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5 factos históricos sobre vacinas que provavelmente desconhece

Ao longo do séc. XX estes avanços científicos foram capazes de transformar a população mundial.

3 Dezembro 2020
Forever Young

Atualmente é praticamente impossível passar um dia sem ouvirmos falar sobre vacinas. A antecipação é grande e muitos acreditam que as fases finais dos ensaios clínicos relativos aos projetos das vacinas contra a Covid-19 determinam que muito em breve teremos a possibilidade de receber as primeiras vacinas eficazes.

É absolutamente necessário conseguir controlar a pandemia e para esse efeito a vacina será um aliado determinante. A História é capaz de provar a forma como este tipo de tratamento foi capaz de erradicar inúmeras terríveis doenças que afetaram as populações nos últimos 100 anos.

[Leia também: Covid-19. 5 mitos (perigosos) sobre a vacina que deve mesmo esquecer]

Apesar de sabermos que habitualmente são eficazes, existe muita informação que desconhecemos sobre as vacinas. Eis alguns factos históricos recolhido pelo portal History que prometem ajudar a compreender a forma como funcionam, assim como outras curiosidades.

 

  1. Como funciona uma vacina?

Uma vacina é basicamente um alerta para o sistema imunológico. A mesma bactéria ou vírus do qual nos queremos proteger é inoculado no sangue, mas de forma enfraquecida ou morta. Dessa forma, o sistema é acionado para matar esse corpo estranho e a partir desse momento “aprende” a fazê-lo. A “memória imunológica” desenvolve-se e a partir desse momento o corpo fica imune à doença. É por isto que, às vezes, as vacinas produzem certas contraindicações, como febre ou mal-estar, uma vez que o sistema imunológico está ativo. O sistema está a lutar contra a doença já enfraquecida.

 

  1. História das vacinas

Nos finais do século XVIII, a varíola era uma das principais causas de morte de toda a população. Estima-se que 60% da população tenha sido afetada. Nessa altura, já se conhecia que inocular o próprio tecido doente funcionava em alguns casos, mas era extremamente perigoso. Foi Edward Jenner a quem ocorreu uma teoria que eventualmente levaria à invenção das vacinas. Este observou que as leiteiras, que estavam em contato com as vacas, muitas delas eram imunes ao vírus. Durante a ordenha, estas estavam em contato direto com o pus das bolhas virais das vacas, o que o leva a deduzir que esse contato as protegia da própria doença.

Em 1796, Edward Jenner inoculou um rapaz de 8 anos com pus de uma leiteira que havia contraído o vírus. Depois disso, tentou várias vezes infetá-lo (técnica conhecida como varíolação), impossibilitando-o de contrair a doença.

 

  1. Tipos de vacinas

Existem diferentes tipos de vacinas, dependendo da doença e vírus que se pretende combater:

  • Vivos, atenuados: sarampo, papeira, rubéola…
  • Inativo, mortos: poliomielite e hepatite A;
  • Toxina inativa (toxoide): difteria, tétano …
  • Sub-unitária: hepatite B, influenza …

 

  1. Origem da palavra “vacina”

Etimologicamente, vem de vacca (vaca em latim), pois foi através das leiteiras que ordenhavam que Jenner percebeu que eram imunes. Acredita-se que estes contraiam uma variante menor da varíola, a que chamam de varíola bovina.

 

  1. Quanto tempo demora o desenvolvimento de uma vacina?

Não existe uma resposta concreta a esta questão, pois são muitos os fatores que a influenciam. De acordo com a vanaguardia.com, em condições normais, o desenvolvimento de uma vacina pode levar dez anos. O desenvolvimento mais rápido de uma vacina até agora foi o do Ébola, no entanto tudo indica que a vacina contra a Covid-19 vá bater todos os recordes. Em menos de um ano a Pfeizer já conseguiu aprovação e o OK para iniciar a campanha de vacinação no Reino Unido.

 

 

[Leia também: 5 questões importantes sobre a vacina da Pfizer]

 

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