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	<title>covid &#8211; Forever Young</title>
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	<description>Para se sentir sempre jovem. Viva com mais sentido, 55+ com atitude.</description>
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	<title>covid &#8211; Forever Young</title>
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	<item>
		<title>7 aspetos e factos positivos relacionados com a pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Apr 2021 09:18:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[positivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo durante uma fase difícil é sempre possível encontrar uma perspetiva mais otimista.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pandemia provocada pela Covid-19 é uma tragédia humanitária. Não existe outra possível descrição para o sofrimento e instabilidade que tem caracterizado o último ano da vida de muitas pessoas em todo o mundo.</p>
<p>Os aspetos negativo desta experiência são óbvios e altamente conhecidos. Milhões de pessoas perderam o seu trabalho, a sua vida ou a possibilidade de estarem perto de quem mais amam.</p>
<p>No entanto, é também possível identificar alguns aspetos mais positivos que foram provocados pela pandemia. Muitas tendências e tecnologias foram aceleradas. A nossa mentalidade e os nossos hábitos mudaram.</p>
<p>Eis alguns destes exemplos, segundo o portal <em>Psychology Today</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>A possibilidade de nos conectarmos independentemente da distância</strong></li>
</ol>
<p>A pandemia forçou-nos a limitar o contacto presencial com outras pessoas. Este foi um dos grandes desafios, dado que todos temos a inata necessidade de contacto social. Felizmente encontrámos formas inovadoras de manter o contacto com amigos e familiares. Seja através de videochamadas, das redes sociais ou de jogos, a tecnologia veio em nosso auxílio. Atualmente é possível estabelecer um contacto frequente, independentemente da distância. Aprendemos que isso é simples e gratificante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong>Ganhar uma nova perspectiva sobre a vida</strong></li>
</ol>
<p>Esta experiência coletiva obrigou-nos a parar e a refletir sobre a vida. Tivemos mais tempo para perceber aquilo que queremos e o rumo que estamos a seguir. As mudanças que fomos obrigados a respeitar, obrigaram-nos a ver a vida através de novas perspectivas. Compreendemos que a nossa vida é algo frágil e, como tal, devemos procurar aproveitar melhor todos os momentos que temos ao nosso dispor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong>Aprender novos skills</strong></li>
</ol>
<p>Muitas foram as pessoas que aproveitaram este momento para aprender novos skills. Seja um novo hobbie ou um novo idioma, dedicámo-nos a novas atividades. Os cursos online ganharam popularidade, assim como todo o tipo de hobbies caseiro e gratificantes. Todos estes skills e interesses que desenvolvemos vão nos acompanhar ao longo da vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li><strong>Apreciar mais a natureza</strong></li>
</ol>
<p>As restrições à nossa circulação e as obrigações de confinamento fizeram com que todos os momentos de lazer que passámos no exterior se tornassem mais especiais. Sentimos falta de estar perto da natureza. Como tal, muitas pessoas passaram a apreciar mais os pequenos prazeres, sobretudo os passeios junto ao mar ou em jardins.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="5">
<li><strong>Maior gratidão</strong></li>
</ol>
<p>Quando percebemos que a nossa existência neste planeta é frágil e vulnerável, passamos a sentir uma maior felicidade em relação a tudo aquilo que temos e um maior apreço por todas as pessoas que nos rodeiam. O simples facto de estarmos vivos e de boa saúde deve ser um motivo de felicidade. A experiência da pandemia obrigou-nos realmente a perceber aquilo que é mais importante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="6">
<li><strong>Desenvolver novas soluções</strong></li>
</ol>
<p>Tivemos que nos adaptar. Muitas das nossas rotinas foram destruídas por completo. Os últimos meses obrigaram-nos a um enorme ajuste, tivemos que aprender a viver de forma diferente. Percebemos que é possível (e até benéfico) fazer algumas coisas de maneira diferente. Aperfeiçoamos e agilizamos o funcionamento de certas organizações ou tarefas. Tudo isso será nos útil nos próximos tempos,</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="7">
<li><strong>Maior sentimento de união</strong></li>
</ol>
<p>Praticamente todo o planeta teve que enfrentar esta crise em conjunto. Desta vez todos os países sentiram o impacto desta catástrofe. Como tal percebemos também que no fundo todos fazemos parte de uma enorme família. Todos partilhamos o mesmo planeta, os mesmos recursos, e como tal devemos cuidar disso de uma forma mais atenta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Covid-19. Esperança média de vida na UE cai pela primeira vez em décadas</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/covid-19-esperanca-media-de-vida-na-ue-cai-pela-primeira-vez-em-decadas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Apr 2021 16:52:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[Executive Digest]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A esperança média de vida caiu em 2020 em toda a UE após décadas de aumentos constantes, de acordo com estatísticas provisórias hoje divulgadas pelo Eurostat, que revelaram o impacto da Covid-19.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após a eclosão da pandemia, a esperança média de vida caiu na grande maioria dos Estados-Membros da UE para os quais existem dados de 2020. Em Portugal não foi diferente, com este indicador também a registar uma quebra, ainda que não seja das mais significativas.</p>
<p>Segundo o órgão de estatísticas europeu, a quebra em Portugal foi de 0,8 anos, com a esperança média de vida a fixar-se em 81.1 anos em 2020, quando no ano anterior era de 81.9 anos.</p>
<p>A maior redução foi registada em Espanha, com uma queda de 1,6 anos em comparação com 2019, seguida pela Bulgária, Lituânia, Polónia e Roménia, com quedas ligeiramente menores.</p>
<p>Em Espanha, um recém-nascido em 2020 poderia viver 82,4 anos, em comparação com 84 anos em 2019, o que significa que a expectativa de vida voltou ao nível registado em 2010.</p>
<p>A esperança de vida à nascença, o número médio de anos que um recém-nascido viveria se fosse sujeito às atuais condições de mortalidade, aumentou, em média, mais de dois anos por década desde 1960 em toda a UE, segundo o Eurostat, contudo, este indicador estagnou ou reduziu em vários estados-membros nos últimos anos, sobretudo em 2020 motivado pela pandemia de Covid-19.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://executivedigest.sapo.pt/" target="_blank" rel="noopener">Executive Digest</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Marcar um teste rápido à Covid-19 a partir da Glovo? Sim, é possível</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/marcar-um-teste-rapido-a-covid-19-a-partir-da-glovo-sim-e-possivel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Mar 2021 15:40:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[glovo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta será uma forma inovadora e segura de realizar a marcação deste tipo de testes</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Glovo fechou uma parceria com a plataforma covidtesterapido.pt para simplificar o processo de marcação de testes rápidos à Covid-19. Os utilizadores habituados a utilizar esta aplicação móvel para encomendar o jantar, por exemplo, agora também já podem solicitar a deslocação de um profissional de saúde ao domicílio para a realização do teste.</p>
<div>
<p>Para já, a novidade está disponível somente no Grande Porto e conta com ligação directa à Direcção-Geral da Saúde (DGS). Isto quer dizer que o resultado do teste fica logo disponível para as autoridades competentes.</p>
<div>
<p>A parceria permite a marcação de testes rápidos de antigénio, efectuados através de uma zaragatoa e aprovados pelo Infarmed e pela DGS. Segundo o portal covidtesterapido.pt, apresentam uma taxa de fiabilidade acima de 93%.</p>
<div>
<p>«Tal como acontece se o agendamento for feito directamente no nosso site, os pedidos de marcação realizados via Glovo são realizados por um médico ou enfermeiro, garantindo assim todas as condições de segurança e fiabilidade dos testes, quer no que diz respeito à forma como é realizado bem como aos resultados dos mesmos», adianta João Monteiro, responsável pela plataforma.</p>
<div>
<p>Por agora, o teste antigénio via zaragatoa é o único disponível, mas João Monteiro indica, em comunicado, que em breve haverá mais soluções, «como o teste PCR em casa ou testes comparticipados pelo seguro ou pelo Serviço Nacional de Saúde».</p>
<div>
<p>O covidtesterapido.pt foi criado há cerca de um mês com o objectivo de sistematizar informação e facilitar o acesso à marcação de testes. A parceria com a Glovo representa, de acordo com o responsável, «uma nova forma de agendar os mesmos com total garantia de segurança e qualidade, permitindo dar seguimento à premissa que esteve na génese deste projecto: aplicar a tecnologia ao serviço deste momento tão desafiante que estamos a viver».</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://marketeer.sapo.pt/" target="_blank" rel="noopener">Marketeer</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Covid-19. Afinal, os ginásios são (ou não) locais seguros?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/covid-19-afinal-os-ginasios-sao-ou-nao-locais-seguros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Mar 2021 17:15:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Exercício Físico]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Entretenimento]]></category>
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		<category><![CDATA[covid]]></category>
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		<category><![CDATA[Holmes Place]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos dias em que vivemos, pode sentir-se em segurança num ginásio? Os estudos demonstram que sim.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por: Thordis Berger, CMO &#8211; Chief Medical Officer &#8211; Holmes Place Portugal</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O mundo está a enfrentar um desafio extraordinário devido à pandemia <a href="https://www.holmesplace.com/pt/pt/blog/medical/covid-19-dicas-para-facilitar-a-nossa-vida-com-uma-mascara" target="_blank" rel="noopener noreferrer">COVID-19</a>. A sua epidemiologia mostra que a idade e as desigualdades em termos de <a href="https://www.holmesplace.com/pt/pt/blog/fitness/saude-os-perigos-de-trabalhar-sentado" target="_blank" rel="noopener noreferrer">saúde</a>, bem-estar e situação económica torna as pessoas mais vulneráveis. A doença pode ser particularmente grave para pessoas mais velhas, obesas com comorbidades e pessoas de minorias étnicas. As condições criadas pela pandemia aumentaram a importância da atividade física e do bem-estar para a sociedade.</p>
<p>Embora mais de 71.500 artigos de pesquisa tenham sido publicados em 2020 (até ao início de novembro; referências de banco de dados PubMed incluindo o termo &#8220;COVID19&#8221;), menos de 1% deles (n = 798) estão relacionados com o papel e o impacto que a atividade física pode ter na abordagem da pandemia e, mais importante, na prevenção de uma segunda vaga (referências do banco de dados PubMed incluindo os termos &#8220;COVID-19 e exercício&#8221;).</p>
<p>Isto pode ser surpreendente, dadas as evidências existentes que ligam um estilo de vida ativo (envolvendo atividade física espontânea, exercícios regulares e / ou participação em desportos) e função imunitária reforçada ao longo da vida, incluindo defesa viral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Atividade física e a saúde</strong></h4>
<p>O mundo está a enfrentar um desafio extraordinário devido à pandemia <a href="https://www.holmesplace.com/pt/pt/blog/medical/covid-19-dicas-para-facilitar-a-nossa-vida-com-uma-mascara" target="_blank" rel="noopener noreferrer">COVID-19</a>. A sua epidemiologia mostra que a idade e as desigualdades em termos de <a href="https://www.holmesplace.com/pt/pt/blog/fitness/saude-os-perigos-de-trabalhar-sentado" target="_blank" rel="noopener noreferrer">saúde</a>, bem-estar e situação económica torna as pessoas mais vulneráveis. A doença pode ser particularmente grave para pessoas mais velhas, obesas com comorbidades e pessoas de minorias étnicas. As condições criadas pela pandemia aumentaram a importância da atividade física e do bem-estar para a sociedade.</p>
<p>Embora mais de 71.500 artigos de pesquisa tenham sido publicados em 2020 (até ao início de novembro; referências de banco de dados PubMed incluindo o termo &#8220;COVID19&#8221;), menos de 1% deles (n = 798) estão relacionados com o papel e o impacto que a atividade física pode ter na abordagem da pandemia e, mais importante, na prevenção de uma segunda vaga (referências do banco de dados PubMed incluindo os termos &#8220;COVID-19 e exercício&#8221;).</p>
<p>Isto pode ser surpreendente, dadas as evidências existentes que ligam um estilo de vida ativo (envolvendo atividade física espontânea, exercícios regulares e / ou participação em desportos) e função imunitária reforçada ao longo da vida, incluindo defesa viral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Estudos desenvolvidos e conclusões</strong></h4>
<p>Um estudo que envolveu 3.764 participantes de forma aleatória, desenvolvido pela Universidade de Oslo,<strong> não mostrou transmissão de vírus ou aumento da doença COVID-19 relacionada com a abertura de ginásios que implementaram as devidas medidas de segurança, desinfeção e distanciamento. </strong>Este estudo destaca que a atividade praticada dentro do ginásio pode ser realizada com toda a segurança e com risco limitado.</p>
<p>Em setembro de 2020 foi lançado o estudo SafeACTiVE, encomendado pelo Centro de Pesquisa EuropeActive THINK Active, que visa demonstrar o risco relativo de infeção por COVID-19 em clubes de fitness.</p>
<p>Foram recolhidos dados com base em mais de 62 milhões de visitas a clubes de fitness e instalações de lazer, com apenas 487 casos positivos (de membros e funcionários) relatados de operadoras com base na Alemanha, França, Suécia, Bélgica, Holanda, Espanha, Portugal, Noruega, Suíça, República Checa, Polónia, Dinamarca, Luxemburgo e Reino Unido. <strong>Isto traduz-se numa taxa média de infeção de 0,78 por 100.000 visitas, o que comprova o risco limitado.</strong></p>
<p>Os dados recolhidos procuram atenuar as preocupações com a saúde pública (de utentes e membros),<strong> confirmar que os ginásios são ambientes seguros com um risco relativamente baixo de infeção por COVID-19 e oferecer ao setor da atividade física um forte argumento para manter os seus recursos abertos durante qualquer futuro surto de doenças infecciosas.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.holmesplace.com/pt/pt/co/subscrever-newsletter?utm_campaign=pt-2019-subscrever-newsletter&amp;utm_source=foreveryoung-website&amp;utm_medium=banner&amp;utm_content=homepage" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-208257" src="https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/2021/01/HP_newsletter_newsletter_promo_900x100px-01.jpg" alt="Covid-19. Afinal, os ginásios são (ou não) locais seguros?" width="900" height="100" title="Covid-19. Afinal, os ginásios são (ou não) locais seguros?" srcset="https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/HP_newsletter_newsletter_promo_900x100px-01.jpg 900w, https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/HP_newsletter_newsletter_promo_900x100px-01-768x85.jpg 768w, https://bunny-wp-pullzone-b8qgjsfixo.b-cdn.net/wp-content/uploads/HP_newsletter_newsletter_promo_900x100px-01-600x67.jpg 600w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Um ano de Covid-19. Eis 10 lições (essenciais) que aprendemos com a pandemia</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/um-ano-de-covid-19-eis-10-licoes-essenciais-que-aprendemos-com-a-pandemia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2021 14:52:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[lições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de todas as circunstâncias horríveis que marcaram os últimos meses, a verdade é que existem certos ensinamentos que nos poderão ajudar a viver melhor nos próximos anos.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pandemia irá definir para todo o sempre o ano de 2020. Em março do ano passado a nossa vida mudou. Subitamente a nossa realidade foi alterada, as nossas rotinas forçadas a mudar e a nossa vida social ficou suspensas. Ficámos reféns nas nossas próprias casas.</p>
<p>Um ano depois do início da pandemia, Portugal lamenta mais de 16.000 mortes provocadas pela doença. No resto do mundo milhares de outras pessoas perderam a sua vida. A Economia sofreu igualmente um enorme abalo. Muitas foram as falências e os despedimentos.</p>
<p>Sendo certo que os últimos meses ficaram marcados por todos estes aspetos negativos, é também verdade que a pandemia pode ter tido a capacidade de nos mudar para sempre: tanto para o bem, como para o mal.</p>
<p>O portal <em>AARP</em> recolheu recentemente algumas das lições e ensinamentos que poderão ajudar-nos a melhorar o nosso futuro. Confira aqui as principais conclusões.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Lição #1: a família é fundamental e importa bem mais do que podíamos ter imaginado</strong></h5>
<p>A pandemia obrigou grande parte da população a redescobrir a importância da interdependência entre gerações familiares, assinalando o quanto todos precisamos uns dos outros. No último verão um inquérito da Pew Research concluiu que nos EUA cerca de 50% dos jovens adultos (18-29 anos) se encontravam a viver com os pais. Muito destes jovens foram “obrigados” a voltar às suas casas de família devido à perda de emprego e à necessidade de cuidarem de familiares. Isto representa uma mudança cultural e provavelmente passará a ser mais aceite esta nova realidade codependente.</p>
<p>De resto muitas famílias acolheram igualmente em suas casas os familiares mais envelhecidos que permaneciam em lares. Mais do que nunca tornou-se essencial declarar a importância do cuidador informal e encontrar formas de conseguirmos apoiar a vida das pessoas mais vulneráveis. Com o apoio da tecnologia, da telemedicina e de melhores cuidados de saúde deveremos pensar um novo modelo que permita que as pessoas vivam mais tempo nas suas casas, sem necessidade de serem colocadas em lares.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Lição #2: demos início a uma revolução da medicina e dos cuidados de saúde</strong></h5>
<p>A pandemia deu origem a um enorme progresso cientifico. A busca pela vacina provou isso mesmo. O que antigamente demorava entre 4 a 20 anos, foi alcançado em 11 menos. A inovação no processo como as vacinas e os medicamentos são desenvolvidos poderá mudar para sempre a área.</p>
<p>No futuro é provável que grande parte desta investigação seja utilizada para encontrar novas curas e diferentes tratamentos capaz de combater diversas outras doenças, como o cancro ou os problemas cardíacos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Lição #3: cuidar do nosso bem-estar não deve ser um ato menosprezado</strong></h5>
<p>O tempo que passámos presos em casa obrigou-nos a encontrar o prazer das pequenas coisas. Mais do que nunca ficámos conscientes da importância de privilegiarmos certas atividades e hobbies que possam contribuir para um melhor bem-estar. A saúde mental tornou-se um tema ainda mais relevante, pelo que é expectável que no futuro todos estejam mais cientes da importância de conseguirmos proteger um equilíbrio emocional saudável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Lição #4: é necessário reforçar a poupança</strong></h5>
<p>A crise econômica provocada pela pandemia continua a causar danos. Este acontecimento inesperado relembrou-nos da importância de conseguirmos estar preparados para este tipo de instabilidade. É assim fundamental fazermos todos os esforços para garantir que conseguimos ir poupando ao longo da vida. Para muitos o confinamento originou já uma espécie de frugalidade forçada, dado continuarmos algo impedidos de gastar dinheiro em restaurantes, viagens e lojas. Pode este ser um começo positivo para uma melhor gestão financeira no futuro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Lição #5: o estilo de vida é mais determinante do que a idade para o nosso estado de saúde</strong></h5>
<p>Sendo certo que a idade avançada é um fator de risco para muitos problemas de saúde, a verdade é que a Covid-19 tem comprovado que o nosso estilo de vida pode ser o principal culpado. Muitos estudos têm assinalado o facto de as doenças crónicas poderem ser fatores de risco bem mais perigosos. Problemas como a alta pressão arterial, a obesidade ou doença pulmonar demonstraram ser potencialmente fatais quando combinado com a Covid. Muitos destes problemas são influenciados pelo nosso estilo de vida e pela nossa dieta alimentar. Nos próximos tempos deveremos reforçar a importância dada ao exercício físico, a um estilo de vida mais ativo e às nossas escolhas alimentares.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Lição #6: a tecnologia irá para sempre ser o nosso aliado</strong></h5>
<p>Acima de tudo o resto, a pandemia e o confinamento demonstraram a importância da internet e do mundo digital. Impedidos de sair de casa, todos tivemos que passar a fazer mais compras online e a aceder a serviços digitais que nos permitiram manter alguma conexão. Dos serviços de entrega de comida, até ao streaming e às plataformas de videoconferência, muitas foram as “ferramentas” que descobrimos para nos ajudar a lidar com as circunstâncias. Desta vez, também os mais velhos passaram a usar a tecnologia e dificilmente o irão deixar de fazer no futuro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Lição #7: o trabalho não tem um único lugar fixo</strong></h5>
<p>No início muitos eram os que receavam o modelo de teletrabalho e anunciavam um declínio da produtividade. Todavia os resultados demonstraram algo diferente. Apesar do rápido ajuste e das difíceis circunstâncias os trabalhadores demonstraram conseguir ser tão ou mais produtivos ao trabalharem a partir de casa. Esta experiência coletiva irá provavelmente mudar para sempre o mundo do trabalho e no futuro é expectável verificamos que os modelos híbridos de trabalho ganharam cada vez mais força.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Lição #8: as multidões vão mudar para sempre</strong></h5>
<p>Quando é que nos iremos voltar a sentir confortáveis junto de uma multidão? Essa é ainda uma grande questão. Sendo certo que voltaremos a frequentar grandes eventos e espaços com muitas pessoas, é possível que durante os próximos anos o faremos de forma bem diferente. É provável que as cidades e os espaços comerciais se alterem para ajudar a que os consumidores se sintam mais confortáveis. Novas medidas de segurança e precauções relacionadas com saúde serão parte integrante de grandes eventos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Lição #9: a solidão é um grave problema de saúde</strong></h5>
<p>Um dos grandes problemas do confinamento forçado tem sido a forma como temos deixados os mais vulneráveis isolados nas suas casas e lares. Sendo certo que o objetivo é protegê-los contra o vírus, a verdade é que existem inúmeros outros problemas médicos que podem estar a ser agravados pela solidão e pelo isolamento social.</p>
