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	<title>Finanças pessoais &#8211; Forever Young</title>
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	<description>Para se sentir sempre jovem. Viva com mais sentido, 55+ com atitude.</description>
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	<title>Finanças pessoais &#8211; Forever Young</title>
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		<title>Está quase a ir para a reforma? Calma, não há motivo para stress. Com estas dicas viva uma mudança tranquila para a reforma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sandra M. Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 09:15:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Formas de estar que lhe vão permitir aproveitar da melhor maneira os últimos tempos da vida profissional.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para aqueles que ainda trabalham, as histórias de pessoas que se aposentam podem ser lidas como uma jornada de grandes proporções. Mas chegar a esse objetivo sem remorsos humanos é complicado. Para isso podemos aprender com erros comuns de pessoas já aposentadas.</p>
<p>O caminho para a independência financeira durante a reforma pode ser um caminho mais ou menos longo. No qual podemos nos concentramos menos em aspetos menos tangíveis do que o dinheiro. A parte financeira ganha uma maior importância, sobretudo nos últimos anos da vida profissional, e torna-se difícil lidar com os intangíveis (emoções, bem-estar).</p>
<p>Em seguida, fica com 5 lições difíceis para tentar pôr em prática e assegurar uma melhor qualidade de vida:</p>
<p><strong>1- Economize e invista </strong></p>
<p>Como já vimos, a independência financeira é um dos grandes objetivos para a reforma, pois pode assegurar uma reforma tranquila, sem termos de precisar de outros recursos para conseguir comprar algum bem imóvel ou fazer uma viagem prolongada, por exemplo.</p>
<p>Por isso, esta é a primeira sugestão que deve ter em conta em primeiro lugar e tem uma importância capital para uma reforma com qualidade.</p>
<p><strong>2- Lembre de divertir-se</strong></p>
<p>Pense em si no momento presente e no que o deixa com sorriso no rosto. Tem tempo para tudo, incluindo momentos de diversão, e as estratégias de garantir mais dinheiro não lhe devem ocupar o tempo todo. Não é saudável.</p>
<p>Não se concentre tanto em poupar, pois pode gastar mais tempo com coisas de que gosta a curto prazo. A importância de aproveitar a sua vida no momento é similar à do futuro que está a planear.</p>
<p><strong>3- Seja superior a opiniões alheias</strong></p>
<p>Opiniões e julgamentos da família e dos amigos existem e sempre vão existir, o fundamental é saber escutar o que pode ser bom para si, em relação ao novo caminho de vida que está prestes a tomar.</p>
<p><strong>4- Tire tempo para descobrir o que fazer agora</strong></p>
<p>Passar de ter trabalho para ter trabalho nenhum implica uma séria mudança no estilo de vida. A perspetiva pode deixá-lo razoavelmente nervoso – de tal forma que vai fazer planos para se manter ocupado. O que à partida lhe pode parecer um hobbie, porque é algo que gosta, com o passar do tempo e o possível acréscimo de responsabilidades significa um regresso de aspetos que queria largar, como a pressão, o stress e a ansiedade.</p>
<p>Demore o seu tempo a estruturar o dia &#8211; atividades, descanso, lazer -, pois ninguém se sente bem depois de fazer a mesma coisa durante 12 horas, especialmente no quinto dia consecutivo.</p>
<p><strong>5- Socialize mais</strong></p>
<p>“O homem é um animal social”. Esta frase de Aristóteles provém da sua teoria que defende o ser humano como um indivíduo que gosta da socialização desde o início da vida. Para o filósofo grego, precisamos de nos relacionar uns com os outros para termos uma verdadeira sensação de plenitude e, isso, é o que nos diferencia dos animais irracionais.</p>
<p>Ou seja, não menospreze o seu tempo livre e aproveite para combinar um programa com familiares e amigos. O mais importante é chegarmos a esta fase da vida sem arrependimentos e com a consciência que fizemos tudo ao nosso alcance para sermos felizes.</p>
<p>A vida é mais do que o objetivo de atingirmos a nossa independência financeira para a reforma e mesmo que esse seja o nosso foco principal, podemos partilhar com outras pessoas esses gostos e interesses comuns.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>17 dicas simples para poupar muito (dinheiro) em pouco tempo</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/preciso-de-dinheiro-rapido-17-dicas-simples-para-poupar-muito-em-pouco-tempo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Oct 2020 09:44:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Poupanças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se precisar de economias adicionais e não tem ideia de como conseguir amealhar rapidamente, experimente começar por estas dicas.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As seguintes 17 dicas podem ajudá-lo a economizar dinheiro para qualquer situação em que tenha uma necessidade premente. Algumas são mais fáceis do que outras, mas todas estas estratégias podem ajudá-lo a criar um fundo de emergência dentro de um mês, ou menos, e a atingir a seu objetivo de poupança a longo prazo.</p>
<p><strong>1- Mude a maneira como faz compras no supermercado</strong></p>
<p>O proprietário do site de finanças pessoais <a href="https://moneydoneright.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Money Done Right</a> Logan Allec é da opinião que a maioria das pessoas deve manter uma lista de compras a fazer no supermercado. No entanto, Logan também acha que pode ser dado o passo extra para economizar dinheiro. Diferentes supermercados podem ter algumas opções a um preço mais baixo, pois «economizará a evitar compras por impulso e poderá seguir a sua lista de igual forma. Pode também comparar preços online e escolher o melhor negócio».</p>
<p><strong>2- Planeie e prepare as suas refeições</strong></p>
<p>Com o planeamento e a preparação das refeições com antecedência pode economizar o dinheiro que gastaria a “ir comer fora”, além de que pode ser mais saudável. Dê preferência a refeições que podem ser facilmente aquecidas e servidas.</p>
<p><strong>3- Vender o seu material indesejado</strong></p>
<p>A venda de itens desnecessários oferece mais espaço e, possivelmente, dinheiro na conta bancária. Embora possa ter uma venda de garagem antiquada, o uso de uma plataforma online é uma alternativa conveniente, pois os «mercados online tornam extremamente fácil vender itens usados», afirmou a autora de um blog de finanças pessoais Steffa Mantilla. «Para vendê-los rapidamente, procure primeiro o mesmo item e veja quais são os preços pedidos», aconselha a especialista.</p>
<p><strong>4- Alugue a sua casa</strong></p>
<p>Pode não precisar de sair para ganhar dinheiro com a sua casa. Sites como o Airbnb simplificam o processo com a possibilidade de alugar um quarto extra. Esta plataforma online oferece uma ferramenta que estima quanto pode ganhar ao colocar esse espaço não utilizado para alugar.</p>
<p><strong>5- Negoceie tudo</strong></p>
<p>Não tenha medo de cortar custos através da negociação. Pode conseguir renunciar taxas, obter melhores taxas de juros, ou mesmo economizar dinheiro. A blogger do <a href="http://www.luckymojito.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lucky Mojito</a> Monica Lam diz que «algumas pessoas não negoceiam porque estão confusas e pensam que isso as faz parecer pobres ou não sabem como. Contudo, quem é mais conhecido pela sua habilidade de negociar são os empreendedores, os ricos ou as pessoas que gostam de guardar dinheiro».</p>
<p><strong>6- Valorize notas e moedas</strong></p>
<p>Os cartões de crédito são uma maneira fácil de gastar, porque não vê o dinheiro fisicamente. A autora do blog de finanças pessoais <a href="https://onefinewallet.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">One Fine Wallet</a> Saranya Ramanathan adverte que «a maneira mais rápida de economizar dinheiro é trocar cartões por dinheiro, pois ao visualizar como está a gastar dinheiro, é apenas uma questão de tempo até perceber que está a comprar mais do que precisa».</p>
<p><strong>7- Crie a rotina de poupança automática</strong></p>
<p>Defina uma meta de poupança, calcule o que é necessário para chegar lá e configure um depósito direto através de uma aplicação, por exemplo, que envie dinheiro diretamente para a conta poupança. O orçamento no sentido tradicional pode parecer restritivo, por isso Monica Lam sugere que «experimente depositar diretamente na sua conta poupança todas as semanas e aumentar a quantia enquanto vai reduzindo a sua dívida».</p>
<p><strong>8- Não gaste dinheiro durante uma semana</strong></p>
<p>A fundadora e autora do site <a href="https://momsmakecents.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Moms Make Cents</a> sugere que, exceto os seus gastos obrigatórios (água, luz, renda, seguros), «durante uma semana não tenha gastos frívolos como o café com os amigos, roupas novas ou o cabeleireiro e utilize a comida da sua despensa. Vai ficar surpreendido com o quanto pode economizar numa semana».</p>
<p><strong>9- Começar um trabalho secundário </strong></p>
<p>Aproveite o seu tempo livre para ter um trabalho a tempo parcial, com o qual pode ganhar um dinheiro extra, como participar num dos serviços de transportes ou de entrega de comida em qualquer plataforma que lhe agrade mais.</p>
<p><strong>10- Use o dinheiro para se limitar</strong></p>
<p>Saranya Ramanathan tem um truque para limitar os gastos: “quando for às compras, leve um limite em dinheiro que não pode ultrapassar. Isso pode permitir controlar os seus gastos».</p>
<p><strong>11- Aposte nas subvalorizadas marcas brancas</strong></p>
<p>Ao comprar marcas, está a pagar em parte pelo nome. É por isso que as marcas genéricas ou de lojas geralmente tendem a ser mais baratas, apesar de cumprirem os mesmos regulamentos e requisitos dos seus homólogos da marca. Um estudo recente revelou que dois terços dos consumidores disseram que os produtos de marca branca são tão bons ou até melhores do que os produtos de marca.</p>
<p><strong>12- Invista em certificados de aforro </strong></p>
<p>Use certificados de depósito de curto prazo para ganhar juros. Uma conta-poupança pode ser uma boa opção, porque muitas contas correntes não ganham juros, mas «os <a href="https://www.igcp.pt/pt/menu-lateral/certificados-de-aforro/descricao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">certificados de aforro</a> normalmente oferecem taxas de juros mais altas».</p>
<p>O blog <a href="https://thedailyhabit.blogs.sapo.pt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">The Daily Habit</a> informa que «os certificados de aforro talvez sejam o tipo de investimento em divida pública mais conhecido». O seu prazo é de «10 anos a contar da data de subscrição e a taxa juro é determinada mensalmente através da taxa Euribor a três meses». Pode fazer uma simulação no site da <a href="https://www.deco.proteste.pt/investe/depositos-certificados/certificados-aforro" target="_blank" rel="noopener noreferrer">DECO</a>.</p>
<p><strong>13- Corte nas suas assinaturas</strong></p>
<p>Reveja todas as suas subscrições e quanto está a gastar em todas as suas assinaturas. Mesmo aquelas que não estão a ser utilizadas «podem custar centenas e, às vezes, milhares por ano». As renovações automáticas podem facilitar, mas as pessoas podem, eventualmente, esquecer que possuem uma conta no ginásio ou de um serviço de streaming que todos os meses retira a sua parte por algo que até já pode nem usufruir.</p>
<p><strong>14- Faça um orçamento e cumpra-o</strong></p>
<p>Preste atenção para onde o seu dinheiro vai, criando e seguindo um orçamento. Compare a sua renda e as suas contas e procure alternativas que podem significar uma potencial redução nos seus gastos com as contas ao fim do mês. Algumas despesas mensais não são negociáveis, mas alguns itens como roupas, ou cafés são mais flexíveis e podem ser cortadas para aumentar o valor da sua poupança.</p>
<p><strong>15- Refinanciar os empréstimos</strong></p>
