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	<title>Forever Young &#8211; Forever Young</title>
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	<description>Para se sentir sempre jovem. Viva com mais sentido, 55+ com atitude.</description>
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	<title>Forever Young &#8211; Forever Young</title>
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	<item>
		<title>Escritora mexicana Fernanda Melchor vence Prémio Literário Casino da Póvoa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Feb 2024 20:45:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A escritora mexicana Fernanda Melchor venceu a 25.ª edição do Prémio Literário Casino da Póvoa, com o livro “Temporada de Furacões”, publicado pela Elsinore, foi hoje anunciado no festival Correntes d’Escritas.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O júri foi constituído por Ana Gabriela Macedo, Carlos Vaz Marques, Isabel Lucas, Isabel Pires de Lima e José Mário Silva.</p>
<p>“O romance destaca o lado mais sombrio da natureza humana, numa comunidade dominada pela violência mais extrema e pela luta entre cartéis de droga. Com uma escrita torrencial marcada pela coloquialidade, a escritora dá corpo a uma narrativa polifónica que exacerba a existência de personagens, elas próprias restos na periferia da periferia. Tudo isto conduz o leitor a uma experiência de vertigem, isenta de qualquer tentação moralista”, escreveu o júri.</p>
<p>O prémio, agora de 25 mil euros, vai ser entregue no sábado, a par dos demais galardões do evento que hoje começou em pleno na Póvoa de Varzim.</p>
<p>“Temporada de furacões”, publicado em Portugal em janeiro do ano passado, é um romance original e violento, que aborda temas como machismo, abusos sexuais e superstição no México.</p>
<p>Este terceiro livro de Fernanda Melchor, atualmente um dos nomes mais aclamados da literatura latino-americana, foi lançado no México em 2017, tendo conhecido de imediato, e principalmente após começar a ser traduzido para língua inglesa, enorme sucesso junto da crítica e do público, arrecadando importantes prémios como o International Literature Award, PEN México Award for Literary and Journalistic Excellence e Anna-Seghers.</p>
<p>“Temporada de furacões” figurou ainda na lista de finalistas ao National Book Award, ao Dublin Book Award e ao Prémio Booker Internacional, um dos mais importantes para obras de ficção traduzida para inglês, a que voltou a ser candidata em 2022, com o seu último romance, “Paradaise”, publicado este mês em Portugal, também pela Elsinore.</p>
<p>A voz de Fernanda Melchor junta-se à de outras autoras latino-americanas que se têm destacado por uma escrita poderosa e incómoda, que abordam temas como a violência, o abuso sexual, a pobreza, a corrupção e a superstição, aliando, neste caso, o conteúdo a um estilo narrativo original, caracterizado por blocos de texto corrido sem parágrafos, com avanços e recuos temporais e mistura de discursos direto e indireto.</p>
<p>A história passa-se em La Matosa, aldeia pobre do interior do México frequentemente assolada por furacões, e começa com um grupo de crianças que encontra um corpo mutilado a flutuar num canal de irrigação.</p>
<p>Este cadáver é a Bruxa, uma espécie de curandeira, que herdou da mãe “o negócio das curas e dos malefícios”, de quem ninguém conhece o nome, pois era tratada por “menina” pela mãe, e passou a ser Bruxa (como também a mãe era conhecida) quando ficou sozinha.</p>
<p>Temida e respeitada, a Bruxa era procurada por todos os que precisavam de ajuda para resolver problemas, desde abortos a feitiços para atrair ou afastar a pessoa amada.</p>
<p>Na busca do assassino, a história vai sendo narrada, na terceira pessoa, sob o ponto de vista de diferentes personagens ligadas direta ou indiretamente à Bruxa.</p>
<p>É através das histórias dessas pessoas, que se vai desvendando a violência daquela sociedade, com relatos de misoginia, homofobia, racismo, erotismo perverso, violação, pedofilia, corrupção, sempre envoltos numa aura de superstição que parece tudo querer justificar.</p>
<p>A inspiração para esta história de ficção partiu de um acontecimento real, de que Fernanda Melchor teve conhecimento através de uma notícia de jornal.</p>
<p>Uma mulher foi assassinada e o seu corpo encontrado num canal perto de Veracruz, cidade onde a escritora nasceu há 41 anos, tendo o assassino confessado que cometeu o crime porque a mulher o tentara enfeitiçar, um episódio revelador da dimensão que a crença no sobrenatural ocupa naquela região.</p>
<p>O romance de Fernanda Melchor também não deixou indiferentes as escritoras argentinas Mariana Enriquez e Samanta Schweblin, outros aclamados nomes da nova literatura latino-americana.</p>
<p>A primeira, autora de “A nossa parte da noite” e “As coisas que perdemos no fogo”, descreveu esta obra como “uma experiência literária intensa e hipnótica, na qual a violência física e a hostilidade da paisagem se aliam para formar um microcosmo de desespero”.</p>
<p>“Fernanda Melchor é detentora de uma voz poderosa, e por poderosa entendo implacável, devastadora, a voz de alguém que escreve com raiva e que tem o talento para a exprimir”, considera, por sua vez, Samanta Schweblin, autora de “Pássaros na boca” e “Distância de segurança”.</p>
<p>Nascida em 1982, Fernanda Melchor é escritora e tradutora, sendo formada em jornalismo com um mestrado em Estética e Arte.</p>
<p>Colabora com vários jornais e publicou, além dos dois romances já editados em Portugal, um volume de contos, “Aquí no es Miami” (2013), e o romance “Falsa libere” (2013).</p>
<p>O seu mais recente romance, “Paradaise”, é também uma exploração da violência e fragilidade da sociedade mexicana, das suas tendências racistas, classistas e hiperviolentas, centrada num adolescente pobre e desajustado que sonha em fugir da sua aldeia miserável.</p>
<p>Trabalhando como jardineiro num condomínio de luxo, de nome “Paradaise” e situado na margem oposta do rio que divide a localidade mexicana de Progreso, onde vive, o jovem Polo vê-se obrigado a servir os ricos e a ser explorado pelo patrão.</p>
<p>Nesse condomínio, conhece o obeso e solitário Franco, filho de um advogado influente, com quem estabelece uma relação momentânea, regada a álcool, cigarros, baboseiras e fantasias.</p>
<p>Viciado em pornografia, Franco desenvolve uma obsessão por uma vizinha atraente e casada, ao ponto de engendrar com Polo, durante os seus encontros secretos junto ao cais, um plano macabro para obterem aquilo que julgam merecer.</p>
<p>Lusa</p>
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		<title>Compre na Black Friday, poupe no Natal: dicas para economizar nos presentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Nov 2023 10:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Branded Content]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A época festiva está cada vez mais próxima e, no seu contexto, floresce uma incomensurável dose de entusiasmo (e até stress, por vezes) no que toca à oferta de presentes.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A época festiva está cada vez mais próxima e, no seu contexto, floresce uma incomensurável dose de entusiasmo (e até stress, por vezes) no que toca à oferta de presentes.</p>
<p>Felizmente, uma das melhores estratégias para colmatar as eventuais dificuldades que poderá encontrar à medida que vai percorrendo a sua lista de compras (sem ter de declarar bancarrota) consiste em aproveitar os saldos e promoções da <em><u><a href="https://www.notino.pt/black-friday/" target="_blank" rel="noopener">Black Friday</a></u></em>.</p>
<p>Ao planear as suas compras antecipadamente e ao efetuar as melhores escolhas enquanto este género de eventos vigora, poderá poupar significativamente nos seus presentes de Natal.</p>
<p>Apresentamos-lhe abaixo alguns conselhos e dicas de modo a conseguir otimizar os seus gastos ao fazer compras no âmbito da <em>Black Friday</em>.</p>
<h2>7 dicas e conselhos para poupar no Natal durante a <em>Black Friday</em></h2>
<h3>1.      Comece por elaborar uma lista</h3>
<p>Antes de as promoções da <em>Black Friday</em> sequer começarem, é fundamental definir uma lista; saiba, contudo, que esta não é uma lista qualquer, mas sim um plano devidamente elaborado e concebido a pensar nas pessoas para quem irá efetuar compras, assim como nos respetivos gostos e necessidades.</p>
<p>Isto irá ajudá-lo a focar-se, evitando, assim, cair no erro comum de comprar compulsiva e impulsivamente, como é típico da <em>Black Friday</em>, sendo precisamente esse o objetivo de alguns comerciantes.</p>
<h3>2.      Defina um orçamento</h3>
<p>É incrivelmente fácil deixarmo-nos levar pelas fantásticas ofertas que nos aparecem à frente no contexto dos saldos e promoções da <em>Black Friday</em>, razão pela qual a definição de um orçamento para cada presente em particular e para as compras de Natal em geral impedi-lo-á de ceder a gastos excessivos.</p>
<p>Lembre-se de que o objetivo é poupar dinheiro e não comprar mais só porque as promoções são aliciantes.</p>
<h3>3.      Efetue uma pesquisa e estabeleça um termo de comparação</h3>
<p>Antes de o grande dia chegar, faça o seu trabalho de casa – pesquise pelos artigos e produtos que deseja adquirir e compare os preços disponibilizados pelas várias plataformas.</p>
<p>Alguns comerciantes poderão oferecer descontos adicionais ou pacotes promocionais, pelo que deverá sempre garantir que está a tirar o máximo partido deste evento sem incorrer em gastos excessivos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>1.      Aproveite as vantagens de comprar online</h3>
<p>Uma das maiores vantagens da <em>Black Friday</em> tal como tem acontecido nos últimos anos está precisamente no aumento do volume de compras online.</p>
<p>Efetuar compras pela Internet não só o ajuda a evitar multidões, como também lhe facilita a vida quando se trata de comparar preços em tempo real, podendo, inclusivamente, obter códigos promocionais aplicáveis apenas através do site de uma determinada loja.</p>
<h3>2.      Não se concentre apenas nas maiores percentagens de desconto</h3>
<p>Embora possa sentir-se tentado a aderir aos descontos elevados, o mais aconselhável é, por vezes, poupar ligeiramente menos, mas adquirir produtos de alta qualidade.</p>
<p>Por exemplo, se estivermos a falar de fragrâncias de luxo ou produtos de cuidados da pele e maquilhagem de marcas de renome, existe sempre a possibilidade de adquirir algo de mais especial no contexto da <em>Black Friday</em> sem, contudo, ter de suportar o custo da extravagância.</p>
<h3>3.      Seja rápido, mas não imprudente</h3>
<p>Os artigos mais populares são os que desaparecem quase de imediato durante as promoções da <em>Black Friday</em>, razão pela qual é importante agir rapidamente.</p>
<p>No entanto, não deixe que a pressão das ofertas limitadas o leve a tomar decisões precipitadas das quais poderá vir a arrepender-se posteriormente.</p>
<p>Na eventualidade de os presentes que tiver adquirido não serem ideais, certifique-se de que os mesmos se encontram abrangidos pela política de trocas e devoluções da respetiva loja.</p>
<h3>4.      Consulte as políticas de trocas e devoluções</h3>
<p>Reforçamos a ideia com que concluímos a dica anterior – antes de comprar, procure familiarizar-se com a política de <u><a href="https://www.publico.pt/2022/12/27/impar/noticia/nao-serviu-nao-gostei-ja-trocar-2032669" target="_blank" rel="noopener">trocas e devoluções</a></u> de cada loja que visitar.</p>
<p>A época festiva é dos períodos do ano em que se registam mais trocas e devoluções, pelo que deve certificar-se de que os presentes que comprar se encontram abrangidos, podendo ser trocados ou devolvidos consoante necessário; para tal, solicite sempre um talão de troca, de forma a evitar burocracias.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>Ao efetuar as suas compras durante a <em>Black Friday</em>, poderá adquirir presentes de alta qualidade a preços consideravelmente reduzidos, algo que lhe permite esticar a alegria inerente à época sem esticar a carteira por arrasto.</p>
<p>Lembre-se de permanecer focado, de comprar responsavelmente e de aproveitar os descontos e promoções da <em>Black Friday</em> para viver a melhor experiência de compras da época natalícia.</p>
<p>Boas poupanças e festas felizes!</p>
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		<title>Descobre os jogos favoritos dos portugueses nos casinos online</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Nov 2022 14:27:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os casinos e casas de apostas online revolucionaram o mercado de apostas e de jogos de sorte e azar, tornando-os mais acessíveis, mais divertidos, mais avançados tecnologicamente e com uma panóplia de possibilidades quanto a apostas e jogos de casinos.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Os casinos e casas de apostas online revolucionaram o mercado de apostas e de jogos de sorte e azar, tornando-os mais acessíveis, mais divertidos, mais avançados tecnologicamente e com uma panóplia de possibilidades quanto a apostas e jogos de casinos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os </span><a href="https://www.betway.pt/casino/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">casinos online</span></a><span style="font-weight: 400;">, como a </span><b>Betway</b><span style="font-weight: 400;">, permitem que, com um simples registo, o jogador tenha acesso a um quase infindável e diversificado portfólio de jogos, dos slots à roleta, dos jogos de cartas, como o póquer ou o blackjack, aos jogos de dados, como o sic bo ou a banca francesa, passando pelo bingo, pelas raspadinhas online e pelas apostas desportivas pré-jogo e ao vivo. Mas quais os jogos favoritos dos jogadores portugueses?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O regime legal português</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O governo português aprovou, em 2015, a lei que regula a atividade de exploração de jogos e apostas online. A partir daí, o Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos (SRIJ) e a Comissão de Jogos, ambos sob a tutela do Instituto do Turismo, passaram a licenciar, regular e supervisionar as entidades e a indústria de jogos e apostas no nosso país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em sete anos, desde a aprovação do Regime Legal, os órgãos reguladores e licenciados, atribuíram mais de 25 licenças a empresas como, por exemplo, a GM Gaming Limited, que opera a marca </span><b>Betway</b><span style="font-weight: 400;">, detentora das licenças 21 e 22, de apostas desportivas e de jogos de fortuna e azar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As estatísticas</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma das funções do SRIJ é a publicação de relatórios que dêem conta da atividade em Portugal. Desde 2015 e com periodicidade trimestral, o SRIJ publica relatórios da atividade de jogos e apostas online, que dão conta, entre outros números, dos seguintes dados:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Número de licenças atribuídas</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Número de jogadores registados</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Volume de apostas</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Receitas dos casinos</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">As apostas desportivas com maior volume</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Os jogos de casino com maior volume</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Monitorização de operadores</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Os jogos de casino preferidos</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o último relatório divulgado pelo SRIJ, referente à situação do 2º trimestre de 2022, a lista de jogos de casino favoritos dos portugueses é a seguinte:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Máquinas de jogos (Slots)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Roleta Francesa</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Blackjack/21</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Banca Francesa</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Póquer não bancado</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Póquer em modo torneio</span></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estes e outros jogos constituem parte da oferta dos casinos online em Portugal, como a </span><b>Betway</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Note-se que as máquinas de jogos lideram o volume de apostas, com 79.9% do total. Um número bastante significativo, que se deve, sobretudo, à simplicidade do jogo, às apostas baixas e à possibilidade de ganhos elevados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos jogos de mesa, a roleta francesa, com retorno ao jogador mais elevado do que a roleta americana, ocupa o primeiro lugar de preferências, com 8.7% do volume de apostas. Seguem-se o blackjack, com 4.6% do volume e a roleta francesa, com 2.8%. Ainda assim, a diferença entre jogos de cartas e jogos de dados é bastante significativa. O póquer não bancado, na quinta posição, representa 2.2% do volume de apostas. A fechar a lista, os torneios de póquer, correspondem a 1.8% do volume de apostas no segundo trimestre de 2022.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Um suplemento que pode ajudar na recuperação da COVID-19</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/um-suplemento-que-pode-ajudar-na-recuperacao-da-covid-19/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2022 15:35:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com um ensaio clínico, um novo suplemento alimentar belga pode ter efeitos positivos na recuperação da COVID-19. Quercetina, Curcumina e Vitamina D3 aceleram tempos de resposta do sistema imunitário e recuperação, evitando evolução para estados mais graves da infecção viral causada pelo SARS-CoV-2.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com um ensaio clínico, um novo suplemento alimentar belga pode ter efeitos positivos na recuperação da COVID-19. Quercetina, Curcumina e Vitamina D3 aceleram tempos de resposta do sistema imunitário e recuperação, evitando evolução para estados mais graves da infecção viral causada pelo SARS-CoV-2.</p>
<p>Um novo estudo, baseado num ensaio clínico aleatório, que envolveu 50 pacientes e foi conduzido pelo Departamento de Medicina da King Edward Medical University de Lahore, no Paquistão, sob a supervisão do Dr. Amjad Khan, concluiu que a ingestão diária do novo suplemento alimentar belga (Nasafytol®), à base de Quercetina (65 mg), Curcumina (42 mg) e Vitamina D3 (2,2 μg), durante 14 dias, por pacientes com sintomas de COVID-19 leves a moderados e na fase inicial da doença, contribuiu para que a infecção viral provocada pelo SARS-CoV-2 fosse eliminada mais depressa.</p>
<p>O mesmo suplemento contribuiu, também, para que os sintomas agudos associados à COVID-19 fossem debelados mais rapidamente e para que os níveis de infecção e inflamação do marcador PCR melhorassem substancialmente, permitindo que os pacientes recuperassem mais rapidamente.</p>
