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Síndrome de Tarzan: conheça a tendência tóxica nas relações que está a aumentar

Sandra M. Pinto

Segundo a psicologia, ter um caso amoroso após o outro, sem dar tempo para descanso emocional e reflexão, não é nada benéfico para a nossa saúde mental

Existem algumas síndromes que podem levar os relacionamentos amorosos a extremos indesejáveis ​​para a saúde mental, mesmo que não percebamos que estamos à beiraa toxicidade emocional. Tentar ignorar a dor que sentimos depois de uma relação terminar, ignorá-la vai causar mais dor.

 

É caso do que os profissionais chamam de Síndrome de Tarzan: vamos imaginar Tarzan pulando de uma árvore para outra, voando pela selva, sem colocar os pés no chão em nenhum momento. Muitas vezes temos relacionamentos amorosos, sem nunca descermos à terra ou entrarmos em contato com a dor do luto pelo rompimento anterior. Mas será isso é realmente saudável?

Ultimamente fala-se de uma tendência que tem a ver com o facto de, como sociedade, parecermos estar mais focados do que nunca em evitar o contacto com emoções como a dor , o tédio e a sensação de vazio. muito em viver a um ritmo mais lento e sentir emoções fortes como adrenalina, prazer ou paz absoluta.

Se juntarmos estas duas tendências, o normal é que queiramos evitar o sofrimento e a dor de uma ruptura e que também procuremos ‘substituir’ essa pessoa o mais rapidamente possível.

Não devemos evitar conhecer novas pessoas após um rompimento. Mas é importante parar por um momento para explorar como me estou a sentir em relação a esse rompimento e se isso tmudou algo em mim.

 

Tem a ver com o medo de cometer? Será o medo de ser visto como vulnerável porque aquela pessoa estava apenas começar a conhecer-me? Ela terminou comigo e eu percebi que a minha autoestima foi abalada ?

 

Só parando para fazer este tipo de perguntas será possível que esta experiência nos ajude a conhecer-nos melhor. Só assim poderemos sentir que estamos em contacto com a nossa parte mais autêntica, para começar a amar-nos. e sentir que a nossa vida tem sentido.

Aconclusão, em todos os casos, deve ser que existimos no mundo de forma genuína