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Alzheimer: estudo revela que genes que aumentam risco da demência podem ser herdados

Sandra M. Pinto

A descoberta foi publicada na Nature Medicine e sugere que, para esses casos, abordagens de testes e tratamentos devem ser diferenciadas.

A doença de Alzheimer pode ser herdada com mais frequência, de acordo com um novo estudo que relata uma imagem mais clara de um gene há muito tempo ligado à forma comum de demência.

Os autores do estudo, publicado na revista Nature Medicine, afirmam que «isso pode ser considerado uma forma distinta e herdada da doença e que abordagens diferentes para testes e tratamento podem ser necessárias».

Entre as pessoas diagnosticadas com Alzheimer, os investigadores reconhecem formas familiares da doença e casos esporádicos. «A maioria dos casos é considerada esporádica, ou seja, desenvolvem-se mais tarde na vida. As formas familiares, causadas por mutações em qualquer um dos três genes, tendem a ocorrer mais cedo e são conhecidas por serem raras, representando cerca de 2% de todos os diagnósticos de Alzheimer, ou cerca de 1 em 50 casos», referem.

Sob o novo paradigma, 1 em cada 6 casos de Alzheimer seria considerado herdado, ou familiar.

«Essa apreciação em mudança do risco herdado», dizem os cientistas, «é devido a uma melhor compreensão do papel de um quarto gene que carrega os planos para fazer uma proteína transportadora de lipídios chamada apolipoproteína E, conhecida como APOE».

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APOE transporta colesterol por todo o corpo e cérebro e pode desempenhar um papel no depósito ou na remoção de placas beta amiloides adesivas, que são uma das características do Alzheimer.