<p>«Ainda não temos um medicamento único que possa tratar a COVID-19 e, dada a complexidade do vírus e das suas múltiplas e rápidas mutações, nem sabemos se isso alguma vez será possível. Temos, assim, vindo a realizar vários ensaios, de modo a chegarmos a tratamentos mais eficazes, que acelerem os tempos de resposta do sistema imunitário, e diminuam, ou mesmo impeçam, a evolução para situações mais graves. A quercetina e a curcumina são dois polifenóis naturais amplamente estudados, que possuem efeitos farmacológicos antivirais, anti-inflamatórios e antioxidantes de largo espectro comprovados. A vitamina D3, por seu lado, é reconhecida por desempenhar um papel fundamental no fortalecimento da imunidade inata, na capacidade de modular a resposta imunitária adaptativa e contribui para diminuir a libertação de substâncias pró inflamatórias, estando presente em inúmeros alimentos», afirma o Dr. Amjad Khan.</p>
<p>Este ensaio clínico aleatório envolveu 50 pacientes em regime ambulatório, diagnosticados com COVID-19 em fase inicial, com sintomas leves a moderados, confirmados por testes RT-PCR, e que foram divididos em dois grupos: um que recebeu o tratamento standard (paracetamol e/ou um antibiótico (azitromicina) conjugado com o Nasafytol® (2 cápsulas por dia, durante 14 dias); e outro, a quem foi apenas ministrado o tratamento standard.</p>
<p>«Os resultados do estudo foram muito encorajadores e provavelmente devido à eficácia sinérgica dos mecanismos imunomoduladores, antioxidantes, anti-inflamatórios e antivirais revelou ser um adjuvante seguro e cientificamente comprovado no tratamento da COVID-19 na fase inicial», sublinha o mesmo responsável, adiantando que «o grupo que tomou o Nasafytol® apresentou uma resposta negativa mais rápida ao teste nasofaríngeo SARS-CoV-2 RT-PCR ao sétimo dia, i.e. 15 (60%) <em>versus</em> 5 (20%) do outro grupo. Por outro lado, os sintomas agudos associados à COVID-19 foram resolvidos mais rapidamente no grupo a quem foi ministrado o suplemento alimentar ao sétimo dia, i.e.15 (60%) <em>versus</em> 10 (40%) no grupo que se submeteu apenas ao tratamento standard. Por seu turno, os pacientes do grupo a quem foi ministrado o Nasafytol® apresentaram uma diminuição significativamente mais elevada dos níveis de PCR ao sétimo dia, com uma média de 34,0 a 11 mg/dL e por comparação com o grupo que não tomou o suplemento, 36,0 a 22,0 mg/dL, <em>p</em> = 0,006.”</p>
<p>O estudo também concluiu que o tratamento adjuvante com o Nasafytol® foi bem tolerado pela totalidade dos 25 pacientes envolvidos no ensaio, não tendo sido reportados efeitos secundários, complicações ou/e eventos adversos graves.</p>
<p>O artigo completo sobre o estudo está disponível <a href="https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fphar.2022.898062/full" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Com marca histórica, futebol e futsal feminino têm mais de 12 mil jogadoras federadas</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/com-marca-historica-futebol-e-futsal-feminino-tem-mais-de-12-mil-jogadoras-federadas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 May 2022 09:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exercício Físico]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Portugal nunca presenciou um número tão elevado de atletas federadas, um número muito interessante e que a Federação Portuguesa de Futebol fica satisfeita.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal nunca presenciou um número tão elevado de atletas federadas, um número muito interessante e que a Federação Portuguesa de Futebol fica satisfeita.</p>
<p>O ano transato foi negativo no número de atletas federadas em Portugal, onde caiu para metade face a 2020. Todavia, 2022 foi satisfatório e o número cresceu para um novo recorde, 7773 atletas de futebol e 4232 do futsal. Um número muito interessante e que <a href="https://oddsscanner.com/pt/futebol" target="_blank" rel="noopener">o crescimento do futebol feminino impulsiona também o setor de apostas e odds de futebol.</a> Assim sendo, tudo indica que o futuro próximo traga mais-valias para as jogadoras registradas na <a href="https://www.fpf.pt/" target="_blank" rel="noopener">federação portuguesa.</a></p>
<h3><strong>O crescimento feminino em Portugal</strong></h3>
<p>Este crescimento de atletas federadas surge de igual forma perante a realidade das competições. Tendo o número aumentado de forma gradual e que impulsiona assim, simultaneamente, as apostas desportivas no que toca a modalidades femininas.</p>
<p>Nunca existiram tantas atletas federadas na última década, seja no futebol ou futsal feminino. Fruto da crise de saúde que se espalhou com força em Portugal e no mundo o número teve alguma decadência em 2021, mas a subida em 2022 foi interessante.<br />
A história está feita, no novo máximo de atletas e que abre oportunidades de apostas num desporto que oferece odds apelativas, principalmente nas equipas que são destaque em Portugal, como o Benfica, Sporting CP e Braga.</p>
<h3><strong>As equipas que alavancaram a história</strong></h3>
<p>Na verdade, a história é feita não só pelo número de atletas, mas sim pelo número de equipas que amarraram nas atletas para alavancar a história. Contudo, também as apostas vieram diversificar uma modalidade que não era reconhecida.</p>
<p>Em Portugal, as equipas mais fortes no <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/categoria/bem-estar/exercicio-fisico/">futebol e futsal feminino</a> fizeram a aposta certa, dando mesmo a oportunidade das atletas se mostrarem ao país nos seus principais estádios, como foi o caso do Benfica e Sporting CP. Tudo isto passou a imagem positiva e foram mesmo números muito interessantes de adeptos que surgiram nos estádios.</p>
<p>Aliado a isso, os sites de apostas perceberav o quão relevante poderia ser o futebol e futsal feminino, abrindo as portas às excelentes odds, mas também patrocinando algumas equipas.<br />
O mercado ainda é curto e apenas as equipas mais fortes se destacam nas odds, mas com o crescimento gradual das atletas federadas será notório, a curto prazo, uma força muito mais equilibrada entre equipas, visando o interesse de todos no feminino.</p>
<h3><strong>Dos graúdos aos seniores</strong></h3>
<p>Ainda que o<a href="https://www.fpf.pt/pt/News/Todas-as-not%C3%ADcias/Not%C3%ADcia/news/34124" target="_blank" rel="noopener"> maior crescimento tenha sido nos seniores (34%) e as apostas</a> e odds apenas surjam para jogos de grande relevância, todos os escalões são importantes para o crescimento, onde a comunicação social tem dado a mostrar aos portugueses que há muito mais do que três equipas em Portugal.</p>
<p>Na verdade, alguns canais já começaram a transmitir jogos de futsal e futebol feminino. Com isto, eleva-se assim a fasquia e reconhecimento das modalidades femininas. O objetivo do crescimento para 20 mil atletas pode ser alcançado mais rapidamente.</p>
<h3><strong>Atletas estrangeiras para dinamizar competição</strong><br />
<img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-221141 size-large" src="https://foreveryoung.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/futbol-femenino1-1024x576.png" alt="Com marca histórica, futebol e futsal feminino têm mais de 12 mil jogadoras federadas" width="1024" height="576" title="Com marca histórica, futebol e futsal feminino têm mais de 12 mil jogadoras federadas"></h3>
<p>Já com excelentes performances na<a href="https://pt.uefa.com/womenschampionsleague/" target="_blank" rel="noopener"> Liga dos Campeões femininas</a>, a verdade é que as atletas estrangeiras que chegam a Portugal são, também, uma excelente ajuda na reputação do futebol e futsal feminino. Com isto, o futebol é visto de bom grado no estrangeiro, impulsionando assim de um modo geral uma modalidade que tem tudo para ter um futuro satisfatório.</p>
<p>Sendo o futebol o desporto rei de Portugal e o futsal uma modalidade que atrai cada vez mais, a comunicação social deverá ajudar também a que haja mais reconhecimento num país que se vive e respira futebol.</p>
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		<title>Redes sociais e videos online viram bibliotecas de dicas para saúde e beleza em 2022</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 May 2022 16:02:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As redes sociais estão a abrir espaço para profissionais de saúde e de estética em Portugal, inclusive de maneira gratuita. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As redes sociais estão a abrir espaço para profissionais de saúde e de estética em Portugal, inclusive de maneira gratuita. São criadores de conteúdo que buscam ajudar pessoas que querem ter mais cuidados com o bem-estar.</p>
<p>O alcance desses serviços é crescente, e até mesmo influenciadores de outros países estão no feed dos portugueses. Isso é visto como algo positivo, pois o impacto principal é um cuidado melhor com algumas questões de saúde. Entretanto, é preciso ter cuidado com o conteúdo consumido, seja em fotos ou nos vídeos online.</p>
<p>Um dos criadores de conteúdos que seguem esse caminho é o nutricionista Jon Venus, que possui mais de 140 mil seguidores no Instagram. O português nascido na região de Lisboa está a crescer na plataforma com dicas de beleza, saúde e também fitness. Ele inspirou homens a entrar em forma, assim como a cuidar da alimentação.</p>
<p>No caso das mulheres, uma das principais referências é a <u><a href="https://www.instagram.com/anitadacosta/" target="_blank" rel="noopener">influencer Anita da Costa</a></u>, que passou recentemente dos 265 mil seguidores na rede social.</p>
<p>Outra criadora de conteúdo em destaque é a Alice Trewinnard, que possui 300 mil seguidores com dicas saudáveis que influenciam milhões de portugueses. Todos esses exemplos mostram como as redes sociais estão a causar impacto nesta área, inclusive a melhorar a saúde de muitas pessoas.</p>
<p>A <u><a href="https://foreveryoung.sapo.pt/doencas-causadas-pela-obesidade-a-que-devemos-estar-atentos/">obesidade é um problema</a></u> em toda a Europa, também em Portugal, daí precisa ser debatida nas redes sociais. Esses serviços acabam por trazer uma solução, mesmo que traga alguns problemas.</p>
<p>Nem todos os criadores de conteúdo são profissionais da saúde. Ou seja, é preciso saber de onde tirar as melhores informações. É um desafio para os portugueses, assim como para outras nacionalidades. As redes sociais estão a crescer em grande volume, e não faltam conteúdos diversos.</p>
<p>Até mesmo influenciadores de fora de Portugal, seja do Brasil ou de outro país, acabam por causar impacto na rotina das pessoas. Afinal, criadores de conteúdos brasileiros, por exemplo, podem somar milhões de seguidores e garantir um alcance crescente na web.</p>
<h2>As redes sociais e os vídeos online</h2>
<p>Uma das maneiras de aumentar o alcance desses conteúdos mais saudáveis é com os vídeos, que estão em alta cá em Portugal e no resto do mundo. O uso de TikTok com dicas de saúde, por exemplo, só cresceu nestes últimos anos.</p>
<p>Um profissional de saúde consegue criar um conteúdo com as apps das redes sociais, ou então com o uso de um editor de video online, como <u><a href="https://invideo.io/pt/criar/movie-maker-online/" target="_blank" rel="noopener">Movie Maker da InVideo</a></u>. Isso facilita o alcance do conteúdo, algo positivo para os criadores e também para os portugueses em busca de informações.</p>
<p>A web sempre foi uma biblioteca de informações, mas as redes sociais criaram uma maneira mais acessível de chegar a esse conteúdo nas pessoas. Além de uma linguagem mais popular, essas apps também oferecem <u><a href="https://eco.sapo.pt/2021/07/30/tiktok-nao-para-de-crescer-estas-sao-as-contas-mais-seguidas-em-portugal/" target="_blank" rel="noopener">conteúdos dinâmicos em vídeo</a></u> que facilitam a assimilação das dicas.</p>
<p>Ou seja, os portugueses consomem mais publicações com dicas de saúde, principalmente no formato audiovisual. Isso acontece não apenas no TikTok e no Instagram, que estivemos a citar, mas também no Facebook, no Twitter e de maneira mais recorrente no YouTube.</p>
<p>O tema saúde é importante para todos, seja em Portugal ou em outro país, por isso esse impacto das redes está a ficar mais positivo. Os profissionais da área ganham espaço, e os conteúdos de qualidade chegam nas pessoas.</p>
<p>Vários criadores de conteúdo são associados a aspetos menos importantes, mas isso muda em toda a web. As redes sociais e os vídeos online transformam publicações simples em dicas que podem salvar vidas.</p>
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		<title>Novas formas de entretenimento online estão a crescer ao redor do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 May 2022 11:26:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cada ano que passa surgem novas formas de entretenimento online que estão a crescer e a chamar a atenção um pouco por todo o mundo.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A cada ano que passa surgem novas formas de entretenimento online que estão a crescer e a chamar a atenção um pouco por todo o mundo. De audiobooks, passando por jogos de casino, até chegar aos <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/netflix-hbo-nos-play-ou-amazon-prime-qual-compensa-mais-saiba-aqui/">diversos serviços de streaming</a>, neste artigo vai conhecer como estes se destacam no universo online.</p>
<p><strong>Audiobooks em crescimento acelerado</strong></p>
<p>Segundo os dados divulgados pela empresa de consultoria Deloitte, o mercado de audiobooks ultrapassou a faixa de 3,5 mil milhões em 2020 e não parou de crescer desde então.</p>
<p>É verdade que este é um mercado recente quando comparado ao dos tradicionais livros físicos, mas o boom de popularidade de <a href="https://www.kobo.com/pt/pt" target="_blank" rel="noopener">plataformas de audiobooks como Kobo</a> nos últimos anos está a tornar a prática cada vez mais próxima do mainstream.</p>
<p>Existem diversos motivos responsáveis pela popularidade desta forma de entretenimento relativamente recente, e um dos principais é o número surpreendente de verdadeiros talentos que estão a gravar audiobooks.</p>
<p>Atualmente é possível encontrar celebridades como Elisabeth Moss a narrar “The Handmaid’s Tale”, livro no qual foi baseada a série homónima em que ela atua como protagonista Offred; Meryl Streep a narrar o clássico “Charlotte’s Web”; e até mesmo o cavalheiro britânico Stephen Fry a ler o primeiro livro da série “The Hitchhiker&#8217;s Guide to the Galaxy” e a coleção completa dos livros de Sherlock Holmes escritos por Arthur Conan Doyle.</p>
<p>Como se isto já não fosse o suficiente para atrair novos leitores, hoje em dia este tipo de conteúdos são verdadeiras produções que contam com efeitos sonoros especialmente criados, bandas sonoras profissionais e até mesmo áudio 3D de som que permite que o ouvinte sinta que faz parte da cena.</p>
<p>Vale a pena mencionar que algumas das produções contratam elencos inteiros para interpretar os personagens e o romance “Lincoln in the Bardo”, obra do autor de renome George Saunders, chegou a ter mais de 160 narradores diferentes para dar vida ao elenco incrivelmente diverso de personagens.</p>
<p>Além dele, outras obras, com destaque para “American Gods” e “The Sandman” do britânico Neil Gaiman, também receberam tratamento especial e fizeram sucesso entre o novo público de audiobooks.</p>
<p>Com tudo isto em prol dos audiobooks, não é surpresa que, segundo dados da Grand View Research, o tamanho do mercado global do setor se deva expandir a uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 24,4% até 2027.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-220572 size-medium" src="https://foreveryoung.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/pexels-photo-1044488-233x300.webp" alt="Novas formas de entretenimento online estão a crescer ao redor do mundo" width="233" height="300" title="Novas formas de entretenimento online estão a crescer ao redor do mundo"></p>
<p><strong>Jogos de casino também registam ótimos números</strong></p>
<p>Outro tipo de entretenimento online que está em alta são os jogos de casino, especialmente os slots online. Disponíveis através de <a href="https://www.pokerstars.pt/casino/slots/" target="_blank" rel="noopener">plataformas como o PokerStars Casino</a>, estes jogos com raízes que remontam a vários séculos se estabeleceram online, com uma variedade de temas e designs, inspirados na mitologia, festividades e muito mais.</p>
<p>Segundo dados da empresa de consultoria Statista, a indústria de casinos está a ter um crescimento expressivo ao longo dos últimos anos devido ao crescimento da chamada economia de experiência em muitas partes do mundo, o que faz com que os casinos online tenham chamado a atenção de utilizadores à procura de conteúdos diferenciados.</p>
<p>Segundo estimativas da companhia de consultoria, a indústria global de casinos chegou a um total de 227 mil milhões de dólares em 2020 e os números não param de crescer, de forma que se espera que o setor registe um CAGR de 11,49% entre o período de 2021 a 2026.</p>
<p>Além dos diversos jogos disponíveis e da procura por experiências, muitos outros motivos são citados pela Statista para explicar o rápido crescimento dos casinos por todos os cantos do globo.</p>
<p>Um dos principais é a chegada de novas tecnologias como a inteligência artificial (AI), os chatbots e o machine learning, que ajudaram os casinos a desenvolverem experiências cada vez mais personalizadas para os seus jogadores.</p>
<p>Além destas tecnologias, outro fator positivo é o aumento dos utilizadores que cada vez mais estão consciencializados para a prática do jogo responsável.</p>
<p>Para completar os motivos para a previsão positiva de crescimento para os próximos anos, podem ser apontados a enorme variedade de conteúdos que vão desde torneios ao vivo, com interações virtuais e o modo multiplayer, com diversos jogadores.</p>
<p><strong>Outras formas de entretenimento online também estão a crescer</strong></p>
<p>Além dos audiobooks e dos jogos de casino, com a internet cada vez mais popular e principalmente segura por todo o mundo, incluindo Portugal, diversas outras formas de entretenimento online também aumentam tendencialmente muito em popularidade.</p>
<p>Neste sentido, algumas das principais são os diversos streaming de vídeo através de <a href="https://www.netflix.com/pt/" target="_blank" rel="noopener">plataformas como Netflix</a>, assim como os podcasts, que contam com opções como “Dear Hank and John”, “Freakonomics”, “Welcome to Night Vale” e inúmeras outras produções de alto nível.</p>
<p>Com efeito, com a vaga de digitalização e inovação, fica provado que o mundo do entretenimento online só tem a ganhar com os avanços tecnológicos.</p>
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		<item>
		<title>Dicas de Segurança para Conduzir com Dificuldades Auditivas</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/dicas-de-seguranca-para-conduzir-com-dificuldades-auditivas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Nov 2021 10:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Siga estes passos e mantenha-se seguro ao volante</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já parou para pensar no impacto que a <strong>audição</strong> tem na sua <strong>condução</strong>? Provavelmente mais do que imagina. Embora a visão seja, sem dúvida, o sentido mais valorizado quando nos encontramos ao volante, a audição tem também um papel fundamental na deteção de sinais imprescindíveis a uma boa condução. Sinais como a <strong>sirene de veículos de emergência</strong> em aproximação, a buzina de um condutor impaciente ou simplesmente perceber se os seus indicadores de direção estão ativados ou não.</p>
