Conheça o melhor aliado para conseguir uma pele perfeita

Todos queremos uma pele lisa, tonificada e saudável, não é?

A Atida | Mifarma, ecossistema online de saúde e bem-estar que pretende tornar-se na maior plataforma de saúde online da Europa, explica hoje o papel que os rolos de jade, utilizados na China desde o século VII, podem ter nesta jornada – com propriedades benéficas inegáveis para as zonas do rosto, pescoço e decote.

O que é o rolo de jade e que benefícios traz?
O rolo de jade é uma ferramenta de drenagem linfática composta por um braço de arame e duas pedras de jade polidas. Serve para massajar o rosto, o pescoço e a zona do decote de forma a estimular a circulação linfática e combater a retenção de líquidos.

Ao mesmo tempo, promove a tonificação, funcionando quase como uma sessão de ginásio para a pele facial – ainda que garanta melhores resultados se for incluído numa rotina de cuidado regular.

Esta ferramenta ajuda a desintoxicar a pele, a reduzir inchaços e a estimular a linfa, o que por sua vez combate a flacidez e o aparecimento de rugas.

Também liberta a tensão dos músculos faciais e promove o rejuvenescimento e luminosidade da tez, reduzindo as olheiras.

Como utilizar o rolo de jade
Antes de mais, é preciso definirmos o nosso propósito com a utilização do rolo de jade. Para fazer uma massagem drenante, por exemplo, recomenda-se a passagem da pedra no sentido da linfa; mas se o objetivo for tonificar o rosto, a pedra deve ser rodada no sentido contrário ao da gravidade, para “levantar” os músculos. Para maximizar este efeito de lifting, pode utilizar-se um creme hidratante antienvelhecimento durante a massagem.

O rolo de jade deve ser usado entre 3 e 5 minutos por dia, não excedendo as cinco repetições em cada zona:

Na testa e nas sobrancelhas, deve ser deslizado para cima e para os lados, sempre a partir do centro;

No contorno dos olhos, o ideal são fricções curtas e delicadas nas áreas com rugas, em sentido ascendente;

Nas maçãs do rosto, a pedra de jade deve ser deslizada desde o sulco dos lábios até às têmporas, em movimentos oblíquos e ascendentes;

No queixo, é preferível girar a pedra desde o queixo até ao lóbulo da orelha;

No pescoço, devem privilegiar-se os movimentos ascendentes sem fazer demasiada pressão.

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