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	<title>Diabetes &#8211; Forever Young</title>
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	<description>Para se sentir sempre jovem. Viva com mais sentido, 55+ com atitude.</description>
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	<title>Diabetes &#8211; Forever Young</title>
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	<item>
		<title>Um refrigerante por dia pode aumentar risco de diabetes em 8%</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/um-refrigerante-por-dia-pode-aumentar-risco-de-diabetes-em-8/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 08:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Investigadores alertam que até pequenas quantidades de refrigerantes, carnes processadas e gorduras trans podem comprometer a saúde.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="379" data-end="795">Beber apenas um refrigerante por dia pode ser suficiente para aumentar o risco de desenvolver diabetes tipo 2. A conclusão é de um estudo recente publicado na revista <em data-start="546" data-end="563">Nature Medicine</em>, que aponta também os riscos associados ao consumo regular de carnes processadas e gorduras trans. Os autores deixam um aviso claro, mesmo quantidades reduzidas destes alimentos podem ter um impacto negativo significativo na saúde.</p>
<p data-start="379" data-end="795">A investigação, conduzida por cientistas do Instituto de Métricas e Avaliação de Saúde da Universidade de Washington, analisou mais de 60 estudos observacionais sobre o impacto da alimentação em doenças crónicas como diabetes, cancro colorretal e doenças cardiovasculares.</p>
<p data-start="1116" data-end="1198">De acordo com os dados, uma única lata de refrigerante por dia está associada:</p>
<ul data-start="1199" data-end="1306">
<li data-start="1199" data-end="1248">
<p data-start="1201" data-end="1248">A um aumento de 8% no risco de diabetes tipo 2,</p>
</li>
<li data-start="1249" data-end="1306">
<p data-start="1251" data-end="1306">A um aumento de 2% no risco de doença cardíaca isquémica.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="1308" data-end="1338">Outras conclusões do estudo:</p>
<ul data-start="1339" data-end="1545">
<li data-start="1339" data-end="1450">
<p data-start="1341" data-end="1450">O consumo de carne processada eleva o risco de diabetes tipo 2 em 11% e o risco de cancro colorretal em 7%,</p>
</li>
<li data-start="1451" data-end="1545">
<p data-start="1453" data-end="1545">O consumo de gorduras trans está associado a um risco 3% maior de doença cardíaca isquémica.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="1547" data-end="1793">A equipa de investigação destaca que os maiores aumentos no risco foram registados mesmo em níveis baixos de consumo. “Isto sugere que não existem quantidades seguras para estes alimentos”, explicou o Dr. Demewoz Haile, autor principal do estudo.</p>
<p data-start="1795" data-end="2219"><strong data-start="1795" data-end="1843">Porque são estes alimentos tão prejudiciais?</strong><br data-start="1843" data-end="1846" />Refrigerantes e outras bebidas açucaradas favorecem a inflamação e o ganho de peso. Carnes processadas, como salsichas ou bacon, contêm aditivos como nitritos, que no estômago podem originar compostos cancerígenos. Já as gorduras trans alteram o perfil lipídico do organismo, reduzindo o colesterol “bom” e aumentando o “mau”, favorecendo a formação de placas nas artérias.</p>
<p data-start="2221" data-end="2517"><strong data-start="2221" data-end="2237">O que fazer?</strong><br data-start="2237" data-end="2240" />A Organização Mundial da Saúde já apelou à proibição das gorduras trans de origem industrial e à aplicação de impostos sobre bebidas açucaradas. Os autores do estudo vão mais longe e recomendam medidas políticas e educativas que promovam o acesso a alternativas mais saudáveis.</p>
<p data-start="2519" data-end="2764">Em casa, isso pode passar por evitar alimentos com óleos hidrogenados, limitar o consumo de refrigerantes e carnes processadas e privilegiar refeições com frutas, vegetais, leguminosas, grãos integrais, laticínios fermentados e proteínas magras.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Será que corre o risco de ter diabetes? Saiba os sinais de alerta</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/sera-que-corre-o-risco-de-ter-diabetes-saiba-os-sinais-de-alerta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jul 2025 16:30:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
