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Doenças Raras: «É preciso dar uma resposta às necessidades destas pessoas», Marta Amorim, especialista em Genética Médica

28 Fevereiro 2025
Sandra M. Pinto

São doenças que afetam um pequeno número de pessoas quando comparado com a população em geral. Uma doença é considerada rara quando afeta menos de 1 em cada 2 mil pessoas.

O Dia Mundial das Doenças Raras é celebrado todos os anos no último dia de fevereiro, este ano no dia 28 fevereiro. Este é um movimento internacional e coordenado sobre doenças raras, que luta em prol da equidade nas oportunidades sociais, nos cuidados de saúde e no acesso ao diagnóstico e às terapias para as pessoas que vivem com uma doença rara.

Foi criado pela “European Organisation for Rare Diseases” (EURORDIS) e por mais de 65 Associações Nacionais de Doentes parceiras da aliança.

Apesar de raras, e devido à sua pluralidade, a incidência de casos na população é significativo. Estima-se que, no seu conjunto, cerca de 6% da população apresente o diagnóstico de uma doença rara, o que significa que em Portugal existirão cerca de 6 mil pessoas diagnosticadas com uma destas patologias.

«A maioria das doenças raras são genéticas [cerca de 80%], mas isto não significa que todas sejam causadas por alterações genéticas», esclarece Marta Amorim, especialista em Genética Médica, em entrevista à Forever Young.

Quanto ao número de patologias, estima-se que existam hoje entre cerca de seis a oito mil doenças raras diferentes, mas, «este número tem tendência a aumentar», sublinha Marta Amorim.

Veja a entrevista aqui: