Telemóveis sem acesso à Internet, smartphones compatíveis com controlos parentais… há muitas opções disponíveis para as famílias promoverem uma utilização adequada. A SPC, empresa europeia especializada em tecnologia de consumo, aposta na utilização segura, saudável e responsável da tecnologia no seio das famílias, com algumas recomendações que as famílias devem ter em conta o processo de aprendizagem na utilização de um equipamento tecnológico. A Associação Americana de Pediatria desaconselha a utilização de ecrãs até aos 2 anos de idade e SPC subscreve inteiramente a opinião dos profissionais e aconselha o mesmo. A partir desta idade, os pais devem adaptar o tempo de utilização e também o tipo de utilização que as crianças fazem dos ecrãs, explicando-lhes tanto os riscos como as possibilidades que a Internet e a tecnologia lhes podem oferecer, através de discursos adaptados a cada faixa etária. A SPC acredita que não existe uma idade mínima para ter um telemóvel, porque cada criança tem as suas próprias necessidades e circunstâncias familiares e pessoais, bem como o seu próprio ritmo de maturidade e evolução. No entanto, se os pais resolverem comprar um telemóvel ou tablet aos seus filhos, existem recomendações fundamentais que devem ser implementadas ao mesmo tempo sem que se substituam umas às outras: Mediação parental é essencial A primeira delas é a mediação parental. É essencial cultivar uma comunicação aberta dentro da família, construindo uma base sólida de confiança mútua entre pais e filhos, aproveitando para conversar regularmente sobre os limites estabelecidos em casa, destacando as oportunidades e os desafios online. Desta forma, se os filhos se depararem com comportamentos inadequados na Internet, sentir-se-ão à vontade para partilhar com os pais, sem receios ou hesitações. Reciprocamente, como pais, devemos demonstrar que confiamos neles, solidificando a ideia de que somos uma equipa unida nesta jornada. Benefícios de um bom sistema de controlo parental A segunda é um sistema de controlo parental: O Google Family Link, é um excelente exemplo. Trata-se uma aplicação de controlo parental, que permite gerir a utilização do telemóvel pelos mais jovens. O Family Link permite estabelecer limites diários de tempo de ecrã, garantindo que a criança mantém um equilíbrio entre o tempo online e offline, enquanto os pais vão seguindo as aplicações que eles utilizam e o tempo gasto em cada uma delas. Também permite bloquear ou permitir determinadas aplicações e conteúdos, garantindo que apenas acedem a material apropriado para a sua idade. Esta App permite também saber exatamente qual a localização das crianças e definir horários de inatividade durante as refeições, na sala de aula em período escolar e a hora de dormir, para promover um equilíbrio saudável entre a vida digital e a vida real. No entanto, também existem alguns cuidados e recomendações para os pais, no que diz respeita à utilização do Family Link. Embora o controlo parental seja vital, os pais devem evitar configurações excessivamente restritivas que possam prejudicar o desenvolvimento digital responsável. A SPC recomenda também aos pais irem ajustando as restrições ao longo do tempo e claro: não deixe que esta App substitua a comunicação constante com os mais pequenos. Um telemóvel para iniciantes A terceira sugestão passa pelo facto de o primeiro telemóvel de uma criança não ter de ser sempre um smartphone. Pode perfeitamente ser um telemóvel simples e fácil de utilizar, com uma tarifa de dados limitada. Com ele, a criança tem a possibilidade de comunicar rápida e facilmente com os seus pais e familiares se, devido às suas circunstâncias pessoais, necessitar de ser contactada, por exemplo, se for para casa sozinha depois de sair da escola ou se for brincar para a praça com um amigo e quiser avisar-nos quando subir para lanchar, etc. Hoje, existem no mercado diferentes opções para as crianças se familiarizarem com a tecnologia. Os telemóveis sem ligação à Internet para fazer e receber chamadas são uma boa opção para lhes dar a conhecer a tecnologia e ajudá-los a compreender que se trata sobretudo de uma ferramenta de comunicação.
Se está a pensar oferecer um telemóvel ao seu filho ou ao seu neto há três conselhos que deve ter em conta
Telemóveis sem acesso à Internet, smartphones compatíveis com controlos parentais…há muitas opções disponíveis para as famílias promoverem uma utilização adequada.

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