<p>De uma forma geral e embora a perda auditiva possa não afetar significativamente a sua capacidade de conduzir, nunca é demais estar preparado e tomar <strong>precauções extra</strong>.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Conduzir com dificuldade auditiva</strong></p>
<p>Se a sua audição não é a melhor, deve seguir estas dicas para ser um condutor mais seguro.</p>
<p><u>Antes de conduzir:</u></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Se tem dificuldades auditivas e <strong>utiliza aparelhos auditivos</strong>, apesar destes serem projetados para discernir os sons que realmente importam dos ruídos de fundo, é muito importante <strong>eliminar as distrações</strong> enquanto conduz.</li>
<li><strong><a href="https://audicaoactiva.pt/aparelhos-auditivos/manutencao-de-aparelhos-auditivos/" target="_blank" rel="noopener">Faça a manutenção dos seus aparelhos auditivos</a></strong>. Visite um especialista regularmente, pelo menos a cada seis meses, para <em>check-ups</em> e limpezas.</li>
<li><strong>Certifique-se de que as pilhas do aparelho auditivo têm carga suficiente.</strong> É recomendado que os utilizadores de aparelhos auditivos carreguem sempre consigo um conjunto suplente de pilhas. Se as baterias começarem a indicar que estão fracas enquanto conduz, não tente trocá-las enquanto o veículo estiver em movimento. Em vez disso, pare numa área segura e faça a troca.</li>
</ul>
<p><u>Ao conduzir:</u></p>
<ul>
<li><strong>Reduza o volume do rádio do carro.</strong> Manter o volume baixo não só é bom para a sua audição no geral, como também lhe permite concentrar-se nos outros sons ao seu redor. Ajuste o volume antes de iniciar a condução para que não tenha de mexer nos controlos enquanto o veículo estiver em movimento.</li>
<li><strong>Peça aos passageiros que mantenham a conversa num tom baixo.</strong> Embora seja divertido participar nas conversas, isto pode significar que a sua atenção não está totalmente focada na estrada.</li>
<li><strong>Mantenha as janelas do carro fechadas para minimizar o ruído da estrada.</strong> Sempre que puder, deve reduzir a variedade de ruídos que competem pela sua atenção. Assim será capaz de ouvir os sons que precisa e importam para a sua segurança.</li>
<li><strong>Concentre-se apenas em conduzir</strong>. Isto significa que tudo o resto, como enviar mensagens, falar ao telefone, comer ou aplicar maquilhagem, pode esperar até chegar ao seu destino.</li>
<li><strong>Torne a sua ferramenta de navegação mais fácil de seguir.</strong> Todos nós dependemos da navegação GPS atualmente. <strong><a href="https://audicaoactiva.pt/aparelhos-auditivos/resound/" target="_blank" rel="noopener">Se tiver aparelhos auditivos com Bluetooth, como é o caso do Resound Linx Quattro, sincronize-os com o seu GPS para obter instruções que sejam mais fáceis de ouvir</a></strong>. Coloque o dispositivo GPS ou o telefone num suporte do painel onde possa vê-lo facilmente sem olhar para baixo.</li>
</ul>
<p>Lembre-se também que, a partir dos <strong>60 anos de idade</strong>, é necessário apresentar um <strong>atestado médico</strong>, onde constam as capacidades auditivas, para <strong>revalidar a carta de condução</strong>. Deve, por isso, estar atento aos sinais de alarme e consultar um especialista, logo que <a href="https://audicaoactiva.pt/dificuldades-auditivas/" target="_blank" rel="noopener">as suas dificuldades auditivas comecem a interferir com as suas atividades diárias</a>.</p>
<p><strong>Recomendações para quem sofre de dificuldade auditiva</strong></p>
<p><strong><a href="https://audicaoactiva.pt/aparelhos-auditivos/" target="_blank" rel="noopener">A recomendação mais indicada para algumas pessoas com dificuldades auditivas pode ser o uso de aparelhos auditivos</a></strong>, especialmente se for uma dificuldade auditiva relacionada com a idade. Os aparelhos auditivos não só amplificam os sons importantes para quem anda na estrada, como podem contribuir para manter o seu <strong>cérebro ativo</strong> e pronto para perceber e interpretar os <strong>sons do ambiente</strong> que o rodeiam. Quanto mais cedo atuar no sentido de minimizar as dificuldades auditivas, maior a probabilidade de conseguir uma <strong>vida de qualidade</strong> a longo prazo.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Melhor Equilíbrio e Mais Segurança Com Uma Melhor Audição</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/melhor-equilibrio-e-mais-seguranca-com-uma-melhor-audicao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Nov 2021 10:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os problemas no ouvido podem causar mais do que apenas dificuldades em ouvir.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os problemas no ouvido podem causar mais do que apenas dificuldades em ouvir. Podem também afetar a capacidade de andar, ficar de pé e até <strong>manter o equilíbrio</strong>. Um bom equilíbrio reflete aptidão física e mental, <strong>começando logo no ouvido!</strong></p>
<p>Grande parte do sistema vestibular, que ajuda na manutenção do equilíbrio, fica no ouvido interno. Embora seja bastante comum a ocorrência de uma crise passageira de tonturas, os especialistas estimam que, ao longo da vida, <strong>cerca de 4 em cada 10 pessoas</strong> vão ao médico por causa de um episódio significativo de tonturas. Esta perda de equilíbrio pode levar a uma <strong>sensação de flutuar</strong> ou até mesmo a um desmaio, sensações que têm origem no ouvido interno.</p>
<p>No estudo* realizado pelos médicos Frank Lin e Luigi Ferrucci da Universidade Americana John Hopkins, que envolveu cerca de 2 mil pacientes, verificou-se que a <strong>perda auditiva é um fator de risco associado a quedas</strong> e acidentes sofridos por grande número de pessoas, sobretudo nas faixas etárias elevadas.</p>
<p>Resumidamente, se as capacidades auditivas diminuem, diminuem igualmente os recursos cognitivos que, no processo da audição, contribuem para a perceção do ambiente, dificultando a manutenção do equilíbrio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mas como é que a audição afeta o equilíbrio?</strong></p>
<p>O ouvido interno é composto por duas partes: a cóclea, responsável pela audição e os canais semicirculares, responsáveis pelo equilíbrio.</p>
<p>O sistema vestibular deteta o movimento através de células sensoriais especiais que são ativadas quando inclinamos ou movemos a cabeça. Estas enviam sinais para o nervo vestibular que, juntamente com o nervo coclear, transporta sinais elétricos para o cérebro, o que nos permite ter a <strong>noção de movimento no espaço</strong>.</p>
<p>Quando, por algum motivo, estes órgãos se encontram danificados, o que é mais comum em pessoas em <strong>idade avançada</strong>, é natural que surjam alguns desequilíbrios esporádicos. Estas pessoas podem sentir que estão em movimento quando não estão, fazer um grande esforço para se manterem em pé ou ter enjoos mesmo estando paradas. Tudo isto pode levar a <strong>quedas e acidentes mais graves</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Previna as quedas com uma Audição Activa</strong></p>
<p>É, sem dúvida, comum serem as pessoas de maior idade a sofrerem quedas e acidentes por desequilíbrios momentâneos e uma das possíveis causas associadas a esta falta de equilíbrio é a diminuição das capacidades auditivas.</p>
<p>No caso da falta de equilíbrio estar associada a dificuldades auditivas, <strong><a href="https://audicaoactiva.pt/aparelhos-auditivos/" target="_blank" rel="noopener">o uso de aparelhos auditivos</a></strong> poderá ser uma boa opção para <strong>minimizar o risco de queda</strong>. O uso de aparelhos auditivos pode melhorar a audição e, assim, contribuir para um melhor equilíbrio.</p>
<p>É aconselhável o seguimento das condições de audição com alguma frequência. <strong><a href="https://audicaoactiva.pt/aparelhos-auditivos/avaliacao/" target="_blank" rel="noopener">Um especialista aconselha aparelhos auditivos consoante as necessidades</a></strong> e o estilo de vida da pessoa em causa.</p>
<p>O uso de aparelhos auditivos, não só melhorará a audição do utilizador como terá um enorme impacto na sua <strong>qualidade de vida</strong>.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*Fonte: <a href="https://jamanetwork.com/journals/jamainternalmedicine/fullarticle/1108740" target="_blank" rel="noopener">https://jamanetwork.com/journals/jamainternalmedicine/fullarticle/1108740</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Professores, uma profissão de elevado risco</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/professores-uma-profissao-de-elevado-risco/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Oct 2021 09:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Professores entre as profissões de alto risco de sofrerem de perda auditiva ocupacional</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Finalmente o tão desejado regresso às aulas! E desta vez presenciais.</p>
<p>A agitação nos corredores, as salas de aulas, o alvoroço dos intervalos, as conversas e as gargalhadas, o som da campainha, as portas a baterem, as brincadeiras dos mais pequenos. São muitos os sons e ruídos aos quais os professores estão expostos diariamente no seu posto de trabalho.</p>
<p>Apesar desta agitação ser desejada por muitos, por representar o regresso às rotinas pré-pandemia, poucos se apercebem do <strong>risco que esta exposição ao ruído representa</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Um inimigo nada silencioso</strong></p>
<p>Um estudo recente da Wakefield Research para a EPIC Hearing Healthcare mostrou que os professores apresentam um <strong>alto risco de desenvolver perda auditiva ocupacional</strong> induzida pelo <strong>ruído</strong>, quando comparada com outras profissões.</p>
<p>Sabemos que a perda auditiva é um factor presente e comum em certas profissões. Mas quando pensámos nisto, provavelmente associamos de imediato este risco a certas profissões relacionadas com indústrias e construção, onde o ruído parece ser mais evidente. A verdade é que, <strong>vários profissionais estão em risco</strong>, entre eles os professores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Números alarmantes</strong></p>
<p>De acordo com este estudo da Wakefield Research, os professores correm um <strong>risco maior de ter dificuldades auditivas quando comparados com trabalhadores de outras áreas</strong>. Os principais resultados desta pesquisa indicam que:</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>15% dos professores foram diagnosticados com problemas auditivos</strong> (em comparação com uma média de 12% noutras profissões),</li>
<li><strong>Professores mais jovens</strong> (18-44 anos) reportam <strong>taxas de diagnóstico</strong> <strong>mais elevadas</strong> quando comparadas com outros profissionais na mesma faixa etária (26% contra 17%),</li>
<li><strong>27%</strong> <strong>suspeitam que têm problemas de audição, mas não procuram ajuda</strong>.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Infelizmente, este estudo também demostrou que os professores<strong> sofrem com as consequências das suas dificuldades auditivas</strong> e que esta condição os afeta de múltiplas formas.  Mais de metade admite que têm de pedir às pessoas para <strong>repetirem o que dizem</strong> e um terço afirma não <strong>entender o que está a ser dito</strong>. O <strong>cansaço e o stress são manifestações comuns</strong> principalmente se estiverem em atividade por longos períodos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Os números podem aumentar</strong></p>
<p>Sabe-se ainda que os <strong>docentes acima dos 50 anos duplicaram em Portugal nos últimos 10 anos</strong> o que pode levar a um aumento no número de pessoas com <strong><a href="https://audicaoactiva.pt/dificuldades-auditivas/" target="_blank" rel="noopener">dificuldades auditivas</a></strong>. Sabe-se que existe uma <strong><a href="https://audicaoactiva.pt/dificuldades-auditivas/causas-da-dificuldade-auditiva/" target="_blank" rel="noopener">relação entre as dificuldades auditivas e o avanço da idade</a></strong> e que este fator pode ser agravado quando pertencentes a grupo de risco no que diz respeito à exposição profissional ao ruído, como é o caso dos professores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Muitos professores não procuram ajuda</strong></p>
<p>A atividade de docência é exigente e a exposição prolongada ao ruído pode acarretar consequências severas. Mas porque é que muitos professores <strong>não procuram ajuda ou tratamento mesmo tendo consciência das suas dificuldades auditivas</strong>?</p>
<p>Muitos professores não procuram ajuda devido a preocupações com o alto custo dos aparelhos auditivos, outros estão preocupados com o estigma social de ter uma deficiência auditiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que poucos sabem</strong></p>
<p>Estas preocupações e reservas até podem parecer válidas, mas a verdade é que, <strong>não procurar ajuda atentadamente pode agravar o problema</strong> assim como as consequências de uma perda auditiva não tratada.</p>
<p>Hoje em dia, as <strong>soluções auditivas evoluíram muito</strong>, os <a href="https://audicaoactiva.pt/aparelhos-auditivos/" target="_blank" rel="noopener">aparelhos auditivos</a> são discretos e a melhoria na qualidade de vida dos utilizadores compensa qualquer estigma ou preconceito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Relativamente ao preço, existem diferentes valores de acordo com o modelo e marca do aparelho auditivo que o utilizador escolher. Caso possa beneficiar do uso deste tipo de tecnologia, procure um <a href="https://audicaoactiva.pt/" target="_blank" rel="noopener">fornecedor</a> de confiança e informe-se com um especialista antes de adquirir um equipamento.</p>
<p>Os <strong>professores e os auxiliares das instituições de ensino podem ainda beneficiar da comparticipação</strong> de certas entidades, como a ADSE, na aquisição de aparelhos auditivos. Informe-se junto do seu fornecedor de eleição das <a href="https://audicaoactiva.pt/parcerias-e-comparticipacoes/" target="_blank" rel="noopener">condições especiais e protocolos existentes</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fontes</p>
<p>https://www.prnewswire.com/news-releases/teachers-at-higher-risk-for-hearing-loss-277432361.html</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>https://www.cmjornal.pt/sociedade/detalhe/professores-acima-dos-50-duplicam-em-dez-anos?ref=DET_CMaoMinuto_3</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>Estes são 7 segredos imperdíveis (e deliciosos) da Cozinha Russa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Apr 2021 11:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Prazeres]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[blini]]></category>
		<category><![CDATA[borscht]]></category>
		<category><![CDATA[frango à Kiev]]></category>
		<category><![CDATA[gastronomia russa]]></category>
		<category><![CDATA[golubtsi]]></category>
		<category><![CDATA[kholodets]]></category>
		<category><![CDATA[pelmeni]]></category>
		<category><![CDATA[salada de arenque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se em 2018 foi ao Mundial de Futebol na Rússia, talvez já conheça algumas das iguarias que sugerimos. Se não foi, prepare-se para uma gastronomia simples, mas absolutamente deliciosa.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Não é das nacionalidades com mais restaurantes em Portugal, apesar de alguns honrosos representantes, mas é uma das mais surpreendentes do ponto de vista gastronómico, não apenas pela originalidade, mas também pela enorme variedade e qualidade de ingredientes, presentes também na cozinha portuguesa.</p>
<p style="text-align: justify;">A cozinha russa recorre com frequência a ingredientes frescos como a carne, o peixe e os vegetais, mas também a hidratos de carbono processados como as massas, e mistura de forma harmoniosa o melhor das cozinhas ocidental e oriental. É uma gastronomia simples e despretensiosa, mas muito saborosa e até saudável. Os pratos mais típicos variam de acordo com a pluralidade regional e étnica do país e agregam ainda a gastronomia original das antigas repúblicas soviéticas.</p>
<p style="text-align: justify;">
Por ser a gastronomia de um país gelado, a cozinha russa é composta por refeições quentes, para fornecer energia e calor durante os invernos. É por isso que é dado maior relevo aos hidratos de carbono e às gorduras do que à proteína. Os vegetais, por exemplo, são hidratos amplamente utilizados, quase sempre cozinhados.</p>
<p style="text-align: justify;">
Descubra alguns dos pratos típicos da Rússia, para saber o que lhe espera se algum dia for a Moscovo ou, simplesmente, a um restaurante russo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Borscht</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">O borscht é uma sopa originária da Ucrânia, mas muito consumida na Rússia, confecionada com beterraba como base, o que lhe dá uma forte coloração vermelha. Outros ingredientes frequentemente adicionados a esta sopa são tomate, repolho, cenoura, pepino, batata, cebola, cogumelos e carne. Muitos chefs gostam de temperar o borscht com vinagre ou, em alternativa, limão.<br />
Na Rússia e na Ucrânia esta sopa é sempre servida quente, embora possa ser consumida fria noutros países, como a Lituânia, por exemplo. O toque final, antes de servir, é adicionar-lhe uma porção generosa de natas, o que irá adocicar a sopa e aveludar o caldo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Blini</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Este prato consiste num tipo de panquecas tradicionais russas, feitas com massa lêveda de farinha de trigo branco ou mourisco, aveia, cevada ou centeio, leite, ovos e natas. Este é o prato tradicional que assinala a celebração do fim do inverno na Rússia, a chamada “Maslenitsa”, na última semana de fevereiro. O blini tradicional é servido acompanhado de caviar ou salmão, mas, tal como qualquer crepe, é igualmente agradável com chantilly, compotas, cogumelos, frango ou frutos silvestres.<br />
A tradição desta iguaria na Rússia é de tal forma marcada, que recentemente foram celebrados os mil anos do blini. A sua forma circular é associada ao sol que surge no final dos invernos rigorosos da Rússia e, para os antigos, dar um blini a uma mulher a seguir ao parto é garante de sorte para o recém-nascido. Do mesmo modo, é tradição servir-se blini nos funerais, porque é visto como um alimento que deve acompanhar o indivíduo desde o nascimento até à morte.<br />