<p>A CEO da iLendingDirect Nancy Fitzgerald lembrou que «a maioria das pessoas não tem ideia de que têm a capacidade de refinanciar os seus empréstimos para automóveis com o potencial de economizar muito».</p>
<p><strong>16- Reduza as taxas de juros do seu cartão de crédito</strong></p>
<p>O proprietário do site <a href="https://www.peerlessmoneymentor.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Peerless Money Mentor</a> Jerry Brown diz que «reduzir as taxas de juros do cartão de crédito pode ser tão simples quanto solicitar ao seu banco uma transferência para um cartão com juros mais baixos».</p>
<p><strong>17- Usar pagamento automático de contas</strong></p>
<p>A gestora dos conteúdos do site <a href="https://www.reviewingthis.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ReviewingThis</a> Beverly Friedmann afirmou que «a inscrição no pagamento automático das várias contas regulares que tenha, pode ajudá-lo a economizar algum dinheiro no final do mês». Isso porque as empresas «adoram saber que receberão sem aborrecimentos, portanto normalmente, dispensam as pequenas taxas que implicariam o aumento do valor do pagamento».</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>Cartões contactless: Quão seguros são os pagamentos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2020 10:50:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<category><![CDATA[Prazeres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde 2013 que muitos cartões de crédito em Portugal passaram a ter a tecnologia contactless incorporada. Descubra quão seguro é este método de pagamento.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem muitas questões relativas à segurança de um cartão contactless. Isto pelo facto de estes cartões – que tanto pode ser de débito como de crédito ou até mesmo <a href="https://www.comparaja.pt/blog/compras-seguras-internet-cartao-pre-pago" target="_blank" rel="noopener">pré-pago</a> – serem um produto que permite ao consumidor efetuar pagamentos até determinado montante sem introdução do código PIN, apenas aproximando o cartão a alguns centímetros do Terminal de Pagamento Automático (TPA).</p>
<p>Todos os cartões que possuem a tecnologia <em>contactless</em> (de leitura por proximidade) podem ser igualmente utilizados com a tradicional inserção do PIN.</p>
<div class="ceg-button01-container"></div>
<p>Pela facilidade e rapidez com que é possível fazer pequenos pagamentos com este método (uma operação realizada desta forma demora cerca de 5 segundos), um cartão <em>contactless </em>torna-se muito cómodo, para além de que evita que se tenha de dar o cartão a quem tem o TPA.</p>
<p>É de referir que existem alguns <em>smartphones</em> que também já possuem a tecnologia <em>contactless</em> incorporada.</p>
<p>Se tem um cartão <em>contactless</em> e deseja começar a fazer pagamentos desta forma, para ativar esta funcionalidade basta realizar um primeiro pagamento num TPA.</p>
<h5><strong>Como identificar e fazer pagamentos com um cartão contactless?</strong></h5>
<p>Provavelmente até já possui um cartão com esta funcionalidade e nem se apercebeu. Para identificar esta função, basta verificar se no canto superior direito do seu cartão se encontra o <strong>seguinte símbolo</strong>:<img decoding="async" class="wp-image-29471 alignleft" style="text-transform: initial;" src="https://foreveryoung.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/contactless.png" alt="Cartões contactless: Quão seguros são os pagamentos?" width="163" height="199" title="Cartões contactless: Quão seguros são os pagamentos?" srcset="https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/contactless.png 841w, https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/contactless-788x960.png 788w, https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/contactless-768x935.png 768w, https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/contactless-600x731.png 600w" sizes="(max-width: 163px) 100vw, 163px" /></p>
<p>Imagine que tem um cartão <em>contactless</em> e que se encontra num restaurante ou noutro estabelecimento comercial e deseja pagar a conta com multibanco. Para tal, basta encostar o cartão <em>contactless</em> ao terminal de pagamento automático (ficando apenas a alguns centímetros de distância) e, sem necessidade de introduzir o código PIN (como seria habitual), o pagamento fica feito.</p>
<p>Porém, esta forma de pagamento não pode ser usada para quaisquer montantes, existindo um limite que é estabelecido por cada banco individualmente e que normalmente ronda os 20 euros.</p>
<p>Além disso, existe ainda outra limitação: para além do valor máximo definido para cada compra, também existe um limite relativamente ao número de pagamentos que é possível efetuar com este método. Por exemplo: assim que atingir 60 euros em pagamentos com tecnologia <em>contactless</em>, na transação seguinte é provável que lhe seja solicitada a inserção do PIN.</p>
<div class="ceg-note-block">
<h5 class="ceg-note-title">Pode existir duplicação de pagamentos se se deixar o cartão encostado ao TPA durante muito tempo?</h5>
<p class="ceg-note-txt">Não, porque os leitores de cartão <i>contactless</i> só permitem realizar um pagamento de cada vez, que terá de ser anulado ou confirmado antes de se poder realizar uma nova transação.</p>
</div>
<div class="ceg-learnmore-block"></div>
<h5><strong>Segurança é uma prioridade. Como garanti-la?</strong></h5>
<p>Desde logo, e conforme referido pelo Banco de Portugal na altura em que a tecnologia <em>contactless</em> foi lançada, mesmo respeitando o valor máximo definido para pagamentos através deste método, pode ser-lhe requerida a introdução do PIN numa compra aleatória como medida de segurança.</p>
<p>Note que existem algumas <em>apps</em> que permitem ler os dados de um cartão <em>contactless</em> e, consequentemente, descobrir informações sobre o portador do cartão e os movimentos que este efetuou com o mesmo. Isto é algo que pode ser perigoso se, por exemplo, estiver num local com multidões ou com uma grande concentração de pessoas (num festival de música ou num transporte público, por exemplo).</p>
<p>Para evitar o caso acima descrito, vale a pena investir numa capa de alumínio para colocar à volta do cartão. Note também que, para que se conseguisse usar uma aplicação que pudesse ler os seus dados, é preciso que o cartão esteja, de facto, muito perto do telemóvel.</p>
<p>Em todo o caso, estar atento nunca é demais. Se notar alguma atividade fora do normal com o seu cartão <em>contactless </em>(como, por exemplo, uma utilização abusiva), deve ligar para o seu banco e, se necessário, pedir para que o cartão seja cancelado. Sabia que, a partir do momento em que avisa a instituição financeira, qualquer utilização abusiva do seu cartão deixa de ser da sua responsabilidade?</p>
<p>Ademais, cabe ainda salientar que existem seguros para prevenir a utilização fraudulenta dos cartões e alguns cartões de crédito até já vêm com esta proteção incorporada – averigue se não é o caso do seu.</p>
<div class="ceg-learnmore-block"></div>
<p>Por outro lado, este tipo de cartões tem segurança acrescida pelo facto de o cliente estar, na realidade, a fazer pagamentos sem precisar de inserir o PIN em público e sem que o cartão saia da sua mão.</p>
<p>De qualquer das formas, se não desejar ter esta funcionalidade no seu cartão, pode sempre solicitar ao seu banco para desativá-la.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<item>
		<title>Finanças pessoais: Um especialista explica como controlar o seu dinheiro e evitar crises</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/financas-pessoais-um-especialistaexplica-como-controlar-o-seu-dinheiro-e-evitar-crises/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2020 09:29:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Controlo]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
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		<category><![CDATA[Gastos]]></category>
		<category><![CDATA[Poupanças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma mudança de atitude face à sua saúde financeira e uma análise cuidadosa e rigorosa dos gastos são mudanças que podem ajudar a ter um registo bancário positivo.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As finanças domésticas são uma pressão constante que podem obrigar as famílias a um maior controlo nos seus gastos e que esta tem obrigado a estabelecer orçamentos com «um aperto sem precedentes na última década», segundo o fundador da <a href="https://www.moneysavingexpert.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Money Saving Expert</a>, Martin Lewis, em declarações ao The Guardian. Este especialista em finanças pessoais tem 4 dicas para ajudar aqueles que têm rendimentos altos e podem gastar com maior facilidade a, também, poupar algum dinheiro.</p>
<p><strong>Mude a sua mentalidade quanto às finanças pessoais</strong></p>
<p>Se tiver saúde financeira para poder ter alguns luxos, as poupanças podem significar uma mudança de mentalidade e se gostar de um desafio, aumentos graduais em cada período de tempo (dias, semanas, meses) no valor que poupa podem levar à criação de uma rotina, que se pode mostrar vantajosa.</p>
<p>Imagine outra situação, em que obtém um aumento salarial. Experimente dedicar uma parte do mesmo à poupança imediatamente, pois «quando nos acostumamos a ter mais dinheiro, achamos muito difícil ter menos» constata Martin Lewis.</p>
<p>Este até pode ser um momento difícil para economizar, «porque as taxas de juros estão muito baixas», mas tudo o que quebrar o seu padrão habitual para começar a poupar pode ser útil.</p>
<p><strong>Depois atente na sua situação financeira</strong></p>
<p>No que respeita a dívidas, o especialista diz que «é melhor liquidá-las do que poupar», portanto tenha cuidado com as suas prioridades. Se a única dívida for a sua hipoteca, «a taxa de juros provavelmente será maior que a taxa da poupança, pelo que deve pagar em excesso a sua hipoteca».</p>
<p><strong>E analise os seus gastos</strong></p>
<p>Lewis avisa que quando «não temos restrições quando não temos um orçamento». Para criar algumas limitações nos seus gastos, nada melhor do que os analisar com rigor.</p>
<p>Certifique-se de que está a pagar apenas o que deve nas contas de gás e eletricidade, de que está a usufruir das melhores ofertas em coisas como sua TV digital e calcule as despesas necessárias. Agora as aplicações permitem acedermos aos nossos extratos bancários são muitas e, assim, podemos saber quanto dinheiro realmente temos e em quê que temos gasto.</p>
<p>Desta forma, podemos começar a disciplinar-nos e garantir que conseguimos poupar quanto e onde queremos. Basta «configurar contas diferentes e, assim que receber o salário, guardar o dinheiro na conta-poupança».</p>
<p><strong>Por fim, procure a conta-poupança mais rentável</strong></p>
<p>O mais importante é ficar a saber tudo sobre o que é uma conta-poupança, no site <a href="https://www.comparaja.pt/blog/conta-poupanca" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compara Já</a>, quais as modalidades, os montantes de constituição, as taxas de juro, as condições de acesso e os prazos de constituição, como decorre o vencimento de juros, os reforços, a mobilização antecipada e a renovação.</p>
<p>Depois, pode avançar, por exemplo, para a simulação de contas-poupança da<a href="https://www.deco.proteste.pt/dinheiro/poupanca-investimento/simule-e-poupe/simulador-contas-poupanca" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Deco</a> para se assegurar de que escolhe a conta-poupança que melhor se aplica a si e onde pode obter o melhor rendimento.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<item>
		<title>Como posso pagar as despesas de saúde no estrangeiro?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/como-posso-pagar-as-despesas-de-saude-no-estrangeiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2020 10:18:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Prazeres]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Cartão Europeu]]></category>
		<category><![CDATA[Despesas]]></category>
