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	<title>saúde &#8211; Forever Young</title>
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	<description>Para se sentir sempre jovem. Viva com mais sentido, 55+ com atitude.</description>
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	<title>saúde &#8211; Forever Young</title>
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		<title>Investigação identifica novo papel das dinaminas na proteção do genoma e na prevenção do envelhecimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 15:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO NACIONAL]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo liderado pela Universidade de Coimbra abre novas perspetivas sobre doenças associadas à idade</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="flex flex-col text-sm pb-25">
<article class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" tabindex="-1" data-turn-id="request-6985bb0d-9100-838a-b716-498339d1753a-1" data-testid="conversation-turn-22" data-scroll-anchor="true" data-turn="assistant">
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<p data-start="382" data-end="710">Uma equipa internacional liderada pelo Grupo de Envelhecimento do Cérebro do <strong data-start="459" data-end="500"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Instituto Multidisciplinar do Envelhecimento</span></span></strong> (MIA-Portugal), da <strong data-start="520" data-end="561"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Universidade de Coimbra</span></span></strong>, descobriu um novo papel das dinaminas — uma família de proteínas até agora sobretudo conhecida pela sua função na dinâmica das membranas celulares.</p>
<p data-start="712" data-end="1034">O estudo, publicado na revista científica <strong data-start="754" data-end="795"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Nature Communications</span></span></strong>, revela que estas proteínas desempenham um papel essencial na proteção do núcleo celular e na preservação da estabilidade do genoma — dois processos fundamentais para manter a saúde celular e prevenir doenças associadas ao envelhecimento.</p>
<h3 data-start="1041" data-end="1094">O que são as dinaminas e por que são importantes?</h3>
<p data-start="1096" data-end="1308">As dinaminas são proteínas tradicionalmente descritas como “pinças” moleculares, responsáveis por separar vesículas da membrana celular. No entanto, esta investigação mostra que a sua função vai muito além disso.</p>
<p data-start="1310" data-end="1571">O núcleo celular funciona como o centro de comando da célula, protegendo o ADN e coordenando as suas atividades. Para que tudo funcione corretamente, é crucial que a membrana nuclear esteja intacta e que os mecanismos de reparação do ADN operem de forma eficaz.</p>
<p data-start="1573" data-end="1799">Segundo a investigadora <strong data-start="1597" data-end="1638"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Célia Aveleira</span></span></strong>, primeira autora do estudo, “foi possível descobrir que as dinaminas são fundamentais para manter a integridade da membrana nuclear e a estabilidade do genoma”.</p>
<p data-start="1801" data-end="2065">Quando estas proteínas estão ausentes, a estrutura do núcleo torna-se irregular, os sistemas de reparação do ADN ficam comprometidos e o ADN danificado começa a acumular-se — um cenário que ameaça a estabilidade celular e está intimamente ligado ao envelhecimento.</p>
<h3 data-start="2072" data-end="2116">A ligação ao envelhecimento e às doenças</h3>
<p data-start="2118" data-end="2309">A equipa demonstrou ainda que as dinaminas exercem este papel protetor através da interação com os microtúbulos — estruturas que funcionam como suporte interno e rede de transporte da célula.</p>
<p data-start="2311" data-end="2623">A investigadora principal do Grupo de Envelhecimento do Cérebro do MIA-Portugal, <strong data-start="2392" data-end="2433"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Ira Milosevic</span></span></strong>, que é também investigadora da <strong data-start="2465" data-end="2506"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Universidade de Oxford</span></span></strong>, explica que esta descoberta ajuda a compreender melhor os mecanismos celulares que estão na base do envelhecimento.</p>
<p data-start="2625" data-end="2853">“Ao identificar as dinaminas como reguladoras da integridade nuclear e da estabilidade do genoma, o nosso trabalho oferece novas perspetivas sobre os mecanismos que previnem patologias relacionadas com o envelhecimento”, afirma.</p>
<p data-start="2855" data-end="3005">As conclusões têm implicações relevantes para a investigação em doenças associadas à instabilidade genética, como doenças neurodegenerativas e cancro.</p>
<h3 data-start="3012" data-end="3051">Um avanço com impacto internacional</h3>
<p data-start="3053" data-end="3286">Além da Universidade de Coimbra e da Universidade de Oxford, o estudo contou com a colaboração da <strong data-start="3151" data-end="3192"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Universidade de Sheffield</span></span></strong>, da <strong data-start="3197" data-end="3238"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Universidade Tecnológica de Nanyang</span></span></strong> e da <strong data-start="3244" data-end="3285"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Universidade Estadual da Pensilvânia</span></span></strong>.</p>
<p data-start="3288" data-end="3505" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Num momento em que a longevidade é uma realidade crescente, compreender os mecanismos celulares que protegem o ADN e atrasam o envelhecimento é um passo essencial para promover mais anos de vida com saúde e qualidade.</p>
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		<item>
		<title>Hepatologistas alertam para risco grave associado a desafio viral com paracetamol</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/hepatologistas-alertam-para-risco-grave-associado-a-desafio-viral-com-paracetamol/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 14:27:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO NACIONAL]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>APEF pede vigilância de pais, escolas e plataformas digitais</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="325" data-end="622">A <strong data-start="361" data-end="402"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado</span></span></strong> (APEF) manifestou “preocupação extrema” perante a circulação nas redes sociais de um perigoso “Desafio do Paracetamol”, que incentiva crianças e adolescentes a ingerirem deliberadamente doses elevadas deste medicamento.</p>
<p data-start="624" data-end="948">Segundo <strong data-start="632" data-end="673"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Mónica Sousa</span></span></strong>, membro da direção da APEF, os profissionais que trabalham na área do transplante hepático conhecem bem as consequências da insuficiência hepática aguda — uma destruição irreversível do fígado que pode evoluir rapidamente para situações fatais ou exigir transplante urgente.</p>
<p data-start="950" data-end="1088">“O que pode parecer uma brincadeira inofensiva pode transformar-se, em poucas horas, numa emergência médica grave”, alerta a especialista.</p>
<h3 data-start="1095" data-end="1140">Um medicamento seguro… nas doses corretas</h3>
<p data-start="1142" data-end="1373">O paracetamol é considerado seguro quando utilizado dentro das doses recomendadas. No entanto, tem uma margem terapêutica estreita, o que significa que a diferença entre a dose segura e a dose tóxica pode ser relativamente pequena.</p>
<p data-start="1375" data-end="1640">Uma sobredosagem pode provocar lesões hepáticas graves, potencialmente irreversíveis. Um dos maiores perigos é precisamente o seu carácter silencioso: nas primeiras 24 a 48 horas, os sintomas — como náuseas ou dor abdominal — podem ser ligeiros ou até inexistentes.</p>
<p data-start="1642" data-end="1840">“Essa ausência de sinais cria uma falsa sensação de segurança, enquanto o fígado sofre danos progressivos. Quando os sintomas se tornam evidentes, pode já ser demasiado tarde”, explica Mónica Sousa.</p>
<p data-start="1842" data-end="2075">A especialista reforça que, perante qualquer suspeita de ingestão excessiva, deve procurar-se ajuda médica imediata — mesmo que não haja sintomas aparentes. A eficácia do antídoto disponível depende da rapidez com que é administrado.</p>
<h3 data-start="2082" data-end="2107">Álcool agrava o risco</h3>
<p data-start="2109" data-end="2304">A toxicidade do paracetamol é significativamente agravada pelo consumo de álcool, um fator particularmente preocupante na adolescência, fase em que é comum a experimentação de bebidas alcoólicas.</p>
<h3 data-start="2311" data-end="2347">Alertas multiplicam-se na Europa</h3>
<p data-start="2349" data-end="2717">O fenómeno tem motivado avisos de várias autoridades sanitárias europeias. Em Espanha, o Hospital Materno-Infantil de Málaga reportou casos de adolescentes hospitalizados com intoxicação grave. Em França, a <strong data-start="2556" data-end="2597"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Agence nationale de sécurité du médicament</span></span></strong> recordou que a sobredosagem de paracetamol é a principal causa de transplante hepático de origem medicamentosa no país.</p>
<p data-start="2719" data-end="2907">Também Alemanha, Bélgica, Suíça, Eslovénia e Reino Unido emitiram alertas. Nos Estados Unidos, foi registada em 2023 a morte de um adolescente de 13 anos associada a um desafio semelhante.</p>
<p data-start="2909" data-end="3107">Em Portugal, a APEF subscreve igualmente o alerta público feito por <strong data-start="2977" data-end="3018"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Carlos Cortes</span></span></strong>, Bastonário da Ordem dos Médicos, que sublinhou o perigo “silencioso” desta intoxicação.</p>
