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	<title>Renda Maior &#8211; Forever Young</title>
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	<description>Para se sentir sempre jovem. Viva com mais sentido, 55+ com atitude.</description>
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	<title>Renda Maior &#8211; Forever Young</title>
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	<item>
		<title>Dívidas? Saiba como se pode livrar delas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Aug 2021 10:39:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Ariana Nunes]]></category>
		<category><![CDATA[dividas]]></category>
		<category><![CDATA[educação financeira]]></category>
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		<category><![CDATA[Renda Maior]]></category>
		<category><![CDATA[renegociar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta semana, Ariana Nunes (educadora financeira e criadora do canal YouTube "Renda Maior) partilha com os leitores da Forever Young algumas dicas e estratégias para ajudar a compreender melhor como pode (e deve) gerir as suas dívidas.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Está com problemas em pagar as suas dívidas? As prestações levam-lhe uma grande parte do seu vencimento? Como vai mudar esta situação se nem sabe por onde começar?</p>
<p>Se este cenário lhe é familiar, deve começar por elaborar uma estratégia financeira aliada a uma estratégia de mudança comportamental. Vai ter que mudar a sua mentalidade e abordar esta questão de forma a ter um resultado definitivo, evitando que a circunstância penosa de pagar créditos se prolongue na sua vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>1. Dívidas boas e dívidas más</strong></h4>
<p>Nem todas as dívidas são más, a parte boa em conseguirmos um financiamento ou um crédito é o facto de poder proporcionar um estilo de vida mais facilitado e, com isso, uma maior qualidade de vida. Se não houvesse crédito à habitação, quantas pessoas iriam conseguir comprar casa a pronto? Poucas… e quantos anos iriam necessitar para juntar o dinheiro suficiente? Muitos! Assim, é fundamental percebermos quais as dívidas que nos vão ajudar a progredir, distinguindo-as daquelas que, simplesmente, foram contraídas com um propósito insignificante, mas que acabaram por ter um grande impacto, principalmente, pela fatia que nos levam, todos os meses, dos nossos rendimentos.</p>
<p>Podemos referir-nos como dívidas boas os créditos que nos trazem retorno financeiro. Já antes mencionado, um bom exemplo é o crédito à habitação, pois tende a ser sobre um bem que se valoriza com o passar do tempo (claro, dependendo do mercado imobiliário onde está inserido). Um outro exemplo, é um empréstimo de capital com vista a iniciar um negócio, visando retornos futuros através dos lucros. Podemos assim dizer que maior parte das dívidas que lhe possibilitam gerar mais dinheiro e aumentar o seu património líquido são, de grosso modo, consideradas benéficas.</p>
<p>Por outro lado, aquelas que não lhe dão nenhum retorno, tendo sido feitas com o propósito de consumismo ou, simplesmente, para seu bem-estar momentâneo, são a principal causa negativa e um condicionamento ao sucesso de um bom orçamento mensal.</p>
<p>Nesta categoria de dívidas más os exemplos são vastos, começando pelo mal-amado cartão de crédito com plafond atribuído e, continuando com a conta-ordenado que é, na realidade, um contrato de crédito sob a forma de descoberto autorizado. Neste grupo vai encontrar também as ofertas de crédito para as férias, para o recheio da casa ou, até mesmo, aqueles créditos concedidos pelas lojas de telecomunicações para comprar um smartphone com um custo superior ao ordenado mínimo nacional. Acredite que estes tipos de dívidas não lhe vão dar descanso e vão estar, todos os meses, a comer uma fatia do seu ordenado que poderia perfeitamente estar a render em investimentos ou, pelo menos, a reforçar a sua conta de projetos/objetivos futuros, ou seja, a conta dos seus sonhos!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>2. Estratégia para atacar as dívidas</strong></h4>
<p>Uma técnica que considero muito boa, que serve para motivar o pagamento dos créditos, foi criada por um famoso conselheiro financeiro nos Estados Unidos chamado Dave Ramsey, que lhe deu o nome de “Método da Bola de Neve da Dívida” (Debt Snowball Method) e que consiste em 4 passos muito simples:</p>
<p>1- Fazer uma lista de todas as suas dívidas, ordenando da menor para a maior, independentemente das taxas de juros que lhe cobram.<br />
2- Continue a pagar as prestações de todas com exceção da dívida mais pequena.<br />
3- Relativamente à dívida mais pequena, pague a prestação e o que lhe consiga alocar extra, em cada mês.<br />
4- Repita os passos anteriores até que cada dívida que tenha seja paga integralmente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma a uma, vai ver que quando terminar uma dívida irá ficar motivado para extinguir todas as outras e que, gradualmente, com algum tempo e sacrifício financeiro, irá ficar livre dessa responsabilidade de pagar prestações todos os meses. Apresentando um cenário como exemplo, um financiamento que costuma ser dos últimos a serem liquidados e que demora um longo período de tempo é o crédito à habitação. Mas se entretanto, pagar todas os outros créditos de valores inferiores e aplicar este método a este crédito, irá conseguir amortizar muito mais rapidamente a sua casa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>3. Renegociação preventiva</strong></h4>
<p>Todavia, se estiver com a corda ao pescoço, não deixe a situação andar e ficar num cenário ainda mais complicado, que possa envolver cobranças coercivas ou, até mesmo, processos judiciais (como penhoras ou insolvência pessoal). Nestas situações mais difíceis, fale diretamente com a entidade credora e tente estabelecer, se for possível, acordos de pagamento, fazendo de tudo para evitar entrar em incumprimento, que só irá acrescentar os juros de mora e afundá-lo ainda mais no mar das dívidas.</p>
<p>Apesar de não ser uma solução às dívidas, o crédito consolidado (juntar os créditos todos num só com uma prestação mais baixa do que se tivesse que pagar todos individualmente), é sempre uma hipótese para evitar cenários piores. Mas, se puder, evite recorrer a esta “ajuda” financeira, pois só estará a adiar o problema em vez de o resolver. Obviamente que o psicológico de cada um é diferente e reage de forma diferente, por isso existe quem consiga gerir melhor o seu dinheiro do que outros. Assim, deverá analisar qual é o seu comportamento com as dívidas e tentar corrigi-lo ao máximo, isto para evitar que faça mais dívidas ou que nunca mais as consiga pagar.</p>
<p>Uma motivação neste percurso, para não ter a sensação que apenas está a juntar dinheiro para pagar créditos, é não menosprezar a reserva de emergência. Deve tentar elaborar um plano financeiro que lhe permita ir reforçando a sua conta da reserva (com isso criando um sentimento que está a aumentar o seu dinheiro) e, ao mesmo tempo, tente reforçar a sua outra conta, aquela que criou para amortizar as dívidas antecipadamente, de forma a livrar-se das mesmas o quanto antes.*</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>*Todo o conteúdo neste artigo apenas serve para fins educacionais e não representa qualquer tipo de aconselhamento financeiro. Consulte sempre um especialista certificado ou faça a sua própria análise.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-35288 size-thumbnail" src="https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/2020/04/Foto-Ariana-Nunes-150x150.png" alt="Dívidas? Saiba como se pode livrar delas" width="150" height="150" title="Dívidas? Saiba como se pode livrar delas"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Ariana Nunes<br />
(Educadora financeira e criadora do Canal Renda Maior no YouTube)<br />
Site: <a href="https://www.youtube.com/rendamaior" target="_blank" rel="noopener">https://www.youtube.com/rendamaior</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>O valor dado ao dinheiro: O antes e o agora</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/o-valor-dado-ao-dinheiro-o-antes-e-o-agora/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2020 11:45:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ariana Nunes]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Renda Maior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta semana, Ariana Nunes (educadora financeira e criadora do canal YouTube "Renda Maior) explica aos leitores da Forever Young a forma como a perceção sobre o dinheiro se tem alterado ao longo das gerações</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A diferença de mentalidades entre as gerações é algo peculiar em vários assuntos, pois não só diferem nos temas mais comuns, mas também nos mais complexos. E claro, o dinheiro não é exceção! Mas&#8230; quem terá razão? A sabedoria dos mais antigos ou a ousadia dos mais jovens?</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>
<h5><strong> Como era tratado o dinheiro antigamente?</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Retrocedendo alguns anos, na década de 50, a gestão financeira pessoal era totalmente diferente, não existiam créditos, as poupanças eram, muitas vezes, guardadas em casa e tidas como sagradas para uma eventualidade que pudesse acontecer (daí vem expressão de guardar o dinheiro debaixo do colchão). A pobreza entre a população era maior e a maneira como olhavam para o dinheiro era, sem dúvida, diferente da atualidade.</p>
<p>O conceito de comprar/construir casa própria não passava, na generalidade, por bancos, mas sim por muitos anos de trabalho, juntando o máximo possível. Não havia pagamentos com recurso a cartões de crédito (havia apenas fiado na mercearia) e, ainda, ter férias ou um carro era um luxo, devido aos custos da compra e das despesas com  combustível associadas. Em muitas situações até seria possível pedir emprestado ao avôs, pais e irmãos (tal como ainda acontece), mas nesses anos viviam-se os verdadeiros tempos da chamada frugalidade onde, por exemplo, estudar numa universidade era apenas para os mais abastados financeiramente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li>
<h5><strong> Como lidamos agora?</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Hoje em dia tudo ficou mais facilitado graças à possibilidade de crédito e financiamento das pessoas e empresas junto das instituições financeiras. Os bancos assumiram um papel fulcral no dia-a-dia e o crédito já  faz parte do nosso quotidiano, pois em vez de juntarmos para comprar casa, agora, compramos o imóvel e vamos pagando (seja por 25, 30 ou até pelos 40 anos seguintes). Entretanto, se houver algum imprevisto recorre-se ao facilitismo dos créditos pessoais e, ainda, ao financiamento para a aquisição do automóvel. Subvertendo-se desta forma o conceito de primeiro poupar para comprar, ultrapassando assim a necessidade de realizar esforços de gestão pessoal, tal como eram feitos pelos nossos antepassados.</p>
<p>Discute-se, na nossa sociedade, se as dívidas são boas ou más e para quem se descontrola e as incumpre, quais os mecanismos que podem usar. O termo insolvência, antes usado apenas em contexto empresarial, é também associado à pessoa particular, com desígnio de libertar a mesma da sua má gestão e infelicidade financeira. Porém, ter acesso ao crédito permite-nos que seja possível alavancarmos a nossa vida, de forma a conseguir obter os melhores resultados, não só nos negócios mas também perante as nossas finanças pessoais. Basta sabermos lidar com o dinheiro, o que, lamentavelmente, não é assim tão fácil para todos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li>
<h5><strong> Quem estará correto?</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>A verdade é que o estilo de vida melhorou para a maioria da população, tornando-se possível viver com o conforto mínimo, sem ser necessário ter muito dinheiro. Mas para outros, que vivem endividados e acima das suas possibilidades, continua a não ser o estilo de vida ideal. Assumimos a liberdade como uma garantia adquirida na nossa vida, mas até que ponto vivemos livres quando temos demasiadas prestações mensais para pagar e em caso de incumprimento podemos perder quase tudo? São considerações que todos devemos fazer, olhando para a forma como gerimos o nosso dinheiro.</p>
<p>Sabemos lidar com os empréstimos? Ou seguimos os hábitos mais tradicionais, fazendo esforços para pagar a pronto todos os nossos bens e estilo de vida?</p>
<p>Afinal como dizia, Fernando Pessoa no Livro do Desassossego:“ O dinheiro é belo, porque é a libertação”.*</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt; text-align: justify;"><i><span style="color: black;">*Todo o conteúdo neste artigo apenas serve para fins educacionais e não representa qualquer tipo de aconselhamento financeiro. Consulte sempre um especialista certificado ou faça a sua própria análise no que se trata a investir, pois envolve risco de perdas</span></i><span style="color: black;">.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-35288 size-thumbnail" src="https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/2020/04/Foto-Ariana-Nunes-150x150.png" alt="O valor dado ao dinheiro: O antes e o agora" width="150" height="150" title="O valor dado ao dinheiro: O antes e o agora"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Ariana Nunes<br />
(Educadora financeira e criadora do Canal Renda Maior no YouTube)<br />
Site: <a href="http://www.rendamaior.pt" target="_blank" rel="noopener">www.rendamaior.pt</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Produtos bancários. Devemos ainda colocar dinheiro no banco?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/produtos-bancarios-devemos-ainda-colocar-dinheiro-no-banco/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2020 11:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ariana Nunes]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[educação financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Renda Maior]]></category>
		<category><![CDATA[youtube]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta semana, Ariana Nunes (educadora financeira e criadora do canal YouTube "Renda Maior) explica aos leitores da Forever Young as vantagens e desvantagens associadas aos produtos bancários portugueses.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente, surgiu-me em conversa a questão se se deve deixar, ou não, o dinheiro aplicado em produtos bancários. Se por um lado, aqueles que procuram o capital garantido diziam que sim, os que tinham o objetivo de fazer o dinheiro render, contando com os riscos inerentes, diziam que não. Assim, neste artigo pretendo deixar as minhas considerações sobre o assunto, dando como exemplo o que faço com o meu dinheiro, mas claro, tendo sempre em consideração as características diferentes de cada pessoa que, no final, podem impactar a sua decisão e opinião sobre os produtos bancários em Portugal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>
<h5><strong> Vivências e experiências pessoais.</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Desde logo, devemos começar por distinguir os produtos que os vários bancos disponibilizam em Portugal, entre eles os de capital garantido e os de risco (onde o nosso capital investido fica em causa). Tal como eu, pode encontrar alguns produtos bancários que sirvam o seu propósito/objetivo e outros, fora do banco, que visam outras rentabilidades e, em alguns casos, menos custos associados.</p>
<p>Será também necessário perceber qual é a sua opinião sobre as instituições financeiras em Portugal. Por exemplo, um cliente insatisfeito com as comissões bancárias pode ter uma opinião diferente de outro que não paga por qualquer manutenção de conta. Ou, alguém que foi cliente do Banco Espírito Santo (BES) ou BNP e teve problemas com estes bancos, poderá também ter uma opinião diferente de uma pessoa que foi cliente destes mesmos bancos mas que não teve nenhum constrangimento financeiro direto.</p>
<p>Podemos até indicar que um ou outro produto financeiro pode ser bom, mas não em todos os bancos ou, ainda, que os bancos são úteis para ter a  nossa conta à ordem para o dia-a-dia, pois há necessidade de receber o salário por lá, pagar os nossos débitos diretos e os nossos pagamentos por referências multibanco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li>
<h5><strong> Má reputação e serviços elitistas?</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Na gênese do seu negócio vemos os bancos com a função de colmatar a necessidade de guardar e emprestar dinheiro, facilitando assim a troca de moedas e o comércio mundial. Nos dias hoje, a sua reputação está fortemente abalada devido a fraudes, ruturas, escândalos e ainda, com a conotação de “gananciosos”. A verdade é que, em Portugal, uma boa parte das pessoas que fizer um comentário sobre a sua conta bancária irá, provavelmente, afirmar que já houve uma taxa “abusiva” ou escusada que lhe foi cobrada. Como exemplo, no meu caso, posso referir uma anuidade de um cartão multibanco, que nunca me foi devolvida após o cancelamento do cartão, nesse mesmo mês de cobrança. E lá se foram 18 euros&#8230;</p>
<p>Num outro prisma, temos a ideia de serviços elitistas, onde vemos empréstimos facilitados a pessoas de negócios influentes e que até, por vezes, entram em incumprimento. E claro, não deixando de mencionar os investimentos que ficam apenas acessíveis aos “endinheirados”, passando diretamente a mensagem à maioria da população que: “investir é só para os ricos”. Assim, a banca parece necessitar de uma reforma no acesso aos seus produtos mas, prioritariamente, no seu conceito de marketing.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li>
<h5><strong> Quais os produtos bancários que tenho na minha carteira.</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Apesar da banca necessitar de uma mudança e de uma nova abordagem, continuo a ser adepta de certos produtos que me deixam confortável, comparando com outras opções, tais como corretoras, empresas de investimento e fintechs.</p>