Tradicionalmente a preparação dos blinis obedecia a determinados rituais: a massa tinha de ser preparada pela mulher num local longe de casa, na orla da floresta ou perto de um rio ou lago; depois, o blini podia ser cozinhado em casa, mas sempre numa frigideira ou numa placa de ferro fundido sem pegas, que não podia ser utilizada para cozinhar mais nada. Os primeiros blini da História eram colocados nos parapeitos das janelas, para os pobres que não tinham o que comer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Golubtsi</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">No que diz respeito à aparência, o golubtsi pode fazer lembrar, por vezes, um prato bem português – salsichas enroladas em couve lombarda. No entanto, há diferenças substanciais neste prato russo, que o empratamento pode esconder. Tradicionalmente, estes rolos que compõem o golubtsi são feitos com repolho, mas é possível substituí-lo por couve (qualquer uma) e até por pimentos, sendo que esta última opção resulta num prato completamente diferente. No interior desta espécie de crepes de repolho encontra-se não salsichas, mas carne de vaca picada. Para diferenciar este prato de um outro, do mesmo tipo, mas de origem árabe, o Malfuf, os mais preciosistas dizem que o golubtsi nunca deve ter arroz misturado na carne moída. Uma recomendação nem sempre respeitada, dado que o arroz ajuda a ligar a carne e fica delicioso no golubtsi. O molho utilizado no prato resulta da mistura do refogado da carne picada com sal, pimenta e caril. Muitas vezes é adicionada uma colherada de natas batidas temperadas com um pouco de vinagre.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Frango à Kiev</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Um dos pratos que faz parte da História da Rússia é o frango à Kiev. A receita é típica da Ucrânia, cuja capital é Kiev, remetendo, assim, à Rússia czarista. Trata-se de peito de frango desossado e recheado com manteiga e ervas finas, que depois pode ser apresentado sob a forma de panado, frito ou assado. Um pormenor interessante em torno deste prato é o facto de existir uma corrente de historiadores que afirma que a receita não tem origem russa, mas sim francesa. Segundo esta teoria, a imperatriz Elizabeth Petrovna (1741-1762), da Rússia, era uma aficionada da cozinha francesa, e não só contratava cozinheiros daquele país como enviava os seus a França para aprenderem a culinária típica. Por ser um dos pratos mais famosos da Rússia, o frango à Kiev tem vindo a ser alvo de várias versões, nomeadamente no que diz respeito ao recheio. Além do tradicional – molho de manteiga com ervas finas – existem outros recheios possíveis, como alho picado, queijo, presunto ou salmão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Pelmeni</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Este é um prato russo típico que pode ser encontrado em vários países do leste da Europa. Trata-se de pequenos pastéis esféricos que fazem lembrar raviolis, com cerca de dois a três centímetros de diâmetro, recheados com carne picada, que podem ser servidos na manteiga, com natas frescas ou em sopas. A massa fina é feita com água ou leite, farinha e ovos. Já a carne pode ser de qualquer tipo, sendo comum a mistura de várias. A receita original exige 55% de vaca e 45% de porco. Há ainda quem recorra a carne de cordeiro. São adicionadas especiarias e cebola ao recheio.<br />
Muitas vezes estes pequenos pastéis são congelados para serem preparados na altura de consumir. São cozidos em água a ferver durante cinco minutos, depois de começarem a flutuar. No final, são servidos com manteiga ou natas frescas na versão original, embora haja variantes com mostarda, ketchup ou vinagre. Em alternativa à cozedura, os pelmeni podem ser fritos.<br />
Existem muitas empresas em todo o mundo, com mais incidência em Itália, que produzem pelmeni ultracongelado industrialmente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Kholodets</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Iguaria obrigatória nas festas de fim de ano na Rússia, o kholodets consiste em carne desfiada e salgada, coberta por uma generosa dose de caldo solidificado no frio, com um aspeto semelhante ao de uma gelatina. É um prato que se serve frio e cuja origem é um mistério, embora se saiba que foi por volta do século XIX que os russos começaram a ganhar o gosto por esta espécie de geleia na sua gastronomia.<br />
Por nem sempre ter um aspeto muito apelativo, o kholodets foi, durante muito tempo, um prato que era consumido apenas pelos trabalhadores. Só mais tarde, com o fascínio dos russos pela cozinha francesa e com a curiosidade dos chefs daquele país pelas iguarias russas, o kholodets tornou-se um prato festivo.<br />
Embora varie de região para região, e até de casa para casa, o princípio do kholodets é sempre o mesmo. Pode usar-se carne de porco, de vaca ou de aves. Uma receita muito comum é feita com carne bovina e tempero picante. Perfeita para ser saboreada com um bom shot de vodka!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Salada de arenque</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Esta salada, feita com arenque, maionese, cenoura e batata cozida, é uma das tradicionais entradas das refeições russas. É montada em camadas e a sua aparência é a de um bolo colorido. Tal como o kholodets, é uma iguaria muito apreciada nas festividades do ano novo, inventada em 1918 para representar, segunda reza a lenda, um símbolo de amizade entre o proletariado e o campesinato. Conta-se que depois da revolução de 1917, um cozinheiro russo inventou este prato para ajudar o dono de um restaurante a parar com os desacatos entre os clientes. Isto porque os russos iam para os cafés e restaurantes debater o futuro do país, o que, ao fim de alguns copos, terminava em cenas de pancadaria. Assim, a salada foi inventada com o objetivo de unir o povo. O arenque, dado que era um peixe barato e apreciado pelo povo, representava o proletariado. Já a batata, a cenoura e a cebola, que vieram da terra, representavam os camponeses. A beterraba era um símbolo da bandeira vermelha da revolução. Por fim, a salada era generosamente temperada com maionese francesa, em sinal de respeito pela Revolução Francesa. A salada foi servida pela primeira vez na véspera do ano novo de 1919, e desde então é presença assídua à mesa das passagens de ano russas, embora já ninguém recorde o seu significado político.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>Como os maiores de 50 estão a adaptar-se às novas tecnologias</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/mundo-digital/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2020 11:10:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nunca como nos últimos 30 anos o mundo avançou tão rápido e de uma forma tão radical. A tecnologia moldou um admirável mundo novo, que parece natural para os millennials ao mesmo tempo que apresenta desafios aos mais velhos.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A geração que ainda é do tempo da televisão a preto e branco e do telefone de disco depara-se hoje com uma realidade que nem nas mais loucas futurologias dos anos 70 e 80 se chegou a esboçar. O mundo tornou-se um lugar mais pequeno, onde tudo está ligado à internet (pessoas e coisas) alterando-se por completo a forma como comunicamos, trabalhamos, desempenhamos tarefas diárias e passamos os tempos livres.</p>
<p style="text-align: justify;">A distância tornou-se mais relativa do que nunca. Se as únicas formas de comunicação com alguém distante eram, há 30 anos, o telefone ou a carta, hoje é tão fácil entrar em contacto com uma pessoa que está no outro lado do mundo como falar com o vizinho do andar de cima.</p>
<p style="text-align: justify;">Do chat à videoconferência, passando pelo e-mail e pelas inevitáveis apps para smartphone, que permitem fazer chamadas gratuitas para os quatro cantos do mundo, todos passámos a fazer parte desta Aldeia Global onde ninguém está longe o suficiente para se tornar inacessível. Tarefas que antes implicavam sair de casa, como ir ao banco, fazer compras para a casa, entregar a declaração do IRS, procurar emprego ou encontrar uma casa para comprar ou arrendar, entre muitas outras coisas, passaram a ser desempenhadas frente ao ecrã de um computador, tablet ou smartphone.</p>
<p style="text-align: justify;">De tal modo que a internet deixou de ser apenas uma ferramenta de trabalho ou uma fonte de entretenimento para se tornar parte integrante dos nossos dias, desde que nos levantamos, até que nos deitamos, sem limites de espaço e sem contagem do tempo de ligação.</p>
<p style="text-align: justify;">Num mundo cada vez mais complexo, é fundamental perceber, a bem da inclusão social, como aqueles que ainda se lembram das disquetes e do papel perfurado lidam com as mais recentes tecnologias e com o facto de elas próprias estarem constantemente a transformar-se e reinventar-se.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o relatório The Imagination Gap: Retail’s £ 1bn problem, da empresa americana DigitalBridge, quase três quartos dos baby boomers utilizariam tecnologias como realidade aumentada e inteligência artificial se estas estivessem disponíveis nas lojas. E isto é particularmente interessante quando constatamos o porquê desta geração estar interessada nestas tecnologias &#8211; visualizar produtos em casa antes de fazer uma compra. 73% dos inquiridos afirmaram que seria mais provável comprarem numa loja que fornecesse este serviço, a mesma proporção exata de resposta equivalente nos inquiridos entre os 18 e os 34 anos. Para 61% dos consumidores, a principal vantagem desta tecnologia seria ter acesso a diferentes opções antes de comprar. 29% utilizariam esta tecnologia para obter uma segunda opinião.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Marco Gouveia, formador e consultor em Marketing Digital, estes dados «não surpreendem se tivermos em conta que nos Estados Unidos da América, segundo o Consumer Barometer, esta geração acede à internet diariamente por motivos pessoais, ou seja, nada relacionado com negócios ou trabalho. Isto demonstra bem que procuram na tecnologia uma forma de entretenimento, exploração e conhecimento, ou seja, aquilo que a realidade aumentada e inteligência artificial nos trazem. Uma forma mais “fun” de ver as coisas e de nos facilitar a vida. O futuro é claramente inteligência artificial e machine learning e pelo facto de ser tão informada, mesmo que com um ritmo diferente, esta é uma geração que não quer ficar para trás. 77% destas pessoas acedem diariamente à internet, na sua grande maioria para se manter a par das notícias, comparar preços e obter mais informações sobre os produtos. Estão a tornar-se cada vez mais smart shoppers».</p>
<p style="text-align: justify;">
Por outro lado, Hélio Cabral, também consultor de Marketing Digital, lembra que «estamos a falar de uma geração que nasceu numa época em que a tecnologia era praticamente inexistente, mas que valoriza imenso as experiências. Por se tratar de um mundo por descobrir, desperta a sua curiosidade na procura de emoções e proporciona momentos de diversão associados a experiências que, de outra forma, não seriam possíveis».</p>
<p style="text-align: justify;">Certo é que esta geração está interessada nas novas tecnologias, e mais do que conseguir compreender os benefícios de um ponto de vista prático, estas pessoas querem estar na linha da frente. O perfil de consumidor com mais de 50 anos deixou há muito de ser passivo, limitado aos media tradicionais e resistente à mudança. Nunca como hoje a expressão “velho do Restelo” fez tão pouco sentido.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Uma questão de atitude</strong><br />
Muitos de nós têm na cabeça a imagem de pessoas com mais de 50 anos a serem guiadas pelos filhos e pelos netos no mundo misterioso da internet, fascinadas com as potencialidades das redes sociais, com as pesquisas no Google sobre virtualmente qualquer assunto e com os vídeos no YouTube. Mas, embora exista indubitavelmente uma percentagem deste estereótipo, estamos muito longe da generalização.</p>
<p style="text-align: justify;">Marco Gouveia considera que «a adaptação às tecnologias, por parte desta geração, está a ser feita a uma velocidade moderada e progressiva, mas bastante curiosa, principalmente se a comparamos com a geração Z, que é nativamente digital e por isso tem a capacidade de utilizar qualquer tipo de dispositivo de forma rápida e natural, bem como de estar conectado em várias redes sociais, mesmo que estas tenham acabado de ser lançadas. Para percebermos a diferença, note-se que as pessoas com mais de 50 anos adaptaram-se primeiro aos computadores e depois ao Facebook. Quando isso aconteceu, a maioria dos jovens já estava de smartphone na mão a utilizar o Instagram e o Snapchat, a tirar dúvidas no Google em tempo real e a comentar que o Facebook é a rede social dos avós».</p>
<p style="text-align: justify;">Esta adoção das tecnologias a duas velocidades, entre os maiores de 50 e os mais jovens, aparenta, por isso, ser mais uma questão de tempo de adaptação do que de falta de interesse ou capacidade. «Existem casos de pessoas com mais idade que são um autêntico sucesso na rede social Instagram, por exemplo», refere Hélio Cabral. «Mas esta questão não se limita à área de entretenimento. O mundo inteiro está mais digital: é possível fazer transações financeiras nas apps dos bancos, existem aplicativos para chamar táxis e marcar exames e consultas, entre muitas outras tarefas, o que torna a utilização das tecnologias efetivamente necessária para toda a gente. Se tivermos em conta que 5,7 milhões de pessoas em Portugal são utilizadores ativos do smartphone, com uma taxa de penetração de 55%, em que a média de idade anda nos 42,6, e que redes sociais como Facebook são, nesta altura, mais “maduras”, facilmente concluímos que os maiores de 50 são hoje muito mais ativos e dinâmicos.»</p>
<p style="text-align: justify;">Desde logo porque parte daqueles que estão nesta faixa etária ainda fazem parte da população ativa, o que os coloca vários degraus acima na literacia digital. Na pior das hipóteses, este público utiliza as novas tecnologias na sua forma mais rudimentar &#8211; browser e e-mail; na melhor, compreendem e integram-se sem qualquer dificuldade no mundo digital, utilizando-o para comunicar, para fazer compras online e para resolver problemas na sua vida profissional e pessoal. No que diz respeito a esta fatia de população profissional, Hélio Cabral considera que «dentro das empresas o mindset digital está a evoluir mais rapidamente do que entre os que já não trabalham, visto que a tecnologia é uma tendência natural no mundo dos negócios e torna-se, por isso, uma necessidade. Um bom exemplo é utilização do LinkedIn com a finalidade de aproveitar todas as suas potencialidades na prospeção e angariação de novos clientes, a custos mais reduzidos».</p>
<p style="text-align: justify;">A crescente adesão desta faixa etária ao mundo digital vem mostrar aos mais incrédulos que não existe nenhuma tecnologia criada para as massas que não possa ser compreendida e utilizada por qualquer pessoa, independentemente da sua idade. Mas, como tudo na vida, requer prática e paciência. Todos passamos por uma fase de aprendizagem na introdução de uma nova tecnologia, e a diferença não está em sermos capazes de aprender, mas sim na velocidade com que a aprendemos, que muitas vezes está diretamente ligada ao interesse e à disponibilidade que temos para a aprender. Não se trata, portanto, de uma questão de idade, mas de interesse e, em grande parte, de atitude.</p>
<p style="text-align: justify;">Os mais jovens tendem a ter maior disponibilidade mental para o que é novo, porque esse é o seu mundo até determinado ponto da sua vida. Os mais velhos, pelo contrário, têm responsabilidades &#8211; trabalho, família, contas para pagar &#8211; e preferências já estabelecidas sobre o que gostam de fazer com os seus tempos livres. É por isso que a introdução de uma nova tecnologia tem de ser suficientemente interessante para não ser passada para segundo plano. Neste ponto do nosso artigo já estabelecemos que os maiores de 50, mesmo que de forma menos rápida, estão a aderir às novas tecnologias. Mas o que os motiva neste novo mundo digital? Para Marco Gouveia, «existem os mais variados estímulos para que isto aconteça, e eles vêm de todos os lados. Por um lado, têm os filhos e netos a incentivá-los, principalmente se estiverem ausentes do país, para a realização de vídeochamadas através das aplicações de instant messaging; por outro, o quererem ser autónomos e tomar as melhores decisões leva-os a pesquisar bastante. Os principais sites que visitam são comparadores de preços e sites de notícias online. Para quem é mais observador, é engraçado ver a quantidade de pessoas com mais de 55 anos que toma o pequeno-almoço num hotel com o tablet na mão para ler notícias ou e-books».</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Acessibilidade</strong><br />
Este interesse cada vez maior da faixa etária dos maiores de 50 nas novas tecnologias representa um desafio para as marcas de equipamentos como smartphones, tablets ou computadores. Simplificar é a palavra de ordem, e é isso mesmo que as marcas têm vindo a fazer, seja no design de equipamentos, seja na interface dos seus sistemas operativos.<br />
Com a massificação dos telemóveis e, mais tarde, dos smartphones, as marcas perceberam rapidamente que este tipo de equipamentos chegaria a toda a população, pelo que foi necessário criar designs que respondessem a todas as necessidades. A adaptação profunda de determinados dispositivos, com teclas maiores, indicações faladas e simplificação extrema do sistema responde à necessidade de inclusão de pessoas com limitações físicas, como sejam casos de visibilidade ou audição reduzidas. No entanto, este tipo de adaptação retira funcionalidades úteis para muitas pessoas com mais de 50 anos que querem um dispositivo para muito mais do que fazer e receber chamadas.</p>
<p style="text-align: justify;">É neste ponto que simplificar se torna complicado. O desafio para as marcas é incluir pessoas com idades mais avançadas, sem necessariamente retirar funcionalidades que lhes interessam. Os ecrãs maiores, as opções de acessibilidade integradas nos sistemas operativos e uma simplificação progressiva das interfaces têm sido a resposta que está a fazer com que mais e mais pessoas, independentemente da sua idade, possam usufruir de todas as potencialidades que um smartphone oferece.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas Marco Gouveia identifica outros desafios com que as marcas têm de lidar: «A forma alucinante como a tecnologia inova faz com que os utilizadores sintam que o produto que estão a comprar vai ficar desatualizado muito rapidamente. Acredito que assim que as marcas de equipamento garantirem repeat customers vão passar, por isso mesmo, a ter uma oferta mais acessível e a caminhar para duas versões. Uma mais barata, mas com menos funcionalidades, e uma outra mais dispendiosa, para continuar a alimentar os status que muitas destas marcas vendem».</p>
<p style="text-align: justify;">Hélio Cabral, numa outra abordagem, acredita que o maior desafio das marcas é comunicacional: «É muito comum o pensamento de que as pessoas mais velhas têm mais dificuldades em relação à tecnologia. O maior desafio das marcas será, provavelmente, reverter essa forma de pensar.»</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto isso não acontece, o telemóvel já é um dispositivo eletrónico massificado entre os maiores de 50 anos, estando a grande questão na forma como o utilizam. Num mercado cheio de opções para todos os preços, com designs que atravessam todas as faixas etárias, mais de 96% dos portugueses utilizam hoje telemóvel, de acordo com o Barómetro de Telecomunicações da Marktest. Ainda acredita que a tecnologia é só para os mais jovens?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Redes sociais</strong><br />