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		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sinais de alerta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A diabetes afeta milhões de pessoas em todo o mundo e pode desenvolver-se de forma silenciosa. Descubra se faz parte do grupo de risco e o que deve mudar para proteger a sua saúde.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="422" data-end="749">A diabetes é uma doença crónica que exige vigilância constante. Embora qualquer pessoa a possa desenvolver, existem fatores que aumentam o risco, especialmente com o avançar da idade. O médico Anil Menon explicou ao <em data-start="638" data-end="647">website</em> Only My Health o que deve ter em atenção e como pode agir atempadamente para prevenir complicações.</p>
<h3 data-start="756" data-end="807"><strong data-start="760" data-end="807">Diabetes tipo 1 e tipo 2: qual a diferença?</strong></h3>
<p data-start="809" data-end="1130">Segundo o especialista, a diabetes tipo 1 é geralmente diagnosticada na infância ou juventude. Surge quando o sistema imunitário ataca as células que produzem insulina no pâncreas. Já a diabetes tipo 2, mais comum em adultos, desenvolve-se quando o organismo produz menos insulina ou se torna resistente aos seus efeitos.</p>
<p data-start="1132" data-end="1316">Enquanto a tipo 1 tem causas maioritariamente genéticas e não é evitável, a tipo 2 está fortemente associada ao estilo de vida e pode ser prevenida ou controlada com hábitos saudáveis.</p>
<h3 data-start="1323" data-end="1357"><strong data-start="1327" data-end="1357">Quais os fatores de risco?</strong></h3>
<p data-start="1359" data-end="1490">De acordo com o médico Anil Menon, há vários sinais de alerta, sobretudo no caso da diabetes tipo 2. Os principais fatores incluem:</p>
<ul data-start="1492" data-end="1698">
<li data-start="1492" data-end="1515">
<p data-start="1494" data-end="1515">Ter mais de 45 anos;</p>
</li>
<li data-start="1516" data-end="1552">
<p data-start="1518" data-end="1552">Ter excesso de peso ou obesidade;</p>
</li>
<li data-start="1553" data-end="1631">
<p data-start="1555" data-end="1631">Praticar pouco ou nenhum exercício físico (menos de três vezes por semana);</p>
</li>
<li data-start="1632" data-end="1657">
<p data-start="1634" data-end="1657">Ter doenças hepáticas;</p>
</li>
<li data-start="1658" data-end="1698">
<p data-start="1660" data-end="1698">Ter familiares próximos com diabetes;</p>
</li>
</ul>
<p data-start="1700" data-end="1912">Além disso, a predisposição genética também influencia. No entanto, hábitos como sedentarismo, alimentação desequilibrada e stress prolongado podem acelerar o aparecimento da doença, mesmo sem histórico familiar.</p>
<h3 data-start="1919" data-end="1962"><strong data-start="1923" data-end="1962">O que fazer se tiver risco elevado?</strong></h3>
<p data-start="1964" data-end="2241">A boa notícia é que pequenas mudanças podem ter grande impacto. Manter um peso saudável, praticar exercício regularmente e adotar uma alimentação equilibrada com poucos açúcares e gorduras saturadas são medidas essenciais para quem quer prevenir ou controlar a diabetes tipo 2.</p>
<h3 data-start="2248" data-end="2290"><strong data-start="2252" data-end="2290">Pode a diabetes “ver-se” nas mãos?</strong></h3>
<p data-start="2292" data-end="2400">O <em data-start="2294" data-end="2313">jornal Metrópoles</em> e outros especialistas apontam que, em alguns casos, o corpo pode dar sinais visíveis:</p>
<ul data-start="2402" data-end="2868">
<li data-start="2402" data-end="2531">
<p data-start="2404" data-end="2531"><strong data-start="2404" data-end="2422">Dedos dobrados</strong>: dificuldade em endireitar os dedos (sobretudo o anelar e o polegar) pode indicar diabetes mal controlada.</p>
</li>
<li data-start="2532" data-end="2635">
<p data-start="2534" data-end="2635"><strong data-start="2534" data-end="2568">Vermelhidão ao redor das unhas</strong>: pode ser sinal de má circulação, comum em pessoas com diabetes.</p>
</li>
<li data-start="2636" data-end="2766">
<p data-start="2638" data-end="2766"><strong data-start="2638" data-end="2656">Linhas de Beau</strong>: sulcos horizontais nas unhas podem estar associados à diabetes descontrolada, segundo a rede de saúde CUF.</p>
</li>
<li data-start="2767" data-end="2868">
<p data-start="2769" data-end="2868"><strong data-start="2769" data-end="2787">Unhas amarelas</strong>: indicam muitas vezes uma infeção fúngica, mais comum em quem vive com diabetes.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="2870" data-end="2984">Estes sinais não são exclusivos da doença, mas devem ser levados a sério e avaliados por um profissional de saúde.</p>
<p data-start="3010" data-end="3217">A diabetes pode ser silenciosa, mas os seus efeitos são profundos. Se tem mais de 50 anos, é fundamental conhecer os sinais de alerta e fazer exames regulares. A prevenção continua a ser o melhor tratamento.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cérebro também produz insulina: nova descoberta pode mudar a forma como entendemos a diabetes</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/cerebro-tambem-produz-insulina-nova-descoberta-pode-mudar-a-forma-como-entendemos-a-diabetes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 09:09:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sabia que o seu cérebro produz insulina?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="173" data-end="450">Sim, a mesma hormona que conhecemos por ser libertada pelo pâncreas — a insulina que falta nas pessoas com diabetes tipo 1 e que falha nas pessoas com diabetes tipo 2. Pois bem, o poder da insulina vai muito mais além do que pensávamos.</p>
<p data-start="480" data-end="803">Desde o final dos anos 1970 que se sabe que o cérebro contém insulina — mas esta informação foi rapidamente esquecida. Um estudo de 1978 mostrou que os níveis nos cérebros de ratinho são “pelo menos 10 vezes superiores aos do plasma… e em algumas regiões até 100 vezes mais” do que o que se encontrava no sangue circulante.</p>
<p data-start="805" data-end="1044">Nas décadas seguintes, acreditou-se que essa insulina cerebral vinha exclusivamente do pâncreas. Ora, sugerem-se agora várias fontes locais de produção de insulina no cérebro — com funções específicas e diferenciadas da insulina no sangue.</p>
<p data-start="1084" data-end="1204">A investigação atual aponta para, pelo menos, <strong data-start="1131" data-end="1203">seis tipos de células no cérebro com capacidade de produzir insulina</strong>:</p>
<ul data-start="1206" data-end="2221">
<li data-start="1206" data-end="1416">
<p data-start="1208" data-end="1416"><strong data-start="1208" data-end="1227">Neurogliaformes</strong>, localizadas em áreas ligadas à memória e aprendizagem. Aqui, a produção depende diretamente da glicose, tal como acontece com as células beta do pâncreas — sugerindo uma função cognitiva.</p>
</li>
<li data-start="1417" data-end="1502">
<p data-start="1419" data-end="1502"><strong data-start="1419" data-end="1443">Progenitores neurais</strong>, que surgem em zonas que geram neurónios ao longo da vida.</p>
</li>
<li data-start="1503" data-end="1580">
<p data-start="1505" data-end="1580">Células no <strong data-start="1516" data-end="1534">bulbo olfativo</strong>, o centro responsável pelo sentido do olfato.</p>
</li>
<li data-start="1581" data-end="1815">
<p data-start="1583" data-end="1815">Neurónios de perceção de stress no <strong data-start="1618" data-end="1632">hipotálamo</strong>, região que regula o crescimento e o metabolismo. A insulina local contribui para níveis adequados de hormona de crescimento — e em ratinhos, a sua redução conduziu à baixa estatura.</p>
</li>
<li data-start="1816" data-end="2066">
<p data-start="1818" data-end="2066">Células da <strong data-start="1829" data-end="1846">plexo coróide</strong>, no epitélio dos ventrículos cerebrais, responsáveis pela produção do líquido céfalo‑raquidiano. Recentemente descobriu‑se produção de insulina aqui em ratinhos, sugerindo que a hormona pode circular por todo o cérebro.</p>
</li>
<li data-start="2067" data-end="2221">
<p data-start="2069" data-end="2221">Neurónios no <strong data-start="2082" data-end="2123">tronco cerebral posterior (hindbrain)</strong>, com capacidade de reduzir o apetite, sugerindo um papel na regulação do comportamento alimentar.</p>