		<category><![CDATA[Estrangeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se precisar de cuidados médicos fora do País pode usar o seguro de saúde e o de assistência em viagem do carro ou pedir o Cartão Europeu. Saiba o que fazer. </p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os seguros de saúde, independentemente da modalidade contratada (assistência, reembolso ou mistos), são válidos em território nacional, mas também quando viaja para o estrangeiro.</p>
<p>Se ainda não tem um seguro de saúde e está a pensar em subscrever um plano para contornar as limitações do Serviço Nacional de Saúde, consulte o nosso simulador.</p>
<p>Analisamos todas as ofertas do mercado e apresentamos-lhe as melhores opções para o seu caso. Através do simulador, pode ainda aceder diretamente ao protocolo exclusivo que negociámos com a MGEN, o único produto que não tem limites de idade, não exclui doenças graves ou pré-existentes e que só pode ser terminado por iniciativa do segurado.</p>
<h5><strong>Como usar o seguro de saúde fora do País</strong></h5>
<p>Pode usar a sua apólice se precisar de cuidados médicos na sequência de uma doença súbita ou um acidente ocorridos durante a estadia no estrangeiro, por um período máximo entre 30 e 90 dias, dependendo das apólices.</p>
<p>Nesse caso, deverá recorrer a uma clínica ou hospital, receber os cuidados necessários e pagar do seu próprio bolso. Quando regressar a Portugal, apresente à seguradora o comprovativo das despesas para reembolso, incluindo o transporte para a unidade de saúde.</p>
<p>Algumas seguradoras, como as que trabalham com a rede Advancecare (MGEN, Real, Tranquilidade ou Generali, por exemplo), exigem que os recibos sejam escritos em português, inglês, francês ou espanhol e indiquem o nome do doente, assim como os serviços prestados e a especialidade médica.</p>
<p>Há seguros que permitem o acesso a redes convencionadas que integram unidades de saúde em Espanha. Neste caso, se precisar de cuidados médicos no decorrer de uma visita ao país vizinho, poderá optar por ser atendido numa unidade pertencente à rede. Irá suportar apenas o copagamento previsto.</p>
<p>Também existem seguradoras que disponibilizam um serviço de assistência no estrangeiro, que o segurado terá de solicitar por telefone. Este serviço assegura a admissão no hospital ou clínica onde o segurado pretenda ser internado para receber tratamento médico. Está ainda garantido o transporte em ambulância para a clínica ou o hospital, o transporte após a alta médica, entre outras despesas.</p>
<p>Para uma utilização mais alargada do seguro de saúde, sem limite de deslocações com um período máximo de duração, há apólices que permitem subscrever a extensão territorial do seguro. Pode fazê-lo em regime de prestações convencionadas nos países e unidades de saúde pertencentes às redes clínicas protocoladas ou em regime de prestações indemnizatórias em qualquer parte do mundo.</p>
<p>As opções de utilização do seguro de saúde no estrangeiro são várias, por isso, antes de partir de viagem, analise a sua apólice ou contacte a seguradora para perceber as alternativas que tem e a forma de ativar as coberturas em caso de necessidade. Leve sempre consigo o contacto telefónico do serviço de assistência.</p>
<p>Quem não tem um seguro de saúde, ao viajar deve usar o <a href="https://www.deco.proteste.pt/saude/seguro-saude/noticias/adoeceu-no-estrangeiro-saiba-como-pagar-as-despesas/e-se-nao-tiver-seguro-de-saude" target="_blank" rel="noopener">Cartão Europeu de Seguro de Doença</a>, que dá acesso aos cuidados de saúde do setor público nas mesmas condições dos habitantes do país.</p>
<p>Em caso de conflito com uma empresa, apresente o caso na nossa plataforma Reclamar. Juntamos o nosso nome à sua reclamação, para dar mais peso à mensagem. Se quiser, pode deixar o caso visível na lista de reclamações públicas, para aumentar a pressão sobre a empresa e ajudar consumidores com situações semelhantes.</p>
<ul>
<li>Para mais informações consulte este <a href="https://www.deco.proteste.pt/saude/seguro-saude/noticias/adoeceu-no-estrangeiro-saiba-como-pagar-as-despesas" target="_blank" rel="noopener noreferrer">link</a>.</li>
</ul>
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]]></content:encoded>
					
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		<title>Finanças pessoais. 7 dicas para gerir o dinheiro e ter qualidade de vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Dec 2019 11:42:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[reforma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para ter uma reforma com a maior qualidade de vida possível, estabeleça nestes últimos anos da vida profissional um plano/guia de como a quer viver. </p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Provavelmente, já estamos numa fase da vida em que a nossa independência é salvaguardada por uma maior segurança financeira, que nos dá um maior poder de compra. Ora, com um maior poder financeiro vem um aumento das responsabilidades &#8211; gerir o dinheiro, fazer poupanças, investir e criar um legado duradouro -, por isso, deixamos 7 sugestões sobre como pode chegar à reforma de uma forma segura e tranquila.</p>
<p><strong>1- Conheça-se melhor;</strong></p>
<p>Para evitar surpresas na sua vida, que podem literalmente custar-lhe dinheiro, já pode saber como reage perante determinadas situações e tentar mudar o que no passado se provou ser inconveniente para si.</p>
<p><strong>2- Mantenha a sua vida privada;</strong></p>
<p>A maior parte das pessoas mais velhas não são tão abertas como as mais novas. As experiências acumuladas ao longo dos anos são uma defesa se apenas pessoas da nossa confiança tiverem conhecimento.</p>
<p>No entanto, com o tempo em que o nosso poder financeiro aumenta e ganhamos maior segurança em nós mesmos, começamos a poder cometer alguns deslizes. O melhor é ter cuidado, porque nunca sabemos verdadeiramente quais são as intenções dos outros.</p>
<p><strong>3- Aprenda com os erros dos outros;</strong></p>
<p>Quase tão importante como aprender com os nossos erros, é estar consciente dos erros dos outros que já passaram por situações semelhantes à nossa. Se for o caso de partilhar a sua vida com alguém, tenha um cuidado maior para não cometer certos riscos. No que toca ao dinheiro é difícil tomar decisões quando há emoções envolvida.</p>
<p>Porém, é crucial que cada um tenha alguma autonomia. Se tem constantemente de pedir permissão para lidar com pequenas quantias de dinheiro, isso começa a parecer paternal, o que não é bom para a relação.</p>
<p><strong>4- Com filhos seja transparente;</strong></p>
<p>Essa característica é fundamental. Muitos de nós, na faixa dos 50, fornecemos ajuda financeira aos nossos filhos. Contudo, deve conduzir os seus filhos ao ponto em que eles próprios ganhem a sua autonomia financeira.</p>
<p>Crie um plano de como os quer ajudar a crescer financeiramente. Ou os ajuda com o orçamento, ou traça um caminho até lhes retirar o apoio. Mas evite as surpresas, porque é assim que surgem as confusões mais graves no seio da família.</p>
<p><strong>5- Procure a união familiar para cuidar dos seniores;</strong></p>
<p>Às vezes, tem filhos, procura o melhor para a sua reforma e ainda tem de cuidar dos seus pais. Este é um tema que pode ser problemático para muitas pessoas. Há sempre pessoas mais ligadas aos seus pais que outras. No entanto, a menos que seja filho único, procure encontrar um consenso com todos os membros adultos da família, incluindo os pais, para que ninguém saia prejudicado.</p>
<p><strong>6- Tenha consciência do seu trabalho e valorize-se;</strong></p>
<p>Seja o seu melhor advogado, na hora de negociar o seu salário, em que tem de estar consciente do valor do seu trabalho. Se for preciso, vá atrás de salários mais altos noutros sítios e esteja disposto a mudar de emprego para conseguir um aumento salarial.</p>
<p><strong>7- Viva o momento.</strong></p>
<p>Muitas pessoas pensam na importância de deixar um legado para os seus filhos. No entanto, pense como pode ser mais importante ajudar os seus filhos agora a comprar uma casa ou a investir num negócio que eles possam querer começar. Isso pode ter um maior impacto do que deixar uma herança maior.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>10 dicas de como pode ganhar dinheiro extra em Portugal</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/10-dicas-de-como-pode-ganhar-dinheiro-extra-em-portugal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Dec 2019 15:22:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Prazeres]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas extra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo estando satisfeitos com o nosso trabalho, muitas vezes procuramos outras formas de ganhar dinheiro para fazer face a despesas extra ou simplesmente para ajudar a reforçar o nosso pé-de-meia. Está a perguntar-se como pode fazê-lo? Então este artigo é para si. Deixamos-lhe 10 sugestões de como ganhar dinheiro extra em Portugal.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O segredo está em encontrar algo que goste de fazer e que lhe permita ser flexível. Não fará sentido que esta nova fonte de rendimento seja tão stressante ou intensa como a sua profissão. O ideal é aliar o lazer a esta nova atividade para ganhar dinheiro de que possa desfrutar, ao invés de ter mais uma dor de cabeça. Estas são 10 dicas de como pode ganhar dinheiro extra em Portugal:</p>
<h5><strong>#1 – Venda o que não precisa</strong></h5>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-29543" src="https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/2019/08/vender-livros-velhos-dinheiro-extra.jpg" alt="10 dicas de como pode ganhar dinheiro extra em Portugal" width="740" height="370" title="10 dicas de como pode ganhar dinheiro extra em Portugal" srcset="https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/vender-livros-velhos-dinheiro-extra.jpg 740w, https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/vender-livros-velhos-dinheiro-extra-600x300.jpg 600w" sizes="(max-width: 740px) 100vw, 740px" /></p>
<p>Tem alguns livros lidos que estão a apanhar pó na prateleira ou peças de roupa que já não utiliza? Ou até mobiliário ou outros utensílios dos quais não precisa? De certeza que tem coisas em casa às quais já não dá utilidade, mas que podem fazer falta a outras pessoas. Aproveite as plataformas online como OLX, eBay ou CustoJusto para ganhar dinheiro extra com a venda desses mesmos artigos.</p>
<h5><strong>#2 – Participe em estudos de mercado</strong></h5>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-29536" src="https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/2019/08/estudos-de-mercado-dinheiro-extra.jpg" alt="10 dicas de como pode ganhar dinheiro extra em Portugal" width="740" height="370" title="10 dicas de como pode ganhar dinheiro extra em Portugal" srcset="https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/estudos-de-mercado-dinheiro-extra.jpg 740w, https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/estudos-de-mercado-dinheiro-extra-600x300.jpg 600w" sizes="(max-width: 740px) 100vw, 740px" /></p>
<p>Outra forma de ganhar dinheiro facilmente é participando em estudos de mercado. Existem inúmeras empresas que contactam pessoas para participarem em inquéritos, tanto <em>online</em> como presencialmente.</p>
<p>Para ter esta oportunidade basta, por norma, inscrever-se no site de algumas destas empresas e será contactado posteriormente para participar, consoante o seu perfil de consumidor e o tipo de estudos a decorrer.</p>
<h5><strong>#3 – Utilize o cartão de crédito</strong></h5>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-29332" src="https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/2019/08/aumentar-plafond-crédito.jpg" alt="10 dicas de como pode ganhar dinheiro extra em Portugal" width="740" height="370" title="10 dicas de como pode ganhar dinheiro extra em Portugal"></p>
<p>Utilizar o seu cartão de crédito para fazer compras pode proporcionar vales em supermercados, lojas ou restaurantes. Apesar de não ser dinheiro vivo a cair-lhe na conta, sempre pode descontar quantias simpáticas nas suas compras do mês, por exemplo.</p>
<p>Outro dos benefícios desta utilização é que pode receber de volta uma percentagem do valor das compras que fizer se o seu cartão tiver <a href="https://www.comparaja.pt/cartao-de-credito/guia/o-que-e-o-cashback" target="_blank" rel="noopener"><em>cashback</em></a><em>.</em></p>
<h5><strong>#4 – Tome conta de crianças</strong></h5>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-29535" src="https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/2019/08/tomar-conta-de-crianças-dinheiro-extra.jpg" alt="10 dicas de como pode ganhar dinheiro extra em Portugal" width="740" height="370" title="10 dicas de como pode ganhar dinheiro extra em Portugal"></p>
<p>Se gosta de passar tempo com crianças e tem jeito para tal, pode investir em fazer <em>babysitting</em>. No Facebook encontra inúmeros grupos nos quais não faltam pedidos de <em>babysitters</em>, quer seja em <em>part-time</em>, tempo inteiro ou apenas para situações esporádicas.</p>
<h5><strong>#5 – Passeie animais</strong></h5>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-29534" src="https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/2019/08/passear-um-cão-dinheiro-extra.jpg" alt="10 dicas de como pode ganhar dinheiro extra em Portugal" width="740" height="370" title="10 dicas de como pode ganhar dinheiro extra em Portugal"></p>
<p>Há sempre quem vá de férias ou que tenha um trabalho mais exigente e não tenha tempo para passear o seu cão durante o dia. Aproveite a oportunidade, principalmente se é apaixonado por animais, para fazer <em>dogsitting</em> e assim ganhar dinheiro extra.</p>
<h5><strong>#6 – Dê explicações</strong></h5>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-29541" src="https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/2019/08/explicações-dinheiro-extra.jpg" alt="10 dicas de como pode ganhar dinheiro extra em Portugal" width="740" height="370" title="10 dicas de como pode ganhar dinheiro extra em Portugal"></p>
<p>Lembra-se daquela disciplina a que era “barra” no secundário? Pode avivar a memória e aproveitar essas competências para ajudar estudantes que tenham mais dificuldade e ainda ganhar uns trocos extra. Dar explicações é um ótimo exemplo de como ganhar dinheiro extra em Portugal.</p>
<h5><strong>#7 – Crie um pequeno negócio</strong></h5>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-29542" src="https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/2019/08/novo-negócio-dinheiro-extra.jpg" alt="10 dicas de como pode ganhar dinheiro extra em Portugal" width="740" height="370" title="10 dicas de como pode ganhar dinheiro extra em Portugal"></p>
<p>Se tem um talento escondido como, por exemplo, pintar, fazer peças de artesanato ou até cozinhar, porque não tirar partido desse dom e criar o seu próprio negócio? Aproveite as redes sociais para divulgar os seus produtos e vendê-los e, assim, ganhar dinheiro extra.</p>
<div class="ceg-learnmore-block"></div>
<h5><strong>#8 – Invista</strong></h5>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6274" src="https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/2019/07/dinheirio_dividas_calculadora-e1565774497229.jpg" alt="10 dicas de como pode ganhar dinheiro extra em Portugal" width="740" height="494" title="10 dicas de como pode ganhar dinheiro extra em Portugal" srcset="https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/dinheirio_dividas_calculadora-e1565774497229.jpg 740w, https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/dinheirio_dividas_calculadora-e1565774497229-600x401.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /></p>
<p>Investir é uma das técnicas mais recomendadas para assegurar a estabilidade financeira a longo prazo. Pode investir em ações, fundos ou obrigações. No entanto, é importante que, antes de se comprometer com o que quer que seja, faça uma boa pesquisa, procure aconselhamento profissional e coloque de parte algum dinheiro para o efeito.</p>
<h5><strong>#9 – Arrende um quarto ou uma casa</strong></h5>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-29537" src="https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/2019/08/casa-alugar-dinheiro-extra.jpg" alt="10 dicas de como pode ganhar dinheiro extra em Portugal" width="740" height="370" title="10 dicas de como pode ganhar dinheiro extra em Portugal" srcset="https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/casa-alugar-dinheiro-extra.jpg 740w, https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/casa-alugar-dinheiro-extra-600x300.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /></p>
<p>Tem um quarto a mais em casa ou uma habitação de férias que está desocupada na maior parte do tempo? Não perca a oportunidade de arrendar e ganhar dinheiro extra. Tire partido de plataformas como a Booking e a Airbnb e coloque os seus imóveis a render.</p>
<div class="ceg-learnmore-block"></div>
<h5><strong>#10 – Crie um blog</strong></h5>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-29539" src="https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/2019/08/escrever-um-blog-dinheiro-extra.jpg" alt="10 dicas de como pode ganhar dinheiro extra em Portugal" width="740" height="370" title="10 dicas de como pode ganhar dinheiro extra em Portugal" srcset="https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/escrever-um-blog-dinheiro-extra.jpg 740w, https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/escrever-um-blog-dinheiro-extra-600x300.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /></p>
<p>Algumas vezes, fazer dinheiro online pode ser tão simples como escrever sobre um tópico de que gosta e pesquisar formas de capitalizar o conteúdo do seu blog. Qualquer que seja o tema que escolha para partilhar a sua experiência – fotografia, jardinagem, viagens, cozinha… –, o truque é produzir conteúdo de alta qualidade, mantendo atualizações regulares que prendam os leitores.</p>
<p>Como vê, não é assim tão difícil ter ideias para arranjar formas de ganhar dinheiro extra e pode ainda fazê-lo de forma divertida através de atividades das quais pode desfrutar.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tire as dúvidas: o que são as bitcoins e como funcionam?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/tire-as-duvidas-o-que-sao-as-bitcoins-e-como-funcionam-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2019 10:35:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Bitcoins]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças pessoais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As criptomoedas, como a bitcoin, apresentam-se como alternativa às moedas tradicionais. Conheça o seu funcionamento e os riscos associados a este tipo de investimento.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bitcoin é a rainha das moedas digitais e começou uma escalada impressionante que a levou a atingir quase 20 mil dólares em algumas bolsas de bitcoin no mês de dezembro de 2017, antes de perder mais de 80% desse valor e regressar aos 3 mil dólares um ano depois (dezembro de 2018). As subidas e descidas diárias na valorização da bitcoin, que de forma rotineira ultrapassam os 10%, têm ataido o interesse dos investidores mas também o escrutínio das autoridades.</p>
<h4><strong>A bitcoin é mesmo uma moeda?</strong></h4>
<p>Sendo digital, é fácil de transferir. E uma vez que a sua emissão e transmissão dependem de um complexo processo de autenticação, a famosa blockchain, é muito difícil de falsificar. Duas boas razões para a bitcoin poder ser considerada uma moeda.</p>
<p>Mas cumpre as funções de uma moeda? Em teoria, sim. Na prática, não. Ou ainda não. Ou sim, mas de forma muito imperfeita. O número de agentes económicos que aceitam a bitcoin ainda é limitado. E faltam leis que regulem as transações.</p>
<p>Ainda assim, voltando à pergunta inicial: a bitcoin pode ser considerada uma divisa? No sentido mais rigoroso do termo: dificilmente. Ausência de valor intrínseco (não está ligada a nada), volatilidade da cotação e falta de reconhecimento legal, e de supervisão praticamente em todo o planeta, são fatores que não ajudam à sua legitimação.</p>
<p>O Japão, que, por diversas medidas, está na dianteira no que toca à utilização e aceitação de criptomoedas, reconhece legalmente estas, não como “moeda” com curso legal, mas como “cripto ativos”, ou seja, investimentos.</p>
<p>A preocupação das autoridades, a nível global e de um modo geral, vai no sentido de combater a evasão fiscal, a lavagem de dinheiro, financiamento do terrorismo e a proteção dos consumidores. Concretamente, nos EUA e na Europa, está a ser imposto aos sites de troca e alojamento de criptomoedas o cumprimento de regras a que as instituições financeiras já têm de obedecer, como as políticas de KYC (Know Your Client, identificação dos clientes).</p>
<p>Em Portugal, numa adaptação livre da famosa rábula a Marcelo Rebelo de Sousa: “é mais ou menos legal, mas pode fazer-se”, deter e transacionar bitcoins e outras criptomoedas não é ilegal, mas estas também não são reconhecidas como ativos financeiros.</p>
<p>Os reguladores, o Banco de Portugal e a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) advertem os utilizadores para os diversos riscos em que incorrem ao investir em criptomoedas. Circulando a bitcoin à margem dos bancos, dos governos e de qualquer regulação, em caso de derrocada, não há qualquer mecanismo de salvaguarda do dinheiro investido. A CMVM disponibiliza mesmo uma <a href="https://www.cmvm.pt/pt/AreadoInvestidor/Faq/Pages/FAQs-Criptoativos_investidores.aspx" target="_blank" rel="noopener noreferrer">FAQ sobre as criptomoedas</a>.</p>
<h4><strong>Investir ou não investir</strong></h4>
<p>As elevadas valorizações da bitcoin e de outras criptomoedas são aliciantes e deixam muitos com a pergunta: devo investir?</p>
<p>Pela nossa parte, consideramos as criptomoedas um dos investimentos mais arriscados que existem, dada a sua enorme volatilidade, os mercados pouco desenvolvidos e sem regras, bem como o elevado número de burlas lançadas a coberto da indefinição legal. O termo de comparação mais próximo é o mercado de <a href="https://www.deco.proteste.pt/investe/investimentos/mercados-moedas/noticias/2016/01/forex-autoestrada-para-o-inferno" target="_blank" rel="noopener noreferrer">forex</a>, mais maduro e regulado mas que partilha as restantes características.</p>
<p>E damos um conselho aos mais destemidos: em produtos de risco elevado, o investimento não deve ser superior a 5% do património dos investidores.</p>
<h4><strong>E impostos, é preciso pagar?</strong></h4>
<p>Se as transações forem feitas no âmbito da atividade profissional ou empresarial, sim, é preciso declarar esses rendimentos e pagar o respetivo imposto, caso em que o contribuinte será tributado na categoria B. De resto, “a venda de bitcoins não é tributável em IRS face ao ordenamento fiscal português, designadamente no âmbito da categoria E (capitais) ou G (mais-valias)”, de acordo com informação vinculativa emitida pela Autoridade Tributária em 2016.</p>
<p>No entanto, não podemos descartar a possibilidade desta posição vir a ser alterada, pelo que os investidores devem manter-se atentos.</p>
<p>Nos Estados Unidos, por exemplo, as criptomoedas são consideradas ativos financeiros, e tributadas. Em 2019 soube-se que muitos investidores foram surpreendidos por interpelações das autoridades fiscais exigindo informação sobre as suas transações em criptomoedas.</p>
<h4><strong>Blockchain, a verdadeira revolução?</strong></h4>
<p>O interesse na bitcoin é grande, mas há quem esteja mais entusiasmado com a tecnologia que lhe deu vida, a blockchain. Um software que permite certificar todas as transações da criptomoeda, sem intermediários e com risco mínimo de falsificação. Há quem lhe chame “máquina da confiança”, por aumentar a segurança e a transparência nas transações.</p>
<ul>
<li>Para mais informações consulte <a href="https://www.deco.proteste.pt/investe/investimentos/mercados-moedas/dossie/bitcoin" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a>.</li>
