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	<title>estudo internacional &#8211; Forever Young</title>
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	<description>Para se sentir sempre jovem. Viva com mais sentido, 55+ com atitude.</description>
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	<title>estudo internacional &#8211; Forever Young</title>
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		<title>Saiba se está na forma física ideal para a sua idade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Feb 2024 16:00:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo britânico, obre atividade física, determinou três exercícios que podem sugerir a necessidade de melhorar a condição física.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cadeia de ginásios Virgin Active desenvolveu um novo serviço, graças ao especialista em fitness, Tim Wright, de alerta para todos sobre a importância da prática regular de exercício físico. No estudo que deu origem a este novo programa, foi criada uma lista de três exercícios, considerados de realização simples em cada faixa etária.</p>
<p>As seguintes sugestões, específicas para cada faixa etária, prometem testar a resistência cardiovascular, força e mobilidade do corpo. Contudo, uma pessoa só deve realizar todos os três exercícios indicados no seu grupo etário, se cumprir alguns pré-requisitos, como estar saudável e sem lesões.</p>
<p>Entre os 50 e 70 anos, as pessoas perdem cerca de 30 por cento das forças musculares, por isso, é importante manter um regime de fitness. No entanto, além de cuidar do seu desempenho físico, é melhor certificar-se que, todos os dias, tem uma média de cinco minutos para relaxar.</p>
<p>Por isso, aos <strong>50 anos</strong> deve conseguir:</p>
<p>&#8211; Sentar-se no chão de pernas cruzadas e voltar a levantar-se sem usar as mãos;</p>
<p>&#8211; Correr, a um ritmo moderado, por 60 segundos sem parar;</p>
<p>&#8211; Fazer 5 burpees (agachamento, prancha, flexão) seguidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aos <strong>60 anos</strong>:</p>
<p>&#8211; Dar regularmente mais de 10,000 passos num dia;</p>
<p>&#8211; Tocar com as pontas dos dedos atrás das costas (com uma mão atrás do ombro e outra atrás das costas);</p>
<p>&#8211; Fazer 12 agachamentos sem parar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aos <strong>70 anos</strong>:</p>
<p>&#8211; Subir confortavelmente um lance de escadas com 10 degraus em menos de 30 segundos;</p>
<p>&#8211; Levantar-se de uma cadeira sem usar as mãos ou os braços e repetir, pelo menos, 12 vezes em 30 segundos;</p>
<p>&#8211; Caminhar um quilómetro e meio em menos de 16 minutos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esta foi uma investigação realizada a dois mil praticantes de exercício físico no Reino Unido por um inquérito online. A amostra de adultos entrevistados, terá tido uma seleção aleatória para representar a população britânica por idade, sexo e região.</p>
<p>Ora, Tim Wright, o responsável máximo por este estudo, é da opinião que o exercício ajuda a manter a boa forma física em qualquer idade, mas, também, «é importante para combater os efeitos do envelhecimento», assim como pode «melhorar a saúde mental e física», diz o especialista em fitness.</p>
<p>A partir dos 50, começa uma nova etapa da vida, em que, habitualmente, existe uma maior paciência, uma nova perspetiva da vida e se tem uma maior capacidade para perceber quais as necessidades do nosso corpo. Como recomendação simples de atividade física é apontado o passeio, com ou sem a companhia do melhor amigo do homem, o cão. No entanto, o ioga apresenta-se como «uma solução mais natural», pois, além das vantagens físicas inegáveis, «permite trabalhar a elasticidade, resistência e, ainda, relaxar», recomenda.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>Afinal nem tudo é mau: há um tipo de stress que pode ser saudável e produtivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jan 2024 16:16:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<category><![CDATA[Stress]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O stress e a tensão emocional tendem a estar associados ao sofrimento - mas o “eustress” pode ser saudável e torna-lo mais produtivos</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>0O stress tornou-se uma característica do século XXI, contribuindo para crises de saúde mental, alimentando o &#8216;boom&#8217; de aplicações digitais e a ciência sugere que até já pode afetar a vida dos bebés que ainda estão dentro da barriga. Alguns especialistas, em conversa com o jornal The Guardian, revelam como algum stress, conhecido como &#8220;eustress&#8221;, pode ser bom, saudável e produtivo. Além de que sem ele, acrescentam, as nossas vidas seriam monótonas e sem sentido.</p>
<p>A noção de “eustress” tem um sentido intuitivo no prefixo &#8220;eu&#8221;, que é do grego antigo para &#8220;bem&#8221; ou &#8220;bom&#8221;. A neurocientista Daniela Kaufer explica que mesmo quando «as pessoas dizem que se sentem um pouco stressadas», se podem estar apenas a referir a situações em que «os sentimentos associados à adrenalina estimulam o nosso desempenho». A especialista dá o exemplo dos testes escolares como uma situação stressante que pode ter bons resultados.</p>
<p>Segundo a neurocientista da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, «existe a perceção de que o stress é sempre mau para o cérebro, mas isso não é verdade». A resposta ao stress pode ser essencial para a sobrevivência, pois, assim, podemos melhorar o nosso desempenho, através do aumento da atenção e da concentração. Algo que pode preparar «para uma adaptação mais fácil à próxima coisa que surgir na vida».</p>
<p>A equipa de investigação, liderada por Daniela Kaufer, encontrou evidências fisiológicas do poder do “eustress”. Na comparação da atividade no hipocampo de ratos expostos a uma situação de stress prolongado e no de humanos em uma situação de “eustress” verificou-se o impacto do exercício na área do cérebro «envolvida nas aprendizagens e na memória». No caso dos humanos desencadeou, ainda, o crescimento de novos neurónios. A especialista atestou que «esses neurónios, como pudemos demonstrar, são ativados seletivamente e ajudam na aprendizagem da próxima situação stressante. Então em futuras situações semelhantes vai estar melhor preparado».</p>
<p>Porém, a cientista avisa que «isso não significa que devemos exagerar nas coisas, pois os efeitos positivos do “eustress” são inibidos». Na analogia dos exames escolares, pode «não se lembrar de coisas que realmente sabe».</p>
<p>Portanto, é altamente recomendável abraçar mais situações que lhe pareçam assustadoras, e que «o forcem a sair da sua zona de conforto», como por exemplo: andar numa montanha-russa, falar em público, ou ir a entrevistas de emprego. O professor de psicologia na Universidade Keele, no Reino Unido, Richard Stephens, concorda e diz «que é possível converter sofrimento em “eustress”, reformulando situações stressantes em desafios positivos &#8211; e colher os benefícios».</p>
<p>Para tal, o especialista informa que «em vez de estarmos à disposição das nossas emoções, devemos aplicar estratégias diferentes para obter resultados favoráveis» e sugere coisas tão fáceis como «atenção plena, evitar certas situações que o angustie ou qualquer outra coisa que ajude a elevar o humor, como exercício, uma dieta saudável ou um descanso suficiente». Reformular certos pontos de vista das situações, em que pode tornar algo «bastante negativo numa coisa numa coisa mais positiva» também pode ajudar.</p>
<p>Daniela Kaufer diz que «os limiares de stress são mais altos que outros em cada pessoa, dependendo dos genes, história de vida ou, até, o que aconteceu quando ainda estava no útero». Muitos desses fatores estão além do nosso controlo, pelo que «é importante não fazer com que ninguém se sinta responsável por ter certas respostas ao stress», diz a especialista.</p>