<p>Entre esses produtos bancários, posso indicar alguns que tenho, atualmente, na minha carteira de investimentos. Começando pelos depósitos a prazo de boas-vindas de bancos de investimento, uma subscrição num Fundo PPR (facultado por uma entidade bancária), uma conta à ordem remunerada (na qual o meu capital está protegido pelo fundo de garantia de depósitos até 100 mil euros) e, ainda, um fundo de investimento imobiliário que recentemente subscrevi, porque vi a vantagem de estar exposta a este tipo de investimento (após fazer as devidas contas com os custos a serem cobrados na sua gestão).</p>
<p>Por fim, ainda tenho a minha conta bancária à ordem, que faço questão de manter pois não tem qualquer tipo de custo associado, seja na manutenção ou no cartão multibanco. Conta essa que me permite assim, gratuitamente, gerir as minhas despesas básicas e, ainda, distribuir o meu dinheiro pelos vários investimentos que vou fazendo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se os bancos têm bons produtos? Depende do que procura e do que espera obter com esses produtos. O ideal é comparar e escolher a melhor opção possível no mercado, sendo importante saber que existem sempre outras opções a considerar, isto de forma a não deixar que os bancos tenham o monopólio de todos os produtos financeiros. Tal como dizia, Thomas Jefferson (ex-presidente americano e filósofo político): “Os bancos são mais perigosos para a nossa liberdade que os exércitos com armas.”.*</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt;"><i><span style="color: black;">*Todo o conteúdo neste artigo apenas serve para fins educacionais e não representa qualquer tipo de aconselhamento financeiro. Consulte sempre um especialista certificado ou faça a sua própria análise no que se trata a investir, pois envolve risco de perdas</span></i><span style="color: black;">.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-35288 size-thumbnail" src="https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/2020/04/Foto-Ariana-Nunes-150x150.png" alt="Produtos bancários. Devemos ainda colocar dinheiro no banco?" width="150" height="150" title="Produtos bancários. Devemos ainda colocar dinheiro no banco?"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Ariana Nunes<br />
(Educadora financeira e criadora do Canal Renda Maior no YouTube)<br />
Site: <a href="http://www.rendamaior.pt" target="_blank" rel="noopener">www.rendamaior.pt</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Investir em Bitcoin? O que é, afinal, esta criptomoeda?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/investir-em-bitcoin-o-que-e-afinal-esta-criptomoeda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2020 10:26:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Ariana Nunes]]></category>
		<category><![CDATA[bitcoin]]></category>
		<category><![CDATA[criptomoedas]]></category>
		<category><![CDATA[educação financeira]]></category>
		<category><![CDATA[financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Renda Maior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta semana, Ariana Nunes (educadora financeira e criadora do canal YouTube "Renda Maior) dá a conhecer aos leitores da Forever Young o incrível "mundo" das criptomoedas.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt; text-align: justify;"><span style="color: black;">Imagine uma “moeda” meramente digital, onde o seu formato não é redondo mas sim, uma série de letras e números aleatórios como se fosse uma password grande. É assim que são as criptomoedas. Estamos perante códigos que são trocadas online entre pessoas, deixando essas transações numa rede ordenada, como se fosse uma lista imutável e inviolável, chamada de “Blockchain”. Essa mesma rede vai garantir que outros membros validem essas transações de forma a ficarem registadas com sucesso, deixando assim uma conotação de anticorrupção bem vigente.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt; text-align: justify;"><span style="color: black;">Invisto em Satoshis de Bitcoin, desde 2017, e arrependo-me de não o ter feito antes, quando tive oportunidade de o fazer. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>
<h5><b> O inicio</b></h5>
</li>
</ol>
<p>Deparei-me com uma tecnologia assente numa base de dados com as suas transações imutáveis, que não permitia alterações e que poderia dar a transparência que precisamos no mundo financeiro, impedindo assim a continuidade da corrupção e das fraudes que existem. Vi que não é possível copiar os códigos de cada moeda virtual (pois cada uma, é um código de letras e números).</p>
<p>Percebi também, o seu potencial de ser uma moeda de troca mundial, sem ter a mão de bancos centrais ou governos, e com uma estrutura de criação/manutenção bastante protegida, que recompensa quem ajudar a desenvolver a rede, isto é, criar novas moedas/blocos de Bitcoin (o designado “minerar Bitcoin”). Tudo isto é possível apenas com o auxílio os processadores de computadores a resolver vários problemas avançados de matemática e criptografia (e é quando se resolve esses problemas complexos, que surgem os tais códigos que originam o “novo” bitcoin na rede).</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li>
<h5><strong> A Bitcoin e o futuro</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>De uma forma simplificada, a Bitcoin foi criada online por um desconhecido com o nome (talvez fictício) de Satoshi Nakamoto. Foi programada com o objetivo de ter uma produção limitada, ficando estipulada em cerca de 21 milhões de Bitcoin (mais de metade, já estão atualmente no mercado). O ritmo de produção da moeda é,  por isso, decrescente e já previamente conhecido, existindo de 4 em 4 anos uma diminuição programada da sua criação, procedimento chamado de “Halving”.</p>
<p>Sabe-se assim que,  por volta do ano 2120, o Bitcoin parará a sua “mineração” por completo e começará a recompensar apenas a sua comunidade pelas transações efetuadas com a moeda digital.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li>
<h5><strong> Como faço?</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Como disse antes, invisto em Satoshis de Bitcoin (são os “cêntimos” do Bitcoin que valem muito atualmente, pois o Bitcoin é dividido até 8 casas decimais) desde o ano de 2017, e arrependo-me de não o ter feito antes, quando tive oportunidade de começar mais cedo.</p>
<p>Voltando ao ano de 2010, após preencher vários inquéritos online e ver banners de publicidade (sim, antigamente pagavam para colocarmos um banner no nosso ambiente de trabalho no computador com publicidade a correr) a minha recompensa era, depois, resgatada via Paypal ou Bitcoin. E eu, infelizmente, escolhi receber o dinheiro, aproximadamente 30€, em vez de ficar com o Bitcoin. Iriam-me pagar cerca de 4 Bitcoins, o que hoje em euros, daria uma quantia de 36.000€!</p>
<p>Dos vários cenários positivos que identifiquei sobre esta criptomoeda, salientou-se o facto de conseguir os Satoshis online (gratuitamente com muita paciência!) em sites chamados de “faucets”, podendo também comprar e vender (especular o preço) sem pagar qualquer imposto sobre isso, obtendo assim apenas lucros (mais-valias), já que os mesmos, até à data, não são tributados em Portugal.</p>
<p>Desde então, através de corretoras de criptomoedas, vou comprando quando o preço baixa e vendendo quando sobe, sem nunca me desfazer de tudo.</p>
<p>Para que eu tenha mais conhecimento sobre este assunto e para saber o melhor momento para comprar ou vender (já que é especular em algo extremamente arriscado e volátil), vou acompanhando de perto este mercado e as notícias mundiais das criptomoedas. Por exemplo, muitos dizem que não é um investimento e sim mera especulação mas, recentemente, o Banco Central de Israel considerou-o como um ativo. A verdade é que tem sido um mundo muito interessante a explorar!*</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt;"><i><span style="color: black;">*Todo o conteúdo neste artigo apenas serve para fins educacionais e não representa qualquer tipo de aconselhamento financeiro. Consulte sempre um especialista certificado ou faça a sua própria análise no que se trata a investir, pois envolve risco de perdas</span></i><span style="color: black;">.</span></p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-35288 size-thumbnail" src="https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/2020/04/Foto-Ariana-Nunes-150x150.png" alt="Investir em Bitcoin? O que é, afinal, esta criptomoeda?" width="150" height="150" title="Investir em Bitcoin? O que é, afinal, esta criptomoeda?"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Ariana Nunes<br />
(Educadora financeira e criadora do Canal Renda Maior no YouTube)<br />
Site: <a href="http://www.rendamaior.pt" target="_blank" rel="noopener">www.rendamaior.pt</a></p>
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<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<item>
		<title>Investir em Bitcoin? O que é, afinal, esta criptomoeda?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/investir-em-bitcoin-o-que-e-afinal-esta-criptomoeda-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2020 10:26:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Ariana Nunes]]></category>
		<category><![CDATA[bitcoin]]></category>
		<category><![CDATA[criptomoedas]]></category>
		<category><![CDATA[educação financeira]]></category>
		<category><![CDATA[financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Renda Maior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta semana, Ariana Nunes (educadora financeira e criadora do canal YouTube "Renda Maior) dá a conhecer aos leitores da Forever Young o incrível "mundo" das criptomoedas.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt; text-align: justify;"><span style="color: black;">Imagine uma “moeda” meramente digital, onde o seu formato não é redondo mas sim, uma série de letras e números aleatórios como se fosse uma password grande. É assim que são as criptomoedas. Estamos perante códigos que são trocadas online entre pessoas, deixando essas transações numa rede ordenada, como se fosse uma lista imutável e inviolável, chamada de “Blockchain”. Essa mesma rede vai garantir que outros membros validem essas transações de forma a ficarem registadas com sucesso, deixando assim uma conotação de anticorrupção bem vigente.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt; text-align: justify;"><span style="color: black;">Invisto em Satoshis de Bitcoin, desde 2017, e arrependo-me de não o ter feito antes, quando tive oportunidade de o fazer. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>
<h5><b> O inicio</b></h5>
</li>
</ol>
<p>Deparei-me com uma tecnologia assente numa base de dados com as suas transações imutáveis, que não permitia alterações e que poderia dar a transparência que precisamos no mundo financeiro, impedindo assim a continuidade da corrupção e das fraudes que existem. Vi que não é possível copiar os códigos de cada moeda virtual (pois cada uma, é um código de letras e números).</p>
<p>Percebi também, o seu potencial de ser uma moeda de troca mundial, sem ter a mão de bancos centrais ou governos, e com uma estrutura de criação/manutenção bastante protegida, que recompensa quem ajudar a desenvolver a rede, isto é, criar novas moedas/blocos de Bitcoin (o designado “minerar Bitcoin”). Tudo isto é possível apenas com o auxílio os processadores de computadores a resolver vários problemas avançados de matemática e criptografia (e é quando se resolve esses problemas complexos, que surgem os tais códigos que originam o “novo” bitcoin na rede).</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li>
<h5><strong> A Bitcoin e o futuro</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>De uma forma simplificada, a Bitcoin foi criada online por um desconhecido com o nome (talvez fictício) de Satoshi Nakamoto. Foi programada com o objetivo de ter uma produção limitada, ficando estipulada em cerca de 21 milhões de Bitcoin (mais de metade, já estão atualmente no mercado). O ritmo de produção da moeda é,  por isso, decrescente e já previamente conhecido, existindo de 4 em 4 anos uma diminuição programada da sua criação, procedimento chamado de “Halving”.</p>
<p>Sabe-se assim que,  por volta do ano 2120, o Bitcoin parará a sua “mineração” por completo e começará a recompensar apenas a sua comunidade pelas transações efetuadas com a moeda digital.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li>
<h5><strong> Como faço?</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Como disse antes, invisto em Satoshis de Bitcoin (são os “cêntimos” do Bitcoin que valem muito atualmente, pois o Bitcoin é dividido até 8 casas decimais) desde o ano de 2017, e arrependo-me de não o ter feito antes, quando tive oportunidade de começar mais cedo.</p>
<p>Voltando ao ano de 2010, após preencher vários inquéritos online e ver banners de publicidade (sim, antigamente pagavam para colocarmos um banner no nosso ambiente de trabalho no computador com publicidade a correr) a minha recompensa era, depois, resgatada via Paypal ou Bitcoin. E eu, infelizmente, escolhi receber o dinheiro, aproximadamente 30€, em vez de ficar com o Bitcoin. Iriam-me pagar cerca de 4 Bitcoins, o que hoje em euros, daria uma quantia de 36.000€!</p>
<p>Dos vários cenários positivos que identifiquei sobre esta criptomoeda, salientou-se o facto de conseguir os Satoshis online (gratuitamente com muita paciência!) em sites chamados de “faucets”, podendo também comprar e vender (especular o preço) sem pagar qualquer imposto sobre isso, obtendo assim apenas lucros (mais-valias), já que os mesmos, até à data, não são tributados em Portugal.</p>
<p>Desde então, através de corretoras de criptomoedas, vou comprando quando o preço baixa e vendendo quando sobe, sem nunca me desfazer de tudo.</p>
<p>Para que eu tenha mais conhecimento sobre este assunto e para saber o melhor momento para comprar ou vender (já que é especular em algo extremamente arriscado e volátil), vou acompanhando de perto este mercado e as notícias mundiais das criptomoedas. Por exemplo, muitos dizem que não é um investimento e sim mera especulação mas, recentemente, o Banco Central de Israel considerou-o como um ativo. A verdade é que tem sido um mundo muito interessante a explorar!*</p>
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<p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt;"><i><span style="color: black;">*Todo o conteúdo neste artigo apenas serve para fins educacionais e não representa qualquer tipo de aconselhamento financeiro. Consulte sempre um especialista certificado ou faça a sua própria análise no que se trata a investir, pois envolve risco de perdas</span></i><span style="color: black;">.</span></p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-35288 size-thumbnail" src="https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/2020/04/Foto-Ariana-Nunes-150x150.png" alt="Investir em Bitcoin? O que é, afinal, esta criptomoeda?" width="150" height="150" title="Investir em Bitcoin? O que é, afinal, esta criptomoeda?"></p>
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<p>Por Ariana Nunes<br />
(Educadora financeira e criadora do Canal Renda Maior no YouTube)<br />
Site: <a href="http://www.rendamaior.pt" target="_blank" rel="noopener">www.rendamaior.pt</a></p>
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<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como podem os serviços mudar a sua condição financeira?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/como-podem-os-servicos-mudar-a-sua-condicao-financeira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2020 10:30:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Ariana Nunes]]></category>
		<category><![CDATA[coaching]]></category>
		<category><![CDATA[educação financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Renda Maior]]></category>
		<category><![CDATA[youtube]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta semana, Ariana Nunes (educadora financeira e criadora do canal YouTube "Renda Maior) dá a conhecer aos leitores da Forever Young a forma como os serviços financeiros podem auxiliar a sua gestão orçamental.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quantos de nós já nos deparamos com o facto da nossa situação financeira estar complicada ou termos a noção que está fora de controle? Acho que a maioria de nós já sentiu isso em algum momento da sua vida.</p>
<p>E como alterar a realidade atual? Haverá alguma maneira por onde começar ou ser ajudado nessa mudança? Quantos já não tivemos, aquele momento em que nos apercebemos que não conseguimos evoluir e precisamos de ajuda para encontrarmos as nossas metas.</p>
<p><strong>         </strong></p>
<ol>
<li><strong> Serviços disponíveis para ajudar</strong></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na língua inglesa, existe uma expressão &#8211; “DIY” &#8211; que significa em inglês “Do It Yourself”, isto é “faça você mesmo”, isto é, através dos nossos conhecimentos conseguimos fazer as coisas por nós. Coisas essas, tal como consertar ou criar algo, sem recorrer a ninguém ou algum tipo de serviço pago. Nas finanças é exatamente igual, podemos ser nós próprios a elaborar um plano, traçar objetivos e ainda fazer o nosso próprio acompanhamento, tudo sem gastar um único euro. Porém, hoje em dia, já temos maneiras mais eficazes de atingir o sucesso financeiro sem que nos auto-sabotemos, pois há essa tendência quando estamos por nossa conta.</p>
<p>Quantas vezes deixamos de cumprir os nossos planos ou abandonamos as nossas metas? Por vezes, até basta um momento menos bom e lá estamos nós a estragar o que já tínhamos conseguido fazer. Com isso, aparece a desmotivação, frustração e o pior de tudo, o comodismo, quando, simplesmente, o tempo passa sem que exista alguma mudança positiva nas nossas vidas.</p>