</ul>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>Tire as dúvidas: o que são as bitcoins e como funcionam?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2019 10:35:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Bitcoins]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças pessoais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As criptomoedas, como a bitcoin, apresentam-se como alternativa às moedas tradicionais. Conheça o seu funcionamento e os riscos associados a este tipo de investimento.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bitcoin é a rainha das moedas digitais e começou uma escalada impressionante que a levou a atingir quase 20 mil dólares em algumas bolsas de bitcoin no mês de dezembro de 2017, antes de perder mais de 80% desse valor e regressar aos 3 mil dólares um ano depois (dezembro de 2018). As subidas e descidas diárias na valorização da bitcoin, que de forma rotineira ultrapassam os 10%, têm ataido o interesse dos investidores mas também o escrutínio das autoridades.</p>
<h4><strong>A bitcoin é mesmo uma moeda?</strong></h4>
<p>Sendo digital, é fácil de transferir. E uma vez que a sua emissão e transmissão dependem de um complexo processo de autenticação, a famosa blockchain, é muito difícil de falsificar. Duas boas razões para a bitcoin poder ser considerada uma moeda.</p>
<p>Mas cumpre as funções de uma moeda? Em teoria, sim. Na prática, não. Ou ainda não. Ou sim, mas de forma muito imperfeita. O número de agentes económicos que aceitam a bitcoin ainda é limitado. E faltam leis que regulem as transações.</p>
<p>Ainda assim, voltando à pergunta inicial: a bitcoin pode ser considerada uma divisa? No sentido mais rigoroso do termo: dificilmente. Ausência de valor intrínseco (não está ligada a nada), volatilidade da cotação e falta de reconhecimento legal, e de supervisão praticamente em todo o planeta, são fatores que não ajudam à sua legitimação.</p>
<p>O Japão, que, por diversas medidas, está na dianteira no que toca à utilização e aceitação de criptomoedas, reconhece legalmente estas, não como “moeda” com curso legal, mas como “cripto ativos”, ou seja, investimentos.</p>
<p>A preocupação das autoridades, a nível global e de um modo geral, vai no sentido de combater a evasão fiscal, a lavagem de dinheiro, financiamento do terrorismo e a proteção dos consumidores. Concretamente, nos EUA e na Europa, está a ser imposto aos sites de troca e alojamento de criptomoedas o cumprimento de regras a que as instituições financeiras já têm de obedecer, como as políticas de KYC (Know Your Client, identificação dos clientes).</p>
<p>Em Portugal, numa adaptação livre da famosa rábula a Marcelo Rebelo de Sousa: “é mais ou menos legal, mas pode fazer-se”, deter e transacionar bitcoins e outras criptomoedas não é ilegal, mas estas também não são reconhecidas como ativos financeiros.</p>
<p>Os reguladores, o Banco de Portugal e a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) advertem os utilizadores para os diversos riscos em que incorrem ao investir em criptomoedas. Circulando a bitcoin à margem dos bancos, dos governos e de qualquer regulação, em caso de derrocada, não há qualquer mecanismo de salvaguarda do dinheiro investido. A CMVM disponibiliza mesmo uma <a href="https://www.cmvm.pt/pt/AreadoInvestidor/Faq/Pages/FAQs-Criptoativos_investidores.aspx" target="_blank" rel="noopener noreferrer">FAQ sobre as criptomoedas</a>.</p>
<h4><strong>Investir ou não investir</strong></h4>
<p>As elevadas valorizações da bitcoin e de outras criptomoedas são aliciantes e deixam muitos com a pergunta: devo investir?</p>
<p>Pela nossa parte, consideramos as criptomoedas um dos investimentos mais arriscados que existem, dada a sua enorme volatilidade, os mercados pouco desenvolvidos e sem regras, bem como o elevado número de burlas lançadas a coberto da indefinição legal. O termo de comparação mais próximo é o mercado de <a href="https://www.deco.proteste.pt/investe/investimentos/mercados-moedas/noticias/2016/01/forex-autoestrada-para-o-inferno" target="_blank" rel="noopener noreferrer">forex</a>, mais maduro e regulado mas que partilha as restantes características.</p>
<p>E damos um conselho aos mais destemidos: em produtos de risco elevado, o investimento não deve ser superior a 5% do património dos investidores.</p>
<h4><strong>E impostos, é preciso pagar?</strong></h4>
<p>Se as transações forem feitas no âmbito da atividade profissional ou empresarial, sim, é preciso declarar esses rendimentos e pagar o respetivo imposto, caso em que o contribuinte será tributado na categoria B. De resto, “a venda de bitcoins não é tributável em IRS face ao ordenamento fiscal português, designadamente no âmbito da categoria E (capitais) ou G (mais-valias)”, de acordo com informação vinculativa emitida pela Autoridade Tributária em 2016.</p>
<p>No entanto, não podemos descartar a possibilidade desta posição vir a ser alterada, pelo que os investidores devem manter-se atentos.</p>
<p>Nos Estados Unidos, por exemplo, as criptomoedas são consideradas ativos financeiros, e tributadas. Em 2019 soube-se que muitos investidores foram surpreendidos por interpelações das autoridades fiscais exigindo informação sobre as suas transações em criptomoedas.</p>
<h4><strong>Blockchain, a verdadeira revolução?</strong></h4>
<p>O interesse na bitcoin é grande, mas há quem esteja mais entusiasmado com a tecnologia que lhe deu vida, a blockchain. Um software que permite certificar todas as transações da criptomoeda, sem intermediários e com risco mínimo de falsificação. Há quem lhe chame “máquina da confiança”, por aumentar a segurança e a transparência nas transações.</p>
<ul>
<li>Para mais informações consulte <a href="https://www.deco.proteste.pt/investe/investimentos/mercados-moedas/dossie/bitcoin" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a>.</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Já conhece a ESTER? Saiba tudo sobre a nova taxa de juro</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/ja-conhece-a-ester-saiba-tudo-sobre-a-nova-taxa-de-juro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2019 11:12:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[ESTER]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa de juro europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta nova taxa de juro de referência do Banco Central Europeu (BCE) entrou em vigor este ano e tem como objetivo conferir maior fiabilidade aos indexantes atuais - nomeadamente a EURIBOR - definidos pelos bancos. Fique a conhecer tudo sobre a nova taxa e de que forma esta pode impactar as suas finanças.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem já solicitou (ou vai pedir) um empréstimo à habitação deparou-se certamente com a taxa de juro EURIBOR, que é o indexante utilizado nos créditos com taxa variável.</p>
<p>Em Portugal, normalmente os contratos de financiamento imobiliário possuem uma taxa de juro que assenta em dois elementos: o <em>spread</em> (que é a margem de lucro do banco) e o indexante, que é a EURIBOR.</p>
<p>Em termos técnicos, a EURIBOR (<em>Euro Interbank Offered Rate</em>) forma-se a partir da média das taxas de juro, para diferentes prazos (entre uma semana a um ano), às quais os principais bancos da Zona Euro (incluindo, em Portugal, a Caixa Geral de Depósitos) estão dispostos a emprestar dinheiro entre si no Mercado Monetário Interbancário (MMI).</p>
<h4><strong>Porquê a criação da ESTER?</strong></h4>
<p>A criação deste regulamento teve como objetivo colmatar a falta de transparência e fiabilidade que se verificou após a última crise financeira, marcada pela manipulação das taxas de juro, e com vista a proteger consumidores e investidores. Neste contexto, foi definido um processo de reforma de taxas de juro de referência da Zona Euro e assim nasceu a ESTER em 2017.</p>
<p>A ESTER tornou-se oficial no dia 2 de outubro de 2019 e é calculada, diariamente, a partir de informação estatística sobre as transações individuais reais em euros, reportadas por 50 bancos da Zona Euro.</p>
<p>Contudo, não está previsto que esta taxa vá impactar, num futuro próximo, as soluções de financiamento, bem como os produtos financeiros que os bancos oferecem. Por enquanto, em Portugal, os contratos de crédito habitação vão continuar a utilizar a EURIBOR como taxa de referência.</p>
<div class="ceg-alert-block">
<p class="ceg-alert-txt">Todavia, a ESTER não vem substituir a EURIBOR, mas sim a EONIA (Euro Overnight Index Average), cuja descontinuação está prevista para o final do ano de 2021.</p>
</div>
<p>Neste sentido, a ESTER complementará as taxas de juro que existem, cumprindo a função de taxa de apoio.</p>
<h4><strong>Está a par das reformas da EURIBOR?</strong></h4>
<p>Paralelamente à criação da ESTER, a EURIBOR está a sofrer um processo de reforma nos seus cálculos pelo <a href="https://www.emmi-benchmarks.eu/" target="_blank" rel="noopener">Instituto Europeu de Mercados Monetários</a> (IEMM), entidade que gere esta taxa de juro, no sentido de cumprir os requisitos de transparência e fiabilidade exigidos pela BMR.</p>
<p>A reformulação desta taxa assenta numa metodologia híbrida. Segundo afirma o Banco de Portugal, o seu cálculo passará a ser feito “com base em transações efetivas de obtenção de fundos no mercado monetário sem garantia do euro, por parte do painel de bancos contribuidores”.</p>
<p>O presidente da <a href="https://www.esma.europa.eu/" target="_blank" rel="noopener">Autoridade Europeia dos Valores Mobiliários e dos Mercados</a> (ESMA), <span style="text-transform: initial;">Steven Maijoor,</span><span style="text-transform: initial;"> acredita que esta metodologia é robusta, resiliente e transparente e permitirá que os bancos europeus continuem a utilizar a EURIBOR como taxa de referência no futuro.</span></p>
<p>Esta reformulação tem a sua conclusão prevista até ao final do ano de 2019 e que a partir dessa data esta taxa passe a ser calculada, única e exclusivamente, com base neste novo método. Contudo, ainda não existem certezas sobre o impacto destas alterações, mas, estima-se que esta reforma não traga preocupações para quem tem um crédito habitação indexado à EURIBOR.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<item>
		<title>Já conhece a ESTER? Saiba tudo sobre a nova taxa de juro</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/ja-conhece-a-ester-saiba-tudo-sobre-a-nova-taxa-de-juro-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2019 11:12:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Esta nova taxa de juro de referência do Banco Central Europeu (BCE) entrou em vigor este ano e tem como objetivo conferir maior fiabilidade aos indexantes atuais - nomeadamente a EURIBOR - definidos pelos bancos. Fique a conhecer tudo sobre a nova taxa e de que forma esta pode impactar as suas finanças.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem já solicitou (ou vai pedir) um empréstimo à habitação deparou-se certamente com a taxa de juro EURIBOR, que é o indexante utilizado nos créditos com taxa variável.</p>
<p>Em Portugal, normalmente os contratos de financiamento imobiliário possuem uma taxa de juro que assenta em dois elementos: o <em>spread</em> (que é a margem de lucro do banco) e o indexante, que é a EURIBOR.</p>
<p>Em termos técnicos, a EURIBOR (<em>Euro Interbank Offered Rate</em>) forma-se a partir da média das taxas de juro, para diferentes prazos (entre uma semana a um ano), às quais os principais bancos da Zona Euro (incluindo, em Portugal, a Caixa Geral de Depósitos) estão dispostos a emprestar dinheiro entre si no Mercado Monetário Interbancário (MMI).</p>
<h4><strong>Porquê a criação da ESTER?</strong></h4>
<p>A criação deste regulamento teve como objetivo colmatar a falta de transparência e fiabilidade que se verificou após a última crise financeira, marcada pela manipulação das taxas de juro, e com vista a proteger consumidores e investidores. Neste contexto, foi definido um processo de reforma de taxas de juro de referência da Zona Euro e assim nasceu a ESTER em 2017.</p>
<p>A ESTER tornou-se oficial no dia 2 de outubro de 2019 e é calculada, diariamente, a partir de informação estatística sobre as transações individuais reais em euros, reportadas por 50 bancos da Zona Euro.</p>
<p>Contudo, não está previsto que esta taxa vá impactar, num futuro próximo, as soluções de financiamento, bem como os produtos financeiros que os bancos oferecem. Por enquanto, em Portugal, os contratos de crédito habitação vão continuar a utilizar a EURIBOR como taxa de referência.</p>
<div class="ceg-alert-block">