<p>Já a professora de psicologia Jennifer Ragsdale, da Universidade de Tulsa, nos Estados Unidos, sugere «experimentar o “eustress” quando tem um trabalho stressante», nomeadamente, a ver «os prazos e a carga de trabalho como um desafio a ser cumprido ou uma oportunidade de crescimento, e não como algo impossível de lidar». Além de que, também deve «refletir sobre os lados positivos do seu trabalho e o que traz significado ou sensação de propósito ao seu trabalho». Em que vale investir sua energia e o que não vale? ”</p>
<p>A investigação de Ragsdale descobriu que «a energia e a excitação associadas ao “eustress” podem combater a fadiga». A especialista concluiu que as pessoas com «indicadores de eustress [sentindo-se felizes ou experimentando mais significado durante a jornada de trabalho] &#8211; geralmente experimentam níveis mais baixos de fadiga em geral».</p>
<p>Richard Stephens alegou mesmo que o “eustress” pode ser «desejável e até necessário», pois é nessas situações «que demonstramos que somos ativos no mundo». «Sem desafio, vem o tédio. Uma vida sem stress não é digna de ser vivida», acrescentou o psicólogo britânico.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>Quer ter um corpo de 30 anos aos 50? Comece pela higiene oral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Dec 2023 19:00:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Existe um número surpreendente de maneiras de fazer o corpo parecer tão jovem quanto gostaria que fosse. Valorizar a saúde oral pode ser uma forma importante de evitar problemas de saúde durante o processo de envelhecimento.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A idade pode ser apenas um número na sua mente, mas no que diz respeito ao corpo pode ter de haver algum “trabalho” seu. O cuidado com a higiene oral pode ter maior importância do que se possa pensar. Ideia para a qual contribui a conclusão de um <a href="https://advances.sciencemag.org/content/5/1/eaau3333" target="_blank" rel="noopener noreferrer">estudo recente</a>. Segundo a qual, a mesma bactéria, que é causadora da gengivite, pode migrar da boca para o cérebro e destruir células nervosas, aumentando o risco de doenças neurodegenerativas, especificamente, a doença de Alzheimer.</p>
<p>Este estudo teve dois tipos de amostras (in vivo e in vitro) e foi realizado para investigar qual a prevalência do agente patogénico, porphyromonas gingivalis, considerado como chave na periodontite crónica, no cérebro de pacientes que sofrem da doença de Alzheimer. Outro objetivo desta investigação foi elucidar possíveis mecanismos de ação dependentes do agente patogénico para a neurodegeneração da doença de Alzheimer.</p>
<p>No cérebro dos pacientes com Alzheimer, também foi possível identificar a presença de elementos tóxicos, conhecidos por gengivinas. Estes foram classificados como sendo neurotóxicos em ambas as amostras, in vivo e in vitro, exercendo efeitos prejudiciais sobre uma proteína necessária para a função normal dos neurónios.</p>
<p>Para bloquear essa neurotoxicidade, a equipa de investigação visou as gengivinas, sobre as quais projetou e resumiu a ação dos inibidores. Os resultados dessa inibição das gengivinas foram a redução da neuroinflamação e da carga bacteriana de uma infeção cerebral estabelecida pelo agente patogénico. Segundo os autores do estudo, estes dados sugerem, ainda, que os inibidores das gengivinas podem ser valiosos para o tratamento da neurodegeneração cerebral na doença de Alzheimer.</p>
<p>Contudo, uma das formas mais seguras de evitar problemas de saúde com o avançar da idade continua a ser uma regular visita ao médico. Pois, mesmo que não se sinta mal, a rotina de fazer um check-up pode impedir que fique doente ou ajudar a identificar uma doença, potencialmente fatal, nos estágios iniciais.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>Quer ter uma vida mais saudável? Beba menos sumos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sandra M. Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2023 17:40:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo norte-americano conclui que mais do que um copo de sumo por dia pode ser mau para a saúde.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma equipa de investigação norte-americana concluiu, na realização de um <a href="https://jamanetwork.com/journals/jamanetworkopen/fullarticle/2733424" target="_blank" rel="noopener noreferrer">estudo</a>, que beber regularmente bebidas açucaradas, incluindo os “sumos de fruta 100% natural”, pode significar um maior risco de morte prematura. Os cientistas compararam as taxas de mortalidade relativa de indivíduos que beberam um copo de sumo de fruta ou outras bebidas açucaradas, em relação aos que beberam mais do que essa porção diária.</p>
<p>Para responder à dúvida se o consumo de bebidas açucaradas está associado a um aumento do risco de mortalidade, foram analisados dados de 13.440 adultos ao longo de seis anos, cuja média de idades era 64 anos. Os sujeitos tinham 45 anos ou mais no início do estudo, 71 por cento destes eram considerados obesos e 1.168 faleceram durante o decurso do estudo.</p>
<p>Esta investigação também comparou as taxas de mortalidade de indivíduos que ingeriram quantidades diárias maiores de sumo de fruta ou outras bebidas açucaradas, e analisou os efeitos a longo prazo de cada porção diária adicional.</p>
<p>Um dos coautores do estudo, Jean Welsh, alertou, mesmo, para a necessidade de «pensarmos no sumo de fruta que compramos como uma bebida açucarada», pois apesar de estes conterem vitaminas e minerais «são açúcar e água, o que faz delas basicamente uma bebida açucarada». Por isso, é cada vez mais «importante que as pessoas entendam que precisam de ser cautelosas sobre o quanto bebem», acrescenta o professor.</p>
<p>Todavia, o estudo sugere, ainda, que as frutas inteiras ou frescas são consideradas «saudáveis e recomendadas por não terem os mesmos efeitos adversos para a saúde». Pelo que se tiver algum desejo de sumo de fruta fresco pode optar por preparar um em casa, sem adicionar açúcar ou arrefecer um chá, também, sem açúcar.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>Atividade física pode ser uma estratégia eficaz de prevenção da depressão</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/atividade-fisica-15-minutos-diarios-pode-afastar-a-depressao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Sandra M. Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Oct 2023 14:15:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo um estudo norte-americano, 15 minutos de corrida ou 1 hora de jardinagem são práticas diárias aconselhadas na prevenção da doença.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um <a href="https://jamanetwork.com/journals/jamapsychiatry/article-abstract/2720689" target="_blank" rel="noopener noreferrer">estudo</a> publicado, recentemente, declara que pessoas fisicamente ativas têm uma menor tendência para sofrer de depressão ou desenvolver episódios depressivos. Em resposta à questão, &#8211; a atividade física tem um papel causal potencial na redução do risco de depressão? -, os resultados científicos atestaram a premissa empírica.</p>
<p>O psiquiatra David Agus liderou a equipa de cientistas, responsável pela pesquisa, comentou que esta apenas lhe deu base científica para a terapia aconselhada aos seus pacientes. Pois, quando eles davam conte de se estarem a «sentir um pouco deprimidos», a sua primeira prescrição é «saia e vá fazer alguma coisa», relatou o especialista.</p>
<p>Ora, mesmo os pacientes já diagnosticados com o transtorno podem encontrar na atividade física uma forma de complementar o tratamento. Agus alerta que é essencial «quinze minutos de corrida, uma hora de jardinagem ou fazer alguma coisa», mesmo sem necessidade de transpirar ou ficar sem fôlego, pois «o importante é estar em movimento», relembrou o médico.</p>
<p><strong style="text-transform: initial;">O estudo</strong></p>
<p>Nesta pesquisa foram analisados os níveis de exercício físico (acompanhados em tempo real ou auto-relatados), a composição genética e o histórico de depressão de 611.583 doentes. Os resultados apontam, contudo, para a maior relevância da medição objetiva – e não autorreferida -, da atividade física em estudos epidemiológicos de saúde mental, além de apoiarem a hipótese do aumento da atividade física para a prevenção efetiva da depressão.</p>
