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Betty Grafstein foi transferida para os cuidados intensivos: o que é e porque são os doentes transferidos para esta área do hospital?

Betty Grafstein foi transferida para os cuidados intensivos: o que é e porque são os doentes transferidos para esta área do hospital?
Sandra M. Pinto

Betty Grafstein foi transferida, hoje, para a unidade de cuidados intensivos da CUF Tejo, de Lisboa, devido ao agravamento do seu estado de saúde.

​A Medicina Intensiva dedica-se ao diagnóstico e tratamento de situações de doença aguda potencialmente reversíveis em doentes que apresentem falência iminente ou estabelecida de uma ou mais funções vitais.

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Os doentes podem necessitar de cuidados intensivos os doentes em estado crítico potencialmente recuperável (prioridades 1 e 2 — eventualmente, 3) ou os doentes submetidos a cirurgias importantes, em que estes cuidados e os sistemas de suporte de vida têm um papel determinante na recuperação.

Desta forma, os cuidados Intensivos são uma área clínica diferenciada, onde se prestam cuidados a doentes que necessitam de vigilância contínua e/ou medidas terapêuticas intensivas, quer por se apresentarem instáveis, quer por apresentarem ou estarem em risco de falência de funções vitais.

Qual a diferença entre cuidados intensivos e intermédios?

As Unidades de Cuidados Intermédios (UCIM) destinam-se a doentes agudos com falência iminente ou estabelecida de funções vitais, que necessitam de monitorização contínua, mas em que o seu estado não é suficientemente crítico para exigir internamento numa Unidade de Cuidados Intensivos (UCI).