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	<title>Vida &#8211; Forever Young</title>
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	<description>Para se sentir sempre jovem. Viva com mais sentido, 55+ com atitude.</description>
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	<title>Vida &#8211; Forever Young</title>
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	<item>
		<title>Marte foi (quase) sempre um deserto? Nova teoria explica desaparecimento da água</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/marte-foi-quase-sempre-um-deserto-nova-teoria-explica-desaparecimento-da-agua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jul 2025 10:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência & Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>
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		<category><![CDATA[Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Investigadores da Universidade de Chicago, com base em dados do rover Curiosity, propõem que Marte teve apenas curtos períodos de habitabilidade ao longo da sua história recente, sendo que no resto do tempo foi seco e gelado.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="458" data-end="934">Uma nova investigação publicada na revista <em data-start="514" data-end="522">Nature</em> sugere que o Planeta Vermelho passou a maior parte dos últimos milénios como um deserto árido, interrompido por breves fases em que a água líquida poderia existir à superfície. A teoria, liderada por Edwin Kite, cientista planetário da Universidade de Chicago, baseia-se em dados do rover <em data-start="812" data-end="823">Curiosity</em>, da NASA, e pretende resolver um dos grandes mistérios da ciência planetária: o que aconteceu à água em Marte?</p>
<p data-start="936" data-end="1209">As paisagens daquele planeta mostram sinais de rios antigos e vales esculpidos por erosão hídrica, o que indica que Marte foi em tempos um planeta húmido e potencialmente habitável. No entanto, a realidade atual é bem diferente: um mundo frio, seco e com uma atmosfera rarefeita.</p>
<p data-start="1256" data-end="1647">Segundo os investigadores, a mudança não terá sido provocada por um evento catastrófico, mas sim por um ciclo lento e autorregulado, influenciado pela crescente luminosidade do Sol ao longo dos milénios. Estima-se que o Sol se tenha tornado 8% mais brilhante por cada mil milhões de anos, o que pode ter criado janelas curtas em que a temperatura marciana permitia água líquida à superfície.</p>
<p data-start="1649" data-end="1992">Contudo, esses períodos geravam um paradoxo climático: a água reagia com o dióxido de carbono da atmosfera, formando minerais carbonatados e removendo o CO₂. O resultado era uma nova queda de temperatura e o regresso à aridez durante períodos que podiam durar até 100 milhões de anos.</p>
<p data-start="1994" data-end="2273">Ao contrário da Terra, onde o ciclo do carbono mantém o equilíbrio climático com a ajuda do vulcanismo ativo, Marte está geologicamente inativo. Isso significa que o CO₂ retirado da atmosfera não é reposto, o que leva a uma perda contínua da capacidade do planeta em reter calor.</p>
<h3 data-start="2275" data-end="2310">Descoberta-chave no Monte Sharp</h3>
<p data-start="2312" data-end="2730">Uma das provas mais relevantes para esta nova teoria foi obtida com a identificação de rochas ricas em minerais carbonatados na encosta do Monte Sharp, pelo <em data-start="2469" data-end="2480">Curiosity</em>. Durante anos, os cientistas procuraram esses depósitos para perceber o destino da antiga atmosfera marciana rica em CO₂. A sua presença sugere que parte significativa dessa atmosfera ficou presa nas rochas e era exatamente como o modelo de Kite previa.</p>
<blockquote>
<p data-start="2732" data-end="2925">“Estes dados fornecem uma explicação plausível para o desaparecimento da água de Marte e ajudam-nos a compreender melhor a sua história climática”, explica a equipa, citada pela <em data-start="2910" data-end="2924">SciTechDaily</em>.</p>
</blockquote>
<p data-start="2927" data-end="3206">Além de refinar a nossa compreensão do passado marciano, esta descoberta poderá ajudar a identificar outros planetas potencialmente habitáveis fora do Sistema Solar, ao compreender melhor os limites e ciclos que condicionam o clima e a água líquida em mundos semelhantes à Terra.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como será a sua vida no pós-pandemia? A resposta a estas questões poderá ajudar a perceber</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/como-sera-a-sua-vida-no-pos-pandemia-a-resposta-a-estas-questoes-podera-ajudar-a-perceber/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Mar 2021 15:18:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[pos]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba como retirar valiosas conclusões sobre a experiência coletiva que vivemos no último ano.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1980 um cientista belga chamado Ilya Prigogine ganhou um Prêmio Nobel devido a uma teoria que havia investigado relativa à forma a capacidade de sermos “agitados” é ironicamente um elemento fundamental para o crescimento pessoal.</p>