<p>A equipa do Hospital Geral de Massachusetts, nos Estados Unidos, para efeitos do estudo, dividiu os participantes em dois grupos: o primeiro era monitorizado (por um aparelho capaz de registar a velocidade e aceleração) enquanto realizavam exercício físico; por outro lado, o segundo grupo respondeu a questionários, nos quais relataram os níveis de atividade física realizada por dia.</p>
<p>Os investigadores analisaram, ainda, o ADN dos participantes e descobriram que os ganhos de saúde mental adquiridos por meio do exercício, não têm interferência genética. Por isso, independentemente do sexo, da idade ou qualquer outro fator, desde que se mantenham fisicamente ativos, todos podem obter os benefícios preventivos do exercício físico.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>&#8220;No meu tempo corríamos mais&#8221;. Será que os avós têm razão? Os especialistas foram confirmar</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/no-meu-tempo-corriamos-mais-sera-que-os-avos-tem-razao-os-especialistas-foram-confirmar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Sandra M. Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Sep 2023 15:45:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dados revelam que embora a condição física das crianças de agora esteja a melhorar, a dos pais e dos avós era melhor na mesma altura.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como está a forma física das crianças de hoje? A dúvida inquietou a comunidade científica, com a maioria das opiniões favoráveis a uma redução da aptidão física das crianças comparativamente com a geração dos pais e avós. Informação comprovada num <a href="https://bjsm.bmj.com/content/53/8/478" target="_blank" rel="noopener noreferrer">estudo</a> da equipa de investigação, liderada por Grant Tomkinson, que passou as duas últimas décadas a reunir dados históricos da condição física de milhões de crianças em todo o mundo.</p>
<p>A aptidão física é importante para o suc0esso no desporto, mas também para garantir a saúde e o bem-estar de uma pessoa. Se geralmente estiver em boa forma física, provavelmente é porque tem um organismo saudável e em boas condições. O que o pode ajudar a exercitar e melhorar as hipóteses de ter uma vida longa e saudável.</p>
<p>Os exercícios aeróbicos são os mais importantes para a ter uma boa saúde, pois promovem a sua capacidade de se exercitar ou de ser fisicamente ativo a um ritmo constante por um longo período de tempo (por exemplo, mais de 20 minutos). As diversas modalidades desportivas são o melhor exemplo.</p>
<p>As tendências nacionais e internacionais da aptidão aeróbica infantil são importantes para entender a tendência subjacente da saúde atual e potencial de uma população.</p>
<p>Pesquisas mostram que se um individuo estiver em boa forma aeróbica, quando adulto, é menos provável que se desenvolvam condições crónicas, como doenças cardíacas, derrames e alguns tipos de cancro. Além disso, revelam que se a boa forma física já vier da infância, a probabilidade de estar em forma e saudável enquanto adulto é maior.</p>
<p><strong>Em Portugal, os resultados foram negativos </strong></p>
<p>Para efeitos deste estudo foram observados os dados de 25 milhões de crianças de 6 a 19 anos de 27 países, e este foi o primeiro a mostrar conclusivamente que a condição aeróbica infantil declinou em todo o mundo no final do século XX. Aliás, a condição física das crianças piorou, em todo o mundo, entre 1970 e 2000, com as crianças na entrada do terceiro milénio a serem cerca de 15% menos aptas do que os pais quando crianças.</p>
<p>Assim, as tendências na condição física diferiram entre os países analisados, com a maioria a mostrar um declínio geral. Depois do ano 2000, no entanto, a condição aeróbica melhorou no Brasil e no Japão, na Austrália, Canadá, Grécia, África do Sul e Espanha, mas piorou em Portugal, no Reino Unido e nos Estados Unidos.</p>
<p><strong>Qual é a causa?</strong></p>
<p>Os cientistas analisaram ainda os vínculos entre as tendências na condição aeróbica e as tendências de certos fatores socioeconómicos e de saúde em cada país, incluindo a desigualdade nos rendimentos, os níveis de atividade física e os níveis de obesidade. O indicador mais forte do nível de condição física de um país foi a diferença entre ricos e pobres, com os países que apresentavam uma diferença crescente entre ricos e pobres a sofrerem os maiores declínios na condição aeróbica.</p>
<p>Isso, porque, os países com um fosso crescente entre ricos e pobres tendem a ter um número crescente de pessoas pobres. A pobreza está ligada a maus resultados sociais e de saúde nos países com rendimentos altos e médio-altos, além de um cenário de falta de oportunidades, tempo e recursos para ser fisicamente ativo e participar em atividades que melhoram ou mantenham o nível de aptidão aeróbica de um indivíduo.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>Expressar felicidade influencia sentimentos positivos, dizem os especialistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Mar 2023 13:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[estudo internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sorriso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados recolhidos durante décadas revelam que um simples sorriso pode fazer com que se sinta melhor.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com um novo estudo da Universidade do Tennessee, sorrir pode fazer as pessoas se sintam mais felizes. Psicólogos americanos analisaram dados de quase 50 anos para perceber se diferentes expressões faciais podem persuadir o cérebro a gerar sentimentos correspondentes.</p>
<p>Com efeito, a equipa de investigadores, liderada pelo doutorado Nicholas Coles, descobriu que os sorrisos faziam as pessoas se sentirem mais felizes, um esgar no semblante leva as pessoas a sentirem-se mais nervosas, e uma testa franzida fazia com que se sentissem mais tristes.</p>
<p>A sabedoria convencional diz que podemos nos sentir um pouco mais felizes se simplesmente sorrirmos ou com um humor mais sério se tivermos uma feição mais carregada. Para Coles, os resultados tornaram-se mais divergentes em 2016, «quando 17 equipas de investigação não conseguiram reproduzir uma experiência que revelaria como o ato físico de sorrir pode fazer as pessoas se sentirem mais felizes», além de que «alguns estudos não encontraram evidências de que expressões faciais possam influenciar sentimentos emocionais», recordou o doutorado em psicologia social.</p>
<p>Porém, a equipa de investigação da Universidade do Tennessee, dos Estados Unidos, não se concentrou nos resultados de um simples estudo e quis examinar todas as evidências desde o início dos anos 1970. Assim, através de uma técnica estatística chamada meta-análise, combinou dados de 138 estudos que testaram mais de 11.000 participantes de todo o mundo.</p>
<p>Os resultados da meta-análise sugerem «que as expressões faciais têm um pequeno impacto nos sentimentos», uma descoberta «empolgante por ser uma pista sobre como a mente e o corpo interagem, para moldar a nossa experiência consciente das emoções».</p>
<p>A equipa de Nicholas Coles é da opinião que «não basta sorrir para encontrar a felicidade», pois os efeitos não são fortes o suficiente para um sorriso poder ser considerado «uma forma de compensar as debilitantes condições de saúde mental, como a depressão», acrescentou Coles.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>A morte de um amigo pode ser tão traumática como a de um familiar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2022 08:30:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Amigos]]></category>
		<category><![CDATA[Amizade]]></category>
		<category><![CDATA[estudo internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Luto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São lutos diferentes para os empregadores, médicos ou outros.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A “hierarquia do luto” é uma escala que determina quem é considerado um pesaroso mais legítimo, que tem os membros da família mais próxima no topo. Por essa razão, a morte de um amigo próximo é muitas vezes desprivilegiada e não foi alvo de muitas investigações.</p>
