<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>tratamento &#8211; Forever Young</title>
	<atom:link href="https://foreveryoung.sapo.pt/tag/tratamento/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://foreveryoung.sapo.pt</link>
	<description>Para se sentir sempre jovem. Viva com mais sentido, 55+ com atitude.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 29 May 2025 09:52:14 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://foreveryoung.sapo.pt/wp-content/uploads/favicon_114-1.jpg</url>
	<title>tratamento &#8211; Forever Young</title>
	<link>https://foreveryoung.sapo.pt</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Entrevista: «Se a queda de cabelo persistir mais de 6 meses é recomendado consultar um especialista», Sara Cardoso, tricologista</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/entrevista-sara-cardoso-tricologista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra M. Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2025 08:30:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Cabelo]]></category>
		<category><![CDATA[Médico]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>
		<category><![CDATA[sazonal]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=425506</guid>

					<description><![CDATA[<p>A queda de cabelo sazonal é um fenómeno natural que ocorre com a mudança de estações, geralmente mais visível na primavera e no outono.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Apesar de existirem vários fatores agravantes para a queda de cabelo, como o stress, a predisposição genética, a alimentação, a utilização de medicamentos para problemas cardíacos ou depressão ou a exposição a ambientes poluídos, sabe-se também que o cabelo pode mostrar uma tendência fisiológica para variações sazonais. A queda sazonal de cabelo é aquela que ocorre com a mudança de estações, é geralmente temporária, transitória e com a duração de algumas semanas. É comum perder, nestes períodos, mais de 100 fios de cabelo por dia &#8211; valor que define uma queda de cabelo acima do normal. </strong></p>
<p>A primavera é o segundo maior período de queda de cabelo sazonal. De facto, à medida que os dias ficam mais longos, produz-se um conjunto de alterações hormonais relacionadas com a alteração da luz solar que podem influenciar a qualidade do seu cabelo. Nesta época convém ter dar uma atenção redobrada com à dieta. Alguns suplementos impulsionadores da imunidade ricos em aminoácidos, à base da proteína da queratina, devidamente prescritos pelo seu médico de família ou dermatologista, podem ajudar, como refere em entrevista à Forever Young Sara Cardoso, tricologista da Malliá Clinic.</p>
<p><strong>Que fatores sazonais podem influenciar a queda de cabelo?</strong><br />
A queda de cabelo sazonal é mais comum durante o outono e, em menor escala, na primavera. Estes períodos coincidem com mudanças na luminosidade e temperatura, o que pode influenciar o ciclo natural do cabelo. Fatores como menor exposição solar, variações hormonais sazonais, aumento do stress e até mudanças na alimentação podem contribuir para o aumento da queda.</p>
<p><strong>Quais são os sinais de que a queda de cabelo é sazonal e não um problema crónico?</strong><br />
A principal diferença é que a queda sazonal é temporária, geralmente dura entre 4 a 12 semanas, e o cabelo volta a crescer naturalmente. Os sinais incluem queda difusa (por toda a cabeça), ausência de afinamento progressivo e sem áreas específicas de calvície. Também tende a ocorrer no mesmo período todos os anos. Uma queda continua, que ultrapasse as 12 semanas já requer uma avaliação diferente. Aconselho a que nestes casos seja agendada uma consulta com um especialista.</p>
<p><strong>Quais as diferenças entre queda de cabelo temporária (sazonal) e condições mais permanentes, como alopecia androgenética?</strong><br />
Na queda sazonal, os folículos continuam ativos e a densidade capilar é restaurada com o tempo. Já na alopecia androgenética, há um afinamento progressivo dos fios e miniaturização dos folículos, com perda mais localizada — geralmente na zona frontal e coroa nos homens, e na risca central nas mulheres. Essa condição é genética e muitas vezes só pode ser tratada/melhorada com transplante capilar e/ou tratamentos específicos como o PRP, a Mesoterapia ou os Exossomas.</p>
