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Mate a sua curiosidade: esta é a raça de cães mais cara do mundo (custa mais de 100 mil euros)

Sandra M. Pinto

Sabia que existem algumas raças de cães que valem mais do que um carro ou uma casa?

O primeiro lugar é do mastim tibetano. As duas pintas nas sobrancelhas são características deste “pequeno gigante”. Porém, o que chama mesmo a atenção é o seu pelo macio e denso, que o protege das baixas temperaturas.

Originário da China, esse “urso de peluche” é considerado por muitos um símbolo de status, e não é por acaso: o seu preço médio é de cerca de 160 mil euros.

Não se sabe ao certo a origem do mastim tibetano, mas acredita-se que seja pré-histórica. O documento mais antigo que dá conta da existência do mastim tibetano data de 1100 a.C. Acredita-se que os tibetanos usavam o mastim como cão de guarda – tanto é que ele era conhecido como o cão guardião do Tibete.

Recentemente, análises de ossadas encontradas em sítios arqueológicos da região comprovaram a existência milenar da raça. O que também sustenta as teorias de que o mastim tibetano tenha vindo dos cães molossos, provenientes da Molóssia, região da Grécia que esteve sob o domínio da Macedónia durante o século IV a.C.

Estudos recentes indicam que o mastim tibetano foi uma das primeiras raças a diferenciar-se dos lobos, há cerca de 58 mil anos. Embora não se saiba ao certo qual era a função do mastim para o homem da época, acredita-se que ele era usado como cão de guarda e de caça.

Há, ainda, registos que indicam que Marco Polo, um dos primeiros ocidentais a percorrer a rota da seda, teria tido contato com o mastim tibetano nas suas viagens, no século XIII. E missionários jesuítas teriam conhecido a raça no século XVI. O primeiro mastim tibetano a pisar terras ocidentais foi trazido pelo Lord Hardinge, vice-rei da Índia, como presente para a rainha Vitória, em 1847. Em 1874, mais dois mastins tibetanos foram importados para a Inglaterra pelo Príncipe de Gales e expostos no Alexandra Palace Show. Com os anos, e a contínua importação da raça para a Europa, o interesse ocidental pelo mastim tibetano começou a crescer e, em 1931, o primeiro clube da raça foi criado.

Nos Estados Unidos, o mastim tibetano foi trazido pelo presidente Eisenhower, no final da década de 1950. Mais tarde, outros espécimes foram importados para os Estados Unidos e, com o crescente interesse por esse exemplar tibetano, criou-se a Associação Americana de Mastim Tibetano, em 1974. No entanto, o seu reconhecimento oficial pela AKC só se deu em 2007. Atualmente, é considerada uma das raças mais raras e caras do mundo, com apenas 300 exemplares registados na Inglaterra