<p>No entanto, um <a href="https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0214838" target="_blank" rel="noopener noreferrer">estudo recente</a> concluiu que para quem perdeu um amigo isso pode significar um impacto na sua saúde e bem-estar nos quatro anos seguintes a essa perda. Essa descoberta sugere que precisamos levar a morte de um amigo próximo mais a sério e mudar a forma como apoiamos as pessoas que estão a sofrer com esse luto.</p>
<p>Em muitos casos, os amigos são uma família psicológica, ou seja, as pessoas podem ter um vínculo mais forte com os seus amigos próximos do que com as pessoas que se relaciona por nascimento ou casamento. Logo, quando esse amigo morre, o stress psicológico e emocional pode ser tão devastador quanto a morte de familiares.</p>
<p>A análise mostra ainda que se uma pessoa não é socialmente ativa, a morte de um amigo pode piorar o impacto do luto. À medida que o seu círculo social diminui, a pessoa torna-se menos resiliente ao luto porque perde uma fonte importante de apoio emocional da sua rede social.</p>
<p>Ou autores do estudo consideram que a ideia de que os sentimentos de tristeza e perda reduzem consideravelmente após um ano também precisa de ser desafiada. Uma vez que, apesar das melhorias na saúde e no quotidiano, os efeitos a longo prazo na saúde mental e no bem-estar não podem ser ignorados. Isso é especialmente preocupante quando esse sofrimento ainda é desvalorizado e pouco reconhecido na sociedade.</p>
<p>Com estas descobertas, os profissionais de saúde mental e os empregadores podem agora reconhecer o efeito significativo que a morte de um amigo pode ter sobre uma pessoa e oferecer serviços e apoio adequados. A ajuda psicológica que as pessoas enlutadas recebem não é a mesma em todos os aspetos e isso precisa de mudar com a aceitação da ideia de que os amigos íntimos podem ser considerados familiares.</p>
<p>Esta investigação analisou as respostas de mais de 26.000 pessoas. Das pessoas que completaram a pesquisa, mais de 9.500 tiveram a morte de um amigo próximo. A análise mostrou que a satisfação com a vida do enlutado caiu acentuadamente em comparação com um grupo não enlutado. Demonstrou, ainda, uma queda grande na satisfação com a vida do terceiro para o nono mês e outra queda, menor mas ainda considerável, do 19º ao 21º mês.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>Andar para trás pode melhorar a memória? Novo estudo sugere que sim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2021 19:49:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sapo Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[estudo internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Forever Young]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[saúde cabeça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novas técnicas estão atualmente a ser estudadas para se garantir uma memória mais eficaz. </p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente, foram publicados dois estudos com técnicas novas para melhorar a retenção de memória. A primeira é desenhar as coisas que queremos lembrar e a segunda é «fascinantemente» andar para trás no tempo. A professora de neurociência cognitiva na Universidade de Westminster, Catherine Loveday, diz que «há muitas técnicas de memória, testadas e confiáveis, que existem há décadas», refere a especialista.</p>
<p>Com efeito, também do Reino Unido, uma outra pesquisa académica mostrou que quando nos recordamos de um evento passado, reconstruimos essa experiência em ordem inversa. Em relação a esta última técnica, a equipa de investigadores conduziu uma análise sobre a ligação que existe na mente humana entre tempo e espaço. Essa pesquisa demonstrou que o movimento para trás pode melhorar as memórias de curto prazo de informações de testemunhas oculares. A neurocientista acredita que esse processo de ver objetos ou lugares, que depois associamos a certos momentos da vida «é bem real».</p>
<p>Portanto, para chegar a esta conclusão, os investigadores mostraram a um grupo de voluntários uma lista de palavras, um conjunto de fotos ou um vídeo de um roubo de uma carteira a uma mulher. Catherine Loveday, explicou que depois, «alguns voluntários tinham que andar em frente», uns ficavam parados, enquanto «outros andavam para trás», esclareceu. Posteriormente, quando questionados sobre que recordavam, ficou claro «surpreendemente» que os indivíduos que caminharam para trás tinham uma memória mais precisa do que tinham visto.</p>
<p>No entanto, algo em que todos os investigadores estão de acordo é na necessidade da realização de mais estudos, antes de se poder afirmar com certeza a existência de uma forma mais eficaz de reter memórias e de a colocar em prática.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>Costuma falar consigo mesmo? A ciência diz que até pode ser benéfico</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/costuma-falar-consigo-mesmo-a-ciencia-diz-que-ate-pode-ser-benefico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Dec 2020 17:40:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[estudo internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este hábito peculiar mas comum pode até ser benéfico. Saiba como.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando vemos uma pessoa, que está introspetiva, num monólogo interior à procura da resposta a um determinado conflito, esta pode muitas vezes ser mal interpretada. Todavia, um <a href="https://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/17470218.2011.647039?journalCode=pqje20#preview" target="_blank" rel="noopener noreferrer">estudo norte-americano</a> revelou, inclusive, que essa prática pode ser benéfica, fundamentando a opinião da psicóloga clínica norte-americana Carla Marie Manly, que em declarações ao site Considerable, identificou este como «um comportamento humano normal».</p>
<p>Esta espécie de diálogo pessoal, quando é expressado oralmente, pode ser visto como algo pouco ortodoxo e resultado de algum problema mental. Contudo, exteriorizar os nossos pensamentos pode «permitir-nos classifica-los de uma maneira mais consciente», explica a especialista.</p>
<p>De acordo com Manly, quando expressamos os nossos pensamentos e sentimentos em voz alta, tornamo-nos mais conscientes do que está a acontecer na nossa mente. Isto porque, «os processos envolvidos na fala em voz alta desaceleraram quando acedemos aos centros de linguagem do cérebro». Assim, a psicóloga clínica afirma que as exteriorizações nos podem «tornar mais focados e conscientes das divagações da mente».</p>
<p><strong>Estudo</strong></p>
<p>A investigação que suporta estas ideias examinou os benefícios de conversar consigo mesmo. Para tal, selecionou 20 participantes para localizar certos objetos no supermercado. Num primeiro teste, ninguém teve permissão para falar enquanto procuravam esses itens, enquanto no segundo ensaio, os participantes foram informados de que podiam repetir os nomes dos objetos em voz alta.</p>
<p>Ora, constatou-se que na segunda prova foi mais fácil para os indivíduos localizarem os itens. Pois, o facto de falar em voz alta despertou a sua memória e criou uma associação mais forte entre a linguagem e os alvos visuais.</p>
<p><strong>Quando conversar sozinho pode ser motivo de preocupação</strong></p>
<p>Normalmente, se tiver pequenas conversas regulares consigo mesmo, não há razão para acreditar que esteja a experienciar algo de anómalo. Aliás, o diálogo interno pode tornar o indivíduo mais alerta, consciente e capaz de processar melhor os seus sentimentos.</p>
<p>No entanto, existem exceções à norma e, como escreve na revista cientifica, Psychology Today, o psicólogo Jeffrey S. Nevid, «as pessoas que sofrem de distúrbios mentais graves, como a esquizofrenia, também se envolvem em diálogos e podem ser observadas a manterem conversas com vozes dentro das suas cabeças». Segundo o mesmo, a diferença é que esse registo de monólogos internos são direcionados para «outras pessoas ou forças externas a si mesma».</p>