<p>A verdade é que conseguimos arranjar imensas desculpas para tudo, mas quando se trata de pensar em soluções, ficamos estagnados e sem ideia nenhuma de como alterar o nosso cenário.</p>
<p>Atualmente, porque o psicológico tornou-se o fator chave para uma vida saudável, temos que apostar, cada vez mais, nas nossas competências, aprendizagens e claro, aumentar o nosso conhecimento. Temos que que estar constantemente, a elevar a nossa inteligência financeira, para que seja possível dominar bem estes assuntos. É, por isso, imprescindível perceber como funciona o dinheiro e como podemos tirar o melhor partido dele. Pelo que, hoje em dia, já existem serviços de mentoria e coaching financeiro que podem ajudar nessa jornada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong> O que é a mentoria financeira?</strong></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sabemos já que é primordial perceber como funciona o dinheiro e como podemos tirar o melhor partido dele. Por isso, a <a href="https://rendamaior.pt/mentoria-e-coaching-financeiro" target="_blank" rel="noopener">mentoria financeira</a> irá ajudar na aprendizagem, através da partilha de experiências e competências, provenientes de outras pessoas com maior conhecimento da área.</p>
<p>Não é aconselhamento financeiro, será sim, uma partilha de informação, baseada em desenvolvimento pessoal, com base em situações reais e no acompanhamento dos próximos passos, traçando desde o que aconteceu no passado financeiro da pessoa até aos possíveis resultados esperados no futuro. Normalmente, as sessões são livres e recorrentes para que exista a retirada de dúvidas que vão surgindo e para que se veja, qual é o ponto da situação em que se está.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong> Para que serve o coaching financeiro?</strong></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muito se fala em coaching, traduzindo seria um “treinador”, que estimula o nosso potencial, treinando-nos para conseguirmos alcançar os melhores resultados. Mas esses resultados estão em nós e são fruto do nosso bom desempenho. Assim, ao aceder a serviços de <a href="https://rendamaior.pt/mentoria-e-coaching-financeiro" target="_blank" rel="noopener">coaching financeiro</a> vai-se ter acesso a um acompanhamento personalizado, traçando um plano que nos permita chegar aos nossos objetivos. De enfatizar a importância desses objetivos serem mensuráveis, colocando metas a atingir. Tudo isto significa na prática, sermos orientados financeiramente para adotarmos e adaptarmos os melhores comportamentos em relação ao dinheiro. Neste sentido, existe um plano de sessões que são elaboradas num contexto de “caminho a percorrer”. Este tipo de serviços são indicados para quem tem questões de endividamento, dificuldades em gerir o dinheiro e/ou quer atingir certos objetivos, como a liberdade financeira ou uma determinada quantia de património.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Modernices ou não, estes serviços vieram para ficar e têm sido bastante úteis para as pessoas que a eles recorrem. Nomes como Tony Robbins (o famoso coach americano), entre outros, fazem com que não existam muitas dúvidas da sua eficiência. Afinal, como o próprio Tony Robbins refere: “Saiba que são as suas decisões e não as suas condições que determinam o seu destino.”*</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>*Todo o conteúdo neste artigo apenas serve para fins educacionais e não representa qualquer tipo de aconselhamento financeiro. Consulte sempre um especialista certificado ou faça a sua própria análise no que se trata a investir, pois envolve risco de perdas</em>.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-35288 size-thumbnail" src="https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/2020/04/Foto-Ariana-Nunes-150x150.png" alt="Como podem os serviços mudar a sua condição financeira?" width="150" height="150" title="Como podem os serviços mudar a sua condição financeira?"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Ariana Nunes<br />
(Educadora financeira e criadora do Canal Renda Maior no YouTube)<br />
Site: <a href="http://www.rendamaior.pt" target="_blank" rel="noopener">www.rendamaior.pt</a></p>
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<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fintechs. Perceba como estas empresas nos ajudam com o dinheiro</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/fintechs-perceba-como-estas-empresas-nos-ajudam-com-o-dinheiro/</link>
					<comments>https://foreveryoung.sapo.pt/fintechs-perceba-como-estas-empresas-nos-ajudam-com-o-dinheiro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2020 10:36:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ariana Nunes]]></category>
		<category><![CDATA[como gerir]]></category>
		<category><![CDATA[dinherio]]></category>
		<category><![CDATA[educação financeira]]></category>
		<category><![CDATA[fintech]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Renda Maior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta semana, Ariana Nunes (educadora financeira e criadora do canal YouTube "Renda Maior) dá a conhecer aos leitores da Forever Young o interessante mundo da fintech.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Antigamente, ter uma conta num banco seria sinónimo de pagamento de comissões e, como era necessário um cartão de débito (pois muitas lojas e restaurantes em Portugal, ainda hoje, só aceitam receber em dinheiro), pagava-se também as taxas de anuidade, sem pensarmos que era possível existir outra opção.</p>
<p>Os bancos detinham todas as condições e interesses para manter tudo dessa forma, até porque o lucro obtido com os milhões de pagamentos era uma fonte de rendimento bastante lucrativa e constante.</p>
<p>Normalmente, até pensávamos duas vezes antes de abrir uma conta, tendo em conta os custos e o facto da burocracia ser imensa e demorada. Por vezes, abrir conta em Portugal podia significar 1 ou 2 horas na agência bancária, e necessitar de vários documentos em papel para entregar ou fotocopiar. Uma carga de trabalhos, e tempo também é dinheiro&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>         </strong></em></p>
<ol>
<li>
<h4><strong> O que são Fintechs?</strong></h4>
</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sendo uma palavra da moda, representa a junção entre as palavras: “financeiro” e “tecnologia”, isto é, categoriza assim as empresas, normalmente, recém criadas (designadas por “Startups”) e ligadas ao mundo das finanças.</p>
<p>Visam a inovação tecnológica de uma forma disruptiva, apresentando resoluções de antigos problemas ou  facultando o acesso mais facilitado ao mundo financeiro, através da internet e dos smartphones, às pessoas comuns.</p>
<p>Muito exemplos podem ser dados, pois, hoje em dia, vários serviços são apresentados  e sempre com a promessa de inovação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li>
<h4><strong> Empresas Fintechs inovadoras</strong></h4>
</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre eles estão serviços de pagamento, como é o caso da Paypal, que nos permite pagar, apenas colocando o nosso e-mail nos sites. Temos também os serviços ligados aos investimento, que nos permitem aceder às várias bolsas de valores sem necessitar de um banco, bem como ter contas sem qualquer taxa ou comissão, inclusive com cartão de débito gratuito, como é o caso da fintech Revolut.</p>
<p>Apresentam-se ainda outros tipos de serviços muito interessantes, como o caso de empréstimos de pessoa a pessoa, chamados também de P2P (peer to peer), ou de angariação de dinheiro, isto é, projetos financiados através de “crowdfunding”. Estes fundos podem ser angariados para emprestar a empresas ou mesmo para particulares.</p>
<p>Constatamos assim que nos últimos anos houve uma evolução na segurança, sendo simplesmente necessário colocar o nosso dedo para acedermos às aplicações através da nossa impressão digital.  Existe também, e é cada vez mais usado, as duplas autenticações, ou seja, após colocarmos as nossas credenciais enviam também, e de imediato, uma confirmação para aprovarmos no nosso e-mail, ou então, um código aleatório enviado para o telemóvel que seguidamente tem que ser inserido para conseguirmos ter acesso, conferindo assim mais segurança.</p>
<p>A burocracia também mudou, principalmente, com as directrizes da União Europeia e com as contas bancárias com autorizações SEPA (a tradução é Área Única de Pagamentos em Euro). Assim, agora abrir conta demora apenas alguns minutos após inserirmos os nossos dados, o nosso comprovativo de morada digitalizado e termina com uma pequena vídeo-chamada ou, até mesmo, confirmando a nossa identidade com uma simples selfie.</p>
<p>Os cartões de débito são normalmente das redes de crédito Visa ou Mastercard, têm designs modernos e permitem-nos usá-los gratuitamente, apesar de muitos comerciantes em Portugal não terem os terminais com esses contratos de crédito.</p>
<p>A verdade é que nem tudo é fantástico, pois estas empresas demoram para ter acesso a uma licença bancária efetiva (tendo só a licença de instituição e-money) e ainda, certos serviços são cobrados após algumas utilizações, como é o caso dos levantamentos nos multibancos que são taxados após os primeiros 200€ ou 300€. Daí ser importante que leia bem o preçário e que saiba qual será o uso que vai dar a essa conta bancária, a fim de não ter custos escusados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li>
<h4><strong> Exemplos de empresas Fintechs Portuguesas</strong></h4>
</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em Portugal, já começamos a ter empresas fintech de elevada qualidade, inclusive tendo já feito a sua entrada em bolsa, como foi o caso da Raize. Esta empresa especializou-se em financiamento coletivo de empréstimos a pequenas e médias empresas (PMEs) portuguesas.</p>
<p>Podemos encontrar empresas que tratam desde pagamentos, como a Eupago ou a IfThenPay ou, mais recentemente, uma que permite fazer uma análise comparativa e escolha de seguros, com o nome de Mudey. Sem esquecer também, uma das empresas portuguesas mais conhecidas a nível mundial que analisa dados (big data), de forma a conseguir identificar transações fraudulentas e diminuir os riscos no setor financeiro, a empresa Feedzai.</p>
<p>Entretanto, muitas outras poderiam ser aqui mencionadas, mas a ideia não é publicitar e sim dar exemplos, mostrando que desta forma no nosso país já existem alternativas que melhoram os nossos serviços financeiros e a forma como podemos usá-los. Sem dúvida que a nossa vida fica mais facilitada e na minha opinião, espero que existam muitas mais fintechs, pois as mesmas renovam o mercado, trazendo sempre inovações com criatividades surpreendentes.*</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>*Todo o conteúdo neste artigo apenas serve para fins educacionais e não representa qualquer tipo de aconselhamento financeiro. Consulte sempre um especialista certificado ou faça a sua própria análise no que se trata a investir, pois envolve risco de perdas</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-35288 size-thumbnail" src="https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/2020/04/Foto-Ariana-Nunes-150x150.png" alt="Fintechs. Perceba como estas empresas nos ajudam com o dinheiro" width="150" height="150" title="Fintechs. Perceba como estas empresas nos ajudam com o dinheiro"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Ariana Nunes<br />
(Educadora financeira e criadora do Canal Renda Maior no YouTube)<br />
Site: <a href="https://www.youtube.com/rendamaior" target="_blank" rel="noopener">https://www.youtube.com/rendamaior</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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					<wfw:commentRss>https://foreveryoung.sapo.pt/fintechs-perceba-como-estas-empresas-nos-ajudam-com-o-dinheiro/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>O que é afinal o movimento FIRE?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/o-que-e-afinal-o-movimento-fire/</link>
					<comments>https://foreveryoung.sapo.pt/o-que-e-afinal-o-movimento-fire/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2020 10:20:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Ariana Nunes]]></category>
		<category><![CDATA[como calcular]]></category>
		<category><![CDATA[educação financeira]]></category>
		<category><![CDATA[movimento fire]]></category>
		<category><![CDATA[o que e]]></category>
		<category><![CDATA[Renda Maior]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=36757</guid>

					<description><![CDATA[<p>Esta semana, Ariana Nunes (educadora financeira e criadora do canal YouTube "Renda Maior) explica aos leitores da Forever Young a interessante história do movimento de independência financeira que está a conquistar muitos fãs</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há um movimento (corrente) que está a encantar os millennials e que já fez com que muitos jovens, por todo o mundo, conseguissem deixar os seus empregos e viver das suas poupanças e investimentos.</p>
<p>Chama-se Movimento FIRE (uma sigla em inglês, que significa “Financial Independence, Retire Early” que traduzindo, seria algo como Independência financeira, Reforma Antecipada). Consiste em poupar, trabalhar e viver uma vida bastante regrada durante alguns anos da vida ativa para que, com isso, seja possível antecipar a reforma, atingindo assim a liberdade financeira (não precisar de trabalhar para ganhar dinheiro ou para pagar contas).</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>
<h4><strong>Como começou?</strong></h4>
</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tudo começou com um livro chamado“ <a href="https://www.wook.pt/livro/your-money-or-your-life-joe-dominguez/21420653?a_aid=5b6c113b61779" target="_blank" rel="noopener">Your Money, Your Life”de Vicki Robin</a>, no ano de 1992, no qual a autora prezou pela consciência em procurar a liberdade financeira com conceitos muito inovadores, tais como:</p>
<ul>
<li>A <strong>suficiência</strong>, ou seja, o que é preciso para nos sentirmos bem versus o consumismo. Ter mais coisas não significa que sejamos mais felizes.</li>
<li>O conceito de <strong>energia vital</strong>, que está associada à distribuição do nosso tempo. As horas que temos disponíveis na nossa vida e como é feita a troca dessa nossa energia pelo dinheiro. Tudo numa perspetiva do tempo que dedicamos ao trabalho.</li>
<li>Que há uma <strong>diferença entre o trabalho e o emprego</strong>, sendo que o último é apenas para receber dinheiro, enquanto que o primeiro dá-nos auto-estima (realização pessoal). Assim, a autora defende que devemos trabalhar por gosto e não por uma necessidade económica.</li>
<li>A menção à <strong>frugalidade</strong> em poupar bastante em tudo o que for possível, por exemplo, em vez de pagar para arranjar algo ou algum objeto, fazer a própria pessoa esse concerto.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre outras formas de olhar para as nossas despesas e atos na vida.</p>
<p>No momento do lançamento do livro, estes conceitos não foram valorizados e só, mais tarde, com a geração dos millennials é que uma série de jovens insatisfeitos decidiram começar a aplicar estas reflexões e ideias, impulsionados pelo medo de passar uma vida apenas a trabalhar e sem ter tempo nem qualidade de vida até à idade da reforma, desperdiçando assim anos de vida apenas trabalhando.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li>
<h4><strong>Como se calcula? </strong></h4>
</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Neste movimento pretende-se fazer sacrifícios no presente, para que se consiga reformar o quanto antes, atingindo assim a independência em 10/15 anos de trabalho. Mas não basta poupar é preciso também investir.</p>
<p>O FIRE está alicerçado num estudo feito pela Universidade Trinity (Texas), nos Estados Unidos da América, que também é conhecido pela regra dos 4%.</p>
<p>Simplificando o cálculo, em primeiro lugar uma pessoa tem de saber com quanto precisa para viver por ano, multiplicando sempre esse valor por 25. O resultado, será o montante que precisa de juntar de forma a atingir a liberdade financeira.</p>
<p>Como exemplo, se precisa de 1.000 euros por mês, multiplicados por 12 meses do ano dá 12.000 euros. Continuando no cálculo e multiplicando por 25, dará então 300.000 euros.  Então o objetivo será alcançar esses 300.000 euros o quanto antes e, durante esse período de poupança, ir investindo esse dinheiro em produtos financeiros (por exemplo, em ETFs de Índices ou, até mesmo, em investimentos imobiliários).</p>
<p>O facto de ter esse dinheiro aplicado neste tipo de investimentos vai-lhe permitir um resgate anual seguro de 4%, que equivale aos 12.000 euros que precisa anualmente (continuando com o exemplo de quem vive com 1.000 euros mensais).</p>
<p>De acordo com o Estudo Trinity, a rentabilidade anual destes investimentos suporta a retirada de 4% ao ano, permitindo que continue o dinheiro a crescer, mesmo com o levantamento anual (o nome oficial é taxa segura de retirada).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nem todos estarão dispostos a fazer sacrifícios ou a viver com o mínimo dos mínimos em tudo, por vezes, é mesmo necessário abdicar do lazer tal como o conhecemos, isto é, viagens confortáveis, trocar de carro,  jantar fora, etc. Sendo difícil, principalmente, em Portugal, pois os nossos ordenados são baixos e devido a nossa carga horária excessiva, dificulta a possibilidade de ter um segundo emprego (algo comum de se ter nos EUA quando se procura alcançar o FIRE).</p>
<p>Existem mesmo assim, várias críticas apontadas a este movimento e são colocadas muitas questões pelos céticos em relação à teoria e aplicabilidade desta filosofia de vida, tais como: Estará a fórmula a contemplar corretamente a inflação? E se houver uma crise financeira e uma queda abrupta nos mercados, continuará a existir dinheiro suficiente? Entre outras questões e variáveis que podem pôr em causa a subsistência no futuro de quem o segue.</p>
