<br><br><div align="center"><!-- Revive Adserver Asynchronous JS Tag - Generated with Revive Adserver v5.5.0 -->
<ins data-revive-zoneid="25" data-revive-id="6815d0835407c893664ca86cfa7b90d8"></ins>
<script async src="//com.multipublicacoes.pt/ads/www/delivery/asyncjs.php"></script></div>
Partilhar

Entrevista: «O diagnóstico da HIV afeta profundamente a saúde mental das pessoas soropositivas», Fernando Mesquita, psicólogo clínico e sexólogo

Sandra M. Pinto

Problemas de saúde mental corroboram para a redução da qualidade de vida de pessoas soropositivas, além de se tornarem uma barreira para o tratamento antirretroviral.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), «cerca de 15% dos adultos e 25% dos portadores relataram sofrer de sintomas depressivos ou se sentirem sobrecarregadas em razão do diagnóstico», segundo um estudo da organização desenvolvido em 38 países.

«Receber o diagnóstico do HIV, mesmo com os serviços de saúde disponíveis na atualidade, ainda é uma situação difícil», refere Fernando Mesquita, psicólogo clínico e sexólogo, em entrevista à Forever Young. De acordo com o especialista, «a primeira reação é de choque, confusão, ansiedade e medo».

Com o bem-estar físico e mental afetados, estes doentes começam a ter sintomas de depressão e ansiedade, sentimentos negativos, vergonha, preocupação com opiniões de terceiros e medo da morte, «pelo que procurar ajuda é essencial», sublinha Fernando Mesquita.

Veja a entrevista aqui: