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	<title>doenças &#8211; Forever Young</title>
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	<description>Para se sentir sempre jovem. Viva com mais sentido, 55+ com atitude.</description>
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	<title>doenças &#8211; Forever Young</title>
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	<item>
		<title>Luz artificial à noite pode estar a aumentar risco de ataque cardíaco em 65%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 07:30:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Exposição prolongada à luz durante a noite, incluindo a do telemóvel, está associada a doenças cardiovasculares graves.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="317" data-end="623">A exposição à luz artificial antes de dormir, mesmo que seja apenas a do telemóvel, pode estar a prejudicar mais do que apenas o seu sono. Um novo estudo revela que esse hábito pode afetar o ritmo circadiano e aumentar, de forma significativa, o risco de doenças cardíacas e acidentes vasculares cerebrais.</p>
<p data-start="625" data-end="859">Segundo os investigadores, a exposição constante a luz intensa durante a noite está ligada a uma probabilidade até 65% maior de enfarte e a um risco acrescido de outras doenças como insuficiência cardíaca, AVC e fibrilhação auricular.</p>
<p data-start="625" data-end="859">O estudo analisou os hábitos noturnos de quase 89 mil adultos britânicos, acompanhados ao longo de nove anos. Todos os participantes usaram sensores no pulso para medir os níveis de exposição à luz durante o sono. Mesmo depois de ajustarem variáveis como tabagismo, dieta ou exercício físico, os cientistas concluíram que as pessoas mais expostas à luz noturna tinham um risco substancialmente maior de sofrer eventos cardiovasculares.</p>
<p data-start="1336" data-end="1381">Entre os principais resultados, destaca-se:</p>
<ul data-start="1382" data-end="1598">
<li data-start="1382" data-end="1413">
<p data-start="1384" data-end="1413">65% maior risco de enfarte,</p>
</li>
<li data-start="1414" data-end="1460">
<p data-start="1416" data-end="1460">56% maior risco de insuficiência cardíaca,</p>
</li>
<li data-start="1461" data-end="1488">
<p data-start="1463" data-end="1488">30% maior risco de AVC,</p>
</li>
<li data-start="1489" data-end="1534">
<p data-start="1491" data-end="1534">32% maior risco de fibrilhação auricular,</p>
</li>
<li data-start="1535" data-end="1598">
<p data-start="1537" data-end="1598">mulheres e adultos mais jovens foram os grupos mais afetados.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="1600" data-end="1918">A luz azul dos ecrãs, como a dos telemóveis ou tablets, interfere diretamente com a produção de melatonina, hormona que regula o sono. Isso desregula o relógio biológico, o que, por sua vez, desequilibra funções essenciais, como a pressão arterial, o ritmo cardíaco e o metabolismo.</p>
<p data-start="1920" data-end="2079">O impacto é tal que os especialistas aconselham a evitar qualquer tipo de exposição luminosa antes de dormir, incluindo candeeiros fortes ou luzes de presença. Para quem procura um envelhecimento saudável, a mensagem é clara: escuridão total à noite é mais do que uma ajuda para dormir, é uma medida de prevenção cardiovascular. Evite o chamado <em data-start="2310" data-end="2325">doomscrolling</em> no telemóvel, desligue as luzes e permita ao corpo o descanso que precisa para manter o coração saudável.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Será este medicamento capaz de tratar o Alzheimer? Indústria aguarda aprovação</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/sera-este-medicamento-capaz-de-tratar-o-alzheimer-industria-aguarda-aprovacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2020 11:30:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[degenerativo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caso seja aprovado, este promete ser o primeiro medicamento no mercado capaz de abrandar o processo degenerativo causado por esta patologia.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) já recebeu o pedido de Autorização de Introdução no Mercado (AIM) do Aducanumab, um medicamento para o tratamento da doença de Alzheimer. Caso seja aprovado, este promete ser o primeiro medicamento no mercado capaz de abrandar o processo degenerativo causado por esta patologia.</p>
