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3 mitos de cibersegurança a abandonar em 2025

3 mitos de cibersegurança a abandonar em 2025
Sandra M. Pinto

Os especialistas da Kaspersky alertam: as crenças erradas sobre segurança digital estão a aumentar o risco de ciberameaças como phishing, roubo de identidade e esquemas de fraude online. Com o novo ano, surge a oportunidade ideal para redefinir a forma como interagimos no mundo digital e proteger de forma eficaz a nossa privacidade e dados…

O estudo da Kaspersky, Excitement, Superstition and great Insecurity – How global Consumers engage with the Digital World*, revela que muitos utilizadores continuam a acreditar em mitos sobre cibersegurança que comprometem a sua proteção online. Estas superstições levam a comportamentos negligentes e perigosos, tornando os utilizadores mais vulneráveis a ataques digitais.

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Para ajudar os portugueses a navegar com segurança no novo ano, os especialistas da Kaspersky desmistificaram três mitos comuns que é urgente deixar para trás em 2025:

1. “Os dados do cartão não podem ser roubados sem acesso físico ao mesmo”

De acordo com o estudo, Embora 15% dos portugueses acreditem que colocar o telemóvel numa capa especial bloqueia sinais NFC e impede o roubo de dados bancários, esta é uma falsa sensação de segurança. Mais de metade das pessoas na região já faz pagamentos através do telemóvel, mas nem todas as aplicações bancárias ou dispositivos estão devidamente protegidos.

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Os cibercriminosos podem explorar vulnerabilidades em apps ou dispositivos para roubar dados sensíveis, como números de cartão, passwords e até endereços de e-mail. Além disso, 42% dos utilizadores acreditam que os dados das carteiras digitais só podem ser roubados com proximidade física, outro mito perigoso.

 

Dica de segurança: Use autenticação em dois fatores, crie passwords fortes, mantenha as apps atualizadas e adote soluções de segurança avançadas, como o Kaspersky Premium, que protege contra fugas de dados e fraudes bancárias.

 

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2. “Tapar a câmara é suficiente para evitar espionagem”

Embora 63% dos portugueses acreditem que as câmaras de dispositivos podem ser usadas para espionagem, esta preocupação é apenas parte da questão. Proteger a privacidade não depende apenas de cobrir a webcam, mas também de garantir que o dispositivo está protegido contra malware ou acessos não autorizados.

Dica de segurança: Utilize uma solução de cibersegurança para detetar aplicações suspeitas e configure as permissões das apps de forma criteriosa.

 

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3. “Eu controlo os dados que partilho nas redes sociais”

Um terço dos portugueses (36%) participa em quizzes e jogos virais nas redes sociais, muitas vezes sem perceber que estes podem recolher informações pessoais, como nome, localização e contactos. Mais preocupante é que 31% acreditam que as plataformas digitais pedem sempre consentimento antes de usar esses dados – o que nem sempre acontece.

Dica de segurança: Leia as políticas de privacidade, reveja as permissões das redes sociais e pense duas vezes antes de partilhar informações pessoais online.

Um compromisso com a segurança digital em 2025

“Estes mitos criam uma falsa sensação de segurança e levam a práticas inadequadas que expõem os utilizadores a riscos reais. Em 2025, é essencial investir em educação digital, desmistificar crenças erradas e adotar práticas que realmente protejam a privacidade e os dados pessoais”, afirma Fabio Assolini, diretor da Equipa de Investigação e Análise Global da Kaspersky.