<p class="ceg-alert-txt">Todavia, a ESTER não vem substituir a EURIBOR, mas sim a EONIA (Euro Overnight Index Average), cuja descontinuação está prevista para o final do ano de 2021.</p>
</div>
<p>Neste sentido, a ESTER complementará as taxas de juro que existem, cumprindo a função de taxa de apoio.</p>
<h4><strong>Está a par das reformas da EURIBOR?</strong></h4>
<p>Paralelamente à criação da ESTER, a EURIBOR está a sofrer um processo de reforma nos seus cálculos pelo <a href="https://www.emmi-benchmarks.eu/" target="_blank" rel="noopener">Instituto Europeu de Mercados Monetários</a> (IEMM), entidade que gere esta taxa de juro, no sentido de cumprir os requisitos de transparência e fiabilidade exigidos pela BMR.</p>
<p>A reformulação desta taxa assenta numa metodologia híbrida. Segundo afirma o Banco de Portugal, o seu cálculo passará a ser feito “com base em transações efetivas de obtenção de fundos no mercado monetário sem garantia do euro, por parte do painel de bancos contribuidores”.</p>
<p>O presidente da <a href="https://www.esma.europa.eu/" target="_blank" rel="noopener">Autoridade Europeia dos Valores Mobiliários e dos Mercados</a> (ESMA), <span style="text-transform: initial;">Steven Maijoor,</span><span style="text-transform: initial;"> acredita que esta metodologia é robusta, resiliente e transparente e permitirá que os bancos europeus continuem a utilizar a EURIBOR como taxa de referência no futuro.</span></p>
<p>Esta reformulação tem a sua conclusão prevista até ao final do ano de 2019 e que a partir dessa data esta taxa passe a ser calculada, única e exclusivamente, com base neste novo método. Contudo, ainda não existem certezas sobre o impacto destas alterações, mas, estima-se que esta reforma não traga preocupações para quem tem um crédito habitação indexado à EURIBOR.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Portugal está entre os melhores destinos europeus para viver a reforma</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/portugal-esta-entre-os-melhores-destinos-europeus-para-viver-a-reforma/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Aug 2019 12:12:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Prazeres]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O site norte-americano especializado no planeamento financeiro The Street destacou Nazaré e Lagos entre os 7 locais da Europa em que se pode viver a reforma com bom clima e por menos de 30 mil euros anuais.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vários meios de comunicação estrangeiros estão sempre a relembrar como Portugal é um pequeno oásis à beira-mar “plantado”, com diversas sugestões de visita. Agora, o site norte-americano &#8220;The Street&#8221; elencou sete destinos europeus onde se pode viver a reforma com cerca de 30 mil euros anuais. Dessa lista fazem parte as localidades da Nazaré e de Lagos.</p>
<p>Primeiro, na costa litoral da Região Centro de Portugal, com um clima temperado, está a Nazaré, onde o site refere que um casal pode alugar um apartamento grande perto da praia e viver bem por cerca de 22 mil dólares anuais (quase 20 mil euros). As rendas do aluguer estão já incluídas nesta conta.</p>
<p>O &#8220;The Street&#8221; destaca também o facto de a Nazaré ser um destino ideal para se explorar a pé, apesar de ter um serviço “confiável” de transportes públicos. Estes podem ser uma hipótese, caso a pessoa queira ir ao mercado local ou a algum dos seus mais de 100 restaurantes, bares e cafés.</p>
<p><strong>Não podia faltar um destino algarvio</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-29819" src="https://foreveryoung.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/lagos-destino-reforma.jpg" alt="Portugal está entre os melhores destinos europeus para viver a reforma" width="740" height="370" title="Portugal está entre os melhores destinos europeus para viver a reforma" srcset="https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/lagos-destino-reforma.jpg 740w, https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/lagos-destino-reforma-600x300.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /></p>
<p>Neste caso, o site &#8220;The Street&#8221; recomenda a cidade muralhada de Lagos. Esta antiga capital algarvia, ligada à história portuguesa por ter sido de onde partiu D. Sebastião para Alcácer Quibir nunca mais regressando, tem cerca de 22.000 habitantes e partilha com a Nazaré um regular clima ameno.</p>
<p>Lagos é uma cidade muito plana, característica que favorece a realização de passeios recreativos ou de exercícios físicos. Por exemplo, os aposentados podem «desfrutar das boas condições para a prática de golfe, ténis, equitação e caminhadas», além de o oceano oferecer iguais «condições para a prática de caiaque, paddle, surf, kitesurf e windsurf», entre outros desportos marítimos.</p>
<p>Também são destacados os transportes públicos em Lagos, que estabelecem a ligação a «outras regiões do Algarve ou para Lisboa». Assim como é reconhecida a economia maioritariamente turística de Lagos, particularmente durante a temporada de julho e agosto, «apesar de os preços se manterem surpreendentemente razoáveis». Com a renda do aluguer incluído, um casal pode viver bem em Lagos por cerca de 25 mil dólares anuais (perto de 22,5 mil euros).</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quer aumentar o limite do plafond do cartão de crédito? Saiba como</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/aumentar-limite-plafond-cartao-de-credito/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2019 11:50:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos]]></category>
		<category><![CDATA[Cartão de Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Plafond]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O plafond do cartão de crédito representa o valor máximo que pode gastar por mês, montante este que é definido pela instituição financeira. Mas sabia que, já tendo um cartão com um determinado limite, pode pedir ao banco para aumentá-lo?</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando adquire um cartão de crédito, este vem com um determinado <i>plafond </i>definido pelo banco. Também conhecido por “limite de crédito”, diz respeito ao valor máximo mensal que lhe é permitido gastar.</p>
<p>Este limite vem, por norma, discriminado na <a href="https://www.comparaja.pt/blog/novas-regras-fin-2018" target="_blank" rel="noopener">FIN</a> do cartão ou, em alguns casos, os bancos definem com o cliente em função do seu nível de risco.</p>
<h4><strong>Como funciona?</strong></h4>
<p>De uma forma simples, o <em>plafond</em> funciona como um pequeno crédito que o banco lhe disponibiliza mensalmente e por isso é que os cartões de crédito são um ótimo produto alternativo aos créditos pessoais de baixo montante, uma vez que funcionam praticamente como um empréstimo imediato.</p>
<p>Imagine que o limite de crédito do seu cartão é de 500 euros. Isto significa que pode gastar até 500 euros por mês, desde que pague esse valor em dívida dentro do prazo estipulado (acordado com o banco) para evitar o pagamento de juros.</p>
<p>O limite de crédito é renovado sempre que a dívida é saldada. Desta forma, assim que pagar o montante utilizado – neste caso, os 500 euros – volta a ter essa quantia disponível.</p>
<p>Se não quiser liquidar a totalidade da dívida na data-limite, pode optar por pagar apenas parte desse valor, mas, no entanto, terá um acréscimo de juros ao montante por saldar.</p>
<p>A modalidade de pagamento do cartão de crédito é acordada entre o cliente e a entidade emissora.</p>
<h4><strong>Como é atribuído o limite do cartão de crédito?</strong></h4>
<p>Ao escolher e adquirir um cartão de crédito, a entidade bancária vai ter em conta algumas características do cliente, nomeadamente:</p>
<ul>
<li>Rendimentos – receitas que ganha mensalmente;</li>
<li>Estabilidade profissional;</li>
<li>Despesas fixas – se possui empréstimos, tais como um crédito à habitação ou automóvel;</li>
<li>Comportamentos do cliente – qual o histórico de crédito no Banco de Portugal, se é um devedor cumpridor e que paga as prestações a tempo e horas, entre outros fatores.</li>
</ul>
<p>Depois de analisados estes dados, o banco calcula o valor máximo que pode disponibilizar ao cliente. O facto de ser um cliente antigo da instituição financeira e de ter outros serviços no banco também o pode beneficiar.</p>
<h4><strong>Como aumentar o <em>plafond</em>?</strong></h4>
<p>Se a dada altura perceber que o limite do seu cartão não é suficiente, pode sempre pedir uma reavaliação ao banco.</p>
<p>Pode aumentar o limite do cartão de crédito, mas, no entanto, é preferível que peça esta reavaliação após algum tempo de utilização do mesmo. Em certos casos até é o próprio banco que toma a iniciativa e pergunta ao cliente se gostaria de proceder a este aumento.</p>
<p>Para além disso, os bancos têm tendência a oferecer melhores condições a clientes antigos e que utilizam o cartão de crédito mais frequentemente, pois sãos os que dão mais lucro à instituição financeira e já têm provas dadas de que são pagadores exemplares.</p>
<p>Assim, caso pretenda um aumento de <em>plafond</em>, é recomendável utilizar o cartão de crédito durante uns meses (mais de seis) e apenas solicitar este acréscimo após esse período.</p>
<p>Para ter mais possibilidades de o banco lhe aumentar o <em>plafond</em> do cartão, comece por seguir estas dicas:</p>
<ul>
<li>Cumpra as datas de pagamento – no caso de ter pagamentos em atraso, o banco pode considerá-lo um risco e recusar este aumento;</li>
<li>Utilize (bem) o cartão – quanto mais uso der ao cartão, mais juros paga e mais o banco ganha, sendo mais provável que o banco aumente o limite no sentido de tentar incrementar as suas receitas;</li>
<li>Seja um cliente antigo – a antiguidade é algo que os bancos têm sempre em consideração, por isso, quanto mais tempo for um cliente sem incidentes, mais facilmente consegue um aumento;</li>
<li>Tenha vários cartões de crédito – se não consegue ter o <em>plafond </em>pretendido com um só cartão, pode sempre fazer vários cartões de crédito em bancos diferentes de forma a que a soma atinja o valor desejado. No entanto, apesar de ser uma técnica muito utilizada, pode tornar-se difícil de gerir todos os cartões e de cumprir com o pagamento de todos, por isso seja prudente.</li>
</ul>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>Problemas na viagem das férias? Saiba como recuperar o seu dinheiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Aug 2019 14:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Prazeres]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Agências de viagens]]></category>
		<category><![CDATA[ASAE]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo de garantia]]></category>
		<category><![CDATA[Provedor do cliente]]></category>
		<category><![CDATA[RNT]]></category>
		<category><![CDATA[viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba como defender os seus direitos, o que fazer para tentar recuperar o dinheiro, quais os deveres das agências de viagens e como reclamar do serviço.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As agências de viagens são um intermediário entre o cliente e os prestadores de serviços turísticos, que vão das companhias aéreas aos hotéis.</p>
<p>Cabe às agências vender viagens organizadas e facilitar a interligação entre esses mesmos serviços, logo são elas são as responsáveis por assegurar a sua qualidade, assim como supervisionar se as viagens decorrem sem qualquer tipo de problema.</p>
<p>Para poderem exercer a sua atividade, as agências de viagens devem:</p>
<ul>
<li>estar inscritas no <a href="https://rnt.turismodeportugal.pt/RNT/ConsultaAoRegisto.aspx" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Registo Nacional de Turismo</a> (RNT). O Turismo de Portugal, I.P. é o responsável por manter o RNT atualizado e publicar, no seu site, as irregularidades verificadas;</li>
<li>indicar a sua denominação, número de registo (caso exista) e localização da sua sede em todos os contratos, correspondência, publicações e publicidade;</li>
<li>dispor de <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/orcamento-familiar/dicas/livro-de-reclamacoes-como-preencher-e-seguir-uma-queixa" target="_blank" rel="noopener noreferrer">livro de reclamações</a>.</li>
