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	<title>relações &#8211; Forever Young</title>
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	<description>Para se sentir sempre jovem. Viva com mais sentido, 55+ com atitude.</description>
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	<title>relações &#8211; Forever Young</title>
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	<item>
		<title>É mau ouvinte? Estes 17 sinais podem revelar a verdade</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/e-mau-ouvinte-estes-17-sinais-podem-revelar-a-verdade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 11:30:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lifestyle & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estar presente numa conversa vai muito além de ouvir palavras. Descubra se está (sem querer) a afastar as pessoas à sua volta.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="397" data-end="783">Ouvir parece simples, mas nem sempre o fazemos bem. Num mundo cheio de distrações e agendas sobrecarregadas, manter a atenção numa conversa é um desafio constante. No entanto, segundo especialistas em comunicação e comportamento, ouvir verdadeiramente pode ser uma das competências mais importantes para fortalecer relações, melhorar o ambiente de trabalho e demonstrar empatia genuína.</p>
<p data-start="785" data-end="1137">Um estudo recente publicado no <em data-start="816" data-end="852">International Journal of Listening</em> revelou que a maioria das pessoas recorda apenas 25% do que ouve. E a verdade é que, muitas vezes, os sinais de que não estamos a escutar bem passam despercebidos. Aqui ficam 17 comportamentos reveladores de que pode ser um mau ouvinte, acompanhados de conselhos para os corrigir.</p>
<p data-start="1139" data-end="1280"><strong data-start="1139" data-end="1166">1. Interrompe os outros</strong><br data-start="1166" data-end="1169" />Completar frases ou apressar o discurso do outro pode parecer interesse, mas soa sempre como falta de respeito.</p>
<p data-start="1282" data-end="1431"><strong data-start="1282" data-end="1312">2. Centra a conversa em si</strong><br data-start="1312" data-end="1315" />Responder com “isso também me aconteceu…” nem sempre é empatia, muitas vezes é egocentrismo. Deixe o outro terminar.</p>
<p data-start="1433" data-end="1565"><strong data-start="1433" data-end="1457">3. Não faz perguntas</strong><br data-start="1457" data-end="1460" />A ausência de curiosidade demonstra desinteresse. Conversar é um jogo a dois, e perguntas são essenciais.</p>
<p data-start="1567" data-end="1699"><strong data-start="1567" data-end="1602">4. Acena demasiado com a cabeça</strong><br data-start="1602" data-end="1605" />O gesto é positivo, mas o excesso revela automatismo e falta de envolvimento real na conversa.</p>
<p data-start="1701" data-end="1851"><strong data-start="1701" data-end="1725">5. Fica na defensiva</strong><br data-start="1725" data-end="1728" />Reagir com irritação ou justificar-se rapidamente pode indicar que está mais preocupado em responder do que em compreender.</p>
<p data-start="1853" data-end="1977"><strong data-start="1853" data-end="1876">6. Apressa o orador</strong><br data-start="1876" data-end="1879" />Olhar para o relógio, desviar o olhar ou demonstrar impaciência são sinais claros de desinteresse.</p>
<p data-start="1979" data-end="2119"><strong data-start="1979" data-end="2018">7. Tem uma postura corporal fechada</strong><br data-start="2018" data-end="2021" />Braços cruzados, corpo virado para o lado ou tiques nervosos transmitem desconforto e afastamento.</p>
<p data-start="2121" data-end="2231"><strong data-start="2121" data-end="2151">8. Evita o contacto visual</strong><br data-start="2151" data-end="2154" />Olhar nos olhos é uma das formas mais eficazes de mostrar presença e atenção.</p>
<p data-start="2233" data-end="2378"><strong data-start="2233" data-end="2281">9. Ouve frequentemente a frase: “eu já te disse isso”</strong><br data-start="2281" data-end="2284" />Pode não ser má memória, mas sim má escuta. Se não ouviu com atenção, não reteve a informação.</p>
<p data-start="2380" data-end="2526"><strong data-start="2380" data-end="2428">10. Está apenas à espera da sua vez de falar</strong><br data-start="2428" data-end="2431" />Quando o foco está em si, perde o que o outro está a dizer. Ouvir implica esperar — e absorver.</p>
<p data-start="2528" data-end="2661"><strong data-start="2528" data-end="2561">11. Fica em silêncio absoluto</strong><br data-start="2561" data-end="2564" />A ausência total de reação, mesmo que em nome da atenção, pode ser lida como frieza ou distância.</p>
<p data-start="2663" data-end="2821"><strong data-start="2663" data-end="2728">12. Está mais preocupado com a resposta do que com a mensagem</strong><br data-start="2728" data-end="2731" />Se está a planear o que vai dizer enquanto o outro fala, não está verdadeiramente a ouvir.</p>
<p data-start="2823" data-end="2972"><strong data-start="2823" data-end="2870">13. Tenta sempre superar com a sua história</strong><br data-start="2870" data-end="2873" />Partilhar experiências é útil, mas não tome o palco de cada conversa. Às vezes, só é preciso ouvir.</p>
<p data-start="2974" data-end="3112"><strong data-start="2974" data-end="3010">14. Esquece nomes com frequência</strong><br data-start="3010" data-end="3013" />Não é só falta de memória, pode ser sinal de desinteresse. Repetir nomes mentalmente ajuda a fixar.</p>
<p data-start="3114" data-end="3241"><strong data-start="3114" data-end="3159">15. Está claramente a pensar noutra coisa</strong><br data-start="3159" data-end="3162" />Listas de tarefas ou distrações mentais cortam a ligação emocional da conversa.</p>
<p data-start="3243" data-end="3376"><strong data-start="3243" data-end="3285">16. Evita temas que não lhe interessam</strong><br data-start="3285" data-end="3288" />Ouvir sobre algo fora da sua zona de conforto pode ser uma oportunidade de aprendizagem.</p>
<p data-start="3378" data-end="3556"><strong data-start="3378" data-end="3436">17. Vai em direção à porta antes da conversa terminar</strong><br data-start="3436" data-end="3439" />Encerrar a conversa de forma abrupta transmite desvalorização do momento. Se precisar de sair, comunique com empatia.</p>
<p data-start="3558" data-end="3866"><strong data-start="3558" data-end="3609">Ouvir é mais do que estar presente fisicamente.</strong> É demonstrar interesse, respeitar o tempo do outro e, acima de tudo, estar disponível emocionalmente. Se reconhece alguns destes sinais no seu comportamento, não é tarde para mudar. A escuta ativa é uma capacidade que se treina e que transforma relações.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mandar emojis fortalece relações? A ciência diz que sim</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/mandar-emojis-fortalece-relacoes-a-ciencia-diz-que-sim/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jul 2025 09:10:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência & Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Emojis]]></category>
		<category><![CDATA[Linguagem Digital]]></category>
		<category><![CDATA[relações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um simples coração ou sorriso no final da mensagem pode fazer toda a diferença. Estudo mostra que o uso de emojis aumenta a proximidade e a empatia entre as pessoas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="409" data-end="701">Parece apenas um pequeno gesto digital, mas pode ter um grande impacto. Um novo estudo publicado na revista científica <em>PLOS One</em> revela que usar <em>emojis</em> nas mensagens de texto está associado a relacionamentos mais próximos, empáticos e satisfatórios, tanto no amor como na amizade.</p>
<p data-start="703" data-end="935">A investigação foi conduzida por Eun Huh, psicólogo da Universidade do Texas, que quis perceber se estes símbolos coloridos ajudam realmente a construir laços mais fortes entre as pessoas. E, segundo os resultados, ajudam mesmo.</p>
<p data-start="937" data-end="979"><strong>Sorrisos que aproximam, mesmo num ecrã</strong></p>
<p data-start="981" data-end="1296">No estudo, 260 adultos entre os 23 e os 67 anos leram dois conjuntos de mensagens: umas com <em>emojis</em>, outras sem. Embora o conteúdo fosse praticamente o mesmo, os participantes sentiram-se mais ligados quando as mensagens incluíam <em>emojis, </em>como se o remetente estivesse mais atento e emocionalmente envolvido.</p>
<p data-start="1298" data-end="1544">Os <em>emojis</em> funcionaram como sinais subtis de empatia e cuidado, mesmo quando não representavam caras. A chave estava na coerência emocional com o texto: um <em>emoji</em> bem colocado tornava a mensagem mais calorosa e mais próxima.</p>
<p data-start="1601" data-end="1853">O estudo também concluiu que fatores como idade, sexo ou hábito de usar <em>emojis </em>não influenciaram o resultado. Ou seja, qualquer pessoa pode beneficiar desta “linguagem emocional” digital, independentemente da sua idade ou estilo de comunicação.</p>
<p data-start="1855" data-end="2100">Para Eun Huh, a conclusão é clara: quando sentimos que o outro está a reagir e a envolver-se emocionalmente, isso melhora a qualidade da relação, algo essencial para qualquer ligação humana, seja com familiares, amigos ou companheiros românticos.</p>
<p data-start="2102" data-end="2212">Num mundo onde muito do nosso contacto se faz por mensagens, um <em>emoji</em> pode valer mais do que mil palavras.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sabe ouvir verdadeiramente? Estes seis erros estão a sabotar as suas conversas</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/sabe-ouvir-verdadeiramente-estes-seis-erros-estao-a-sabotar-as-suas-conversas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 09:06:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Positiva]]></category>
		<category><![CDATA[relações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Comparar, aconselhar e interromper... Todos caímos nestes hábitos sem querer. Mas há uma forma de ouvir com mais empatia, atenção e presença: chama-se escuta radical.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="458" data-end="572">Ouvir parece simples. Mas se é assim tão fácil, porque é que tantas pessoas se queixam de não se sentirem ouvidas? A resposta pode estar em seis comportamentos comuns que acabam por boicotar a capacidade verdadeira de ouvir e que a maioria de nós comete sem se dar conta. A solução, defendem dois especialistas em psicologia positiva num artigo da <em data-start="789" data-end="803">Fast Company</em>, está na chamada &#8220;escuta radical&#8221;: um modelo de atenção plena, empatia e conexão.</p>
<p data-start="889" data-end="956">Antes de tudo, é importante perceber o que estamos a fazer mal.</p>
<p data-start="958" data-end="1224"><strong>Comparar experiências</strong><br data-start="983" data-end="986" />É comum tentarmos “ligar-nos” ao outro partilhando algo semelhante que nos aconteceu. Contudo, muitas vezes, esse impulso acaba por roubar o foco da conversa e desvaloriza o que o outro está a sentir. Ouvir não é competir por histórias.</p>
<p data-start="1226" data-end="1480"><strong>Competir pela atenção</strong><br data-start="1251" data-end="1254" />A tendência de responder com algo “ainda pior”, como: “tu tens 200 e-mails, eu tenho mil!”. Esta prática transforma um desabafo numa corrida de obstáculos. Em vez de se ouvir com empatia, tentamos destacar-nos. Resultado? O outro sente-se diminuído.</p>
<p data-start="1482" data-end="1720"><strong>Presumir ou adivinhar o que o outro vai dizer</strong><br data-start="1531" data-end="1534" />Interromper com base no que achamos que vem a seguir é uma armadilha clássica. Essa espécie de “leitura mental” quebra a ligação real e afasta-nos do que está mesmo a ser partilhado.</p>
<p data-start="1722" data-end="1945"><strong>Dar conselhos não solicitados</strong><br data-start="1755" data-end="1758" />“Devias fazer…” é uma frase que salta da boca de forma automática. Mas nem sempre é isso que o outro precisa. Às vezes, basta estar presente, sem dar soluções, apenas com compreensão.</p>