<div>
<p>O Aducanumab é anti-corpo monoclonal humano em investigação para o tratamento da doença de Alzheimer que está a ser desenvolvido em conjunto pela empresa de biotecnologia Biogen e pela farmacêutica Eisai. As duas empresas garantem que «se for aprovado pela EMA, o Aducanumab tornar-se-á o primeiro medicamento capaz de abrandar o processo degenerativo da doença de Alzheimer.»</p>
<div>
<p>Em comunicado, as duas entidades explicam ainda que «os dados clínicos da utilização de Aducanumab em doentes com Défice Cognitivo Ligeiro devido a doença de Alzheimer e doença de Alzheimer ligeira demonstram que a remoção da proteína beta-amilóide provoca uma melhoria dos resultados clínicos». Garantem ainda que, com base nos testes clínicos realizados, o medicamento tem «o potencial de impactar a fisiopatologia subjacente à doença, de atrasar o declínio cognitivo e funcional, e de beneficiar a capacidade dos doentes em realizar actividades quotidianas, nomeadamente a gestão de finanças pessoais, a realização de tarefas domésticas – como limpar, fazer compras e lavar roupa – e sair de casa de forma autónoma.»</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
<p>Além de aguardar aprovação da EMA, Aducanumab encontra-se ainda em processo de avaliação pela agência norte-americana de medicamentos, a FDA – Food and Drug Administration, estando neste momento em fase de revisão prioritária e com a decisão de aprovação esperada para 7 de Março de 2021.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(artigo originalmente publicado no site <a href="https://marketeer.sapo.pt/" target="_blank" rel="noopener">Marketeer</a>)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<item>
		<title>Artrite reumatoide: estes são os sinais a que deve estar atento</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/artrite-reumatoide-estes-sao-os-sinais-a-que-deve-estar-atento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2020 10:29:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[articulações]]></category>
		<category><![CDATA[artrite]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[reumatoide]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um diagnóstico e tratamento rápido poderá fazer toda a diferença para evitar as consequências mais sérias.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O nosso sistema imunitário está programado para nos proteger contra quaisquer infeções que possam surgir. No entanto, nos casos das pessoas que sofrem com Artrite Reumatoide (AR), o sistema imunitário passa a funcionar ao contrário e começa a “atacar” o organismo.</p>
<p>Este é uma doença autoimune que atinge 3 vezes mais mulheres do que homens. Segundo o Instituto Português de Reumatologia (IPR), estima-se que a Artrite Reumatoide (AR) afete cerca de 50 a 60 mil portugueses.</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/10-formas-eficazes-de-reduzir-a-dor-nas-articulacoes/">10 formas (eficazes) de reduzir a dor nas articulações</a>]</p>
<p>No sexo feminino surge, geralmente, entre os 30 e os 60 anos, sendo o seu pico de incidência na menopausa. No masculino, tende a revelar-se mais tarde. Contudo, a AR pode aparecer em qualquer idade.</p>
<p>É possível que em alguns caso os sintomas sejam bastante suaves, quase impercetíveis. No entanto em outros casos a dor, rigidez muscular, inflamação e vermelhidão podem ser provocados por esta doença. Estes sintomas tendem a começar nos dedos e mais tarde espalham-se para outras articulações.</p>
<p>Antes destes efeitos mais negativos é possível identificar alguns sinais precoces de que algo pode não estar bem com o seu organismo. Eis alguns dos aspetos mais relevantes a que deve estar atento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>Fatiga</li>
<li>Rigidez matinal nas articulações</li>
<li>Rigidez nas articulações momentânea durante o dia</li>
<li>Febre provocada por inflamação</li>
<li>Inchaço ou dor nas articulações</li>
<li>Formigueiro ou dormência nos pés e mãos</li>
<li>Perda de mobilidade</li>
