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Diminuição da camada de ozono pode aumentar em até 40 mil casos de cancro da pele por ano

Diminuição da camada de ozono pode aumentar em até 40 mil casos de cancro da pele por ano
Sandra M. Pinto

A camada de ozono desempenha um papel crucial na proteção da vida na Terra, especialmente, quando se fala sobre os danos causados pela radiação ultravioleta (UV) do sol, já que ela é a responsável por absorver e filtrar a maior parte dos raios UV-B e UV-C, impedindo que eles alcancem a superfície da Terra em…

Quando a camada de ozono é danificada ou enfraquecida, mais radiação UV atinge a superfície da Terra. Isso pode levar a um aumento da incidência de doenças relacionadas com a exposição solar, como o cancro de pele. Os raios UV-B possuem a capacidade de danificar o ADN nas células da pele, aumentando o risco de mutações que podem levar ao cancro.

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Estudos sobre a diminuição da camada de ozono versus impacto na saúde mundial

É sabido que a camada de ozono está ficar mais fina a cada ano que passa. Esta realidade pode trazer consequências ainda mais prejudiciais à saúde. Segundo um estudo realizado pelo Global Solar UV Index e publicado na World Health Organization, 10% da diminuição da camada de azono estratosférico pode aumentar em 300 mil os casos de cancro não-melanoma, 4.500 casos de cancro de pele melanoma e entre mais de 1.6 e 1.75 milhões de casos de catarata em todo o mundo.

Danos causados pela radiação ultravioleta

Além do cancro de pele, problema mais conhecido causado pela exposição solar, outros problemas também podem ser causados pela radiação ultravioleta e que, com a diminuição da camada de ozono, também deverão ter mais impacto na saúde da população nos próximos anos, como:

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  • Envelhecimento precoce: A radiação UV contribui para o envelhecimento prematuro da pele, causando rugas, linhas finas, manchas senis e perda de elasticidade.
  • Hiperpigmentação: A exposição solar pode levar ao aumento da produção de melanina, resultando em manchas escuras ou hiperpigmentação na pele, como sardas e melasma.
  • Imunossupressão cutânea: A radiação UV pode suprimir o sistema imunológico na pele, tornando-a mais suscetível a infeções, como as virais e bacterianas.
  • Danos ao ADN: A exposição aos raios UV pode causar danos ao ADN nas células da pele, aumentando o risco de mutações que podem levar ao desenvolvimento de cancro de pele.