<p data-start="1947" data-end="2169"><strong>Achar que a nossa opinião é a mais importante</strong><br data-start="1996" data-end="1999" />Este erro é frequente em reuniões ou discussões: interromper ou desvalorizar os outros, porque achamos que temos razão. A escuta verdadeira exige humildade e abertura.</p>
<p data-start="2171" data-end="2368"><strong>Falta de tempo (ou de paciência)</strong><br data-start="2207" data-end="2210" />Ouvir alguém enquanto se olha para o relógio ou para o telemóvel transmite uma mensagem clara: “não tenho tempo para ti”. E ninguém se sente ouvido assim.</p>
<h3 data-start="2370" data-end="2405">A escuta radical em seis passos:</h3>
<p data-start="2407" data-end="2603">Para contrariar estes hábitos, os autores propõem a escuta radical – uma prática que não exige concordar, mas sim acolher o que o outro tem para dizer, com atenção plena e sem julgamentos.</p>
<ol>
<li data-start="2608" data-end="2714"><strong>Reparar:</strong><br data-start="2619" data-end="2622" />Estar verdadeiramente atento ao que o outro diz. Ouvir com os ouvidos, olhos e coração.</li>
<li data-start="2716" data-end="2841">
<p data-start="2719" data-end="2841"><strong>Calar:</strong><br data-start="2728" data-end="2731" />Fazer silêncio, tanto por fora como por dentro. Pausar o julgamento, o impulso de responder e o ruído mental.</p>
</li>
<li data-start="2843" data-end="2979">
<p data-start="2846" data-end="2979"><strong>Aceitar:</strong><br data-start="2857" data-end="2860" />Respeitar o ponto de vista alheio, mesmo quando não coincide com o nosso. Aceitação não é concordância, é abertura.</p>
</li>
<li data-start="2981" data-end="3129">
<p data-start="2984" data-end="3129"><strong>Reconhecer:</strong><br data-start="2998" data-end="3001" />Validar o esforço, a emoção ou a partilha do outro. Um simples “percebo que isso não foi fácil” pode fazer toda a diferença.</p>
</li>
<li data-start="3131" data-end="3231">
<p data-start="3134" data-end="3231"><strong>Questionar:</strong><br data-start="3148" data-end="3151" />Fazer perguntas com genuíno interesse. Mostra envolvimento e estimula o diálogo.</p>
</li>
<li data-start="3233" data-end="3393">
<p data-start="3236" data-end="3393"><strong>Intervir (com entusiasmo):</strong><br data-start="3265" data-end="3268" />Quando apropriado, uma intervenção positiva e calorosa reforça a ligação. Não se trata de interromper, mas de acompanhar.</p>
</li>
</ol>
<p data-start="3395" data-end="3552">Ouvir de forma radical é um gesto simples, mas transformador. Num mundo apressado e cheio de ruído, saber ouvir é, cada vez mais, uma forma de cuidado.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tenha cuidado com estes temas: podem mesmo afetar a sua relação</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/5-areas-de-possivel-desentendimento-que-podem-afetar-a-sua-relacao/</link>
					<comments>https://foreveryoung.sapo.pt/5-areas-de-possivel-desentendimento-que-podem-afetar-a-sua-relacao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra M. Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Oct 2023 15:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existem diversos desequilíbrios que podem gerar frustração conjugal. Conheça-os aqui.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As assimetrias nos nossos relacionamentos conjugais é algo que precisa de ser cuidadosamente monitorizado. A verdade é que por mais perfeitos que os casais possam ser, é bastante natural que existam diferenças profundas em relação a alguns aspetos.</p>
<p>Saber lidar com estas diferenças, com estes desequilíbrios, é assim fundamental para garantir o bem-estar da relação. Conheça algumas das principais áreas de desentendimento que podem causar mais tensão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>
<h5><strong>Desejo sexual</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>É certo que existem algumas formas de trabalhar este aspecto. Comunicar eficazmente as nossas preferências sexuais, fortalecer a intimidade e planear encontros semanais, são tudo estratégias que podem estimular o desejo sexual dos indivíduos. Isto muitas vezes pode ser útil para corrigir algumas assimetrias no “campo sexual”.</p>
<p>Apesar de tudo isto, é perfeitamente possível que nunca seja possível equilibrar por completo o nível de desejo sexual. Neste sentido será também importante aceitar estas diferenças e avançar estando consciente desta realidade. Encontrando formas alternativas de fortalecer a felicidade do casal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li>
<h5><strong>Vida profissional</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Pode acontecer que se um dos parceiros tiver um emprego bem mais prestigiante e lucrativo, isso possa causar algum ressentimento na outra pessoa. Isto pode gerar alguma tensão. É fundamental, no entanto, lembrar que o sucesso profissional é apenas um dos muitos aspetos que definem as nossas vidas. A nossa ética, amabilidade, inteligência emocional, capacidade afetiva, disponibilidade parental são tudo coisas tão ou mais importantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li>
<h5><strong>Carente</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Algumas pessoas sentem uma maior necessidade de dedicar grande parte da sua energia a cuidar e pensar nos outros. Isto pode gerar alguns desequilíbrios, na medida em que um dos membros do casal poderá começar a parecer algo negligente. Um está “a dar muito mais do que o outro”. É fundamental encontrar aqui um equilibro que satisfaça as necessidades de ambos. Para este efeito uma boa e aberta comunicação será essencial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li>
<h5><strong>Materialismo</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>O que pode levar uma pessoa a gastar tanto dinheiro? Aborrecimento? A necessidade de preencher um vazio? Um vício constante de compras pouco refletidas é muitas vezes um indicador de que algo não está certo. Diferenças na forma como se gere o dinheiro pode ser uma “fonte” de enorme conflito para o casal. É, no entanto, um assunto que deve ser discutido e analisado com calma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="5">
<li>
<h5><strong>Religião</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Milhões de pessoas em todo o mundo encontram significado na sua religião. É algo que acrescenta valor e propósito às suas vidas. No seio de uma relação, caso ambos os parceiros não tenham a mesma visão sobre este tema, podem gerar-se alguns desequilíbrios. Caso seja a pessoa menos crente, é importante que não desvalorize os sentimentos da outra. Respeite as crenças dos outros. Este é um tema que pode ser algo complexo de gerir na altura de educar um filho. O “segredo” irá passar sempre por encontrar um equilíbrio entre as duas visões, garantindo que nenhuma se torna excessivamente dominante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Limites nas relações? Sim, esta é uma forma saudável de lidar com as outras pessoas</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/afinal-qual-a-importancia-de-definirmos-limites-nas-relacoes/</link>
					<comments>https://foreveryoung.sapo.pt/afinal-qual-a-importancia-de-definirmos-limites-nas-relacoes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra M. Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Oct 2023 09:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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		<category><![CDATA[limites]]></category>
		<category><![CDATA[relações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao contrário do que muitos pensam esta é uma forma saudável de lidar com as outras pessoas. Eis alguns dos mitos sobre este tema que deve esquecer</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Habitualmente temos receio de definir limites na nossa vida social e profissional. É algo desconfortável, capaz de provocar alguns receios. Acreditamos que este tipo de limites podem ter um impacto catastrófico nas nossas vidas ou que podem gerar um afastamento artificial nas relações com os outros.</p>
<p>Nem sempre é fácil ter a coragem e presença de espirito para expressar as nossas vontades e definir as nossas limitações. Queremos sempre oferecer mais e conseguir ao encontro das necessidades dos outros. No entanto isso nem sempre é possível&#8230; ou saudável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para ajudar a clarificar este tema os especialistas do portal <em>Psychology Today</em>, identificaram alguns dos mitos que parecem continuar a impedir as pessoas de exercer as suas vontades ou necessidades. Eis alguns dos exemplos que deve ser capaz de ultrapassar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Mito #1: Os limites são algo muito “excessivo”, capaz de ter um efeito devastador</strong></h5>
<p>É comum associarmos a imposição de um limite a grandes discussões, ruturas de relacionamentos ou fins dramáticos. Acreditamos que se definirmos um limite no nosso local de trabalho temos que estar preparados para o abandonar ou para ser despedidos. São situações desconfortáveis que preferimos evitar a todo o custo.</p>
<p>A verdade é que a imposição de um limite nem sempre tem que estar associada a um momento tão intenso. Pode ser algo bem mais subtil e saudável, que conseguimos exercer para proteger o nosso bem-estar e sucesso profissional.</p>
<p>Muitas vezes é inclusive possível criar limites invisíveis que nem necessitam de ser comunicados verbalmente. Por exemplo, se alguém esperar que você esteja permanentemente conectado e disponível independentemente das horas, uma boa forma de comunicar subtilmente que isso não representa uma boa dinâmica para si passa por simplesmente demorar mais tempo a responder a mensagens ou e-mails. Ao evitar responder logo estará a assinalar silenciosamente que não está disponível para este tipo de conexão.</p>
<p>Este tipo de limites mais subtis são uma forma de recuperarmos algum poder, sentindo que temos algum tipo maior de controlo sobre as nossas vidas. O mais provável é que em muitos casos a outra pessoa nem compreenda conscientemente o que lhe está a ser transmitido, evitando assim eventuais confrontos desnecessários.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Mito #2: Os limites são iguais para todas as pessoas</strong></h5>
<p>Todas as relações que estabelecemos são distintas umas das outras, pelo que é apenas normal que os limites que estabelecemos sejam também flexíveis e particulares a cada situação. Sobretudo nos momentos em que alguém tentar quebrar estes limites torna-se bastante claro que isso pode acontecer por razões bem distintas.</p>
<p>Um empregador que lhe pede para trabalhar durante o período de férias; um familiar que lhe pede a sua absoluta e constante atenção quando isso não é possível; ou até quando um estranho se senta desconfortavelmente perto de si no autocarro. Tudo isto são tentativas bem distintas de romper os limites, caracterizadas por um desrespeito das suas necessidades e vontades.</p>
<p>Todos estes casos devem ser avaliados de forma particular. Pode até acontecer que o pedido do seu patrão gere em si uma compaixão e vontade de ajudar, dado que é uma situação absolutamente excecional e nada recorrente. Da mesma forma que alguns membros da sua família podem até merecer a sua total atenção e outros não. Aprenda a avaliar estas situações de uma forma flexível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Mito #3: Os limites causam danos nas relações</strong></h5>
<p>Pode ser assustador tentar impor um limite a alguém de quem gostamos. Isto acontece porque temos uma dificuldade natural em dizer “não”, em assumir que não estamos desconfortáveis com algo. Temos sempre mais facilidade em dizer “sim” e em demonstrar disponibilidade. É isso que a sociedade parece favorecer.</p>
<p>O problema é que este desejo constante de conexão pode levar-nos a ignorar os nossos próprios valores, ambições e necessidades. Acabamos por estar constantemente focados na tentativa de agradar os outros. Ou por outro lado podemos acabar por afastar as pessoas com medo de que sejam ultrapassados certos limites que nunca tivemos a coragem de afirmar.</p>
<p>Sem a definição de limites nas nossas mais variadas relações, o mais provável é que o ressentimento acabe por surgir. A ausência de comunicação e sinceridade determina isso mesmo. Pelo que a conclusão é que os limites não são responsáveis pela danificação das nossas relações, mas antes sim pela sua proteção.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<title>Será que está com a pessoa certa? Eis os sinais a que deve estar mais atento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sandra M. Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jun 2023 14:15:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nem sempre é fácil ter a certeza de que encontrámos um parceiro de vida ideal. Perceba quais são os pontos fulcrais que deve procurar assegurar.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não existe nada semelhante a uma vida conjugal perfeita. Independentemente do quão próximas duas pessoas possam parecer, a verdade é que continuam sempre a ser dois indivíduos distintos que têm necessidades e vontades próprias.</p>
<p>Para que uma relação seja bem sucedida é fundamental que se respeite este “espaço”, estas diferenças. À medida que a convivência evolui também o desenvolvimento pessoal de cada um tem que acontecer. É assim essencial aceitar o outro tal como ele é, não o tentando transformar e apreciando todos os pequenos detalhes da sua personalidade.</p>
<p>Quando duas pessoas conseguem fazer este exercício, então o mais provável é que se estabeleça uma relação incrivelmente saudável, capaz de melhorar a existência de cada. A confiança, o compromisso, o respeito e a comunicação são os pilares essenciais que devem ser cuidados e reforçados de forma a garantir o bem-estar de uma relação.</p>
<p>Eis alguns dos principais sinais que podem evidenciar se está numa relação com a pessoa certa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>Pode ser quem é, sem receios</strong></li>
</ol>
<p>É provável que esteja familiarizado com alguns tipos de relações nas quais um dos parceiros domina por completo toda a dinâmica. Exige atenção constante e irá manipular para obter o que deseja. Ao contrário desta situação, quando estamos numa relação verdadeiramente positiva, os dois membros do casal tendem a possuir uma “força” semelhante. Não existe medo nem receio de que as suas palavras e ações possam ofender o outro. A verdade é expressa de uma forma natural. Ambos estão confortáveis com a sua forma de ser.</p>
<p>Sendo certo que, por vezes, podem não concordar em certos aspetos, a verdade é que raramente estão preocupados com possíveis críticas ou julgamentos. Sabem que podem discutir de uma forma respeitosa e construtiva, sem tentar envergonhar ou magoar o outro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong>Partilham o mesmo tipo de valores essenciais</strong></li>
</ol>
<p>É fundamental que ambos partilhem alguns tipos de valores comuns. As ideias e princípios fundamentais sobre a vida devem ser semelhantes. A visão que têm sobre o futuro também. O facto de partilharem objetivos comuns é também um excelente sinal, pois significa que irão passar uma vida a explorar em comum coisas que ambos apreciam e ambicionam. Uma visão partilhada de futuro é determinante para o sucesso futuro de um qualquer relacionamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong>As diferenças são respeitadas</strong></li>
</ol>
<p>No fundo, isto significa que existe espaço para que cada um continue a viver de alguma forma a sua identidade própria. Apesar do projeto comum de vida e de uma visão de futuro partilhada, um casal saudável é aquele que continua a permitir que ambos explorem interesses e atividades fora da relação, que não são necessariamente partilhados. Nem tudo tem que ser vivido em comum. Isso acabará por ser algo sufocante. É este crescimento e desenvolvimento individual que irá permitir continuar a trazer algum tipo de “frescura” à relação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li><strong>A sua relação é um “work in progress”</strong></li>
</ol>
<p>As coisas estão sempre em constante mudança. Nada permanece igual durante muito tempo. Uma relação saudável é aquela que compreende esta situação e que se vai conseguindo adaptar às mais diversas circunstâncias. Saber lidar conjugalmente com a mudança é determinante. O objetivo será sempre continuar a assegurar que a relação se mantém satisfatória para ambos os membros do casal, mesmo durante os momentos mais desafiantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="5">
<li><strong>Confia no seu parceiro</strong></li>
</ol>
<p>A pessoa certa irá continuar a provar que é alguém honesto, com princípios, de confiança e que se mantém presente. São sinceros sobre quem são e sobre o que desejam. Não escondem as suas emoções. Isto não significam que não possam existir erros ou falhas, no entanto este tipo de confiança é essencial para assegurar o conforto e segurança da relação. É necessário estar com alguém que não irá esconder as suas vontades e que se manterá sempre o mais “transparente” possível.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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		<item>
		<title>10 erros (comuns) que todas as sogras devem procurar evitar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sandra M. Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Apr 2023 18:15:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estes são os comportamentos destrutivos que mais podem colocar em risco o bem-estar da relação que tem com a mulher do seu filho.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É algo comum ouvirmos falar sobre a quão tensa e complicada pode ser a relação entre sogra e nora. A verdade é que nem sempre é fácil conseguir assegurar uma relação próxima e saudável. Muitas vezes as mães têm dificuldade em aceitar as escolhas e independência dos filhos.</p>
<p>Para que esta relação funcione bem é necessário um certo afastamento. Nenhum pai ou mãe deve interferir tão diretamente nas relações românticas dos filhos. De resto é essencial que se respeitem alguns limites, assim como a autoridade dos novos pais &#8211; sobretudo quando nascem os netos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Recentemente o portal <em>Considerable</em> recolheu um conjunto de queixa e críticas mais frequentemente apresentadas por mulheres e mães em relação ao comportamento das suas respetivas noras. Estas são as 10 coisas que deve mesmo procurar evitar, segundo uma das noras entrevistadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>Conselhos parentais? Não obrigado</strong></li>
</ol>
<p>Caso precisem de alguns conselhos ou dicas as novas mães têm agora imensos recursos disponíveis, incluindo a opinião de amigos, pediatras e, mais importante, do seu filho. A não ser que algum deles solicite a sua opinião, o melhor é deixar que eles encontrem as suas próprias respostas. É fundamental não interferir com o processo educativos das crianças.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong>Passivo agressivo é na mesma agressivo</strong></li>
</ol>
<p>Existe uma certa tendência para que as sogras decidam contar algumas histórias nos momentos mais inconvenientes. Aquela história sobre a forma como costumava preparar de forma perfeita as refeições ao seu filho é dispensável. Sobretudo quando a sua nora decide trazer comida já feita do supermercado para o jantar. É uma crítica muito pouco subtil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong>Não tenho que ser eu a cuidar de tudo</strong></li>
</ol>
<p>Pode até dizer que nunca mimou demasiado o seu filho, mas o mais provável é que esteja errada. É normal que este não esteja habituado a limpar e cuidar a sua própria sujidade. Isso não significa que seja agora esse o papel da sua nora. Felizmente o mais provável é que esta esteja agora a ensinar os seus netos a cumprir as suas responsabilidades diárias. Não critique nunca esse ensinamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li><strong>Evite tanta cerimónia</strong></li>
</ol>
<p>A ideia é que passados alguns anos de convivência todos façam parte de uma grande família. Deixe de se sentir rancorosa por não ter recebido um cartão de agradecimento depois de ter organizado um qualquer almoço. O mais provável é que isso seja sinal de que a sua nora já se está a sentir mais confortável junto de si e procure quebra algum do formalismo desnecessário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="5">
<li><strong>Mi casa no é a sua casa</strong></li>
</ol>
<p>Procure ao máximo evitar aparecer sem aviso na casa do seu filho e da sua nora. Este tipo de hábito é extremamente desagradável. Avise sempre com antecedência de forma a respeitar o espaço e a privacidade do casal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="6">
<li><strong>Sim, eu sou boa o suficiente para ele</strong></li>
</ol>
<p>É amoroso que acredite que o seu filho é perfeito. No entanto é bom que acredite também que a sua nora é excelente para ele, caso contrário isso poderá originar uma enorme tensão. Evite julgamentos de valor e procure concentrar-se no amor que a sua nora manifesta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="7">
<li><strong>Cuidar dos netos</strong></li>
</ol>
<p>Gosta imenso de contar aos seus amigos o quanto adora passar tempo com os seus netos. Mas quando a sua nora lhe pede para cuidar deles é capaz de demonstrar que este pedido é algo inconveniente? Evite este tipo de comportamento. É certo que não deve deixar de viver a sua vida, mas aproveite ao máximo o tempo que pode passar com os seus netos enquanto estes são pequenos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="8">
<li><strong>O dinheiro não compra amor</strong></li>
</ol>
<p>Sempre que é Natal ou quando os seus netos fazem anos é recomendado que fale com os pais para receber algumas ideias e limites, claro. O pior que pode fazer é tentar oferecer coisas aos netos que os pais proibiram expressamente. Portanto, antes de comprar a tal consola de jogos, não se esqueça nunca de ligar à nora para receber um OK.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="9">
<li><strong>Não somos iguais</strong></li>
</ol>
<p>A verdade é que a sua personalidade pode ser completamente diferente da forma de ser da sua nora. Isso não significa que ela não a respeite. Antes pelo contrário. Lembre-se que quando ela aceitou casar com o seu filho, aceitou também acolher toda a família e isso inclui-a a si.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="10">
<li><strong>Obrigado!</strong></li>
</ol>
<p>Apesar de toda a dificuldade ou de todos os momentos mais inconvenientes, o mais provável é que a sua nora sinta uma enorme gratidão. Irá sempre agradecer o facto de ter educado o homem que ama e por ter criado uma pessoa tão decente e responsável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tem 50 anos e é casado? Quer melhorar a relação? Descubra aqui como</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/como-melhorar-o-seu-casamento-depois-dos-50/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Sandra M. Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2023 16:50:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tornar-se num melhor parceiro é mais fácil do que imagina. Nunca é tarde para recuperar a sua relação.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Manter um bom relacionamento nem sempre é fácil. É necessário uma forte intimidade e um enorme respeito para que o casal vá conseguindo ultrapassar os vários obstáculos. Cuidar efetivamente da relação exige dedicação.</p>
<p>Com o tempo esse processo vai sendo aperfeiçoado, no entanto também é verdade que após um conjunto alargado de anos de convivência é comum que a relação seja tomada como garantida e que se deixe de praticar o tipo de comportamentos que tornaram a ligação especial.</p>
<p>Independentemente da idade que tem ou do número de anos de convivência com o seu parceiro existem sempre formas de voltar a melhorar a relação. Felizmente nunca é tarde para recuperar uma intimidade que se pode ter vindo a degradar com o tempo.</p>
<p>Eis 5 importantes estratégias que pode seguir para se tornar num melhor esposo (ou esposa) depois dos 50 anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>Seja mais vulnerável</strong></li>
</ol>
<p>Independentemente do número de anos que possam estar juntos, a verdade é que nunca é fácil ser absolutamente vulnerável com o respetivo parceiro. Este tipo de honestidade nem sempre é confortável, no entanto é essencial para manter uma relação saudável ao longo dos anos. Ser vulnerável na comunicação com o parceiro significa sobretudo “encurtar” o distanciamento que possa existir entre o casal, garantindo assim uma maior intimidade e confiança.</p>
<ol start="2">
<li><strong>Durma na mesma cama</strong></li>
</ol>
<p>O ressonar do seu parceiro pode ter contribuído para a decisão de preferir dormir numa outra cama (ou sofá) de forma a proteger as suas noites de descanso. No entanto se pretende melhorar a sua relação e torná-la mais forte é essencial que tente regressar para a cama partilhada. O simples ato de dormir em conjunto é algo que fortalece tanto a relação física como emocional do casal. Consulte um médico de forma a minimizar os efeitos do ressonar, caso seja necessário.</p>
<p>De resto é recomendado que escolham ir deitar-se a uma mesma hora semelhante. Diferentes horários de sono vão garantir que perde a possibilidade de usufruir de momentos cruciais de maior contacto e intimidade quando estão já deitados.</p>
<ol start="3">
<li><strong>Comunique o que necessita (sabendo que nem sempre o vai obter)</strong></li>
</ol>
<p>Para se tornar num melhor parceiro é importante que saiba que nem sempre vai conseguir que tudo seja conforme espera ou deseja. Deve estar preparado para fazer compromissos ou para aceitar as vontades do outro. No entanto esta mentalidade nunca o deve impedir de expressar com clareza as suas necessidades ou opiniões. Deve ser sempre sincero, sabendo apesar disso que a missão do seu parceiro não é oferecer-lhe tudo o que deseja. Aprenda a negociar.</p>
<ol start="4">
<li><strong>Valide os sentimentos da outra pessoa</strong></li>
</ol>
<p>Esta é uma questão essencial, muitas vezes esquecida. Conseguir demonstrar ao seu parceiro que respeita os seus sentimentos é determinante para manter uma relação saudável. A outra pessoa deve sentir sempre que as suas emoções são válidas. Mesmo que não compreenda totalmente ou não concorde com certas questões não as deve desconsiderar. Acima de tudo deve estar lá para apoiar o seu parceiro, estando vigilante a qualquer estado de espírito mais preocupante.</p>
<ol start="5">
<li><strong>Recupere a aventura</strong></li>
</ol>
<p>Por último não se esqueça de procurar sempre trazer algum entusiasmo e elemento de novidade para a sua relação. Não deixe que os anos ou décadas de convivência transformem a vossa relação num ato previsível e aborrecido. Continue a ir jantar fora, ao cinema, a marcar viagens, etc. Adicionalmente tente sempre injetar uma certa dose de espontaneidade ao longo do dia. Estes podem ser pequenos momentos ou palavras que fazem toda a diferença. Não deixe de explorar coisas novas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Discussão “acessa”? Estas são as dicas essenciais para conseguir manter calma</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/discussao-acessa-estas-sao-as-dicas-essenciais-para-conseguir-manter-calma/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Sandra M. Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Oct 2022 20:00:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Perceba como é possível controlar alguns dos impulsos mais negativos e assegurar uma conversa mais construtiva.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem vive um casamento ou uma relação de longo-prazo conhece bem a importância de manter a calma ao longo de uma qualquer disputa ou discussão. É absolutamente inevitável que possam existir momentos de maior tensão ao longo de um relacionamento. No entanto a forma como lidamos com estas situações faz toda a diferença.</p>
<p>Infelizmente muitos casais acabam por se “arrastar” em discussões pouco produtivas. Acusações mútuas, gritos e comentários cruéis costumam caracterizar este tipo de interações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As consequências deste tipo de discussões podem ser severas para o bem-estar do casal. Um maior afastamento e a perda de respeito são alguns dos aspetos mais preocupantes. Como tal, é fundamental que ambos aprendam a manter a calma.</p>
<p>Existem algumas dicas que todos podemos seguir para assegurar que as discussões que temos com os nossos parceiros amorosos se mantém dentro da normalidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>Respirar fundo</strong></li>
</ol>
<p>Pode até parecer um cliché, mas este é um aspecto determinante para o nosso controlo emocional. Sempre que começamos a discutir o nosso organismo ativa um “sistema de emergência” que afasta o sangue do nosso cérebro e dificulta o raciocínio lógico.</p>
<p>Para dar resposta a esta situação é fundamental que seja capaz de controlar a sua respiração. Inspirar e expirar lentamente irá permitir corrigir a sua circulação sanguínea e acalmar o seu estado de espirito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong>Faça um intervalo</strong></li>
</ol>
<p>Um conselho clássico é evitar reagir imediatamente a certos problemas ou a algo desagradável que alguém fez. Deixe passar algumas horas e perceba se após esse período este assunto ainda se apresenta como um problema.</p>
<p>Caso sinta que ainda é necessária uma qualquer reação então certamente o facto de agora se encontrar mais calmo irá permitir explicar a sua posição de uma forma bem mais articulada.</p>
<p>Sendo certo que nem sempre temos a oportunidade de esperar tanto tempo antes de reagir, o fundamental é que sejamos capazes de parar um pouco para refletir antes de reagir. Mesmo que esteja já numa discussão procure fazer um intervalo e retomar o assunto daqui a uns 20 minutos. Este hábito irá ajudar a evitar situações mais desagradáveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong>Não encare tudo de uma forma pessoal</strong></li>
</ol>
<p>Para muitas pessoas é difícil não “levar a peito” aquilo que as pessoas de quem mais gostamos nos dizem numa discussão. Reagem de uma forma muito emocional e encaram qualquer comentário como um ataque pessoal.</p>
<p>Isto torna quase impossível o estabelecer de uma conversa saudável e construtiva. Procure não encarar de uma forma pessoal tudo aquilo que a sua esposa ou esposo afirmam. Muitas vezes estes não vão estar a querer apontar culpas ou criticar, apenas desejam manifestar a sua frustração e desagrado relativamente a uma qualquer situação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li><strong>Não guarde na sua memória certas frases</strong></li>
</ol>
<p>É normal que numa discussão possam ser ditas coisas estúpidas e sem sentido, que não refletem da melhor forma os nossos sentimentos. Como tal não devemos guardar na nossa memória certas frases-chaves (ou “soundbites”) mais desagradáveis que possam continuar a afetar o nosso dia-a-dia.</p>
<p>Evite utilizar estas “frases” para atacar o seu parceiro no futuro. Isto apenas irá tonar mais instáveis quaisquer conversas que possam estabelecer. Evite ao máximo acumular este tipo de bagagem “explosiva”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="5">
<li><strong>Não levante a voz</strong></li>
</ol>
<p>Tão simples, mas por vezes tão difícil. É a recomendação mais fundamental para assegurar a calma de alguém numa discussão. Quando gritamos estamos a alterar a química do nosso organismo e a nossa reação instintiva ao stress é estimulada. Tornamo-nos menos racionais.</p>
<p>Esteja a atento a este sinal. Respire fundo e afaste-se um pouco sempre que perceber que se pode estar a descontrolar. Isto irá garantir que a sua conversa continua construtiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Quanto tempo pode durar uma relação? Esteja atento a estes padrões</title>
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					<comments>https://foreveryoung.sapo.pt/quanto-tempo-pode-durar-uma-relacao-esteja-atento-a-estes-padroes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra M. Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Oct 2022 14:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas & Truques]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
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		<category><![CDATA[relações]]></category>
		<category><![CDATA[tipos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diferentes dinâmicas e tipos de conexões podem assegurar resultados bem distintos. </p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Normalmente em qualquer relação amorosa existe um momento no qual refletimos sobre o futuro da mesma. Pode ser ainda numa fase inicial após o entusiasmo ou então já após alguns anos de convivência. “Afinal, quanto tempo irá isto durar? Será para sempre?”</p>
<p>Felizmente a ciência parece conseguir ajudar a responder a esta dúvida. Um <a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1111/jomf.12260" target="_blank" rel="noopener">estudo</a> publicado em 2015 no <em>Journal of Marriage anda Family</em> procurou identificar alguns dos padrões de relacionamento que mais podem identificar a probabilidade de um casal permanecer junto.</p>
<p>O estudo foi composto por 376 casais não-casados, entre os 20-30 anos. Durante cerca de 9 meses foi-lhes pedido que registassem os momentos mais significativos das relações e os principais momento de mudança de sentimentos. Foram entrevistados mensalmente.</p>
<p>Mais tarde os investigadores utilizaram todos estes dados para definir alguns padrões de comportamentos que podem favorecer ou desfavorecer a duração do relacionamento amoroso.</p>
<p>Alguns dos principais aspetos negativos encontrados incluem: passar demasiado tempo com amigos, discutir ou não ter muito em comum. Por outro lado, conhecer a família do parceiro, passar muito tempo juntos e partilhar muitos interesses parecem ajudar a reforçar os níveis de compromisso.</p>
<p>Eis 4 padrões de relacionamentos que mais podem influenciar o sucesso da mesma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>Dramática</strong></li>
</ol>
<p>Este é o tipo de casal que tem muitos “altos e baixos” ao longo da relação. Normalmente acabando por passar mais tempo por momentos maus do que bons. Apreciam o tempo que passam longe do parceiro e tendem a ter opiniões mais negativas sobre a sua própria relação. As respetivas famílias tendem igualmente a não apoiar muito este relacionamento.</p>
<p>Diagnóstico: As pessoas que se identificam com este padrão tendem a registar uma probabilidade duas vezes superior de terminar a relação, quando comparado com qualquer outro tipo de padrão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong>Focado no parceiro</strong></li>
</ol>
<p>Neste tipo de relação o foco de cada um parece ser muito claro. O “outro” é o centro do nosso universo. De forma geral esta é uma abordagem positiva que apresenta apenas alguns inconvenientes. O nível de compromisso acaba por estar apenas mais associado ao tempo que conseguem passar juntos.</p>
<p>Diagnóstico: As pessoas que se identificam com este padrão têm uma maior probabilidade de manter uma relação longa, progredindo de forma estável e saudável. Evoluindo naturalmente de um namoro inicial mais casual para algo mais sério ao longo dos meses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong>Socialmente envolvido</strong></li>
</ol>
<p>Este tipo de casal tende a registar muito poucas alterações emocionais ao longo da relação. Quando algo muda, normalmente é por um motivo positivo. A opinião dos amigos e da família é fundamental para o seu bem-estar. O uso das redes sociais pode igualmente influenciar a relação.</p>
<p>Diagnóstico: Este tipo de relacionamento está demasiado dependente de opiniões alheias. A sua base é um pouco mais frágil pois está muito suscetível a influências externas. Pode até funcionar durante algum tempo, mas o mais provável é que a relação não dure para sempre.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li><strong>Conflituosa</strong></li>
</ol>
<p>Este tipo de casal tende a discutir com bastante frequência. As personalidades “chocam” frequentemente, acabando por fragilizar a relação. No entanto, as alterações emocionais não tendem a ser tão acentuadas como no padrão mais dramático. Têm uma probabilidade superior de continuarem junto, porventura por estarem habituado a um estilo mais conflituoso e apaixonado que mantém a relação interessante.</p>
<p>Diagnóstico: Apesar de terem uma provável longevidade superior a outros tipos, a verdade é que esta dinâmica pode não ser sustentável. Um excesso de conflito pode enfraquecer as bases da relação. Ao invés de discutir procure apoiar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>De Britney Spears a Heidi Klum. Conheça as celebridades que namoram com parceiros (bem) mais jovens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Feb 2021 16:28:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Prazeres]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Entretenimento]]></category>
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		<category><![CDATA[britney]]></category>
		<category><![CDATA[celebridades]]></category>
		<category><![CDATA[relações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estas mulheres parecem confirmar a ideia de que a idade é realmente apenas um número</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Infelizmente existe ainda um preconceito associado ao romance entre duas pessoas que tenham uma diferença de idades muito significativa. Sobretudo as mulheres que escolhem namorar com homens mais novos parecem sofrer um maior julgamento por parte da sociedade.</p>
<p>Sendo certo podem existir alguns inconvenientes associados a uma grande diferenças de idades, isso nunca deve ser considerado um impeditivo para o amor. A felicidade e a conexão é o que realmente importa.</p>
<p>Estes exemplos de celebridades mostram bem como é possível manter relacionamentos estáveis e saudáveis com pessoas que possam ser bem mais novas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>
<h5><strong>Britney Spears e Sam Asghari</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Britney e o seu namorado começaram o seu relacionamento em 2016, após Sam ter participado no vídeo musical da artista. Spears tem agora 39 anos e Sam 27. Esta diferença de 12 anos parece não fazer muita diferença e ambos vivem uma relação feliz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li>
<h5><strong>Gabrielle Union e Dwyane Wade</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>A atriz Gabrielle Union tem já 49 anos, o que significa que é 10 anos mais velha do que o seu famoso namorado, o ex-basquetebolista Dwyane Wade. Casaram em 2014 e têm uma filha em comum, Kaavia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li>
<h5><strong>Olivia Wilde e Harry Styles</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Mais recentemente este é um casal que têm gerado uma enorme discussão devido à diferença de idades. Wilde com 36 anos namora com o artista Harry Styles, de 27 anos. Conheceram-se no final do ano passado num set de um filme e desde então estão juntos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li>
<h5><strong>Courtney Cox e Johnny McDaid</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>A antiga estrela da série “Friends” namora desde 2013 com o músico Johnny McQuaid. Cox tem 56 anos e McQuaid apenas 44.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="5">
<li>
<h5><strong>Priyanka Chopra e Nick Jonas</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Os fãs do grupo musical “Jonas Brothers” ficaram surpreendidos quando descobriram que Nick (28 anos) começou a namorar com a conhecida atriz Priyanka Chopra (38 anos). A diferença de 10 anos parece não causar grande tensão, tendo o par casado em dezembro de 2018.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="6">
<li>
<h5><strong>Heidi Klum e Tom Kaulitz</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Há mais de dois anos que Heidi Klum se encontra casada com um homem 16 anos mais novo do que ela, o músico Tom Kaulitz. Klum chegou a abordar o tema da diferença de idades, esclarecendo que para ela isso nunca foi um problema. O único inconveniente, explicou, são mesmo os comentários indelicados de algumas pessoas e dos media.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="7">
<li>
<h5><strong>Shakira e Piqué</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Casados desde 2011, a cantora Shakira (44 anos) e o futebolista Gerard Piqué (34 anos) aparentam viver uma vida feliz apesar da diferença de idades de 10 anos. Shakira começou a namorar com Piqué quando este tinha 23 anos. Desde então casaram e têm dois filhos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>3 formas simples de nos mantermos apaixonado ao longo do tempo</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/3-formas-simples-de-nos-mantermos-apaixonado-ao-longo-do-tempo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Feb 2021 10:22:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prazeres]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[paixão]]></category>
		<category><![CDATA[relações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O amor deve ser celebrado e protegido todos os dias, não apenas numa única ocasião em fevereiro</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos casais aproveitaram os últimos dias para celebrar os aspetos mais positivos do seu relacionamento. Os afetos são mais frequentes, assim como as mensagens e declarações de amor. Todos os anos se dedica o dia 14 de fevereiro a este tipo de demonstrações, todavia é importante lembrar que aquilo que fazemos nos restantes dias é bem mais importante.</p>
<p>Todos sabemos que não é fácil mantermos para sempre o mesmo nível de paixão que caracterizou a fase inicial da nossa relação. Essa é uma ambição praticamente impossível. Os relacionamentos têm momentos mais positivo e mais negativos. No entanto, existem algumas estratégias capazes de nos ajudar a manter e cuidar um amor romântico durante um período de tempo mais alargado.</p>
<p>Recentemente os especialistas do portal <em>Psychology Today</em>, apresentaram três dos métodos mais eficazes e intencionais que podem ajudar os casais a manter a paixão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>
<h5><strong>Autenticidade e sinceridade</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Um dos aspetos que aproxima mais os casais é a capacidade de partilharem interesses semelhantes. Este tipo de situação ajuda a fortalecer as relações e a torná-las mais intimas. No entanto, nada disto funciona se esse interesse não for verdadeiro e genuíno. Não é possível &#8211; nem recomendado &#8211; fingir um determinado interesse. Procure respeitar e admirar as diferenças, mas encontre formas de celebrar os aspetos, interesses, valores e ideias que são partilhados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li>
<h5><strong>A importância da atenção</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>O tempo de qualidade passado em conjunto pelo casal deve ser protegido. Isto significa que não pode deixar distrair-se por telefones ou outro tipo de distrações quando está num momento mais íntimo com o seu parceiro. A manutenção de um nível de atenção mutuo é algo essencial para assegurar que a outra pessoa se sente importante. É uma consistência que reconforta. Deve assim garantir que se mantém atento e ativo, tanto mentalmente como fisicamente, sempre que interage com o seu parceiro ou parceira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li>
<h5><strong>Compromisso com a relação</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>É fundamental que ambos sejam capazes de estimular interesses e momentos individuais. Apenas assim podemos garantir que nos encontramos bem para depois partilhar esse bem-estar com outro. Cultivar a nossa individualidade num contexto de relação é assim algo bastante saudável, todavia nunca deve acontecer em detrimento da nossa relação amorosa. Ou seja, deve assegurar que passa o mesmo (ou mais) tempo em atividades conjugais que possam melhorar o relacionamento. Apenas desta forma se poderá cultivar o interesse e a paixão ao longo do tempo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Podem estes &#8216;skills&#8217; profissionais ajudar a salvar a sua relação amorosa?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/podem-estes-skills-profissionais-ajudar-a-salvar-a-sua-relacao-amorosa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2021 17:11:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Forever Young]]></category>
		<category><![CDATA[profissionais]]></category>
		<category><![CDATA[relações]]></category>
		<category><![CDATA[skill]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se está com problemas conjugais então talvez possa ser útil experimentar fazer algumas das coisas que ajudam os empresários a ultrapassar os principais obstáculos.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pandemia tem dificultado a vida de muitos casais. O facto de subitamente termos de passar praticamente todo o nosso tempo exclusivamente com o nosso parceiro pode colocar uma pressão acrescida em qualquer relação. Até as relações mais saudáveis podem sofrer com este tipo de situação.</p>
<p>Deixámos de ter espaço para desanuviar. Falta-nos a oportunidade para proteger a nossa intimidade e os nossos interesses fora do contexto conjugal. Isto pode fomentar uma maior frustração e um clima de conflito.</p>
<p>De forma surpreendente, e de acordo com os especialistas do portal <em>Psychology Today</em>, existem algumas técnicas de negócios e <em>skills</em> profissionais que podem ajudar a lidar melhor com alguns destes principais problemas. Eis alguns dos exemplos que pode seguir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>Valorizar o feedback positivo e negativo</strong></li>
</ol>
<p>Esta é considerada uma das formas mais eficazes de transmitir uma qualquer crítica. Basicamente é uma técnica que defende que antes de oferecer um qualquer feedback mais negativo deve ser capaz de dizer algo positivo. No final, deve terminar também salientado algo encorajador. Dado que num relacionamento é comum que os conflitos e as frustrações sejam mais prevalentes, não se esqueça sempre de ir tentando incluir feedback mais positivo antes e depois de qualquer crítica ou aspeto mais negativo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong>Faça sempre mais comentários positivos do que negativos</strong></li>
</ol>
<p>Deve procurar seguir um rácio que determine que estabelece sempre mais interações positivas do que negativas com o seu parceiro. Um qualquer conflito, discussão ou crítica devem ser equilibrados com um conjunto de &#8211; três ou mais &#8211; momentos felizes. Apenas assim se poderá evitar um clima de permanente e constante frustração.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong>Encare a sua relação como uma start up</strong></li>
</ol>
<p>Pode ser bastante benéfico criar um paralelismo entre a gestão da sua relação e de uma empresa start up de sucesso. A mentalidade deverá ser semelhante. Procura-se estabelecer um conjunto de ideias, esforços e valores que assegurem o sucesso futuro de uma organização. O pensamento criativo deve apoiar a definição dos seus objetivos. Para onde queremos levar esta relação? Como podemos lá chegar? Procure conversar com o seu parceiro com o objetivo de encontrar respostas e estratégias criativas para ultrapassar os problemas que possam estar a afetar a relação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li><strong>Estratégias de resolução de conflitos</strong></li>
</ol>
<p>Ao longo das décadas muitos têm sido os livros e estudos que procuram definir as melhores estratégias para lidar com conflitos no seio de uma organização empresarial. Poderá ser bastante útil procurar “canalizar” algum deste conhecimento para a sua relação afetiva. Existem inúmeras técnicas de comunicação que podem ser eficazes na resolução de problemas. A importância de ouvir antes de falar ou a capacidade de acomodar as necessidades dos outros nas decisões são dois bons exemplos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="5">
<li><strong>Aplicar técnicas de motivação</strong></li>
</ol>
<p>Esta é uma técnica originalmente pensada para ajudar os toxicodependentes a ultrapassar os seus principais problemas. Basicamente aqui a ideia é conseguir ajudar a outra pessoa a reconhecer a sua própria vontade de mudança. O objetivo será encorajar a pessoa a discutir a necessidade de mudar e apresentar as razões que podem motivar essa vontade.</p>
<p>Nestes casos não é eficaz tentar convencer a outra pessoa de algo ou forçar a sua própria opinião. O que se procura é que ao perguntar certas coisas estaremos a ajudar a outra pessoa a reconhecer aquilo que necessita de alterar. Fazendo apenas perguntas e não julgamentos de valor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Pode uma simples palavra destruir uma relação? Eis o que deve (mesmo) evitar</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/pode-uma-simples-palavra-destruir-uma-relacao-eis-o-que-deve-mesmo-evitar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 14:34:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sapo Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[palavras]]></category>
		<category><![CDATA[problemas]]></category>
		<category><![CDATA[relações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A forma como escolhemos comunicar pode ser potencialmente perigosa para o sucesso de uma qualquer relação.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A comunicação é um elemento essencial para a saúde e sucesso de qualquer relação. No entanto, a forma como escolhemos comunicar é igualmente determinante. Certas palavras têm a capacidade de ofender, afastar ou magoar. Muitas vezes utilizamos certas frases ou palavras comuns sem compreender exatamente o que estamos a transmitir. É natural.</p>
<p>De acordo com os especialistas conjugais existe <strong>uma palavra muito utilizada pelos casais e que tem um potencial bastante negativo: “devias”</strong>. Esta é uma palavra que inevitavelmente está associada a uma expectativa ou julgamento injusto. Procura evidenciar a forma como esperamos que o outro se comporte. Ora, isto pode facilmente dar origem a sentimentos defensivos e a discussões. O tipo de tom associado à palavra “devias” é especialmente negativo pois assume que o outro é responsável pela forma como se está a sentir.</p>
<p>Esta é igualmente uma palavra que pode demonstrar uma falta de respeito ou evidenciar um desiquilíbrio de poder entre os dois membros do casal. Retira individualidade e autonomia à outra pessoa, que por sua vez pode sentir vontade de abandonar o relacionamento.</p>
<p>No entanto, esta não é a única palavra que pode ser potencialmente prejudicial para o bem-estar do casal. Eis alguns dos outros termos que podem estar a danificar a sua relação, explicados pelo portal <em>BestLife</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>“Sempre”</strong></li>
</ol>
<p>Esta é uma palavra que define um absoluto. “Estás sempre a fazer isto”, “Estás sempre a dizer XX”. São exemplos de frases comuns que podem ser utilizadas numa conversa, mas que raramente são construtivas. É certo que pode estar chateado com algo, mas certamente não é saudável exagerar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong>“Nunca”</strong></li>
</ol>
<p>Semelhante ao “sempre”, o “nunca” é um termo absoluto que deve evitar em contexto de relação. O facto destas palavras terem o potencial para serem injustas ou exageradas irá levar a outra pessoa a assumir comportamentos defensivos que não irã ajudar a resolver o problema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong>“Mas”</strong></li>
</ol>
<p>Quando o seu parceiro partilha consigo a forma como se está realmente a sentir, optar por responder com um “sim, mas&#8230;” é altamente prejudicial. Usar este tipo de expressão irá negar tudo aquilo que a outra pessoa honestamente afirmou. Isto irá garantir que se vão sentir mais injustiçados e ameaçados. É fundamental que seja capaz de ouvir sem julgar imediatamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li><strong>“Preciso”</strong></li>
</ol>
<p>Sendo certo que é importante conseguir expressar as suas vontades e desejos, a verdade é que utilizar a palavra “preciso” pode ser algo problemático. Mais uma vez, é recomendado não fazer uso de termos absolutos. O mais provável é que deva expressar os seus sentimentos com um “eu gostaria” ou “seria importante que”. Isto favorece uma resposta mais positiva da outra pessoa, que se sentirá menos ameaçada pela sua escolha de palavras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Estas são as expectativas injustas que podem estar a destruir a sua relação</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/estas-sao-as-expectativas-injustas-que-podem-estar-a-destruir-a-sua-relacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2020 16:41:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[expectativas]]></category>
		<category><![CDATA[infelicidade]]></category>
		<category><![CDATA[relações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Perceba de que forma pode estar a contribuir para a sua própria infelicidade.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Faz parte da natureza humana criarmos expectativas sobre o nosso futuro. Particularmente no contexto de uma relação isto é algo que acontece progressivamente à medida que o relacionamento vai evoluindo. Vamos formando algumas ideias sobre como o nosso parceiro se deve comportar ou sobre o que deve fazer. Infelizmente muitas destas ideias não se revelam verdadeiras ou sequer possíveis.</p>
<p>É fundamental que esteja consciente das expectativas que vai criando na sua cabeça. Apenas através desta consciência poderá questionar algumas destas ideias e evitar que elas gerem algum tipo de frustração no futuro.</p>
<p>Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/estao-as-relacoes-monogamicas-destinadas-a-fracassar-eis-3-factos-cientificos-que-prometem-faze-lo-pensar/">Estão as relações monogâmicas destinadas a fracassar? Eis 3 factos científicos que prometem fazê-lo pensar</a></p>
<p>Igualmente importante será a capacidade de conversar com o seu parceiro sobre este tema. Em conjunto poderão procurar dar respostas a algumas das principais insatisfações e encontrar compromissos.</p>
<p>Conheça agora algumas das principais frustrações que podem causar uma enorme tensão na sua relação, tal como explica o portal <em>YourTango</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>Espera sexo todos os dias</strong></li>
</ol>
<p>Este é um problema bastante comum. Todos temos ideias diferentes relativamente ao sexo e níveis distintos de desejo. Sobretudo numa relação de longo-prazo é fundamental que perceba que por vezes pode não existir a capacidade de ter o mesmo tipo e frequência de intimidade sexual. Respeite as diferenças do seu parceiro e encontre um compromisso que funcione para os dois.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong>Espera que o outro expresse o amor que sente da mesma forma</strong></li>
</ol>
<p>Outro problema bastante comum é a diferença que pode existir na forma como cada membro do casal espera que o outro demonstre amor. Se por exemplo, o seu marido espera que você esteja constantemente a dar abraços e beijinhos durante o dia, mas a sua personalidade não se coaduna com esse tipo de expressões tão intensas de amor, então isso pode gerar algum conflito. Mais uma vez, é fundamental que cada um compreenda as limitações do outro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong>Assume que o seu marido irá tratar de todas as “tarefas masculinas”</strong></li>
</ol>
<p>As expetativas associadas ao gênero da pessoa são antiquadas e erradas. Da mesma forma que não deve querer que o seu marido acredite que as responsabilidades domésticas são exclusivamente um assunto seu, também não deve projetar a ideia de que ele deve ser o responsável por arranjar qualquer estragos, pagar as contas, etc</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li><strong>Diferenças na forma de aproveitar o tempo livre</strong></li>
</ol>
<p>Se para si uma noite ideal de sexta-feira é passada com os amigos a jantar fora mas para o seu parceiro o ideal é ficar em casa a ver filmes, isso pode sem dúvida dar origem a alguma insatisfação. Como deseja passar as suas férias? O que aprecia fazer sempre que tem um tempo livre? É necessário que o casal converse sobre estes temas e encontre um “caminho comum” que assegure a satisfação de ambas as partes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="5">
<li><strong>Ideias distintas sobre a reforma</strong></li>
</ol>
<p>Normalmente isto é algo sobre o qual os casais não falam muito. No entanto é um tema que se torna absolutamente determinante, sobretudo a partir de uma certa idade. Caso tenham ideias muito distintas sobre como desejam viver o período de reforma isso pode gerar um enorme afastamento. É fundamental que consigam encontrar um “sonho” comum que ambos possam vivenciar com satisfação.</p>
<p><strong> </strong></p>
<ol start="6">
<li><strong>Assume que a sua forma de comunicar é melhor</strong></li>
</ol>
<p>Esta pode ser uma fonte de enorme desentendimento para um casal. Quando alguém acredita que a sua forma de conversar ou discutir é certa e a do outro é completamente errada, então fica difícil criar algum tipo de entendimento comum. Saber discutir é um skill fundamental. Enquanto casal devem ser capazes de definir como pretendem que as discussões aconteçam. Por exemplo, falamos sobre todo o tipo de assuntos numa só conversa ou escolhemos apenas abordar um tópico-chave?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/casamento-infeliz-estas-5-razoes-explicam-porque-e-tao-dificil-abandonar-este-tipo-relacoes/">Casamento infeliz? Estas 5 razões explicam porque é tão difícil abandonar este tipo relações</a>]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://foreveryoung.sapo.pt/estas-sao-as-expectativas-injustas-que-podem-estar-a-destruir-a-sua-relacao/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Estas são as qualidades mais atraentes que pode ter, de acordo com um estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2020 10:24:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Prazeres]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[atração]]></category>
		<category><![CDATA[atraente]]></category>
		<category><![CDATA[personalidade]]></category>
		<category><![CDATA[qualidades]]></category>
		<category><![CDATA[relações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Será que estas pessoas podem estar enganadas? </p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente escolher e encontrar um parceiro de vida pode parecer uma missão especialmente complicada. Com o apogeu da internet, das redes sociais e aplicações de namoro, as opções podem parecer agora ilimitadas. Este facto torna mais difícil tomar uma decisão e estar confortável com uma só pessoa, com uma só personalidade.</p>
<p>No entanto muitas das regras do “jogo da atração” não mudaram. Um importante estudo internacional realizado há mais de 30 anos revelou que, de forma geral, existem três qualidade em particular consideradas mais atraentes. Mais recentemente uma equipa de investigação americana procurou replicar este estudo, comparando agora os resultados com dados atuais.</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/atracao-50/">Sabe a idade em que homens e mulheres são mais atraentes para o sexo oposto?</a>]</p>
<p>Mais de 14 000 pessoas, provenientes de 45 países, participaram neste estudo. Os resultados foram surpreendentes e permitiram concluir algumas ideias interessantes sobre a forma como os seres humanos se relacionam. Por exemplo, fatores mais superficiais como o dinheiro e aparência não foram considerados especialmente importantes.</p>
<p>Eis as três qualidades mais desejadas e atraentes num outro parceiro, de acordo com os inquiridos do estudo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>
<h5><strong>Bondade</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Porventura poderíamos esperar que o principal fator de atração estivesse relacionado com a beleza física, no entanto os dados do estudo apontam – felizmente &#8211; para uma diferente conclusão. Tal como outras investigações já haviam evidenciado, a verdade é que a bondade parece criar uma aura que torna até as pessoas mais fisicamente atraentes aos olhos dos outros.</p>
<p>Um destes estudos, pediu para que um grupo de participantes avaliasse a beleza de uma série de colegas presentes num álbum de finalistas de escola, assim como outros fatores. De forma geral, as pessoas cujas personalidades eram mais apreciadas, respeitadas e familiares eram igualmente as consideradas mais fisicamente atraentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li>
<h5><strong>Inteligência</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Existem inúmeras razões que podem explicar porque nos sentimos atraídos por pessoas inteligentes. Não tem apenas a ver com a possibilidade de ter conversas estimulantes ou aprender coisas novas. De uma perspetiva mais básica, relacionada com os nossos instintos mais primitivos de sobrevivência, uma pessoa com um grau de inteligência superior é também alguém capaz de ultrapassar ameaças e desafios complexos. Isto leva-nos a “gravitar” em torno destas pessoas devido a um instinto evolucionista.</p>
<p>Adicionalmente a inteligência está também relacionada com a educação, que por sua vez habitualmente assegura níveis de rendimento mais elevados, um melhor estado de saúde, estabilidade familiar, etc. Todos estes fatores elevam o potencial atraentes das pessoas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li>
<h5><strong>Condição de saúde</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>O estudo revelou de forma clara que aqueles que mantém uma boa saúde tendem a ser considerados igualmente mais atraentes. De acordo com os autores isto está relacionado, mais uma vez, com alguns dos nossos instintos mais primitivos que nos levam a desejar transmitir o nosso código genético a parceiros saudáveis que assegurem uma geração futura mais forte. Em países com menores condições de saúde e maior prevalência de doença este fator ganha uma maior importância.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/afinal-porque-nos-sentimos-tao-atraidos-por-narcisistas/">Afinal, porque nos sentimos tão atraídos por narcisistas?</a>]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>3 estratégias para evitar infidelidades e proteger o seu relacionamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2020 15:19:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prazeres]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[estrategias]]></category>
		<category><![CDATA[infidelidade]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[relações]]></category>
		<category><![CDATA[traição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Perceba como é possível manter uma vida monogâmica num mundo repleto de personalidades e pessoas atraentes.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos ser sinceros: até aqueles que se encontram em relações amorosas duradouras e gratificantes continuam a sentir-se atraídos por outras pessoas. Isto é apenas natural. Apesar de tudo aquilo que os filmes românticos nos ensinam não existe nenhuma ligação predestinada e indestrutível entre duas pessoas.</p>
<p>Após uma fase inicial mais marcada por um enorme entusiasmo e fascínio é natural que a relação conjugal entre numa fase mais confortável, definida por uma maior compaixão e intimidade. Menos entusiasmante; mas certamente mais reconfortante, segura.</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/5-comportamentos-que-deve-mesmo-evitar-nas-suas-relacoes-pessoais/">5 comportamentos que deve (mesmo) evitar nas suas relações pessoais</a>]</p>
<p>É a partir desta fase que as outras pessoas em nosso redor se voltam a tornar mais “visíveis”. As leis da atração regressam e é fácil começar a estar mais suscetível à forma como os outros inconscientemente nos atraem.</p>
<p>Certas pessoas particularmente atraentes podem certamente “complicar” a nossa vida. Conviver diariamente com estas pessoas em ambientes profissionais ou sociais pode funcionar como uma tentação difícil de gerir.</p>
<p>Existem, no entanto, um conjunto de estratégias que são utilizadas por alguns casais que estão juntos há mais tempo que são capazes de ajudar a proteger a relação e minimizar o risco de quebrar a monogamia. Eis alguns exemplos, explicados pelo portal <em>Psychology Today</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>
<h5><strong>Reduza os sinais de atração</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Basicamente evite comunicar (de forma verbal ou não-verbal) a forma como se pode sentir atraído por uma outra pessoa. Não participe em jogos de sedução, nem sinta a necessidade “de ser honesto em relação aos seus sentimentos”. Apenas evitando estes comportamentos poderá conseguir respeitar o acordo de exclusividade que definiu com o seu parceiro. Apesar de por vezes parecer inofensivo, um <em>flirt</em> pode dar origem a algo bem mais complicado no futuro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li>
<h5><strong>Use mecanismos de auto-controlo para demonstrar menos interesse</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>A monogamia é para alguns um enorme desafio. Saiba reconhecer as suas fraquezas e prepare-se sempre com antecedência para momentos de maior tentação. Se sabe que tende a assumir comportamentos mais sedutores sempre que bebe, então evite o consumo de álcool. Se sabe que a distância física é para si um enorme desafio, procure manter um contacto mais frequente com o seu parceiro. Trocar mensagens com uma ex-namorada pode ser divertido e bom para a sua autoestima, mas pode deixá-lo a pensar em algo mais, como tal não deve dar seguimento a estes estímulos.</p>
<p><strong> </strong></p>
<ol start="3">
<li>
<h5><strong>Passe a avaliar potenciais parceiros alternativos de uma forma mais crítica</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Isto é algo também conhecido como o “Derogation Effect”. Basicamente passa por ao invés de se focar nos aspetos mais positivos da outra pessoa – por exemplo, o quão bonita ou engraçada é -, a ideia é que se concentre mais exclusivamente apenas nos aspetos negativos, nas falhas. Rir demasiado alto, não falar bem, não ser particularmente inteligente, etc. São tudo exemplo de características pouco atraentes que devem passar a ser o seu foco. No fundo deve sempre lembrar-se que a infidelidade não é algo que simplesmente acontece; é algo que é provocado, de forma consciente ou não. Como tal deve trabalhar efetivamente para evitar “tentações”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/estao-as-relacoes-monogamicas-destinadas-a-fracassar-eis-3-factos-cientificos-que-prometem-faze-lo-pensar/">Estão as relações monogâmicas destinadas a fracassar? Eis 3 factos científicos que prometem fazê-lo pensar</a>]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Sexo depois do divórcio? Eis 6 coisas que vai querer saber</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2020 16:01:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prazeres]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Divórcio]]></category>
		<category><![CDATA[intimidade]]></category>
		<category><![CDATA[prazer]]></category>
		<category><![CDATA[relações]]></category>
		<category><![CDATA[Sexo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Assustador, entusiasmante e gratificante. Tudo ao mesmo tempo. Perceba porquê.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Terminar um casamento ou relacionamento de longa-duração nunca é um processo fácil. Após anos de convivência subitamente todas as suas rotinas mudam. Sendo certo que muita coisa positiva pode surgir deste novo recomeço, existe igualmente uma enorme incerteza em torno da sua vida e do seu futuro.</p>
<p>É perfeitamente natural que um dos aspetos que comece a considerar é como se irá sentir ao fazer sexo com uma nova pessoa. Esta é uma experiência tão íntima e tão associada ao seu anterior parceiro que pode ser difícil imaginar uma nova realidade.</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/sexo-melhor-aos-50/">8 razões porque o sexo é melhor aos 50 anos</a>]</p>
<p>Este pode ser um aspeto que cause alguma ansiedade e que dificulte futuras interações com interesses amorosos. De forma a ajudar neste processo, os especialistas do portal <em>Considerable</em> reuniram um conjunto de respostas que procuram guiar este novo momento de descoberta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>É provável que sinta todo o seu corpo a “arder”</strong></li>
</ol>
<p>Fazer sexo com alguém novo e diferente é sempre uma experiência entusiasmante. Sobretudo se a vida sexual no seu anterior casamento fosse inexistente ou pouco satisfatória é normal que agora sinta um enorme desejo. Sobretudo as mulheres parecem registar alterações hormonais e um renovado sentido de autoestima que as faz sentir novamente desejadas e atraentes. Deve ter apenas cuidado em não se envolver com uma qualquer pessoa sem que esteja pronta e procure sempre definir bem o teor da relação nova que está a iniciar.</p>
<ol start="2">
<li><strong>Pode sentir que está a fazer algo de errado</strong></li>
</ol>
<p>Durante a fase inicial e nos primeiros momentos íntimos com uma nova pessoa pode sentir-se algo estranha. Um pouco como se estivesse a fazer algo errado ou ainda com uma sensação de que está a trair o seu anterior parceiro. Esqueça isso. É normal que estas primeiras experiências não corram ainda da melhor forma, especialmente se tiver passado bastante tempo desde a sua última vez. Existe ainda uma bagagem que terá que aprender a libertar.</p>
<ol start="3">
<li><strong>Tenha atenção aos seus requisitos mínimos</strong></li>
</ol>
<p>Dada a vontade de se voltar a sentir desejada, sexy e atraente é possível que se sinta tentada a baixar um pouco os seus <em>standards</em> e envolver-se com as pessoas erradas apenas para se sentir viva. Não existe problema algum em optar por encarnar a sua própria Samantha da série “Sexo e a Cidade” e procurar o prazer alheio sem compromissos. No entanto tente sempre perceber se é isso que deseja realmente e seja sincera com os seus parceiros. Caso, em alternativa, tenha uma baixa autoestima e um enorme medo de estar sozinha não “salte” imediatamente para uma nova aventura que possa não ter as características que procura. Não se contente com uma nova relação que não vai trazer gratificação.</p>
<ol start="4">
<li><strong>Vai atrair homens mais novos</strong></li>
</ol>
<p>Muitos homens, especialmente quando são mais jovens, tendem adorar uma mulher mais madura e experiente. Podem olhar para si como alguém confiante e entusiasmante que lhes pode ensinar muita coisa. Sabem igualmente que provavelmente não terá tão cedo vontade de voltar a comprometer-se seriamente ou, até mesmo, casar. Aprecie esta atenção e divirta-se.</p>
<ol start="5">
<li><strong>Pode sentir-se realmente valorizada pela primeira vez na vida</strong></li>
</ol>
<p>Depois de terminar o seu casamento e de se sentir triste ou magoada, é natural que a sua próxima aventura romântica e sexual possa parecer incrível. Vai sentir que está com uma pessoa que lhe dá a atenção que merece, que a respeita e que a aprecia verdadeiramente. Isso é ótimo, mas deve ter atenção para não deixar “inflacionar” este sentimento. Mantenha-se cautelosa e procure ter maior perspetiva, não se deixe imediatamente encantar por uma nova pessoa só porque é melhor que o seu antigo parceiro. Seja paciente e proteja a sua vulnerabilidade.</p>
<ol start="6">
<li><strong>Poderá existir a tentação de regressar a uma relação do seu passado</strong></li>
</ol>
<p>O mais provável é que assim que percebam que a sua relação está a chegar ao fim muitos dos seus ex-namorados comecem a entrar em contacto consigo. Vão estar a atentos à sua página de Facebook, aos seus emails ou até às festas que frequenta.</p>
<p>É certo que pode até existir algum charme ou interesse em recuperar uma relação passada e estar com alguém que já a fez feliz. É verdade que muitas pessoas voltam a encontrar o amor junto de ex-namorados de infância, no entanto tenha cuidado pois tudo depende da situação (e da pessoa em questão). Se esta sua paixão antiga for alguém realmente bom e por quem nutre um grande carinho talvez seja uma ótima ideia entrar em contacto. No entanto se este for alguém que apenas está a tentar aproveitar-se de uma mulher mais vulnerável, então aqui o melhor será mesmo manter a distância.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/atracao-50/">Sabe a idade em que homens e mulheres são mais atraentes para o sexo oposto?</a>]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Sabe quais são os 5 tipos mais importantes de intimidade?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/sabe-quais-sao-os-5-tipos-mais-importantes-de-intimidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2020 15:17:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[emocional]]></category>
		<category><![CDATA[espiritual]]></category>
		<category><![CDATA[fisica]]></category>
		<category><![CDATA[intimidade]]></category>
		<category><![CDATA[relações]]></category>
		<category><![CDATA[tipos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os casais mais felizes tendem a saber conectar-se de inúmeras formas saudáveis.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A intimidade é algo fundamental para o sucesso de uma relação. Este não é apenas um aspeto que está na moda discutir. Ao contrário do que muitos podem pensar a intimidade é um tema bastante mais profundo e complexo que vai bem além da questão carnal ou sexual.</p>
<p>Sendo certo que a intimidade pode estar relacionada com o toque entre as pessoas, a verdade é que pode ser muito mais do que isso. A intimidade é a capacidade que temos de estar próximos não só fisicamente, mas sobretudo emocionalmente. É o desejo de manter uma conexão intensa, confortável e segura com uma outra pessoa ou grupo.</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/estes-sao-os-segredos-dos-casais-mais-satisfeitos-sexualmente/">Estes são os segredos dos casais mais satisfeitos sexualmente</a>]</p>
<p>É frequente que uma das principais causas para o afastamento de um casal esteja relacionada com a perda progressiva de intimidade. É necessária uma enorme vulnerabilidade para permitir o crescimento e desenvolvimento saudável de uma relação. Infelizmente o casal pode perder essa capacidade ou interesse.</p>
<p>A complexidade associada ao conceito de intimidade torna toda esta análise mais difícil. Todos os diferentes tipos de intimidade e as suas distintas componentes podem influenciar o sucesso do relacionamento. É essencial estarmos conscientes destes elementos e saber cuidar deles da melhor forma possível.</p>
<p>Eis os 5 tipos de intimidade mais essenciais que deve conhecer e saber fortalecer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>Intimidade emocional</strong></li>
</ol>
<p>Este é sem dúvida o tipo de intimidade mais relevante para o bem-estar de um casal. Conseguir conectar e interligar a nossa mente e sentimentos com o nosso parceiro é um sentimento sem igual. A intimidade emocional está relacionada com a capacidade de partilhar livremente as nossas experiências e emoções com o outro sem receio. Conseguindo aceitar sem reservas os defeitos e qualidades do nosso parceiro</p>
<p>Infelizmente este pode ser um aspeto difícil de trabalhar por muitos casais. O medo de ser julgado ou de magoar a outra pessoa leva-nos a não querer partilhar as nossas vivências de uma forma livre e sincera.</p>
<ol start="2">
<li><strong>Intimidade física</strong></li>
</ol>
<p>A forma mais comum de intimidade está relacionada com a capacidade que as pessoas têm de se tocar e olhar mutuamente. Esta fase de intimidade é atingida sempre que as pessoas se sentem confortáveis em relação aos sentimentos e atitudes do outro. A atividade sexual, os abraços, os beijos ou o dar as mãos são tudo exemplos de exercícios de intimidade, com intensidades variáveis.</p>
<ol start="3">
<li><strong>Intimidade intelectual</strong></li>
</ol>
<p>Este é um tipo de intimidade crucial para a parceria e amizade que se deve estabelecer entre o casal. A partilha de pensamentos e opiniões sobre coisas de que gostamos (ou não) é um exercício de intimidade que obriga a uma grande vulnerabilidade intelectual. Ser capaz de conversar e discutir planos de uma forma saudável com um parceiro é algo que inevitavelmente os acaba por aproximar. A partilha de informações e opiniões deve ser assim estimulada, garantindo que o tempo passado em conjunto é gratificante e entusiasmante.</p>
<ol start="4">
<li><strong>Intimidade espiritual</strong></li>
</ol>
<p>A intimidade espiritual deve servir como ponto de partida para todos os outros tipos de intimidade. Podendo estar ou não relacionada com aspetos religiosos, o importante aqui é assegurar que existem momentos de alinhamento espiritual que aproximem o casal. Este tipo de espiritualidade conjunta deve servir como forma de inspirar um futuro partilhado por ambos. Ser capaz de sentir gratidão pelo que têm, ser capaz de meditar e prometer ultrapassar certos desafios conjuntos, são alguns exemplos deste tipo de intimidade.</p>
<ol start="5">
<li><strong>Intimidade recreativa</strong></li>
</ol>
<p>Muitos casais procuram ativamente encontrar formas de conseguir sentir um maior entusiamo e alegria nas atividades recreativas que desempenham em conjunto. É fundamental para o bem-estar do casal conseguir sentir prazer com certos rituais ou experiências partilhadas que tragam alguma alegria e serenidade ao seu dia. Fazer desporto em conjunto, ir ao cinema, ir ao parque passear ou fazer uma simples caminhada são alguns exemplos que podem ser relevantes para a vida do casal. Sempre que o tempo conjunto é passado a fazer uma qualquer atividade que ambos apreciam, isso irá contribuir para aumentar a felicidade do casal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/estao-as-relacoes-monogamicas-destinadas-a-fracassar-eis-3-factos-cientificos-que-prometem-faze-lo-pensar/">Estão as relações monogâmicas destinadas a fracassar? Eis 3 factos científicos que prometem fazê-lo pensar</a>]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>5 dicas para gerir conflitos relacionados com o distanciamento social</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/5-dicas-para-gerir-conflitos-relacionados-com-o-distanciamento-social/</link>
					<comments>https://foreveryoung.sapo.pt/5-dicas-para-gerir-conflitos-relacionados-com-o-distanciamento-social/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2020 13:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[como lidar]]></category>
		<category><![CDATA[conflitos]]></category>
		<category><![CDATA[distanciamento social]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[relações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nem todas as pessoas têm a mesma sensibilidade e os mesmos cuidados. Saiba como pode conseguir conciliar diferentes perspetivas e evitar ruturas no relacionamento com colegas ou familiares.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este momento de desconfinamento é provavelmente um dos mais desafiantes no combate à pandemia. Se anteriormente a mensagem era clara e simples, forçando-nos a permanecer no interior das nossas casas, a verdade é que agora tudo é um pouco mais complexo.</p>
<p>Com o regresso das pessoas aos empregos, com a abertura dos serviços, restaurantes e esplanadas novos desafios surgem. Restabelecer este “novo” normal obriga-nos a voltar a entrar em contacto direto com outras pessoas que porventura podem ter uma sensibilidade diferente da nossa.</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/covid-19-4-habitos-que-deve-continuar-a-cumprir-durante-o-desconfinamento/">Covid-19. 4 hábitos que deve continuar a cumprir durante o desconfinamento</a>]</p>
<p>Alguns amigos ou colegas de trabalho poderão ser menos cuidadosos. Este tipo de diferenças de perceção podem gerar algum desconforto. Certos conflitos podem formar-se devido às distintas expectativas que temos sobre a forma como os outros se devem (ou não) comportar.</p>
<p>Nem todos têm a mesma definição do que é uma atividade segura. Nem todos têm a mesma noção de responsabilidade individual e coletiva.</p>
<p>De acordo com os especialistas do portal <em>Psychology Today</em>, existem algumas estratégias que nos podem ajudar a lidar com estas diferenças e com possíveis eventuais conflitos. Eis algumas das principais conclusões.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>Explore a sua empatia</strong></li>
</ol>
<p>Este é um aspeto crucial da interação humana e algo particularmente fundamental em qualquer tipo de conversa mais tensa. Lidar com diferentes perspetivas e ter que argumentar porque estamos a agir de uma determinada forma pode ser algo desconfortável e complexo.</p>
<p>Antes de iniciar uma conversa para explicar porque vai recusar um convite para uma festa ou antes de se começar a defender contra alguém que critica o seu excesso de zelo, procure manter a calma. Tente sentir empatia pela outra pessoa, mesmo que não concorde com ela. O mais provável é que estejam a reagir assim porque têm problemas, medos ou preocupações pessoais que pode desconhecer. Promover este tipo de empatia vai ajudar a retirar tensão à interação e reduzir o risco de um conflito mais desagradável.</p>
<ol start="2">
<li><strong>Procure comunicar de forma clara e específica</strong></li>
</ol>
<p>A maior parte dos conflitos acontece quando existem expetativas frustradas. Quando esperamos algo de alguém que por um qualquer motivo não se concretiza. Ser bastante claro e honesto em relação às nossas vontades e sentimentos é essencial para evitar desentendimentos.</p>
<p>Se alguém o convidar para algo ou se estiver de regresso ao trabalho é importante que com clareza afirme aquilo que espera. Uso de máscara generalizado, distanciamento social, evitar partilhas de comida ou utensílios, etc. Não dê aso a que possam surgir surpresas ou enganos.</p>
<ol start="3">
<li><strong>Relembre os seus valores</strong></li>
</ol>
<p>É difícil saber exatamente como atuar num momento como este. É fácil perder a lógica e os valores por detrás das nossas ações. Começamos a questionar coisas como “se vou ou supermercado, então porque não hei de poder ir a um jantar com amigos?”. Estes tipos de decisões podem nos fazer sentir algo perdidos.</p>
<p>É certo que todos devemos sobretudo valorizar as indicações da ciência e das organizações de saúde. No entanto seremos sempre nós que teremos que tomar decisões individuais que podem ter consequências para o nosso bem-estar. É assim fundamental que nos concentremos nos valores que são mais importantes para nós e procurar sempre criar um raciocínio lógico que avalie os riscos associados a cada situação, que nos ajude a justificar uma determinada decisão.</p>
<ol start="4">
<li><strong>Não tente personalizar as questões</strong></li>
</ol>
<p>Quando uma interação se torna mais tensa é fácil começar a considerar as críticas de uma forma mais pessoal. Isto é um erro que apenas acaba por ajudar a escalar um conflito. Se um familiar se chatear consigo porque lhe disse que não quer já ir de viagem ou se um colega de trabalho fizer um comentário desagradável em relação à sua decisão de usar máscara, tente ao máximo manter a calma. Independentemente do “drama” que possa surgir mantenha-se fiel aos seus valores e evite chatear-se com pessoas que podem estar a não ser capazes de lidar adequadamente com a situação.</p>
<ol start="5">
<li><strong>Seja criativo</strong></li>
</ol>
<p>Se os seus amigos ou familiares o estão a pressionar para participar num determinado convívio que o deixa desconfortável, então procure perceber se podem existir outras formas alternativas de estar “presente”, mantendo-se seguro. Para além de todos os serviços de videoconferência, poderá experimentar ver um mesmo filme à distância ou jogar jogos em conjunto online para se sentir mais próximo dos outros.</p>
<p>De resto, existem ainda um conjunto de formas de assegurar uma maior segurança nos seus encontros presenciais. Crie zonas de segurança e estimule atividades ou brincadeiras que possam ser feitas à distância. Seja criativo e responsável.</p>
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<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
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