<h3 data-start="3114" data-end="3146">O apelo: prevenção e diálogo</h3>
<p data-start="3148" data-end="3161">A APEF apela:</p>
<ul data-start="3163" data-end="3531">
<li data-start="3163" data-end="3320">
<p data-start="3165" data-end="3320">Aos pais e educadores, para que conversem abertamente com os jovens sobre os riscos reais de desafios virais e guardem os medicamentos em locais seguros;</p>
</li>
<li data-start="3321" data-end="3420">
<p data-start="3323" data-end="3420">Aos profissionais de saúde, para reforçarem a vigilância na dispensa de medicamentos a menores;</p>
</li>
<li data-start="3421" data-end="3531">
<p data-start="3423" data-end="3531">Às plataformas digitais, para que monitorizem e removam conteúdos que incentivem comportamentos autolesivos.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="3533" data-end="3604">“Uma conversa hoje pode salvar uma vida amanhã”, sublinha Mónica Sousa.</p>
<p data-start="3606" data-end="3783" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Num tempo em que as tendências digitais se espalham rapidamente, a informação clara e o diálogo aberto continuam a ser as ferramentas mais eficazes para proteger os mais jovens.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>As melhores vitaminas para cuidar da sua visão e da sua saúde ocular</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/as-melhores-vitaminas-para-cuidar-da-sua-visao-e-da-sua-saude-ocular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 10:30:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A alimentação é essencial para manter todas as partes do corpo humano saudáveis.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos órgãos que mais precisa de cuidados são os olhos que com os tempos se tornaram mais propensos a ter problemas como cansaço visual, olhos secos ou irritados, visão turva</p>
<p><strong>Vitamina A</strong><br />
Os carotenóides são precursores desta vitamina e influenciam o metabolismo das células da retina . A luteína e a zeaxantina são os únicos carotenóides encontrados na retina e no cristalino do olho. De acordo com vários estudos, a sua ingestão reduz o risco de desenvolver doenças oculares relacionadas com a idade, como degeneração macular e catarata. Por outro lado, níveis baixos podem causar problemas como fadiga visual, cegueira noturna e ressecamento.</p>
<p>Melhores alimentos com vitamina A para a visão: cenoura, batata doce, vegetais de folhas verdes, frutas de cores intensas (melão, laranja, ameixa, pêssego, toranja, damasco, frutas vermelhas ou mirtilos).</p>
<p><strong>Vitamina B</strong><br />
As vitaminas B1, B2, B6, B12 e o ácido fólico ajudam a proteger os olhos de doenças degenerativas, previnem o risco de paralisia dos músculos oculares, fotossensibilidade e inflamação do tecido ocular. Pode ser encontrada em carnes, feijão, espinafre, cereais e ovos.</p>
<p><strong>Vitamina C</strong><br />
É um antioxidante que combate os radicais livres, protege as células e o sistema imunológico. Também ajuda a atuar contra infecões e úlceras da córnea. Os alimentos ricos neste nutriente são frutas cítricas, vegetais de folhas verdes, tomate ou pimentão.</p>
<p><strong>Vitamina D</strong><br />
Esta vitamina pode ser obtida através do sol. Este nutriente ajuda a manter o bom funcionamento da retina, prevenindo a degeneração macular ligada ao envelhecimento e protegendo os olhos da inflamação. Os alimentos ricos em vitamina C são salmão, bacalhau, sardinha e ovos . Outra opção para obtê-lo é a exposição ao sol por alguns minutos.</p>
<p><strong>Vitamina E</strong><br />
Ajuda a prevenir a degeneração dos tecidos causada por danos oxidativos , algo que pode levar a doenças oculares degenerativas, como catarata, visão turva ou degeneração macular. O stress oxidativo aparece quando há ausência de antioxidantes , por isso deve-se consumir amêndoas, sementes, nozes, soja, azeitonas e azeite.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A posição em que dorme pode revelar mais sobre a sua saúde mental</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/a-posicao-em-que-dorme-pode-revelar-mais-sobre-a-sua-saude-mental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 08:38:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A forma como dorme pode refletir o seu estado emocional e mental. Estudos sugerem que certas posições de sono estão associadas ao bem-estar e a padrões de stress ou ansiedade.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todos temos a nossa posição preferida para dormir, mas nem sempre pensamos no que ela pode significar. Pesquisas sugerem que a postura adotada durante o sono pode estar ligada a aspetos da <strong>saúde mental</strong> e do bem-estar emocional.</p>
<p>Segundo a <a href="https://www.sleepfoundation.org/" target="_blank" rel="noopener">Sleep Foundation</a>, posições mais fechadas, como dormir encolhido em posição fetal, podem refletir maior necessidade de proteção ou sinais de stress acumulado.</p>
<h2>Exemplos de interpretações comuns</h2>
<ul>
<li><strong>De lado em posição fetal</strong>: pode estar associado a ansiedade ou necessidade de conforto.</li>
<li><strong>De barriga para cima</strong>: tende a indicar maior abertura e confiança, embora possa causar ressonar.</li>
<li><strong>De barriga para baixo</strong>: algumas vezes ligado a preocupação ou desconforto.</li>
</ul>
<h2>Limitações destas interpretações</h2>
<p>Apesar das associações, é importante sublinhar que não existe uma regra absoluta. O ambiente, o colchão e a saúde física têm grande influência na forma como dormimos. A posição é apenas um dos muitos elementos que influenciam a qualidade do sono.</p>
<p>Mais do que a posição, o essencial é garantir um sono reparador. Isso inclui manter rotinas regulares, evitar ecrãs antes de dormir e procurar ajuda médica se surgirem sintomas de insónia ou apneia.</p>
<p>A forma como dorme pode dar pistas sobre o seu estado emocional, mas não substitui a avaliação médica. O mais importante é cultivar hábitos que favoreçam noites tranquilas. Dormir bem é um dos pilares mais fortes para manter uma boa saúde mental, sobretudo depois dos 50 anos.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>AVC silencioso: médicos alertam para sinais quase invisíveis que exigem atenção imediata</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/avc-silencioso-medicos-alertam-para-sinais-quase-invisiveis-que-exigem-atencao-imediata/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2025 08:23:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=430136</guid>

					<description><![CDATA[<p>O AVC silencioso pode passar despercebido, mas deixa sequelas graves e aumenta o risco de um episódio futuro. Conheça os sinais quase invisíveis e saiba quando procurar ajuda médica urgente.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O acidente vascular cerebral (AVC) é uma das principais causas de morte e incapacidade em Portugal e no mundo. Muitas vezes, os sinais são claros e permitem uma resposta rápida. Mas existe também o chamado <strong>AVC silencioso</strong>, que pode passar despercebido e deixar sequelas graves. Reconhecer os sinais quase invisíveis é essencial para salvar vidas.</p>
<p>De acordo com a <a href="https://www.dgs.pt/" target="_blank" rel="noopener">Direção-Geral da Saúde (DGS)</a>, todos os anos milhares de portugueses sofrem um AVC. A maioria associa-se a fatores de risco como hipertensão, colesterol elevado, diabetes e tabagismo. O AVC silencioso, contudo, pode acontecer sem sintomas evidentes, tornando-se ainda mais perigoso.</p>
<h2>O que é um AVC silencioso</h2>
<p>Trata-se de um episódio em que ocorre uma pequena interrupção do fluxo sanguíneo no cérebro, mas sem sinais evidentes como paralisia ou dificuldade na fala. Muitas vezes, só é detetado em exames de imagem realizados por outras razões. Apesar de parecer inofensivo, aumenta significativamente o risco de um AVC maior no futuro.</p>
<h2>Sinais discretos a que deve estar atento</h2>
<ul>
<li>Perda de memória súbita ou dificuldade em concentrar-se;</li>
<li>Pequenas alterações na visão;</li>
<li>Desequilíbrio ou tonturas inexplicáveis;</li>
<li>Formigueiro passageiro em mãos ou rosto;</li>
<li>Cansaço extremo sem causa aparente.</li>
</ul>
<p>Estes sintomas podem ser confundidos com sinais de envelhecimento natural, mas quando ocorrem de forma súbita devem motivar uma avaliação médica.</p>
<h2>Fatores de risco</h2>
<p>Os mesmos fatores de risco de um AVC comum estão presentes no AVC silencioso: pressão arterial elevada, colesterol alto, diabetes, tabaco e sedentarismo. Segundo a <a href="https://www.who.int/" target="_blank" rel="noopener">Organização Mundial da Saúde</a>, controlar estes fatores reduz drasticamente a probabilidade de sofrer um episódio.</p>
<h2>Prevenção e diagnóstico</h2>
<p>Exames de rotina são fundamentais para detetar problemas antes de se tornarem graves. A ressonância magnética é um dos métodos mais eficazes para identificar lesões silenciosas no cérebro. Consultar regularmente o médico de família e fazer rastreios cardiovasculares é uma medida essencial de prevenção.</p>
<h2>O que fazer em caso de suspeita</h2>
<p>Se notar sintomas súbitos, mesmo que discretos, deve procurar imediatamente ajuda médica. Quanto mais cedo o AVC é diagnosticado, maior a probabilidade de evitar sequelas graves. O <a href="https://www.sns24.gov.pt/" target="_blank" rel="noopener">SNS 24</a> aconselha a ligar de imediato para o 112 em caso de suspeita.</p>
<h2>Um alerta que pode salvar vidas</h2>
