Em que casos se devem aplicar compressas frias ou quentes?

Se tem esta dúvida, chegou a altura de a esclarecer.

Para evitar erros, é sempre indicado o acompanhamento de um profissional.

A compressa fria é ideal nos casos agudos que acabaram de acontecer, ou seja, após quedas, pancadas, distensões musculares ou lesões nas articulações, sendo recomendada nas primeiras 48 horas após o trauma.

Neste caso, ela tem o poder de diminuir o inchaço (edema), evitar o hematoma (sangramento interno), diminuir a dor e até mesmo anestesiar a parte afetada.

Já a compressa quente é ideal para realizar o relaxamento muscular e articular.

Pode ser usada nos casos de contraturas nas costas, dores crónicas nas articulações e em qualquer região que a pessoa se sinta bem com o calor, pois além do relaxamento, promove também a diminuição da dor.

Há uma situação em específico que também pode ser utilizada somente com orientação médica, no caso de uma infeção de pele ou dente, que forma o famoso abcesso (pus).

Neste último caso, o calor promove a liquefação da secreção e facilita a sua drenagem espontânea, mas, caso seja realizada sem critério, pode piorar e espalhar o quadro infecioso.

Nunca realize a compressa quente nos casos de traumas agudos em menos de 72 horas do evento, pois irá aumentar o inchaço, a dor e o hematoma.

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