<p><strong>Que testes se podem fazer para entender melhor a causa?</strong><br />
São vários os testes disponíveis, podendo destacar desde já a tricoscopia (exame do couro cabeludo com tricoscópio digital), os exames de sangue para avaliar níveis de ferro, vitamina D, zinco, hormonas da tiroide e andrógenos, e o teste de tração capilar, que avalia a fragilidade e quantidade de fios em fase de queda.</p>
<p><strong>Como a mudança de estação pode afetar o cabelo?</strong><br />
A transição entre estações pode afetar o ciclo capilar, especialmente pela alteração na exposição à luz solar, o que influencia a produção de melatonina e, indiretamente, outras hormonas. Estas alterações hormonais vão potenciar a queda de cabelo. O frio pode ressecar o couro cabeludo, enquanto o calor e a humidade favorecem oleosidade, ambos fatores que podem afetar a saúde capilar.</p>
<p><strong>Há suplementos que podem ajudar a reduzir a queda?</strong><br />
Sim. Suplementos com biotina, zinco, ferro, vitamina D, vitaminas do complexo B e colagénio podem ajudar, especialmente se houver défice nutricional. No entanto, é importante fazer exames antes e consultar um profissional de saúde, pois o excesso de certos nutrientes também pode ser prejudicial.</p>
<p><strong>O que se pode fazer para minimizar a queda de cabelo durante os períodos de transição sazonal?</strong><br />
São muitos e variados os cuidados que se podem ter com o cabelo, desde usar produtos suaves e adequados ao tipo de cabelo, evitar lavagens com água muito quente, não prender o cabelo com força, fazer uma alimentação equilibrada, reduzir o stress com técnicas como meditação, sono regular e exercício físico, tomar suplementos vitamínicos, fazer mesoterapia, exossomas, entre outros.</p>
<p><strong>Existem hábitos alimentares que podem ajudar a prevenir a situação?</strong><br />
Sim. Uma dieta rica em proteínas magras, vegetais verdes, frutos secos, ovos, peixes ricos em ómega-3 e leguminosas fornece os nutrientes essenciais para manter o cabelo saudável. Evitar dietas restritivas também é importante, pois podem desencadear queda de cabelo.</p>
<p><strong>Quais são os sinais de que a queda de cabelo sazonal pode estar a tornar-se um problema permanente?</strong><br />
São cinco os principais sinais a que deve ter atenção no que diz respeito a este tema. Desde logo perceber se a queda dura mais de 3-4 meses, se há uma redução visível na densidade capilar, perceber se está a ocorrer o afinamento progressivo dos fios, observar as áreas específicas de calvície ou rarefação, e a analisar a presença de historial familiar de calvície.</p>
<p><strong>Devo-me preocupar com a queda de cabelo sazonal em termos de saúde geral?</strong><br />
Na maioria dos casos, não é motivo de alarme. No entanto, se a queda for muito acentuada, persistente ou associada a outros sintomas (fadiga, alterações menstruais, problemas na pele ou nas unhas), pode indicar um desequilíbrio interno, como défice nutricional ou problema hormonal, e deve ser avaliada.</p>
<p><strong>Quais são as opções de tratamento disponíveis se a queda persistir?</strong><br />
Uma vez analisado a problema são várias a soluções à disposição do paciente, as quais passam pela aplicação de minoxidil tópico ou oral (estimula o crescimento capilar), à suplementação orientada por exames, à aplicação de Plasma Rico em Plaquetas (PRP), Mesoterapia ou Exossomas, toma de medicamentos hormonais (em casos específicos), e por fim, transplante capilar, se houver indicação médica.</p>
<p><strong>O que são as terapias com luz?</strong><br />
São tratamentos que utilizam laser de baixa intensidade (LLLT) ou LEDs específicos para estimular os folículos capilares, aumentar a circulação sanguínea e prolongar a fase de crescimento do cabelo. São não invasivos e bastante utilizados como complemento de outros tratamentos.</p>
<p><strong>Que conselhos deixaria para evitar ao máximo as consequências desta situação?</strong><br />