<p>Na realidade, conseguimos encontrar várias pessoas, por todo o mundo, já “reformadas antecipadamente” e que aproveitam para mostrar os benefícios após concretizarem o objetivo. Através das redes sociais e pela internet, vão partilhando como é bom trabalhar apenas no que gosta, aproveitar o tempo em  família, que com a liberdade se pode viajar mais e, ainda, que se pode dispensar algum tempo para coisas importantes na sociedade como questões cívicas e de caridade.</p>
<p>Caberá a cada um pensar no seu estilo de vida, se vale a pena trocar o agora por um futuro melhor e, principalmente, qual será o melhor plano para o conseguir fazer. Na realidade, hoje em dia, já se podem seguir outras correntes do FIRE, onde são consideradas diferentes variáveis para alcançar sempre o mesmo objetivo, a liberdade financeira.*</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>*Todo o conteúdo neste artigo apenas serve para fins educacionais e não representa qualquer tipo de aconselhamento financeiro. Consulte sempre um especialista certificado ou faça a sua própria análise no que se trata a investir, pois envolve risco de perdas</em>.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-35288 size-thumbnail" src="https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/2020/04/Foto-Ariana-Nunes-150x150.png" alt="O que é afinal o movimento FIRE?" width="150" height="150" title="O que é afinal o movimento FIRE?"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Ariana Nunes<br />
(Educadora financeira e criadora do Canal Renda Maior no YouTube)<br />
Site: <a href="https://www.youtube.com/rendamaior" target="_blank" rel="noopener">https://www.youtube.com/rendamaior</a></p>
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<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Investir valores baixos mensalmente. É possível?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/investir-valores-baixos-mensalmente-e-possivel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2020 10:23:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Ariana Nunes]]></category>
		<category><![CDATA[educação financeira]]></category>
		<category><![CDATA[investir]]></category>
		<category><![CDATA[Renda Maior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta semana, Ariana Nunes (educadora financeira e criadora do canal YouTube "Renda Maior) explica aos leitores da Forever Young como é possível criar uma estratégia de investimento sem grandes fundos iniciais. </p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das questões que mais me é feita, enquanto anfitriã do canal Renda Maior, é “Onde posso investir com pouco dinheiro?” ou, formulada de outra maneira, “Como podemos começar investir mensalmente, tendo pouco capital?”.</p>
<p>Este artigo serve assim para partilhar o que eu fiz, quando iniciei esta jornada de pôr o dinheiro a trabalhar para mim.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>Prioridades para começar nos investimentos</strong></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há uns anos, estava insatisfeita por colocar o meu dinheiro, mensalmente, num depósito a prazo, sabendo que no mês seguinte pouco ou nada iria receber com isso. Provavelmente, até usaria parte desse dinheiro no mês seguinte, pois não estava devidamente disciplinada e acabava, por vezes, por gastar parte do que tinha tentado juntar. E era sempre assim, poupava e depois, eventualmente, gastava. Claro que, com isso, o meu património era sempre pequeno e a reserva de emergência muito escassa. Não me sabia gerir e como os outros à minha volta eram um pouco como eu no que se tratava a finanças pessoais, acabava por dar  a desculpa “ganho pouco e não dá para mudar este cenário”.</p>
<p>Estava totalmente errada, pois assim que comecei a colocar o dinheiro numa conta separada e “inacessível”, da qual retirar o dinheiro era mais complicado pois não tinha cartão e demorava muito mais tempo a fazer a operação, comecei a ver resultados. Afinei a disciplina de me pagar primeiro, isto é, colocar de parte, mal recebia o ordenado o montante que queria poupar nesse mês. Comecei pelo passo número 1 que era ter uma reserva de emergência de pelo menos 6 meses (do ordenado que recebia na altura). Após constituir essa reserva, com foco e disciplina, comecei a investir esse dinheiro mensalmente, nunca menos 10% do que recebia, sem falhas e, por vezes, ainda investia mais um dinheiro extra que sobrava.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong>Investimentos que escolhi</strong></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao ver que poderia aproveitar as rentabilidades da bolsa de valores, visto ser um local onde as pessoas mais bem sucedidas do mundo tinham uma parte dos seus investimentos, optei por estudar como poderia comprar ações em Portugal. Apercebi-me logo dos custos que as instituições bancárias cobravam e, fazendo as contas, levariam-me uma grande fatia do valor que tinha para investir mensalmente. Desanimei, até que conheci outras corretoras europeias que tinham comissões mais baratas e que me permitiram investir como queria e, acima de tudo, podia!</p>
<p>Analisei qual era o meu tipo de risco e como poderia montar uma carteira de acordo com o dinheiro que tinha. Comecei por aprender tudo o que podia sobre ações, obrigações e ETF´s (Exchange Traded Funds) e, com isso, vi que podia fazer um combinado, mesmo com pouco dinheiro mensalmente.</p>
<p>Optei por escolher ações inicialmente, pois queria ter um portfólio menos passivo, podendo deste modo, ser eu a escolher as empresas nas quais queria colocar o meu dinheiro. Afastei-me das empresas/mercados desconhecidos e, por consequência, devido a não ter muito dinheiro, afastei-me das que valiam muito (existem ações que valem mais de 1.000 euros).  Vi também, quem eram os grandes “players” do mercado e acompanhei muitas análises e notícias para conseguir perceber o que ia acontecendo.</p>
<p>Tive que aprender a ler relatórios e li muitos livros sobre o assunto. Mas mais do que um hobbie, investir dá-me a capacidade de saber mais, de estar mais bem informada e ainda, até aos dias de hoje, gera-me lucros financeiros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong>Vidas e rendimentos diferentes</strong></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nunca me comparei a ninguém. O valor que eu podia investir, outros podiam muito mais, mas também conhecia quem não podia sequer investir esse valor porque tinha muitas obrigações ou muitos dependentes a seu cargo.</p>
<p>Sempre tentei seguir as estratégias criadas para poupar e, quando comecei a investir, o ânimo começou a ser maior, pois via resultados a acontecerem. Mas desengane-se quem acha que nunca errei, pois uma das primeiras ações que comprei e vendi, meses mais tarde, no prejuízo devido a um conflito e posterior despedimento do CEO de uma dessas empresas. Faz parte aprender com os erros e  com isso, aprimorarmos a nossa capacidade de saber investir.</p>
<p>A verdade é que sei que ainda não sei nada. Quanto mais leio e aprendo, mais preciso de aprender para investir cada vez melhor. Por isso, respondendo à questão se conseguimos investir com pouco dinheiro, “sim, é possível!” basta que se tenha força de vontade, disciplina e sacrifício, pois os resultados são alcançados a longo prazo. Tal como diz o provérbio chinês de Lao Tsé: “Uma longa viagem, começa com um único passo.” *</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>*Todo o conteúdo neste artigo apenas serve para fins educacionais e não representa qualquer tipo de aconselhamento financeiro. Consulte sempre um especialista certificado ou faça a sua própria análise no que se trata a investir, pois envolve risco de perdas</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-35288 size-thumbnail" src="https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/2020/04/Foto-Ariana-Nunes-150x150.png" alt="Investir valores baixos mensalmente. É possível?" width="150" height="150" title="Investir valores baixos mensalmente. É possível?"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Ariana Nunes<br />
(Educadora financeira e criadora do Canal Renda Maior no YouTube)<br />
Site: <a href="https://www.youtube.com/rendamaior" target="_blank" rel="noopener">https://www.youtube.com/rendamaior</a></p>
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<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Reflexões sobre como ultrapassar uma crise financeira</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/reflexoes-sobre-como-ultrapassar-uma-crise-financeira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2020 10:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Ariana Nunes]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[educação financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Renda Maior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta semana, Ariana Nunes (educadora financeira e criadora do canal YouTube "Renda Maior) partilha com os leitores da Forever Young algumas importantes dicas para o ajudar a organizar as suas finanças.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Passar por uma crise financeira nunca é fácil. No início, temos que verificar como estão as nossas condições, fazendo uma análise criteriosa à nossa situação atual, isto é, perceber o nosso nível de segurança no emprego ou negócio próprio, pensar em formas de adaptar o nosso estilo de vida para conseguir poupar mais e, ainda, para muitas pessoas, trata-se de um período que, por vezes, é mais penoso, pois necessitam de encontrar emprego ou reestruturar as suas finanças, dando uma volta de 180 graus à realidade atual.</p>
<p>Este artigo pretende também transmitir uma lista de afazeres que devemos ter em conta quando entramos num período difícil da economia. Como abordar o momento e, ainda, tentar mudar para conseguir as oportunidades que podem surgir ou, até mesmo, sermos nós a criá-las.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>
<h4><strong>A atitude</strong></h4>
</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>O fundamental é ter noção que as crises financeiras são cíclicas e que, de tempos em tempos, vão existir recessões financeiras. Esta é uma realidade que faz parte do sistema económico, daí devermos estar preparados para estes tempos, adotando um estilo de vida mais frugal, poupando e investindo uma parte em produtos financeiros com capital garantido. Com estas seguranças, irá ter um plano de prevenção para crises financeiras futuras. A verdade é que a maior parte das pessoas não está preparada para os piores momentos e, por isso, será necessário mudar a abordagem seguida até agora.</p>
<p>Devemos encarar o momento e começar a perceber onde está o mercado a contratar, ou tentar começar projetos que possam dar resultados. A facilidade de acesso ao conteúdo online, faz com que seja possível estarmos sempre atentos a novas oportunidades.</p>
<p>Adote uma postura positiva, não se deixe abalar e, se for necessário, comece do zero!</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li>
<h4><strong>Trate das finanças como um negócio</strong></h4>
</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Provavelmente, poderá ter que suster a sua respiração ao consultar a sua conta bancária, mas é necessário, saber quanto dinheiro tem. Não vale a pena fugir da realidade, temos sempre que começar por algum lado, tomando a atitude de controlar o que ficou descontrolado.</p>
<p>As despesas não lhe dão tréguas? Então, deverá analisar as mesmas e começar a reduzir ao máximo naquelas que for possível. Aqui entra a parte de nos reinventarmos, onde abdicamos de jantar fora ou até do passeio de carro. Tente manter uma linha de equilíbrio, entre o seu conforto e o seu rendimento.</p>
<p>Tal como num negócio, tem de pensar em obter lucros, por isso, o foco deverá ser trabalhar mais ou, o quanto antes, arranjar um emprego qualquer, mesmo que seja apenas por um breve período de tempo enquanto não arranja outro, para conseguir fazer face às suas obrigações financeiras.</p>
<p>Situações difíceis poderão obrigar a sacrifícios maiores tal como, se tiver que ser, trabalhar aos fins de semana. Mas não encare isso como um sacrifício, pois estará a ganhar dinheiro e, é com isso que conseguirá dar a volta nos momentos complicados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li>
<h4><strong>Dicas simples</strong></h4>
</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como não existem fórmulas mágicas e tendo já passado por uma crise financeira, deixo aqui algumas dicas práticas que me ajudaram e  podem ajudar o leitor a ultrapassar uma crise:</p>
<ol>
<li>Procure arranjar mais do que uma fonte de rendimento;</li>
<li>Foque-se em tentar ganhar mais dinheiro na sua atividade, por exemplo, alcançando os prémios de produtividade ou fazendo horas-extra;</li>
<li>Não compre artigos no imediato, aguarde sempre 3 dias e só depois volte a ponderar se ainda precisa ou, sempre que possível, peça emprestado;</li>
<li>Não seja comodista, faça as coisas você mesmo, desde as refeições aos arranjos. Hoje em dia arranja um tutorial para quase tudo no YouTube;</li>
<li>Reforce ou aumente a sua reserva de emergência;</li>
<li>Não tenha vícios, aproveite para mudar em prol da sua saúde e da sua carteira;</li>
<li>Não adote uma postura de derrotista, pois isso irá impactar muito o seu desempenho profissional;</li>
<li>Faça mais coisas ao ar livre, sejam passeios em família, piqueniques ou exercício físico;</li>
<li>Aproveite as amostras grátis e passatempos online, pois é uma forma de conseguir poupar dinheiro;</li>
<li>Seja persistente, se receber um não de uma candidatura a um novo emprego, não desista. A vida é feita de &#8220;nãos&#8221; até se ouvirem os &#8220;sims&#8221;.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Podemos até passar por esta crise e não termos qualquer quebra de rendimento ou, até mesmo, conseguir prosperar. Mas, seja qual for a sua situação, o intuito será sempre partilhar boas dicas que pode sempre pôr em prática, isto para ter uma melhoria financeira e, consequentemente, uma vida melhor, principalmente, nestes períodos mais conturbados como vivemos nos dias de hoje*</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt;"><i><span style="color: black;">*Todo o conteúdo neste artigo apenas serve para fins educacionais e não representa qualquer tipo de aconselhamento financeiro. Consulte sempre um especialista certificado ou faça a sua própria análise</span></i><span style="color: black;">.</span></p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-35288 size-thumbnail" src="https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/2020/04/Foto-Ariana-Nunes-150x150.png" alt="Reflexões sobre como ultrapassar uma crise financeira" width="150" height="150" title="Reflexões sobre como ultrapassar uma crise financeira"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Ariana Nunes<br />
(Educadora financeira e criadora do Canal Renda Maior no YouTube)<br />
Site: <a href="https://www.youtube.com/rendamaior" target="_blank" rel="noopener">https://www.youtube.com/rendamaior</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Investir. Conheça as principais dúvidas e dificuldades</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/investir-conheca-as-principais-duvidas-e-dificuldades/</link>
					<comments>https://foreveryoung.sapo.pt/investir-conheca-as-principais-duvidas-e-dificuldades/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2020 10:30:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Ariana Nunes]]></category>
		<category><![CDATA[como fazer]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[educação financeira]]></category>
		<category><![CDATA[investir]]></category>
		<category><![CDATA[Renda Maior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta semana, Ariana Nunes (educadora financeira e criadora do canal YouTube "Renda Maior) partilha com os leitores da Forever Young algumas importantes dicas para o ajudar a começar a investir.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao falar de investimentos com outras pessoas, que nunca investiram e que não têm nenhuma ligação à área de economia ou gestão, noto que surgem algumas questões muito frequentes. Talvez o leitor sinta o mesmo e, por isso, decidi escrever este artigo com o que digo, ou diria, a quem está interessado em investir, mas nem sabe por onde começar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>As dificuldades iniciais</strong></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando se fala em investir, a teoria de que é preciso muito dinheiro já começa, gradualmente, a dissipar-se, mas surgem, na mesma, as velhas questões: como é que começo? como escolho às ações? como analiso aqueles dados? qual é o primeiro passo a dar?</p>
<p>Como apenas posso partilhar o meu percurso, decidi explicar o que eu fiz, de uma forma detalhada, para que seja possível mostrar uma possível entrada neste “mapa do tesouro”.</p>
<p>Em primeiro lugar, sabia que precisava de corrigir a minha situação financeira, pois era frustrante poupar e, no mês seguinte, ter que usar esse dinheiro porque o salário, entretanto, não chegava para o que precisava/queria. Nada me desmotivava  mais do que ver o meu pouco dinheiro parado à espera que, por magia, começasse a crescer ali num depósito a prazo, que mal batia a inflação.</p>
<p>Em consequência de algumas situações financeiras difíceis, decidi parar com a forma como estava a gerir o meu dinheiro, perceber o que estava a acontecer e o que podia fazer para melhorar a situação.</p>
<p>Determinada a encontrar uma alternativa, comecei por ler livros e vídeos online de finanças pessoais (todos os que conseguia encontrar) e, dessa forma, fui aprendendo várias técnicas e truques mentais. Tudo para levar o cérebro a começar a poupar e a conseguir fazer sobrar dinheiro, para começar a investir.</p>
