<br><br><div align="center"><!-- Revive Adserver Asynchronous JS Tag - Generated with Revive Adserver v5.5.0 -->
<ins data-revive-zoneid="25" data-revive-id="6815d0835407c893664ca86cfa7b90d8"></ins>
<script async src="//com.multipublicacoes.pt/ads/www/delivery/asyncjs.php"></script></div>
Partilhar

Elon Musk garante que primeiro paciente da Neuralink pode usar rato de computador com a mente

Elon Musk garante que primeiro paciente da Neuralink pode usar rato de computador com a mente
Forever Young

Elon Musk, fundador da Neuralink, garantiu hoje que o primeiro paciente a quem foi implantado um ‘chip’ cerebral desta empresa tecnológica é agora capaz de controlar um rato de computador através do seu pensamento.

“Ele parece ter-se recuperado totalmente, sem quaisquer efeitos nocivos registados e é capaz de controlar o rato e movê-lo pelo ecrã apenas com o pensamento”, garantiu o magnata da tecnologia, durante uma sessão do Spaces na rede social X.

Escolha a Forever Young como fonte preferida no Google Escolher ›

Até este primeiro implante, que foi inserido no mês passado, este tipo de aplicações cerebrais tinham sido desenvolvidas apenas numa direção: do cérebro para o exterior, normalmente um computador que processa os sinais.

Mas o projeto Neuralink pretende ser capaz de transferir informação também na outra direção, em direção ao cérebro.

A ‘startup’ Neuralink concentrou-se especificamente em projetar implantes para humanos capazes de interpretar sinais cerebrais para controlar diferentes tecnologias para que pessoas que perderam sentidos como a visão, o tato ou a fala, possam recuperá-los.

Continue a ler após a publicidade
Continue a ler após a publicidade

Recentemente, a empresa especificou que está a trabalhar em paralelo com dois tipos de implantes, um para restaurar a visão “mesmo em quem nunca a teve” e outro para restaurar funções corporais básicas em pessoas com paralisia, devido a danos na medula espinhal.

A Neuralink começou a recrutar pacientes para o seu primeiro ensaio clínico em humanos no outono, após receber a aprovação da agência para a segurança alimentar nos EUA (FDA, na sigla em Inglês) em maio.

Outras empresas também já instalaram um implante cerebral, também chamado de interface cérebro-máquina (IMC), num ser humano.

Em setembro, a empresa neerlandesa Onward anunciou que estava a testar o acoplamento de um implante cerebral a outro que estimula a medula espinhal, com o objetivo de permitir que um paciente tetraplégico recuperasse a mobilidade.

Continue a ler após a publicidade

Já em 2019, investigadores do instituto Grenoble Clinatec apresentaram um implante que

Lusa