<p>Infelizmente muitos adultos com mais de 65 anos estavam já habituados a uma realidade mais solitária, todavia desta fez também todos os outros adultos sofreram com este problema. Mais do que nunca estamos conscientes do impacto que a solidão pode ter tanto no nosso bem-estar físico como emocional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Lição #10: a natureza permite-nos viver melhor</strong></h5>
<p>Muitas pessoas ganharam nos últimos meses uma apreciação maior pela natureza e pela vida no exterior. Os raros momentos em que podemos sair e ir dar um passeio junto a um parque ou a uma floresta ganhou uma importância bem maior. Diversos inquéritos têm demonstrado que esta proximidade com a natureza ajuda as pessoas a sentirem-se melhor e mais calmas.</p>
<p>Estamos mais conscientes para a importância de proteger o ambiente. Privilegiamos meios de transporte mais ligeiros que nos permitam apreciar o exterior, assim como cidades que não existam apenas para os carros. Queremos estar rodeados de parques e jardins.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>5 formas de se proteger contra as novas variantes do coronavírus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2021 10:47:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Forever Young]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Perceba quais os cuidados que deve ter ao longo de 2021 de forma a aumentar a sua proteção.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todos queríamos acreditar que 2021 seria bem diferente. Infelizmente continuamos ainda a sofrer os impactos mais negativos desta pandemia. Este começo de ano tem sido devastador tanto em número de novos casos, como em número de mortes.</p>
<p>Uma das principais e assustadoras novidades foi o surgimento de uma nova variante (britânica) do vírus. Segundo os especialistas, esta variante é particularmente mais contagiosa e mortal. Entretanto tem sido anunciada novas variantes do vírus em outras regiões do globo igualmente preocupantes.</p>
<p>Exige-se assim um cuidado redobrado neste começo de ano. Felizmente existem algumas coisas que todos podemos fazer para garantir que nos mantemos seguros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>Usar uma melhor máscara de proteção facial</strong></li>
</ol>
<p>Sobretudo sempre que estiver em espaços fechados com outras pessoas é essencial que utilize a melhor máscara possível. A verdade é as máscaras de proteção “caseiras” feitas de pano nem sempre são tão eficazes para nos protegerem do vírus. Deve assim privilegiar o uso de uma máscara cirúrgica descartável.</p>
<p>Ainda melhor será o uso de máscaras N95 ou KN95. Apesar de serem um pouco mais dispendiosas, os estudos indicam que oferecem uma maior proteção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong>Distanciamento social</strong></li>
</ol>
<p>Será absolutamente necessário que continue a cumprir um distanciamento social ao longo dos próximos meses. Este é um hábito que infelizmente ainda teremos que respeitar, assim como a frequente lavagem das mãos. Todos os cuidados são necessários para controlar esta fase da pandemia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong>Se possível, seja vacinado</strong></li>
</ol>
<p>Caso faça parte de um dos grupos prioritários não deve hesitar. Assim que lhe for dada autorização, deverá imediatamente agendar a toma da vacina. Quanto mais cedo conseguirmos proteger uma grande parte da população, mais rapidamente poderemos voltar a uma vida mais normal, sem tantas restrições. A vacina irá diminuir o risco de contágio no futuro e baixar drasticamente a probabilidade de sofrer os efeitos mais negativos da doença.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li><strong>Cumprir o confinamento e evitar encontros familiares</strong></li>
</ol>
<p>Neste momento a única forma de conseguirmos controlar a evolução da pandemia é respeitarmos o confinamento imposto pelo o Governo. Mantenha-se em casa e apenas vá para o exterior em casos de maior necessidade. Mesmo quando o confinamento mais restritivo terminar, será necessário que sejamos responsáveis e evitemos contactos irresponsáveis com outras pessoas. Não é tempo de organizarmos encontros presenciais com grupos de familiares ou amigos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="5">
<li><strong>Se tiver sintomas isole-se imediatamente</strong></li>
</ol>
<p>Dada a pressão intensa que o Serviço Nacional de Saúde enfrenta, é importante garantir que fazemos o possível para não aumentar exponencialmente o número de camas ocupadas nos hospitais. Caso verifique que está com alguns sintomas – seja tosse, febre, perda de olfato ou paladar &#8211; deverá imediatamente procurar isolar-se e interromper todos os contactos que estabelece com outras pessoas. Entre em contacto com as autoridades de saúde e siga as indicações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>5 ideias que explicam como a pandemia será diferente em 2021</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/5-ideias-que-explicam-como-a-pandemia-sera-diferente-em-2021/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 10:46:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[2021]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Perceba quais são as inovações médicas que irão alterar a forma como tratamos e testamos a doença.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ano de 2020 foi extremamente desafiante. O desafio Covid-19 alterou subitamente todo o funcionamento do nosso planeta. Ninguém estava preparado. O vírus espalhou-se rapidamente um pouco por todo o Mundo e poucas foram as estratégias eficazes para combater este avanço.</p>
<p>Teletrabalho, o uso de máscara, o lavar das mãos, tudo isso tem caracterizado os nossos últimos meses. Sendo certo que em 2021 a pandemia não irá subitamente desaparecer, é também verdade que nos últimos meses têm sido feitos importantes avanço rumo ao total controlo da doença.</p>
<p>Eis algumas ideias que explicam como a pandemia será diferente este ano, enunciadas recentemente pelo portal AARP.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>Novos tratamentos</strong></li>
</ol>
<p>Algo que se tornou bastante claro ao longo da pandemia é o facto de a Covid-19 não ser simplesmente uma doença respiratório. Este é um problema que afeta múltiplos órgãos do nosso organismo. Este simples facto tem dificultado os tipos de tratamentos administrados, garantindo infelizmente que a taxa de mortalidade se mantém algo elevada.</p>
<p>Até agora apenas temos um antiviral que demonstrou ser eficaz ao reduzir o tempo de recuperação dos pacientes Covid-19: o remdesivir. No entanto, continua a ser desenvolvido um enorme trabalho nesta área, pelo que é expectável que este ano sejam apresentados inúmeros outros tipos de tratamentos eficazes. Novos antivirais, anticorpos monoclonais e corticosteroides poderão vir a revolucionar a forma como tratamos esta doença em 2021.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong>Nova forma de administrar tratamentos</strong></li>
</ol>
<p>Para além dos medicamentos, os médicos têm ganho um enorme conhecimento relativo à melhor forma de ir tratando a doença. Estudos recentes têm por exemplo procurado perceber quais os efeitos de um tratamento mais rápido &#8211; feito mesmo quando ainda não existem sintomas &#8211; poderá vir a ter. Tratar logo no início com um conjunto de antivirais ou através da injeção de anticorpos poderá assegurar que os pacientes não desenvolvam os sintomas da doença de uma forma tão grave, reduzindo assim drasticamente o número de internamentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong>Médicos melhor preparados</strong></li>
</ol>
<p>Ao longo dos últimos meses os profissionais de saúde foram capazes de perceber quais os caminhos mais eficazes para a auxiliar a recuperação dos pacientes. Por exemplo, agora quando um paciente Covid-19 necessita de um tratamento respiratório a ventilação invasiva é considerada apenas como último recurso. Atualmente existem outras terapêuticas que são aplicadas preferencialmente de forma assegurar uma recuperação mais rápida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li><strong>Os testes serão mais rápidos e mais acessíveis</strong></li>
</ol>
<p>Os testes rápidos poderão vir a permitir um nível de testagem inédito e que certamente irá ajudar a controlar os “picos” pandêmicos que possam ainda surgir. Em 2021, muitos esperam que venha a ser possível para a maioria da população realizar testes Covid-19 em casa bastante eficazes, sem necessidade de se deslocarem a um qualquer centro de testagem. Um nível de testagem mais alargado irá permitir que cada cidadão possa tomar decisões que potencialmente salvem vidas. Se antes de irmos para o trabalho ou visitarmos um familiar podermos fazer um teste rápido, então passará a ser bem mais fácil controlar a disseminação deste vírus.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="5">
<li><strong>Vacinas, vacinas, vacinas</strong></li>
</ol>
<p>No final do ano passado a notícia pela qual todos esperávamos finalmente chegou. Duas diferentes vacinas – da Pfizer/BioNTech e da Moderna – foram aprovadas pelas agências de saúde mundiais e demonstraram ser eficazes no tratamento da doença. Esta simples noticia promete marcar positivamente todo o ano de 2021. À medida que cada vez mais pessoas tomem a vacina e que as populações vão ganhando lentamente imunidade ao vírus, então conseguiremos finalmente inverter a “curva” e diminuir drasticamente o impacto da pandemia. Ao longo dos próximos meses iremos ter mais informações sobre estas vacinas, assim como é expectável que outros produtos concorrentes possam igualmente chegar ao mercado e tornar a disponibilização das vacinas verdadeiramente global.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Quando pode uma tosse ser sinal de Covid-19? Eis os sinais a que deve estar atento</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/quando-pode-uma-tosse-ser-sinal-de-covid-19-eis-os-sinais-a-que-deve-estar-atento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2020 17:30:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[sinais]]></category>
		<category><![CDATA[tosse]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Podem existir diversos motivos que explicam uma tosse. A Covid-19 é apenas mais um deles.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente estamos todos mais preocupados com o nosso estado de saúde do que nunca. A pandemia obriga-nos a estar mais vigilantes e atento a quaisquer sinais de doença. Basta começarmos a espirar, a tossir ou a sentir um pouco de tontura para começarmos a questionar se serão sintomas de Covid-19.</p>
<p>A verdade é que agora ver alguém a tossir perto de nós é algo aterrador. Se alguém o faz em público o mais certo é que todas as pessoas olhem e comecem lentamente a afastar-se. Mas será que este comportamento faz sentido?</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/5-factos-historicos-sobre-vacinas-que-provavelmente-desconhece/">5 factos históricos sobre vacinas que provavelmente desconhece</a>]</p>
<p>Tossir é um dos sintomas mais comuns, estando associado a inúmeros problemas de saúde. A maior parte deles nada tem a ver com a Covid-19. De resto existem diferentes tipos e intensidades de tosse pelo que para um profissional de saúde é possível diferenciar os problemas. De acordo com os especialistas é possível identificar alguns sinais que podem indicar se uma tosse está (ou não) associada a um caso Covid.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><b>Não tem expetoração/catarro</b></li>
</ol>
<p>Ao longo de toda a pandemia, a tosse associada aos casos Covid-19 tem sido caracterizada como seca. Isto significa que não existe a presença de catarro ou expetoração. No entanto existem inúmeras outras causas para uma tosse seca. As alergias e o refluxo gastroesofágico são apenas alguns desses exemplos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong>Não sente qualquer comichão</strong></li>