<p>Além disso, a repetição de números, frases ou mantras, que se possa tornar perturbadora ou difícil de parar, pode dever-se a «um problema emocional que vale a pena explorar com um profissional médico qualificado».</p>
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		<item>
		<title>O sonho de qualquer pessoa resume-se a uma só coisa diz estudo de Harvard de 81 anos</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/feliz-e-perspicaz-o-sonho-de-qualquer-pessoa-resume-se-a-uma-coisa-diz-estudo-de-harvard-de-81-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2020 12:13:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[estudo internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A chave da felicidade e de um cérebro astuto pode estar mesmo ao seu lado e ser fácil de ignorar.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem truques psicológicos para a felicidade, atentos ao que mata a felicidade e até equações para a felicidade, segundo Scott Mautz no site <a href="https://www.inc.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Inc</a>. Mas, a verdade apresentada por um estudo de 81 anos de duração, realizado em Harvard e conhecido como o estudo do desenvolvimento adulto, &#8211; um dos estudos longitudinais mais abrangentes da história humana -, centra-se em relacionamentos felizes e saudáveis.</p>
<p>Iniciado em 1938, o estudo de Harvard tem procurado responder a uma pergunta: O que nos mantém mais felizes ao longo da vida? Como disse o psiquiatra Robert Waldinger, quarto diretor do estudo, numa recente conversa TED, a conclusão principal do estudo é simples: «os bons relacionamentos mantêm-nos mais felizes e saudáveis».</p>
<p>O estudo também elabora a parte feliz e saudável. Primeiro, um benefício para a saúde resultante da capacidade de manter relacionamentos ao longo da vida é o de proteção do cérebro e de preservação da memória por mais tempo. Saber que tem pessoas com quem pode contar quando as coisas ficam difíceis mantém o cérebro saudável e menos cheio de ansiedade, mais nítido.</p>
<p>Logo, a socialização significa que pode viver uma vida mais longa e feliz, ao contrário da solidão. Pessoas mais isoladas experimentam declínios na saúde mais cedo (incluindo declínios cognitivos), são menos felizes e morrem mais cedo.</p>
<p>Waldinger ressalta, porém, que uma pessoa pode ficar sozinha na multidão ou no casamento, por isso a qualidade dos relacionamentos também é importante. Pois, se manter relacionamentos fosse fácil, todos o fariam. Em seguida, Scott Mautz explica algumas coisas comuns que atrapalham o processo de forjar e alimentar os relacionamentos e como as pode superar.</p>
<p><strong>O trabalho e as amizades.</strong></p>
<p>Os relacionamentos podem ser cansativos, mas precisam de ser uma prioridade. Dobrar o investimento que faz nos que o acompanham e que considera importantes para si pode ser importante no final. E quanto aos amigos que desaparecem por qualquer motivo, é fundamental que «continue a criar novas amizades». Waldinger diz mesmo que «os mais felizes na reforma são as pessoas que trabalharam ativamente para substituir colegas de trabalho por novos amigos».</p>
<p><strong>A comunicação no amor.</strong></p>
<p>O segredo de Scott Mautz nesta área está na comunicação e em não deixar nada por dizer. O autor diz que viu «amizades, casamentos e todos os tipos de relacionamentos apodrecerem por dentro, devido à falta de coragem em comunicar as coisas difíceis».</p>
<p><strong>Esqueça os rancores.</strong></p>
<p>Os ódios não fazem bem a ninguém, como tal, Mautz recorda que «a vida é muito curta». O autor dá o exemplo do seu pai que era perito em «iniciar brigas misteriosas com familiares e guardar rancores e a minha mãe ainda melhor em limpar tudo atrás dele, para manter a paz».</p>
<p>Um especialista em conflitos familiares diz que a chave para resolver brigas familiares é primeiro reconhecer o impacto da briga no resto da família e, em seguida, escolher uma opção para perdoar. Depois, é importante que «esclareça sobre o que realmente é a discordância (peneirar as emoções), procure entender o ponto de vista dos outros e perdoar».</p>
<p><strong>Deixar o trabalho à porta de casa.</strong></p>
<p>A mistura entre a vida profissional e a pessoal pode acabar com o equilíbrio (necessário). Contudo, integrar o trabalho na sua vida não significa que ele se torna a sua vida.</p>
<p>Fortalecer os relacionamentos diante das crescentes demandas de trabalho envolve uma redefinição do que realmente é o sucesso para si. Se o sucesso começar e terminar com a criação de relacionamentos, tudo o resto que pode parecer trivial vai surgir no seu caminho, de forma natural.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Desinfetante vs. água e sabão. Qual é o melhor?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/desinfetante-vs-agua-e-sabao-qual-e-o-melhor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2020 08:49:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Água e sabão]]></category>
		<category><![CDATA[estudo internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Gripe]]></category>
		<category><![CDATA[Lavar as mãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A eficácia destes produtos na prevenção e combate à gripe é um dos focos que gera debate. A Direção-geral da Saúde (DGS) anuncia que este ano estão disponíveis no Serviço Nacional de Saúde 1,4 milhões de doses de vacinas contra a gripe gratuitas.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O alerta do SNS diz que o vírus da gripe pode ser transmitido «também por contacto direto com partes do corpo ou superfícies contaminadas com o vírus, por exemplo, através das mãos». Como tal, manter uma boa higiene das mãos pode ser fundamental para a prevenção, mas, instala-se um debate sobre que produto garante a maior segurança. Desinfetante ou sabão?</p>
<p>O médico norte-americano Nikola Djordjevic, defende a água e o sabão, enquanto um <a href="https://pediatrics.aappublications.org/content/142/5/e20181245" target="_blank" rel="noopener noreferrer">estudo</a> e<span style="text-transform: initial;">spanho</span><span style="text-transform: initial;">l conclui que a utilização de desinfetante garante «um menor risco de contrair doenças respiratórias». A diferença na eficácia pode estar no tempo que demora a lavar as mãos com água e sabão e na quantidade de álcool do desinfetante.</span></p>
<p><strong>Sabão é melhor, mas o desinfetante tem mais benefícios se…</strong></p>
<p>O médico Nikola Djordjevic diz que lavar as mãos «com água e sabão por pelo menos 20 segundos é a maneira mais eficaz», especialmente, quando se tem a conveniência de ter uma pia com água a correr por perto. Além disso, a água e o sabão permitem uma limpeza «total em todas as fendas e dobras da pele, desde matéria orgânica às bactérias».</p>
<p>O centro norte-americano para o controlo e prevenção de doenças (CDC) atesta esta noção pela «eficácia reduzida do desinfetante quando as mãos estão visivelmente sujas/oleosas». Este também não funciona «para eliminar todos os tipos de germes e produtos químicos nocivos».</p>
<p>Contudo, o CDC afirma que, embora os desinfetantes à base de álcool possam inativar muitos tipos de micróbios de forma muito eficaz quando usados ​​corretamente, «as pessoas podem não utilizar uma quantidade suficientemente grande dos desinfetantes ou podem limpá-lo antes de secar». Djordjevic diz mesmo que se estes tiverem um conteúdo mínimo de 60% de álcool, os desinfetantes podem ser tão eficazes quanto o sabão e água, «mas a lavagem necessita de ter um tempo mínimo de 30 segundos».</p>
<p><strong>O que leva a que..</strong></p>
<p>Um estudo espanhol indique que as crianças que usam desinfetante têm um menor risco de contrair doenças respiratórias do que se lavarem as mãos com água e sabão».</p>
<p>Os autores do estudo descobriram também que quem lava as mãos com água e sabão pode incorrer «num risco 21% mais elevado em contrair doenças respiratórias, e 31% mais elevado de ter de tomar antibióticos», comparativamente com os que usam desinfetante.</p>