Há vários aspetos a que se deve tomar atenção. Desde logo prestar atenção ao seu cabelo nos períodos de transição (primavera/outono), alimentar-se de forma equilibrada, reduzir o stress sempre que possível, usar produtos capilares adequados ao seu tipo de cabelo e couro cabeludo, , especialmente, não ignorar os sinais persistentes, uma vez que quanto mais cedo for feito o diagnóstico, melhores os resultados obtidos.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conhecida como a planta cicatrizante, a rosa mosqueta esconde 5 curiosidades</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/conhecida-como-a-planta-cicatrizante-a-rosa-mosqueta-esconde-5-curiosidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2025 11:48:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[cara]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[rosa mosqueta]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=425072</guid>

					<description><![CDATA[<p>Utilizada na rotina de skincare, tem benefícios hidratantes e regeneradores</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A rosa mosqueta é uma originária de regiões frias da Europa e cultivada em larga escala nos Andes.</p>
<p>A flor e o fruto, que demora seis meses para amadurecer, é usado nos cuidados com o corpo, porque o óleo essencial ajuda na cicatrização e regeneração da pele, já que é rico em vitaminas e ácidos graxos. Quando usado em séruns e cremes, a ação promete reduzir manchas, suavizar linhas finas e devolver o viço natural da pele.</p>
<p><strong>A planta cresce em clima frio</strong><br />
Apesar de ser originária da Europa Oriental, hoje é cultivada principalmente nos Andes, em países como Chile e Argentina. A planta desenvolve-se melhor em regiões de clima frio e solo arenoso. Tem muitos espinhos e uma raiz forte. As flores nascem em dezembro e os frutos, pequenos e vermelhos, demoram seis meses para amadurecer e só podem ser colhidos manualmente.</p>
<p><strong>Poderoso regenerador da pele</strong><br />
O óleo de rosa mosqueta é rico em ácidos gordos essenciais, como o ôómega 3 e 6, além de conter vitaminas A, E, K e C. Essa combinação ajuda na renovação celular, melhora a elasticidade e reduz as marcas de acne e estrias — por isso é tão usado em cosméticos cicatrizantes e anti-idade.</p>
<p><strong>Tem ação antioxidante</strong><br />
O fruto da rosa mosqueta também pode ser consumido em forma de chá. Primeiro, ele é seco e, depois, macerado e consumido. A bebida é rica em flavonoides e vitamina C, o que ajuda a combater os radicais livres, fortalecendo o sistema imunológico e auxiliando na prevenção do envelhecimento precoce.</p>
<p><strong>Ajuda a uniformizar o tom</strong><br />
Além de hidratar, a substância uniformiza o tom da pele pois inibe a produção excessiva de melanina em locais afetados por inflamações ou feridas que causaram hiperpigmentação.</p>
<p><strong>É usado em produtos capilares<br />
</strong>Também aparece em fórmulas capilares, porque ajuda a hidratar os fios, combater o ressecamento e dar brilho aos cabelos, especialmente os cacheados ou danificados por produtos químicos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Depressão. Estas são as razões que o podem levar a procurar (ou evitar) ajuda</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/depressao-estas-sao-as-razoes-que-o-podem-levar-a-procurar-ou-evitar-ajuda/</link>
					<comments>https://foreveryoung.sapo.pt/depressao-estas-sao-as-razoes-que-o-podem-levar-a-procurar-ou-evitar-ajuda/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Aug 2021 11:50:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[como]]></category>
		<category><![CDATA[Depressão]]></category>
		<category><![CDATA[motivos]]></category>
		<category><![CDATA[razoes]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=37216</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uma nova investigação procura desvendar as motivações mais comuns apresentadas pelas pessoas que sofrem com estes terríveis sintomas.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A depressão é um transtorno emocional e psicológico que afeta diariamente milhares de pessoas em Portugal e no resto do Mundo. Recentemente um novo <a href="https://aps.onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1111/cp.12211" target="_blank" rel="noopener">estudo</a> publicado na <em>Clinical Psychology</em> procurou identificar exatamente quais as razões e hesitações apresentadas pelas pessoas, que levam a aceleração ou atraso do processo de recuperação.</p>
<p>Os participantes – com 18 ou mais anos &#8211; foram convidados a participar num inquérito online que media, através de diversas questões, os seus sintomas, patologias e desejo de recuperação.</p>
<p>Para melhor entender este último ponto o inquérito apresentava um conjunto de razões que poderiam justificar um maior ou menor interesse em melhorar o seu estado de espírito. Era igualmente solicitado que cada participante descrevesse as suas próprias razões favoráveis e contrárias a uma mudança.</p>
<p>Ao analisar as respostas, os investigadores conseguiram identificar um conjunto alargado de motivações que levaram a maior parte dos 232 indivíduos a querer melhorar. Eis as principais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>Aumentar a produtividade e funcionamento (33%)</li>
<li>Experienciar emoções positivas, tais como a esperança e felicidade (27%)</li>
<li>Honrar compromissos familiares (24%)</li>
<li>Aligeirar interações sociais (22%)</li>
<li>Auto-melhoramento (21%)</li>
<li>Experienciar uma maior gratificação (21%)</li>
<li>Reduzir a intensidade das emoções mais desagradáveis (16%)</li>
<li>Melhorar a sua relação amorosa (16%)</li>
<li>Atingir objetivos importantes (15%)</li>
<li>Saturação e cansaço associados a um constante estado depressivo (11%)</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>De uma maneira geral, os participantes associaram motivações sociais, emocionais e funcionais a um desejo de melhoria. A maior vontade é regressar a um estado de vivência compatível com uma vida produtiva e social.</p>
<p>Em termos das razões ou receios que, por outro lado, mais podem justificar um desejo de não querer melhorar, estes foram os tópicos mais identificados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>Experiências negativas associadas a um anterior tratamento para a depressão (24%)</li>
<li>Rendição total a este estado depressivo (23%)</li>
<li>Pessimismo associado ao eventual sucesso de qualquer tipo de tratamento (22%)</li>
<li>A depressão é parte integrante da identidade do indivíduo (19%)</li>
<li>Diversas dúvidas e preocupações (19%)</li>
<li>O melhorar exige um esforço demasiado grande (18%)</li>
<li>Medo da mudança (12%)</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Neste caso as pessoas acreditam frequentemente que um regresso a uma vida “normal” é algo quase impossível, altamente improvável. Não acreditam que sejam capazes de recuperar uma vida mais positiva e saudável.</p>
<p>Aqui será essencial um apoio mais forte da família e amigos, que seja capaz de convencer o individuo da sua importância e papel no assegurar do bem-estar daqueles de quem mais gosta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://foreveryoung.sapo.pt/depressao-estas-sao-as-razoes-que-o-podem-levar-a-procurar-ou-evitar-ajuda/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como fortalecer a resiliência enquanto se espera por um tratamento?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/como-fortalecer-a-resiliencia-enquanto-se-espera-por-um-tratamento/</link>
					<comments>https://foreveryoung.sapo.pt/como-fortalecer-a-resiliencia-enquanto-se-espera-por-um-tratamento/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2021 10:26:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sapo Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[esperar]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=211962</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os momentos de espera podem ser altamente desafiantes sempre que estamos pronto a começar um período de recuperação.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das consequências mais positivas da pandemia está relacionada com o facto de todos termos percebido um pouco melhor a importância de cuidarmos da nossa saúde mental. O confinamento, a incerteza e o distanciamento social provocaram uma enorme ansiedade que tem afetado o nosso bem-estar.</p>
<p>Subitamente tornou-se mais normal discutir a forma como este tipo de eventos podem causar desiquilíbrios emocionais. Assim, a procura por um acompanhamento psicológico tornou-se também mais popular e menos estigmatizada.</p>
<p>O único problema desta crescente procura está associado ao facto de muitos terapeutas estarem a sentir dificuldade em aceitar todos os pedidos de apoio. Muito não têm agenda suficiente para tantas solicitações e, como tal, algumas pessoas são forçadas a ter que esperar durante um período considerável de tempo antes da primeira consulta.</p>
<p>Nestes casos pode ser extremamente frustrante não conseguir o apoio que necessitamos. Felizmente existem algumas dicas que, de acordo com o portal <em>Psychology Today</em>, podem ajudar a fortalecer a sua resiliência e a lidar melhor com estes momentos de espera.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>
<h5><strong>Lembre-se das coisas que o têm ajudado</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Tente lembrar-se da forma como tem conseguido ultrapassar os momentos mais difíceis da sua vida. Que tipo de coisa mais costuma ajudar? A paciência, a determinação e a flexibilidade são skills particularmente relevantes nestes momentos. Procure concentrar-se nestas coisas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li>
<h5><strong>Utilize instrumentos eficazes</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Existem muitas coisas que nos podem ajudar a lidar com frustrações e adversidades. É assim fundamental que ao longo da sua vida vá percebendo o que mais funciona para si, permitindo que esteja mais preparado para lidar com o que possa acontecer. O humor, ver um filme, meditar, o yoga, cozinhar ou falar com um amigo, são tudo coisas que poderão ajudar a que se sinta mais calmo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li>
<h5><strong>Não desperdice energia</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Procure rodear-se de pessoas positivas que possam contribuir para o seu bem-estar. Evite lidar com indivíduos “tóxicos” que apenas acrescentem ansiedade à sua vida. É quase impossível utilizar argumentos lógicos com estas pessoas pelo que o melhor é manter a sua distância e exercer paciência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li>
<h5><strong>Faça algo</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Quando nos sentimos impotentes ou incapazes de resolver uma determinada situação, pode ser útil “canalizar” essa energia para concretizar algo. Pense na forma como poderá ajudar a sua comunidade ou alguém mais necessitado. Procure utilizar a sua energia para um fim mais positivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="5">
<li>
<h5><strong>Não pense no futuro; foque-se no presente</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Ninguém sabe quando tudo irá voltar ao “normal”. Ficar obcecado com planos futuros de viagem ou de convivência será apenas uma “receita” para a frustração. Procure focar-se mais no momento presente. Pense nos seus valores e nos seus interesses. Procure viver os seus dias da melhor forma possível. Um dia de cada vez.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://foreveryoung.sapo.pt/como-fortalecer-a-resiliencia-enquanto-se-espera-por-um-tratamento/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Olhos secos? Eis algumas dicas que pode seguir para resolver o problema</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/olhos-secos-eis-algumas-dicas-que-pode-seguir-para-resolver-o-problema/</link>
					<comments>https://foreveryoung.sapo.pt/olhos-secos-eis-algumas-dicas-que-pode-seguir-para-resolver-o-problema/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2020 10:11:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[o que fazer]]></category>
		<category><![CDATA[Olhos]]></category>
		<category><![CDATA[secos]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=37619</guid>

					<description><![CDATA[<p>Este é um problema comum, com várias causas possíveis, que pode ser facilmente tratado. </p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A secura ocular afeta todos os anos milhares de pessoas. É algo que pode ser provocado por inúmeros fatores, a maior parte deles bastante banais. Por exemplo um ambiente mais seco, o fumo de cigarros ou o passar muito tempo à frente de écran, são tudo situações que podem estar na origem do problema.</p>
<p>Esta doença caracteriza-se pela produção insuficiente de lágrimas ou pela sua evaporação excessiva e causa sintomas que limitam significativamente o desempenho de tarefas do dia a dia e a qualidade de vida.</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/10-factos-fascinantes-sobre-os-seus-olhos-e-capacidade-de-visao/">10 factos fascinantes sobre os seus olhos e capacidade de visão</a>]</p>
<p>De resto as alterações hormonais provocadas pela chegada do período da menopausa podem igualmente contribuir para que sinta os seus olhos mais secos.</p>
<p>Felizmente existem formas de “combater” este problema. Conheças algumas das principais dicas e estratégias que podem ajudar a manter os seus olhos lubrificados durante este inverno.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>Gotas oftalmológicas</strong></li>
</ol>
<p>Este tipo de produtos, disponíveis nas farmácias, são ideais para assegurar a proteção, hidratação e lubrificação dos seus olhos. Podem ser usadas ao longo do dia, conseguindo aliviar os sintomas com enorme eficácia. Se necessário aconselhe-se junto do seu oftalmologista em relação à melhor escolha de gotas para o seu caso, no entanto a maior parte destes produtos são inócuos, não possuindo grandes efeitos secundários.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong>Pestanejar</strong></li>
</ol>
<p>A verdade é que quando passamos muito tempo em frente a um ecrã a ler texto, podemos ficar absolutamente fixados. Apenas estamos concentrados nisso e raramente olhamos para outro lado. Isto pode causar um enorme cansaço ocular, desidratando os olhos. A solução? Procure pestanejar mais vezes. Isto irá acelerar a lubrificação. De tempos a tempos, faça igualmente um intervalo e olhe para o horizonte de forma a dar um descanso à sua vista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong>Humidifique o ambiente</strong></li>
</ol>
<p>Um ar seco e rarefeito vai certamente contribuir para que sinta um maior desconforto nos seus olhos. Faça questão de garantir que no seu ambiente de trabalho existem equipamentos de climatização que conseguem umidificar o ar. Existem inclusive soluções mais portáteis de equipamentos que podem conseguir este efeito utilizando apenas um copo de água!</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li><strong>Use óculos de sol</strong></li>
</ol>
<p>Se vai sair de casa e ficar exposto ao sol ou a ventos fortes, então é recomendado que use sempre óculos de sol. Estes vão funcionar como um agente protetor, evitando o acelerar da desidratação dos seus olhos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="5">
<li><strong>Aplicar compressas de chá</strong></li>
</ol>
<p>Este é um remédio natural que pode ajudar a humedecer os seus olhos. É ideal que utilize para este efeito chá preto ou de camomila. Basta que ensope algumas compressas no chá quente e as aplique sobre os seus olhos fechados. Deixe ficar durante cerca de 15 minutos. Isto é ideal não só para lubrificar os olhos, como também para os desinflamar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="6">
<li><strong>Dormir bem</strong></li>
</ol>
<p>Por fim, isto é algo essencial. Seja para a saúde dos seus olhos ou simplesmente para assegurar a recuperação da sua energia. O recomendado são pelo menos 7 horas de sono por dia. Ao fechar os seus olhos durante este período estará a permitir que estes tenham tempo adequado para descansar e recuperar a sua humidade natural.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/desconforto-nos-olhos-estes-sao-os-5-sintomas-que-nao-deve-ignorar/">Desconforto nos olhos? Estes são os 5 sintomas que não deve ignorar</a>]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://foreveryoung.sapo.pt/olhos-secos-eis-algumas-dicas-que-pode-seguir-para-resolver-o-problema/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pode a vitamina D ser capaz de acelerar a recuperação dos pacientes Covid-19?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/pode-a-vitamina-d-ser-capaz-de-acelerar-a-recuperacao-dos-pacientes-covid-19/</link>
					<comments>https://foreveryoung.sapo.pt/pode-a-vitamina-d-ser-capaz-de-acelerar-a-recuperacao-dos-pacientes-covid-19/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2020 13:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[Vitamina D]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=37147</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uma intervenção precoce com vitamina D reduz significativamente a progressão da Covid-19 em doentes hospitalizados. A conclusão é de um estudo recente, desenvolvido em Espanha e publicado na edição de Outubro do Journal of Steroid Biochemestry and Molecular Biology.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sem mortes e um número significativamente menor de doentes admitidos em Unidade de Cuidados Intensivos (UCI). Estes foram os dois principais resultados da intervenção com suplementação de vitamina D num grupo de doentes infetados e hospitalizados com Covid-19.</p>
<p>Este estudo vem, assim, dar mais um contributo às evidências científicas que indicam que a vitamina D ajuda, efetivamente, o organismo a combater a infeção pelo novo coronavírus, através de mecanismos que controlam a reação imunitária e previnem a chamada tempestade de citocinas, conhecida por causar a destruição do tecido pulmonar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Vitamina D como terapêutica complementar</strong></h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>O estudo, que foi levado a cabo por investigadores do Hospital Universitário Reina Sofia, em Córdoba, incluiu 76 doentes, todos eles hospitalizados com Covid-19. Foi-lhes administrado o mesmo tratamento <em>standard</em>, que consistia em hidroxicloroquina e azitromicina. Além disso, 50 destes doentes receberam também suplementação de vitamina D como terapêutica complementar, enquanto os restantes 26 não receberam sequer vitamina D.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Grupo da vitamina D sem qualquer morte</strong></h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apenas um doente do grupo da vitamina D foi admitido na UCI. Pelo contrário, 13 doentes dos 26 não tratados com vitamina D foram admitidos na UCI. Nenhum dos doentes do grupo da vitamina D morreu e todos eles tiveram alta sem complicações. Dos 13 doentes do grupo não tratado que foi admitido para a UCI dois morreram.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Reduz a necessidade de cuidados intensivos</strong></h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar de o estudo apresentar limitações, sendo que é um estudo piloto e não um estudo duplamente cego e controlado com placebo, os cientistas consideram que esta é uma evidência robusta de que a vitamina D reduz significativamente a necessidade de cuidados intensivos durante o tratamento de doentes com Covid-19. A terapêutica com vitamina D parece ser capaz de reduzir a gravidade da doença. Contudo, afirmam os cientistas, são ainda necessários ensaios de maiores dimensões.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[Fonte: <em>The Journal of Steroid Biochemistry and Molecular Biology (<a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0960076020302764?via%3Dihub" target="_blank" rel="noopener">link</a>)</em>]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://foreveryoung.sapo.pt/pode-a-vitamina-d-ser-capaz-de-acelerar-a-recuperacao-dos-pacientes-covid-19/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Podem os micronutrientes ser a &#8220;chave&#8221; para a redução da ameaça da Covid-19?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/podem-os-micronutrientes-ser-a-chave-para-a-reducao-da-ameaca-da-covid-19/</link>
					<comments>https://foreveryoung.sapo.pt/podem-os-micronutrientes-ser-a-chave-para-a-reducao-da-ameaca-da-covid-19/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2020 09:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[micronutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[selénio]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[vitamina]]></category>
		<category><![CDATA[zinco]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=36885</guid>

					<description><![CDATA[<p>A conclusão é de uma investigação recente, desenvolvida por um grupo de cientistas da Noruega, Suécia e Rússia. Segundo o estudo publicado na revista Nature, a falta de micronutrientes específicos pode ajudar a explicar o porquê de surgir uma resposta inflamatória grave em doentes com Covid-19.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Covid-19 parou o mundo, obrigando a novos hábitos e novas formas de vida. Enquanto todos regressam, cautelosamente, à nova normalidade, a procura por um tratamento ou uma vacina parece ser cada vez mais urgente. O principal objetivo é controlar ou mitigar, de forma eficaz, a resposta hiper-inflamatória e potencialmente letal causada pelo novo coronavírus, que pode danificar o tecido pulmonar de alguns doentes.</p>
<p>Seguindo por um outro rumo e apresentando uma abordagem diferente, um grupo de cientistas noruegueses, suecos e russos aponta a falta de micronutrientes específicos como uma possível explicação para a violenta resposta imunitária, que contribui para a mortalidade da Covid-19. Entre estes elementos estão o selénio, o zinco e a vitamina D.</p>
<p>Apesar de receber agora um maior ênfase, dado o contexto atual, este não é um tema novo, uma vez que já é conhecida a importância destes nutrientes, em especial do selénio e da vitamina D. No entanto, estes apresentam-se em quantidades insuficientes na população ocidental, devido, entre outros fatores, a uma alimentação cada vez mais desequilibrada e a um cada vez menor tempo passado ao ar livre.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Deficiências comuns nos idosos</strong></h5>
<p>Recorrendo a artigos sobre zinco, selénio, vitamina D e Covid-19, publicados entre 2010 e 2020, os cientistas reuniram evidências científicas suficientes para suportar a hipótese de que estes três micronutrientes podem, de facto, contribuir para a proteção contra o SARS-CoV2, bem como mitigar o decurso da doença.</p>
<p>Uma vez que não existe, ainda, qualquer tratamento nem qualquer vacina, e tendo em consideração que a Covid-19 é uma doença que afeta particularmente os mais velhos, faria sentido atender à deficiência destes micronutrientes, que se vai acentuando com o avançar da idade. Por isso mesmo, são várias as justificações para o recurso ao selénio, ao zinco e à vitamina D no reforço do sistema imunitário.</p>
<p>Eis algumas das principais propriedades, benefícios e factos sobre estes micronutrientes:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Zinco</strong></p>
<ul>
<li>O zinco é essencial para o desenvolvimento e a manutenção das células imunitárias, bem como de outro tipo de células. É já um facto conhecido que a deficiência em zinco aumenta a inflamação e os biomarcadores inflamatórios;</li>
<li>A falta de zinco afeta, comprovadamente, o sistema imunitário, especialmente a função das células T;</li>
<li>Alguns casos reportados registaram recuperações de sucesso da Covid-19 em doentes tratados com suplementos de zinco. O zinco pode, ainda, ser eficaz no controlo da resposta inflamatória hiper-activa verificada na Covid-19, mas também no tratamento contra o agente SARS-CoV2.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Selénio</strong></p>
<ul>
<li>A deficiência de selénio pode ter impacto, não só ao nível da resposta imunitária, mas também no que respeita à patogenicidade de qualquer vírus, o que faz com que este seja um particularmente importante micronutriente. Um estudo recente da China reportou uma taxa de cura da COVID-19 mais elevada em doentes com elevadas concentrações de selénio;</li>
<li>Algumas das mais potentes selenoproteínas na proteção contra a hiper-inflamação requerem um aporte de selénio de mais 100 microgramas por dia, o que é mais do que aquilo que as pessoas conseguem obter através da sua dieta do dia-a-dia;</li>
<li>Investigação levada a cabo pela cientista americana Melinda Beck demonstrou que um hospedeiro com deficiência de selénio é bastante mais vulnerável a infeções respiratórias, que de outra forma seriam inofensivas, quando comparando com um hospedeiro com níveis de selénio adequados no organismo.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Vitamina D</strong></p>
<ul>
<li>A vitamina D estimula a maturação das células imunitárias, sendo que estudos epidemiológicos sugerem uma relação inversa entre os níveis de vitamina D no sangue e os marcadores inflamatórios, como são o CRP e o Interleukin-6;</li>
<li>É comum observar deficiência severa de vitamina D em doentes críticos. Em doentes com idade mais avançada, a deficiência severa de vitamina D é considerada um factor de risco independente para a pneumonia adquirida pela comunidade;</li>
<li>A deficiência em vitamina D encontra-se associada ao agravamento da inflamação do pulmão, o que leva ao agravamento da síndrome de distress agudo respiratório (ARDS), bem como de outras complicações;</li>
<li>Ficou, já, demonstrada a capacidade da vitamina D de reduzir a resposta inflamatória, sem alterar atividade anti-viral nos tecidos das vias respiratórias afetados com doença respiratória viral (RVD).</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[Fonte:  Early Nutritional Interventions with Zinc, Selenium and Vitamin D for Raising Anti-Viral Resistance Against Progressive COVID-19, Jan Alexander, Alexey Tinkov, Tor A. Strand, Urban Alehagen, Anatoly Skalny and Jan Aaseth, <em>Nutrients</em> 2020, <em>12</em>(8), 2358]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://foreveryoung.sapo.pt/podem-os-micronutrientes-ser-a-chave-para-a-reducao-da-ameaca-da-covid-19/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