</ol>
<p>Se para si a tosse é um sintoma habitual, então provavelmente não deve ser um motivo de grande preocupação. Certas pessoas tem tosse mais frequentemente, sobretudo devido ao tabaco ou devido à época das alergias. Uma das questões que ajuda a distinguir uma tosse provocada pela Covid-19 ou por uma alegria é a sensação de comichão &#8211; muito presente nos casos de alergia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong>Não existe nenhum assobio (pieira) associado</strong></li>
</ol>
<p>Apesar de existirem alguns sintomas comuns a casos de alergias e a casos Covid-19, existem também algumas importantes diferenças que vale a pena lembrar. Os pacientes de asma e alergias registam habitualmente o aparecimento de uma pieira ou som assobio associado à tosse. Isto é algo que não tem sido tão verificado nos casos Covid-19.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li><strong>Tem febre e dores</strong></li>
</ol>
<p>Outra diferença substancial que têm ajudado a diferenciar os casos Covid-19 é o aparecimento de febres e dores musculares. Isto é algo que raramente acontece em casos de asmas ou alergias, pelo que é um sinal claro de que deve ligar para os serviços de saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="5">
<li><strong>Não consegue cheirar ou saborear</strong></li>
</ol>
<p>Este é o sinal que mais tem sido capaz de diferenciar a doença quer gerou a pandemia que enfrentamos. A perda do paladar ou do olfato tem sido um sintoma muito associado à Covid-19. Isto é algo que não acontece em outros casos de gripes, alergias, constipações ou asma. Se a sua tosse é acompanhada por este tipo de sintomas então existe uma enorme possibilidade de estar infetado com o coronavírus.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/partilha-a-sua-casa-com-alguem-com-mais-de-60-anos-estes-sao-os-cuidados-especiais-que-deve-seguir/">Partilha a sua casa com alguém com mais de 60 anos? Estes são os cuidados especiais que deve seguir</a>]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>3 estratégias essenciais para conseguir sobreviver a esta época de Natal</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/3-estrategias-essenciais-para-conseguir-sobreviver-a-esta-epoca-de-natal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2020 10:25:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[emocional]]></category>
		<category><![CDATA[natal]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eis algumas dicas para conseguir aproveitar da melhor forma estas celebrações, protegendo o seu bem-estar emocional</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Gostamos de acreditar que o Natal é uma época do ano repleta de felicidade, onde aproveitamos para estar com a família e disfrutar desse convívio. No entanto este período facilmente se torna uma fonte de enorme stress. Em especial este ano todos teremos que lidar adicionalmente ainda com os desafios provocados pela pandemia.</p>
<p>Torna-se assim importante perceber como podemos encontrar algum equilíbrio que seja capaz de nos ajudar a gerir as nossas emoções ao longo das próximas semanas. De acordo com os especialistas do portal <em>Psychology Today</em>, será inclusive transformar alguns destes desafios em oportunidades para nos aproximarmos ainda mais de quem amamos, fortalecendo as nossas conexões.</p>
<p>Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/10-projetos-diy-que-prometem-tornar-as-suas-prendas-de-natal-bem-mais-especiais/">10 projetos DIY que prometem tornar as suas prendas de Natal bem mais especiais</a></p>
<p>Eis algumas das estratégias úteis que pode adotar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>Receba permissão para não se sentir tão bem e fale sobre os problemas</strong></li>
</ol>
<p>Este ano será tudo diferente. Não há como evitar esta questão, pelo que o melhor é aceitar esta realidade ao invés de tentarmos lutar contra ela. Nesse sentido, é até saudável que tenha a possibilidade de se sentir algo triste e frustrado com esta situação. É normal que tenha saudades de como foi possível viver o Natal em anos passados.</p>
<p>Dito isto não se deve concentrar unicamente nas diferenças. Deve apenas ser capaz de reconhecer que elas existem e, em seguida, avançar. Ao percebermos tudo aquilo de que sentimos mais falta, vamos acabar por dar mais valor a certas coisas que sempre tivemos como asseguradas. Este exercício vai não apenas estimular a nossa resiliência, como irá igualmente garantir que no próximo ano daremos muito mais valor à nossa recuperada “liberdade”.</p>
<p>É recomendado que utilize um caderno para escrever diariamente os seus sentimentos, receios ou pensamentos. Pode ser igualmente bastante útil encontrar alguém com quem possa falar livremente sobre este tema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong>Mantenha-se centrado utilizando uma palavra/tema</strong></li>
</ol>
<p>Uma boa forma de conseguir garantir que irá criar uma perspetiva mais saudável em relação a este Natal, é através da escolha de um só tema que ajudará a definir todas as suas escolhas/ações. Todos os momentos, problemas e situações serão vividos de forma a respeitar o sentido de uma só palavra que deverá marcar toda esta época do ano.</p>
<p>Por exemplo, pode escolher “bondade” como o seu tema. Esta é a palavra que irá definir as suas próximas semanas. Nesse sentido sempre que surgir uma qualquer escolha ou um qualquer desafio, o problema deverá ser sempre encarado com a vontade de nos mantermos amáveis e bondosos.</p>
<p>Pode escolher uma qualquer outra palavra. O importante é que defina algo que ajude a manter o seu foco. Se necessário pode escrever esta palavra em vários papeis e espalha-los pela casa, de forma a que se lembre sempre da forma como deseja encarar os problemas/desafios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong>Seja capaz de apreciar e lembrar as coisas boas</strong></li>
</ol>
<p>Pode parecer estranho tentar retirar alguns pontos positivos de um ano 2020 marcado por tanta dor, incerteza e preocupação. No entanto, este exercício pode ser determinante para assegurar que sente bem e feliz durante este período. Apenas se sentir bem conseguirá depois transmitir essa energia positiva aos outros também.</p>
<p>Faça uma lista onde identifique as coisas boas que conseguiu retirar deste ano. Passar mais tempo com a família? Ter poupado dinheiro em viagens e restaurantes? Não ter que ver pessoas de quem não gosta tanto? Viver um Natal mais calmo e tranquilo, apenas com um número mais restrito de pessoas?</p>
<p>Este exercício pode ajudar muito a quebrar um ciclo emocional mais negativo. Lembre-se que a perspetiva que temos sobre os acontecimentos pode ser “controlada” de forma a assegurar que nos concentramos nos aspetos mais positivos e não exclusivamente nos aspetos mais negativos. Fortaleça o seu otimismo!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/festas-de-natal-via-zoom-conheca-algumas-das-ideias-mais-divertidas-para-os-proximos-dias/">Festas de Natal via Zoom? Conheça algumas das ideias mais divertidas para os próximos dias</a>]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Covid-19. Estes são os 7 mitos mais populares sobre as vacinas</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/covid-19-estes-sao-os-7-mitos-mais-populares-sobre-as-vacinas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2020 16:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[mitos]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aprenda a diferenciar os factos da ficção. Eis toda a verdade sobre as futuras vacinas contra a Covid-19.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este mês foi dado um passo tremendo rumo ao controlo da pandemia provocada pelo coronavírus: no Reino Unido começou já a ser administrada a primeira vacina autorizada contra a Covid-19. A esperança é que este produto da Pfizer (assim como as restantes vacinas candidatas) seja capaz de gerar uma maior imunidade e evitar furas mortes.</p>
<p>Apesar destes avanços científicos existe ainda uma crescente desconfiança em relação a estas vacinas. Muita é desinformação que tem sido veiculada sobre este tema. Nas redes sociais propagam-se histórias, textos e imagens que procuram assustar as populações.</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/5-formas-de-reforcar-o-sistema-imunitario/">5 formas de reforçar o sistema imunitário</a>]</p>
<p>Torna-se assim fundamental conseguir identificar os factos e a realidade sobre estes tratamentos. Assim como quebrar todos os mitos que têm vindo a surgir. Eis alguns dos exemplos mais preocupantes, acompanhados de explicações que deve conhecer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mito #1: Se já teve Covid-19 então não precisa de ser vacinado</strong></p>
<p>Continua a não ser inteiramente claro durante quanto tempo uma pessoa está protegida contra a Covid-19 após uma infeção anterior. Segundo os especialistas, esta imunidade natural parece, no entanto, não ser muito longa. Como tal será recomendado que todos tomem a vacina, independentemente de já terem (ou não) sido infetados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mito #2: Depois da vacina uma pessoa fica imune para o resto da vida</strong></p>
<p>Também é ainda desconhecida a exata duração da imunidade que a vacina irá conseguir gerar. A vacina da Pfeizer será tomada inicialmente em duas doses, no entanto é ainda pouco claro se será necessário mais tarde (por exemplo, no ano seguinte) um reforço ou não.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mito #3: Depois da vacinação pode deixar de usar máscara</strong></p>
<p>A vacina é apenas mais um instrumento para travar o vírus. Não é uma solução absoluta. Vai continuar a ser necessário cumprir outras precauções como o uso de máscara, o distanciamento social e a lavagem de mãos para ultrapassar esta pandemia. Isto porque ainda serão necessários muitos meses para que se atinja uma suficiente imunidade coletiva. Até lá o vírus continuará a espalhar-se de forma perigosa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mito #4: As vacinas injetam-nos uma dose menor de coronavírus</strong></p>
<p>Nenhuma das vacinas em fase final de testes utiliza um vírus vivo. Em alternativa, a forma como a vacina da Pfeizer funcionará é através de um conjunto de técnicas cientificas que irão ensinar o corpo humano a identificar e combater o coronavírus com maior eficácia. O corpo será forçado a produzir certas proteínas estranhas semelhantes ao vírus que mais tarde serão identificadas. Nessa altura o organismo irá produzir anticorpos para combater estas proteínas e o nosso sistema imunitário irá ser capaz de então proteger contra futuras infeções.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mito #5: Vacina mRNA são capazes de alterar o nosso ADN</strong></p>
<p>Duas das vacinas mais promissoras (a da Pfizer/BioNTech e a da Moderna/NIH) utilizam um novo tipo de tecnologia denominada mRNA. Basicamente esta tecnologia funciona como um manual de instruções que irá indicar ao organismo como criar uma resposta imunitária para fazer face a uma determinada infeção.</p>
<p>Nas redes sociais têm sido difundidas a ideia de que estas novas vacinas podem ser capazes de alterar o nosso código genético. Os especialistas das autoridades de saúde têm, no entanto, já descartado esta possibilidade. A verdade que a vacina mRNA nunca entra no núcleo das nossas células e como tal não consegue afetar diretamente o nosso ADN.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mito #6: Não são necessárias as duas doses</strong></p>