<p>Após uma “lavagem mental” reconstrutiva, comecei a saber como gerir o meu dinheiro e a canalizar devidamente os meus trocados, constituindo a minha, tão importante, reserva de emergência. Além disso, fui colocando outro montante de lado, de forma a conseguir fazer o meu primeiro investimento em bolsa.</p>
<p>Neste processo de aprender a lidar com o dinheiro, consegui assimilar que poupar só por poupar pouco serve e que é necessário complementar com investimento. Assim, surgiu-me a primeira dúvida, qual vai ser o meu primeiro investimento?</p>
<p>Como já tinha feito o teste para identificar o meu nível de risco, sabia que tinha um leque maior de opções,  visto que tenho um perfil de moderado/agressivo. Desta forma, poderia escolher entre os investimentos de capital garantido ou não garantido e, como quis criar uma motivação extra, decidi atribuir vários objetivos a alcançar para cada um que iniciasse.</p>
<p>Abri uma conta na corretora que mais me agradou, coloquei os meus primeiros euros e fui adquirindo uma série de ações. De referir que dei este passo após estudar bem as empresas, ler o máximo de análises efetuadas por várias pessoas, online e nos canais por cabo da especialidade, procurando sempre as críticas boas e más e tentando, aos poucos, perceber os relatórios e quais os indicadores mais importantes a ter em conta.</p>
<p>Não fiquei parada à espera de ter o máximo de conhecimento para começar, mas também não coloquei muito dinheiro no ínicio, pois sabia que ia cometer erros.  Fui ponderada, comecei assim a construir a minha carteira de investimentos aos poucos, lendo e aprendendo através de livros e análises, fazendo, posteriormente, também as minhas próprias análises e optando por investir ou não investir numa determinada empresa.</p>
<p>Criei uma carteira pequena, de um lado depósitos a prazo e, do outro lado, mais arriscado, tinha investimentos em  bolsa, como ações e ETF’s. Planeei objetivos monetários e rentabilidades a alcançar, setores a investir, seja, na atualidade, mas também para o futuro e, ainda, certificando-me que estava a acompanhar sempre a estratégia que tinha definido, considerando apenas possíveis ajustes e nunca abandonar os meus investimentos, pelo bem do meu futuro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong>Dúvidas e mais dúvidas</strong></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>            </strong>Não sabia como a corretora funcionava, mas não descansei enquanto não compreendesse como se colocava uma ordem de compra/venda. Não percebia como recebia dividendos então fui procurar como e quando pagavam (no caso das empresas dos EUA, normalmente, é pago trimestralmente) e, ainda, como era uma assembleia de acionistas. Procurava resposta para todas as dúvidas que me surgiam, através da internet ou em livros, pois, hoje em dia, o conhecimento é apenas uma questão de  ter vontade e tempo.</p>
<p>Não tinha muitas pessoas com quem falar, daí procurar fóruns da especialidade que fossem portugueses e, ia tentando adaptar e confirmar todas as informações que via no youtube e sites estrangeiros, para perceber se eram viáveis na realidade portuguesa. Comecei a apurar os meus filtros, pois nem sempre eram viáveis e, por vezes, as realidades eram tão distintas que nem havia qualquer correspondência ou faziam qualquer sentido.</p>
<p>Frequentei o máximo de cursos online estrangeiros que podia, gratuitos ou não e, em paralelo, ia investindo religiosamente todos os meses, fazendo também outro tipo de investimentos, como é o caso das P2P (empresas de empréstimos entre pessoas, onde através de uma plataforma online captam e distribuem dinheiro e remuneram os investidores através de juros, retribuindo uma taxa maior que outro tipo de investimentos, devido ao risco mais elevado de perda do nosso capital).</p>
<p>Não existem milagres e ninguém vai saber investir em apenas um mês! Ainda hoje, procuro aprender, pois quanto mais sei, mais percebo que não sei nada. Não há uma verdade absoluta ou um único caminho a seguir, o que torna tudo numa experiência muito pessoal/própria. Cada um deverá tentar aprimorar-se para que tenha o devido sucesso financeiro.</p>
<p>Irá ajudar conhecer os percursos de outras pessoas que tiveram sucesso, por exemplo, através de livros ou até fazer cursos online gratuitos, por exemplo, numa das várias plataformas educativas como a Udemy ou a Coursera.</p>
<p>Vai ser quase obrigatório saber mais de política, ler mais notícias financeiras ou, simplesmente, ter mais atenção ao mundo para saber como levar o seu “barco a bom porto”. Daí a jornada de investir ser uma experiência tão enriquecedora, pois ficará elucidado com tantas informações e terá  que começar a saber filtrar e perceber o que lhe estão a dizer, para que entenda o que é verdadeiramente importante para si e para os seus investimentos.</p>
<p>Difícil? Não será. Trabalhoso? Bastante!*</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt; text-align: justify;"><i><span style="color: black;">*Todo o conteúdo neste artigo apenas serve para fins educacionais e não representa qualquer tipo de aconselhamento financeiro. Consulte sempre um especialista certificado ou faça a sua própria análise no que se trata a investir, pois envolve risco de perdas</span></i><span style="color: black;">.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-35288 size-thumbnail" src="https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/2020/04/Foto-Ariana-Nunes-150x150.png" alt="Investir. Conheça as principais dúvidas e dificuldades" width="150" height="150" title="Investir. Conheça as principais dúvidas e dificuldades"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Ariana Nunes<br />
(Educadora financeira e criadora do Canal Renda Maior no YouTube)<br />
Site: <a href="https://www.youtube.com/rendamaior" target="_blank" rel="noopener">https://www.youtube.com/rendamaior</a></p>
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<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Bolsa de Valores. Primeiras impressões sobre a sua dinâmica</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/bolsa-de-valores-primeiras-impressoes-sobre-a-sua-dinamica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2020 10:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[açoes]]></category>
		<category><![CDATA[Ariana Nunes]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa valores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta semana, Ariana Nunes (educadora financeira e criadora do canal YouTube "Renda Maior) partilha com os leitores da Forever Young algumas importantes explicações sobre o funcionamento da Bolsa de Valores</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao chegarem ao Canal Renda Maior, no Youtube, muitas pessoas deparam-se com conteúdo sobre temas que, por vezes, não têm muito conhecimento. Um bom exemplo são os vídeos relacionados com investimentos em ações ou, ainda, a estrutura da bolsa de valores.</p>
<p>Existem vários filmes americanos sobre a bolsa e o mundo de Wall Street, mas quantas pessoas saberão realmente como funciona a bolsa? Infelizmente, ainda é uma dúvida muito comum em Portugal, principalmente, porque a dinâmica da bolsa não é um tema  ensinada na escola.</p>
<p>Um sistema de ensino como o português poderia, perfeitamente, contemplar essa explicação, visto que temos uma bolsa em Portugal (Euronext Lisbon), onde qualquer português pode investir. Porque não abordar este outros temas tão importantes de educação financeira ou gestão/orçamento pessoal? Sem dúvida, iriam estar a educar jovens para uma maior consciencialização financeira e, talvez, alcançar uma sociedade que saiba gerir bem o seu património.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>
<h4><strong>A estrutura da bolsa nas ações</strong></h4>
</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>As primeiras bolsas surgiram em meados do século XV na Bélgica e Países Baixos, sendo que a principal bolsa americana (uma das mais importantes do mundo), a New York Stock Exchange &#8211; NYSE, foi inaugurada em 1792, contando, atualmente, com cerca de 3.000 empresas cotadas.</p>
<p>Para uma visão simplificada do seu funcionamento e estrutura, podemos usar, como analogia, um Shopping. Assim, sabemos que dentro de um Shopping existem várias lojas que vendem os seus produtos, mas também existe uma empresa que é a proprietária e gestora do espaço, cobra rendas e é responsável pela manutenção do mesmo.</p>
<p>Considerando que essa empresa gestora, mencionada no exemplo anterior, é a bolsa de valores, percebemos que existe uma entidade que gere a plataforma e as operações na bolsa das várias empresas que estão a ser transacionadas dentro da mesma, nunca interferindo com o negócio e liderança de cada uma.</p>
<p>São, então, comercializados nas diversas bolsas de valores,  espalhadas pelo Mundo, vários tipos de produtos, desde ações, obrigações, índices, certificados, matérias-primas, derivativos, fundos, entre outros tipos de produtos financeiros, mais ou menos complexos, que servem como um menu aos investidores interessados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li>
<h4><strong>Agentes necessários</strong></h4>
</li>
</ol>
<p><strong>            </strong></p>
<p>A compra de, por exemplo, ações só pode ser feita com recurso a um intermediário, nomeadamente um banco ou uma corretora, pois não é possível comprar ações diretamente à bolsa de valores.</p>
<p>São estes agentes financeiros que, além de apresentarem as nossas ordens, sejam de compra ou de venda, nos mercados, também guardam os nossos títulos. Por vezes, em alguns bancos e corretoras esse serviço, cujo nome é custódia de títulos, tem um custo.</p>
<p>No caso de se tratarem de ações, as mesmas são provenientes de empresas que abriram o seu capital social a novos sócios (que somos nós os investidores particulares ou  os investidores institucionais), através de uma oferta pública de venda &#8211; OPV (IPO em Inglês), ficando, no dia da estreia em bolsa, as ações disponíveis para aquisição no mercado. É também importante saber que existem custos para a empresa associados à sua entrada em bolsa e que, além disso, são necessários vários procedimentos e requisitos específicos a que só as empresas públicas cotadas em bolsa são obrigadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li>
<h4><strong>Qual é a nossa bolsa?</strong></h4>
</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Bolsa de Valores de Lisboa é uma das mais antigas na Europa, foi criada no dia 1 de janeiro de 1769, tendo-se fundido séculos mais tarde em 1999 com a Bolsa de Derivados do Porto, criando assim a Bolsa de Valores de Lisboa e Porto. Entretanto, a Euronext surgiu em 2000 com a fusão da bolsa belga, holandesa e francesa, adquirindo mais tarde em 2002, a nossa Bolsa de Valores de Lisboa e Porto.</p>
<p>Atualmente, a Euronext é uma bolsa pan-europeia, estando presente em vários países europeus e sendo a sexta maior do mundo. Como também é uma empresa, esta tem as suas próprias <a href="https://live.euronext.com/fr/product/equities/NL0006294274-XPAR/euronext/enx/quotes" target="_blank" rel="noopener">ações</a> cotadas, tal como acontece com outras bolsas, nomeadamente a Bolsa de Paris, Amesterdão e Bruxelas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Citando Tom Peters (um guru dos negócios norte-americano): ”Numa sociedade com base no conhecimento é necessário, por definição, que se seja estudante a vida toda&#8221;.</p>
<p>Acredito, assim, que é de extrema importância conhecer como funciona a bolsa de valores, as operações, os mercados financeiros, principalmente, se tem intenções ou já começou a investir. Por isso é que devemos procurar as melhores informações, entender a  organização e analisar bem os produtos antes de colocarmos o nosso dinheiro em risco.*</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt; text-align: justify;"><i><span style="color: black;">*Todo o conteúdo neste artigo apenas serve para fins educacionais e não representa qualquer tipo de aconselhamento financeiro. Consulte sempre um especialista certificado ou faça a sua própria análise no que se trata a investir, pois envolve risco de perdas</span></i><span style="color: black;">.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-35288 size-thumbnail" src="https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/2020/04/Foto-Ariana-Nunes-150x150.png" alt="Bolsa de Valores. Primeiras impressões sobre a sua dinâmica" width="150" height="150" title="Bolsa de Valores. Primeiras impressões sobre a sua dinâmica"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Ariana Nunes<br />
(Educadora financeira e criadora do Canal Renda Maior no YouTube)<br />
Site: <a href="https://www.youtube.com/rendamaior" target="_blank" rel="noopener">https://www.youtube.com/rendamaior</a></p>
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<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dividendos. Uma forma de ter rendimentos passivos na Bolsa de Valores.</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/dividendos-uma-forma-de-ter-rendimentos-passivos-na-bolsa-de-valores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2020 10:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ariana Nunes]]></category>
		<category><![CDATA[como funciona]]></category>
		<category><![CDATA[dividendos]]></category>
		<category><![CDATA[educação financeira]]></category>
		<category><![CDATA[o que e]]></category>
		<category><![CDATA[Renda Maior]]></category>
		<category><![CDATA[rendimento passivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta semana, Ariana Nunes (educadora financeira e criadora do canal YouTube "Renda Maior) partilha com os leitores da Forever Young algumas importantes explicações sobre uma das principais "fontes" de rendimento passivo.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem algumas formas de ganhar dinheiro na bolsa de valores. Provavelmente já leu sobre dividendos ou, então, sobre a remuneração aos acionistas de uma empresa, e não faz ideia do que se trata ou de como funciona? Deixe-me então, ajudar a perceber um pouco mais sobre este assunto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>O que são os dividendos na bolsa de valores?</strong></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>De uma forma simplificada, é uma parte dos lucros que as empresas pagadoras de dividendos resolvem distribuir aos investidores na proporção do dinheiro que investiram nas suas ações. Uma recompensa pela compra das ações, conferindo uma rentabilidade associada.</p>
<p>Normalmente, usa-se um rácio que foi criado para medir a rentabilidade dos dividendos de uma empresa em relação ao preço das suas ações, o “Dividend Yield” (rendimento do dividendo). Assim, com a oferta existente em várias bolsas mundiais, poderá escolher boas empresas que sejam pagadoras de dividendos e, por exemplo, criar uma carteira de investimentos que, daí, lhe permita retirar uma quantia mensal ou anual, podendo ser um bom complemento financeiro à sua reforma.</p>
<p>Note que, a distribuição de dividendos é opcional e, por isso, tanto a sua frequência como valor, depende de empresa para empresa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong>Como funciona o pagamento?</strong></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nem todas as empresas na bolsa pagam dividendos, algumas preferem usar esse dinheiro para aumentarem as suas reservas e, com isso, apoiar o crescimento dos seus negócios e melhorar ou inovar os seus produtos. Existem ainda outras empresas, como é o caso das “startups”, que se financiaram para se lançarem e que ainda procuram os seus primeiros lucros, não sendo assim possível distribuírem dividendos nesta fase inicial.</p>
<p>Entretanto, aquelas que optam por pagar, podem-no fazer através de um pagamento trimestral (muito comum nas empresas norte-americanas), semestralmente ou, até mesmo, anualmente, como é frequente acontecer com as empresas cotadas na Bolsa Portuguesa (Euronext Lisbon).</p>
<p>Esse dinheiro, na data de pagamento estipulada pelas empresas, irá ser creditado no saldo da conta do banco ou corretora onde investe. Depois, poderá, para fazer crescer as suas posições, reinvestir esses dividendos, comprando mais ações ou, alternativamente, juntar essas quantias e retirá-las para a sua conta à ordem, usando como bem entender esse dinheiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong>Considerações que deve ter em conta.</strong></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na atualidade, devido à pandemia, muitas empresas decidiram diminuir, ou até mesmo suspender, os seus dividendos. Algo que muitas empresas nunca tinham feito antes, mas que devido à situação que vivemos, é compreensível a decisão.  Assim, deverá estar a contar com estes imprevistos pois, como este mais recente exemplo mostra, pode ficar sem os rendimentos que esperava receber.</p>
<p>Deverá ainda monitorizar as empresas onde investe pois, se a empresa falir, não há qualquer tipo de garantia em relação ao seu dinheiro. Não só ficará sem os dividendos (os que ainda não foram recebidos), como também, ficará sem o capital que investiu, motivo pelo qual é tão importante acompanhar a saúde financeira das empresas onde é acionista.</p>
<p>Os dividendos não são exclusivos de empresas, poderá também obter rendimentos através de investimentos de fundos, como por exemplo ETFs de distribuição (Exchange Traded Fund), que funcionam como um “cabaz” de várias ações, de forma a ter uma maior diversificação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>E não se esqueça dos impostos!</strong> Vai ter aqui um desafio acrescido, pois em Portugal irá pagar 28% de taxa sobre os dividendos que receber e, se for de uma empresa estrangeira, não se esqueça de conhecer os acordos que existem sobre a dupla-tributação. Por exemplo, se investir em empresas dos Estados Unidos da América, deverá assinar o formulário W-8BEN (normalmente é assinado eletronicamente através do seu banco ou corretora, quando abre a primeira posição numa bolsa norte-americana), isto para conseguir ter uma diminuição do imposto de lá (sim, neste caso é taxado nos dois países, a primeira vez quando receber, normalmente é logo retido para os EUA e, depois, na sua declaração, onde deverá indicar ao Estado Português os montantes recebidos para ser feito o ajuste final do imposto).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como vê, os impostos tornam menos atrativa uma carteira de ações pagadoras de dividendos, pois uma grande fatia é destinada ao pagamento das obrigações tributárias. Além disso, deverá ver se o seu banco ou corretora não lhe cobram nenhuma comissão por processamento de dividendos ou outro tipo de comissão, evitando que perca mais uma fatia do seu bolo de dividendos.</p>
