente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Certas alterações no nosso estilo de vida podem ajudar a reduzir o risco de demência.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As pessoas tendem a acreditar que o Alzheimer e os outros tipos de demência são algo que apenas deve preocupar os mais idosos. Sendo certo que a idade representa um fator de risco, a verdade é que existem muitos fatores ao longo da vida que podem contribuir para o aparecimento destes tipos de problemas.</p>
<p>Alguns investigadores acreditam inclusive que já na infância podem existir fatores de risco – tanto em termos do nosso comportamento, como do ambiente – que influenciam a probabilidade de virmos a sofrer de demência.</p>
<p>[Leia também: <a href="https://multinews.sapo.pt/noticias/alzheimer-5-sinais-precoces-e-surpreendentes-de-que-algo-nao-esta-bem/" target="_blank" rel="noopener">Alzheimer. 5 sinais precoces (e surpreendentes) de que algo não está bem</a>]</p>
<p>Felizmente existem muitas coisas que podemos fazer para evitar termos problemas futuros de memória, comunicação e cognição. De resto, o stress, a medicação e a falta de sono, podem contribuir negativamente para este fenómeno.</p>
<p>Conheça agora algumas das coisas que podem ajudar a proteger o seu bem-estar mental ao longo dos anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>Limitar o consumo de álcool</strong></li>
</ol>
<p>Um consumo exagerado e constante de bebidas alcoólicas pode interferir com a capacidade do nosso cérebro formar novos neurónios. Este é um hábito que pode afetar a sua capacidade de memória, assim como é capaz de aumentar o risco de depressão, ansiedade e danos cerebrais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong>Prevenir lesões na cabeça</strong></li>
</ol>
<p>Algumas quedas e impactos na área da cabeça podem gerar danos permanentes. Devemos assim procurar ao máximo evitar estas situação. Usar capacetes, usar cinto de segurança, não praticar desporto de alto contacto, são tudo recomendações que deve seguir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong>Evitar a poluição do ar</strong></li>
</ol>
<p>Os efeitos que um ar e ambiente mais poluído podem ter para a saúde física e mental das crianças e dos adultos são devastadores. Este é um fator de risco que está associado a inúmeros problemas de saúde, tais como a asma, doença no pulmão, maior mortalidade e risco de hospitalização. Alguns estudos têm comprovado a forma como este tipo de ambiente pode aumentar o risco de aparecimento de demência e depressão nos idosos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li><strong>Cuidar da nossa capacidade auditiva</strong></li>
</ol>
<p>A nossa audição influencia também o nosso bem-estar mental. É fundamental que saiba cuidar da sai capacidade auditiva de forma a prevenir o declínio mental. Caso necessário deverá usar aparelhos auditivos que ajudem a assegurar este aspeto. De resto é importante que protege as suas orelhas sempre que se encontrar em ambientes mais barulhentos. Apenas assim poderá evitar danos permanentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="5">
<li><strong>Evitar a hipertensão</strong></li>
</ol>
<p>Uma elevada pressão arterial pode ser capaz de danificar as artérias, aumentando assim o risco de ataques cardíacos e limitando o acesso do sangue ao cérebro. Esta é uma situação que pode aumentar o risco de demência vascular. Consulte o seu médico e perceba quais as melhores formas de manter a sua pressão arterial baixa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="6">
<li><strong>Exercício físico</strong></li>
</ol>
<p>Uma prática regular de exercício irá proteger o seu organismo, evitando a progressão de certos problemas cognitivos que mais tarde podem estar na origem de casos de demência. Este tipo de atividade irá igualmente evitar o excesso de peso e a diabetes – dois problemas médicos que podem contribuir para o enfraquecer da mente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="7">
<li><strong>Parar de fumar</strong></li>
</ol>
<p>O tabagismo continua ainda a ser umas das principais causas de morte em todo o mundo. A maior parte das pessoas conhece o impacto que este hábito pode ter para a saúde dos pulmões e coração. Todavia poucos são os que associam o tabagismo ao degradar da mente e do córtex cerebral. Lentamente este é um hábito que irá aumentar o seu risco de declínio mental.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="8">
<li><strong>Conexão social</strong></li>
</ol>
<p>Este é um dos elementos mais fundamentais e capazes de proteger a sua saúde mental ao longo da vida. Diversos estudos têm comprovado que uma vida social ativa e regular está associada a uma estrutura mental mais saudável. Manter a mente ativa através do contacto com os outros é assim algo que deve proteger ao longo de toda a sua vida, como forma de evitar situações de demência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Cogumelos podem travar o princípio de demência</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/cogumelos-podem-travar-o-principio-de-demencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Feb 2020 11:38:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Cogumelos]]></category>
		<category><![CDATA[Demência]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova pesquisa sugere que primeiros sinais do declínio cognitivo podem ser reprimidos pelo consumo de cogumelos. </p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma equipa de investigadores da Universidade Nacional de Singapura acredita que o consumo de cogumelos pode ajudar a proteger o cérebro do processo de envelhecimento, devido às propriedades de um antioxidante chamado ergotionina. Os resultados desta <a href="https://content.iospress.com/articles/journal-of-alzheimers-disease/jad180959" target="_blank" rel="noopener noreferrer">investigação</a> foram publicados num jornal científico.</p>
<p>Os cientistas descobriram que os idosos que semanalmente consomem mais de duas porções padrão de cogumelos podem ter um risco reduzido em 50 por cento de ver a sua capacidade cognitiva comprometida. Para tal, as pessoas têm de comer mais de duas porções de 150 gramas de cogumelos por semana.</p>