<p>O AVC silencioso lembra-nos que nem sempre os problemas de saúde são visíveis. Estar atento aos sinais quase imperceptíveis, fazer exames regulares e controlar os fatores de risco são passos decisivos para proteger o cérebro e o coração. A informação e a prevenção continuam a ser as melhores armas contra este inimigo silencioso.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pós-Verão: um mar de questões para a proteção solar</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/pos-verao-um-mar-de-questoes-para-a-protecao-solar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2025 08:36:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Habituámo-nos a olhar para o protetor solar como um produto sazonal que regressa às prateleiras com a chegada do calor e das campanhas que, ano após ano, o apresentam em embalagens cada vez mais apelativas. Mas o sol não é sazonal e, mais do que errado, é perigoso pensarmos dessa forma.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por <strong>Sofia Cunha, Training Manager da Lancôme</strong></p>
<p>Usar protetor solar ao longo de todo o ano já devia ser uma regra. A radiação UV não representa um risco para a saúde, para a pele e para o combate aos sinais de envelhecimento apenas no verão. A verdade é que a proteção solar de largo espectro (que protege contra UVA e UVB) deve ser usada diariamente, independentemente da estação ou do estado do tempo.</p>
<p>É nesse sentido que podem surgir uma série de questões: devo usar protetor solar todos os dias? Vale a pena usar protetor solar em épocas de menos intensidade solar? Será que sabemos como escolher o melhor para a nossa pele? E surgem também dúvidas mais práticas: deve ser aplicado apenas quando saímos de casa, ou também dentro dela? Posso aplicar protetor antes de me maquilhar?</p>
<p>A exposição diária aos raios UVA é a principal causa do envelhecimento precoce da pele, além de contribuir para o desenvolvimento de cancro de pele. Com um comprimento de onda mais longo e penetrando mais profundamente, estão presentes de forma mais constante durante todas as horas do dia, em todas as estações do ano, e conseguem atravessar nuvens e vidros. Por isso, a exposição aos raios UVA é contínua e cumulativa. Segundo dados da <a href="https://www.ligacontracancro.pt/melanoma/" target="_blank" rel="noopener">Liga Portuguesa Contra o Cancro</a>, anualmente, em Portugal, surgem 1.500 novos casos de melanoma, um número que tem aumentado nos países ocidentais.</p>
<p>É também preciso estar atento aos raios UVB, por serem os principais responsáveis pelas queimaduras solares e por variarem muito com a intensidade do sol (mais fortes no verão e ao meio-dia). Assim, um protetor solar que não seja de amplo espectro pode proteger-nos das queimaduras solares (UVB), mas pode deixar-nos vulneráveis aos danos invisíveis, mas cumulativos, causados pelos raios UVA.</p>
<p>Concluímos, portanto, que devemos usar um protetor solar ao longo de todo o ano. Graças à tecnologia já existem protetores como, por exemplo, <a href="https://www.bing.com/ck/a?!&amp;&amp;p=8c79835a1dd223ca5db11b1882b60424cd60e9bab05a25630984d5d60658fddaJmltdHM9MTc1MDcyMzIwMA&amp;ptn=3&amp;ver=2&amp;hsh=4&amp;fclid=3489aa16-11d7-6835-269c-bc14106e69c9&amp;psq=uv+expert+lancome&amp;u=a1aHR0cHM6Ly93d3cucHJpbW9yLmV1L3B0X3B0L2xhbmNvbWUtdXYtZXhwZXJ0LXN1cHJhLXNjcmVlbi1zZXJ1bS1zcGY1MC05ODQxNC5odG1sP21zb2NraWQ9MzQ4OWFhMTYxMWQ3NjgzNTI2OWNiYzE0MTA2ZTY5Yzk&amp;ntb=1" target="_blank" rel="noopener">UV Expert Supra Screen Sérum SPF50</a> de Lancôme que têm uma textura ultrafina, fazendo com que sejam fáceis de aplicar, totalmente compatíveis com a maquilhagem e invisíveis em todos os fotótipos – não deixando nenhum tom de pele com manchas brancas ou acinzentado.</p>
<p>Vamos à segunda questão mais comum: Posso usar o meu protetor solar citadino na praia? E o meu protetor solar de praia pode ser utilizado no dia a dia? A resposta à primeira questão é não e, à segunda, é um pouco apelativo “depende”.</p>
<p>Os protetores urbanos não são formulados para a exposição solar intensa e prolongada da praia e é por essa razão que devemos ter outros fatores em consideração, como a água, a transpiração, a fricção do vento e da areia. Para a praia, é necessário um protetor com FPS 50 ou 50+ e que seja explicitamente resistente à água e ao suor, garantindo uma proteção eficaz contra queimaduras e danos solares intensos.</p>
<p>Quanto a aplicar o protetor solar de praia no dia a dia podemos aplicar e este irá proteger a nossa pele, porém, o conforto e a textura não são os mesmos que os de um citadino formulado para isso. Embora o protetor de praia ofereça alta proteção, tende a ser mais espesso, oleoso ou deixar um resíduo esbranquiçado, o que pode não ser ideal para o conforto ou para ser usado sob a maquilhagem.</p>
<p>Além disso, por serem formulados para resistência intensa, a sua remoção pode ser mais trabalhosa. Remover o protetor de forma eficaz é (quase) tão importante como aplicá-lo, para evitar oclusão dos poros (prevenindo pontos negros e borbulhas), permitir que a pele se regenere durante a noite, e garantir que outros produtos de tratamento noturno sejam bem absorvidos. A remoção adequada também previne o acúmulo de resíduos, deixando a pele limpa e saudável.</p>
<p>Esclarecidas estas questões, como devemos então escolher o protetor solar mais adequado?</p>
<p>O protetor solar ideal depende do tipo de pele e da exposição ao sol. Deve-se escolher sempre um com FPS 30 ou superior e proteção de largo espectro (UVA + UVB).</p>
<p>Para uma pele oleosa? Fórmulas <em>oil</em>&#8211;<em>free </em>e de toque seco. Pele seca? Texturas mais cremosas e hidratantes. Pele sensível? Regra (muito geral) protetores sem fragrância. Pele negra? Fórmulas testadas em todos os fotótipos para garantir que não deixem resíduos esbranquiçados.</p>
<p>Se vamos praticar desporto, devemos optar por algo resistente à água e lembrarmo-nos de o reaplicar. Para quem se preocupa com os sinais de envelhecimento, também há opções no mercado com novas tecnologias que abrangem proteção e tratamento.</p>
<p>Para terminar, em que lugar deve estar o protetor na nossa rotina de tratamento? Em último, ao contrário da sua prioridade na nossa vida. A rotina completa deve abranger limpeza, hidratação e proteção.</p>
<p>Se ainda houver dúvidas, nada como consultar um dermatologista para obter conselhos mais personalizados, a única coisa que não pode acontecer é deixar de proteger a pele, a saúde e a beleza que transportamos todos os dias.</p>
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		<title>Estes são os sinais que o corpo emite quando há falta de sexo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2025 20:30:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo o livro "O sistema da serotonina", existe uma relação direta entre essa substância e o funcionamento da libido.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Irritabilidade</strong><br />
Quando há irritabilidade e mau humor constantes, pode ser em decorrência do fato de o ápice sexual não ter sido alcançado.</p>
<p><strong>Stress</strong><br />
O sexo pode ser definido como um tipo de atividade física, e todos sabem que o exercício é uma boa forma de tirar preocupações da mente e aliviar o stress.</p>
<p><strong>Problemas para dormir</strong><br />
Não poder ter momentos privados pode fazer com que se sinta mal emocionalmente, mas também pode afetar os seus ciclos de sono.</p>
<p><strong>Dor em diferentes partes do corpo</strong><br />
Sentir dores de cabeça, por exemplo, pode estar relacionado com a falta de relações sexuais. Segundo uma publicação da revista &#8220;Cephalalgia&#8221;, fazer sexo pode aliviar dores de cabeça em alguns pacientes que apresentam esse problema, ou enxaquecas, devido à libertação imediata de endorfinas.</p>
<p><strong>Aparência má da pele</strong><br />
Quando a pele apresenta um aspecto menos fresco, macio e com imperfeições, também pode ser por falta de contato íntimo, podendo até ocorrer o aparecimento de acne.</p>
<p>Embora nem todos esses problemas sejam resolvidos com sexo, mas também com hábitos de vida saudáveis, como alimentação adequada, exercícios regulares e controle do stress, é importante ver esses sinais quando se tem um parceiro e, se for solteiro, opte por desenvolver atividades alternativas à sua rotina para se sentir melhor.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Se tem sede beba. Conheça aqui os perigos (e os mitos) da desidratação na idade adulta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 15:25:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especialistas dizem que uma boa hidratação também deve incluir minerais.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A importância da água para a vida é inegável. São muitas as tendências de saúde e dietas da moda, com produtos mais ou menos sofisticados da nova era, mas um facto verdadeiro é a presença constante da água. Manter-se hidratado oferece vastos benefícios para a saúde.</p>
<p>Comummente pensa-se que beber água é o suficiente para lidar com a desidratação ou para se manter hidratado. No entanto, os especialistas alertam que uma hidratação adequada deve incluir minerais/eletrólitos, já que a água sozinha não hidrata adequadamente o corpo. Isto porque, dentro das células, a água segue os minerais, necessários para o metabolismo ideal e a hidratação celular. <strong>Dica: </strong>adicione um quarto de colher de chá de sal marinho a cada litro de água.</p>
<p>Aliás, os especialistas desconfiam ainda que a água, per si apenas, tenha a capacidade de retardar o processo de envelhecimento, assim como, de contribuir para a perda de peso. Embora, reconheçam o seu papel importante para a nossa saúde e a manutenção da vitalidade do nosso organismo.</p>
<p>Para os adultos mais velhos, essas vantagens têm um senão, uma vez que os seus sintomas de desidratação são mais difíceis de identificar, pois podem não incluir sensação de sede. Se combinar isso com mudanças físicas que podem levar as pessoas mais velhas a desidratarem mais rápido, o cenário pode augurar problemas médicos sérios.</p>