<p>Precisará de criar uma estratégia, isto é, decidir como pretende aplicar o dinheiro, fazer as suas contas relativamente aos seus investimentos e impostos, planear em que data irá parar de investir e quando pretende levantar, entre outras questões que deverá identificar e perceber bem, antes de se aventurar na bolsa de valores.</p>
<p>Pense nos dividendos como uma fonte de renda passiva, que o ajudem a pagar as suas contas anualmente e que lhe tragam um complemento à sua reforma.</p>
<p>Sabemos que quantas mais pernas tiver uma mesa, mais estável esta será. Fazendo uma analogia com as suas finanças pessoais, porque não pensar em várias fontes de rendimento passivo como alicerce ao seu rendimento mensal/anual no futuro?*</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>*Todo o conteúdo neste artigo apenas serve para fins educacionais e não representa qualquer tipo de aconselhamento financeiro. Consulte sempre um especialista certificado ou faça a sua própria análise no que se trata a investir, pois envolve risco de perdas.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-35288 size-thumbnail" src="https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/2020/04/Foto-Ariana-Nunes-150x150.png" alt="Dividendos. Uma forma de ter rendimentos passivos na Bolsa de Valores." width="150" height="150" title="Dividendos. Uma forma de ter rendimentos passivos na Bolsa de Valores."></p>
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<p>Por Ariana Nunes<br />
(Educadora financeira e criadora do Canal Renda Maior no YouTube)<br />
Site: <a href="https://www.youtube.com/rendamaior" target="_blank" rel="noopener">https://www.youtube.com/rendamaior</a></p>
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<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Começar a Investir. Saiba quais são as primeiras etapas a seguir</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/comecar-a-investir-saiba-quais-sao-as-primeiras-etapas-a-seguir/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2020 10:30:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Ariana Nunes]]></category>
		<category><![CDATA[como começar]]></category>
		<category><![CDATA[educação financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[o que fazer]]></category>
		<category><![CDATA[Renda Maior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta semana, Ariana Nunes (educadora financeira e criadora do canal YouTube "Renda Maior) partilha com os leitores da Forever Young algumas importantes sugestões para começar um portfolio de investimento.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas pessoas esperam o melhor momento para investir. Para mim, sinceramente, esse momento não existe, pois ninguém consegue prever os mercados. Assim, pode-se considerar como um momento para iniciar essa caminhada, quando atingir o máximo estipulado da sua reserva de emergência. No geral, esse talvez seja o melhor momento para poder investir com confiança, mas, para além desta questão importante, ainda há outra que cria mais dúvidas: onde investir?</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>Primeira análise</strong></li>
</ol>
<p>Com tanta oferta e, por vezes, com pouco conhecimento, nem sabemos como começar. A verdade é que no início tudo parece difícil e complexo, afinal. antigamente, diziam que investir era só para os ricos, que a maioria das pessoas devia era apenas saber poupar bem o seu “dinheirinho”. Pois, mas nem sempre a sabedoria popular se atualiza. Talvez o pau que nasce torto, agora até se pode endireitar, tendo em conta que, atualmente, com o acesso à inovação tecnológica há possibilidade de o corrigir,.</p>
<p>Claro que, o mais importante nestes provérbios são as analogias que se aplicam a outras situações dos nossos tempos, pois transmitem bem a ideia/mensagem do que se quer dizer. Não obstante, lá no início desta sabedoria popular, de certeza que havia um pau que nasceu torto e que não conseguiram endireitá-lo, tal como acredito por experiência própria, que hoje em dia já não é preciso ser rico para se poder investir.</p>
<p>Assim que juntar o seu dinheiro, adote uma postura diferente e pense como pode começar esta jornada. O primeiro passo é conhecer-se como investidor, sendo a melhor maneira, fazer um teste que visa identificar qual é o seu nível de risco (que encontra facilmente online). Este teste irá dizer-lhe se o seu perfil é conservador, moderado ou dinâmico (agressivo), no que se trata a investir o seu dinheiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong>Qual o seu nível de risco?</strong></li>
</ol>
<p>Estas categorias são muito importantes para perceber que ao investir tem que saber a sua tolerância ao risco, isto é, ter a capacidade de aguentar a possibilidade de perder o seu dinheiro investido. Por isso, saber se é conservador, vai-lhe transmitir que deve optar por investimentos mais seguros com capital garantido, tais como os mais tradicionais certificados do Estado, depósitos a prazo ou, um pouco menos conservador, adquirir imóveis para arrendar.</p>
<p>Se tiver um perfil moderado já será mais tolerante e, provavelmente, os investimentos de capital não garantido não lhe vão tirar o sono, podendo aproveitar, com risco, as maiores rentabilidades e mercados como a bolsa de valores.</p>
<p>Caso seja um investidor com um perfil dinâmico, poderá estar interessado em procurar as maiores rentabilidades em vários tipos de investimento, contando até com estratégias mais agressivas para aceder a uma maior diversificação dos seus ativos, talvez mais voláteis, como por exemplo as criptomoedas (Bitcoin, Ethereum e afins).</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong>Antes do primeiro investimento: Informe-se.</strong></li>
</ol>
<p>Depois de conhecer o seu nível de risco, e após decidir qual a quantia que quer investir ou destinar mensalmente aos investimentos, deverá escolher qual o primeiro investimento a fazer. Nesta fase, tudo vai parecer estranho e complicado, mas tal como tudo, vai precisar de algum estudo para perceber o que está a ponderar fazer com o seu dinheiro. Nestas alturas, muitas pessoas vão ao banco, procurando obter os melhores conselhos junto dos seus gestores de conta, o que nem sempre servirá os seus melhores interesses.</p>
<p>Daí surgir mais uma outra questão importante: quem vai tomar conta dos seus investimentos? Sem dúvida que vale a pena gastar o seu tempo com isto. Vai  conseguir aprender que investir mensalmente de forma passiva não é difícil. Entretanto, se a sua vontade é nem estar perto dos seus investimentos, talvez terá que gastar mais dinheiro e contratar um consultor financeiro, para que façam isso por si.</p>
<p>Pressupondo que tem interesse na sua própria gestão, então vai ter que olhar para o mercado e fazer um levantamento de quais os melhores bancos ou corretoras, para o tipo de investimento que escolheu. Aqui neste ponto, deve comparar os preços ao detalhe, verificar todos os custos inerentes, tal como spreads, comissões e taxas. Só assim, vai saber qual o melhor banco ou corretora para si. Conheça as garantias ou seguros de capital oferecidos e, ainda, leia o máximo de opiniões que conseguir. Se procurar na internet, encontrará a maioria das respostas a muitas das suas dúvidas.</p>
<p>Por fim, contando que se sente confortável em começar a aplicar o seu dinheiro no investimento que escolheu, analisou e que entendeu, então está pronto para abrir a conta numa corretora ou banco. Nada é mais importante do que o estudo dos investimentos, saber operar, conhecer os riscos, as consequências, como funcionam os mercados e quais as suas características. Certamente assim, irá encontrar a receita que, aliada à prática, trará bons resultados.</p>
<p>Descubra o que faz mais sentido para si, se o investimento que pretende fazer é mais ativo, e por isso precisa mais da sua intervenção, ou mais passivo, por exemplo, investir mensalmente num ETF na bolsa de valores. Veja quanto dinheiro tenciona investir e se pretende fazer investimentos com vista aos retornos no curto ou longo prazo de tempo. Quanto mais souber, mais confortável se vai sentir e mais rentabilidade poderá ter, pois o conhecimento, além de não ocupar espaço é poder!*</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>*Todo o conteúdo neste artigo apenas serve para fins educacionais e não representa qualquer tipo de aconselhamento financeiro. Consulte sempre um especialista certificado ou faça a sua própria análise no que se trata a investir, pois envolve risco de perdas.</em></p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-35288 size-thumbnail" src="https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/2020/04/Foto-Ariana-Nunes-150x150.png" alt="Começar a Investir. Saiba quais são as primeiras etapas a seguir" width="150" height="150" title="Começar a Investir. Saiba quais são as primeiras etapas a seguir"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Ariana Nunes<br />
(Educadora financeira e criadora do Canal Renda Maior no YouTube)<br />
Site: <a href="https://www.youtube.com/rendamaior" target="_blank" rel="noopener">https://www.youtube.com/rendamaior</a></p>
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<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Investimentos. Quem é Warren Buffett e o que podemos aprender com ele?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/investimentos-quem-e-warren-buffett-e-o-que-podemos-aprender-com-ele/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2020 10:38:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Ariana Nunes]]></category>
		<category><![CDATA[educação financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Renda Maior]]></category>
		<category><![CDATA[warren buffet]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta semana, Ariana Nunes (educadora financeira e criadora do canal YouTube "Renda Maior) partilha com os leitores da Forever Young a fascinante história de um dos maiores investidores da atualidade.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se fala em investir, principalmente em ações, todas as referências apontam para um homem chamado Warren Buffett. O famoso guru ou, como lhe chamam nos Estados Unidos, o “Oráculo de Omaha”. É um dos melhores investidores do mundo e um dos homens mais ricos (considerado o mais rico do mundo em 2008, segundo a Forbes) que, ao longo de várias décadas, fez uma fortuna com ações norte-americanas.  Com este artigo pretendo que o leitor conheça mais sobre o que levou Buffett ao sucesso e que possa também refletir com as lições que este americano nos transmite com o seu percurso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>Quem é Warren Buffett?</strong></li>
</ol>
<p>Nascido em 1930 na cidade de Omaha (Nebraska, EUA), Buffett sempre mostrou a sua veia de empreendedor, tendo já em miúdo recolhido garrafas de refrigerantes na rua e vendendo-as para gerar dinheiro. E, assim, continuou em vários pequenos negócios que resolveu criar enquanto jovem, tendo investido na sua primeira ação com apenas 11 anos de idade.</p>
<p>O seu percurso académico começou na Universidade da Pensilvânia e, depois, prosseguiu os estudos na Universidade do Nebraska, onde tirou o Curso de Administração. Mais tarde, após ler um livro de Benjamin Graham, chamado “O Investidor Inteligente”, tornou-se seu aluno na Escola de Negócios de Colúmbia, tendo sido considerado por este autor um dos seus melhores alunos. A partir daí, foi sempre um investidor nato, acumulando conhecimento e bastantes lucros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong>Como investe?</strong></li>
</ol>
<p>Warren Buffett foca-se, principalmente, no valor intrínseco das ações quando analisa  em que empresas investir, isto é, o valor justo da ação, que muitas vezes é diferente do seu preço de mercado. Atualmente, por exemplo tem investimentos na Apple, nos bancos Bank of America e Wells Fargo e, claro, também na Coca-Cola que é uma das suas participações mais conhecidas no seu portfólio de investimentos. Quando decide comprar uma empresa, Buffett analisa o seu sector e as suas potencialidades para o futuro, pensando sempre em investimentos de longo prazo. A partilha do seu conhecimento e dos seus métodos, ajudam muito os restantes investidores a interpretar os melhores indicadores e a realizar melhores estratégias de investimento.</p>
<p>Através da sua empresa, a Berkshire Hathaway, onde investe, supervisiona e gere um conjunto de várias empresas subsidiárias, apresenta, atualmente, um portfólio diversificado, com empresas de vários sectores da economia americana. Em 2019, obteve receitas de, aproximadamente, 81 mil milhões de dólares. Além disso, foi recentemente divulgado que a empresa tinha em caixa, no passado mês de Março, o valor de 137 mil milhões dólares, para fazer face a eventualidades decorrentes desta crise e, claro, para estar preparado para oportunidades de investimento que surjam. Assim, e aprendendo com os melhores, enfatizo a importância de estarmos preparados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong> Lições que nos ensinou ao longo dos anos</strong>.</li>
</ol>
<p>Se existe um investidor que provou a aplicabilidade dos seus ensinamentos, essa pessoa foi Warren Buffett, revelando sempre as melhores atitudes, ideias e análises dos mercados. Podemos assim, retirar algumas lições/regras consideradas tão valiosas da sua vasta experiência e sabedoria:</p>
<ol>
<li>“Regra n.º1: Nunca perca dinheiro. Regra n.º2: Nunca esqueça a regra nº1.”;</li>
<li>“Se um negócio corre bem, eventualmente a sua ação o irá acompanhar através da valorização”;</li>
<li>“É muito melhor comprar uma empresa maravilhosa a um preço justo do que uma empresa justa a um preço maravilhoso”;</li>
<li>“Se não se sentir confortável em possuir uma ação por 10 anos, então nem a deve possuir por 10 minutos”;</li>
<li>“Não ponha todos os ovos no mesmo cesto”;</li>
<li>“Reinvista os seus lucros”;</li>
<li>“Tenha medo quando os outros forem gananciosos e seja ganancioso quando os outros tiverem medo.”</li>
<li>“Preço é o que você paga; Valor é o que você recebe.&#8221;</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estas lições são importantes ter em mente sempre que pensar em investir. Recorde-se delas e tenha ainda em consideração que Warren Buffett também referiu que ”Para investir não precisa ser um cientista de foguetões. Investir não é um jogo em que o tipo com a pontuação de  um QI 160 ganha ao tipo com um QI de 130”. Por isso, não descarte a ideia que investir pode também ser para si. Tudo é uma questão de vontade e aprendizagem constante.</p>
<p>De certeza que não saberá tudo e irá sempre aperfeiçoar-se com o tempo e com a experiência. O importante é mesmo começar, aprender com aqueles que partilham o seu conhecimento e, acima de tudo, aprender com os seus próprios erros!*</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>*</em></strong><em>Todo o conteúdo neste artigo apenas serve para fins educacionais e não representa qualquer tipo de aconselhamento financeiro. Consulte sempre um especialista certificado ou faça a sua própria análise no que se trata a investir, pois envolve risco de perdas</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-35288 size-thumbnail" src="https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/2020/04/Foto-Ariana-Nunes-150x150.png" alt="Investimentos. Quem é Warren Buffett e o que podemos aprender com ele?" width="150" height="150" title="Investimentos. Quem é Warren Buffett e o que podemos aprender com ele?"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Ariana Nunes<br />
(Educadora financeira e criadora do Canal Renda Maior no YouTube)<br />
Site: <a href="https://www.youtube.com/rendamaior" target="_blank" rel="noopener">https://www.youtube.com/rendamaior</a></p>
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<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Poupe mais dinheiro. Saiba como distribuir o seu rendimento mensal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2020 09:32:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Ariana Nunes]]></category>
		<category><![CDATA[como fazer]]></category>
		<category><![CDATA[educação financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Poupar dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Renda Maior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta semana, Ariana Nunes (educadora financeira e criadora do canal YouTube "Renda Maior) partilha com os leitores da Forever Young algumas dicas e estratégias para ajudar a poupar (e investir) algum dinheiro no final do mês.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se trata do nosso salário, nem sempre sabemos como fazer a melhor gestão do dinheiro e, infelizmente, é certo que muitos de nós não conseguem chegar ao final do mês com dinheiro poupado ou investido. Podemos até argumentar que temos ordenados baixos ou que o custo de vida em Portugal está a aumentar, mas, pelo menos, temos que tentar mudar o nosso cenário financeiro para melhor.</p>
<p>De seguida, irei falar sobre como poderá distribuir o rendimento mensal, de uma forma a alcançar vários dos seus objetivos, isto claro, sem deixar de aproveitar a vida. Funcionou bem comigo e acredito que, se for adaptado à realidade de cada um, seja útil partilhar estas sugestões de organização financeira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>