<li>Dor simétrica nas duas partes do corpo</li>
<li>Ganho de peso injustificado</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Caso verifique a existência destes sintomas então procure consultar o seu médico de forma a obter um diagnóstico formal.</p>
<p>Apesar de não existir uma cura absoluta para esta doença, é fundamental que inicie um tratamento rápido e preventivo, capaz de minimizar alguns dos sintomas mais negativos e prevenir o progredir do problema. Anti-inflamatórios e alguns tipos de esteroides poderão aqui ser utilizados para reduzir a inflamação e o dano nas articulações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/pedras-nos-rins-eis-6-coisas-que-precisa-mesmo-de-saber/">Pedras nos rins. Eis 5 coisas que precisa mesmo de saber</a>]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>«O diagnóstico atempado da psoríase é essencial»</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/o-diagnostico-atempado-da-psoriase-e-essencial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2020 09:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[pele]]></category>
		<category><![CDATA[psoriase]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo a Associação Portuguesa da Psoríase (PSOPortugal), esta doença da pele afeta cerca de 200 a 250 mil portugueses, mas apenas 50% são acompanhados por um médico. Para saber mais sobre a psoríase e perceber estes números, falámos com Jaime Franco Melancia, presidente da PSOPortugal.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A psoríase é uma doença crónica da pele, não contagiosa, que pode surgir em qualquer idade. Fruto da falta de informação, a psoríase é uma doença que ainda suscita alguns preconceitos e estigmas. Ainda há quem julgue que esta doença é contagiosa, e reforço, a psoríase não o é de todo! A origem da psoríase não está totalmente esclarecida, embora se saiba que é geneticamente determinada e envolve alterações no funcionamento do sistema imunitário, que provocam inflamação e aumento da velocidade de renovação das células da epiderme.</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/estes-sao-os-5-problemas-de-pele-mais-comuns-apos-os-70-anos/">Estes são os 5 problemas de pele mais comuns após os 70 anos</a>]</p>
<p>Embora seja geneticamente determinada, não significa que a hereditariedade de pais para filhos seja obrigatória. Contudo, verifica-se uma maior probabilidade de aparecimento da doença em pessoas que tenham familiares portadores da mesma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A que sintomas devemos estar atentos?</strong></p>
<p>Existem várias formas ou tipologias de psoríase e cada uma afeta os doentes de forma particular. A psoríase em placas é a forma mais comum e afeta 80% dos psoriáticos. Manifesta-se em qualquer parte do corpo, no entanto, incide especialmente nas áreas dos cotovelos, joelhos, costas e couro cabeludo. O seu aspeto, extensão, evolução e gravidade são muito variáveis, caracterizando-se, geralmente, pelo aparecimento de lesões vermelhas, espessas e cobertas por escamas branco-prateadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> Existe cura, ou a doença só pode ser controlada? Em que consiste o tratamento?</strong></p>
<p>Infelizmente, a psoríase ainda não tem cura. Mas pode ser tratada e gerida de forma a que o doente consiga viver a sua vida com uma normalidade total. Nas formas ligeiras e localizadas, as terapêuticas tópicas são geralmente eficazes. Atualmente estão disponíveis tratamentos tópicos (em gel, espuma ou solução) que, quando utilizados corretamente, permitem o controlo da doença.</p>
<p>Nos casos mais extensos e graves, habitualmente é necessário recorrer a terapêuticas orais ou injetáveis, que permitem o controlo da doença na grande maioria dos doentes. Nos últimos anos, decorrente do avanço que se observou no conhecimento da doença, foram desenvolvidas inúmeras terapêuticas, chamadas de agentes biológicos, que revolucionaram o tratamento da psoríase e da artrite psoriática, capazes de promover a resolução completa ou quase completa das lesões psoriáticas e devolver a qualidade de vida perdida com a doença.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Que complicações esta doença pode trazer?</strong></p>