</ul>
<h5><strong>O que deve saber antes de viajar</strong></h5>
<p>A agência<strong> </strong>tem a obrigação de informar, por escrito ou por qualquer outra forma adequada, sobre a necessidade de documento de identificação civil, passaportes, vistos e prazos legais para a respetiva obtenção e formalidades sanitárias.</p>
<p>Caso a viagem se realize no território de Estados-membros da União Europeia ou do Espaço Económico Europeu, a agência deve informar sobre a documentação exigida para a obtenção de assistência médica ou hospitalar em caso de acidente ou doença.</p>
<p>Na venda de uma viagem, as agências devem entregar todos os documentos necessários para que esta transação se concretize. Devem, ainda, entregar documentação que mencione o objeto e as características do serviço, data da prestação, preços e pagamentos já efetuados. Saiba <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/dossies/problemas-com-agencias-de-viagens-como-reaver-o-dinheiro/onde-reclamar" target="_blank" rel="noopener">onde reclamar</a> caso os seus direitos não sejam respeitados.</p>
<h5><strong>Viagens organizadas: regras a cumprir</strong></h5>
<p>Desde 1 de janeiro de 2019, as agências de viagens têm de cumprir novas regras para os <strong>contratos celebrados à distância </strong>(por telefone ou via eletrónica) no caso das viagens organizadas.</p>
<ul>
<li>As obrigações contratuais devem ser prestadas em língua portuguesa e devem discriminar todas as regras relativas a pagamentos, promoções, serviços incluídos e contactos.</li>
<li>Se a compra for feita por via eletrónica (site ou e-mail), antes de o contrato ser concluído, a agência é obrigada a prestar por escrito ao cliente todas as informações pré-contratuais: características do serviço, o valor total, os encargos suplementares, etc.</li>
<li>Quando a compra é feita por telefone, a agência e o cliente só ficam vinculados após a assinatura do contrato. Em alternativa, o cliente pode enviar o seu consentimento por escrito para a agência (por exemplo, por e-mail ou através de carta registada com aviso de receção).</li>
<li>Deve ficar claro para o cliente que a conclusão do contrato implica o pagamento da viagem. Mas o cliente não é obrigado a pagar encargos suplementares, ou outros custos, caso a agência não preste todas as informações obrigatórias.</li>
</ul>
<p>As viagens organizadas incluem transporte e alojamento a um preço com tudo incluído. Ao comprar este produto, garanta que tem acesso a toda a informação.</p>
<p>Os <strong>programas de viagens</strong> devem conter:</p>
<ul>
<li>nome, endereço e, caso exista, número de registo da agência;</li>
<li>preço da viagem;</li>
<li>percentagem do preço inicial a pagar, data de liquidação do remanescente e consequências da falta de pagamento;</li>
<li>origem, itinerário e destino da viagem, períodos e datas da estadia;</li>
<li>número mínimo de participantes de que depende a realização da viagem e data limite para a notificação do cancelamento ao cliente, caso não se tenha atingido aquele número;</li>
<li>transportes utilizados, datas, locais de partida e regresso e, quando possível, as horas;</li>
<li>alojamento utilizado, localização e plano de refeições fornecidas;</li>
<li>termos a observar pelo cliente em caso de reclamação pelo não cumprimento dos serviços acordados, incluindo, caso se apliquem, prazos e trâmites para o acionamento do Fundo de Garantia de Viagens e Turismo;</li>
<li>visitas, excursões ou outros serviços incluídos no preço.</li>
</ul>
<p>Verifique se o contrato inclui as informações já referidas no programa de viagens e ainda os serviços pagos pelo cliente, de forma facultativa, bem como todas as exigências específicas acordadas entre cliente e agência. O contrato deve figurar num documento autónomo. Cabe à agência entregar uma cópia integral ao cliente, assinada por ambas as partes e acompanhada de cópia da apólice de seguro.</p>
<h5><strong>Exija informações sobre a viagem</strong></h5>
<p>Ao escolher o próximo destino de férias, garanta que tem todas as informações sobre a viagem que comprou:</p>
<ul>
<li>horário, locais de escala, correspondências e também indicação do lugar atribuído ao cliente, quando possível;</li>
<li>nome, endereço e número de telefone da representação local da agência;</li>
<li>possibilidade de celebração de um contrato de assistência que cubra as despesas resultantes da rescisão pelo cliente e de um contrato de assistência que cubra as despesas de repatriamento em caso de acidente ou de doença;</li>
<li>o modo de proceder no caso específico de doença ou acidente;</li>
<li>a ocorrência de catástrofes naturais, epidemias, revoluções e situações semelhantes que se verifiquem no local de destino da viagem e das quais a agência tenha conhecimento ou que lhe tenham sido comunicadas;</li>
<li>a possibilidade de rescisão de contrato.</li>
</ul>
<p>Deve também ser informado sobre a <strong>alteração do preço</strong>, ainda que, na maioria das vezes, o preço, neste tipo de viagens, não seja suscetível de revisão. A agência de viagens só poderá alterar o preço até 20 dias seguidos antes da data prevista para a partida e se o contrato o previr expressamente e determinar as regras precisas de cálculo da alteração. Esta também terá de resultar apenas de variações no custo dos transportes ou do combustível, dos direitos, impostos, taxas cobráveis ou flutuações cambiais.</p>
<h5><strong>Rescindir contrato com a agência de viagens</strong></h5>
<p>Em caso de impossibilidade de cumprimento da agência por motivos alheios à sua vontade, o cliente deve ser imediatamente informado. Se a impossibilidade respeitar a alguma obrigação essencial, o cliente pode rescindir o contrato sem qualquer penalização ou aceitar por escrito uma alteração ao contrato e eventual variação de preço. É imprescindível que o cliente comunique à agência a sua decisão no prazo de sete dias seguidos após a notificação da impossibilidade de cumprimento.</p>
<p>Informe-se sobre a rescisão ou cancelamento não imputável ao cliente. O cliente tem o direito a ser imediatamente reembolsado de todas as quantias pagas, caso rescinda o contrato por alteração indevida do preço ou impossibilidade de cumprimento, por facto alheio à sua responsabilidade, ou a agência cancele a viagem antes da data da partida. Em alternativa, poderá optar por participar numa outra viagem organizada, sendo reembolsado da eventual diferença de preço.</p>
<p>Veja ainda se está previsto o <strong>direito de rescisão pelo cliente</strong>. O cliente pode rescindir o contrato a todo o tempo, sem ter de apresentar motivos especiais para isso. Nesse caso, a agência deve reembolsá-lo do montante já pago, deduzindo os encargos a que, comprovadamente, o início do contrato e a rescisão tenham dado lugar, e uma percentagem do preço não superior a 15 por cento.</p>
<h5><strong>Onde reclamar</strong></h5>
<div class="" data-type="ALineParagraphController" data-rendering="Paragraph" data-datasource="{B339E769-CB67-49A0-9509-C3F38BD81F65}">
<div class="wysiwyg" data-selector="paragraph-content">
<p>A agência de viagens deve ser a primeira opção na altura de reclamar. Sempre que algo corra mal, deve apresentar o caso à agência ou ao seu representante no local onde está a passar férias, para que a situação seja corrigida e lhe sejam fornecidos os serviços contratados ou outros equivalentes.</p>
<p>Mais tarde, a reclamação pode ser reforçada através da utilização do <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/orcamento-familiar/dicas/livro-de-reclamacoes-como-preencher-e-seguir-uma-queixa" target="_blank" rel="noopener noreferrer">livro de reclamações</a>. A folha de reclamação original será enviada pela agência para o Turismo de Portugal, I.P. A agência será convidada a pronunciar-se sobre a queixa e procurará resolver-se o conflito de forma amigável.</p>
<h5><strong>Comissão arbitral</strong></h5>
<p>Não sendo possível resolver o conflito através da agência de viagens, existem várias alternativas. Uma delas é o recurso à Comissão Arbitral, constituída por um representante do Turismo de Portugal (que preside), um representante da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) e um representante de uma associação de defesa do consumidor.</p>
<p>O pedido de intervenção da comissão deve ser feito através de um requerimento enviado para o Turismo de Portugal, com identificação da agência de viagens e apresentação de documentos ou outras provas que demonstrem o que é alegado. O prazo máximo para o envio do requerimento é de 60 dias após o termo da viagem, o cancelamento da mesma ou a data em que o consumidor verificou que seria impossível a sua realização.</p>
<h5><strong>Provedor do cliente</strong></h5>
<p>Outra possibilidade para a resolução de litígios é o <strong>Provedor do Cliente das Agências de Viagens e Turismo</strong>. Trata-se de uma entidade criada pela APAVT, mas dela independente, para defender e promover os direitos e interesses legítimos dos consumidores de serviços das agências de viagens e turismo.</p>
<p>As decisões do Provedor constituem fundamento, quando necessário, para o acionamento do Fundo de Garantia de Viagens e Turismo. Este fundo permite aos clientes serem indemnizados por eventuais prejuízos decorrentes de incumprimentos. Qualquer cliente de uma agência de viagens associada da APAVT pode apresentar uma reclamação ao Provedor do Cliente no prazo máximo de 20 dias úteis após o fim da viagem.</p>
<p>O Provedor do Cliente não resolve reclamações referentes a Agências de Viagens não associadas. Também não avalia reclamações que tenham sido feitas em simultâneo a outras entidades com poder de decisão, como a Comissão Arbitral, Centros de Arbitragem, tribunais judiciais ou ASAE.</p>
<p>A reclamação pode ser apresentada por escrito e enviada por correio (registado e com aviso de receção) ou e-mail. Deve conter o nome, morada e outros dados de identificação e contacto do reclamante, a identificação da agência de viagens e operador turístico reclamados, data, local e programa da viagem e fundamentos da reclamação. Em alternativa, o cliente pode preencher o <a href="http://www.provedorapavt.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">formulário online</a>.</p>
<h5><strong>Fundo de Garantia</strong></h5>
<p>Quando pretenda que a agência lhe pague uma compensação ou o indemnize por deficiências no serviço prestado com ela contratado, o consumidor pode acionar o <strong>Fundo de Garantia de Viagens e Turismo</strong>, através de um requerimento dirigido ao Turismo de Portugal. Em alternativa, pode apresentar uma sentença judicial ou uma decisão arbitral que demonstrem o seu crédito, uma decisão do provedor do cliente da APAVT ou o requerimento em que solicitou a intervenção da comissão arbitral.</p>
<p>O requerimento deve ser apresentado no prazo de 60 dias após o termo da viagem, o cancelamento da mesma ou a data em que o consumidor verificou que seria impossível a sua realização. Considera-se que o prazo foi cumprido se apresentar reclamação no <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/orcamento-familiar/dicas/livro-de-reclamacoes-como-preencher-e-seguir-uma-queixa" target="_blank" rel="noopener noreferrer">livro de reclamações</a>, dirigir uma reclamação à agência de viagens e turismo, ao Turismo de Portugal, à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), à Direção-Geral do Consumidor, a um centro de informação autárquica ao consumidor, a um centro de Arbitragem de conflitos de consumo ou ao Provedor do Cliente.</p>
<h5><strong>Autoridade de Segurança Alimentar e Económica</strong></h5>
<p>A ASAE continua a ser a entidade fiscalizadora por definição, pelo que as reclamações também poderão ser-lhe remetidas. É a autoridade administrativa nacional especializada no âmbito da segurança alimentar e da fiscalização económica. O <a href="http://www.asae.pt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">site da ASAE</a> disponibiliza formulários específicos para apresentar queixas e denúncias, bem como ajuda no preenchimento correto do livro de reclamações.</p>
</div>
<div data-selector="paragraph-content"></div>
<div data-selector="paragraph-content">Para mais informações consulte este <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/dossies/problemas-com-agencias-de-viagens-como-reaver-o-dinheiro" target="_blank" rel="noopener noreferrer">link</a>.</div>
</div>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Saiba quais são os PPR mais rentáveis no mercado</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/saiba-quais-sao-os-ppr-mais-rentaveis-no-mercado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 09:47:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Deco Proteste]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[PPR]]></category>
		<category><![CDATA[reforma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Analisámos a rentabilidade de quase 700 planos de poupança-reforma (PPR) e concluímos que apenas uma pequena parte vale o esforço de fazer contas ao rendimento. Conheça as opções.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="" data-type="ALineParagraphController" data-rendering="Paragraph" data-datasource="{5F5921B2-9913-4C6E-B047-AF585FD8FE9A}">
<div class="wysiwyg" data-selector="paragraph-content">
<p class="BodyCopyDropcapMAINCOPY">Ao todo, e ainda que a maioria já não esteja disponível para novas subscrições, há quase 700 planos de poupança-reforma (PPR) em Portugal. Problema: apenas uma pequena parte vale o esforço de pegar na calculadora para fazer contas à rentabilidade oferecida.</p>
<p class="BodyCopyDropcapMAINCOPY">A totalidade, tanto os que garantem o capital como os de maior risco, rendeu, em média, uns pouco estimulantes 2,2% ao ano, nos últimos três anos (de 2016 a 2018). Mais de metade apresentou um rendimento abaixo dessa média, e pouco mais de um quarto não chegou sequer a tocar na fasquia de 1 por cento. Destes, 32 registaram perdas.</p>
<p class="BodyCopyMAINCOPY">Dos PPR com ganhos acima da média e focando nos que conseguiram aproximar-se dos 4% de rentabilidade – meta que faz sonhar com uma reforma mais desafogada –, apenas 115 renderam 3,9% ou mais. É neste grupo de eleição que se encontram as nossas duas Escolhas Acertadas.</p>
<p class="BodyCopyMAINCOPY">Se quer saber quanto rende o seu PPR, faça as contas com o <a href="https://www.deco.proteste.pt/campanhas/ganhemaisnoppr/?int_campaign=ganhemaisnoppr2019&amp;int_medium=newsarticle&amp;int_source=decoproteste&amp;partner=decoproteste&amp;source=newsarticle" target="_blank" rel="noopener noreferrer">simulador da DECO.</a> Em 99% dos casos compensa mudar a receita.</p>
</div>
</div>
<div class="" data-type="ALineParagraphController" data-rendering="Paragraph" data-datasource="{75290BFE-A4BC-45FF-8B03-7899EF39BF83}">
<div class="wysiwyg" data-selector="paragraph-content">
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #2d2d2d; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 20px; text-transform: inherit;">Investir cerca de 22 mil euros e reformar-se com 186 mil</span></strong></p>
</div>
</div>
<div class="" data-type="ALineParagraphController" data-rendering="Paragraph" data-datasource="{8D5F6812-89C8-48C1-AA67-349262469836}">
<div class="wysiwyg" data-selector="paragraph-content">
<p class="BodyCopyNoIndentaftersubheaderMAINCOPY">Só há uma forma de conseguir um chorudo complemento de reforma: começar a poupar o mais cedo possível. Apostando no melhor produto, bem entendido.</p>
<p class="BodyCopyNoIndentaftersubheaderMAINCOPY">Fizemos algumas contas. Cálculos estes que têm por base a rentabilidade passada dos produtos. Tomamos os rendimentos dos anos anteriores como indicadores de eficiência e de qualidade da gestão.</p>
<p class="BodyCopyNoIndentaftersubheaderMAINCOPY">A nossa recomendação de fundos PPR rendeu 6,7% ao ano nos últimos cinco anos. Se aplicar 50 euros neste produto todos os meses, a partir dos 30 anos, e se aquele rendimento se mantiver durante os 37 anos que lhe faltam até à reforma, os 22 200 euros que aplicou crescem para cerca de 93 mil euros. Ou para 186 mil, se duplicar a poupança mensal.</p>
<p>Se aplicasse os mesmos 100 euros num depósito à taxa líquida de 0,9%, atualmente a melhor que se encontra do mercado, render-lhe-ia bem (mas bem) menos: 53 mil euros.</p>
<h4 class="SubheaderMAINCOPY">Qual o PPR certo?</h4>
<p class="BodyCopyNoIndentaftersubheaderMAINCOPY">Para saber se deve continuar a investir no seu PPR, vá a <a href="http://www.ganhemaisnoppr.pt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.ganhemaisnoppr.pt</a> e ponha-o à prova. Esta ferramenta permite comparar o rendimento dos últimos três anos dos quase 700 produtos do mercado, sob a forma de fundo e seguro.  Com o resultado da simulação, fica a conhecer o rendimento da sua aplicação e o das melhores propostas de fundos e seguros, e também se deve ou não transferi-la para outra mais vantajosa.</p>
<p>Para mais informações consulte este <a href="https://www.deco.proteste.pt/dinheiro/reforma/noticias/saiba-quais-sao-os-ppr-mais-rentaveis-do-mercado" target="_blank" rel="noopener noreferrer">link</a>.</p>
</div>
</div>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Estudo: falar sobre o salário com colegas ainda é tabu?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/falar-sobre-salario-colegas-tabu/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2019 14:07:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Baby boomers]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Millenials]]></category>
		<category><![CDATA[Salários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Provavelmente nunca partilhou o valor do seu salário com um colega de trabalho, ao contrário da geração dos seus filhos.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A maior transparência salarial é um dos temas que marca a atualidade do mundo profissional, mas isso não significa que queiramos ver o nosso vencimento publicado em haste pública para o conhecimento de todos. De acordo com um <a href="https://www.bankrate.com/personal-finance/survey-share-salary-information-october-2018/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">estudo norte-americano</a>, poucos são aqueles que alguma vez partilharam o seu salário com um colega de trabalho (24 por cento dos entrevistados). No entanto, essa pode ser uma realidade em mudança num futuro breve.</p>
<p>Hoje em dia, a possibilidade de falar sobre as nossas próprias situações financeiras &#8211; especialmente com as pessoas que vemos regularmente no corredor do escritório -, ainda é um facto que deixa muitos de nós desconfortáveis. Isto, apesar de os empregadores estarem a sofrer uma pressão crescente para serem mais abertos e honestos quanto à remuneração.</p>
<p>Para o professor de recursos humanos da Universidade Loyola, em Chicago, Dow Scott, esta é uma questão que expõe «demasiado» as pessoas, pois o valor do nosso salário é uma informação «que revela muito sobre cada um, o valor do nosso trabalho e o quanto somos valorizados pela empresa».</p>
<p>No entanto, muitas pessoas que evitam contar aos colegas quanto recebem no final do mês, não têm problema em partilhar essa informação com os seus entes queridos. Entre os entrevistados, 68 por cento disse a um cônjuge ou parceiro com quem vive quanto dinheiro ganha e 54 por cento partilhou o seu salário com outro familiar.</p>
<p>Segundo Dow Scott, «os homens avaliam melhor as comunicações sobre o salário do que as mulheres», porque os homens também têm «perceções mais positivas quanto a justiça salarial e à satisfação com o vencimento». A pesquisa também mostra que quanto mais jovem, mais provável é que fale sobre o salário. Em números: 58 por cento dos millennials conversaram com um amigo sobre o dinheiro que levam para casa do trabalho, enquanto apenas 47 por cento da geração X e 33 por cento dos baby boomers disseram o mesmo.</p>
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]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Quer continuar a trabalhar? 3 objetivos se for esse o seu plano</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/quer-continuar-a-trabalhar-3-objetivos-se-for-esse-o-seu-plano/</link>
					<comments>https://foreveryoung.sapo.pt/quer-continuar-a-trabalhar-3-objetivos-se-for-esse-o-seu-plano/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 May 2019 10:21:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Independência financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Network]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=5622</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estes são passos necessários para obter sucesso, se quiser trabalhar até mais tarde.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos sonham com a reforma, mas um <a href="https://jech.bmj.com/content/70/9/917.short" target="_blank" rel="noopener noreferrer">estudo</a> descobriu que as pessoas que trabalhavam por mais tempo viviam mais. Os investigadores especulam que isso ocorra porque o trabalho geralmente envolve interação social, movimento e uma sensação de propósito.</p>
<p>Uma pesquisa norte-americana de 2018 descobriu que 30 por cento dos trabalhadores planeavam trabalhar aos 70 e até depois. Este pode ser, também, o seu caso por diversas razões: apenas para se manter ativo ou garantir a sua saúde financeira e da família.</p>
<p>Saiba, então, que se faz parte dos seus planos trabalhar até aos 70 ou depois, deve ter em consideração as seguintes 3 prioridades, que podem ser vistas, também, como passos importantes para atingir o sucesso:</p>
<p><strong>1- Mantenha-se saudável</strong></p>
<p>Na mesma pesquisa, entre os que se reformaram antes do esperado, 41 por cento disseram que isso se deveu a problemas de saúde.</p>
<p>A saúde é sempre importante e se planeia trabalhar até tão tarde, torna-se, ainda mais importante, assegurar que continua a apresentar-se saudável, perante os seus colegas ou chefes, para poder trabalhar mais.</p>
<p><strong>2- Não se desligue dos contactos da sua rede profissional</strong></p>
<p>Vai ser também importante que mantenha o contato com as pessoas da sua rede profissional. Uma mudança de carreira é possível em qualquer idade, mas assim garante que continua a trabalhar o tempo que quiser ou precisar e que todos estão conscientes do seu estado profissional.</p>
<p>Aliás, pode mesmo informar uma rede de pessoas do seu plano profissional e pode até ter uma surpresa. Esteja atento a diferentes oportunidades de emprego, porque o seu empregador pode ter ideias diferentes sobre a sua continuidade na empresa.</p>
<p><strong>3- Garanta a sua independência financeira</strong></p>
<p>Sobretudo, se a sua continuidade no mundo do trabalho se dever a razões financeiras, pense no dinheiro que gostava de amealhar e use uma calculadora para o ajudar a descobrir onde está, financeiramente, e quanto precisa de poupar. Fazer pequenos sacrifícios agora pode render mais tarde e há formas de conseguir uma <strong>mudança tranquila para a reforma</strong>.</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="ZwFcGTpySz"><p><a href="https://foreveryoung.sapo.pt/quase-la-5-dicas-para-uma-mudanca-tranquila-para-a-reforma/">Está quase a ir para a reforma? Calma, não há motivo para stress. Com estas dicas viva uma mudança tranquila para a reforma</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Está quase a ir para a reforma? Calma, não há motivo para stress. Com estas dicas viva uma mudança tranquila para a reforma&#8221; &#8212; Forever Young" src="https://foreveryoung.sapo.pt/quase-la-5-dicas-para-uma-mudanca-tranquila-para-a-reforma/embed/#?secret=IhMQTqrpkX#?secret=ZwFcGTpySz" data-secret="ZwFcGTpySz" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Se cortar os seus gastos em pequena escala pode não o levar à independência financeira, pense em <strong>melhores formas de gerir o seu dinheiro</strong>.</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="VqfyJlCovj"><p><a href="https://foreveryoung.sapo.pt/as-10-melhores-formas-de-investir/">Poupar e investir: as 10 melhores formas de gerir o seu dinheiro</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Poupar e investir: as 10 melhores formas de gerir o seu dinheiro&#8221; &#8212; Forever Young" src="https://foreveryoung.sapo.pt/as-10-melhores-formas-de-investir/embed/#?secret=O0glkYMvuH#?secret=VqfyJlCovj" data-secret="VqfyJlCovj" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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