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Gerando uma perda de movimentos pode ser confundida com o AVC: já ouviu falar na Paralisia de Bell?

A doença ocorre devido a uma inflamação no nervo do rosto, gerando uma perda de movimentos na parte superior da face.

2 Setembro 2024
Sandra M. Pinto

A inflamação tem causas diversas, podendo ter origem em condições autoimunes ou em infecções virais. Um dos motivos mais frequentes para uma pessoa manifestar a paralisia de Bell é a presença de vírus relacionados com casos de herpes simples ou de herpes-zóster que até então estavam assintomáticos. Assim, o vírus pode dar sinais pela primeira vez provocando a inflamação no rosto.

O sinal mais característico da paralisia de Bell é a perda dos movimentos na parte superior do rosto mas a boca também pode ser afetada. Sintomas dessa doença incluem:

dificuldade para piscar os olhos
olhos secos
saliva escorrendo dos lábios
sensação de fraqueza num lado do rosto
dores de cabeça, atrás do olho ou das orelhas
dificuldade de falar ou mastigar

Apesar dos incómodos e do desconforto estético, a paralisia facial periférica é uma condição temporária. Em geral, os sintomas começam a melhorar em duas semanas. No entanto, pode levar até 6 meses para uma recuperação completa.

Medicamentos antivirais, anti-inflamatórios e analgésicos podem ser receitados pelo médico para aliviar os sintomas e tentar promover uma melhoria mais. Enquanto houver dificuldade em piscar os olhos, pode ser necessário usar uma proteção especial na região. Fisioterapia e acupuntura também costumam ser indicadas em alguns casos, de acordo com avaliação do médico.

Como diferenciar a paralisia de Bell de um AVC

Embora seja uma doença temporária que não costuma deixar sequelas graves, é importante procurar ajuda profissional assim que os primeiros sintomas apareçam. Uma paralisia facial pode ser indicativa de outro problema de saúde mais sério, a exemplo de um AVC.

A grande diferença de uma paralisia de Bell para um AVC é que, no caso do problema cerebral, também costumam ocorrer outros sintomas além da perda de movimentos no rosto: fraqueza e incapacidade de mexer um braço ou uma perna, por exemplo, além de danos cognitivos que incluem confusão mental e dificuldade de formular (não apenas pronunciar) frases.

Mas, mesmo que a perda de movimento só ocorra no rosto, é fundamental procurar o médico para realizar os exames necessários e descartar outras suspeitas com sintomas parecidos.

 

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