<p>Não sendo adequadamente tratada, a psoríase pode evoluir para situações graves, que causam grande desconforto e dor. O diagnóstico médico atempado da psoríase é essencial e, aliado a uma terapêutica correta, previne o sofrimento desnecessário dos doentes, os problemas articulares graves e irreversíveis, e, claro, o descontrolo da doença. Para além das consequências físicas, podem também existir graves consequências psicológicas. 76% dos doentes afirmam que sentem o forte impacto psicológico da doença e isso está muitíssimo relacionado com o facto de a mesma interferir na relação com o outro, de ter impacto em situações de exposição do corpo, como a ida à praia, de ainda ser fator de discriminação no local de trabalho ou no acesso a ele, de influenciar a vida íntima e sexual do indivíduo. Obviamente, estes e outros exemplos, como as perturbações no sono, levam a que haja elevados níveis de depressão associados à doença e um estado de tristeza acentuado, que inclusivamente influencia a relação médico-doente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A psoríase afeta ou é afetada por outras doenças?</strong></p>
<p>A psoríase está associada a múltiplas comorbilidades, incluindo cardiovasculares (obesidade, hipertensão arterial e doença cardiovascular), a artrite psoriática, diabetes, responsáveis por notórios efeitos psicológicos no doente, sendo muito comum, entre os pacientes com psoríase, casos de depressão, desespero, tristeza, angústia e stress, o que, por sua vez, também agrava a sua condição física.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual a prevalência da doença no nosso país?</strong></p>
<p>Em Portugal, estima-se que afete entre 200 a 250 mil pessoas, sendo que cerca de um terço está subdiagnosticada e um terço subtratada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Por que apenas 50% destas pessoas são acompanhadas por um médico?</strong></p>
<p>Uma justificação é a falta de especialistas em dermatologia, especialmente no SNS. Existem cerca de 450 especialistas em dermatologia, e somente 30% integram o Serviço Nacional de Saúde (SNS). Habitualmente, o médico de família é muitas vezes quem segue os casos de psoríase mais leves. No entanto, quando há necessidade de referenciar a um dermatologista, tudo se complica, pois os tempos de espera no SNS são enormes. Por isso uma grande parte dos doentes de psoríase, os que podem, estão a ser seguidos na clínica privada, embora muitas vezes tenham de se deslocar aos grandes centros urbanos, a muitas dezenas ou mesmo centenas de quilómetros da sua área de residência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Que medidas considera que são adequadas tomar para colmatar a falta de especialistas?</strong></p>
<p>É evidente que cabe ao Ministério da Saúde colmatar a falta de dermatologistas no SNS, especialmente fora das grandes cidades, criando as condições que tornem atrativa a sua contratação, nomeadamente no que diz respeito à satisfação profissional. Enquanto isso não acontece, foram tomadas medidas como o rastreio teledermatológico, um serviço de grande utilidade na referenciação, mas que não resolve o problema das consultas dos doentes de psoríase, que necessitam de regularidade no acompanhamento pelo dermatologista. A PSOPortugal desenvolveu, em conjunto com o Centro Nacional de TeleSaúde, um projeto de teleconsultas de dermatologia. Este serviço será prestado por dermatologistas na PSOPortugal e integrado no SNS. O doente, em conjunto com o seu médico de família na unidade de cuidados de saúde primários, efetuará uma teleconsulta em tempo real com o dermatologista. Sabemos que os doentes preferem as consultas presenciais, mas entre estar à espera meses, ou mesmo anos, por uma consulta da especialidade, ou ter de se deslocar a grandes distâncias, certamente que a teleconsulta permitiria que muitos doentes fossem mais rapidamente diagnosticados e adequadamente tratados, em particular os que têm menos recursos para serem seguidos na clínica privada.</p>