<p><strong>Como devo lavar as mãos?</strong></p>
<p>O CDC recomenda esfregar as costas das mãos entre os dedos e por baixo das unhas antes das refeições e depois de assoar o nariz, tossir ou espirrar. Nikola Djordjevic sugere que para ter uma noção mais precisa dos 20 segundos, experimente cantar ou trautear a música &#8220;Parabéns a Você&#8221; duas vezes.</p>
<p>Na opção do desinfetante, o especialista recomenda que se cubra «a área total da palma das mãos e as esfregue, até que fiquem completamente secas».</p>
<p>&#8220;Existe uma utilidade para desinfetantes para as mãos com álcool, e o público pode não estar ciente do quão efetivo isso pode ser. Creio que as pessoas ainda o consideram como &#8216;se não consegues chegar a um lavatório, esta é a segunda melhor opção&#8217;, mas neste estudo foi mostrado que isso foi melhor do que a lavagem de mãos com água e sabão para este grupo&#8221;, disse Haas.</p>
<p>De acordo com Haas, apesar de o estudo ter sido realizado em Espanha, nada impede que os dados recolhidos na pesquisa também possam ser aplicados em outros lugares, ao mesmo tempo em que a maioria dos países desenvolvidos enfrenta os mesmos problemas relacionados com a propagação de germes.</p>
<p>Haas e Goldmann recomendam que os desinfetantes para as mãos sejam utilizados nas crianças mediante a supervisão de um adulto, apesar das vantagens destes produtos, uma vez que pode haver o risco de elas levarem o respetivo conteúdo à boca e, logo, apanharem uma intoxicação alcoólica.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<item>
		<title>Já lavou os dentes hoje? Saiba que pastas deve evitar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Feb 2020 11:09:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Carvão]]></category>
		<category><![CDATA[Dentistas]]></category>
		<category><![CDATA[estudo internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Pasta de dentes]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo britânico adverte consumidores a ver os ingredientes que podem ter um potencial abrasivo.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de satisfeitos com o crescimento do número de pessoas interessadas na sua higiene oral, médicos dentistas britânicos realizaram um <a href="https://www.nature.com/articles/s41415-019-0232-8" target="_blank" rel="noopener noreferrer">novo estudo</a> com objetivo de fornecer uma visão geral especializada dos produtos dentífricos com base em carvão. Além de que quiseram comprovar a veracidade das alegações feitas pelos fabricantes dos 50 produtos analisados.</p>
<p>A recente maior utilização de pastas de dentes de carvão, na ausência de um suporte científico, pode ser considerada uma estratégia de marketing, com resultados. A utilização do carvão em diferentes produtos de higiene oral, como pastas, cremes e pós dentífricos ou mesmo em propósitos médicos, tem crescido nos últimos tempos, interessadas, sobretudo, na ideia de ter uns dentes brancos.</p>
<p>Se a comercialização desses produtos à base de carvão cresceu, também aumentou, provavelmente, o número de pessoas que escovam os dentes pelo menos uma ou duas vezes ao dia e passaram a reconhecer a necessidade de ajuda profissional para melhorar sua saúde oral. Essa é uma conclusão positiva, no entanto, os especialistas esperam que quem só começou a lavar os dentes «graças aos produtos com carvão» mais cedo ou mais tarde mantenham essa «rotina com o uso de uma pasta dos dentes com eficácia comprovada». Isto porque apenas oito por cento dos produtos examinados contêm flúor, que é crucial para combater a cárie dentária.</p>
<p>Com efeito, a investigação também descobriu que, mesmo entre os produtos que contêm a substância, a sua eficácia pode tornar-se obsoleta porque o carvão vegetal pode inibir o efeito do flúor.</p>
<p>Entre os produtos testados, a maioria afirmava ter benefícios terapêuticos, enquanto 30 por cento dizia que fortalecia os dentes. Outras reivindicações identificadas na revisão incluíram desintoxicação (46%), propriedades antibacterianas ou antissépticas (44%) e benefícios antifúngicos (12%). Mas os especialistas dizem que nenhuma dessas afirmações foi comprovada.</p>
<p>Quase todos os cremes dentais (96 por cento) também afirmaram ter propriedades de branqueamento dos dentes, mas a pesquisa afirma que as pastas ou os pós à base de carvão contêm uma quantidade insuficiente de agentes para ter qualquer efeito de branqueamento ou remoção de manchas.</p>
<p>Os autores do estudo sublinharam a necessidade dos consumidores de «verem se os produtos que compram contêm flúor». Além de acrescentarem que o «cálcio e o fosfato também são necessários para fortalecer o esmalte dos dentes».</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>Adoptar cão ou gato? A ciência pode ter a resposta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Feb 2020 10:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Animais domésticos]]></category>
		<category><![CDATA[Cães]]></category>
		<category><![CDATA[estudo internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Gatos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo pode ter conseguido a resposta para uma pergunta que há muito tempo fazemos na altura de domesticar um animal.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um cão na família durante a infância pode estar associado à sua continuidade na vida adulta. Os fatores subjacentes a essa associação podem estar relacionados a influências genéticas. Nesse sentido, o objetivo de um <a href="https://www.nature.com/articles/s41598-019-44083-9" target="_blank" rel="noopener noreferrer">estudo</a> de instituições britânicas e suecas foi investigar a hereditariedade dos cães na vida dos seres humanos. Para o efeito foram analisados uma amostra de pessoas gémeas nascidas entre 1926 e 1996 e vivas em 2006.</p>
<p>Com efeito, esta investigação revelou uma forte contribuição genética para a manutenção de cães na idade adulta. Os autores do estudo encontram duas implicações principais nesta descoberta: em primeiro, a variação genética pode ter contribuído para a nossa capacidade de domesticar cães e outros animais, mas também, pode ter outros efeitos potenciais. Assim, estes devem ser considerados em estudos que examinem os impactos da presença de cães para a nossa saúde.</p>
<p>Portanto, na análise do ADN dos gémeos, os cientistas puderam comparar o impacto entre o ambiente e a genética. De acordo com o estudo, se uma família com gémeos idênticos tem um cão em casa, ambos são mais propensos a serem donos de cães na sua vida adulta, uma descoberta que os cientistas atribuem ao seu genoma compartilhado.</p>
<p>Porém, quando se trata de gémeos não-idênticos, ambos são muito menos propensos a manterem a presença de um cão no decorrer da vida adulta. Outro fator que pode determinar se os gémeos têm ou não um cachorro é viverem num ambiente compartilhado, apesar de os investigadores só terem considerado este fator no início da vida adulta.</p>
<p>Um dos autores e professor de epidemiologia, Patrick Magnusson, reconheceu que o estudo «não conseguiu identificar exatamente quais os genes» que podem determinar se uma pessoa pode ser propensa a fazer-se acompanhar por um cão. Contudo, o professor de epidemiologia referiu que «pelo menos demonstra pela primeira vez que a genética e o meio ambiente desempenham papéis iguais».</p>
<p>Com estes resultados, «o próximo passo óbvio é tentar identificar quais as variantes genéticas que afetam essa escolha e como elas se relacionam com os traços de personalidade e outros fatores, como as alergias», acrescentou o especialista.</p>
<p>Os cães foram o primeiro animal domesticado e, de acordo com evidências arqueológicas, mantêm uma relação próxima com os seres humanos há pelo menos 15.000 anos. Hoje, são os animais de estimação mais comuns na sociedade ocidental. Como estão ligados ao aumento do bem-estar, assim como, à melhoria dos resultados de saúde dos seus donos, os cães são considerados por muitos como “o melhor amigo do homem”.</p>