</li>
</ul>
<h3 data-start="2223" data-end="2254"></h3>
<p data-start="2256" data-end="2377">Importa sublinhar que esta insulina não é libertada para o sangue — não regula a glicémia. Em vez disso, atua localmente:</p>
<ul data-start="2379" data-end="2862">
<li data-start="2379" data-end="2531">
<p data-start="2381" data-end="2531"><strong data-start="2381" data-end="2408">Aparecimento de apetite</strong>: insulina da plexo coróide ou do hindbrain demonstrou influenciar diretamente a sensação de fome em estudos com ratinhos.</p>
</li>
<li data-start="2532" data-end="2862">
<p data-start="2534" data-end="2862"><strong data-start="2534" data-end="2559">Preservação cognitiva</strong>: a insulina cerebral parece proteger a função cognitiva ao longo do envelhecimento. No Alzheimer, chamada por alguns “diabetes tipo 3”, as células perdem a capacidade de usar glicose — um défice que a administração nasal de insulina em algumas investigações tentou amenizar, com resultados promissores.</p>
</li>
</ul>
<h3 data-start="2864" data-end="2909">Mais insulina no cérebro é sempre melhor?</h3>
<p data-start="2911" data-end="3118">Nem sempre. Estudos em mulheres mostram que níveis elevados de insulina no líquor — fluido cerebral — podem associar‑se a uma pior função cognitiva. Isto significa que existe um equilíbrio delicado a manter.</p>
<h2 data-start="3125" data-end="3157"></h2>
<p data-start="3159" data-end="3470">Descobrir que o cérebro fabrica insulina muda a forma como pensamos o metabolismo, o envelhecimento e as doenças neurológicas. Novas terapias, como a administração intranasal, estão a ser exploradas — e são possíveis apenas porque os investigadores começaram a valorizar fontes de insulina que ninguém conhecia.</p>
<p data-start="3472" data-end="3557">Talvez em breve nos livros de medicina surja uma nova secção sobre insulina cerebral…</p>
<p data-start="3587" data-end="3918">A insulina cerebral foi ignorada durante quase cinco décadas porque, na altura, os cientistas acreditavam que toda a hormona vinha do pâncreas. Agora, à medida que aprendemos mais sobre estas seis fontes cerebrais, novas portas se abrem para terapias protetoras do cérebro e para uma nova compreensão da diabetes e envelhecimento.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Acabaram-se as picadas de agulha dos diabéticos: este invenção controla a glicemia com mais precisão</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/acabaram-se-as-picadas-de-agulha-dos-diabeticos-este-invencao-controla-a-glicemia-com-mais-precisao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2025 15:10:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[investigação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Investigadores desenvolveram uma nova tecnologia portátil que deteta o risco de diabetes precocemente, eliminando a necessidade de picadas de agulha.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A diabetes é uma condição crónica que afeta a maneira como o corpo humano converte alimentos em energia e, sem tratamento adequado, aumenta muito o risco de muitos problemas cardíacos. Para controlá-lo, é preciso picar o dedo diariamente para medir o seu nível de glicose no sangue. Um processo desgastante que agora conta com alternativas menos agressivas.</p>
<p>Investigadores da Universidade de Tóquio, no Japão, desenvolveram uma nova tecnologia vestível que pode detetar o risco de diabetes mais cedo e com mais precisão do que os exames de sangue usados ​​para monitorizar os níveis de açúcar no sangue. Uma invenção que elimina a necessidade de auto injeção e demonstra que as flutuações naturais da glicose, registadas por dispositivos portáteis, podem fornecer aos médicos todas as informações necessárias para avaliar o risco de sofrer desta doença crónica; como referem no estudo publicado na revista científica Communications Medicine.</p>
<p>A abordagem baseia-se em na monotorização contínua da glicose (MCG) que, combinado com um algoritmo avançado, pode identificar e melhorar a deteção precoce e a avaliação de risco de diabetes com mais precisão do que os exames de sangue tradicionais e sem depender de outros procedimentos mais caros ou complexos; tornando-se numa alternativa mais simples e não invasiva às injeções dolorosas. &#8220;Os testes tradicionais, embora úteis, não capturam a natureza dinâmica da regulação da glicose em condições fisiológicas&#8221;, disse Shinya Kuroda, professor da Escola de Pós-Graduação em Ciências da Universidade de Tóquio e coautor do estudo, em comunicado.</p>