<p>Ora, em primeiro lugar, o corpo dos adultos mais velhos tem um volume de água inferior ao dos mais jovens: os homens com idades entre 25 e 54 anos compreendem cerca de 55 por cento de água, enquanto aqueles entre 61 e 74 anos representa apenas 50,8 por cento. Já o corpo das mulheres, nas mesmas idades, têm uma média de 48,6 e 43,4 por cento de água no corpo, respetivamente.</p>
<p>Por outro lado, os mecanismos fisiológicos e hormonais que regulam a função renal também se tornam mais lentos ao longo do tempo. Além de que as pessoas mais velhas geralmente tomam medicamentos com efeitos diuréticos, que fazem o seu organismo perder água mais rapidamente.</p>
<p><strong>Água natural vs. Água fresca</strong></p>
<p>Todos temos a nossa preferência pela temperatura da água. Contudo, os cientistas sugerem o consumo da à temperatura ambiente. Isto porque quando se consome água fresca, o corpo tem que redirecionar o sangue de outros órgãos para o estômago, de forma a baixar a temperatura da água.</p>
<p>Certifique-se sempre de que está a beber água de forma regular ao longo do dia, especialmente, se estiver a suar muito ou a trabalhar num ambiente quente.</p>
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		<title>Cientistas descobrem parte “nunca vista antes” do corpo humano que pode revolucionar a saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 15:30:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência & Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Hemifusomo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Investigadores da Universidade da Virgínia identificam nova organela celular com potencial impacto no estudo de doenças neurodegenerativas.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="485" data-end="840">Embora a ciência médica já conheça grande parte do corpo humano, investigadores da Universidade da Virgínia anunciaram a descoberta de uma nova estrutura dentro das células humanas, apelidada de “hemifusomo”. Esta organela microscópica pode abrir caminho para uma melhor compreensão e tratamento do Alzheimer, uma das doenças mais devastadoras do cérebro.</p>
<p data-start="842" data-end="1109">A professora assistente Seham Ebrahim e a sua equipa usaram uma técnica avançada chamada criotomografia eletrónica (crio-ET) para observar as células em três dimensões, preservando a sua estrutura natural, como se fosse uma fotografia instantânea do interior celular.</p>
<p data-start="1111" data-end="1348">O hemifusomo tem cerca de 100 nanómetros de diâmetro, menos da metade do tamanho de uma mitocôndria e apresenta uma forma que lembra um boneco de neve com um cachecol, com uma cabeça pequena ligada a um corpo maior por uma fina borda.</p>
<p data-start="1350" data-end="1732">Segundo Ebrahim, esta organela parece estar envolvida na classificação, reciclagem e descarte de proteínas dentro da célula, processos essenciais para evitar o acumular de resíduos que podem causar disfunções. Como a doença de Alzheimer está associada ao acumular anormal de placas proteicas no cérebro, os hemifusomos poderão desempenhar um papel importante no seu desenvolvimento.</p>
<p data-start="1734" data-end="1936">O estudo, publicado em maio de 2025 na revista <em data-start="1781" data-end="1804">Nature Communications</em>, confirma a existência do hemifusomo, mas ainda não revela detalhes sobre as suas funções específicas, ciclo de vida ou composição.</p>
<p data-start="1938" data-end="2184">A investigadora destacou a importância da técnica utilizada: “Sem a tomografia crioeletrónica, teríamos perdido esta descoberta.” E acrescentou: “Provavelmente existe um mundo inteiro ainda por descobrir dentro das nossas células.”</p>
<p data-start="2186" data-end="2376">Esta descoberta representa um passo significativo para a medicina, abrindo novas possibilidades no combate às doenças neurodegenerativas e no aprofundar do conhecimento sobre o corpo humano.</p>
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		<item>
		<title>Sete formas eficazes de combater a solidão depois dos 50, segundo especialistas</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/sete-formas-eficazes-de-combater-a-solidao-depois-dos-50-segundo-especialistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 11:30:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Psicólogos e terapeutas partilham estratégias práticas para contrariar o isolamento e recuperar o bem-estar emocional.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="426" data-end="903">À medida que os anos passam, muitas pessoas começam a sentir o peso da solidão de forma mais intensa, mesmo rodeadas de outros. De acordo com dados partilhados pelo Departamento do Trabalho dos EUA, citados pela <em data-start="639" data-end="649">BestLife</em>, a maioria dos adultos passa progressivamente menos tempo com amigos e familiares após os 30 anos, e aos 70, a média diária de convivência social (excluindo o cônjuge) é de apenas uma hora. A restante parte do tempo é, frequentemente, passada a sós.</p>
<p data-start="905" data-end="1157">Este isolamento silencioso não é inofensivo. Em 2019, o então responsável máximo pela saúde pública dos EUA classificou a solidão como uma verdadeira crise de saúde pública. No entanto, há soluções possíveis e muitas delas estão ao nosso alcance.</p>
<p data-start="1159" data-end="1393">A terapeuta familiar Suzette Bray, a psicóloga Colleen Marshall e o especialista em terapia cognitivo-comportamental Ray Christner explicam quais são as sete estratégias mais eficazes para quebrar este ciclo, segundo a <em data-start="1382" data-end="1392">BestLife</em>:</p>
<h3 data-start="1395" data-end="1428">1. Evitar comparações sociais</h3>
<p data-start="1430" data-end="1778">Sentir-se solitário não depende apenas da presença física de outras pessoas. Segundo Bray, comparar-se com os outros, sobretudo com aqueles que aparentam ter vidas sociais vibrantes, pode acentuar ainda mais o isolamento. Aceitar que todos enfrentam momentos de solidão permite reduzir o autojulgamento e abrir espaço para procurar conexão.</p>
<h3 data-start="1780" data-end="1837">2. Redescobrir interesses através de novas atividades</h3>
<p data-start="1839" data-end="2110">Experimentar algo novo, seja dança, leitura, caminhadas em grupo ou voluntariado, ajuda a identificar paixões adormecidas e cria oportunidades de interação. “Não espere pelos outros. Comece por si”, aconselha Bray. A iniciativa pode ser a ponte para novas amizades.</p>
<h3 data-start="2112" data-end="2155">3. Envolver-se em ações de voluntariado</h3>
<p data-start="2157" data-end="2391">Contribuir para a comunidade não só fortalece o sentido de propósito como permite conhecer pessoas com valores semelhantes. Seja numa associação local, biblioteca ou abrigo de animais, as suas competências podem fazer a diferença.</p>
<h3 data-start="2393" data-end="2423">4. Reatar relações antigas</h3>
<p data-start="2425" data-end="2615">Amizades de infância ou ligações que se perderam no tempo podem ser reativadas. “Muitas vezes afastamo-nos sem razão concreta. Um telefonema pode reabrir uma ligação preciosa”, defende Bray.</p>
<h3 data-start="2617" data-end="2658">5. Cultivar relações já existentes</h3>
<p data-start="2660" data-end="2909">Mais do que quantidade, importa a qualidade das ligações. Colleen Marshall sugere agendar momentos regulares de convívio com familiares, amigos ou vizinhos. Mesmo pequenos encontros semanais podem ter um impacto profundo na sensação de pertença.</p>
<h3 data-start="2911" data-end="2959">6. Praticar a “meditação da bondade amorosa”</h3>
<p data-start="2961" data-end="3205">Este tipo de meditação consiste em enviar intenções positivas a si próprio, a pessoas próximas e ao mundo em geral. Segundo Bray, esta prática fortalece a empatia e reduz sentimentos de isolamento, mesmo quando estamos sozinhos fisicamente.</p>
<h3 data-start="3207" data-end="3251">7. Escrever cartas ou mensagens pessoais</h3>
<p data-start="3253" data-end="3486">Numa era digital, um gesto simples como escrever uma carta à mão pode ser surpreendentemente poderoso. “Um bilhete com palavras de gratidão ou partilha pode alegrar o dia de alguém e aproximar-vos novamente”, explica Christner.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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			</item>
		<item>
		<title>As quatro frases que nunca deve dizer a um farmacêutico, segundo uma especialista em saúde</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/as-quatro-frases-que-nunca-deve-dizer-a-um-farmaceutico-segundo-uma-especialista-em-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 13:30:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Afirmações vagas ou enganosas podem comprometer o tratamento e colocar a sua saúde em risco.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="365" data-end="641">Seja para levantar uma receita ou esclarecer dúvidas sobre um medicamento sem prescrição, uma ida à farmácia deve ser uma experiência útil e esclarecedora. Contudo, a forma como comunica com o farmacêutico pode fazer toda a diferença na segurança e eficácia do seu tratamento.</p>
<p data-start="643" data-end="937">Segundo Teri Dreher Frykenberg, enfermeira especialista em cuidados críticos e fundadora da empresa americana Nurse Advocate Entrepreneur, há frases que os utentes devem evitar, já que podem induzir a erros, omissões ou decisões precipitadas sobre medicamentos. Veja quatro exemplos concretos.</p>
<p data-start="939" data-end="1199"><strong data-start="939" data-end="966">1. “É só uma vitamina.”</strong><br data-start="966" data-end="969" />Muitos suplementos podem interferir com medicamentos prescritos, mesmo os considerados naturais. A erva-de-são-joão ou doses elevadas de vitamina D, por exemplo, podem provocar efeitos adversos graves ou interações medicamentosas.</p>
<p data-start="1201" data-end="1301"><strong data-start="1201" data-end="1232">O que dizer em alternativa:</strong><br data-start="1232" data-end="1235" />“Este suplemento interfere com os medicamentos que estou a tomar?”</p>
