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Regresso às aulas. 5 dicas para ajudar a reduzir a ansiedade dos mais novos

Em tempos atribulados pode ser necessária uma atenção redobrada por parte dos pais e avós.

28 Agosto 2020
Forever Young

Os últimos meses foram desafiantes para todos. As famílias tiveram que reajustar as suas rotinas e dinâmicas devido à evolução da pandemia provocada pela Covid-19. Independentemente da sua idade o mais provável é que tenha registado um maior stress e ansiedade.

Este período foi especialmente desafiante para as crianças. Muitas vezes ainda incapazes de compreender totalmente as complexas circunstâncias que vivemos, a verdade é que forma expostas a um excesso de informação e de medidas de segurança sem paralelo.

[Leia também: 5 sinais (silenciosos) de que o stress está a começar a afetar a sua saúde]

Num momento em que milhares de jovens se preparam para regressar às aulas e à escola muita incerteza continua a afetar o nosso dia-a-dia. Este receio pode contribuir para uma maior sensação de stress e ansiedade que pode comprometer o bem-estar dos mais novos, assim como a capacidade de aprendizagem destes.

É necessário que os pais desempenhem nesta fase um “papel” mais presente, no sentido de conseguir apoiar os seus filhos durante este período. Eis 5 recomendações do portal Psychology Today que todas as famílias devem seguir.

 

  1. Responda às questões da criança e reduza a exposição dela aos noticiários

As circunstâncias e os problemas complexos atuais podem ser difíceis de explicar bem a uma criança. Isso não significa que os pais, avós e cuidadores não se devem esforçar para responder da melhor forma às questões e dúvidas dos mais novos. Respostas honestas e apropriadas à idade são importantes para reconfortar as crianças.

Os pais devem ter ainda um cuidado especial para evitar que os seus filhos estejam constantemente a acompanhar boletins noticiosos que possam assustar e contribuir ainda mais para ansiedade destes. A realidade pode ser avassaladora. Nesta fase o fundamental será transmitir uma sensação de segurança, garantindo que se os filhos seguirem todas as precauções necessárias tudo estará ok.

  1. Ajude-os a desenvolver uma maior sensação de autoconhecimento e autocontrolo

Ao estimular a capacidade e sensação de controlo emocional nas crianças estará a contribuir positivamente para que se tornem seres mais resilientes. Neste momento, e no meio de tanta incerteza, é importante reforçar aquilo que todos podemos controlar efetivamente, as recomendações de segurança que devemos seguir. Manter algum distanciamento, lavar as mãos com frequência, não tossir nem espirar para o ar, não tocar em muitas superfícies, etc. Estas são algumas coisas importantes que deve encorajar os seus filhos a gerir e fazer.

Lembre-se também de reforçar a importância de pedir ajuda sempre que necessário. Caso se sintam menos bem ou mais ansiosas é fundamental que as crianças saibam perfeitamente a quem podem solicitar apoio.

  1. Estruture o tempo delas

Os seus filhos são capazes de lidar melhor com as situações de mudança e incerteza sempre que os seus dias e horários se encontram bem definidos ou estruturados. Uma rotina previsível e consistente ajuda a que as crianças se sintam mais seguras. Estabeleça horários concretos para as refeições, trabalhos de casa, atividades físicas, etc.

Da mesma forma procure não dar informações aos seus filhos que sejam pouco concretas. Não é recomendado que diga já quando irá ser a data de regresso às aulas ou em qual modalidade se isso ainda não estiver bem definido pelas escolas. É melhor esperar pela confirmação final antes de conversar com os seus filhos. Desta forma não terá que os surpreender com novas informações. Até lá explique apenas que, devido ao vírus, ainda não está tudo definido para este ano letivo.

  1. Permita que eles expressem os seus sentimentos e emoções

É fundamental que “dê espaço” para que os mais novos partilhem os seus medos e ansiedades relativamente a este tema. Encoraje este tipo de conversas e estimule um diálogo constante. Esteja atento a alguns sinais mais preocupantes como distúrbios de sono ou alimentares, ansiedade, alterações emocionais e queixa físicas. Considere igualmente uma ida a um psicólogo que possa dar um apoio importante para suavizar ou resolver alguns destes sintomas mais negativos.

  1. Não se esqueça de manter a sua boa conduta

As crianças procuram sempre olhar para os adultos como figuras que oferecem segurança e conforto. Os pais funcionam como importantes “portos de abrigo” em momentos de crise. É assim determinante que nestes momentos mais difíceis seja capaz de manter a sua compostura. Esteja ciente das suas emoções e limitações, não expresse grandes manifestações de ansiedade junto da criança. Para os pais pode ser também útil ter a possibilidade de ir a um psicólogo ou terapeuta sempre que se sinta mais sobrecarregado ou exausto emocionalmente. Este será o “espaço” ideal para comunicar os seus receios e preocupações, sem colocar em causa o bem-estar dos seus filhos pequenos.

 

[Leia também: Afinal porque parece ser tão difícil alcançar a felicidade?]

 

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