<p>Esperamos que tão breve quanto possível possamos implementar um projeto piloto, aproveitando os novos recursos tecnológicos recentemente disponibilizados pelos SPMS – Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, a nova Plataforma de Telessaúde RSE Live.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A PSOPortugal criou um portal para ajudar a localizar um dermatologista na área de residência dos doentes. Como funciona?</strong></p>
<p>Com o apoio da Novartis, conseguimos desenvolver a solução “Encontre o Seu Dermatologista”, no website da associação, que permite aos doentes ou aos seus familiares encontrar um dermatologista mais facilmente. Através de uma simples pesquisa por distrito, concelho e/ou código postal, as pessoas vão conseguir ter informação sobre os dermatologistas que estão disponíveis para consulta perto das suas áreas de residência. Esperamos vir a ter a adesão de mais dermatologistas, que podem solicitar a sua inclusão no formulário disponível no portal. A ideia deste portal surgiu da necessidade de dar resposta às constantes solicitações dos doentes psoriáticos, que recorrem à PSOPortugal no sentido de os ajudarmos a identificar um dermatologista. Obviamente que, enquanto associação de doentes sem serviços clínicos, não devemos indicar um ou outro médico em particular, mas sim continuar o nosso trabalho de defesa dos interesses dos doentes com psoríase.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/a-idade-nao-perdoa-cuide-da-sua-pele-com-estes-ingredientes-naturais/">A idade não perdoa. Cuide da sua pele com estes ingredientes naturais</a>]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Evite estes cinco utensílios de cozinha (aumentam o risco de cancro)</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/evite-estes-cinco-utensilios-de-cozinha-aumentam-o-risco-de-cancro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2020 15:10:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Cancro]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[utensílios de cozinha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não quer dizer que desenvolverá um tumor maligno, mas a ciência aconselha evitá-los.  </p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Temos más e boas notícias: qualquer pessoa pode desenvolver um tumor maligno devido a factores externos ou hereditários que aumentam a propensão, mas há agentes externos que pode (e deve) controlar. E a <span style="text-transform: initial;">ciência vem agora provar que há utensílios de cozinha que contribuem para aumentar o risco de cancro, segundo o portal &#8220;Considerable&#8221;.</span></p>
<p>«A cozinha é um péssimo lugar para estar exposto a este tipo de produtos químicos tóxicos, uma vez que podem penetrar nos alimentos que ingerimos», lembra Arlene Blum, directora executiva do Green Science Policy Institute, citada pelo &#8220;Considerable&#8221;. Bisfenol e ftalatos são os mais comuns e, mesmo em pequenas quantidades, «podem afectar os nossos corpos», diz.</p>
<p>Com base nas provas científicas disponíveis, aqui ficam cinco objectos <span style="text-transform: initial;">que podem conter substâncias prejudiciais para a saúde: </span></p>
<p><strong>1. Recipientes de plástico</strong></p>
<p>Assim que possível, livre-se dos tupperwares e substitua os recipientes de plástico por outros de vidro ou silicone. Se ainda assim for usar plástico para armazenar alimentos no frigorífico, transfira-os para recipientes de vidro antes de aquecê-los no microondas.</p>
<p><strong>2. Folhas de alumínio e plástico</strong></p>
<p>É daqueles que envolve os alimentos em folhas de alumínio ou plástico? Esqueça. «O alumínio pode comprometer a digestão, bloquear a absorção de magnésio, fósforo e cálcio, e aumentar o risco de osteoporose», alerta Arlene Blum, citada pelo &#8220;Considerable&#8221;.</p>
<p><strong>3. Utensílios de plástico</strong></p>
<p>Sabia que os utensílios de cozinha de plástico preto podem conter bisfenol, um composto nocivo? Opte por objectos de aço inoxidável, madeira ou bambu.</p>
<p><strong>4. Tachos e panelas</strong></p>
<p>Um dos principais problemas com panelas anti-aderentes são os materiais utilizados. Um deles é o p<span style="text-transform: initial;">olitetrafluoretileno, material associado a vários problemas de saúde, </span>incluindo<span style="text-transform: initial;"> cancro. No entanto, os riscos são menores se as panelas não estiverem arranhadas e se forem usadas temperaturas médias. </span></p>