<p>O declínio cognitivo é uma condição transitiva, entre o desenvolvimento de demência e o envelhecimento considerado normal, em que são afetadas a capacidade de atenção, a memória e a noção do espaço.</p>
<p>Para o médico que liderou a equipa de especialistas de Singapura, Lei Feng, considerou esta descoberta «surpreendente e encorajadora», pelo facto de um único ingrediente ter tal «impacto no efeito do declínio cognitivo», constatou o cientista.</p>
<p>Com efeito, para o investigador «as atuais provas científicas propõem que o consumo de cogumelos pode servir como medida preventiva» com o objetivo de evitar o declínio cognitivo «e o desgaste neuronal que resulta do envelhecimento», acrescenta Lei Feng.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>Evitar a demência? Suplementos ou puzzles não resultam</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/prevencao-demencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 May 2019 13:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Demência]]></category>
		<category><![CDATA[estudo internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou esta semana as primeiras diretrizes internacionais para evitar a demência com certas mudanças no estilo de vida.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas pessoas na faixa dos 50 e 60 anos compram suplementos ou fazem quebra-cabeças na esperança de proteger a saúde do seu cérebro. Especialmente se tiverem familiares com perda de memória e demência. No entanto, estas podem não ser as estratégias mais eficazes</p>
<p>Um <a href="https://www.healthyagingpoll.org/report/thinking-about-brain-health" target="_blank" rel="noopener noreferrer">novo estudo</a> norte-americano, na temática do envelhecimento saudável, descobriu que os americanos mais velhos preferem ter a iniciativa de realizar atividades e exercícios mentais, do que falar com os médicos sobre formas de evitar o declínio do cérebro. Mesmo quando quase metade (48%) dos entrevistados no estudo da Universidade de Michigan indicaram que achavam provável que a demência se desenvolvesse em algum momento das suas vidas.</p>
<p>Embora, a saúde mental esteja nas preocupações de muitos participantes, apenas 5 por cento da totalidade e 10 por cento dos que tinham antecedentes familiares de demência se dirigiram ao médico para saber como prevenir problemas de memória. Paralelamente, 73 por cento dizem que fazem palavras cruzadas, exercícios mentais ou tomam suplementos para manter a sua capacidade de raciocínio apurada. Nenhuma dessas estratégias demonstrou em outros estudos científicos ter verdadeiros benefícios.</p>
<p>Esta pesquisa entrevistou mil e 28 adultos entre 50 e 64 anos sobre saúde cerebral. O psiquiatra geriátrico e coautor da pesquisa, Donovan Maust, sugere que «muitas pessoas podem não perceber a importância da opinião de um profissional médico», que lhes pode dar algumas diretrizes, de acordo com a OMS, para «preservar a saúde do cérebro com o controlo da pressão arterial e do nível de açúcar no sangue, através de mais atividade física regular, melhor sono ou parar de fumar», por exemplo. A Organização Mundial de Saúde recomenda, ainda, que as pessoas controlem o seu peso e o nível de colesterol e tenham uma alimentação saudável e um consumo moderado de álcool.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Casal de neurologistas tem “A Solução Para o Alzheimer”</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/casal-de-neurologistas-tem-a-solucao-para-o-alzheimer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Feb 2019 13:29:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[A Solução Para o Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[Ayesha Sherzai]]></category>
		<category><![CDATA[Dean Sherzai]]></category>
		<category><![CDATA[Demência]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças do cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na próxima década, 10 por cento da população com mais de 65 anos irá desenvolver algum tipo de demência. 90 por cento dos casos de Alzheimer podem ser prevenidos através de mudanças no estilo de vida.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Baseado no estudo clínico mais vasto sobre a doença de Alzheimer e escrito por dois dos maiores especialistas no tema, “A Solução Para o Alzheimer” oferece as ferramentas práticas para se precaverem e adiarem os sintomas do declínio cognitivo.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-4276 alignleft" src="https://foreveryoung.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/Casal-de-neurologistas-tem-A-Solucao-Para-o-Alzheimer-198x300.jpg" alt="Casal de neurologistas tem “A Solução Para o Alzheimer”" width="242" height="367" title="Casal de neurologistas tem “A Solução Para o Alzheimer”">Este livro, que promete ser vanguardista para milhares de pessoas, demonstra a importância do cérebro e como este pode ser influenciado pelos comportamentos em cinco áreas relevantes: alimentação, atividade física, sono, stress e trabalho.</p>
<p>Dean e Ayesha Sherzai, a dupla de autores e neurologistas, que há muito investiga a doença de Alzheimer, constataram que esta doença não é uma inevitabilidade genética e que o seu diagnóstico não deve representar uma fatalidade. Aliás, anunciam que 90 por cento das pessoas pode evitá-la e as pessoas que têm maior predisposição genética podem protelar a manifestação de sintomas.</p>
<p>Com efeito, “A Solução Para o Alzheimer” inclui, ainda, o plano NEURO, inovador na prevenção e tratamento da doença; um questionário personalizado para avaliar o risco da doença; guias diários para otimizar a saúde cerebral e um conjunto de receitas alimentares.</p>
<p>A doença de Alzheimer, em todo o mundo, atinge 60 a 70 por cento das 47,5 milhões de pessoas com demência, segundo valores estimados pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Os custos de saúde e sociais da demência, nos países da OCDE estão avaliados em cerca de 847 mil milhões de euros por ano.</p>
<p><strong>Género: Saúde e Bem-Estar</strong></p>
<p><strong>Páginas: 400</strong></p>
<p><strong>Editora: Nascente</strong></p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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