<h4><strong>Distribuição por percentagem do rendimento mensal</strong></h4>
</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tal como o nome indica, vamos distribuir o nosso dinheiro por categorias, atribuindo uma percentagem para cada. Imaginando que uma pessoa tem um rendimento mensal de 1.000€, exemplificaremos assim para ajudar na perceção da distribuição. As percentagens não são nem devem ser difíceis, pois a ideia é ter um controlo e rigor que, atualmente, não temos, quando se trata das nossas finanças pessoais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Começamos sugerir dividir da seguinte forma: </strong></p>
<ul>
<li>20% (200€) para o futuro;</li>
<li>60% (600€) para as despesas gerais;</li>
<li>10% (100€) para o lazer;</li>
<li>10% (100€), que são adaptáveis ao que precisar.</li>
</ul>
<p>Somando assim, o total de 100%, que é o nosso vencimento mensal de 1.000€.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A categoria mais importante, no meu ponto de vista, é a do futuro com 20%. Por isso, mal receba, coloque esse montante numa conta à parte (gratuita) da conta à ordem principal, pois esse dinheiro será usado para a constituição/reforço da sua reserva de emergência ou dos seus investimentos. Poderá colocar metade em cada, dependendo da sua situação (10% na reserva e 10% em investimentos) ou, então, tudo num só item (20% reserva ou os 20% para os investimentos). Tente respeitar no mínimo a atribuição de 10% para esta categoria, que é tão importante para si no futuro, pois será a mesma que lhe dará segurança e a possibilidade de ter uma vida melhor.</p>
<p>Passamos para a categoria que leva a maior fatia do ordenado, os itens de contas/despesas gerais. É com esta categoria que vai pagar tudo o que são despesas, tais como: alimentação, renda/empréstimo à habitação, água, luz, gás, telemóveis, televisão, internet, condomínio, empréstimo do carro, dívidas de cartões de crédito, despesas dos filhos, de saúde e, ainda, o combustível ou passe.</p>
<p>Não deve gastar mais do que 80% nesta categoria, pois isso pode significar que está a viver acima das suas possibilidades. Caso isso esteja acontecer,  procure diminuir as despesas que tem, seja mudando para outra casa mais barata, restruturando créditos e controlando as contas de casa. Se possível, faça um orçamento familiar e, com isso, perceba para onde está a ir o seu dinheiro.</p>
<p>Todos os meses temos este “jogo”, que consiste em ter que ajustar o rendimento mensal para tornar possível alcançar os nossos objetivos que, normalmente, estão nas categorias do futuro (reserva/ investimentos) e/ou do lazer. Conseguir poupar nas despesas gerais proporcionará uma mudança significativa na sua vida financeira, devido ao impacto que esta categoria tem. No entanto, caso não consiga diminuir estas despesas, procure arranjar uma forma de aumentar os seus rendimentos.</p>
<p>Entretanto, a vida não foi feita só para pagar contas e, por isso, deve ter a categoria do lazer, para não deixar de comprar ou fazer o que gosta (livros, saídas com amigos, ir a jogos, cinema, jantar fora ou algum item que queira comprar, como roupa ou acessórios) e, caso estes 10% não cheguem para algum artigo mais caro, deve repensar a sua vontade ou então, tentar juntar os 10% dos meses seguintes até ter o valor que precisa.</p>
<p>Por fim, se ainda sobram os últimos 10% (caso consiga viver com os 60% para as despesas gerais), estes são da categoria adaptável. Isto é, esta percentagem pode ser usada para o que precisar, como por exemplo, aplicar numa conta à parte para amortizar mais rapidamente as dívidas, como o crédito habitação ou, até mesmo, juntar para as férias.</p>
<p>Crie as suas próprias percentagens, pois a sua realidade é sempre diferente das vidas dos outros. Tenha em conta o seu rendimento, estilo de vida, objetivos, encargos e não use uma distribuição que não faça sentido para si.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li>
<h4><strong>Coisas que deixei de comprar/pagar</strong></h4>
</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ajudou-me bastante identificar alguns hábitos/despesas que tinha e que, entretanto, consegui reduzir ou deixar de mesmo de pagar. Tente ver quais são as suas e faça uma análise, se possível, pensando “fora da caixa”.</p>
<p>Partilho aqui alguns produtos/serviços que deixei de pagar, tais como: água engarrafada, por causa dos preços inflacionados, principalmente em eventos ou então, no aeroporto, onde já existem bebedouros e podem levar a vossa garrafa vazia de casa e encher a mesma gratuitamente. Outro exemplo, foram alguns produtos alimentares que, no meu caso com a mudança de hábitos, deixaram de ser comprados, como feijões pré-cozidos enlatados e carnes vermelhas, poupando assim na carteira e melhorando também a minha saúde.</p>
<p>Deixei também de pagar o pacote de televisão por completo (pois só uso internet) e nunca mais paguei comissões bancárias, pois existem contas, em Portugal, totalmente gratuitas. Fora isso, habituei-me a comprar artigos online sem portes de envio, como livros e produtos para a casa, esperando sempre pelas ofertas e promoções.</p>
<p>Quanto à mudança de hábito que mais me fez poupar dinheiro, foi mesmo decidir vender o carro e andar mais a pé ou ir de transportes públicos. E, apesar de pagar o passe mensal, essa despesa é substancialmente mais reduzida, pois já não preciso de pagar combustível, seguro, mecânico e inspeção.</p>
<p>Obviamente que esta é a minha realidade e, como disse anteriormente, nem todas as pessoas podem deixar de comprar água engarrafada, porque a água da sua casa não tem qualidade suficiente para se beber, ou então, tomar a decisão de vender o seu carro, porque vive longe de tudo, porque tem filhos e precisa de os levar à escola ou, simplesmente, porque adora ver televisão por cabo e, por isso, não quer deixar de a subscrever.</p>
<p>Será perfeitamente normal que as minhas escolhas não se apliquem à vossa realidade, mas o que se pretende com esta partilha é que cada um faça uma análise às suas contas, para identificar o que possa alterar ou reduzir na sua vida. Escolham as vossas percentagens de distribuição do vosso rendimento e tentem respeitar isso ao máximo, tendo foco e disciplina nessa tarefa.</p>
<p>Percam algum tempo e experimentem conhecer para onde vai o vosso dinheiro, pois se fizerem mensalmente esta gestão irão ver os resultados da vossa conquista no final de um ano. E, se já tiverem decidido os montantes a atingir (algo que deve sempre ser feito anualmente), vai ser com este método que os vão conseguir alcançar mais facilmente!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-35288 size-thumbnail" src="https://foreveryoung.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/Foto-Ariana-Nunes-150x150.png" alt="Poupe mais dinheiro. Saiba como distribuir o seu rendimento mensal" width="150" height="150" title="Poupe mais dinheiro. Saiba como distribuir o seu rendimento mensal"></p>
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<p>Por Ariana Nunes<br />
(Educadora financeira e criadora do Canal Renda Maior no YouTube)<br />
Site: <a href="https://www.youtube.com/rendamaior" target="_blank" rel="noopener">https://www.youtube.com/rendamaior</a></p>
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<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>Prepare as pipocas. Estes são os melhores filmes e documentários sobre a Bolsa de Valores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2020 10:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ariana Nunes]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa de Valores]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[documentários]]></category>
		<category><![CDATA[educação financeira]]></category>
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		<category><![CDATA[Renda Maior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta semana, Ariana Nunes (educadora financeira e criadora do canal YouTube "Renda Maior) partilha com os leitores da Forever Young algumas sugestões de filmes e documentários para quem deseja compreender melhor o mercado financeiro.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não há nada melhor do que aprender enquanto vemos um bom filme ou documentário que, além de nos entreter, nos elucida sobre aquele assunto desconhecido. Normalmente, quando isso acontece, desperta-nos o interesse por procurar mais informações, ler livros, ou simplesmente, procurar mais conteúdo na internet sobre esse assunto.</p>
<p>Descobrir temas interessantes enquanto estamos relaxados no nosso sofá é das formas mais fáceis de assimilação que conheço. Assim, para que possam tirar mais partido dos vossos momentos de lazer, deixo aqui algumas sugestões de filmes e documentários sobre a bolsa de valores, que podem, facilmente, assistir online (através de serviços pagos de videoclube). Estas recomendações vão ser assim indicadas de acordo com as respetivas datas de estreia (do filme mais antigo até ao mais recente):</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>1.Wall Street (1987)</h4>
<p>Um dos filmes mais conhecidos sobre os meandros de Wall Street, no qual o capitalista Gordon Gekko, multimilionário, vai ensinar todas as falcatruas e negociatas ao protagonista Bud Fox, um jovem com aspirações em ficar rico através dos mercados financeiros. Um filme que retrata bem o poder e a cobiça, onde a arrogância é desenvolvida em esquemas de negócios sujos. Neste filme, Michael Douglas ganhou tanto o Globo de Ouro como o Óscar de melhor ator, em 1988. É, sem dúvida, um filme que criou o glamour cosmopolita dos corretores de Wall Street e, ainda hoje, é considerado um clássico imperdível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>2. Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme (2010)</h4>
<p>Apesar deste filme como sequência não ter sido tão aclamado pelo público como foi o primeiro, acredito que deu uma certa direção aquilo que aconteceu com a personagem Gordon Gekko no primeiro filme (anteriormente mencionado). Aqui, vamos ter uma boa história de negócios com ênfase na influência e nas relações pessoais, ótima para prender o espectador até ao fim.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>3. O Lobo de Wall Street (2013)</h4>
<p>Leonardo Dicaprio tem uma das melhores atuações da sua vida no filme O Lobo de Wall Street, representando a história verídica de Jordan Belfort. Um corretor de ações que leva um estilo de vida descontrolado, suportado por drogas e muito dinheiro, após ter criado a sua empresa, a corretora Stratton Oakmont. Um filme que lhe vai mostrar o lado oculto e ascendente do mundo financeiro, desde a lavagem de dinheiro até às fraudes de títulos. Uma aventura na qual o protagonista se tornou famoso a nível mundial pelos contornos e erros do seu percurso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>4. A Queda de Wall Street (2015)</h4>
<p>Com o nome em inglês “The Big Short”, este é o melhor filme para perceber o que aconteceu nos Estados Unidos da América no ano de 2008, relatando a origem da crise “Subprime”, que mais tarde veio afetar a Europa e o mundo. Vamos conhecer a história verídica de Michael Burry que, contra a tendência do mercado, investe em short-selling mais de um bilião de dólares, pertencentes aos investidores do fundo que geria. Vamos conseguir acompanhar os motivos que levaram à quase falência do sistema financeiro americano e como um grupo de pessoas fez uma verdadeira fortuna, prevendo o colapso do mercado. Um excelente filme para perceber como se desencadeou a crise do imobiliário no ano de 2008.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Existem ainda alguns documentários que valem bem o seu tempo, alguns são tão esclarecedores que poderiam ser passados em aulas, como suporte a temas importantes da sociedade e economia. Deixo aqui algumas sugestões, que podem ser uma boa escolha para conhecer mais sobre o que se passa na bolsa de valores, nomeadamente, em terras do “Tio Sam”:</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>1. Enron: The Smartest Guys in the Room (2005)</h4>
<p>Este documentário mostra a possibilidade das pessoas perderem todas as suas poupanças, principalmente, através dos fundos de investimento que aplicam o seu capital na bolsa de valores. Realizado no ano de 2005, expõe a história da empresa Enron, uma empresa que se dizia grande demais para falir, mas que acabou mesmo por cair. Vamos ver como esta empresa, do ramo do petróleo e gás, esteve ligada à crise energética da Califórnia e como milhares de pessoas ficaram sem os seus empregos e sem as suas pensões, devido à queda desta corporação. Um documentário importante para conhecer os riscos associados aos investimentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>2. Inside Job (2010)</h4>
<p>Um dos melhores documentários feitos para perceber a crise financeira de 2008 nos Estados Unidos, mostrando um prisma diferente dos acontecimentos, passando até pela situação que ocorreu na Islândia, de forma a mostrar as consequências da imprudência das instituições responsáveis. Aquele documentário que nos abre os olhos para um mundo que, afinal, não tem assim tanta supervisão quando se trata de grandes empresas como as seguradoras e banca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>3. Chasing Madoff (2010)</h4>
<p>Se existe um documentário completo sobre como o mundo de Wall Street pode ser enganador e como são feitos os esquemas de pirâmide, será este. Aqui vamos conhecer a história verídica de Bernard Madoff, um dos maiores e mais reputados gestores de fundos de investimento, no qual só era possível investir através de convite/referência. Vai ver como o mundo da alta sociedade deixou que houvesse alguém que escapasse à supervisão dos órgãos reguladores e, de que forma o investigador Harry Markopolos conseguiu entender o que estava a acontecer mesmo nas barbas de todos. Um documentário muito útil sobre uma das maiores fraudes e esquemas financeiros alguma vez vistos na história.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>4. Betting on Zero (2016)</h4>
<p>Uma menção a um documentário que considero interessante para percebermos mais sobre o que é o short-selling (operação que consiste na venda de um ativo ou derivativo que não se possui, esperando que o seu preço caia para que então, posteriormente, possa comprá-lo de volta e, com isso, lucrar com a diferença). Neste documentário vamos acompanhar um dos famosos investidores americanos, Bill Ackman, apostando contra a empresa Herbalife, alegando que a mesma é uma empresa que se assemelha a um esquema de pirâmide. Um documentário explícito que mostra uma abordagem diferente aos lucros nos mercados financeiros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estas são assim as minhas sugestões para obterem mais informações sobre como funcionam os mercados, as empresas, ações e operações, aliando o conhecimento a um bom serão de entretenimento. Aproveitem bem e não se esqueçam das pipocas!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-35288 size-thumbnail" src="https://foreveryoung.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/Foto-Ariana-Nunes-150x150.png" alt="Prepare as pipocas. Estes são os melhores filmes e documentários sobre a Bolsa de Valores" width="150" height="150" title="Prepare as pipocas. Estes são os melhores filmes e documentários sobre a Bolsa de Valores"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Ariana Nunes<br />
(Educadora financeira e criadora do Canal Renda Maior no YouTube)<br />
Site: <a href="https://www.youtube.com/rendamaior" target="_blank" rel="noopener">https://www.youtube.com/rendamaior</a></p>
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<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Reforma e PPR. Como ter a segurança que precisa?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/reforma-e-ppr-como-ter-a-seguranca-que-precisa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2020 10:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Ariana Nunes]]></category>
		<category><![CDATA[PPR]]></category>
		<category><![CDATA[reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Renda Maior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta semana, Ariana Nunes (criadora do canal YouTube "Renda Maior) partilha com os leitores da Forever Young algumas dicas e estratégias para que se sinta mais confiante durante a sua reforma.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se fala de reforma surgem preocupações associadas às incertezas do futuro: Será que o Estado vai conseguir garantir o pagamento da reforma quando atingirmos a idade? Dado a situação demográfica atual, não irá a idade da reforma aumentar? Será que o valor que vamos receber vai chegar para fazer face a todas as despesas? E, possivelmente, a mais inquietante: como vai estar a minha saúde? Terei dinheiro suficiente para o que necessitar (medicamentos, cuidados médicos extra, etc.)?</p>
<p>Se pretende começar já a assegurar o seu bem-estar futuro, então deverá começar por planear. Para ter uma ideia de quanto precisará na reforma, vivendo com conforto, poderá usar como referência o seu custo de vida atual. Tenha também em mente os descontos que já fez para a sua pensão de velhice (para isso poderá contar com o auxílio do simulador disponível na Segurança Social Direta) e invista num Plano Poupança Reforma (PPR), assim conseguirá complementar o montante que virá a receber.</p>
<p>A minha sugestão passa por lhe dizer que deve poupar, investir e não levar dívidas para a reforma. Tente amortizar o empréstimo da casa na totalidade, fazendo um plano financeiro hoje, que lhe possibilite colher os frutos no futuro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>1<strong>. O que é um PPR?</strong></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na categoria dos investimentos de longo prazo, o PPR<strong> é um instrumento de poupança que visa a idade da reforma</strong>. Criado pela primeira vez em 1989, este assenta no famoso termo, juros capitalizados. Isto significa que o seu dinheiro estará a crescer com os juros compostos a acumularem ao capital que lá colocou (inicial e/ou periodicamente reforçado). Atualmente, existem vários PPRs comercializados por sociedades gestoras de fundos de investimento mobiliário, sociedades gestoras de fundos de pensão e também por seguradoras.</p>