<p>Praticamente todas as vacinas em testes finais exigem que o tratamento seja realizado com injeção de duas doses, tomadas com uma certa distância temporal. Sobretudo dado que ainda não é absolutamente claro qual o período de imunidade oferecido pelas vacinas ou se uma simples dose é capaz de travar os casos mais sérios, não ser vacinado uma segunda vez é um grande risco. Todos os testes realizados e os resultados obtidos tiveram como base um tratamento que incluía dois períodos de vacinação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mito #7: Se tiver tomado a vacina da gripe então não irá precisar desta nova vacina</strong></p>
<p>Apesar de o vírus da gripe e a Covid-19 partilharem alguns sintomas semelhantes a verdade é que se tratam de doenças diferentes, causadas por vírus diferentes. Assim são necessárias duas vacinas. É inclusive inteiramente possível que um indivíduo seja infetado tanto com o vírus da gripe como com o coronavírus, pelo que as populações devem assegurar a sua proteção contra ambos os casos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/5-factos-historicos-sobre-vacinas-que-provavelmente-desconhece/">5 factos históricos sobre vacinas que provavelmente desconhece</a>]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://foreveryoung.sapo.pt/covid-19-estes-sao-os-7-mitos-mais-populares-sobre-as-vacinas/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Partilha a sua casa com alguém com mais de 60 anos? Estes são os cuidados especiais que deve seguir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2020 15:09:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[mais de 60]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba como proteger os membros mais vulneráveis da sua família.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dadas as inúmeras restrições à nossa circulação e à constante recomendação para permanecer em casa o mais possível é fácil compreender que a nossa habitação seja agora, mais do que nunca, considerada um local seguro. Um espaço onde estamos protegidos do vírus e dos perigos associados ao convívio no exterior.</p>
<p>No entanto este sentimento pode igualmente contribuir para um maior relaxe dos cuidados assim que entramos dentro de casa. Este é um erro grave que pode ter consequências terríveis, especialmente para os seus familiares mais envelhecidos.</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/planear-o-natal-em-tempos-de-covid-19-eis-5-questoes-que-deve-considerar/">Planear o Natal em tempos de Covid-19? Eis 5 questões que deve considerar</a>]</p>
<p>Não é assim de estranhar que muitos especialistas tenham já recomendado para este tipo de casos o uso de máscara mesmo dentro de casa. A verdade é que basta que um membro da família seja infetado para que o vírus “entre” dentro de sua casa, aumentando significativamente o risco de infeção de todos os outros membros da família.</p>
<p>Dado que com a chegada no Natal, vamos entrar num período novamente de maior risco de contaminação é fundamental que aumente os seus cuidados. Eis algumas das recomendações que deve seguir, de acordo com os especialistas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>Usar máscara em casa pode reduzir o risco de contaminação em mais de 80%</strong></li>
</ol>
<p>Um recente <a href="https://gh.bmj.com/content/bmjgh/5/5/e002794.full.pdf" target="_blank" rel="noopener">estudo</a> publicado no <em>BMJ Global Health</em> analisou o caso de mais de 460 indivíduos pertencentes a 120 famílias residentes em Pequim. O objetivo era identificar as estratégias e métodos mais eficazes para reduzir infeções secundárias. A conclusão foi que o uso de máscara dentro de casa é 79% eficaz no travar das infeções entre membros da mesma família.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong>Devem usar máscara antes de quaisquer sintomas</strong></li>
</ol>
<p>Se pretender esperar até que alguém seja infetado com o coronavírus e revele sintomas para começar a usar a máscara e evitar posteriores contágios, então o mais provável é que já seja tarde demais. Segundo os investigadores do MIT, o nível mais elevado de risco de contágio acontece nas 24-48 horas anteriores à pessoa revelar os primeiros sintomas. Pelo que é fundamental usar máscara antes de quaisquer sinais mais preocupantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong>Desinfetar a casa</strong></li>
</ol>
<p>Este mesmo estudo publicado no BMJ, revelou a forma como a desinfeção da casa pode ser determinante para diminuir a propagação do vírus. Todos os dias deve desinfetar as superfícies da sua casa, especialmente se tiver a seu cuidado alguém com mais de 60 anos. Este simples gesto é 77% eficaz na redução de infeções secundárias dentro de casa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li><strong>Respeitar o distanciamento social dentro de casa</strong></li>
</ol>
<p>Segundo o estudo, as famílias que mantiveram um contacto diário próximo e regular registaram um risco 18 vezes superior de propagação do vírus dentro de casa. Os momentos de refeição ou de lazer no sofá apresentam os maiores perigos. É assim recomendado que a família procure alterar as rotinas de forma a garantir uma maior segurança e um maior distanciamento em certos momentos-chave.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/a-mascara-esta-a-interferir-com-a-sua-capacidade-auditiva-eis-o-que-pode-fazer/">A máscara está a interferir com a sua capacidade auditiva? Eis o que pode fazer</a>]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Pode a COVID-19 causar falta de energia?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/pode-a-covid-19-causar-falta-de-energia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2020 16:17:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[coenzima]]></category>
		<category><![CDATA[coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[q10]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cientistas têm observado como a COVID-19 pode afetar o metabolismo energético do organismo ao alterar alguns dos genes que controlam a produção endógena da coenzima Q10. </p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após a COVID-19 se instalar no organismo, ocorrem uma série de fenómenos. Surgem sintomas como dores de cabeça, dores musculares e problemas respiratórios, cuja gravidade e duração são variáveis. No entanto, cientistas da Universidade Charles de Praga, na República Checa, observaram recentemente que o vírus pode potencialmente prejudicar a renovação de energia que acontece nas mitocôndrias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Causa a mutação de genes importantes</strong></p>
<p>De acordo com um artigo publicado na <em>Bratislavske lekarske listy </em>(<em>Jornal Bratislava Medical)</em>, a COVID-19 parece induzir stress oxidativo que pode causar mutações em alguns dos nove genes envolvidos na produção endógena da coenzima Q10, uma substância  semelhante a uma vitamina, da qual as células dependem para produzir energia.</p>
<p>A biossíntese da coenzima Q10 requer um conjunto de, pelo menos, 12 proteínas, que são codificadas pelos genes CoQ.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Reduz a produção de energia nas mitocôndrias</strong></p>
<p>Então, o que está em risco? Bem, quase todas as células do corpo humano contêm milhares de mitocôndrias, que são como pequenas fábricas onde a energia é produzida. O processo envolve lípidos, proteínas e hidratos de carbono, e a função da coenzima Q10 é regular a conversão bioquímica desses nutrientes numa molécula chamada ATP (trifosfato de adenosina).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O ATP é, essencialmente, energia armazenada bioquimicamente e que está pronta para ser utilizada sempre que a célula precisa de realizar diferentes funções. A diminuição na síntese da coenzima Q10, causada por um vírus, pode prejudicar a capacidade que o organismo tem de produzir energia para funções vitais, como contração muscular, o funcionamento das células imunológicas, a função cerebral, a função cardíaca e outras funções essenciais do corpo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Existem células mais afetadas que outras </b></p>
<p>Alguns órgãos requerem muito mais energia, logo, as suas células contêm mais mitocôndrias, são exemplos: células musculares (incluindo as células do músculo cardíaco), células cerebrais, células hepáticas e células renais. Células com maior densidade mitocondrial geram mais ATP.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ter quantidades suficientes de coenzima Q10 é vital para que ocorra essa produção de energia. Todas as células têm a capacidade de gerar energia, contudo, as células menos exigentes a nível metabólico, são menos afetadas quando essa capacidade se encontra limitada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Coenzima Q10 em cápsulas</strong></p>
<p>Nós, humanos, nascemos com a capacidade de sintetizar a coenzima Q10. A nossa produção endógena atinge um pico por volta dos 20 anos, começando a diminuir à medida que envelhecemos. Também podemos obter coenzima Q10 nos alimentos, contudo, a quantidade é muito limitada e insuficiente para fazer a diferença.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A boa notícia é que a coenzima Q10 está disponível na forma de suplemento. No entanto, como a coenzima Q10 é uma substância que o corpo tem dificuldade em absorver, é fundamental escolher uma marca com biodisponibilidade documentada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Documentado em estudos científicos</strong></p>
<p>Uma empresa dinamarquesa desenvolveu um método de fabrico exclusivo que torna a coenzima Q10 altamente biodisponível. Esta formulação especial foi documentada em dois estudos científicos, o estudo KiSel-10 e o estudo Q-Symbio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O primeiro estudo analisou o efeito combinado de coenzima Q10 e da levedura de selénio orgânico ambas dinamarquesas, que resultou na redução da taxa de mortalidade cardiovascular em 54%, no grupo de participantes que fizeram essa associação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O outro estudo, conduzido apenas com a formulação especial de coenzima Q10, mostrou que esta reduziu a mortalidade em 43 por cento, quando administrada em doentes que sofriam de insuficiência cardíaca crónica. Ambos os estudos foram publicados em revistas científicas reconhecidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fontes:</p>
<p><strong><em>Is mitochondrial bioenergetics and coenzyme Q10 the target of a virus causing COVID-19?</em></strong><em> Gvozdjakova A, Klauco F, Kucharska J, Sumbalova Z. Bratisl Lek Listy. 2020;121(11):775-778. doi: 10.4149/BLL_2020_126. PMID: 33164536.</em></p>
<p><strong><em>Cardiovascular mortality and N-terminal-proBNP reduced after combined selenium and coenzyme Q10 supplementation: a 5-year prospective randomized double-blind placebo-controlled trial among elderly Swedish citizens.</em></strong><em> Alehagen U, Johansson P, Björnstedt M, Rosén A, Dahlström U. Int J Cardiol. 2013 Sep 1;167(5):1860-6. </em></p>
<p><strong><em>The effect of coenzyme Q10 on morbidity and mortality in chronic heart failure: results from Q-SYMBIO: a randomized double-blind trial.</em></strong><em> Mortensen SA, Rosenfeldt F, Kumar A, Dolliner P, Filipiak KJ, Pella D,</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Planear o Natal em tempos de Covid-19? Eis 5 questões que deve considerar</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/planear-o-natal-em-tempos-de-covid-19-eis-5-questoes-que-deve-considerar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Nov 2020 17:36:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[natal]]></category>
		<category><![CDATA[planear]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Perceba como pode assegurar a segurança da sua família nesta quadra natalícia.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como vai ser o Natal este ano? Esta é a pergunta que muitos têm feito nas últimas semanas. A incerteza que tem caracterizado o ano de 2020 determina que poucos são aqueles capazes de prever e planear a forma como</p>
<p>Os efeitos da crise provocada pela Covid-19 têm sido devastadores. Contabilizam-se ao todo mais de um milhão de mortes a lamentar. Milhares de pessoas perderam os seus empregos e muitos negócio abriram falência. Sendo certo que estamos perto de ter uma vacina disponível, a verdade é que a situação ainda não se encontra estabilizada.</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/5-questoes-importantes-sobre-a-vacina-da-pfizer/">5 questões importantes sobre a vacina da Pfizer</a>]</p>
<p>Os efeitos psicológicos e emocionais desta crise são igualmente óbvios. O isolamento social e a incapacidade de estarmos perto de quem mais gostamos tem gerado inúmeros problemas. Com a chegada do Natal todos esperamos conseguir estar reunidos, mas será que podemos? Será possível celebrar em segurança a quadra natalícia com os nossos familiares?</p>
<p>De forma a ajudar a esclarecer estas questões o portal AARP reuniu recentemente o contributo de inúmeros especialistas infeciologistas com o objetivo de perceber de que forma devemos afinal atuar no próximo mês de dezembro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>“Um familiar meu teve Covid-19 há umas semanas. Será que ainda me pode infetar?”</strong></li>
</ol>
<p>Tal como afirmam os especialistas, habitualmente os infetados pelo vírus deixam praticamente de o conseguir propagar após 10 a 14 dias. No entanto, existe ainda muito que não se sabe sobre este vírus. Nada é absolutamente certo, pelo que uma pessoa infetada só deve ter contacto com outra após ter o OK de um médico. Tudo indica que após uma recuperação total estas pessoas deixam de representar um risco para os outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong>“Testei positivo para a Covid-19 no início deste ano. Isso significa que agora estou imune?”</strong></li>
</ol>
<p>Ainda não é completamente possível dar uma resposta definitiva a esta questão. É certo que as pessoas que recuperam da doença demonstram ter uma imunidade inicial, no entanto não sabemos ao certo durante quanto tempo ou com que eficácia. De resto têm existido diversos relatos de pessoas que contraíram o vírus mais do que uma vez.</p>
<p>A verdade é que a severidade da infeção parece igualmente influenciar o número de anticorpos e o tempo que permanecem no sangue. Os casos assintomáticos apresentam níveis de anticorpos significativamente menores quando comparado com os casos que apresentaram sintomas. Isto pode indicar que os assintomáticos apresentam um risco superior de reinfeção, mas neste momento é ainda impossível ter a certeza do nível exato de anticorpos que é necessário para proteger as pessoas do vírus.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong>“No meu concelho já tivemos um surto de casos. Isso pode significar que atingimos agora uma imunidade coletiva? ”</strong></li>
</ol>
<p>A imunidade de grupo tem sido um tema abordado desde o início da pandemia. No entanto esta tem sido uma hipótese descartada pelos especialistas, pelo menos nesta fase da pandemia. É necessário que cerca de 60-70% da população tenha contraído o vírus para que possa existir uma mínima chance de atingir uma imunidade de grupo. Isso parece ainda altamente improvável. Até nas cidades mais afetadas – como Nova Iorque &#8211; a taxa de infeção não parece ultrapassar os 20%.</p>
<p>Uma vacina poderá alterar esta situação e criar condições para que se forme realmente uma imunidade coletiva. No entanto, para que tal aconteça, será necessário que ela esteja disponível universalmente e que os indivíduos a queiram tomar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li><strong>“Se organizar um natal/encontro de Natal com a família devem existir algumas regras que todos devemos seguir?”</strong></li>
</ol>
<p>Todas as famílias terão que conversar sobre este tema. As regras poderão variar dependendo das circunstâncias, mas uma ideia recomendada por alguns especialistas é que se defina que os convidados tenham que se ter vacinado contra gripe antes do jantar de Natal. Isto, no mínimo, deverá ser uma obrigação para todos os mais vulneráveis.</p>
<p>A verdade é que os sintomas da gripe e da Covid-19 são muito semelhantes. É até possível contrair os dois vírus simultaneamente. O grande problema é que apanhar uma gripe pode aumentar significativamente a taxa de mortalidade de uma futura infeção covid. Os pulmões simplesmente não serão capazes de resistir ao coronavírus, caso tenham tido que lidar antes com uma gripe comum. Se tiver acesso à vacina da gripe então tome-a.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="5">
<li><strong>“Toda a minha família está de perfeita saúde. Neste caso a Covid-19 apresenta algum risco?”</strong></li>
</ol>
<p>Como já é sabido é impossível prever com exatidão o quão doente pode ficar um doente Covid-19. Alguns dados parecem indicar que os caso mais graves acontecem em pessoas com níveis de inflamação mais altos nas moléculas do sangue, mas isso não está ainda inteiramente comprovado. Isto deve significar que independentemente do seu estado de saúde, todos devemos assumir o máximo de precauções. Um adulto saudável que seja infetado pelo coronavírus representa um risco para os outros e para si mesmo.</p>
<p>Durante o mês de dezembro ninguém pode ainda relaxar. Todos teremos que tomar decisões difíceis e responsáveis que consigam promover a segurança de quem mais gostamos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="6">
<li><strong>“Vamos ter que eliminar todas as tradições de Natal”</strong></li>
</ol>
<p>Após mais de 6 meses a lidar com este isolamento e distanciamento social é normal que muitos sintam uma enorme vontade de conseguir retomar o contacto com a família no período de Natal. É inteiramente compreensível. No entanto teremos que ser responsáveis e assumir que este ano tudo será completamente diferente. Não faz sentido correr o risco de infetar alguém e possivelmente ser responsável por uma morte. Como tal os ajuntamentos familiares terão que ser reduzidos ao mínimo.</p>
<p>Caso escolha ainda organizar um encontro na noite de Natal existem certamente algumas regras que vão assegurar a segurança dos participantes.</p>
<p>. Todos devem usar máscara durante o encontro. Sem exceções</p>
<p>. Se possível o encontro deve ser realizado no exterior.</p>
<p>. Evitar que as pessoas estejam perto umas das outras durante muito tempo.</p>
<p>. Crie distanciamento e vias de circulação.</p>
<p>. Lavar e desinfetar constantemente as mãos.</p>
<p>. Opte por um encontro via Zoom com alguns familiares mais distantes</p>
<p>. Respeite todos os membros da família que não se sintam confortáveis a comparecer</p>
<p>. Se tiver qualquer tipo de sintoma fique em casa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/costuma-pendurar-meias-junto-a-lareira-no-natal-conheca-aqui-a-origem-desta-tradicao/">Costuma pendurar meias junto à lareira no Natal? Conheça aqui a origem desta tradição</a>]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Covid-19. Como lidar com a atual (e frustrante) perceção de tempo?</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/covid-19-como-lidar-com-a-atual-e-frustrante-percecao-de-tempo/</link>
					<comments>https://foreveryoung.sapo.pt/covid-19-como-lidar-com-a-atual-e-frustrante-percecao-de-tempo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2020 16:40:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[percepção]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=37800</guid>

					<description><![CDATA[<p>É provável que estes últimos meses tenham sido sentidos de uma forma inteiramente diferente</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde o princípio de março que a nossa vida mudou radicalmente. A pandemia provocada pela Covid-19 alterou as nossas rotinas, os nossos locais de trabalho e a nossa vida familiar. Desde então saber lidar com incerteza associada a este momento tornou-se um enorme desafio para muitas pessoas.</p>
<p>Se tiver que dizer: os últimos meses têm parecido passar rapidamente ou durar uma eternidade? As opiniões dividem-se. No entanto uma coisa é certa a nossa perceção do tempo alterou-se.</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/5-dicas-para-recuperar-a-sua-motivacao-em-tempos-de-covid-19/">5 dicas para recuperar a sua motivação em tempos de Covid-19</a>]</p>
<p>Em momentos de crise e incerteza temos tendência a viver diariamente preocupados com o nosso futuro. Ninguém sabe o que vai acontecer. Isso causa-nos uma enorme ansiedade e torna mais difícil colocar o nosso foco no momento presente.</p>
<p>Uma maior clareza e sabedoria podem ser fundamentais para conseguir ultrapassar estes momentos incertos e ajudar – de uma forma mais saudável &#8211; a perceção que temos do tempo que possuímos verdadeiramente.</p>
<p>Eis são os 6 skills que prometem auxiliar este processo, de acordo com o portal <em>Psychology Today</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>Estimular a paciência</strong></li>
</ol>
<p>Se existe algo que todos devemos procurar fortalecer é a nossa capacidade de sermos pacientes. Sobretudo durante este período de incerteza e expectativa em relação às futuras vacinas que nos poderão “salvar”. Diversos estudo tem vindo a comprovar que os indivíduos que se revelam mais pacientes são também aqueles que sofrem menos alterações de humor. Em alternativa são mais empáticos e sentem uma maior gratidão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong>Pragmatismo</strong></li>
</ol>
<p>A sabedoria tem a sua origem num maior pragmatismo. Procure organizar melhor os seus dias. Agende com antecedência momentos que possam gerar algum prazer. Faça coisas novas e diferentes ao longo das semanas. De resto, crie um planeamento diário. Defina concretamente aquilo que quer concretizar nesse dia em particular e tente cumprir a ordem estipulada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong>Desenvolva a sua prática de meditação</strong></li>
</ol>
<p>Cada vez são mais conhecidos os benefícios associados à capacidade de meditar. A nossa disposição e resiliência são fortalecidos sempre que conseguimos agendar momentos de passividade que nos ofereçam clareza sobre como devemos atuar. A meditação é um exercício de controlo. Apesar de todo o caos e incerteza que nos possa rodear, escolhemos parar por uns minutos para nos reequilibrar e para ganhar clareza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li><strong>Ganhe </strong><b>perspetiva</b></li>
</ol>
<p>Evite julgamentos absolutistas. Sempre que definimos os nosso sentimentos com comentários como “eu nunca” ou “eu sempre” estamos a trair o verdadeiro significado da vida. A nossa realidade está em constante mudança. Quando passamos por um momento mais negativo nunca devemos acreditar que estaremos presos a essa realidade para sempre. Claro que devemos lidar com a situação de uma forma séria e respeitosa, mantendo, no entanto, sempre a sabedoria de que as circunstâncias poderão ser melhores no futuro. Isto irá dar-nos esperança e fazer com que nos sintamos melhor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="5">
<li><strong>Estimule-se</strong></li>
</ol>
<p>Apenas nos aborrecemos se nos considerarmos seres pouco interessantes. Seja capaz de usar o seu tempo para fazer coisas estimulantes que o façam sentir menos aborrecido. Encontre atividades que respeitem os seus interesses e o seu desejo natural de criatividade e curiosidade. O tempo irá passar de uma forma bem mais agradável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="6">
<li><strong>Experiencie momentos únicos</strong></li>
</ol>