Muito mais difícil do que perceber e aprender uma nova tecnologia em faixas etárias mais avançadas será talvez compreender o mundo atual das redes sociais. Para esta fatia da população, o Facebook, bem como o Skype, o Facetime ou outras aplicações com instant messaging, representam mais uma forma de estar em contacto com os outros do que de partilha de conteúdos. Uma grande parte do fascínio das redes sociais consiste em comunicar com parentes e amigos em locais distantes e, particularmente, em vê-los. O telefone já anda entre nós há muito tempo, mas a possibilidade de ver, com a maior das facilidades e baixo custo, o filho que trabalha em França ou o vizinho de longa data que se mudou para outra cidade, mesmo que dentro do país, é a funcionalidade que muitas pessoas realmente valorizam. Aí reside a novidade.<br />
A partilha de informação continua a ser uma funcionalidade interessante, mas tende a sê-lo para quem passa mais tempo em frente ao computador, ou seja, aqueles que dentro desta faixa etária ainda trabalham. Existe ainda um perfil de utilizador que utiliza as redes sociais como espetador passivo, consultando a informação disponível sem se interessar, no entanto, em partilhar qualquer tipo de conteúdos.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta utilização básica das redes sociais é bastante fácil de “engolir” para faixas etárias mais avançadas, mas as coisas mudam quando falamos de youtubers, influenciadores e outros fenómenos ligados, não necessariamente à tecnologia, mas a um novo “estilo de vida” digital.</p>
<p style="text-align: justify;">Marco Gouveia explica que, «empiricamente, esta faixa etária é mais resistente a esse tipo de fenómeno, e se olharmos para os números, eles acabam por demonstrá-lo. 80% das pessoas com menos de 25 anos vê diariamente vídeos no YouTube, mas esta percentagem cai para os 29% entre as pessoas com mais de 50 anos. A amplitude é demasiado grande para acreditarmos que os youtubers influenciam esta geração». Por outro lado, Marco Gouveia levanta uma outra hipótese: «O que também pode acontecer é existir um “nicho” de mercado que ainda não está a ser devidamente explorado e que pode ser altamente rentável, até porque como sabemos o poder económico neste público dos +50 é abundantemente superior!»</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo assim, este novo “estilo de vida”, representado por youtubers e influenciadores não deixa de ser, provavelmente, o maior indício de generation gap que podemos encontrar no mundo das tecnologias, e, para Hélio Cabral, «o grande desafio é perceber-se qual o verdadeiro interesse para estas pessoas em consumir este tipo de conteúdo, se é que existe, de todo, algum interesse. Do lado contrário, para os jovens, estes influenciadores representam um estilo de vida. É um conceito com o qual se identificam e existe por vezes a ambição de ser como eles. Vamos ver o que acontece quando os influenciadores artificiais ganharem mais espaço aos influenciadores reais».</p>
<p><em>Paulo Mendonça</em></p>
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		<title>Dia Internacional da Educação: sugestões para voltar a estudar depois dos 50</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jan 2020 10:32:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Completou 50 anos e acha que já aprendeu tudo o que devia? Então este artigo é para si.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Uma das coisas que não nos cansamos de repetir a cada edição da Forever Young é que os 50 anos não são nem o fim do mundo, nem o fim da sua vida. Há muita coisa para fazer a partir desta idade, nomeadamente voltar à escola. Para muitos, os estudos correspondem a uma fase distante da vida. O tempo em que se “era jovem”. E para tantos o curso superior nunca chegou a ser uma realidade, ou porque foi interrompido, ou porque nunca foi sequer começado. Há também aqueles que, ao longo das suas vidas agitadas, nunca encontraram tempo para fazer um curso de alemão, ou espanhol, ou qualquer outro idioma que gostassem de aprender. E não esqueçamos aqueles que têm uma paixão inconfessável pela culinária e nunca se inscreveram numa formação para chefs; ou os que vibram com o badminton na época dos jogos olímpicos, mas nunca foram aprender e praticar a modalidade porque o horário de trabalho não o permitia. E o que dizer dos que olham para os computadores com curiosidade, mas não fazem a mínima ideia de como eles funcionam, nem têm ninguém que lhes ensine?</p>
<p style="text-align: justify;">Cada caso é um caso, mas como se percebe facilmente no curto espaço de um parágrafo, há inúmeras situações relacionadas com o estudo ou a formação que podem ser reequacionadas numa fase mais avançada da vida, tipicamente quando as responsabilidades mais preeminentes desapareceram e o tempo livre já não escasseia, como outrora. Acha que é tarde de mais para voltar à escola? Desengane-se, salte do sofá e comece a planear mais uma entusiasmante fase da aventura que é a sua vida.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong>Como começar</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Dependendo da formação que pretende fazer e do seu tipo, voltar à escola pode ser um processo que se resolve em meia hora ou em alguns meses. Supondo que pretende entrar numa escola de línguas ou num curso de uma área muito específica (pintura, culinária, música, teatro, dança, informática), a única coisa que lhe pode acontecer é ter de esperar até que comece uma nova vaga de formações. Para este tipo de cursos não existe qualquer tipo de limite de idade ou a exigência de conhecimentos anteriores. As suas habilitações literárias, à partida, também são irrelevantes, e a única coisa que o separa de embarcar num destes cursos é mesmo a sua motivação.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos pontos a considerar neste tipo de cursos é se pretende entrar de imediato numa escola particular referente a uma destas áreas, pagando o respetivo preço, ou se existirão alternativas promovidas por entidades públicas, normalmente, câmaras municipais. Uma visita à sua junta de freguesia ou autarquia poderá servir para conhecer a oferta que existe, a nível de formação na sua localidade, e é muito possível que encontre oportunidades que lhe agradem, a preços simbólicos ou mesmo gratuitas.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma outra questão que deve considerar quando pensar em voltar à escola é a duração do curso. Se o seu objetivo for desenvolver os seus dotes de culinária, por exemplo, é possível que venha a ingressar numa formação de curta duração, não sendo esta uma boa aposta a longo prazo se tiver também como objetivo uma ocupação de tempos livres duradoura. Pelo contrário, cursos de línguas, de teatro e de música, por exemplo, correspondem a formações que podem perdurar no tempo, até mesmo ao longo de vários anos, podendo aliar a sua paixão por uma destas áreas a uma ocupação de tempos livres que não é meramente provisória.</p>
<p style="text-align: justify;">Muito diferente de entrar para um destes cursos ou formações é a eventual entrada num curso superior. As condições de acesso variam, desde logo, consoante o grau académico que pretende obter. Voltar à escola para ingressar no ensino superior, pela primeira vez, é completamente diferente de reingressar com o objetivo de fazer uma pós-graduação, ou mesmo um doutoramento.</p>
<p style="text-align: justify;">As condições de acesso ao ensino superior também variam do sistema público para o privado e até mesmo entre universidades do mesmo sistema, pelo que não existe uma lista de procedimentos universal que se possa explorar neste artigo. Há universidades que exigem a realização de provas e em que os cursos são os mesmos, independentemente da idade dos alunos. Mas há outras que têm programas especiais para os maiores de 50 que incluem escolaridade desde o primeiro ciclo ao ensino superior, prevendo assim todas as possibilidades, mesmo abaixo da licenciatura.</p>
<p style="text-align: justify;">A melhor forma de se informar sobre o ingresso ao ensino superior é mesmo decidir previamente qual o curso que quer e entrar em contacto com a universidade correspondente. Uma visita presencial é, muitas vezes, a melhor opção na primeira abordagem. Tomar a decisão de tirar um curso superior aos 50 anos, principalmente se se tratar de uma licenciatura com quatro ou cinco anos de duração, deve ser bastante ponderada, no sentido em que esta não é propriamente uma ocupação de tempos livres ao nível de um curso de dança. Tirar um curso superior implica muitas aulas presenciais, horas de estudo, realização de trabalhos e exames, tudo isto ao longo de alguns anos. É uma experiência inesquecível, mas é também um enorme desafio, que só alguns estarão dispostos a enfrentar numa fase mais avançada da vida.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong>As universidades seniores</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Nas últimas décadas as universidades seniores foram alvo de uma grande divulgação e ganharam uma grande expressão em Portugal, depois de um longo caminho trilhado desde a criação da primeira instituição deste tipo, em Lisboa, em 1978.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de várias movimentações em torno da ideia de fazer crescer o conceito de universidade sénior a nível nacional, foi preciso chegarmos a 2005 para ser criada a Rede de Universidades da Terceira Idade (RUTIS), uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), que conta atualmente com mais de 300 universidades seniores com 45 mil alunos e cinco mil professores sob a sua tutela. Embora muito diversificadas, estas universidades estão cada vez mais próximas umas das outras, tendo em comum a promoção de um envelhecimento ativo num ambiente dinâmico e estimulante.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas do que falamos exatamente quando nos referimos a uma universidade sénior? Em primeiro lugar, o termo “universidade” é aqui utilizado de uma forma bastante livre, visto que estas instituições não têm cursos na verdadeira acepção do termo, nem conferem aos alunos nenhuma certificação ou grau académico. Na verdade, as próprias aulas são mais espaços de debate do que aquilo a que tradicionalmente se chama de aula.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora que sabemos o que as universidades seniores não são, vejamos o que elas são, de facto. São instituições sem fins lucrativos que têm por objetivo proporcionar aos maiores de 50 uma aprendizagem em ambiente informal, combatendo assim o isolamento e a exclusão social. A ideia base é dar às pessoas um objetivo para sair de casa, fazer algo de que gostam e desenvolver uma rede social, evitando assim estarem sozinhas, sem um propósito de vida e, em última análise, infelizes.</p>
<p style="text-align: justify;">As universidades seniores promovem também a intergeracionalidade, através de um conjunto de iniciativas diversas que juntam pessoas de diferentes faixas etárias.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ingressar numa universidade sénior, o aluno deve ter, preferencialmente, mais de 50 anos. Por ser possível uma grande variedade de partilha de conhecimentos, existem casos de alunos que são simultaneamente professores na universidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Os professores das universidades seniores portuguesas são voluntários e não têm limitações em termos de idade, bastando apenas que tenham mais de 18 anos. Do mesmo modo, os professores voluntários não têm obrigatoriamente de ter um grau académico relacionado com a disciplina que lecionam.</p>
<p style="text-align: justify;">No que diz respeito a horários, as universidades seniores funcionam durante o dia, embora haja algumas com aulas e atividades em horário pós-laboral. Regem-se pelo calendário escolar vigente em Portugal, com início em setembro ou outubro e encerramento em junho ou julho; estão previstas as pausas de Natal, Carnaval e Páscoa.</p>
<p style="text-align: justify;">São autónomas na fixação de valores de mensalidade ou propina, com um valor médio de 12 euros, segundo a RUTIS, na contratação de seguros para professores e alunos e na emissão de cartões de identificação – que proporcionam descontos e outras vantagens aos seus portadores.</p>
<p style="text-align: justify;">As disciplinas e conteúdos programáticos variam também de instituição para instituição. O mesmo se aplica às atividades propostas, pelo que os alunos deverão consultar e, se possível, comparar diversas opções na sua área de residência.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong>Áreas temáticas e atividades</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">As universidades seniores da RUTIS devem incidir sobre pelo menos três das seguintes áreas: Ciências Sociais e Humanas, Informática, Artes, Mobilidade e Desporto. A oferta de disciplinas é, por isso, muito ampla e pode incluir línguas estrangeiras, literatura, filosofia, psicologia, teatro, música, pintura, cerâmica, artes decorativas, ginástica, dança ou natação, entre outras.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as diferentes universidades há variações no que diz respeito aos conteúdos programáticos de cada disciplina, mas o objetivo é sempre privilegiar o património cultural português, a mobilidade, o bem-estar dos alunos e o intercâmbio de ideias. A utilização das novas tecnologias é outra base dos conteúdos programáticos das universidades seniores, de forma a contribuir para a inclusão social.</p>
<p style="text-align: justify;">As mais-valias são claras: além do combate ao isolamento e exclusão social, voltar à escola através destas universidades tem a componente educativa, permitindo aos seniores a aquisição de conhecimentos e, mais importante do que isso, a manutenção de atividades de índole intelectual e, claro, social.</p>
<ul>
<li>
<h4><strong>Sugestões:</strong></h4>
</li>
</ul>
<h5><strong>Universidades seniores</strong></h5>
<p>Nestas instituições encontrará um conjunto alargado de áreas temáticas. Mas não se desmotive com a ideia de ter de assistir a aulas aborrecidas, fazer trabalhos exaustivos e estudar dias inteiros. As universidades seniores funcionam num ambiente informal, não conferem nenhum grau académico e são, na realidade, espaços de partilha de conhecimento. As aulas são mais debates do que palestras e existe uma série de atividades complementares relacionadas com pintura, teatro e música, entre outras. Além disso, as universidades seniores também promovem passeios e viagens, pelo que são das melhores experiências para quem quer voltar a estudar num ambiente descontraído e durante o tempo que quiser.</p>
<h5><strong>Ensino superior</strong></h5>
<p>É o maior desafio de quem quer voltar a estudar aos 50. Por conferir um grau académico, o ensino superior tem um nível de exigência superior e implica aulas, trabalhos, avaliações e exames. Tal como acontece com os estudantes mais novos. Ingressar pela primeira vez no ensino superior aos 50 anos é uma experiência ímpar, mas quem já tem uma licenciatura pode, também, optar por incrementar os seus conhecimentos nesta fase da vida, com uma pós-graduação ou um doutoramento. O céu é o limite!</p>
<h5><strong>Informática</strong></h5>
<p>O mundo de hoje é digital, e se chegou aos 50 anos sem aprender a dominar as novas tecnologias, este é, definitivamente, o momento de entrar para uma formação especializada ou um outro curso que inclua aulas de informática. Conheça os conceitos básicos dos computadores e saiba como a internet pode ser útil em termos práticos para a sua vida e, ao mesmo tempo, divertida para os seus tempos livres.</p>
<h5><strong>Pintura</strong></h5>
<p>É uma arte muito procurada por pessoas a partir dos 50 anos por um motivo muito simples: exige dedicação, tempo e disponibilidade mental que muitas pessoas simplesmente não têm mais cedo, quando o trabalho, as obrigações e os filhos ocupam por completo as suas agendas. Pintar é uma atividade apaixonante que requer vocação, mas também técnicas que são ensinadas na escola. Pela sua natureza criativa, a pintura tem inúmeras vantagens para os maiores (e menores) de 50 anos. Estimula a criatividade, alivia o stress, aumenta a capacidade de concentração e confere um sentimento de recompensa fantástico, quando o resultado final corresponde ao inicialmente projetado!</p>
<h5><strong>Música</strong></h5>
<p>Quantos de nós já pensaram que gostariam de aprender a tocar um instrumento musical? Novamente, o tempo, ou a falta dele, é um obstáculo sério à concretização deste sonho ao longo da vida, e é por isso que aprender música é tipicamente uma atividade para crianças ou pessoas mais velhas e com mais disponibilidade. Existem muitas escolas de música no país inteiro, mesmo em pequenas localidades, pelo que, se é esta a sua área de eleição, não deverá ter dificuldades em avançar. Escolha o instrumento musical que quer aprender a tocar, inspire-se e aprenda esta arte apaixonante.</p>
<h5><strong>Desporto</strong></h5>
<p>Voltar a estudar não tem de ser propriamente… estudar! Uma outra forma de aprender é ter aulas de uma modalidade desportiva da sua preferência. O desporto também tem técnicas e regras para aprender e é uma das melhores formas de o manter ocupado, com um objetivo para sair de casa e com uma ampliação da sua rede social. Com uma vantagem que nem todas as outras opções de estudo têm: o bem que faz à sua saúde. Mesmo que prefira regressar à escola numa qualquer outra área, tente guardar algum do seu tempo para praticar desporto, orientado através de aulas ou não. A sua saúde agradece.</p>
<h5><strong>Línguas</strong></h5>
<p>Um clássico. Foi preciso chegar aos 50 anos para aprender a falar alemão? Não é tarde, e se tem facilidade e gosto por aprender novos idiomas, este é um momento tão bom como qualquer outro. Existem escolas de línguas um pouco por todo o país e, hoje em dia, a oferta de idiomas já não se resume ao inglês e ao francês. O espanhol e o alemão são cada vez mais comuns e, em algumas escolas, encontrará ainda opções mais arrojadas, como russo ou mandarim!</p>
<h5><strong>Artes dramáticas</strong></h5>