<p>Um dispositivo portátil, do qual ainda não foram divulgadas imagens e cujo design é desconhecido, que os pesquisadores desenvolveram com o objetivo de criar um método baseado na moneterização contínuo da glicose, sem procedimentos invasivos, que fosse capaz de estimar a capacidade do corpo do usuário de regular a glicose para controlar os níveis de açúcar no sangue .</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cinco hábitos que podem estar a aumentar o seu risco de diabetes</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/5-habitos-que-podem-estar-a-aumentar-o-seu-risco-de-diabetes/</link>
					<comments>https://foreveryoung.sapo.pt/5-habitos-que-podem-estar-a-aumentar-o-seu-risco-de-diabetes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra M. Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Oct 2023 16:15:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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		<category><![CDATA[Forever Youn]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eis algumas das principais decisões erradas que deve (mesmo) evitar no seu dia-a-dia.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem inúmeros fatores que podem contribuir para o aparecimento da diabetes. Esta é uma doença comum que afeta tanto homens como mulheres. Um historial familiar com casos é considerado um dos principais fatores de risco. Todavia as nossas decisões e o nosso estilo de vida desempenham igualmente um importante papel.</p>
<p>Certos comportamentos, hábitos e rotinas podem estar a contribuir negativamente para o seu estado de saúde. Apesar de muitos destes exemplos serem considerados inofensivos numa primeira análise, a verdade é que podem incrementar o risco da diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eis os principais hábitos que deve (mesmo) corrigir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>“Saltar” o pequeno-almoço</strong></li>
</ol>
<p>Pode parecer uma decisão completamente irrelevante, no entanto existem diversos estudos que comprovam que saltar estas refeições pode ter um forte impacto nas nossas escolhas alimentares durante o resto do dia, contribuindo para o aumento do risco de diabetes. A verdade é que quem não come nada ao pequeno-almoço tem tendência para comer mais coisas – e com menor valor nutricional – ao longo do dia. Neste sentido deverá sempre assegurar, por mais insignificante que seja, que come algo nas primeiras horas da manhã.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong>Sentar durante mais de 30 minutos seguidos</strong></li>
</ol>
<p>É conhecido o impacto positivo que uma prática regular de exercício físico pode ter para a nossa saúde e, em particular, para a diminuição do risco de diabetes. Isto acontece porque uma simples caminhada diária ou exercício aeróbico de 30 minutos é capaz de permitir manter o nosso peso corporal sob controlo, melhorando a sensibilidade do organismo à insulina.</p>
<p>Por outro lado, escolher ficar sentado durante períodos prolongados de tempo pode ter o efeito contrário, contribuindo ativamente para o aumento do risco de diabetes, doenças cardíacas e cancro. Neste sentido, deve sempre procurar movimentar-se um pouco a cada 30 minutos. Levante-se, dê uma volta ou faça alguns alongamentos. É bastante simples cuidar da nossa saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong>Não dormir horas suficientes</strong></li>
</ol>
<p>Não são propriamente as ocasionais noites de insônia que mais contribuem para esta situação. É a constante e prolongada falta de capacidade de assegurar uma noite de sono de qualidade que pode gerar os efeitos mais negativos. Esta falta de descanso pode desregular os níveis hormonais, contribuindo para uma exagerada libertação de hormonas de stress, como o cortisol, que incrementam os níveis de açúcar no sangue. Como o tempo, isto é capaz de aumentar ativamente o risco de aparecimento da diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li><strong>Fumar</strong></li>
</ol>
<p>Os fumadores têm uma probabilidade 30-40% superior de desenvolver diabetes do que os não-fumadores. Esta é apenas mais uma boa razão para escolher deixar de fumar. Diversos estudo tem ao longo dos anos apontado o tabagismo como um dos principais fatores de risco. Se estiver com dificuldades em abandonar este hábito, consulte o seu médico e procure aconselhamento profissional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="5">
<li><strong>Alimentos processados</strong></li>
</ol>
<p>Os alimentos altamente processados têm sido continuadamente associados a diversos problemas de saúde. As comidas de micro-ondas, as pizzas congeladas e muitos produtos de carne têm provado ser capazes de aumentar o risco de cancro, depressão e doença cardiovascular. Mais recentemente os especialistas apontam também a diabetes como outro dos problemas médicos associados.</p>
<p>Parte da razão é explicada pelo ganho de peso associado a este tipo de alimentação. Estudos confirmam que quem come alimentos processados de forma regular tende a ingerir números bastante mais elevados de calorias, favorecendo casos de obesidade e de maior sedentarismo – ambos considerados fatores de alto risco para a diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Sofre de diabetes? Conheça aqui as frutas que pode realmente saborear</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jan 2021 19:38:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sapo Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Forever Young]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estas são as escolhas que deve privilegiar tanto ao pequeno-almoço como ao longo do dia.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não existe nada mais natural do que apreciar o sabor doce de uma peça de fruta antes de iniciar um novo dia de trabalho. No entanto, para milhares de doentes de diabetes nem sempre é óbvio perceber exatamente quanto desse sabor doce podem disfrutar sem descontrolar os níveis de açúcar na corrente sanguínea.</p>
<p>É importante lembra que a frutose natural existente na fruta é bem diferente do açúcar refinado e adicionado que se encontra nas bolachas, gelados, refrigerantes, etc. A verdade é que a fruta fornece igualmente uma dose de fibra capaz de retardar a absorção da glucose.</p>
<p>Segundo os especialistas, deve sempre optar por fruta congelada ou no seu estado natural. Pode também escolher consumir estes frutos num sumo 100% natural sem acrescentar nenhum tipo de açúcar. A recomendação é que limite o seu consumo diário a 2 ou 3 peças de fruta por dia.</p>
<p>Conheça agora os 5 tipos de frutas que mais deve privilegiar no seu regime alimentar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>Maças</strong></li>
</ol>
<p>As maças estão repletas de fibra alimentar. A maior parte desta fibra encontra-se na casca, pelo que é recomendado que não as deite fora. Representam um snack ideal para qualquer pessoa. Junte uns amendoins ou amêndoas para uma dose extra de proteína.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong>Peras</strong></li>
</ol>
<p>Tal como as maças, as peras são também um excelente e saboroso snack. Alguns estudos apontam ainda para os benefícios que o seu consumo pode ter para o controlo da diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong>Morangos</strong></li>
</ol>
<p>Repletos de antioxidantes, fibra e vitamina C, os morangos são uma opção bastante saudável. São um tipo de fruta ideal para misturar com o seu pequeno-almoço. Podem ser combinados na perfeição com aveia, iogurte ou nozes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li><strong>Bananas</strong></li>
</ol>
<p>Da próxima vez que escolher uma banana no supermercado opte por levar uma que esteja ainda algo verde. A verdade é que à medida que o tempo vai passando a banana torna-se mais doce e assim menos recomendável a alguém que sofra de diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="5">
<li><strong>Amoras</strong></li>
</ol>
<p>Devido à sua elevada concentração de antioxidantes, todas as bagas são uma excelente escolha para os diabéticos. As amoras têm ainda o dobro do conteúdo de fibra do que os morangos, pelo que são ainda mais recomendados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>10 coisas que podem estar a fazer aumentar os seus níveis de glicemia</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/10-coisas-que-podem-estar-a-fazer-aumentar-os-seus-niveis-de-glicemia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2020 15:32:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[fatores de risco]]></category>
