As férias de verão já não significam necessariamente desligar do trabalho. O modelo híbrido e a pressão para cumprir prazos levam muitos profissionais a levar o computador para destinos de descanso, conciliando momentos de lazer com tarefas profissionais — muitas vezes ligados a redes Wi-Fi públicas.
Segundo a Kaspersky, esta prática abre portas aos cibercriminosos, especialmente em ambientes com conectividade aberta, como aeroportos, hotéis, cafés e espaços públicos. Uma análise feita pela empresa a cerca de 25 mil pontos de Wi-Fi gratuitos em Paris antes dos Jogos Olímpicos revelou que quase 25% tinham encriptação fraca ou inexistente, expondo dados pessoais e bancários.
Para minimizar riscos, a Kaspersky recomenda três medidas essenciais para quem trabalha remotamente durante as férias:
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Use uma VPN — Ao encriptar o tráfego, protege credenciais e dados financeiros contra interceções em redes inseguras. A Kaspersky destaca que, além da segurança, a VPN oculta o endereço IP e pode contornar bloqueios regionais.
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Opte por um eSIM — Garante ligação segura através de dados móveis locais, evitando redes Wi-Fi públicas. Pode ser ativado antes da viagem e facilita a gestão de planos de dados pessoais e profissionais.
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Ative a autenticação de dois fatores (2FA) — Adiciona uma camada extra de proteção em contas críticas, reduzindo o risco de acessos não autorizados.
A empresa aconselha ainda a manter software atualizado, evitar ligações automáticas a pontos de acesso desconhecidos e investir numa solução de segurança completa que combine antivírus, VPN e gestor de passwords, como o Kaspersky Premium.
“Mesmo à beira da piscina ou num festival, é possível trabalhar com segurança — basta combinar uma VPN, eSIM e proteção contra malware”, concluem os especialistas.
O Guia de Segurança para Trabalho Remoto da Kaspersky está disponível online e reúne mais conselhos para proteger dados e dispositivos em qualquer parte do mundo.