<p>Esta teoria das “estruturas dissipativas”, como ficou conhecida, explicava como a fricção e a rutura é um fator determinante para a Natureza. Sem este elemento de abalo nada cresce, nada floresce. O mesmo se aplica à vida e ao crescimento dos seres humanos.</p>
<p>Dada a incerteza que caracterizou este último ano pode ser assim importante refletir sobre a forma como a pandemia poderá ajudar-nos a crescer enquanto pessoas e enquanto sociedade.</p>
<p>As seguintes questões, elaboradas pelos especialistas do portal <em>Psychology Today</em>, foram pensadas para ajudar a aplicar a teoria de Prigogine na nossa vida. As respostas a estas perguntas poderão permitir evidenciar de que forma poderá transformar a fricção destes tempos em algo útil que possa ser canalizado para promover um maior crescimento pessoal.</p>
<p>Procure analisar as suas respostas de forma a encontrar padrões comuns ou mensagens gerais que possa retirar. Partilhe estas conclusões com outros e mantenha a discussão em aberto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>Que parte mais escondida de si sentiu que emergiu ao longo dos últimos meses? Um lado mais introspetivo, mais criativo?</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li>Em que novas atividades está agora envolvido devido à pandemia? Que tipo de coisas jamais teria feito antes?</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li>Que tipo de novos riscos esteve pronto a tomar devido à pandemia?</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li>Pense em algumas inesperadas consequências provocadas pela pandemia. De que forma transformaram a sua vida?</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="5">
<li>Identifique algumas das principais atividades, hobbies, hábitos ou relações que agora em retrospetiva percebe que não estavam a funcionar para si antes da pandemia.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="6">
<li>Foi capaz de se sentir alguma manifestação de uma vontade criativa ou inventiva ao longo dos últimos meses?</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="7">
<li>Que tipo de mensagem subliminar gostaria que o seu computador lhe enviasse diversas vezes durante o dia?</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="8">
<li>Que tipo de lições ou ensinamentos consegue retirar desta experiência? Não para a humanidade, mas antes para si, para a sua vida.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="9">
<li>Tem algumas razões profissionais ou pessoais que o façam desejar que a pandemia não termine?</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="10">
<li>Que mudanças provocadas pela pandemia gostaria mais de “transportar” para a sua vida no futuro? Como gostaria de imaginar o seu “novo normal”?</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Será que está realmente a aproveitar os seus dias (e a sua vida)?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/sera-que-esta-realmente-a-aproveitar-os-seus-dias-e-a-sua-vida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jan 2021 22:13:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lifestyle & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Forever Young]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Avalie a sua existência e perceba através dessa reflexão como deve (ou não) alterar o rumo da sua vida. Conheça algumas das questões que deve ser capaz de colocar a si mesmo.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A vida pode ser capaz de se revelar muito injusta. A velocidade a que tudo acontece torna muitas vezes impossível termos a capacidade de saborear e aproveitar devidamente cada dia. Tudo passa demasiado rápido. Apenas quando algo negativo e dramático acontece somos obrigados a “parar” e a refletir sobre aquilo que perdemos. Aquilo que, agora, jamais seremos capazes de recuperar.</p>
<p>Esta constatação não deve servir para nos deprimir, mas sim para nos alertar. É urgente procurarmos viver cada dia de uma forma significativa. Evitar deixar que a “corrente” da vida moderna nos conduza pelos dias, semana e anos, sem antes questionarmos para onde estamos sequer a ir.</p>
<p>[Leia também: <a href="https://multinews.sapo.pt/50/deseja-encontrar-um-renovado-significado-para-a-sua-vida-eis-o-que-pode-e-deve-fazer/" target="_blank" rel="noopener">Deseja encontrar um renovado significado para a sua vida? Eis o que pode (e deve) fazer</a>]</p>
<p>A incerteza instalada pela pandemia tornou todo este processo mais intenso. O medo, o receio do imprevisto e o desconforto acaram por criar um enorme estado de ansiedade que procura encontrar respostas que não existem. Soluções para melhorar um futuro que ainda não chegou.</p>