<p>Os estudos parecem confirmar que sempre que um indivíduo vive um momento de maior deslumbre ou admiração, sente também uma menor impaciência e ganha uma maior satisfação pela vida. Estar perto da natureza, ouvir música incrível ou visitar uma exposição artística são tudo exemplos de situações que nos permitem admirar verdadeiramente a beleza que nos rodeia. Permitindo-nos assim estar mais presentes e gratos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/6-dicas-eficazes-para-conseguir-parar-de-desperdicar-o-seu-tempo/">6 dicas eficazes para conseguir parar de desperdiçar o seu tempo</a>]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>5 questões importantes sobre a vacina da Pfizer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2020 15:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[questões]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eis aquilo que sabemos e ainda não sabemos sobre a forma como esta nova vacina poderá ajudar a combater a pandemia provocada pela Covid-19.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O anúncio feito no início da passada semana pela Pfizer parece ter gerado um enorme sentimento de esperança. Segundo a farmacêutica, os testes preliminares da vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela farmacêutica Pfizer, em parceria com a BioNTech, revelam uma eficácia de mais de 90% na prevenção da doença.</p>
<p>Já esta manhã novos dados divulgados pela empresa relativamente a este estudo sugerem que a vacina poderá ser 95% eficaz, após a confirmação de que dos 170 casos de voluntários que desenvolveram a Covid-19 apenas 8 tinham recebido a vacina. Todos os outros indivíduos faziam parte do grupo “placebo”, sugerindo assim que a vacina pode oferecer uma boa proteção.</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/covid-19-investigadoras-sugerem-metodos-padronizados-para-comparar-eficacia-das-vacinas/">Covid-19: Investigadoras sugerem métodos padronizados para comparar eficácia das vacinas</a>]</p>
<p>Sendo certo que esta é uma notícia animadora, a verdade é que existem ainda muitas questões por responder, tal como refere o portal <em>NextAvenue</em>. Historicamente este tipo de anúncio cientifico é feito após a publicação de uma investigação extensiva e rigorosa, que pressupõe um escrutínio da comunidade cientifica; e não através de um <em>press release</em> empresarial como tem acontecido.</p>
<p>Eis 5 questões importantes que nos permitem compreender um pouco melhor o anúncio deste avanço cientifico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>Durante quanto tempo a vacina protege os pacientes?</strong></li>
</ol>
<p>Segundo a Pfizer e de acordo com os dados confirmados hoje, das cerca de 41 000 pessoas que participaram no estudo apenas 170 ficaram infetadas com o vírus. Estes participantes foram vacinados duas vezes entre Julho e Outubro. Infelizmente a Pfizer não indica durante quanto tempo esta proteção pode fazer efeito ou quantas doses deverão ser tomadas.</p>
<p>De acordo com especialistas da FDA, de acordo com estes dados, pode estimar-se que a imunidade dure entre 6 a 12 meses. Um número algo insuficiente, dado que habitualmente as vacinas só são licenciadas se apresentarem uma proteção mínima de 1 a 2 anos. De resto continuam a não ser comunicados nenhuns efeitos secundários graves associados a esta vacina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong>Vai ser capaz de proteger os mais vulneráveis?</strong></li>
</ol>
<p>Na semana passada a Pfizer não havia especificado qual a percentagem do grupo de participantes que é composta por membro dos grupos de maior risco – idosos, diabéticos e obesos. Esta informação é particularmente importante pois sabemos que existem muitas vacinas que não são tão eficazes na proteção de adultos com mais de 65 anos.</p>
<p>Felizmente os novos dados revelados hoje, indicam que a vacina parece ser eficaz independentemente dos grupos demográficos e étnicos dos participantes. Segundo a Pfizer e BioNTech a vacina revela uma eficácia de 94% para os adultos com mais de 65 anos. Esta é uma confirmação promissora que permite sugerir que a vacina será capaz de proteger os mais vulneráveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong>Poderá vir a ser distribuída com eficácia?</strong></li>
</ol>
<p>Ao contrário de outras vacinas que se encontram atualmente nas fases finais de teste, a da Pfizer necessita de se manter refrigerada e preservada a -70ºC, desde a altura em que é produzida até ao momento de injeção. A empresa anunciou um plano elaborado para o transporte das doses em camiões, podendo mais tarde criado locais designados e especiais para a vacinação. No entanto continua a não ser inteiramente claro se os profissionais de saúde e os mecanismos de distribuição serão realmente capazes de assegurar todas estas condições especiais, sobretudo em países menos desenvolvidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li><strong>Pode este anúncio precoce prejudicar o futuro das outras vacinas?</strong></li>
</ol>
<p>Ainda não é possível determinar se a vacina da Pfizer será a melhor e mais eficaz no combate à Covid-19. No entanto caso as agências de saúde aprovem com rapidez esta vacina em particular isso pode colocar uma enorme pressão nos estudos das outras vacinas. Não apenas para que estes acelerem as suas conclusões, mas também porque muitos possíveis participantes podem sentir-se desencorajados a participar num estudo incerto, caso já exista uma outra solução cientificamente aprovada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="5">
<li><strong>Pode o estudo da Pfizer acelerar as outras vacinas?</strong></li>
</ol>
<p>Os cientistas parecem estar muito interessados em perceber se os participantes do estudo que receberam a vacina mas ficaram doentes acabaram por produzir níveis menores de anti-corpos, quando comparado com os participantes que se mantiveram saudáveis. Um estudo do sangue destes indivíduos poderá permitir concluir se existe um nível mínimo de anticorpos necessário para assegurar a proteção contra a doença. Com esta informação seria depois possível determinar se outras vacinas poderiam ser eficazes, sem ter que as testar num grupo alargado de pessoas. No entanto este tipo de certeza é muito difícil de obter pelo que é improvável que este estudo em particular seja capaz de acelerar outras vacinas em curso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/estarei-protegido-quatro-vacinas-que-todos-os-adultos-com-mais-de-50-anos-precisam/">Estarei protegido? Quatro vacinas que todos os adultos com mais de 50 anos precisam</a>]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Afinal, quanto tempo está a passar na cozinha? Consumo em casa &#8220;dispara&#8221; em Portugal</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/afinal-quanto-tempo-esta-a-passar-na-cozinha-consumo-em-casa-dispara-em-portugal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2020 11:32:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Prazeres]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[cozinha]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[teletrabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre Junho de 2019 e Junho de 2020, os portugueses passaram mais uma hora a cozinhar por semana – ou mais oito minutos por dia, de acordo com um novo estudo.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre Junho de 2019 e Junho de 2020, os portugueses passaram mais uma hora a cozinhar por semana – ou mais oito minutos por dia. Esta é apenas uma das alterações aos hábitos em função da pandemia que tem influência no consumo: segundo um estudo da Kantar analisado pela Centromarca, mais tempo a cozinhar significa mais oportunidades para entrar nos pratos dos portugueses.</p>
<div>
<p>No geral, o consumo no lar ganhou mais ocasiões naqueles que seriam momentos tipicamente fora de casa, como o almoço ou o lanche a meio da tarde. Além do teletrabalho, que fez com que mais portugueses cozinhassem e comessem em casa, verifica-se também um aumento no consumo ligado ao prazer: mais momentos elaborados e mais momentos de convívio. Como consequência, 45% das ocasiões de consumo perdidas fora de casa estão relacionadas com o prazer (por oposição a conveniência ou hábito).</p>
<p>«A análise mostra que quase dois terços dos momentos de consumo que fazemos em casa estão a ser partilhados e correspondem, de alguma forma, à compensação da necessidade de socialização que se perde fora de casa», explica Marta Santos, Manufacturers Sector director da Kantar.</p>
<div>
<p>O estudo “Mudanças no consumo em Portugal após a quarentena” indica que, no pós-quarentena, os portugueses estão a fazer mais três ocasiões de consumo em casa face à média dos anos anteriores.</p>
<div>
<p>Em média, no mês de Junho, por exemplo, a evolução em ocasiões por momento de consumo aumentou 13,9% em relação ao meio da manhã; 38,5% em relação ao almoço; e 33,7% ao meio da tarde, em comparação com igual período do ano passado.</p>
<div>
<p>Uma das alterações em destaque diz respeito ao jantar, que se aproximou do almoço tanto em termos de número de consumidores como no número de ocasiões em casa: passou de 4,2 em Junho de 2019 para 5,2% em Junho deste ano.</p>
<div>
<p>Além disso, depois do jantar, os momentos de convívio passaram a acontecer dentro de casa, principalmente entre os consumidores entre os 20 e os 34 anos – que habitualmente estão 25% acima da média na presença fora de casa depois do jantar, revela o estudo.</p>
<div>
<p>A variedade de momentos de consumo em casa – que vai além da refeição – levou a um aumento da venda de bebidas. A cerveja, em especial, viu o volume total comprado para consumo dentro de casa aumentar 16%.</p>
<div>
<p>Olhando para o panorama geral, Pedro Pimentel, director-geral da Centromarca, considera que a segunda vaga da pandemia e as medidas que estão a ser tomadas, embora necessárias, poderão penalizar ainda mais o consumo e a economia nos próximos meses.</p>
<div>
<p>«O retrocesso no regresso a uma progressiva normalidade, os condicionalismos à mobilidade dos cidadãos e os receios associados ao consumo fora de casa penalizam fortemente o sector e terão um fortíssimo impacto no tecido económico nacional, com enormes custos financeiros e sociais. Esta segunda vaga representa, em especial para o Canal Horeca, o dinamitar da ténue recuperação que vinham a fazer a partir dos meses de Maio e Junho, e pode significar a sentença de morte para milhares de estabelecimentos», afirma.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(artigo originalmente publicado no site <a href="https://marketeer.sapo.pt/" target="_blank" rel="noopener">Marketeer</a>)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Benefícios emocionais do uso de máscara? Conheça-os aqui</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/beneficios-emocionais-do-uso-de-mascara-conheca-os-aqui/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2020 10:19:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Benefícios]]></category>
		<category><![CDATA[coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[emocional]]></category>
		<category><![CDATA[mascara]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma máscara facial não nos protege apenas contra o contágio e propagação do vírus. É um simples gesto que nos ajuda igualmente a sermos melhores pessoas.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem inúmeras razões racionais e cientificas para promover o uso alargado de máscaras ao longo deste período de pandemia. O consenso dos especialistas é de que o uso de máscara é uma das formas mais eficazes de nos protegermos &#8211; a nós e aos outros &#8211; do coronavírus. É algo simples que todos podemos e devemos fazer.</p>
<p>De resto este tipo de hábito pode ainda ajudar a proteger a nossa pele de perigosos raios UV, reduzindo os efeitos mais negativos desta exposição. Diminuindo o risco de envelhecimento prematuro e cancro da pele.</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/covid-19-5-coisas-que-nao-deve-mesmo-fazer-ao-utilizar-e-lavar-mascaras/">Covid-19. 5 coisas que não deve (mesmo) fazer ao utilizar e lavar máscaras</a>]</p>