<p>Representar é uma arte dominada por muitas pessoas, mas tirar um curso de artes dramáticas permitir-lhe-á ir muito mais longe do que uma simples encenação por brincadeira. Neste tipo de formação irá aprender técnicas de respiração, colocação de voz e postura. Irá ter uma muito maior consciência corporal, graças aos exercícios propostos na parte da respiração e da postura. Além disso, o mais comum neste tipo de cursos é que os alunos sejam preparados para participar em peças reais, pelo que o mais provável é que venha mesmo a pisar um palco!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mudar de profissão aos 50: porque não?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jan 2020 10:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ter mais de 50 e ver-se obrigado a procurar emprego parece desanimador, mas a experiência acumulada ao longo dos anos ainda pode ser uma mais-valia que os mais jovens não conseguem igualar.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O desemprego, involuntário ou não, pode tornar-se uma situação difícil de reverter em qualquer idade, mas mais ainda depois dos 50 anos. Grande parte dos anúncios disponíveis deixam claro que as empresas querem contratar junto de faixas etárias mais jovens e que a experiência e o currículo não têm a relevância de outros tempos. O resultado é, invariavelmente, a frustração de se sentir capaz de desempenhar as funções de muita da oferta disponível, mas ser-se bloqueado pela restrição da idade.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Portugal, mulheres e homens com mais de 50 anos são mais afetados pelo desemprego do que o resto da população ativa. Segundo dados do Eurostat, a taxa de desemprego em Portugal, em 2017, na faixa etária dos 50 aos 54 anos, era de 7,6%, comparado com 3,9% em 1986, o que demonstra de forma elucidativa como o fator idade se tornou um problema para muita gente nas últimas décadas. À medida que idade avança, a taxa de desemprego também aumenta. Na faixa etária dos 55 aos 59 o valor aumenta para 8,4% em 2017 face a 2,8% em 1986; e dos 60 aos 65 anos, a taxa de desemprego fixou-se em 8,4% em 2017, face a 1,7 em 1986.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao comparar dados atuais com a década de 80 é preciso ter em conta que existe um fator acrescido a desequilibrar a balança: é que nestes anos a idade da reforma cresceu mais de um ano para os homens e mais de três para as mulheres (em 1986 ainda havia a divisão por género), fixando-se hoje nos 66 anos e quatro meses para todos. Em 2019 será adicionado mais um mês à idade da reforma, e tendo em conta o problema de desemprego que o fator idade provoca, coloca-se cada vez mais a questão: o que vão fazer nos próximos 16 anos e alguns meses as pessoas com 50 anos que caírem hoje no desemprego?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mudar o paradigma</strong><br />
Em 2017 o Índice Golden Age, uma análise da consultora PwC que pondera parâmetros como emprego, salários e formação entre as populações com mais de 55 anos dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), concluiu que o Produto Interno Bruto (PIB) português poderia aumentar em 6%, a longo prazo, se a taxa de emprego da faixa etária dos 55+ igualasse os níveis da Suécia. Naquele país 75,5% da população com idades compreendidas entre os 55 e os 64 anos está empregada, e o mesmo sucede com 21,9% das pessoas com mais de 65 anos. Em Portugal apenas 52,1% da população dos 55 aos 64 anos tem emprego.</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade, o exercício que a PwC faz é de pura lógica. Com a atual tendência de envelhecimento da população europeia, existe uma maior pressão financeira nos modelos de saúde e segurança social. Não existindo ainda uma fórmula “mágica” para reequilibrar o desequilíbrio demográfica, uma das soluções para compensar os custos acrescidos é precisamente «incentivar os trabalhadores com mais idade a continuar a trabalhar por mais tempo, o que aumentaria o PIB, o poder de compra dos consumidores e as receitas fiscais», explica a consultora.</p>
<p style="text-align: justify;">No que diz respeito aos conjunto dos 35 países que compõem a OCDE, as recomendações da PwC vão no sentido de reformular os atuais sistemas de pensões, providenciar incentivos financeiros para estimular o aumento da vida profissional ativa, apoiar a formação e a requalificação dos trabalhadores mais velhos e combater ativamente a discriminação etária.<br />
Segundo a consultora, uma das mudanças que podem fazer sentido é flexibilização do horário de trabalho e a criação de alternativas como reformas parciais, até porque os trabalhadores nesta faixa etária têm experiência profissional e de vida, bem como competências, que são potenciais mais-valias para a força de trabalho contemporânea.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de todas as dificuldades que o mercado de trabalho apresenta a este segmento da população, Inês Casaca, Business Unit Manager RPO e Outplacement da Randstad Portugal, acredita que «a tendência verificada recentemente indica que o fator idade está a deixar de ser um constrangimento». Segundo a especialista na área de Recursos Humanos, «o mercado de trabalho em Portugal está numa fase interessante: além de estar muito mais dinâmico e, por isso, com mais oportunidades, está mais aberto a perfis diversificados. Esta é também uma tendência internacional, em que cada vez mais são valorizadas as competências e a proposta de valor de cada profissional e não tanto outros requisitos, como a idade, a nacionalidade e a formação académica, entre outros».</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que uma tendência, esta aparente mudança de direção também está relacionada com o contexto económico em que Portugal se encontra. «Num momento de franco crescimento da nossa economia, a atratividade e aquisição de talento passaram a ser um objetivo comum e desafiante para as empresas que pretendem acompanhar este ritmo alucinante. Sendo o talento mais escasso, é fundamental abrir o leque de possibilidades».</p>
<p style="text-align: justify;">Do mesmo modo, a especialista destaca outros fatores a ter em conta no recrutamento destas pessoas, de quem se espera um perfil diferente do de alguém mais jovem: «Mais do que as competências esperadas de um perfil sénior e com uma carreira consolidada, podemos identificar características de perfil que passarão em grande parte por um alto nível de compromisso e capacidade de adaptação. A maturidade profissional e emocional serão totalmente expectáveis nesta fase de vida, assim como a capacidade de entrega e interação em equipa. O percurso profissional anterior deverá também ter proporcionado uma maior capacidade de análise e de autocrítica».</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A importância do tempo</strong><br />
A dificuldade em resolver um problema de desemprego após os 50 anos é proporcional ao período de tempo em que esta situação de prolonga. Ficar desempregado durante um ano ou mais já é complicado para os mais jovens, mas para esta faixa etária, encontrar emprego pode mesmo tornar-se uma missão impossível para desempregados de longa duração. Inês Casaca lembra que «é sempre mais fácil encontrar um novo desafio profissional quando estamos integrados profissionalmente ou quando saímos recentemente do último emprego. Nessa situação em particular, o impacto negativo na leitura da situação será mais pelo tempo em que o candidato esteve fora mercado, do que efetivamente pela idade. O auge da crise terá sido há cerca de sete ou oito anos, e se um profissional ficou todo esse período sem projeto profissional, então terá certamente algumas limitações ao nível da capacidade de adaptação ou da orientação para solução. Cada caso deverá ser analisado e pensado de forma a não se perder a oportunidade de recuperar talento».</p>
<p style="text-align: justify;">Para tentar resolver a situação, «os profissionais que estão há muito tempo fora do mercado profissional devem agilizar a sua reintegração, apoiando-se no seu networking ou em serviços de career counseling. A atitude do candidato, independentemente da idade, é determinante para o sucesso e terá de ser positiva, flexível e proativa».</p>
<p style="text-align: justify;">Quando interrogada se existe ou não um preconceito com a idade no mercado de trabalho, a especialista em Recursos Humanos admite que sim, «mas já houve mais. As empresas mais desenvolvidas estão neste momento a construir equipas multigeracionais, capazes de enfrentar os desafios futuros com maior capacidade de resposta. Em Portugal 86% dos profissionais preferem trabalhar com uma equipa multigeracional e 88% afirmam que mais rapidamente surgem ideias inovadoras e soluções em equipas de colaboradores com idades diversas (dados Workforce Monitor Randstad). Esta evidência é ainda mais interessante se pensarmos que em 2050, 40% da população portuguesa terá mais de 60 anos. Ficarão as empresas menos ágeis ou menos competitivas? Haverá um momento em que não será possível garantir estruturas organizacionais jovens pela simples razão de que não haverá jovens suficientes para o permitir».</p>
<p style="text-align: justify;">«O paradigma já está a mudar», acrescenta Inês Casaca. «E essa abertura e tendência terão de vir seguramente dos três lados do triângulo do recrutamento: empresa empregadora, empresa de recrutamento e candidato. O enquadramento legal pode contribuir para a integração de profissionais mais seniores através da criação de incentivos e as entidades competentes podem promover essa prática mas a mudança na sociedade acompanhará a que acontece dentro das empresas».</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Novos modelos de trabalho</strong><br />
Inês Casaca acredita que «o mundo do trabalho, num futuro próximo, será totalmente diferente do que hoje conseguimos imaginar. Os profissionais e as suas relações serão muito diferentes daquilo a que estamos habituados. No futuro, equipas multidisciplinares, multiculturais, multigeracionais, vão trabalhar em projetos mais curtos, em várias empresas, em diferentes lugares do mundo e em momentos diferentes. Toda esta complexidade e diversidade tem de ser transformada em simplicidade e resultado. Se hoje já existem muitas opções como a prestação de serviços (freelancer), a consultoria ou o ínterim management, no futuro estes regimes serão o novo normal».<br />
Neste mesmo contexto de flexibilização das relações laborais para as pessoas maiores de 50 anos surgiu recentemente a Experienced Management (experiencedmanagement.pt), uma plataforma que disponibiliza de forma rápida e eficaz recursos humanos na área da Gestão, qualificados, com experiência, talento e competência. Os alvos são as empresas e os recursos a disponibilizar, são os profissionais, que dado o nível de exigência adquirido, estarão presumivelmente inseridos na faixa etária dos maiores de 50.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, a Experienced Management não é uma agência de emprego, nem pretende propor aos seus recursos cargos de carácter definitivo. Este é um projeto baseado no conceito de interim management, «um processo pelo qual uma empresa ou organização, com uma necessidade temporária de recursos (normalmente de três a 18 meses), contrata um profissional qualificado por um período limitado e predefinido, para executar uma tarefa específica», explica Maria do Rosário Pinto Correia, professora universitária, vogal do Conselho de Adminstração da Pharol, SGPS SA, e acionista da Experienced Management.</p>
<p style="text-align: justify;">E acrescenta: «O processo de trabalho da Experienced Management assenta numa plataforma regularmente atualizada na qual existe uma base de dados de ínterim managers. Para fazer parte desta plataforma, o profissional interessado envia o seu currículo, que passa por uma análise, seguindo-se uma entrevista para verificar se o perfil do candidato é adequado. Aquando na plataforma, o profissional vai sendo acompanhado, no sentido de se perceber se mantém o interesse e se continua disponível, entre outras questões.»</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, «as empresas que necessitam de alocar profissionais de top management por períodos limitados ou para projetos específicos contactam a Experienced Management, que verificará quais os profissionais mais adequados e apresentará a sua candidatura.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, a Experienced Management não se resume a isto. Durante o mandato do profissional, a empresa acompanha-o, no sentido de perceber se tudo está a correr de acordo com o pretendido, tanto para o mesmo como para a empresa onde está alocado».</p>
<p style="text-align: justify;">Relativamente à faixa etária a quem se dirige, Leonor Colaço, da Experienced Management, explica que «os 50 anos são uma referência, mas se alguém com 47 ou 48 anos se quiser inscrever, a idade não é um motivo de exclusão. A questão da idade tem a ver com a experiência. Os interim managers têm de ser pessoas com experiência de relevo comprovada na área de management. O que acontece também é que, na faixa etária dos 40, os executivos ainda têm pretensões a ascender a determinado cargo e aí permanecer como efetivos durante anos. Na faixa etária seguinte, esta questão já não se coloca tanto, sendo, por isso, pessoas que, à partida, têm o perfil necessário para saberem que são alocadas por mandatos, ou seja, por um período de tempo específico para uma tarefa igualmente específica».</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O lado das empresas</strong><br />
Em teoria, parecem estar a ser dados passos no sentido de mudar o paradigma e impedir que a carreira de uma pessoa termine só porque completou 50 anos. No entanto, e apesar dos esforços de agências de emprego e outros intermediários, em última instância é nas empresas que é tomada a decisão de contratar ou excluir um candidato, e os dados são os conhecidos.</p>
<p style="text-align: justify;">A Forever Young falou com uma fonte da SEAT Portugal, para perceber o ponto de vista de uma grande empresa sobre esta questão. Para a SEAT, «o que é valorizado no momento de recrutar é a função a desempenhar, os conhecimentos, as competências e as habilitações necessárias para executá-la. À partida, a idade não é uma restrição quando se trata de recrutamento, pois a experiência é um fator determinante». De resto, a marca de automóveis salienta que «existem postos de trabalho em que se valoriza mais a experiência, nomeadamente para funções de alto nível, onde se tomam decisões importantes que afetam o negócio e o futuro da empresa».</p>
<p style="text-align: justify;">As competências mais esperadas dos candidatos com mais de 50 anos são responsabilidade, capacidade de tomada de decisões, espírito de liderança e desenvolvimento de equipas. «O que valorizamos é a atitude da pessoa e as atividades que efetuou no período de inatividade para que não se tornasse desatualizada e fora do mercado.»</p>
<p style="text-align: justify;">No que diz respeito a modelos de trabalho possíveis para esta fatia da população, a SEAT destaca a consultoria como uma alternativa eficaz e que vai de encontro às necessidades das pessoas e das empresas: «A consultoria é uma boa opção, uma vez que se trata de pessoas com muita experiência e know-how, embora evidentemente também se possa optar por outras modalidades de trabalho que melhor se enquadrem no perfil pretendido e na função disponível».</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto àquele que poderá ser o futuro das empresas e da empregabilidade destas pessoas, a SEAT acredita que os tempos estão a mudar e que, «nas empresas, se valoriza a diversidade como um novo fator-chave para o sucesso futuro.<br />
O ideal é contar com uma equipa em que se juntam profissionais de diferentes gerações, géneros, nacionalidades e religiões, entre outros, e aproveitar ao máximo o talento e os diferentes pontos de vista que cada um destes profissionais pode dar à empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">A idade não deveria ser um fator crítico de discriminação para incorporar profissionais no mercado profissional. Deveria haver uma consciencialização social que valorizasse a experiência profissional e de vida de quem tem uma grande trajetória laboral, visto que, na maioria das vezes, são estas pessoas quem mais pode contribuir para o sucesso da empresa e mesmo o desenvolvimento dos restantes colaboradores».</p>
<p><em>Paulo Mendonça</em></p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>Cinco hotéis (de sonho) para ir namorar</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/cinco-hoteis-de-sonho-para-ir-namorar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jan 2020 14:50:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Prazeres]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Seguimos viagem? Vai ser de ir e suspirar por mais.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Procura um refúgio para celebrar uma data especial com a sua cara metade, quer impressionar alguém ou simplesmente fugir à rotina? Em Portugal não faltam hotéis com mil detalhes mágicos, magnificamente localizados, para uma escapadinha apaixonada.</p>
<p>Percorra a fotogaleria abaixo e conheça as nossas sugestões:</p>

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H\u00e1 tamb\u00e9m duas piscinas exteriores. Mais: neste hotel, o h\u00f3spede pode fazer uma refei\u00e7\u00e3o no restaurante ou, se quiser, participar numa cooking lesson, onde \u00e9 o master chef. \/ Morada: Rua Asseguia das Lages n\u00ba 181, 2480-032 Alvados \/ Telefone: 244 447 000 \/ E-mail: info@cookinghotel.com"},{"image":"https:\/\/bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net\/wp-content\/uploads\/cooking-and-nature-emotional-hotel.jpg","thumb":"https:\/\/bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net\/wp-content\/uploads\/cooking-and-nature-emotional-hotel-150x150.jpg","big":"https:\/\/bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net\/wp-content\/uploads\/cooking-and-nature-emotional-hotel.jpg","title":"Luz Charming Houses","description":"","body":"O Luz Houses \u00e9 um alojamento situado em pleno Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, a cinco minutos a p\u00e9 do Santu\u00e1rio de F\u00e1tima. Este boutique hotel tem 15 su\u00edtes, todas elas com entrada privada, piscina exterior, uma mercearia e at\u00e9 um spa dentro de uma gruta. \/ Morada: Rua Principal 78, 2495-650 F\u00e1tima \/ Telefone: 249 532 275 \/ E-mail: info@luzhouses.pt"},{"image":"https:\/\/bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net\/wp-content\/uploads\/pensao-agricola.jpg","thumb":"https:\/\/bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net\/wp-content\/uploads\/pensao-agricola-150x150.jpg","big":"https:\/\/bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net\/wp-content\/uploads\/pensao-agricola.jpg","title":"Pens\u00e3o Agr\u00edcola","description":"","body":"Na zona do Barrocal Algarvio, a sotavento da regi\u00e3o, nasceu a Pens\u00e3o Agr\u00edcola, um alojamento rural emoldurado por pomares de laranjeiras, figueiras, amendoeiras, medronheiros e alfarrobeiras. Entre a cidade de Tavira e Cacela Velha, a pequena quinta rural foi constru\u00edda em 1920 e manteve a sua identidade agr\u00edcola at\u00e9 1970. Al\u00e9m dos poucos quartos, os h\u00f3spedes poder\u00e3o usufruir dos pequenos-almo\u00e7os do hotel ou dos lanches preparados para as tardes de tanque, aquecido no Inverno, e de uma zona de sol\u00e1rio, passeios de tuk-tuk at\u00e9 \u00e0s praias, cidades hist\u00f3ricas e serra, bem como alugar uma vespa ou um Alfa Romeo Spider descapot\u00e1vel. Poder\u00e3o tamb\u00e9m participar nas actividades relacionadas com o burro Ernesto, o fiel guardi\u00e3o da pens\u00e3o, tais como  o banho, escovagem e alimenta\u00e7\u00e3o. \/ Morada: S\u00edtio do Valongo Concei\u00e7\u00e3o de Tavira, Tavira 8800-072 \/ Telefone: 917 782 189 \/ E-mail: contact@pensaoagricola.com"},{"image":"https:\/\/bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net\/wp-content\/uploads\/teima.jpg","thumb":"https:\/\/bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net\/wp-content\/uploads\/teima-150x150.jpg","big":"https:\/\/bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net\/wp-content\/uploads\/teima.jpg","title":"TEIMA","description":"","body":"\u00c0s portas de uma das conhecidas Rotas Vicentinas e a minutos das praias do Carvalhal, Alteirinhos, Zambujeira do Mar, Am\u00e1lia, Odeceixe, Amoreira, Arrifana e aquelas que ningu\u00e9m conhece, este hotel chegou a ser um monte abandonado durante 20 anos. Hoje, \u00e9 um hotel com apenas sete quartos e duas su\u00edtes, uma sala de refei\u00e7\u00f5es e outra de estar, al\u00e9m de uma lap pool que j\u00e1 foi usada por atletas de alta competi\u00e7\u00e3o. \/ Morada: Vale Juncal, S. Teot\u00f3nio, 7630-675 Odemira \/ Telefone: 961622239 \/ E-mail: info@teima.pt"},{"image":"https:\/\/bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net\/wp-content\/uploads\/memmo-principe-real-1.jpg","thumb":"https:\/\/bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net\/wp-content\/uploads\/memmo-principe-real-1-150x150.jpg","big":"https:\/\/bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net\/wp-content\/uploads\/memmo-principe-real-1.jpg","title":"Memmo Pr\u00edncipe Real","description":"","body":"Num dos bairros mais cosmopolitas de Lisboa, o Pr\u00edncipe Real, ergueu-se o o primeiro boutique hotel de cinco estrelas deste bairro. 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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sei o que bebeste nos anos 80</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Dec 2019 17:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bebidas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estas são algumas das bebidas da moda em plenos anos 80, quando o público-alvo desta revista estava entre a adolescência e a idade adulta. Recorde as grandes estrelas dos bares e discotecas da época e saiba que todas estas marcas continuam à venda em Portugal.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quem tem hoje cerca de 50 anos teve a oportunidade de viver os seus verdes anos numa das melhores décadas do século XX para ser-se jovem: os anos 80. E se esta foi a altura de todos os excessos, do politicamente incorreto e da ascensão meteórica da cultura pop, foi também uma década de ouro para as discotecas e os bares, o que ajudou a celebrizar um conjunto de bebidas que hoje em dia se encontram guardadas nas mais recônditas memórias de todos nós. E, surpreendentemente, nas prateleiras de muitos supermercados!<br />