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		<title>Orgasmos. O efeito mais prazeroso da canábis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jan 2020 21:39:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prazeres]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Canábis]]></category>
		<category><![CDATA[estudo internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Marijuana]]></category>
		<category><![CDATA[Orgasmo]]></category>
		<category><![CDATA[Sexo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo revela que marijuana parece aumentar a satisfação sexual e pode ajudar a levar ao desenvolvimento de tratamentos para a disfunção sexual feminina.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As mulheres que consomem marijuana antes do sexo têm uma maior probabilidade de experienciar o aumento do seu desejo sexual, assim como, melhores orgasmos. Este é o resultado de um estudo recente. O seu objetivo foi avaliar a perceção das mulheres sobre o efeito do uso da canábis antes da atividade sexual.</p>
<p>A internet está repleta de alegações sobre os efeitos benéficos da marijuana em vários aspetos da função sexual, incluindo a líbido, a excitação e o orgasmo. Para variar, a “internet” parece estar correta, pois este estudo norte-americano, &#8211; que analisou as respostas anónimas de 373 pacientes à saída de uma consulta de obstetrícia /ginecologia -, comprovou que as mulheres tinham o dobro da probabilidade de relatar terem melhor sexo depois do consumo de canábis.</p>
<p>Das 373 participantes, 34 por cento relatou ter consumido marijuana antes da atividade sexual. A maioria das mulheres confirmou sentir um aumento no desejo sexual, melhoria no orgasmo, diminuição da dor, embora não tenham sentido qualquer alteração na sua lubrificação. O estudo examinou as diferenças nas mulheres e concluiu que as mulheres que consumiram canábis tinham probabilidades 2,13 maiores de ter um orgasmo “satisfatório”.</p>
<p>A principal autora deste estudo, Becky Lynn, reconhece que a questão de como a canábis leva a essas mudanças positivas ainda é desconhecida pela ciência. No entanto, a médica ginecologista avança que a melhoria da função sexual se pode dever simplesmente «à redução do stress e da ansiedade», como também à diminuição da «perceção temporal e ao prolongamento das sensações prazerosas». A especialista acrescenta ainda que o consumo de marijuana «pode diminuir as inibições sexuais, aumentar a confiança e a disposição para experimentar».</p>
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		<title>Andar para trás pode melhorar a memória</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jan 2020 09:35:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[estudo internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[saúde cabeça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novas técnicas estão atualmente a ser estudadas para garantirmos uma memória mais eficaz. </p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente, foram publicados dois estudos com técnicas novas para melhorar a retenção de memória. A primeira é desenhar as coisas que queremos lembrar e a segunda é «fascinantemente» andar para trás no tempo. A professora de neurociência cognitiva na Universidade de Westminster, Catherine Loveday, diz que «há muitas técnicas de memória, testadas e confiáveis, que existem há décadas», refere a especialista.</p>
<p>Com efeito, também do Reino Unido, uma outra pesquisa académica mostrou que quando nos recordamos de um evento passado, reconstruimos essa experiência em ordem inversa. Em relação a esta última técnica, a equipa de investigadores conduziu uma análise sobre a ligação que existe na mente humana entre tempo e espaço. Essa pesquisa demonstrou que o movimento para trás pode melhorar as memórias de curto prazo de informações de testemunhas oculares. A neurocientista acredita que esse processo de ver objetos ou lugares, que depois associamos a certos momentos da vida «é bem real».</p>
<p>Portanto, para chegar a esta conclusão, os investigadores mostraram a um grupo de voluntários uma lista de palavras, um conjunto de fotos ou um vídeo de um roubo de uma carteira a uma mulher. Catherine Loveday, explicou que depois, «alguns voluntários tinham que andar em frente», uns ficavam parados, enquanto «outros andavam para trás», esclareceu. Posteriormente, quando questionados sobre que recordavam, ficou claro «surpreendemente» que os indivíduos que caminharam para trás tinham uma memória mais precisa do que tinham visto.</p>
<p>No entanto, algo em que todos os investigadores estão de acordo é na necessidade da realização de mais estudos, antes de se poder afirmar com certeza a existência de uma forma mais eficaz de reter memórias e de a colocar em prática.</p>
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		<title>Saiba por que deve comer mais frutos secos</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/frutos-secos-podem-melhorar-funcao-cerebral-de-pessoas-com-mais-de-50-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jan 2020 16:25:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[estudo internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Frutos secos]]></category>
		<category><![CDATA[Li Ming]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde cabeça]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade South Australia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O consumo de 10 gramas (g) de frutos secos pode ajudar a melhorar a capacidade cognitiva em mais de 60 por cento.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os resultados de um <a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s12603-018-1122-5" target="_blank" rel="noopener noreferrer">estudo</a> da Universidade de South Australia, em Adelaide, Austrália, sugerem que um consumo diário equivalente a duas colheres de sopa de frutos secos (10g) pode ser suficiente para se ter uma melhor função cerebral. As evidências revelaram que as pessoas que tinham essa dose de frutos secos na sua dieta diária tinham um raciocínio mais apurado e uma maior capacidade de memória.</p>
<p>Também ficou determinado que a mesma quantidade pode melhorar a função cognitiva de idosos em mais de 60 por cento, em comparação a aqueles que não comiam frutos secos. Segundo os autores, o consumo dos frutos secos afastou o declínio cognitivo natural e esperado com o passar dos anos.</p>
<p>Esta é uma condição que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, mas sabe-se agora, pode ser combatida com a entrada dos frutos secos na alimentação diária, pois estes podem ajudar a desacelerar o processo.</p>
<p>Os investigadores analisaram os efeitos a longo prazo do hábito de comer frutos secos em quase 5 mil chineses com mais de 55 anos. O estudo indicou que 17 por cento dos participantes comiam regularmente amendoins, um fruto conhecido pelos efeitos anti-inflamatórios e antioxidantes.</p>
<p>O médico e coautor do estudo, Li Ming, disse que embora não seja conhecida «cura para doenças mentais causadas pela idade, o consumo de certos alimentos pode retardar o declínio cognitivo» e que, nesse sentido, «os frutos secos são conhecidos por serem ricos em gorduras “boas”, proteínas e fibras», pois têm «propriedades nutricionais que podem diminuir o colesterol e melhorar a saúde cognitiva», esclareceu o especialista.</p>
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]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>20 anos mais jovem? É como se sentem muitos adultos</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/20-anos-mais-jovem-e-como-se-sentem-muitos-adultos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Dec 2019 09:53:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[estudo internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Idade]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A idade que aparece todos os anos nas velas do bolo nem sempre corresponde àquela que nos revemos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Afinal de contas, a idade é apenas um número. Um dito popular que pode mostrar apenas a forma como quem diz valoriza a idade legal, presente nos dados oficiais da pessoa. Ainda assim, as idades estão associadas a diferentes direitos e privilégios, bem como a expectativas comportamentais. Por exemplo, espera-se que os idosos sejam frágeis e indefesos.</p>