<p>No entanto existem igualmente um conjunto de razões mais emocionais que podem justificar o uso deste tipo de máscara protetora. Descubra alguns dos fatores emocionais, listados pelo portal <em>Psychology Today</em>, que podem convencer qualquer um a colocar a sua máscara individual.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>Sentimento de responsabilidade</strong></li>
</ol>
<p>Quando usamos uma máscara sentimo-nos adultos responsáveis. Sabemos que estamos a fazer o que é indicado para proteger a saúde de todos. Isso faz-nos sentir bem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong>É um gesto educado</strong></li>
</ol>
<p>É bom sentir que estamos a respeitar as outras pessoas e que estamos a cuidar do seu conforto. Queremos garantir que as pessoas não se sentem desconfortáveis ao passar ao nosso lado e que não sentem a necessidade de passar para o outro lado do passeio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong>Pode ser confortável</strong></li>
</ol>
<p>Sendo certo que durante os meses de verão o uso de máscara se tornou claramente mais desconfortável devido às altas temperaturas e ao suor, a verdade é que a situação muda quando entramos nos dias mais frios. Uma máscara de pano em torno da sua boca e nariz pode agora ser agora algo bem mais confortável que nos ajuda a proteger contra os ventos frios de inverno.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li><strong>Permite esconder os nossos sentimentos</strong></li>
</ol>
<p>Se tem tendência para não conseguir nunca esconder aquilo que verdadeiramente sente, a máscara facial pode representar um aliado. Quando metade da nossa cara está coberta é mais fácil garantir que os outros não percebem exatamente tudo aquilo que estamos a sentir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="5">
<li><strong>Pode até fazer com que se sinta mais bonito/a</strong></li>
</ol>
<p>Algumas pessoas consideram os seus olhos como o aspeto mais atrativo da sua própria imagem. Ora, a máscara é capaz de dar um ainda maior destaque a esta região, fazendo sobressair a beleza do seu olhar. De resto, a máscara pode ainda ser considerado um acessório de moda que nos permite fazer conjugações interessantes com o resto do nosso look.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="6">
<li><strong>Sente-se protetor</strong></li>
</ol>
<p>Sentir que estamos a cuidar ativamente de outras pessoas é algo que nos faz sentir bem. É um gesto altruísta que fortalece o nosso caráter e que pode elevar a nossa autoestima.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/covid-19-solucoes-caseiras-que-pode-utilizar-como-mascara-facial/">Covid-19. Soluções caseiras que pode utilizar como máscara facial</a>]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Atenção: estes são os 3 ambientes que mais podem agravar propagação da Covid-19</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/atencao-estes-sao-os-3-ambientes-que-mais-podem-agravar-propagacao-da-covid-19/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2020 11:40:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[contagio]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[propagaçao]]></category>
		<category><![CDATA[risco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caso abram em pleno estes são os locais que representam um maior risco, de acordo com um novo estudo.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A reabertura de restaurantes, ginásios e hotéis comporta o maior risco de propagação da Covid-19, segundo apurou um estudo norte-americano, elaborado com base na utilização de dados de telemóveis de 98 milhões de cidadãos, a fim de modelar os riscos de infeção em diferentes locais.</p>
<p>Os investigadores da Universidade de Stanford e da Northwestern University, nos Estados Unidos, utilizaram dados recolhidos entre março e maio em cidades de todos os estados para mapear os movimentos. Assim, analisaram para onde foram, quanto tempo permaneceram em determinado local, quantas pessoas lá estiveram e de que bairros eram provenientes. Depois, combinaram essa informação com dados sobre o número de casos e a forma como o vírus se espalhava para criar modelos de infeção.</p>
<p>Em Chicago, por exemplo, o modelo do estudo antevê que se os restaurantes forem reabertos e funcionarem em plena capacidade podem gerar quase 600.000 novas infeções.</p>
<p>O estudo, publicado esta terça-feira <a href="https://www.nature.com/articles/s41586-020-2923-3" target="_blank" rel="noopener">na revista científica <em>Nature</em></a>, constatou também que cerca de 10% dos locais examinados foram responsáveis por 85% das infeções previstas.</p>
<p>Os modelos produzidos na investigação também sugeriram que não são necessários confinamentos generalizados para manter o vírus sob controlo. Segundo os investigadores, máscaras, distanciamento físico e capacidade reduzida podem desempenhar um papel importante para manter o número de infeções controlado.</p>
<p>Por exemplo, a limitação da ocupação a 20% em locais na área metropolitana de Chicago reduziu em mais de 80% as novas infeções previstas no estudo. E como os limites de ocupação só afetaram principalmente o número de visitas que tipicamente ocorrem durante as horas de ponta, os restaurantes perderam 42% dos clientes em geral.</p>
<p>A redução da lotação, sugerida pelo estudo, pode ser bastante eficaz para conter o vírus, proporcionando, ao mesmo tempo, benefícios para o comércio e economia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://executivedigest.sapo.pt/" target="_blank" rel="noopener">Executive Digest</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Covid-19: Investigadoras sugerem métodos padronizados para comparar eficácia das vacinas</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/covid-19-investigadoras-sugerem-metodos-padronizados-para-comparar-eficacia-das-vacinas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2020 12:30:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[vacinas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma eficaz comparação entre as várias candidatas a vacina só será possível se todos seguirem os mesmos métodos</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com um artigo publicado na revista científica “<em>The Lancet Infectious Diseases</em>“, investigadoras da Universidade de Oxford sugerem parâmetros padronizados para comparar as candidatas a vacinas contra a covid-19, e depois da sua aprovação recomendam estudos complementares de modo a avaliar a eficácia contra casos de doença grave.</p>
<p>As investigadoras defendem que uma comparação entre as várias candidatas a vacina contra a covid-19 só será possível se avaliarem a eficácia da vacina com base em métodos padronizados.</p>
<p>“É pouco provável que tenhamos uma única vacina vencedora na corrida contra a covid-19. Tecnologias diferentes vão trazer vantagens distintas que serão relevantes em situações diferentes”, explica Susanne Hodgson, uma das autoras, citada em comunicado divulgado pela agência Lusa.</p>
<p>Como de momento estão em avaliação clínica 44 candidatas e outras 154 estão em desenvolvimento pré-clínico, todas com tecnologias diversas, as autoras apelam que seria importante que as várias equipas de investigação que estão a trabalhar numa vacina aplicassem parâmetros quantificáveis e padronizados durante os ensaios clínicos e que fossem claros em relação às limitações, para facilitar a comparação da sua eficácia.</p>
<p>“Adotar uma abordagem padronizada para medir o sucesso da vacina nos ensaios clínicos será importante para fazer comparações significativas, para que as candidatas mais eficazes tenham um uso mais amplo”, refere Susanne Hodgson, no mesmo comunicado.</p>
<p>Para além disso, as investigadoras defendem que os ensaios clínicos podem não ser suficientes para determinar se uma vacina é capaz de proteger contra situações de doença grave ou morte por covid-19, e por isso recomendam estudos contínuos e de longo prazo depois do licenciamento e implementação de uma candidata.</p>
<p>As cientistas defendem que, provavelmente só será possível perceber a eficácia da uma vacina depois de já ter sido administrada a uma larga população e, nessa altura, será necessário conduzir estudos de longo prazo, que irão permitir também assegurar a avaliação contínua da sua segurança.</p>
<p>As investigadoras sublinham ainda que, apesar de alguns países poderem implantar as vacinas contra a covid-19 apenas com base nos dados sobre a sua segurança e imunogenicidade, o objetivo do desenvolvimento de uma vacina é ter evidências diretas sobre a sua eficácia na proteção contra a infeção e a doença, para que a fabricação de vacinas eficazes possa ser aumentada seletivamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.netfarma.pt/" target="_blank" rel="noopener">NetFarma</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Mais de 750 queixas sobre falta de segurança sanitária nas lojas</title>
		<link>https://foreveryoung.sapo.pt/mais-de-750-queixas-sobre-falta-de-seguranca-sanitaria-nas-lojas/</link>
					<comments>https://foreveryoung.sapo.pt/mais-de-750-queixas-sobre-falta-de-seguranca-sanitaria-nas-lojas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2020 16:16:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde & Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[desinfeção maos]]></category>
		<category><![CDATA[Marketeer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aglomeração de pessoas em lojas, afunilamento nas caixas, ausência da distância de segurança ou funcionários desprotegidos são algumas das reclamações dos consumidores portugueses – dirigidas ao sector do retalho, centros comerciais, lojas, hiper e supermercados.</p>
<p>Leia mais artigos em https://foreveryoung.sapo.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em Março, o número de reclamações no Portal da Queixa referentes à falta de segurança sanitária nas lojas em Portugal situava-se nos 63. A partir daí, foi sempre a subir até Julho, quando se verifica uma nova descida até aos 59 casos em Setembro. No corrente mês de Outubro, até dia 20, contabilizaram-se 24 queixas neste sentido.</p>
<div>
<p>O pico teve lugar em Maio, quando o Portal da Queixa recebeu 183 reclamações associadas a problemas de higiene. No total, são 760 as queixas realizadas entre Março e Outubro, ou seja, no período de pandemia.</p>
<p>Aglomeração de pessoas em lojas, afunilamento nas caixas, ausência da distância de segurança ou funcionários desprotegidos são algumas das reclamações dos consumidores portugueses – dirigidas ao sector do retalho, centros comerciais, lojas, hiper e supermercados.</p>
<div>
<p>«A pandemia de COVID-19 veio colocar em causa a confiança dos consumidores relativamente ao consumo. Por isso, todas as medidas de proteção implementadas pelas marcas devem ser, não só um mecanismo de prevenção pedagógico, como também um reforço da confiança juntos dos seus clientes», comenta Pedro Lourenço, CEO do Portal da Queixa e fundador da Consumers Trust.</p>
<div>
<p>De acordo com o responsável, verifica-se que, em muitos casos, esse objetivo falhou, provocando mesmo o efeito oposto ao afastar clientes dos espaços comerciais públicos.</p>
<div>
<p>Os dados do Portal da Queixa mostram que que os meses com mais reclamações (Abril, Maio e Junho) coincidem com os períodos de aumento no número de infetados. Isto sugere que, nos momentos mais críticos da crise sanitária, os consumidores não sentiram o cuidado que seria necessário por parte dos comerciantes.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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<p>(artigo originalmente publicado no site <a href="https://marketeer.sapo.pt/" target="_blank" rel="noopener">Marketeer</a>)</p>
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