<p>Outra das vantagens é que poderá ter benefícios fiscais ao fazê-lo (sujeitos a tetos máximos de proveito fiscal) que dependem da idade que os subscrever ou reforçar:</p>
<p>&#8211; Assim, <strong>até aos 34 anos</strong>, se aplicar até 2.000 euros no seu PPR, poderá deduzir, no máximo, 400 euros na sua declaração de IRS;</p>
<p>&#8211; <strong>Dos seus 35 aos 50 anos</strong>, poderá deduzir até ao máximo de 350 euros, aplicando um valor até 1.750 euros;</p>
<p>&#8211; E por fim, se aplicar 1.500 euros, <strong>após os 50 anos</strong>, poderá deduzir até 300 euros.</p>
<p>Em suma, o proveito é sempre de 20% do montante aplicado, mudando apenas o limite máximo de dedução, dependendo da idade do contribuinte.</p>
<p>Simplificando, existem três cenários que devem ser considerados na obtenção do benefício. No primeiro caso, este investimento pode permitir-lhe aumentar (de acordo com a idade e com o montante que aplicou no PPR) o valor que tem a receber como reembolso do IRS. No segundo caso, se tiver que pagar ao Estado, este benefício fiscal irá diminuir esse valor a pagar, isto até ao teto máximo das condições que foram antes mencionadas. O terceiro exemplo é para aqueles que, após preencherem a sua declaração de IRS, se apura um montante de imposto zero, nesse caso, o benefício fiscal será inexistente. Sabendo disto, deve ter atenção à sua situação fiscal para saber se vai ou não ter benefícios fiscais com o PPR.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>2. Quais os tipos de PPR?</strong></h4>
<p>Resumidamente, pode optar entre subscrever um <strong>PPR de Capital Garantido</strong> ou um <strong>Fundo PPR</strong>. Sendo que o primeiro é, como o nome indica, com capital garantido, isto é, o dinheiro investido está seguro, o que faz com que haja menos risco, mas também menos rentabilidade. No segundo modelo, vai estar a investir num Fundo que não lhe garante nem o capital investido nem os juros, mas que lhe oferece como contrapartida a gestão e a aplicação do seu dinheiro de forma a, possivelmente (mas não garantidamente), receber esse mesmo montante acrescido de juros superiores aos que receberia no caso de um PPR de capital garantido. Sendo assim, já que este último é mais arriscado, não convém pôr em risco o seu dinheiro, principalmente se está perto da idade da reforma.</p>
<p><strong>Se tiver mais de 40 anos</strong> e dependa deste investimento para alcançar um conforto mínimo na sua velhice, então <strong>opte por um PPR de capital garantido, que funciona como se de um seguro se tratasse.</strong></p>
<p>Em caso de insatisfação ou porque encontrou um outro PPR que lhe agrada mais, tem a possibilidade de transferir a totalidade ou parte do seu PPR para uma outra sociedade gestora, à sua escolha. Falando dos custos de mudança, a comissão de transferência será, no máximo, de 0,5% e é apenas aplicada no modelo de PPR com capital garantido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>3. Quando posso resgatar o meu dinheiro?</strong></h4>
<p>Em relação ao resgate do seu PPR, após os 60 anos pode optar por fazê-lo de uma vez só (numa única tranche) ou como renda vitalícia (tal como uma pensão mensal).</p>
<p><strong>Antes de atingir essa idade o resgate pode ser feito, sem penalização, em caso de desemprego de longa duração, incapacidade permanente, doença grave ou ainda utilizá-lo para pagar as prestações do crédito da sua habitação permanente.</strong></p>
<p>A parte boa de um PPR (seja qual for o modelo escolhido) é que será sempre possível resgatar, desde que devolva o valor dos benefícios fiscais obtidos ao Estado e/ou que pague a comissão de resgate antecipado à entidade gestora desse investimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A verdade é que, se falamos de segurança, podemos também arranjar um mecanismo que nos ajude financeiramente nos cuidados de saúde que poderemos vir a precisar. <strong>Existem, hoje em dia, várias seguradoras que fazem seguros para maiores de 65 anos e que permitem, quando estiver na idade da reforma, ter coberturas adicionais</strong> (ao Sistema Nacional de Saúde). Através da internet poderá comparar qual o melhor seguro, com as coberturas que lhe interessam e que se encaixam na sua carteira.</p>
<p>Tenha mais qualidade de vida na sua reforma, tenha tempo para se dedicar à família e ao que mais gosta, como praticar um desporto, envolver-se no associativismo, jardinagem, bricolage, dedicar-se a estudar, criar novos projetos ou, até mesmo, novas parcerias de negócios, tirando partido da sua experiência.</p>
<p><strong>Com um bom planeamento financeiro vai conseguir viajar mais</strong>, em Portugal ou pelo mundo, se essa ideia for do seu agrado. Obtenha por exemplo, o cartão 65+ para conseguir os melhores descontos no lazer e aproveite bem a sua reforma, sem situações de stress associadas às inseguranças financeiras pelas quais muitos, infelizmente, passam.*</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #808080;"><em>*Todo o conteúdo neste artigo apenas serve para fins educacionais e não representa qualquer tipo de aconselhamento financeiro. Consulte sempre um especialista certificado ou faça a sua própria análise no que se trata a investir, pois envolve risco de perdas.</em></span></p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-35288 size-thumbnail" src="https://foreveryoung.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/Foto-Ariana-Nunes-150x150.png" alt="Reforma e PPR. Como ter a segurança que precisa?" width="150" height="150" title="Reforma e PPR. Como ter a segurança que precisa?"></p>
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<p>Por Ariana Nunes<br />
(Criadora do Canal Renda Maior no YouTube)<br />
Site: <a href="https://www.youtube.com/rendamaior" target="_blank" rel="noopener">https://www.youtube.com/rendamaior</a></p>
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<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>Sabe quanto dinheiro tem? Descubra a importância de ter uma reserva de emergência financeira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2020 09:30:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ariana Nunes]]></category>
		<category><![CDATA[Renda Maior]]></category>
		<category><![CDATA[Reserva mergencia financeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta semana, Ariana Nunes (criadora do canal YouTube "Renda Maior) partilha com os leitores da Forever Young algumas dicas para ajudar a gerir o seu dinheiro.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quantas vezes consultou a sua conta bancária sem fazer a ideia de quanto era o saldo? Situação mais comum em momentos maior aperto financeiro? Normalmente, a resposta é unânime: isso já aconteceu várias vezes!</p>
<p>Estar financeiramente tranquilo é ter uma paz de espírito verdadeira. Não precisa de ser milionário, apenas precisa de saber que se algo acontecer, a si ou à sua família, terá ali o necessário para resolver definitiva ou temporariamente aquela aflição.</p>
<p>Citando o escritor americano Mark Twain: &#8220;A falta de dinheiro é a raiz de todos os males&#8221;. Nesse sentido, o dinheiro é uma ferramenta que permite ter opção de escolha, pelo que, resolver ou não os seus problemas financeiros, poderá depender só de si. Não é fácil ter uma reserva de emergência financeira, demora tempo, necessitará de organização, disciplina e, por vezes, algum sacrifício.</p>
<p>Assim, podemos dizer que a reserva de emergência é um rótulo dado ao dinheiro suado que vai juntar, religiosamente, todos os meses, com a esperança que consiga chegar rápido ao seu objetivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4></h4>
<h4>1. Objetivos a definir?</h4>
<p>Uma variável a considerar, quando pretende saber qual é o montante que tem de alcançar, é o seu agregado familiar ou os seus dependentes. Vai precisar de saber quanto gasta mensalmente para conseguir definir o valor que precisará de juntar (ao longo dos vários meses). Veja a totalidade do dinheiro que é necessário para fazer face às despesas de cada. Se for sozinho, pode quantificar os seus custos mensais, por exemplo, igualando-os ao salário que aufere.</p>
<p>Quando souber o montante mensal que precisa de ter, deverá multiplicar esse valor, no mínimo, por 3 meses. Optando por ficar com uma reserva mínima ou procurar sentir-se mais seguro, juntando de 6 a 9 meses ou, até mesmo, 1 ano dos seus custos.</p>
<p>Como exemplo, podemos pensar num casal que vive com 1.300 euros por mês, este deverá canalizar os seus esforços para juntar, no mínimo, 3.900 euros para ter 3 meses de subsistência, 7.800 euros para ter 6 meses ou uns confortáveis 15.600 euros que correspondem a um ano das suas despesas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>2. Como juntar?</h4>
<p>Não existem fórmulas mágicas para juntar dinheiro, mas existem algumas técnicas que ajudam a nossa mente a ter disciplina e foco para alcançar os objetivos desejados. Entre as diversas técnicas, temos:</p>
<p>&#8211; Pague-se a si próprio primeiro. Mal receba o seu salário/rendimento, coloque a quantia que quer destinar à sua reserva de emergência numa conta à parte ou num depósito a prazo e nunca deixe de pôr de lado, no mínimo, 10% (do montante mensal que ganhou).</p>
<p>&#8211; Tenha um orçamento mensal contemplando cada categoria de gastos no mês, sejam despesas de casa, alimentação, saúde, etc&#8230; Todo o dinheiro tem de estar destinado e é importante ter em conta as despesas de lazer, fundamentais para o seu bem-estar e para manter a motivação no processo de criação da reserva de emergência.</p>
<p>Pode encontrar online, inclusive no canal Renda Maior, ficheiros gratuitos para elaborar o seu orçamento, assim como outras estratégias de gestão de finanças pessoais, tais como:</p>
<p>&#8211; Juntar dinheiro em envelopes, separar o dinheiro em cartões gratuitos com várias finalidades ou, até mesmo, separar pequenas quantias semanalmente para facilitar a poupança. Isto permite fugir à tentação de gastar o dinheiro que está na sua conta principal.</p>
<p>&#8211; Crie uma renda-extra ou outras fontes de rendimento, como um part-time ao fim de semana, isso ajudará a reforçar mais rapidamente a sua reserva de emergência. Assim, todo, ou pelo menos grande parte, do dinheiro que ganhe como dinheiro extra, deve ser direcionado para esta reserva. Outras alternativas são as horas-extras (desde que sejam pagas) ou esforce-se para alcançar os seus prémios/bónus por objetivos (caso os tenha no seu emprego).</p>
<p>Crie essa motivação, pense em concretizar este desafio e tente atingir essa meta o quanto antes!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>3. Onde aplicar?</h4>
<p>Outra questão a ter em conta quando está a criar uma reserva de emergência é onde deve ter ou aplicar esse dinheiro. Fazendo uma sugestão, podemos começar em contas distintas da conta à ordem principal (contas gratuitas), reforçar com depósitos a prazo mobilizáveis, se possível, utilizar também contas à ordem que paguem juros e, por fim, talvez até certificados de aforro (tendo em conta o seu reduzido nível de risco). É importante perceber que o dinheiro deve estar acessível (ter liquidez), para o caso de ser necessário, mas que também deve estar investido em produtos financeiros de capital garantido, para não se desvalorizar (o ideal será um retorno que compense, pelo menos, a inflação).</p>
<p>A necessidade da maior parte desse dinheiro ser acessível prende-se com o seu propósito: servir para emergências. Estas podem acontecer em qualquer momento da vida, como por exemplo, ter que pagar aquela multa inesperada, uma despesa no mecânico, um complemento durante uma baixa-médica, o arranjo do telhado da sua casa ou as obras do condomínio, e, no caso mais extremo, ser o seu único rendimento numa situação de desemprego. Nunca deverá ser usado para pagar jantares, luxos, férias ou impulsos de consumo, tal como, o último modelo daquela marca famosa de smartphones!</p>
<p>No fim, quando precisar de usar a reserva, ficará com o compromisso de a repor, o mais rápido possível, como se de uma prioridade se tratasse. Com esta metodologia irá ser você o seu próprio banco e poderá pedir emprestado, sem juros, sempre que precisar!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-35288 size-thumbnail" src="https://foreveryoung.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/Foto-Ariana-Nunes-150x150.png" alt="Sabe quanto dinheiro tem? Descubra a importância de ter uma reserva de emergência financeira" width="150" height="150" title="Sabe quanto dinheiro tem? Descubra a importância de ter uma reserva de emergência financeira"></p>
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<p>Por Ariana Nunes<br />
(Criadora do Canal Renda Maior no YouTube)<br />
Site: <a href="https://www.youtube.com/rendamaior" target="_blank" rel="noopener">https://www.youtube.com/rendamaior</a></p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>Dinheiro. 3 livros essenciais para perceber mais sobre o tema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2020 09:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Ariane Nunes]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Renda Maior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta semana, Ariana Nunes (criadora do canal YouTube "Renda Maior) partilha com os leitores da Forever Young algumas sugestões de livros que prometem ajudar a fazer "crescer" a sua carteira.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O dinheiro é, simplesmente, uma forma de troca. Sem dúvida que o é desde a sua génese: trocarmos o nosso trabalho por uma compensação (o salário), que é usado para trocar pelos produtos e serviços que pretendemos adquirir. A verdade é que, atualmente, de uma forma simplificada, podemos trocar o dinheiro por mais dinheiro (tal como fazem os bancos).</p>
<p>Então, sabendo desse facto, podemos colocar a seguinte questão: Porque não fazemos isso de uma forma mais frequente? Lá no fundo, sabemos mesmo como o fazer? Para muitas pessoas ganhar mais dinheiro passa apenas por ter um salário maior, mas será esta a única opção? Talvez seja para alguns, mas a realidade é que existe uma alternativa: investir.</p>
<p>Acredito que a verdadeira questão é onde estamos a falhar, ou melhor, o que não estamos a perceber. Então, que tal olharmos para os exemplos que temos na história e na sociedade, de quem conseguiu ganhar este &#8220;jogo do dinheiro&#8221; e entendeu este instrumento de troca tão importante. Aprender com quem teve sucesso é fundamental para conhecermos um caminho que ainda não encontramos ou que, lá no meio, ficamos perdidos.</p>
<p>Ter a perceção de que sabemos gerir o dinheiro que temos é fulcral para a nossa felicidade. A educação financeira é tão importante nas nossas vidas como cuidar da nossa saúde. Neste caso, o tratamento passa por muita prática, suportada por uma aprendizagem constante. Assim, se pudesse deixar aos leitores a indicação de 3 livros para perceberem mais sobre as suas finanças pessoais, os seus comportamentos económicos e, claro, como funciona o mundo do dinheiro, as minhas sugestões seriam três livros totalmente diferentes, mas bastante complementares entre si.</p>
<p><b>1. A sabedoria dos antigos.</b></p>
<p>A  recomendação inicial tem a chancela do tempo, sendo assim testada pela sua sabedoria ao longo de várias gerações. Com um nome de uma importante cidade na antiguidade, temos como primeira sugestão: &#8220;O Homem Mais Rico da Babilónia&#8221;, escrito por George Samuel Clason. Este livro permite entender, através de uma colectânea de parábolas, o verdadeiro significado e a importância do pagar-se a si próprio primeiro, entre outras verdadeiras lições de finanças pessoais.</p>
<p><b>2. As crenças que nos limitam.</b></p>
<p>Como segunda obra, nesta ordem de conhecimento, vai encontrar a sugestão do famoso best-seller, &#8220;Os Segredos da Mente Milionária&#8221;, no qual o americano T. Harv Eker, pretende mudar-lhe os conceitos que tem sobre o dinheiro. Com os novos e peculiares hábitos que lhe quer transmitir, irá de certeza mostrar-lhe um mundo diferente que lhe deixará a mente bem remodelada.</p>
<p><b>3. As competências necessárias.</b></p>
<p>Por fim, aquele livro que indico sempre a todos que me fazem questões como: &#8220;Qual é o melhor livro para saber mais acerca do funcionamento da bolsa?&#8221; ou &#8220;Como podemos aprender a investir nos mercados financeiros?&#8221;, a minha resposta passa por um livro recheado de humor &#8221; A Bolsa para Iniciados&#8221; de Fernando Braga de Matos. Aqui conseguimos compreender as principais noções de investimento, adequado à realidade portuguesa, e quais as estratégias necessárias para pôr o nosso dinheiro a render e a trabalhar para nós.</p>
<p>Algo que certamente podemos concluir, tal como dizia Sir Francis Bacon no século XVII, é que o dinheiro é um ótimo criado, mas um mau senhor.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-35288 size-thumbnail" src="https://foreveryoung.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/Foto-Ariana-Nunes-150x150.png" alt="Dinheiro. 3 livros essenciais para perceber mais sobre o tema" width="150" height="150" title="Dinheiro. 3 livros essenciais para perceber mais sobre o tema"></p>
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<p>Por Ariana Nunes<br />
(Criadora do Canal Renda Maior no YouTube)<br />
Site: <a href="https://www.youtube.com/rendamaior" target="_blank" rel="noopener">https://www.youtube.com/rendamaior</a></p>
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<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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