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Tem a certeza que sabe tudo sobre sexo? Venha daí descobrir (mas não precisa de corar)

Tem a certeza que sabe tudo sobre sexo? Venha daí descobrir (mas não precisa de corar)
Forever Young

Vejamos se conhece todas estas “curiosidades”.

Reduza o colesterol. Vai ter melhor sexo

Um estudo conduzido por investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade Rutgers, nos Estados Unidos, revelou que o colesterol elevado não afeta apenas o coração e as artérias: ele também pode prejudicar a função erétil. Quando os vasos sanguíneos ficam obstruídos pelo excesso de gordura, a circulação torna-se mais difícil — e isso repercute-se na qualidade da ereção.

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Tomar medicação prescrita para reduzir o colesterol, aliada a uma alimentação equilibrada e exercício físico regular, melhora a saúde cardiovascular e, consequentemente, o desempenho sexual. Manter níveis saudáveis de colesterol beneficia tanto os homens como as mulheres, já que uma boa circulação favorece a resposta sexual global e aumenta o prazer.

Pode o sexo ser um detetor de mentiras?

Mesmo quando tentamos disfarçar sentimentos ou esconder informações, o corpo manifesta sinais difíceis de controlar. A excitação sexual, por exemplo, é uma reação involuntária: a humidade vaginal, a ereção peniana e até pequenas alterações na frequência cardíaca acontecem sem depender da vontade consciente.

Estes reflexos fisiológicos explicam por que razão a sexualidade pode, em certos contextos, “denunciar” emoções verdadeiras, mesmo que as palavras indiquem o contrário. Embora não funcione como um polígrafo, a forma como o corpo responde ao desejo pode revelar muito sobre o que sentimos — ou sobre aquilo que tentamos reprimir.

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Duração dos orgasmos

A ciência já tentou medir o que muitos consideram impossível de quantificar: a intensidade e o tempo de um orgasmo. Em média, o clímax feminino dura cerca de 20 segundos, o que representa aproximadamente 14 segundos a mais do que o orgasmo masculino.

Este intervalo, embora curto, desempenha um papel importante no bem-estar geral. Durante o orgasmo, o corpo liberta endorfinas e ocitocina, hormonas que promovem relaxamento, reduzem o stress e fortalecem o vínculo afetivo entre parceiros.

A jornada da excitação

Segundo especialistas em fisiologia sexual, as sensações eróticas viajam a grande velocidade pelo corpo. Quando a pele é estimulada, sinais elétricos percorrem as terminações nervosas até ao cérebro a cerca de 230 quilómetros por hora.

Este processo quase instantâneo demonstra a complexidade do sistema nervoso e ajuda a explicar por que motivo um simples toque pode desencadear prazer imediato, mostrando que a excitação envolve não apenas emoções, mas também mecanismos neurológicos sofisticados.

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Sexo e amor fazem bem aos ossos

Pesquisas da Universidade da Califórnia indicam que os homens casados, sobretudo aqueles que se unem após os 25 anos, tendem a apresentar ossos mais fortes do que os solteiros. A estabilidade emocional e o apoio proporcionados por relações duradouras parecem contribuir para níveis mais equilibrados de hormonas e para um estilo de vida mais saudável, o que favorece a densidade óssea.

Ainda que o casamento não seja uma solução universal, manter relações afetivas estáveis, com ou sem compromisso formal, pode ter impacto positivo na saúde física e mental. O amor e o sexo, quando vividos de forma saudável, fortalecem não só os vínculos emocionais, mas também o corpo.