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Pós-Verão: um mar de questões para a proteção solar

Forever Young

Habituámo-nos a olhar para o protetor solar como um produto sazonal que regressa às prateleiras com a chegada do calor e das campanhas que, ano após ano, o apresentam em embalagens cada vez mais apelativas. Mas o sol não é sazonal e, mais do que errado, é perigoso pensarmos dessa forma.

Por Sofia Cunha, Training Manager da Lancôme

Usar protetor solar ao longo de todo o ano já devia ser uma regra. A radiação UV não representa um risco para a saúde, para a pele e para o combate aos sinais de envelhecimento apenas no verão. A verdade é que a proteção solar de largo espectro (que protege contra UVA e UVB) deve ser usada diariamente, independentemente da estação ou do estado do tempo.

É nesse sentido que podem surgir uma série de questões: devo usar protetor solar todos os dias? Vale a pena usar protetor solar em épocas de menos intensidade solar? Será que sabemos como escolher o melhor para a nossa pele? E surgem também dúvidas mais práticas: deve ser aplicado apenas quando saímos de casa, ou também dentro dela? Posso aplicar protetor antes de me maquilhar?

A exposição diária aos raios UVA é a principal causa do envelhecimento precoce da pele, além de contribuir para o desenvolvimento de cancro de pele. Com um comprimento de onda mais longo e penetrando mais profundamente, estão presentes de forma mais constante durante todas as horas do dia, em todas as estações do ano, e conseguem atravessar nuvens e vidros. Por isso, a exposição aos raios UVA é contínua e cumulativa. Segundo dados da Liga Portuguesa Contra o Cancro, anualmente, em Portugal, surgem 1.500 novos casos de melanoma, um número que tem aumentado nos países ocidentais.

É também preciso estar atento aos raios UVB, por serem os principais responsáveis pelas queimaduras solares e por variarem muito com a intensidade do sol (mais fortes no verão e ao meio-dia). Assim, um protetor solar que não seja de amplo espectro pode proteger-nos das queimaduras solares (UVB), mas pode deixar-nos vulneráveis aos danos invisíveis, mas cumulativos, causados pelos raios UVA.

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Concluímos, portanto, que devemos usar um protetor solar ao longo de todo o ano. Graças à tecnologia já existem protetores como, por exemplo, UV Expert Supra Screen Sérum SPF50 de Lancôme que têm uma textura ultrafina, fazendo com que sejam fáceis de aplicar, totalmente compatíveis com a maquilhagem e invisíveis em todos os fotótipos – não deixando nenhum tom de pele com manchas brancas ou acinzentado.

Vamos à segunda questão mais comum: Posso usar o meu protetor solar citadino na praia? E o meu protetor solar de praia pode ser utilizado no dia a dia? A resposta à primeira questão é não e, à segunda, é um pouco apelativo “depende”.

Os protetores urbanos não são formulados para a exposição solar intensa e prolongada da praia e é por essa razão que devemos ter outros fatores em consideração, como a água, a transpiração, a fricção do vento e da areia. Para a praia, é necessário um protetor com FPS 50 ou 50+ e que seja explicitamente resistente à água e ao suor, garantindo uma proteção eficaz contra queimaduras e danos solares intensos.

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Quanto a aplicar o protetor solar de praia no dia a dia podemos aplicar e este irá proteger a nossa pele, porém, o conforto e a textura não são os mesmos que os de um citadino formulado para isso. Embora o protetor de praia ofereça alta proteção, tende a ser mais espesso, oleoso ou deixar um resíduo esbranquiçado, o que pode não ser ideal para o conforto ou para ser usado sob a maquilhagem.

Além disso, por serem formulados para resistência intensa, a sua remoção pode ser mais trabalhosa. Remover o protetor de forma eficaz é (quase) tão importante como aplicá-lo, para evitar oclusão dos poros (prevenindo pontos negros e borbulhas), permitir que a pele se regenere durante a noite, e garantir que outros produtos de tratamento noturno sejam bem absorvidos. A remoção adequada também previne o acúmulo de resíduos, deixando a pele limpa e saudável.

Esclarecidas estas questões, como devemos então escolher o protetor solar mais adequado?

O protetor solar ideal depende do tipo de pele e da exposição ao sol. Deve-se escolher sempre um com FPS 30 ou superior e proteção de largo espectro (UVA + UVB).

Para uma pele oleosa? Fórmulas oilfree e de toque seco. Pele seca? Texturas mais cremosas e hidratantes. Pele sensível? Regra (muito geral) protetores sem fragrância. Pele negra? Fórmulas testadas em todos os fotótipos para garantir que não deixem resíduos esbranquiçados.

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Se vamos praticar desporto, devemos optar por algo resistente à água e lembrarmo-nos de o reaplicar. Para quem se preocupa com os sinais de envelhecimento, também há opções no mercado com novas tecnologias que abrangem proteção e tratamento.

Para terminar, em que lugar deve estar o protetor na nossa rotina de tratamento? Em último, ao contrário da sua prioridade na nossa vida. A rotina completa deve abranger limpeza, hidratação e proteção.

Se ainda houver dúvidas, nada como consultar um dermatologista para obter conselhos mais personalizados, a única coisa que não pode acontecer é deixar de proteger a pele, a saúde e a beleza que transportamos todos os dias.