<div class="SALvLe farUxc mJ2Mod">
<div class="i4J0ge">
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<div class="r-iQg5K_zc1cNk">
<div class="kno-rdesc r-iiSvv9Zovexc" data-rtid="iiSvv9Zovexc">
<p><strong>5. Produtos de limpeza</strong></p>
<p>A nossa pele é o maior órgão do corpo humano e é uma espécie de esponja. Da próxima vez que for comprar um detergente, certifique-se que não contém solvente, uma substância cancerígena.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>O que as unhas dizem sobre a sua saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rita Rebelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Feb 2020 09:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[unhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atenção: estes são sete sinais de que algo não está bem. Aprenda a identificá-los e a compreender o seu significado.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As suas unhas estão azuladas, secas e frágeis? Partem-se facilmente? Não ignore estes síntomas. Eles podem indicar que algo não está bem no seu corpo e, em caso graves, problemas do fígado, pulmões ou até mesmo do coração.</p>
<p>A pensar nisso, o <a href="https://www.saudecuf.pt/" target="_blank" rel="noopener">portal online dos hospitais e clínicas CUF</a> identificou sete sinais de alarme a que deve estar atento, o possível agente causador e como actuar. Tome nota:</p>
<p><b>1. Mudaram de cor</b></p>
<p><b>Sem cor:</b> pode ser sinal de anemia (deficiência de ferro), doença do fígado, má nutrição ou até mesmo de insuficiência cardíaca.</p>
<p><b>Brancas: </b>quando estão maioritariamente brancas, com os rebordos mais escuros, existe a possibilidade de ter problemas a nível do fígado, como hepatite.</p>
<p><b>Amarelas:</b> a infecção fúngica é uma das causas mais comuns. Em casos mais graves, pode ser sinal de doença severa da tiróide, doença pulmonar, diabetes ou psoríase.</p>
<p><b>Azuladas:</b> pode significar que o seu corpo não está a receber oxigénio suficiente. Poderá ter origem num problema ao nível dos pulmões, como enfisema pulmonar (doença em que os alvéolos, onde ocorrem trocas gasosas da respiração, são destruídos, reduzindo os níveis de oxigénio no sangue e dificultando a respiração), indicar um problema de coração ou de circulação.</p>
<p><b>2. A forma alterou-se</b></p>
<p><b>Onduladas: </b>caso ocorra na superfície da unha, poderá ser uma manifestação precoce de psoríase ou artrite.</p>
<p><b>Curvadas: </b>pode levar anos a desenvolver-se e ter origem numa deficiência de oxigénio que, por sua vez, pode ser causada por doença inflamatória do intestino, doença cardíaca, do fígado ou dos pulmões.</p>
<p><b>Com depressões:</b> podem ser sinal de má nutrição, sarampo, papeira, escarlatina, doença vascular periférica, pneumonia, diabetes descontrolada ou deficiência de zinco.</p>
<p><b>3. Tornaram-se quebradiças</b></p>
<p>Podem estar associadas a problemas na tiróide ou a psoríase. Se, além disso, apresentarem coloração amarelada, o mais provável é que seja uma infecção fúngica.</p>
<p><b>4. A pele que as rodeia está inflamada</b></p>
<p>Se esta zona estiver vermelha e inchada, poderá significar que tem uma inflamação da prega ungueal proximal. Este sinal pode indicar lúpus ou outro problema do tecido conjuntivo.</p>
<p><b>5. Surgiram linhas pretas</b></p>
<p>Deve consultar o seu médico dermatologista com a maior brevidade possível. Por vezes, pode ser causado por melanoma, o tipo de cancro da pele mais perigoso.</p>
<p><b>6. Estão roídas</b></p>
<p>Pode ser um velho hábito, mas pode traduzir uma situação de ansiedade que deve ser sujeita a tratamento. O acto de roer as unhas pode também estar associado a um distúrbio obsessivo-compulsivo.</p>
<p><b>7. Têm pintas brancas</b></p>
<p>O aparecimento de manchas ou linhas brancas nas unhas é geralmente inofensivo e deve-se a pequenos traumas. No entanto, quando acontece de forma prolongada, pode ser o resultado de deficiências nutricionais, infecções, doenças metabólicas, doenças sistémicas ou efeitos secundários de medicamentos.</p>
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