<br><br><div align="center"><!-- Revive Adserver Asynchronous JS Tag - Generated with Revive Adserver v5.5.0 -->
<ins data-revive-zoneid="25" data-revive-id="6815d0835407c893664ca86cfa7b90d8"></ins>
<script async src="//com.multipublicacoes.pt/ads/www/delivery/asyncjs.php"></script></div>
Partilhar

Zona: «É importante reforçar o investimento na prevenção com a introdução da vacina no Programa Nacional de Vacinação», Nuno Jacinto, Presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar

Sandra M. Pinto

A zona (herpes zóster) é uma doença que contribui significativamente para a sobrecarga do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e das finanças do Estado.

Um estudo divulgado num evento organizado pela Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF), estima que entre julho de 2023 e junho de 2024, 62.985 adultos tiveram um diagnóstico de infeção por herpes zóster (zona). 67% destes doentes eram pessoas com mais de 50 anos.

«Durante os 11 anos em que a vacina se mostrou eficaz, existe um potencial de evitar que parte dos 520 mil portugueses afetados recorram a cuidados de saúde relacionados com episódios de zona», refere em entrevista à Forever Young, Nuno Jacinto, Presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar.

Apesar da prevalência da doença na sociedade portuguesa e do fato de vários países terem incluído a vacina nos seus calendários vacinais, o Ministério da Saúde respondeu ao parlamento com sucessivos adiamentos quando confrontado com o pedido de atualização do Programa Nacional de Vacinação (PNV).

Veja a entrevista aqui: