<br><br><div align="center"><!-- Revive Adserver Asynchronous JS Tag - Generated with Revive Adserver v5.5.0 -->
<ins data-revive-zoneid="25" data-revive-id="6815d0835407c893664ca86cfa7b90d8"></ins>
<script async src="//com.multipublicacoes.pt/ads/www/delivery/asyncjs.php"></script></div>
Partilhar

Específicos e importantes: cuidados a ter com a pele após os 60 anos

17 Abril 2025
Forever Young

A idade age como um fator de risco para as doenças de pele, de tal maneira que as patologias se tornam mais comuns com o avançar dos anos.

É quando começam a surgir rugas, manchas, flacidez e ressecamento, num processo natural de desgaste do próprio corpo.

Com o tempo o organismo reduz bastante a produção de suor, oleosidade e colágeno, deixando a pele mais seca e fina, e menos resistente.

Mais do que estética, as mudanças na pele após os 60 anos tornam o maior órgão do corpo mais frágil e sujeito a infeções.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, os problemas mais comuns nos brasileiros com 65 anos ou mais são os tumores cutâneos (benignos, pré-malignos e malignos), as micoses superficiais e o ressecamento/espessamento da pele, seguidos por queixas relacionas a manchas, alergias e psoríase.

Além do acompanhamento com um dermatologista, as recomendações para não ter problemas mais sérios é evitar exposição solar nos horários de maior incidência dos raios UV (das 10h às 16h), para ajudar na prevenção de queimaduras e do cancro de pele.

Outra prática importante é manter a pele sempre muito bem hidratada, com cremes e produtos que contenham ácido hialurónico, vitamina C e derivados retinóides.

Ter cuidados, verificar e tratar de forma adequada feridas é outra proteção fundamental para manter a saúde da pele.