<p data-start="1303" data-end="1526"><strong data-start="1303" data-end="1345">2. “Parei de tomar e senti-me melhor.”</strong><br data-start="1345" data-end="1348" />Interromper um tratamento sem orientação pode agravar o problema ou causar efeitos de abstinência. Alguns fármacos, como os antidepressivos, requerem uma redução gradual da dose.</p>
<p data-start="1528" data-end="1634"><strong data-start="1528" data-end="1559">O que dizer em alternativa:</strong><br data-start="1559" data-end="1562" />“Como me senti melhor, interrompi o tratamento. O que devo fazer agora?”</p>
<p data-start="1636" data-end="1883"><strong data-start="1636" data-end="1678">3. “Posso simplesmente dobrar a dose?”</strong><br data-start="1678" data-end="1681" />Tomar duas doses por engano ou para compensar uma falha pode causar sobredosagem ou aumentar os efeitos secundários, dependendo da substância em causa. Só um profissional pode avaliar a melhor resposta.</p>
<p data-start="1885" data-end="1970"><strong data-start="1885" data-end="1916">O que dizer em alternativa:</strong><br data-start="1916" data-end="1919" />“Esqueci-me de tomar uma dose. Como devo proceder?”</p>
<p data-start="1972" data-end="2260"><strong data-start="1972" data-end="2012">4. “Dou preferência ao mais barato.”</strong><br data-start="2012" data-end="2015" />Embora os genéricos sejam, regra geral, equivalentes aos medicamentos de marca, há casos em que os ingredientes inativos ou a forma de absorção podem fazer diferença. Além disso, algumas pessoas podem ter alergias ou intolerâncias a excipientes.</p>
<p data-start="2262" data-end="2381"><strong data-start="2262" data-end="2293">O que dizer em alternativa:</strong><br data-start="2293" data-end="2296" />“Existe uma alternativa mais acessível que seja igualmente segura e eficaz para mim?”</p>
<p data-start="2383" data-end="2692">De acordo com Dreher Frykenberg, uma boa comunicação com o farmacêutico não só melhora os resultados terapêuticos, como contribui para a deteção precoce de potenciais riscos. “Os farmacêuticos estão ali para ajudar. Não devemos hesitar em fazer perguntas, desde que sejam as certas”, sublinha a especialista.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Luz artificial à noite pode estar a aumentar risco de ataque cardíaco em 65%</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/luz-artificial-a-noite-pode-estar-a-aumentar-risco-de-ataque-cardiaco-em-65/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 07:30:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Exposição prolongada à luz durante a noite, incluindo a do telemóvel, está associada a doenças cardiovasculares graves.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="317" data-end="623">A exposição à luz artificial antes de dormir, mesmo que seja apenas a do telemóvel, pode estar a prejudicar mais do que apenas o seu sono. Um novo estudo revela que esse hábito pode afetar o ritmo circadiano e aumentar, de forma significativa, o risco de doenças cardíacas e acidentes vasculares cerebrais.</p>
<p data-start="625" data-end="859">Segundo os investigadores, a exposição constante a luz intensa durante a noite está ligada a uma probabilidade até 65% maior de enfarte e a um risco acrescido de outras doenças como insuficiência cardíaca, AVC e fibrilhação auricular.</p>
<p data-start="625" data-end="859">O estudo analisou os hábitos noturnos de quase 89 mil adultos britânicos, acompanhados ao longo de nove anos. Todos os participantes usaram sensores no pulso para medir os níveis de exposição à luz durante o sono. Mesmo depois de ajustarem variáveis como tabagismo, dieta ou exercício físico, os cientistas concluíram que as pessoas mais expostas à luz noturna tinham um risco substancialmente maior de sofrer eventos cardiovasculares.</p>
<p data-start="1336" data-end="1381">Entre os principais resultados, destaca-se:</p>
<ul data-start="1382" data-end="1598">
<li data-start="1382" data-end="1413">
<p data-start="1384" data-end="1413">65% maior risco de enfarte,</p>
</li>
<li data-start="1414" data-end="1460">
<p data-start="1416" data-end="1460">56% maior risco de insuficiência cardíaca,</p>
</li>
<li data-start="1461" data-end="1488">
<p data-start="1463" data-end="1488">30% maior risco de AVC,</p>
</li>
<li data-start="1489" data-end="1534">
<p data-start="1491" data-end="1534">32% maior risco de fibrilhação auricular,</p>
</li>
<li data-start="1535" data-end="1598">
<p data-start="1537" data-end="1598">mulheres e adultos mais jovens foram os grupos mais afetados.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="1600" data-end="1918">A luz azul dos ecrãs, como a dos telemóveis ou tablets, interfere diretamente com a produção de melatonina, hormona que regula o sono. Isso desregula o relógio biológico, o que, por sua vez, desequilibra funções essenciais, como a pressão arterial, o ritmo cardíaco e o metabolismo.</p>
<p data-start="1920" data-end="2079">O impacto é tal que os especialistas aconselham a evitar qualquer tipo de exposição luminosa antes de dormir, incluindo candeeiros fortes ou luzes de presença. Para quem procura um envelhecimento saudável, a mensagem é clara: escuridão total à noite é mais do que uma ajuda para dormir, é uma medida de prevenção cardiovascular. Evite o chamado <em data-start="2310" data-end="2325">doomscrolling</em> no telemóvel, desligue as luzes e permita ao corpo o descanso que precisa para manter o coração saudável.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Medicamento comum pode aumentar o risco de demência, avisam médicos</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/medicamento-comum-pode-aumentar-o-risco-de-demencia-avisam-medicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 16:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Demência]]></category>
		<category><![CDATA[Inibidores da bomba de protões]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o envelhecimento da população, a doença de Alzheimer e outras formas de demência tornam-se cada vez mais comuns. Atualmente, estima-se que 6,9 milhões de idosos nos EUA vivam com demência, número que poderá duplicar até 2050. Além dos fatores genéticos, idade e estilo de vida, os estudos recentes sugerem que certos medicamentos podem influenciar o risco de desenvolvimento da doença.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="742" data-end="1023">Alguns investigadores têm alertado para o uso prolongado dos inibidores da bomba de protões (IBPs), fármacos populares para o tratamento de azia, refluxo gastroesofágico e úlceras estomacais. Entre os medicamentos mais comuns deste grupo estão o omeprazol, esomeprazol e lansoprazol.</p>
<p data-start="1025" data-end="1547">Um estudo dinamarquês publicado na revista <em data-start="1068" data-end="1092">Alzheimer’s &amp; Dementia</em> analisou dados de quase dois milhões de pessoas entre 60 e 75 anos, acompanhadas durante uma média de 10 anos. Os resultados mostraram que, entre os pacientes diagnosticados com demência entre os 60 e os 69 anos, aqueles que usaram IBPs tinham um risco 36% superior de desenvolver demência em comparação com os que não os utilizaram. Este risco foi menor em idades mais avançadas e não se verificou aumento significativo em pacientes com mais de 90 anos.</p>
<p data-start="1549" data-end="2031">Os investigadores sublinham que este aumento do risco ocorreu independentemente do tempo entre o início do tratamento com IBPs e o diagnóstico de demência — mesmo tratamentos iniciados 15 anos antes do diagnóstico apresentaram associação com maior risco. Estes resultados sugerem que o uso prolongado destes medicamentos pode afetar a saúde cerebral a longo prazo, possivelmente por influência na função cerebral e no acúmulo da proteína beta-amiloide, ligada à doença de Alzheimer.</p>
<p data-start="2033" data-end="2221">Outro estudo recente, publicado em 2023 na revista <em data-start="2084" data-end="2095">Neurology</em>, corrobora estes dados, apontando que o uso acumulado de IBPs por mais de 4,4 anos eleva o risco de demência em cerca de 33%.</p>
<p data-start="2223" data-end="2510">Para além da associação com demência, um estudo de 2019 publicado em <em data-start="2292" data-end="2312">Scientific Reports</em> indica que os IBPs podem atravessar a barreira hematoencefálica, estando ligados a sintomas neurológicos como perda de memória, enxaquecas, neuropatias periféricas e alterações visuais e auditivas.</p>
<p data-start="2512" data-end="2722">Especialistas da Yale Medicine alertam ainda para outros efeitos adversos do uso prolongado de IBPs, incluindo doenças cardiovasculares, insuficiência renal crónica, fraturas ósseas e deficiências nutricionais.</p>
<p data-start="2724" data-end="2941">Apesar de serem considerados seguros e eficazes, o uso excessivo e prolongado de IBPs é motivo de preocupação entre os especialistas, que pedem cautela e reavaliação médica regular para evitar prescrições inadequadas.</p>
<p data-start="2943" data-end="3053">Se estiver a tomar IBPs, consulte o seu médico para discutir os potenciais riscos e alternativas terapêuticas.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sensação de pernas cansadas no verão? Pode ser Doença Venosa Crónica</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/sensacao-de-pernas-cansadas-no-verao-pode-ser-doenca-venosa-cronica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jul 2025 17:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Doença Venosa Crónica]]></category>
		<category><![CDATA[DVC]]></category>
		<category><![CDATA[Pernas Cansadas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O calor agrava os sintomas de uma condição que afeta 35% dos portugueses, sobretudo mulheres. A especialista Joana Ferreira explica o que é a Doença Venosa Crónica e como prevenir complicações.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="415" data-end="687">Durante o verão, muitas pessoas sentem as pernas mais pesadas, inchadas ou cansadas. Embora muitas vezes estes sinais sejam ignorados, podem indicar a presença de uma condição frequente: a Doença Venosa Crónica (DVC), que afeta cerca de 35% da população adulta portuguesa.</p>
