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VIH: estudo mostra que transplantes renais são seguros entre pessoas infetadas

22 Outubro 2024
Forever Young com Lusa

Um estudo, realizado nos Estados Unidos, confirma que as pessoas infetadas com o vírus da imunodeficiência humana (VIH) podem receber rins de dadores falecidos com o vírus em segurança.

O resultado foi obtido através da análise de 198 transplantes feitos no país, com vista à expansão da prática para reduzir listas de espera. Os investigadores relatam que os resultados são semelhantes, independentemente do órgão doado ser de uma pessoa com ou sem o vírus da SIDA.

Os participantes eram seropositivos, tinham insuficiência renal e concordaram em receber um órgão de um seropositivo ou seronegativo falecido — o critério dependia do rim que ficasse disponível primeiro. Os recetores foram acompanhados durante quatro anos e as taxas de sobrevivência global eram elevadas, enquanto as taxas de rejeição foram baixas.

“Isto demonstra a segurança e os resultados fantásticos que estamos a ver com estes transplantes”, afirma o coautor do estudo, Dorry Segev.

Caso a alteração às regras de transplantes se aplique também a dadores falecidos, estas entrarão em vigor no próximo ano.

“Não só podemos ajudar aqueles que vivem com esta doença, como também libertamos mais órgãos em todo o conjunto de órgãos para que aqueles que não têm VIH possam obter um órgão mais rapidamente”, frisa Carrie Foote, que é seropositiva e dadora de órgãos. “É uma situação em que todos ganham”, acrescenta.