<p>No entanto, um estudo recente mostrou que a maioria das pessoas tem a sua idade subjetiva &#8211; a forma como elas se sentem por dentro -, que pode ser muito diferente do número de anos vividos desde a data de nascimento. O autor do estudo denomina como a idade da personalidade individual, que varia para cada indivíduo. Como é comum um jovem sentir-se mais velho que a idade, também se pode verificar o oposto.</p>
<p>Algumas pesquisas anteriores sobre este conceito sugerem que as pessoas mais velhas precisam de ser saudáveis para se sentirem mais jovens. Porém, a investigação de Lisa Carver descobriu que «mesmo as pessoas com várias doenças podem sentir uma idade menor que a idade cronológica». Quase 60 por cento dos participantes vivem com uma dor regular. A maioria das pessoas disse sentir-se décadas mais jovem do que a idade cronológica, mesmo as que viviam fustigadas por doenças e apenas 8 por cento dos participantes sentem a mesma idade dentro de sua idade cronológica.</p>
<p>Para efeitos deste estudo, foram entrevistadas pessoas entre 65 e 90 anos dos Estados Unidos e do Canadá para descobrir a idade que sentiam por dentro. A sua média real de idades é de 72 anos, embora a média das idades subjetivas seja de 51 anos, com uma diferença média de cerca de duas décadas.</p>
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		<title>Quer ter um cérebro saudável? Siga estas dicas</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/quer-ter-um-cerebro-saudavel-siga-estas-dicas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Dec 2019 09:52:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação saudável]]></category>
		<category><![CDATA[Benefícios]]></category>
		<category><![CDATA[estudo internacional]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Suplementos vitamínicos]]></category>
		<category><![CDATA[Vegetais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo norte-americano comparou as capacidades dos vegetais e de suplementos vitamínicos. </p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Milhões de pessoas, particularmente as que têm mais de 50 anos, tomam suplementos vitamínicos, muitas vezes, sob o pressuposto de que estes oferecem benefícios para melhorar a saúde do cérebro. Porém, de acordo com um <a href="https://www.aarp.org/content/dam/aarp/health/brain_health/2019/06/gcbh-supplements-report-english.doi.10.26419-2Fpia.00094.001.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">novo relatório</a>, financiado por uma organização norte-americana sem fins lucrativos &#8211; não partidária, que capacita as pessoas a escolherem como vivem à medida que envelhecem -, a AARP, não há nada melhor para o cérebro do que comer uma dieta saudável e equilibrada.</p>
<p>Este relatório foi resultado de uma colaboração internacional de cientistas, académicos, médicos, e especialistas em nutrição que reviu os benefícios dos suplementos nutricionais, para a saúde cerebral de pessoas com mais de 50 anos. O conselho dos especialistas sugere, então, à luz das suas conclusões, que as pessoas gastem menos dinheiro na compra de suplementos e invistam em alimentos frescos, nomeadamente, vegetais.</p>
<p>Segundo a AARP, 26% dos norte-americanos com 50 anos ou mais tomam pelo menos um suplemento por motivos de saúde cerebral. A indústria de suplementos vitamínicos está em constante crescimento, a gerar biliões de dólares todos os anos em vendas globais e com a previsão de se manter até 2023.</p>
<p>Isto significa «um grande desperdício de dinheiro», pois existem poucas evidências científicas que «suportem um uso disseminado dos suplementos para a saúde do cérebro», de acordo com a conclusão do estudo. Os suplementos dietéticos estão sujeitos a um processo diferente de avaliação do que os medicamentos prescritos e de venda livre, o que pode ser uma surpresa para quase metade (49%) dos adultos mais velhos que acredita que esses suplementos são aprovados por instituições responsáveis.</p>
<p>Embora todas essas instituições exijam que qualquer alegação de benefícios para a saúde tenha de ser confirmada por uma prova científica de confiança, na realidade, nenhuma agência reguladora pode tomar medidas contra um produto até que ele já esteja no mercado. Portanto, qualquer suplemento no mercado pode orgulhar-se de aumentar a memória, de prevenir a doença de Alzheimer ou aumentar a função cerebral cognitiva, sem que isso seja necessariamente verdade.</p>
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		<title>Evita falar na morte? Estudo desvenda porquê</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Nov 2019 11:50:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[estudo internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Pensar na morte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Investigadores dizem que o nosso cérebro impede-nos de pensar na nossa morte, que categoriza como algo que só acontece com os outros.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A incapacidade do cérebro em aceitar a nossa morte foi alvo da atenção de um <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S1053811919306688#!" target="_blank" rel="noopener noreferrer">estudo israelita</a>, publicado na revista cientifica Neurolmage. De acordo com o seu coautor Yair Dor-Ziderman, em declarações ao The Guardian, trata-se de um mecanismo primário que nos protege de informações ligadas à nossa própria morte e nos permite viver no presente. Apesar de essa “proteção” ser adaptada quando as nossas mentes começam a ganhar consciência que a morte é o destino de todos os seres vivos.</p>
<p>Esta ideia é defendida por Dor-Ziderman, que afirma mesmo que embora esse momento, em que percebemos a nossa fatalidade, «vá contra a nossa biologia, é o que nos ajuda a permanecer vivos». Para chegar a tal conclusão, os especialistas desenvolveram um teste que envolvia a produção de sinais surpresa no cérebro.</p>
<p>Era pedido aos participantes neste estudo que assistissem ao surgimento de rostos num ecrã, enquanto a sua atividade cerebral era monitorizada. A própria face da pessoa ou de um estranho surgia várias vezes, seguida de um rosto diferente e a última dessa sequência colidia com a previsão do voluntário, fazendo com que o seu cérebro tivesse reações de surpresa.</p>
<p>Já nas vezes em que os rostos dos estranhos apareciam associadas a palavras ligadas à morte, como “enterro” ou “funeral”, os cientistas descobriram que nesses casos o cérebro do voluntário desligava o sistema de previsão. Este como que se recusou a vincular o eu à morte, não registando qualquer sinal de surpresa.</p>
<p><strong>Proteção de ameaças existenciais</strong></p>
<p>Outro coautor do estudo Avi Goldstein afirma que esta conclusão sugere que dispomos de uma proteção natural «de ameaças existenciais, que fechamos as previsões sobre o nosso futuro ou que catalogamos certas informações como sendo possíveis apenas aos outros».</p>
<p>Ou seja, embora não seja possível negar, racionalmente, a nossa morte, alguns indivíduos preferem «pensar que isso apenas acontece com os outros», esclarece Dor-Ziderman. O especialista acredita, ainda, que a sociedade atual desenvolveu uma certa fobia da morte «com os doentes a serem confinados a hospitais e os idosos aos lares da terceira idade».</p>
<p>O psicólogo da Universidade de Kent Arnaud Wisman diz que as pessoas colocam inúmeras defesas para evitar pensamentos relacionados com a morte e que os jovens em particular podem ver esses pensamentos como um problema nas outras pessoas. O trabalho de Wisman identificou nas sociedades modernas diversas fugas que as deixam demasiado ocupadas para pensar na morte. No entanto, o psicólogo defende que estas não são «uma solução para o problema», por isso temos de «continuar a fugir».</p>
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