<p data-start="689" data-end="954">Em entrevista ao <em data-start="706" data-end="727">Lifestyle ao Minuto</em>, no âmbito da rubrica “O Médico Explica”, Joana Ferreira, médica especialista em Angiologia e Cirurgia Vascular, esclarece tudo sobre esta doença, das causas à prevenção, passando pelos sintomas e tratamentos disponíveis.</p>
<h3 data-start="961" data-end="997">O que é a Doença Venosa Crónica?</h3>
<p data-start="999" data-end="1282">A DVC é uma patologia dos membros inferiores, causada por alterações nas veias que dificultam o retorno do sangue ao coração. Estas alterações levam a sintomas como sensação de peso, inchaço, dor e cãibras. Com o tempo, podem surgir sinais visíveis como varizes e alterações na pele.</p>
<h3 data-start="1289" data-end="1324">Quais são as principais causas?</h3>
<p data-start="1326" data-end="1602">A origem da doença está muitas vezes ligada à hereditariedade. Contudo, fatores como envelhecimento, excesso de peso, sedentarismo, número de gravidezes e profissões que obrigam a permanecer muito tempo em pé ou sentado também contribuem para o seu aparecimento e agravamento.</p>
<h3 data-start="1609" data-end="1637">Quem está mais em risco?</h3>
<p data-start="1639" data-end="1898">As mulheres são as mais afetadas, em parte devido a fatores hormonais e à gravidez. Estima-se que 70% das mulheres com mais de 30 anos apresentem sinais ou sintomas de DVC. Apesar disso, os homens também sofrem com a doença — muitas vezes de forma mais grave.</p>
<h3 data-start="1905" data-end="1935">O calor piora os sintomas?</h3>
<p data-start="1937" data-end="2170">Sim. O calor dilata os vasos sanguíneos, o que agrava os sintomas da DVC. Por isso, o verão é a altura do ano em que mais se notam queixas como pernas cansadas, edema e prurido. É também nesta época que se devem redobrar os cuidados.</p>
<h3 data-start="2177" data-end="2218">Como pode afetar a qualidade de vida?</h3>
<p data-start="2220" data-end="2459">Para além do desconforto físico, a DVC interfere com o sono e pode afetar o desempenho profissional. Segundo a especialista, esta condição é responsável por 21% das mudanças de função no local de trabalho e por 8% das reformas antecipadas.</p>
<h3 data-start="2466" data-end="2490">Como se diagnostica?</h3>
<p data-start="2492" data-end="2734">O diagnóstico é feito com base nos sintomas e na observação clínica. Quando necessário, é complementado com exames como o eco-Doppler. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, melhor será o controlo da doença e menores serão as complicações.</p>
<h3 data-start="2741" data-end="2765">É possível prevenir?</h3>
<p data-start="2767" data-end="3041">Sim. Adotar um estilo de vida saudável, praticar exercício físico regularmente, manter um peso adequado e evitar longos períodos sentado ou em pé são medidas eficazes. O uso de meias elásticas e medicamentos venoativos também pode ser recomendado, conforme indicação médica.</p>
<h3 data-start="3048" data-end="3068">Sinais de alerta</h3>
<ul data-start="3070" data-end="3229">
<li data-start="3070" data-end="3111">
<p data-start="3072" data-end="3111">Pernas pesadas, inchadas ou doridas.</p>
</li>
<li data-start="3112" data-end="3153">
<p data-start="3114" data-end="3153">Varizes visíveis ou pequenos derrames.</p>
</li>
<li data-start="3154" data-end="3198">
<p data-start="3156" data-end="3198">Comichão e alterações na pele das pernas.</p>
</li>
<li data-start="3199" data-end="3229">
<p data-start="3201" data-end="3229">Contrações musculares involuntárias, sobretudo à noite.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="3231" data-end="3326">Se apresentar um ou mais destes sintomas, deve procurar o seu médico de família para avaliação.</p>
<p data-start="3365" data-end="3540">Para ajudar na deteção precoce da doença, está a decorrer a campanha nacional <strong data-start="3443" data-end="3457">#LegsFirst</strong>, com rastreios gratuitos em farmácias de todo o país, incluindo os arquipélagos dos Açores e da Madeira.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Será que corre o risco de ter diabetes? Saiba os sinais de alerta</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/sera-que-corre-o-risco-de-ter-diabetes-saiba-os-sinais-de-alerta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jul 2025 16:30:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Sapo Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sinais de alerta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A diabetes afeta milhões de pessoas em todo o mundo e pode desenvolver-se de forma silenciosa. Descubra se faz parte do grupo de risco e o que deve mudar para proteger a sua saúde.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="422" data-end="749">A diabetes é uma doença crónica que exige vigilância constante. Embora qualquer pessoa a possa desenvolver, existem fatores que aumentam o risco, especialmente com o avançar da idade. O médico Anil Menon explicou ao <em data-start="638" data-end="647">website</em> Only My Health o que deve ter em atenção e como pode agir atempadamente para prevenir complicações.</p>
<h3 data-start="756" data-end="807"><strong data-start="760" data-end="807">Diabetes tipo 1 e tipo 2: qual a diferença?</strong></h3>
<p data-start="809" data-end="1130">Segundo o especialista, a diabetes tipo 1 é geralmente diagnosticada na infância ou juventude. Surge quando o sistema imunitário ataca as células que produzem insulina no pâncreas. Já a diabetes tipo 2, mais comum em adultos, desenvolve-se quando o organismo produz menos insulina ou se torna resistente aos seus efeitos.</p>
<p data-start="1132" data-end="1316">Enquanto a tipo 1 tem causas maioritariamente genéticas e não é evitável, a tipo 2 está fortemente associada ao estilo de vida e pode ser prevenida ou controlada com hábitos saudáveis.</p>
<h3 data-start="1323" data-end="1357"><strong data-start="1327" data-end="1357">Quais os fatores de risco?</strong></h3>
<p data-start="1359" data-end="1490">De acordo com o médico Anil Menon, há vários sinais de alerta, sobretudo no caso da diabetes tipo 2. Os principais fatores incluem:</p>
<ul data-start="1492" data-end="1698">
<li data-start="1492" data-end="1515">
<p data-start="1494" data-end="1515">Ter mais de 45 anos;</p>
</li>
<li data-start="1516" data-end="1552">
<p data-start="1518" data-end="1552">Ter excesso de peso ou obesidade;</p>
</li>
<li data-start="1553" data-end="1631">
<p data-start="1555" data-end="1631">Praticar pouco ou nenhum exercício físico (menos de três vezes por semana);</p>
</li>
<li data-start="1632" data-end="1657">
<p data-start="1634" data-end="1657">Ter doenças hepáticas;</p>
</li>
<li data-start="1658" data-end="1698">
<p data-start="1660" data-end="1698">Ter familiares próximos com diabetes;</p>
</li>
</ul>
<p data-start="1700" data-end="1912">Além disso, a predisposição genética também influencia. No entanto, hábitos como sedentarismo, alimentação desequilibrada e stress prolongado podem acelerar o aparecimento da doença, mesmo sem histórico familiar.</p>
<h3 data-start="1919" data-end="1962"><strong data-start="1923" data-end="1962">O que fazer se tiver risco elevado?</strong></h3>
<p data-start="1964" data-end="2241">A boa notícia é que pequenas mudanças podem ter grande impacto. Manter um peso saudável, praticar exercício regularmente e adotar uma alimentação equilibrada com poucos açúcares e gorduras saturadas são medidas essenciais para quem quer prevenir ou controlar a diabetes tipo 2.</p>
<h3 data-start="2248" data-end="2290"><strong data-start="2252" data-end="2290">Pode a diabetes “ver-se” nas mãos?</strong></h3>
<p data-start="2292" data-end="2400">O <em data-start="2294" data-end="2313">jornal Metrópoles</em> e outros especialistas apontam que, em alguns casos, o corpo pode dar sinais visíveis:</p>
<ul data-start="2402" data-end="2868">
<li data-start="2402" data-end="2531">
<p data-start="2404" data-end="2531"><strong data-start="2404" data-end="2422">Dedos dobrados</strong>: dificuldade em endireitar os dedos (sobretudo o anelar e o polegar) pode indicar diabetes mal controlada.</p>
</li>
<li data-start="2532" data-end="2635">
<p data-start="2534" data-end="2635"><strong data-start="2534" data-end="2568">Vermelhidão ao redor das unhas</strong>: pode ser sinal de má circulação, comum em pessoas com diabetes.</p>
</li>
<li data-start="2636" data-end="2766">
<p data-start="2638" data-end="2766"><strong data-start="2638" data-end="2656">Linhas de Beau</strong>: sulcos horizontais nas unhas podem estar associados à diabetes descontrolada, segundo a rede de saúde CUF.</p>
</li>
<li data-start="2767" data-end="2868">
<p data-start="2769" data-end="2868"><strong data-start="2769" data-end="2787">Unhas amarelas</strong>: indicam muitas vezes uma infeção fúngica, mais comum em quem vive com diabetes.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="2870" data-end="2984">Estes sinais não são exclusivos da doença, mas devem ser levados a sério e avaliados por um profissional de saúde.</p>
<p data-start="3010" data-end="3217">A diabetes pode ser silenciosa, mas os seus efeitos são profundos. Se tem mais de 50 anos, é fundamental conhecer os sinais de alerta e fazer exames regulares. A prevenção continua a ser o melhor tratamento.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cancro colorretal: Biópsia líquida mostra resultados promissores</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/cancro-colorretal-biopsia-liquida-mostra-resultados-promissores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jul 2025 13:30:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Cancro Colorretal]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=428763</guid>