<p>Como podemos então voltar a viver o momento presente? Como assegurar que continuamos a evoluir pessoal e profissionalmente todos os dias sem sacrificar o nosso bem-estar? É fundamental que seja capaz de priorizar tudo aquilo que lhe permite apreciar a única realidade que tem ao seu alcance: o agora.</p>
<p>Eis algumas das questões que deve ser capaz de colocar a si próprio com o intuito de garantir que está diariamente a ser capaz de reservar algum do seu tempo para acrescentar real significado à sua vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><em>Será que está a conseguir ter tempo para&#8230;</em></h1>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>Partilhar e expressar o que sente sobre as pessoas de quem mais gosta?</li>
<li>Desafiar os seus medos e receios?</li>
<li>Melhorar algumas das suas características que menos aprecia?</li>
<li>Se desafiar a experimentar coisas novas?</li>
<li>Aceitar-se a si mesmo? Aceitar os outros? E as circunstâncias que não pode controlar?</li>
<li>Questionar o seu propósito de vida?</li>
<li>Lidar com diferentes tipos de emoções, tanto positivas como negativas?</li>
<li>Apreciar os seus feitos?</li>
<li>Compreender se as suas decisões são motivadas por medos ou pela sua vontade?</li>
<li>Se conectar verdadeiramente com outras pessoas?</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>10 arrependimentos comuns (e cruéis) depois dos 50 anos</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/10-arrependimentos-comuns-e-crueis-depois-dos-50-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2020 09:18:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dinheiro & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[arrependimentos]]></category>
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		<category><![CDATA[depois dos 50]]></category>
		<category><![CDATA[reflexao]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Certas escolhas e decisões parecem ser capazes de assombrar o resto da nossa vida.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Atingir os 50 anos de idade é para muitos um momento significativo das suas vidas. Meio século de existência, de convivência com os outros, de sucessos profissionais, de família. Chegar a esta idade parece inevitavelmente gerar uma necessidade de reflexão, um desejo de olhar para o caminho percorrido até então, celebrando as conquistas.</p>
<p>No entanto, nem sempre esta experiência de relembrar o passado é tão positiva. Frequentemente existem alguns arrependimentos que marcam a nossa vida. Como é óbvio nenhuma vida é perfeita, cometemos erros, injustiças, e nem sempre aprendemos a lidar eficazmente com estes sentimentos.</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/5-formas-de-se-livrar-dos-seus-arrependimentos/">5 formas de se livrar dos seus arrependimentos</a>]</p>
<p>Um <a href="https://www.usatoday.com/story/news/nation/2014/07/15/aging-survey-second-chances/11892081/" target="_blank" rel="noopener">estudo</a> publicado em 2014 no <em>USA Today</em>, revelava que entre 1 000 adultos com mais de 60 anos, apenas 17% não sentiam quaisquer arrependimentos. Este número revela o quão fácil é sentirmo-nos algo insatisfeitos com o trajeto da nossa vida.</p>
<p>Este tipo de dúvidas e de arrependimentos podem acabar por “assombrar” a nossa vida e impedir-nos de viver tranquilamente. O nosso bem-estar emocional é facilmente afetado por este tipo de pensamentos, pelo que se torna essencial aprender a lidar melhor com os mesmos.</p>
<p>É tempo de libertar-se de alguns destes temas e de compreender que a sua vida ainda lhe reserva muitas surpresas. A meia idade pode representar um novo começo; aproveite-o da melhor forma.</p>
<p>Eis 10 dos arrependimentos mais frequentes das pessoas com mais de 50 anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>
<h5><strong>Não ter estudado mais</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>A ideia de passar mais tempo numa sala de aula a estudar e a realizar testes pode não parecer muito apelativo a toda a gente, no entanto este é um dos arrependimentos mais frequentes das pessoas que atingem a meia idade. Uma <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2394712/" target="_blank" rel="noopener">investigação</a> publicada em 2008 no <em>Personality and Social Psychology Bulletin</em>, pareceu confirmar que não ter investido em mais oportunidades educativas é umas das fontes de maior arrependimento e frustração após os 50.</p>
<ol start="2">
<li>
<h5><strong>Não ter concretizado mais coisas</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Este é sem dúvida um tema subjetivo, no entanto a ideia de que “podia ter feito mais” é algo que assombra a vida de muitas pessoas. Temos certas expectativas para a nossa vida que nem sempre se concretizam. Muitas vezes acabamos por sofrer por não ter aproveitado melhor certas oportunidades, acabando por desejar ter feito algo diferente ou melhor.</p>
<ol start="3">
<li>
<h5><strong>Não ter obtido o “emprego de sonho”</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Ser despedido ou ver uma determinada candidatura ser rejeitada nunca nos faz sentir bem. No entanto, o que parece ser ainda pior é não ter sequer tentado. Tal como confirma um <a href="http://allianzlife.com/about/news-and-events/news-releases/Longevity-study-launch-press-release" target="_blank" rel="noopener">estudo</a> de 2016, um dos principais arrependimentos das pessoas com mais de 50 é não ter assumido maiores riscos profissionais.</p>
<ol start="4">
<li>
<h5><strong>Trabalhar demasiado</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Gostamos de acreditar que se trabalharmos muito iremos acabar por atingir os nossos objetivos. Infelizmente isto nem sempre acontece. Pelo caminho fica muito sofrimento associado ao excesso de trabalho e stress. Depois dos 50 anos muitos se arrependem de não ter aproveitado melhor o seu tempo, não priorizando suficientemente o convívio com os familiares e amigos.</p>
<ol start="5">
<li>
<h5><strong>Não ter poupado mais</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Não é a atividade mais divertida e entusiasmante, mas a verdade é que ir poupando algum dinheiro ao longo dos anos pode fazer toda a diferença na fase final da sua vida. Os problemas financeiros são uma das coisas que mais afetam o bem-estar das pessoas, pelo que não ter tido a capacidade de poupar mais quando se era jovem é um dos maiores arrependimentos.</p>
<ol start="6">
<li>
<h5><strong>Não viajar mais</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Sendo certo que viajar pode ser um hábito dispendioso a verdade é que é igualmente uma das melhores coisas que pode fazer com o seu dinheiro. Estes tipos de experiências enriquecem a sua vida. Não é assim de estranhar que 56% dos participantes do estudo da Allianz sobre este tema tenham referido que gostariam de ter viajado mais.</p>
<ol start="7">
<li>
<h5><strong>Não ser mais aventureiro e espontâneo</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Para uns ser espontâneo e ter um espírito aventureiro é algo natural, no entanto para outros isto pode ser algo assustador. É frequente arrependermo-nos de não ter tomado maiores riscos, de não termos aceite certos convites de última hora ou de não termos tido a coragem de fazer algo ligeiramente irresponsável, mas tremendamente divertido.</p>
<ol start="8">
<li>
<h5><strong>Não ter passado mais tempo com os pais</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Infelizmente temos um número de anos limitado para conviver com os nossos pais. Sendo certo que quando somos mais jovens parecemos desejar uma maior independência e afastamento, a verdade é que acabamos por assumir esta relação como garantida, não cuidando dela o suficiente. Muitas pessoas acabam por se arrepender de não ter sido capazes de usufruir mais da presença dos seus pais, sobretudo quando se tornaram adultos.</p>
<ol start="9">
<li>
<h5><strong>Deixar de cuidar de certas amizades</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>O emprego, os compromissos familiares e o nosso cansaço parecem determinar que vamos tendo progressivamente menos tempo para estar com os nossos amigos. Apesar disto é essencial que procure continuar a assegurar que estes convívios continuam frequentes, como forma de não gerar um maior arrependimento no futuro. É comum acabarmos por desejar ter cuidado melhor de certas amizades fundamentais para o nosso bem-estar.</p>
<ol start="10">
<li>
<h5><strong>Esconder a sua personalidade</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Passamos grande parte da nossa vida a ser incapazes de viver o nosso verdadeiro “eu”. Seja porque o nosso ambiente profissional não o permite ou porque não temos a coragem de expressar os nossos verdadeiros sentimentos junto de estranhos, a verdade é que acabamos por passar demasiado tempo a fingir ser outra pessoa. Não ser capaz de ser mais autêntico, independentemente das circunstâncias, é um arrependimento demasiado frequente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/medo-de-morrer-conheca-as-estrategias-capazes-de-reduzir-a-sua-ansiedade/">Medo de morrer? Conheça as estratégias capazes de reduzir a sua ansiedade</a>]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>5 passos essenciais para descobrir os seus verdadeiros valores</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/5-passos-essenciais-para-descobrir-os-seus-verdadeiros-valores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2020 09:13:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[ideais]]></category>
		<category><![CDATA[personalidade]]></category>
		<category><![CDATA[valores pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saber aquilo que mais valoriza é determinante para que seja capaz de viver uma vida mais gratificante.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os nossos valores pessoais correspondem aos ideais fundamentais que guiam o nosso comportamento e que influenciam todas as nossas decisões/ações. São o tipo de questões que nos permitem diferenciar entre o “bem” e o “mal”.</p>
<p>Estes valores podem obviamente variar de pessoa para pessoa, mas habitualmente são transmitidos desde cedo no seio familiar. Tornam-se progressivamente mais importantes à medida que crescemos e que somos obrigados a tomar decisões.</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/medo-de-morrer-conheca-as-estrategias-capazes-de-reduzir-a-sua-ansiedade/">Medo de morrer? Conheça as estratégias capazes de reduzir a sua ansiedade</a>]</p>
<p>Quanto mais claros e melhor definidos forem os nossos valores pessoais fundamentais, mais rápida será também a nossa capacidade de decidir e de perceber exatamente o que devemos (ou não) fazer em certas circunstâncias. Isto poupa-nos tempo e evita um enorme desgaste mental.</p>
<p>A verdade é que por vezes é necessário tomar decisões difíceis que nos podem paralisar. Ser capaz de ter as nossas prioridades bem definidas e perceber exatamente quem somos ou o que precisamos acaba assim por ser fundamental para tornar estes momentos de decisão mais simples e menos angustiantes.</p>
<p>Os nossos valores acabam por ser os pilares que suportam a visão que temos para a nossa vida e que ajudam a definir a ideia de quem desejamos ser no futuro. Mas afinal como podemos realmente descobrir quais são os nossos valores essenciais?</p>
<p>Reserve algum tempo para refletir sobre este tema e siga as seguintes sugestões. Não se vai arrepender.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>Pense em quem mais admira</strong></li>
</ol>
<p>Faça uma lista das 5 ou 10 pessoas que mais admira. Podem ser familiares, amigos ou figuras públicas &#8211; vivas ou não &#8211; que nunca conheceu pessoalmente. Descreva em detalhe as características que mais admira em cada um e perceba porque esses “pontos” são importantes para si. De seguida sublinhe nessa lista as características que acredita também já possuir. A ideia é rapidamente perceber quais os traços de personalidade que gostaria mais de assimilar.</p>
<ol start="2">
<li><strong>Relembre os momentos em que se sentiu mais feliz, orgulho ou confiante</strong></li>
</ol>
<p>Viaje pelo seu passado e volte a lembrar-se de alguns dos seus melhores momentos. As situações em que realmente se sentiu mais feliz e orgulhoso. Seja o mais específico possível, identifique com exatidão os locais, as pessoas e as circunstâncias que marcaram esses momentos. Pense sobre as razões que o fazem apreciar essas memórias em particular e escreva sobre isso.</p>
<ol start="3">
<li><strong>Faça uma lista de valores que considere importantes</strong></li>
</ol>
<p>Este exercício pode ser algo complicado para certas pessoas que acabam por não saber como começar. Acabam sempre por “gravitar” em torno dos valores mais comuns como integridade, respeito, confiança e liberdade. No entanto a verdade é que existem muitos mais que pode explorar. Esta listagem vai ajudar a libertar a sua criatividade e servirá como ponto de partida para outras possibilidades.</p>
<ol start="4">
<li><strong>Agrupe valores que sejam semelhantes</strong></li>
</ol>
<p>Vivemos segundo vários ideais e é normal que, com o tempo, as nossas circunstâncias mudem e alguns destes valores possam também alterar-se. No entanto existem habitualmente um conjunto mais limitado de valores pessoais que nunca mudam independentemente do que possa acontecer. Foque-se em encontrar estes. À medida que agrupa diferentes valores defina uma palavra que os represente a todos. Por exemplo, se criar um grupo de valores como “honestidade”, “verdade” e “fiabilidade”, então é normal que escolha a etiqueta “Confiança” para representar este grupo.</p>
<ol start="5">
<li><strong>Determine a prioridade destes grupos na sua vida atual</strong></li>
</ol>
<p>Use 4 categorias para criar este ranking: “Essencial”, “Muito importante”, “Às vezes importante”, “Não importante”. O objetivo é conseguir definir o grupo limitado de valores que entram na categoria “Essencial”. Estes são aqueles que realmente mais considera e que não está disposto a negociar. Não deve incluir mais de 5 grupos de valores nesta categoria.</p>
<p>Assim que completar esta tarefa terá um guia visual que o pode auxiliar na tomada de decisões. Sempre que tiver que decidir entre duas escolhas difíceis, olhe para esta folha e perceba qual o caminho mais alinhado com os seus valores essenciais.</p>
<p>Não se esqueça: “A felicidade surge quando sabemos bem aquilo que mais valorizamos na vida e quando optamos por nos comportar de uma forma que seja consistente com esses mesmos valores”</p>
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<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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