		<category><![CDATA[glicose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estes comportamentos e hábitos alimentares devem ser evitados caso queira manter os seus níveis de açúcar no sangue sob controle</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todos temos algumas variações nos níveis de açúcar na corrente sanguínea. É normal. Habitualmente registamos “picos” altos e baixos antes e depois das refeições. Este tipo de variações pode causar fome e alguma letargia, assim como outros sintomas.</p>
<p>A diabetes é uma doença metabólica crónica que afeta milhares de pessoas em Portugal, sobretudo aquelas que têm mais de 50 anos. É caracterizada por níveis permanentemente elevados de glicemia (concentração de açúcar no sangue). A partir de uma certa idade é essencial que comece a ter um cuidado maior com a sua alimentação e que vá medindo os seus valores, de forma a garantir que tudo está sob controle.</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/4-coisas-que-pode-e-deve-fazer-para-fortalecer-o-seu-sistema-imunitario/">4 coisas que pode (e deve) fazer para fortalecer o seu sistema imunitário</a>]</p>
<p>Existem alguns comportamentos e alimentos de risco que podem contribuir fortemente para o desequilíbrio (e aumento) destes níveis de glicemia. Conheça agora alguns dos principais que deve evitar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>Carbo-hidratos e comida processada</strong></li>
</ol>
<p>Ao serem digeridos os carbo-hidratos transformam-se rapidamente em glicose, aumentando consideravelmente os níveis de açúcar no sangue. Os alimentos processados são especialmente perigosos devido à sua abundancia de açucares e adoçantes.</p>
<ol start="2">
<li><strong>Não comer um pequeno-almoço</strong></li>
</ol>
<p>Comer uma refeição saudável no começo da manhã é um habito que deve seguir. Caso decida “saltar” esta refeição pode criar um desequilíbrio que gera picos de açúcar no sangue durante todo o dia. Isto explica-se sobretudo devido ao efeito positivo que um pequeno-almoço pode ter no pâncreas e na capacidade de este produzir insulina.</p>
<ol start="3">
<li><strong>Adoçantes artificiais</strong></li>
</ol>
<p>Pode achar que este tipo de substitutos de açúcar são uma boa alternativa, no entanto os estudos parecem indicar que estes têm igualmente a capacidade de fazer aumentar os níveis de açúcar no sangue.</p>
<ol start="4">
<li><strong>Uma constipação</strong></li>
</ol>
<p>Apesar de podermos ter todos os cuidados possíveis, é inevitável que “apanhe” uma constipação de tempos a tempos. Ao tentar combater a infeção o nosso organismo irá acionar uma resposta imunitária e hormonal que pode fazer com que os níveis de açúcar aumentem.</p>
<ol start="5">
<li><strong>Falta de sono</strong></li>
</ol>
<p>Quando dormimos o nosso organismo limpa certas toxinas que naturalmente se acumulam ao longo do dia. Quando não conseguimos dormir bem o suficiente, o efeito é contrário. Menos de 6 horas de sono podem reduzir a tolerância à glucose e aumentar os níveis de açúcar.</p>
<ol start="6">
<li><strong>Desidratação</strong></li>
</ol>
<p>Manter-se bem hidratado é fundamental para assegurar o bem-estar e o estado de saúde geral do seu organismo. Até no que refere aos níveis de glicemia. Quando estamos mais desidratados, registamos uma produção hormonal antidiurética superior que pode encorajar o aumento dos níveis de açúcar na circulação sanguínea.</p>
<ol start="7">
<li><strong>Café</strong></li>
</ol>
<p>Mesmo que não coloque açúcar na sua chávena de café esta bebida é capaz de aumentar a glicose, sobretudo nos indivíduos que sejam mais sensíveis à cafeína. Procure testar se no seu caso regista alguns tipos de sintomas após beber café.</p>
<ol start="8">
<li><strong>Menstruação</strong></li>
</ol>
<p>Se ainda tiver ciclos menstruais, então saiba que isto pode influenciar os seus valores. O flutuar dos níveis hormonais acaba por influenciar os níveis de açúcar no sangue. Caso perceba que isto está a causar “picos” então procure reajustar a sua dieta e os seus comportamentos de forma a encontrar um novo equilíbrio.</p>
<ol start="9">