Nas próximas páginas reunimos um verdadeiro festival de bebidas, cuja existência provavelmente esqueceu, mas que continuam disponíveis no mercado para quem quiser dar-lhes uma segunda oportunidade, mesmo que 30 anos depois. E o mais interessante de muitas destas delícias da destilaria é que quem olha para as cores garridas e o jovial design de algumas das garrafas e rótulos não suspeita que estamos perante algumas das mais potentes bombas etílicas da garrafeira nacional.<br />
Sem mais demoras, ligue o gira-discos, ponha a tocar aquele vinil do David Bowie que sobreviveu ao passar do tempo e embarque connosco nesta viagem no tempo para revisitar uma série de bebidas que se tornaram moda nos anos 80 e que certamente irão avivar memórias há muito adormecidas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vodka laranja</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Embora simples, o vodka laranja é um dos cocktails mais populares da década de 80 e foi criado para proporcionar uma forma mais agradável de consumir um destilado – o vodka – pouco dotado de aroma e de sabor. A mistura tornou-se de tal forma popular, que algumas marcas de vodka, como a Smirnoff, criaram garrafas de 0,75 l de vodka laranja já pronto. No entanto, os puristas dizem que o melhor vodka laranja é aquele feito pouco antes de beber, com laranjas acabadas de espremer. Nos anos 80 era raro encontrar um vodka laranja com esse nível de exigência, sendo que a maioria dos bares utilizava sumos engarrafados.</p>
<p><strong>Pisang Ambon</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma característica comum a muitas das bebidas que ficaram para a história pela sua popularidade em meados dos anos 80 é o elevado grau de açúcar envolvido. Havia bebidas doces ao ponto de serem facilmente confundidas com um comum sumo de fruta, o que muitas vezes disfarçava teores alcoólicos igualmente astronómicos. O Pisang Ambon, mesmo não sendo a bebida mais forte do cardápio dos anos 80 (20% de teor alcoólico), é um desses casos.<br />
Uma das suas principais características é a cor verde brilhante, que lhe dá um aspeto delicioso, fazendo com que algumas pessoas pensassem estar perante uma bebida de menta. No entanto, o Pisang Ambon é um licor de bananas verdes e não de menta, elaborado com base numa complexa mistura de frutos e ervas exóticas.<br />
Criada há cerca de 60 anos, com um sabor doce e sem travo a álcool, esta bebida é consumida em long drinks, e nos anos 80 tornou-se um verdadeiro clássico quando misturada com sumo de laranja. A sua receita tem raízes num licor antigo original da Indonésia. Na língua daquele país, “Pisang” significa banana e Ambon ou Amboina é o nome de uma ilha, também na Indonésia, onde esta bebida é fabricada.</p>
<p><strong>Malibu</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A tradicional garrafa branca de Malibu esconde o transparente do líquido que repousa lá dentro, o que sempre fez com que muita gente não percebesse de imediato que esta bebida é rum, na verdade, e não um licor de cor branca. O sabor a coco é obtido através de extratos e aromatizantes que são adicionados a este rum caribenho feito com melaço de cana-de-açúcar, mas tal como qualquer rum, o Malibu é transparente. Esta “ilusão”, criada pelo design da garrafa, fez com que fossem criados muitos cocktails com base na bebida mais famosa do Caribe que têm, de facto, cor branca, embora esta seja obtida através de outros licores ou ingredientes.<br />
O sabor tropical e a versatilidade que caracterizam o Malibu (faz parte de dezenas de cocktails, serve de base à pina colada e pode ser consumido misturado com sumos de fruta, ou mesmo puro) tornaram&#8211;no num bestseller dos anos 80, e a sua popularidade mantém-se até hoje. Apesar do Malibu com aroma de coco ser o original e também o mais conhecido, foram criadas variantes da bebida com extratos de uma grande variedade de frutas, como banana, limão, ananás e manga, entre outras.<br />
A marca Malibu tem mais de 100 anos e foi no final da década de 80 que o conceito de bebida tropical com sabor a verão começou a ser mais utilizado na sua comunicação, com o objetivo claro de chegar aos jovens adultos da época. Com 21% de teor alcoólico, é uma forma mais leve e aromatizada de beber rum. Tal como o Pisang Ambon, esta é uma daquelas bebidas cujo sabor doce faz parecer que nem sequer são alcoólicas. E aí reside o perigo!</p>
<p><strong>Gold Strike</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os verdadeiros apreciadores de Gold Strike sabem que esta não é uma bebida qualquer. Consumido em shot, com os seus 50% de teor alcoólico, o Gold Strike é uma daquelas espirituosas que muitas pessoas dizem não conseguir beber desde o dia em que abusaram do seu consumo. E isso pode ter a ver com o facto de estarmos perante uma bebida que se excede em mais do que um sentido: além de apreciavelmente forte para o público que atingiu em finais dos anos 80 e início dos anos 90, esta bebida é tão doce e o seu travo a canela é tão intenso, que cada shot parece menos a bomba etílica que é do que uma caixa inteira de pastéis de Belém com canela.<br />
Apesar de tudo isto, quem nunca abusou do Gold Strike continua a gostar, de tempos a tempos, de beber um shot e sentir o aroma inconfundível deste clássico. Parte da experiência consiste em contemplar o líquido transparente no copo, dado que a característica mais distintiva do Gold Strike é a presença de fragmentos de ouro de 23,5 quilates. Esta particularidade valeu-lhe um mito urbano nas décadas de 80 e 90, segundo o qual o ouro rasgaria “as paredes do estômago”, fazendo com que o álcool da bebida passasse mais depressa para a corrente sanguínea. É claro que tudo isto não passa de um mito, sendo os fragmentos de ouro inofensivos para a saúde.<br />
O Gold Strike é, tal como o Pisang Ambon, uma bebida produzida pela holandesa Lucas Vols, e é precisamente esta empresa que sugere o seu consumo sob a forma de shot, através do slogan que se pode ler no rótulo traseiro da garrafa: “Shake, Shoot and Strike.” Os mais corajosos bebem-na numa dose superior, em copos de whisky, com gelo.</p>
<p><strong>Passport Scotch</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O whisky é, desde sempre, uma bebida associada aos pais. É assim hoje e já o era nos anos 80, sendo essa a ideia que o Passport Scotch tentou contrariar ao posicionar-se, já no início dos anos 90, como uma marca de whisky jovem, de qualidade premium, numa gama de preços mais acessível.<br />
Embora já existisse nos anos 80 (a bebida foi criada em 1965 na região escocesa de Speyside), foi em 1992 que um anúncio de televisão não apenas jovem, mas também sexy para a época, popularizou o Passport Scotch entre os portugueses. Até hoje a música do anúncio, “Moments of Love”, dos Art of Noise, é rapidamente associada a esta marca de whisky, que se mantém popular em Portugal, na sua Escócia natal, e também no Brasil, em Angola, no México, em Espanha e nos Estados Unidos.<br />
Com um teor alcoólico de 40%, o Passport Scotch foi desenvolvido pelo blender Jimmy Lang, da Chivas Brothers, nos anos 60. Inicialmente, este whisky foi criado através de um blend clássico que envolveu os single malts oriundos da região de Speyside, como o Strathisla e o Glen Keith. Durante os anos 70, o malte das destilarias recém-construídas Allt-a-Bhainne e Braes of Glenlivet (hoje, Braeval) começou a aparecer na receita do Passport Scotch. O resultado é um whisky de sabor leve com grãos, baunilha e frutas na sua composição. O Passport Scotch continua a ser vendido em Portugal, e se há muito tempo que não o bebe, saiba que não é difícil de encontrar. Além de existir em muitos bares, está à venda em todas as grandes cadeias de hipermercados.</p>
<p><strong>Baileys</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Baileys é uma espécie de matrioska da destilaria, visto que é uma bebida espirituosa feita a partir de outra espirituosa. Um licor de whisky, nos anos 80, até podia ser uma porta de entrada para um jovem tornar&#8211;se um apreciador dos mais puros maltes escoceses. Mas não era. Era simplesmente uma bebida doce que parecia nem ser alcoólica, apesar dos seus 17% de teor, e que à vista desarmada se assemelhava a uma meia de leite metida dentro de um copo de whisky.<br />
O que tornou o Baileys tão famoso, com particular incidência na década de 80, foi a qualidade dos ingredientes que o compõem e o sabor suave, easy drinking, que fazem dele uma opção mesmo para quem não gosta de bebidas alcoólicas.<br />
Apesar de ser um licor de whisky, o Baileys não é escocês. Nasceu da combinação da tradição da destilaria na Irlanda com a qualidade do leite daquela região – 40 mil vacas de quintas irlandesas fornecem leite para a produção de Baileys, e a bebida tem de ser concebida nas 36 horas seguintes à ordenha. Da lista de ingredientes do Baileys contam, além das natas do leite, flocos de cacau, vagens de baunilha, caramelo e, claro, açúcar. Um pormenor interessante sobre o Baileys é o facto de ser possível mantê-lo com o sabor inalterado durante dois anos, sem que as natas sejam adulteradas. Na verdade, a combinação dos ingredientes é tão perfeita que é o próprio whisky a preservar as natas!<br />
Esta bebida pode ser servida pura, ou com gelo, e é utilizada em alguns cocktails.</p>
<p><strong>Safari</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É um dos licores de frutas mais famosos do Mundo e popularizou&#8211;se nos anos 80, embora de forma mais discreta, devido à mesma combinação vencedora de fatores que transformou uma bebida como o Pisang Ambon num bestseller: garrafa apelativa, cor berrante, a presença do elemento fruta, sugerindo ser easy drinking, e uma comunicação dirigida a um público jovem adulto.<br />
O Safari é descrito como um licor de frutas exóticas, incluindo mamão, manga, limão e maracujá, e só isto bastava para convencer os jovens dos anos 80, visto tratar-se de frutas que não existiam à venda em Portugal e das quais só se ouvia falar nas telenovelas brasileiras que passavam na RTP.<br />
Com 20% de teor alcoólico, o Safari bebe-se frequentemente puro, mas também pode servir de base para alguns cocktails. Há ainda quem goste de “Safari Cola”, que, tal como o nome indica, consiste em misturar Safari com Coca-Cola.<br />
Apesar de já não ser propriamente uma bebida da moda, este licor ainda tem uma base de apreciadores suficiente para ser comum vê&#8211;la referida nas cartas de muitos bares de norte a sul do País, seja de forma isolada ou como ingrediente de diversos cocktails.</p>
<p><strong>Gordon’s</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nos anos 80 falar de gin era sinónimo de falar da marca Gordon’s. Desenvolvido por Alexander Gordon, um londrino de ascendência escocesa que abriu uma destilaria na área de Southwark, em 1769, o Gordon’s foi o primeiro gin que muitos jovens dos anos 80 beberam. E mantém-se nas lojas até hoje. O gin Gordon’s é triplamente destilado com bagas de zimbro, sementes de coentro, raiz de angélica, alcaçuz, raiz de lírio, laranja e casca de limão. A garrafa quadrada, característica desta marca, foi introduzida em 1904 e permanece mais de um século depois. Uma curiosidade sobre o Gordon’s é o facto de ter sido o gin favorito de Ernest Hemingway, que ele dizia «fortalecer, pacificar e cauterizar praticamente todos os ferimentos internos e externos».</p>
<p><strong>Cuba Libre</strong></p>
<p style="text-align: justify;">De origem americana, Cuba Libre é o nome de um dos cocktails mais populares dos anos 80. Estrela em bares e discotecas da época, esta bebida obtém-se através da mistura de rum com Coca-Cola, normalmente em proporções de um para dois. É acompanhada por uma rodela de lima dentro do copo ou, em alternativa, sumo de lima. Muitas vezes a proporção da mistura é variável para obter uma bebida mais ou menos alcoólica.<br />
A história da Cuba Libre remonta a 1898, durante a guerra de libertação da ilha de Cuba. Segundo se conta, entre o contingente americano enviado a Cuba estava o capitão Russell, que levou para a guerra algumas garrafas de Coca-Cola. Já em Cuba, pediu uma dose de rum e misturou-o com o refrigerante, criando assim o cocktail Cuba Libre, com um nome alusivo ao objetivo das suas tropas na ilha.<br />
É muito comum confundir-se a Cuba Libre com o Rum Cola, mas não são a mesma coisa. A grande diferença está na lima, que não é utilizada no Rum Cola. Por outro lado, os entendidos dizem que a receita original leva rum branco ligeiro, embora muitos barmen criem variantes com todos os tipos de rum.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>15 praias fluviais para fugir às multidões</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/15-praias-fluviais-para-fugir-as-multidoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2019 12:21:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Prazeres]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há muitas por onde escolher e garantimos que não se vai arrepender.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Está mortinho por uma experiência no meio da natureza com todas as mordomias a que tem direito? De Norte a Sul do país, as praias fluviais caíram no goto dos turistas e enchem o olho. Fazem roer de inveja qualquer um, têm espaço de sobra para estender a toalha, ir a banhos e relaxar.</p>
<p>Prepare o fato-de-banho e faça-se à estrada para aproveitar os raios de sol. A Viagens &amp; Resorts reuniu 15 praias fluviais portuguesas, algumas ainda por descobrir e dignas de postal. Anote:</p>
<div class="detail-name"><strong>1. Loriga (Seia)</strong></div>
<div><img decoding="async" class="b-loaded aligncenter wp-image-139887 size-full" src="http://viagenseresorts.pt/wp-content/uploads/2019/07/loriga-seia.jpg" alt="15 praias fluviais para fugir às multidões" width="900" height="450" title="15 praias fluviais para fugir às multidões"></div>
<p>Situada em pleno Parque Natural da Serra da Estrela, fica numa área de relevo acidentado e está emoldurada pelo Vale Glaciar de Loriga, num ambiente devidamente preservado. As suas águas translúcidas brotam de uma nascente na serra.</p>
<p><strong>2. Valada (Cartaxo)</strong></p>
<p>Tem um café com esplanada, parque de merendas e outro infantil. O cais de embarque permite a prática de desportos náuticos.</p>
<p><strong>3. Agroal (Ourém)</strong></p>
<p>Esta piscina nasce das águas frias termais do rio Nabão, um afluente do Zêzere, na freguesia de Formigais. Tem ao dispor dos banhistas um solário, área de lazer, uma cafetaria temática, balneários e até um anfiteatro ao ar livre.</p>
<p><strong>4. Poço Corga (Castanheira de Pêra)</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="b-loaded aligncenter wp-image-139903 size-full" src="http://viagenseresorts.pt/wp-content/uploads/2019/07/praia-fluvial-poco-corgga.jpg" alt="15 praias fluviais para fugir às multidões" width="900" height="450" title="15 praias fluviais para fugir às multidões">Esta praia de águas límpidas, que se misturam com o verde da Serra da Lousã, está situada no leito da Ribeira da Pêra. É vigiada, tem serviço de primeiros socorros, acesso pedonal e rampas para pessoas como mobilidade reduzida. Nos terrenos anexos, há um carvalhal centenário que oferece as sombras de um parque de merendas e o museu Lagar do Corga, construído num antigo lagar movido a energia hidráulica, onde os visitantes podem aprender como os nossos antepassados produziam azeite.</p>
<p><em><strong>Leia também: </strong><a href="https://viagenseresorts.pt/parques-aquaticos-incriveis-para-ir-na-onda-com-os-miudos/?foto=1" target="_blank" rel="noopener"><span class="post-title">Parques aquáticos (incríveis) para ir na onda com os miúdos</span></a></em></p>
<p><strong>5. Vale do Rossim (Gouveia)</strong></p>
<div class="ng-article__main-col">
<div class="paragraph paragraph--type--content paragraph--view-mode--default">
<p>Localizada no coração da Serra da Estrela, a uma altitude de 1437 metros, esta praia está próxima das Penhas Douradas e do maior vale glaciar da Europa – o Vale do Rossim -, por onde corre o rio Zezêre. Tenha em conta que a altitude condiciona a meteorologia do local.</p>
<p><strong>6. Pego Fundo (Alcoutim)</strong></p>
</div>
</div>
<div><img loading="lazy" decoding="async" class="b-loaded aligncenter wp-image-139888 size-full" src="http://viagenseresorts.pt/wp-content/uploads/2019/07/pego-fundoalcoutim.jpg" alt="15 praias fluviais para fugir às multidões" width="900" height="450" title="15 praias fluviais para fugir às multidões">Localizada na Ribeira de Cadavais, esta zona balnear de areal dourado e águas tranquilas, que chegam a rondar os 28ºC, é alimentada pela albufeira de Acoutim. É uma praia vigiada, estando equipada com um posto de primeiros socorros. As suas infraestruturas incluem jardim, parque de merendas e campo de voleibol, assim como equipamentos para pessoas com mobilidade reduzida. Desde 2005, ostenta o título de Praia Acessível.</div>
<div></div>
<div><strong>7. Aldeia do Mato (Abrantes)</strong></div>
<p>Em plena albufeira da Barragem do Castelo de Bode, esta praia inclui infraestruturas que incluem piscinas flutuantes e parque de campismo. Possui também equipamentos para a prática de desportos náuticos, como remo, canoagem ou <em>windsurf</em>, e oferece a possibilidade de percorrer este grande lago num circuito turístico de barco.</p>
<p><strong>8. Cardigos (Mação)</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="b-loaded aligncenter wp-image-139895 size-full" src="http://viagenseresorts.pt/wp-content/uploads/2019/07/cardigos-macao.jpg" alt="15 praias fluviais para fugir às multidões" width="900" height="450" title="15 praias fluviais para fugir às multidões">A cinco minutos da freguesia de Cardigos, esta praia está localizada junto à Barragem do Vergancinho e destaca-se pela transparência das águas. Tem zona relvada, churrasqueiras, parque de merendas, bar de apoio e zona de descanso.</p>
<p><strong>9. Ribeira do Azibo (Macedo de Cavaleiros)</strong></p>
<p>É uma das 7 Maravilhas – Praias de Portugal e a única a Norte do rio Tejo. Já foi cenário para programas de televisão e é muito procurada pelos famosos. Esta praia, adaptada a pessoas com mobilidade reduzida, dispõe de parque infantil, campo de jogos, bares e insufláveis. Permite ainda o aluguer de gaivotas, bicicletas e veículos a pedal. A temperatura média da água ronda os 22ºC à superfície.</p>
<p><strong>10. Foz d’Égua (Piódão)</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="b-loaded aligncenter wp-image-139896 size-full" src="http://viagenseresorts.pt/wp-content/uploads/2019/07/foz-degua.jpg" alt="15 praias fluviais para fugir às multidões" width="900" height="450" title="15 praias fluviais para fugir às multidões">Emoldurada na Serra do Açor, esta praia é o ponto de encontro da ribeira de Piodão com a ribeira de Chãs, que correm em direcção ao rio Alvoco.</p>
<p><strong>11. Pego das Pias, Odemira</strong></p>
<div class="xs-flex xs-flex-row xs-flex-wrap">
<p>A Norte da freguesia de S. Salvador, entre S. Luís e Odemira, situa-se esta praia, isolada por rochas. A origem do nome está nas cavidades circulares da rocha, provocadas por redemoinhos que se formaram devido ao nível das águas e da força associada ao declive da zona.</p>
<p><em><strong>Leia também:</strong> <a href="https://viagenseresorts.pt/seis-praias-na-costa-alentejana-de-que-nunca-ouviu-falar/" target="_blank" rel="noopener">Seis praias na Costa Alentejana de que nunca ouviu falar</a></em></p>
<p><strong>12. Gameiro (Mora)</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="b-loaded aligncenter wp-image-139900 size-full" src="http://viagenseresorts.pt/wp-content/uploads/2019/07/praia-fluvial-do-gameiro.jpg" alt="15 praias fluviais para fugir às multidões" width="900" height="450" title="15 praias fluviais para fugir às multidões"></p>
<p>Situada no Parque Ecológico do Gameiro, perto do Fluviário de Mora, esta praia foi originada pelo Açude do Gameiro, no Rio Raia. Dispõe de um parque de campismo e outro infantil, zona de merendas, um café com esplanada e um Centro de Interpretação Ambiental.</p>
<p><strong>13. Adaúfe (Braga)</strong></p>
<p>Banhada pelo rio Cávado, esta é uma das mais belas praias fluviais em Portugal. Além das cascatas que os banhistas ali podem encontrar, há também um antigo moinho com um engenho de água.</p>
<p><strong>14. Malhadal (Proença-a-Nova)</strong></p>
</div>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="b-loaded aligncenter wp-image-139902 size-full" src="http://viagenseresorts.pt/wp-content/uploads/2019/07/malhadal.jpg" alt="15 praias fluviais para fugir às multidões" width="900" height="450" title="15 praias fluviais para fugir às multidões"></p>
<p>Esta praia está localizada numa represa, na base da Serra das Corgas, onde corre a Ribeira da Isna, um afluente do rio Zêzere. Caracteriza-se pela enorme extensão de água e relevo acidentado. É também aqui que está instalado o primeiro parque aquático fluvial da região Centro. Chama-se Fluvifun e está equipado com escorregas, trampolins, insufláveis e escaladas.</p>
<p><strong>15. Penedo Furado (Vila de Rei)</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="b-loaded aligncenter wp-image-139906 size-full" src="http://viagenseresorts.pt/wp-content/uploads/2019/07/praia-penedo-furado.jpg" alt="15 praias fluviais para fugir às multidões" width="900" height="450" title="15 praias fluviais para fugir às multidões"></p>
<p>Com um conjunto de pequenas quedas de água, esta praia é procurada não só pelas águas, mas também pelas suas infraestruturas, que permitem a prática de diversas actividades desportivas, tais como pedestrianismo, escalada, slide, canoagem e <em>rappel</em>. É ideal para fazer campismo e levar a família atrás, pois tem pouca profundidade. O rochedo gigante com uma abertura de forma afunilada, na zona mais elevada, dá o nome à praia. Ali mesmo, foi criado o miradouro do Penedo Furado, através do qual é possível avistar a Ribeira do Codes e a albufeira da Barragem de Castelo de Bode.</p>
<p>Esta e outras notícias sobre viagens em <a href="https://www.viagenseresorts.pt/" target="_blank" rel="noopener">www.viagenseresorts.pt</a></p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>Os melhores terraços de Lisboa para beber um copo e ver a vista</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/os-melhores-terracos-de-lisboa-para-beber-um-copo-e-ver-a-vista/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jul 2019 09:54:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bebidas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Prazeres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Escolhemos 10 terraços da moda que se fazem valer de vistas desafogadas sobre Lisboa (como há muito não víamos) e onde a boa disposição nunca se esgota.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para as tardes e noites quentes que aí vêm, todos os motivos são bons para reclamar um lugar ao sol e “esplanadar”. Por isso mesmo, comece já a preparar um copo ao entardecer para relaxar em boa companhia, trocar dois dedos de conversa, petiscar e abanar o corpo. Se for com vista, tanto melhor.</p>
<div class="sign_date">
<p>A Viagens &amp; Resorts dá-lhe uma ajuda. Escolhemos 10 terraços da moda que se fazem valer de vistas desafogadas sobre Lisboa (como há muito não víamos) e onde a boa disposição nunca se esgota.</p>
<p><em><strong>Leia também: </strong><a href="https://viagenseresorts.pt/sete-restaurantes-acabadinhos-de-abrir-em-lisboa/?foto=1" target="_blank" rel="noopener">Sete restaurantes acabadinhos de abrir em Lisboa</a></em></p>
<p>Percorra a fotogaleria abaixo e conheça duas mãos cheias de <em>rooftops</em> na capital:</p>

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Aos finais de tarde, durante a semana, h\u00e1 um afterwork com happy hour, das 17 \u00e0s 19 horas, com imperais a um euro e cocktails a metade do pre\u00e7o, que poder\u00e1 acompanhar, por exemplo, com t\u00e1buas de queijo ou enchidos. \/ Morada: Rua Dom Pedro V 56-D, 1250-094 Lisboa \/ Hor\u00e1rio: todos os dias, das 12:30 \u00e0 meia-noite \/ Telefone: 917 759 282 \/ Redes sociais: @lostin.esplanada"},{"image":"https:\/\/bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net\/wp-content\/uploads\/seen.jpg","thumb":"https:\/\/bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net\/wp-content\/uploads\/seen-150x150.jpg","big":"https:\/\/bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net\/wp-content\/uploads\/seen.jpg","title":"Seen","description":"","body":"Localizado no 9.\u00ba piso do hotel Tivoli Avenida, \u00e9 um espa\u00e7o intimista e cosmopolita, que recorre \u00e0 Art D\u00e9co, est\u00e9tica dos anos 30, e de uma vista panor\u00e2mica sobre Lisboa para fazer valer-se. E \u00e9 neste ambiente que se convida a desfrutar de cocktails de assinatura. O conceito veio do outro lado do Atl\u00e2ntico, pela m\u00e3o do chef Olivier. O espa\u00e7o-irm\u00e3o fica em S\u00e3o Paulo, no topo do Tivoli Mofarrej. \/ Morada: Avenida da Liberdade 185 9.\u00ba piso, 1260-050 Lisboa \/ Hor\u00e1rio: domingo a quinta-feira, das 18:30 \u00e0 uma; sexta-feira a s\u00e1bado, das 18:30 \u00e0s duas; fecha domingo \/ Telefone: 213 514 060 \/ Redes sociais: @seenlisboa"},{"image":"https:\/\/bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net\/wp-content\/uploads\/atico.jpg","thumb":"https:\/\/bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net\/wp-content\/uploads\/atico-150x150.jpg","big":"https:\/\/bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net\/wp-content\/uploads\/atico.jpg","title":"\u00c1tico","description":"","body":"Uma das melhores vistas deste terra\u00e7o para a Avenida da Liberdade \u00e9 a partir do elevador. Mas h\u00e1 mais no 11.\u00ba andar do NH Collection Lisboa Liberdade. 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A fachada \u00e9 envidra\u00e7ada para que se consiga ver o Castelo, a Mouraria, os miradouros da Gra\u00e7a e da Senhora do Monte com um cocktail na m\u00e3o e um petisco na outra. \/ Morada: Centro Comercial Martim Moniz 6 esq., Pra\u00e7a Martim Moniz, 1100-341 Lisboa \/ Hor\u00e1rio: s\u00e1bado a ter\u00e7a-feira, das 12:30 \u00e0 uma; quarta a sexta-feira, das 12:30 \u00e0s duas \/ Telefone: 215 881 322 \/ Redes sociais: @topolisboa"},{"image":"https:\/\/bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net\/wp-content\/uploads\/memmo-principe-real.jpg","thumb":"https:\/\/bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net\/wp-content\/uploads\/memmo-principe-real-150x150.jpg","big":"https:\/\/bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net\/wp-content\/uploads\/memmo-principe-real.jpg","title":"Caf\u00e9 Pr\u00edncipe Real","description":"","body":"Localizado no interior do hotel Memmo Pr\u00edncipe Real, celebra as ra\u00edzes lus\u00f3fonas e reflecte na carta os sabores que os portugueses levaram e encontraram pelo mundo fora. Para acompanhar, h\u00e1 uma extensa lista de cocktails de assinatura para bebericar enquanto aprecia a vista sobre a cidade. O melhor de tudo: de quinta-feira a s\u00e1bado, entre as 18:30 e as 21:30, h\u00e1 sunset parties com DJ \u00e0 beira da piscina. \/ Morada: Rua D. Pedro V, 56 J, 1250-094 Lisboa \/ Hor\u00e1rio: todos os dias, das 13 horas \u00e0 meia-noite \/ Telefone: 219 016 800 \/ Redes sociais: @MemmoPrincipeReal"},{"image":"https:\/\/bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net\/wp-content\/uploads\/rio-maravilha-1.jpg","thumb":"https:\/\/bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net\/wp-content\/uploads\/rio-maravilha-1-150x150.jpg","big":"https:\/\/bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net\/wp-content\/uploads\/rio-maravilha-1.jpg","title":"Rio Maravilha","description":"","body":"O Rio Maravilha fica na antiga sala de conv\u00edvio dos trabalhadores da f\u00e1brica de tipografia onde a LX Factory foi constru\u00edda. E \u00e9, como o nome indica, uma maravilha. Este gastropub \u00e9 uma homenagem a dois rios - o rio Tejo e o Rio de Janeiro, no Brasil - e tem uma carta inspirada na fus\u00e3o de receitas portuguesas e brasileiras. 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Anos mais tarde, em 2010, transformou-se naquilo que hoje conhecemos. 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		<title>O que são obrigações? Dicas de investimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Mar 2019 10:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de termos abordado o mercado das ações na última Forever Young, regressamos agora ao tema dos fundos de investimento para perceber o que são as obrigações e como pode ganhar dinheiro com elas.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Se as ações são títulos que representam o capital social de empresas, as obrigações são títulos que representam capital em dívida. Por definição, as obrigações são valores mobiliários representativos da dívida de uma empresa, de uma instituição ou do Estado. Assim, quando alguém investe em obrigações (tornando-se um obrigacionista), está na realidade a conceder um empréstimo a uma entidade e torna-se dela credor. No final do prazo (maturidade) do empréstimo concedido, o obrigacionista tem direito ao reembolso do capital investido, acrescido de prémios ou juros fixados na data de emissão dos títulos.</p>
<p style="text-align: justify;">As obrigações têm algumas características próprias que devem ser tidas em conta pelo obrigacionista no momento da emissão. A primeira característica é o valor nominal, que é o valor expresso no título e que não corresponde necessariamente ao valor pago por ele. É um Vale a pena investir em obrigações? valor importante, porque serve de referência ao preço de emissão, que é o valor pago pelo obrigacionista no momento em que o título é emitido. Se este preço de emissão for superior ao valor nominal, a diferença irá corresponder a um prémio de emissão; se for inferior, haverá um desconto da emissão.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra característica importante das obrigações é a taxa de juro do cupão. O pagamento de juros neste fundo de investimento é feito numa base periódica e tem por base uma taxa fixa ou variável, definida no momento da emissão do título. Quando a taxa é variável, a fórmula de cálculo tem de ser previamente explicada ao emissor. Relativamente à periodicidade dos pagamentos, poderá ser mensal, trimestral, semestral ou anual.</p>
<p style="text-align: justify;">A maturidade é também definida aquando da emissão da obrigação, e corresponde à data em que o investimento expira. Nessa data é feito o último reembolso de capital.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong>Tipos de obrigações</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Por tratar-se de títulos de dívida, as obrigações podem ser emitidas por empresas ou pelo próprio Estado. No caso deste último, os subscritores têm à sua escolha dois tipos: as Obrigações do Tesouro (OT) e os Bilhetes do Tesouro (BT). As OT são o instrumento principal de financiamento do Estado português, e a sua emissão concretiza-se através de operações sindicadas, leilões ou operações de subscrição limitada, segundo a Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP). Em termos gerais, estas OT têm taxas de juro fixas e maturidades entre os dois e os 50 anos e são amortizáveis no seu vencimento. A duração é o que distingue estas obrigações dos Bilhetes do Tesouro, que são títulos de curta duração, normalmente de até um ano, com um valor unitário de um euro.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso das empresas, sejam elas públicas ou privadas, as obrigações são chamadas de Corporate Bonds, e muitas vezes são olhadas com maior desconfiança dos que as estatais, porque a única garantia de reembolso é a própria capacidade da empresa de respeitar os seus compromissos. Para se protegerem desta insegurança transmitida ao investidor, as empresas e instituições costumam requerer uma notação de risco.</p>
<p style="text-align: justify;">As obrigações podem ser ainda de dívida subordinada ou sénior. As subordinadas incluem uma cláusula de subordinação que dita que, em caso de falência ou liquidação da entidade emitente, estas obrigações só serão reembolsadas depois das de dívida não subordinada ou sénior. Apesar das obrigações subordinadas estarem, assim, em desvantagem quanto às de dívida sénior, o seu reembolso continua a ser prioritário face aos acionistas da empresa. Esta é uma vantagem das obrigações face às ações.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto a riscos inerentes, já vimos que um deles, nomeadamente das Corporate Bonds, é a falência ou liquidação da empresa emitente, razão pela qual os investidores tendem a preferir as obrigações do Estado. No entanto, há outros riscos associados que podem afetar qualquer título, público ou privado, corporate ou estatal. São eles os riscos de liquidez, de mercado, de remuneração, de taxa de juro e de inflação. Em suma, a volatilidade dos mercados desempenha um papel importante no grau de risco que as obrigações implicam.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong>Remunerações e custos</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Tal como em qualquer fundo de investimento, as obrigações têm montantes mínimos e máximos de remuneração, de acordo com as características do título. Dependem essencialmente do valor do investimento, da taxa de juro e da maturidade. Dando como exemplo um investimento de 10 mil euros a cinco anos com uma taxa anual nominal bruta de 4%, o investidor terá uma remuneração total de 1.440 euros na maturidade do fundo de investimento. Isto porque o juro semestral será de 200 euros, correspondente a 400 euros por ano. Retirando o imposto, a remuneração líquida por semestre cifra-se nos 144 euros.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao subscrever obrigações o investidor deve também ter em conta os custos associados, as comissões e os impostos que farão “encolher” a remuneração. Dado que, tal como nas ações, terá de recorrer a um intermediário, os custos poderão ser variáveis, nomeadamente nas comissões de corretagem. Também a escolha por canais online em detrimento de balcões físicos poderá reduzir os custos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em matéria de impostos, as obrigações são tributadas em sede de IRS, imposto de selo e imposto sobre mais-valias. O imposto é retido na fonte, pelo que o valor recebido sob a forma de juros já é líquido.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de emitidas, as obrigações podem ser vendidas antes do prazo de maturidade, mas terá de ter em atenção o risco de a remuneração ser inferior ao valor de investimento – ou seja, pode não valer a pena antecipar a venda. Tudo depende do preço a que essas obrigações se encontram na Bolsa de Lisboa. Se a cotação for inferior ao valor que pagou, vai estar a perder dinheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">As obrigações não transacionadas na Bolsa também podem ser vendidas antes do prazo de maturidade mas, segundo explica a CMVM no seu Guia das Obrigações, «cabe ao intermediário financeiro encontrar um investidor interessado em comprar essas obrigações. No entanto, o preço de venda pode ser inferior ao esperado, ou pode não haver procura no momento em que o investidor as pretende alienar».</p>
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		<title>Uma viagem pelas &#8220;Areias Brancas&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jan 2019 15:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As questões que se nos põem quando saímos de dentro de nós, em mais uma viagem inconclusiva de Geoff Dyer.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Depois do êxito de “Yoga Para Pessoas Que Não Estão Para Fazer Yoga”, publicado em 2013, e de “Mas é Bonito”, publicado em 2014, chega-nos uma nova obra de um dos mais originais e talentosos escritores britânicos da atualidade, Geoff Dyer. “Areias Brancas”, com tradução para português de João Tordo, já está disponível em todas as livrarias nacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste novo livro, Geoff Dyer encontra-se de novo em viagem, atravessando o globo, da Polinésia Francesa ao norte da Noruega, interrogando-se (e ao leitor) sobre o que nos faz querer viajar.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Pequim, na Cidade Proibida, com uma guia que poderá bem não ter sido guia; com amigos, no Novo México, onde D.H. Lawrence teve a sua «maior experiência do mundo exterior»; ou com Don Cherry nas Torres Watts, em Los Angeles – neste e em muitos outros lugares, aqui (como em grande parte da sua extensa obra).</p>
<p style="text-align: justify;">Geoff Dyer entretece ficção e não ficção, arte, literatura e episódios da sua história pessoal para construir uma narrativa de viagem muitas vezes hilariante, e sempre inquiridora das grandes questões que se nos põem quando saímos de dentro de nós próprios.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma prosa reverberante de inteligência, graça e comicidade.</p>
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