					<description><![CDATA[<p>Investigadores desenvolveram nos Estados Unidos um novo teste de biópsia líquida capaz de detetar o cancro colorretal numa fase inicial com 95% de precisão. "Uma melhoria considerável em relação aos métodos atualmente disponíveis", revelam.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="news_capital_letter">O </span>trabalho da equipa de cientistas da Universidade de Chicago foi publicado hoje na revista científica <em>Nature Biotechnology</em>, segundo a agência noticiosa espanhola EFE.</p>
<p>As biópsias líquidas já permitem detetar sinais de cancro através de uma análise ao sangue, mas ainda não são tão sensíveis ou precisas nas fases iniciais da doença como as biópsias tradicionais, que exigem uma amostra de tecido.</p>
<p>Enquanto estas procuram mutações ou alterações em fragmentos de ADN (ácido desoxirribonucleico) de células cancerígenas, o novo teste recorre a modificações de RNA (ácido ribonucleico) para detetar o cancro colorretal nas suas fases iniciais.</p>
<p>Quando as células tumorais morrem libertam partículas de material genético para a corrente sanguínea e &#8220;as biópsias líquidas padrão dependem deste (&#8230;) ADN circulante livre de células (cfDNA), para detetar o cancro&#8221;.</p>
<p>Mas nas fases iniciais da doença, quando as células tumorais ainda estão a crescer e a proliferar, não há muito cfDNA no sangue, o que &#8220;representa um grande desafio para o diagnóstico precoce&#8221;, explica Chuan He, autor sénior do estudo e professor de Bioquímica e Biologia Molecular na Universidade de Chicago, citado pela EFE.</p>
<p>No trabalho, os cientistas analisaram a possibilidade de utilizar RNA circulante livre (cfRNA) para detetar o cancro e, utilizando amostras de doentes com cancro colorretal, não só conseguiram medir alterações neste, como encontrar RNA de microrganismos intestinais, que alteram a sua atividade em caso de tumor.</p>
<blockquote><p>&#8220;Verificámos que o RNA libertado pelos micróbios apresenta diferenças substanciais entre doentes oncológicos e pessoas saudáveis&#8221;, diz o investigador.</p></blockquote>
<p>O facto de a população da microbiota se renovar muito mais rapidamente do que as células humanas, com mais células a morrer com maior frequência e a libertar fragmentos de ARN para a corrente sanguínea, significa que um teste que mede as modificações no ARN microbiano pode detetar uma potencial atividade cancerígena muito mais cedo do que os testes que se baseiam no ADN libertado pelas células tumorais humanas.</p>
<p><span class="news_bold">O novo teste baseado na modificação de RNA teve uma precisão geral de quase 95% e também foi preciso nas fases iniciais do cancro.</span></p>
<blockquote><p>&#8220;Esta é a primeira vez que as modificações de RNA foram utilizadas como potencial biomarcador de cancro&#8221;, indicou He, assinalando que &#8220;ser capaz de detetar o cancro em fases tão precoces é algo sem precedentes&#8221;.</p></blockquote>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>As alergias não tiram férias: calor e verão podem agravar os sintomas</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/as-alergias-nao-tiram-ferias-calor-e-verao-podem-agravar-os-sintomas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jul 2025 11:26:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Alergias]]></category>
		<category><![CDATA[Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Verão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=428823</guid>

					<description><![CDATA[<p>O aumento das temperaturas e a maior exposição a alérgenos durante o verão intensificam reações alérgicas comuns, como rinite, asma e alergias cutâneas. Conheça os cuidados essenciais para se proteger e aproveitar a estação com saúde.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="308" data-end="706">Com a chegada do verão e o aumento das temperaturas, muitas pessoas ficam mais expostas a fatores que podem agravar alergias. O calor intenso, a maior presença de poluentes no ar e a exposição solar prolongada são alguns dos principais responsáveis pelo agravamento destes problemas, que afetam a qualidade de vida de quem sofre com rinite, asma, alergias cutâneas e até a chamada “alergia ao sol”.</p>
<p data-start="708" data-end="1094">Segundo a Opella., durante os meses mais quentes, o stress térmico provocado pelas ondas de calor potencia a ação de alérgenos como o pólen e favorece a multiplicação de ácaros e bolores, sobretudo dentro de casa. Além disso, a poluição atmosférica agrava as reações alérgicas, irritando as vias respiratórias, o que representa um desafio extra para quem sofre de doenças respiratórias.</p>
<p data-start="1096" data-end="1400">Outro fenómeno a ter em conta é a fotossensibilidade, popularmente designada por alergia ao sol. Esta pode manifestar-se como urticária solar, erupções ou reações cutâneas nas áreas expostas, que surgem frequentemente devido à exposição prolongada ao sol ou em consequência do uso de certos medicamentos.</p>
<p data-start="1402" data-end="1501">Para minimizar os riscos e viver um verão saudável, a Opella. recomenda alguns cuidados essenciais:</p>
<ul data-start="1503" data-end="2327">
<li data-start="1503" data-end="1631">
<p data-start="1505" data-end="1631">Evitar exposição direta ao sol nas horas de maior intensidade (entre as 12h e as 16h) e procurar sombra sempre que possível.</p>
</li>
<li data-start="1632" data-end="1715">
<p data-start="1634" data-end="1715">Usar roupas de algodão, chapéus de abas largas e óculos de sol com proteção UV.</p>
</li>
<li data-start="1716" data-end="1785">
<p data-start="1718" data-end="1785">Aplicar protetor solar com fator elevado, mesmo em dias nublados.</p>
</li>
<li data-start="1786" data-end="1895">
<p data-start="1788" data-end="1895">Manter a casa limpa e bem ventilada, reduzindo a humidade para evitar a proliferação de ácaros e bolores.</p>
</li>
<li data-start="1896" data-end="1988">
<p data-start="1898" data-end="1988">Utilizar filtros HEPA nos aparelhos de ar condicionado e garantir a sua limpeza regular.</p>
</li>
<li data-start="1989" data-end="2084">
<p data-start="1991" data-end="2084">Manter uma boa hidratação e evitar esforços físicos intensos que aumentem o stress térmico.</p>
</li>
<li data-start="2085" data-end="2211">
<p data-start="2087" data-end="2211">Acompanhar os níveis de pólen e poluição no ambiente, programando atividades ao ar livre para períodos de menor exposição.</p>
</li>
<li data-start="2212" data-end="2327">
<p data-start="2214" data-end="2327">Consultar um médico em caso de alergias respiratórias ou cutâneas, para um aconselhamento e tratamento adequados.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="2329" data-end="2460">Este verão, é possível aproveitar o calor e a natureza com segurança, adotando hábitos que protejam a saúde e promovam o bem-estar.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Grávida no verão escaldante de 2025? Nutricionista alerta para risco acrescido de desidratação</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/gravida-no-verao-escaldante-de-2025-nutricionista-alerta-para-risco-acrescido-de-desidratacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jul 2025 13:10:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Desidratação]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Temperaturas acima dos 45 °C estão a tornar este verão particularmente desafiante. Para as grávidas, o impacto pode ser mais grave do que se imagina.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="395" data-end="791">Com o verão de 2025 a registar temperaturas recorde em Portugal e em grande parte da Europa, com os termómetros a ultrapassarem os 46 °C , o alerta para os efeitos do calor intenso torna-se ainda mais urgente. Entre os grupos mais vulneráveis estão as mulheres grávidas, cujo organismo já atravessa alterações fisiológicas complexas e exigentes.</p>
<blockquote>
<p data-start="793" data-end="1065">&#8220;Durante a gravidez há alterações significativas no funcionamento do corpo, que aumentam as necessidades hídricas da mulher. Em dias de calor extremo, esses cuidados devem ser redobrados&#8221;, afirma Virgínia Marques, nutricionista especializada em fertilidade e gravidez, em declarações ao <em>Lifestyle Ao Minuto</em>.</p>
</blockquote>
<p data-start="1135" data-end="1301">A água representa uma parte essencial da composição corporal humana. No caso das grávidas, a sua importância é ampliada por múltiplos motivos clínicos e fisiológicos.</p>
<blockquote>
<p data-start="1303" data-end="1533">&#8220;A grávida tem um aumento no volume de sangue que pode rondar os 40% a 50%, o que exige mais água para manter uma boa circulação e garantir o transporte eficiente de oxigénio e nutrientes para a placenta&#8221;, explica a nutricionista, à mesma fonte.</p>
</blockquote>
<p data-start="1535" data-end="1670">Além disso, a água é vital para a formação e manutenção do líquido amniótico, que envolve e protege o bebé durante toda a gestação.</p>
<p data-start="1672" data-end="1906">As alterações hormonais e metabólicas típicas da gravidez, como o aumento da atividade renal e da temperatura corporal, também contribuem para um maior risco de perda de líquidos, sobretudo em contexto de temperaturas elevadas.</p>
<h3 data-start="1913" data-end="1991"><strong data-start="1917" data-end="1991">Consequências da desidratação: não são apenas desconfortos passageiros</strong></h3>
<p data-start="1993" data-end="2152">Apesar de muitos sintomas parecerem banais, como fadiga, dor de cabeça ou prisão de ventre, a desidratação numa grávida pode ter efeitos clínicos sérios.</p>
<p data-start="2154" data-end="2345">Segundo Virgínia Marques, &#8220;em situações mais graves, a desidratação pode reduzir a quantidade de líquido amniótico e aumentar o risco de parto prematuro, especialmente no terceiro trimestre&#8221;.</p>
<p data-start="2347" data-end="2459">Outros sintomas de alerta incluem tonturas, boca seca, urina escura, sensação de desorientação e irritabilidade.</p>
<h3 data-start="2466" data-end="2532"><strong data-start="2470" data-end="2532">O que deve uma grávida fazer para manter-se bem hidratada?</strong></h3>
<p data-start="2534" data-end="2729">A recomendação geral é o consumo de 2 a 2,5 litros de água por dia. No entanto, em dias de calor extremo ou com prática de exercício físico leve, esse valor deve ser ajustado em conformidade.</p>
<blockquote>
<p data-start="2731" data-end="2847">&#8220;A sede não é um bom indicador: quando sentimos sede, já estamos ligeiramente desidratadas&#8221;, alerta a nutricionista.</p>
</blockquote>
<p data-start="2849" data-end="3042">Manter uma garrafa de água sempre por perto, usar aplicações móveis para lembrar a ingestão regular de líquidos, e preferir pequenos goles ao longo do dia são algumas das estratégias sugeridas.</p>
<p data-start="3044" data-end="3230">A hidratação também pode (e deve) vir dos alimentos: frutas e vegetais ricos em água, como melancia, melão, pepino, tomate ou laranja, são aliados naturais num verão como este.</p>
<p data-start="3296" data-end="3540">Num contexto de emergência climática e fenómenos meteorológicos extremos cada vez mais frequentes, é essencial que as autoridades de saúde e os cuidadores estejam atentos às necessidades especiais das grávidas durante os meses mais quentes.</p>
<blockquote>
<p data-start="3542" data-end="3773">&#8220;É importante criar ambientes frescos, promover pausas regulares, evitar a exposição solar direta e garantir acesso fácil a água potável. Não é apenas conforto: é saúde materna e fetal que está em causa&#8221;, conclui Virgínia Marques.</p>
</blockquote>
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		<title>Dores nas costas? Revelamos cinco alongamentos que podem aliviar de forma imediata</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/dores-nas-costas-revelamos-cinco-alongamentos-que-podem-aliviar-de-forma-imediata/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 18:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[alongamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vídeo viral no TikTok mostra cinco movimentos simples que, segundo especialistas, ajudam a reduzir a tensão na zona superior das costas e muitos utilizadores garantem sentir “alívio instantâneo”.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="477" data-end="872">Segundo dados da <em>American Chiropractic Association</em>, mais de 65 milhões de norte-americanos sofrem de dores nas costas em algum momento das suas vidas. Para muitos, o desconforto resulta de longas horas sentados, stress acumulado nos ombros ou má postura. Mas há boas notícias: alguns especialistas garantem que é possível aliviar esses sintomas com exercícios simples que se podem fazer em casa.</p>
<p data-start="874" data-end="1240">O quiroprático John Cybulski, cofundador da plataforma <em data-start="929" data-end="953">The Anatomy of Therapy</em>, partilhou recentemente um vídeo na rede social TikTok com cinco alongamentos específicos para aliviar a tensão entre as omoplatas e a coluna torácica. O vídeo, intitulado <em data-start="1126" data-end="1146">&#8220;R.I.P. Back Pain&#8221;</em>, já ultrapassou 1,1 milhões de visualizações e foi guardado por mais de 900 mil utilizadores.</p>
<p data-start="1242" data-end="1298">Estes são os cinco exercícios recomendados por Cybulski:</p>
<p data-start="1300" data-end="1619"><strong data-start="1300" data-end="1330">1. Movimento de rotação encostado à parede</strong><br data-start="1330" data-end="1333" />Em pé junto a uma parede, deve torcer o tronco e pressionar-se contra a superfície, alternando a rotação de um lado para o outro entre 10 a 15 vezes. Segundo o especialista, esta torção ajuda a “desenrolar” o músculo trapézio, reduzindo a dor na zona dos romboides (entre as omoplatas).</p>
<p data-start="1621" data-end="1858"><strong data-start="1621" data-end="1660">2. Alongamento da parte de trás do ombro</strong><br data-start="1660" data-end="1663" />Com o cotovelo apoiado numa mesa, incline o corpo para a frente até a cabeça se aproximar do braço esticado. Esta posição permite libertar tensão no ombro, aliviando a área posterior do omoplato.</p>
<p data-start="1860" data-end="2143"><strong data-start="1860" data-end="1897">3. Mobilização da coluna torácica</strong><br data-start="1897" data-end="1900" />Com uma mão a segurar o cotovelo oposto e essa mesma mão a tocar na nuca, execute movimentos de flexão e extensão do tronco para trás, repetindo de 10 a 15 vezes. O objetivo é mobilizar a parte superior da coluna, onde é comum acumular tensão.</p>
<p data-start="2145" data-end="2397"><strong data-start="2145" data-end="2184">4. Alongamento da coluna com toalha</strong><br data-start="2184" data-end="2187" />Sente-se e coloque uma toalha por trás da cabeça e ombro. Com as duas mãos a segurar as pontas, puxe alternadamente para cima e para baixo, criando uma força de tração que alonga os músculos ao longo da coluna.</p>
<p data-start="2399" data-end="2690"><strong data-start="2399" data-end="2446">5. Alongamento das costas e zona lateral</strong><br data-start="2446" data-end="2449" />Num vão de porta, agarre o lado do aro com o polegar virado para baixo e incline-se para a frente, tentando tocar com a mão livre no pé oposto. Segundo o especialista, este movimento estica o músculo latíssimo do dorso e a fáscia envolvente.</p>
<p data-start="2692" data-end="2993">Apesar dos milhares de comentários positivos — “senti alívio imediato” e “libertou completamente as minhas costas” são algumas das reações —, há quem alerte que estes exercícios não são adequados a todos os corpos. Pessoas com escoliose ou hipermobilidade articular, por exemplo, devem ter precauções.</p>
<p data-start="2995" data-end="3174">Os movimentos propostos por Cybulski não substituem o acompanhamento clínico. Quem sofre de dores persistentes ou condições específicas deve consultar um médico ou fisioterapeuta.</p>
<p data-start="3176" data-end="3395"><em data-start="3176" data-end="3395"><strong>Nota:</strong> Esta notícia baseia-se em declarações de profissionais de saúde e dados públicos, e não substitui orientação médica. Para qualquer questão relacionada com dor ou mobilidade, procure aconselhamento especializado.</em></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Combater a desinformação em saúde? Investigadora propõe estratégia que “engana” o cérebro</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/combater-a-desinformacao-em-saude-investigadora-propoe-estrategia-que-engana-o-cerebro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 14:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Desinformação]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=428556</guid>

					<description><![CDATA[<p>Catarina Santos, do ISCTE, estuda formas eficazes de corrigir crenças falsas em temas como vacinas, gravidez ou estética.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="430" data-end="792">A desinformação na área da saúde continua a ser um desafio difícil de contrariar, mesmo quando a verdade é apresentada, nem sempre é suficiente para apagar uma ideia errada. Catarina Santos, investigadora do ISCTE, defende que o segredo pode estar na forma como se comunica a correção: através de frases muito semelhantes às falsas, mas com conteúdo verdadeiro.</p>
<p data-start="794" data-end="1149">“É muito difícil corrigir a desinformação. Uma vez que a informação incorreta é assimilada, tende a ser integrada na memória e encarada como verdadeira”, afirmou Catarina Santos em entrevista à agência Lusa. “A partir desse momento, qualquer tentativa de correção encontra uma barreira, o que reduz significativamente a eficácia das mensagens corretivas.”</p>
<p data-start="1151" data-end="1584">A estratégia que a investigadora propõe baseia-se num modelo de semelhança de conteúdo. Um exemplo? Para contrariar a ideia falsa de que “pintar o cabelo durante a gravidez faz mal ao bebé”, a frase correta seria “pintar o cabelo durante a gravidez <strong data-start="1400" data-end="1407">não</strong> faz mal ao bebé”. “São frases muito semelhantes que podem levar o sujeito a pensar que está a reforçar o conhecimento que já tem, quando na verdade está a corrigi-lo”, explica.</p>
<p data-start="1586" data-end="1637"><strong data-start="1586" data-end="1637">As redes sociais como megafone de desinformação</strong></p>
<p data-start="1639" data-end="1974">Segundo Catarina Santos, o problema agravou-se com as redes sociais. “Antes, quando alguém dizia na televisão que as vacinas não tinham importância, tratava-se de uma intervenção pontual, com alcance e duração relativamente controlados. Agora basta ter uma conta nas redes sociais para amplificar tudo para um universo quase infinito.”</p>
<p data-start="1976" data-end="2233">Embora reconheça o esforço de entidades como a DGS ou a ACSS, a investigadora alerta que “os algoritmos são um problema” e que um dos objetivos da desinformação em saúde é “descredibilizar as instituições, a democracia e a influência ao nível da cidadania”.</p>
<p data-start="2291" data-end="2502">Outro tema abordado por Catarina Santos é o da desinformação na estética e no emagrecimento, áreas que considera “altamente lucrativas e particularmente vulneráveis à proliferação de práticas pseudocientíficas”.</p>
<p data-start="2504" data-end="2787">A investigadora critica ainda a emissão de cédulas profissionais para terapias complementares sem base científica. “O facto de as pessoas terem uma cédula profissional para trabalhar legitima o trabalho que fazem, mesmo quando esse trabalho não é baseado em conhecimento científico.”</p>
<p data-start="2789" data-end="2995">Catarina Santos alerta para a necessidade de maior regulação e de um combate mais eficaz à desinformação em saúde, assente em evidência científica, comunicação inteligente e políticas públicas consistentes.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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