<li><strong>Stress</strong></li>
</ol>
<p>Quando estamos mais stressados, os nossos níveis de açúcar no sangue tendem a “disparar”. Isto acontece porque nestes momentos o nosso organismo liberta a hormona cortisol (conhecida como a hormona da “luta ou fuga”). Sempre que a produção desta hormona aumenta o nosso corpo torna-se menos sensível à insulina e assim menos capaz de regular os níveis de glicemia.</p>
<ol start="10">
<li><strong>Medicação</strong></li>
</ol>
<p>Certos tipos de medicamentos, como os corticosteroides, podem causar um aumento significativo dos níveis de glicemia. Medicação para a acne, pílula contraceptiva e antidepressivos são igualmente outros “agentes” que podem desregular os níveis de açúcar no sangue.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/toda-a-verdade-sobre-a-beringela-diabetes-colesterol-e-falta-de-vitaminas-este-alimento-ajuda/">Toda a verdade sobre… a Beringela. Diabetes, colesterol ou falta de vitaminas? Este alimento ajuda</a>]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Mais de um milhão de portugueses sofre de diabetes</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/600-novos-casos-de-diabetes-por-cada-100-mil-habitantes-em-portugal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Nov 2019 12:09:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial da Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de um milhão de portugueses com idades entre os 20 e os 79 anos sofre da doença e 3,8% das mortes em 2017 foram provocadas pela diabetes.<br />
Existem mais de 600 casos de diabetes por cada 100 mil habitantes em Portugal</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre 605 e 618 pessoas, em cada 100 mil, foram diagnosticadas com diabetes em 2018, segundo dados divulgados no âmbito do Dia Mundial da Diabetes, que se assinala dia 14 de novembro, pelo Observatório Nacional da Diabetes (OND) da Sociedade Portuguesa de Diabetologia (SPD).</p>
<p>Em comparação com anos anteriores, regista-se uma estabilização destes números desde 2008, em Portugal.</p>
<p>O número total de consultas da diabetes realizadas pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS) nos anos recentes comprovam essa mesma tendência. Em 2018, o número de consultas foi de 2.126,287, enquanto em 2017 foi de 2.079,814 e no anterior foram 2.138,478.</p>
<p>Em 2018, a incidência da diabetes na população portuguesa na faixa etária adulta, entre os 20 e os 79 anos (cerca de 7,5 milhões de pessoas), é de 13,6%. Valor que corresponde a mais de 1 milhão de indivíduos que sofrem desta doença crónica. Nesse ano, o número de utentes com diabetes que utilizou os serviços da Rede de Cuidados de Saúde Primários do SNS de Portugal Continental foi de 715.712.</p>
<p>O OND concluiu que, em 2017, a diabetes causou a perda de oito anos de vida por cada morte provocada por esta patologia na população com idade inferior a 70 anos. Porém, nos anos subsequentes registou-se um decréscimo do número de anos potenciais de vida perdidos face a esta enfermidade em Portugal (-15%).</p>
<p>O presidente da SPD, Rui Duarte, em declarações no comunicado enviado à imprensa, explica que «estes dados são muito importantes porque não tínhamos novos dados sobre o impacto da diabetes em Portugal desde 2015». O responsável salientou, ainda, a importância do OND que permite conhecer «os números da Diabetes ao longo da última década», além de possibilitar aos especialistas «perceber se estamos a diagnosticar atempadamente e a tratar mais e melhor ou se muitos destes casos ainda não são devidamente acompanhados».</p>
<p>Por outro lado, o diretor do OND, João Filipe Raposo, sublinha a importância de olhar para o número de anos perdidos por cada morte provocada por diabetes: «os oito anos de vida que a diabetes rouba, os casos de cegueira, amputações e doença renal crónica que continuam a ser elevados».</p>
<p>Dados que devem ser vistos como um alerta, de que «há muito a fazer no que toca ao tratamento e, sobretudo, à prevenção da diabetes em Portugal. Precisamos de mudar estilos de vida para que o número de casos de diabetes parem de aumentar e de acompanhar melhor os nossos doentes para diminuir o impacto das complicações desta doença», rematou.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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